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	<title>textos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/textos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "textos"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:13:31 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Todos fuimos malos]]></title>
<link>http://hijosynietosdepresospoliticos.wordpress.com/2009/11/30/todos-fuimos-malos/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:27:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>hijosynietosdepresospoliticos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Carta de Lectores de La Nación del jueves 26/11 Se­ñor Di­rec­tor: &#8220;El origen de la crisis ent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#2851cc;">Carta de Lectores de La Nación del jueves 26/11</span></p>
<p>Se­ñor Di­rec­tor:<br />
&#8220;El origen de la crisis entre las Fuerzas Armadas y la Nación proviene de la interrupción de gobiernos civiles por militares y de la guerra que libró el país en los años 70 contra fuerzas guerrilleras.<br />
&#8220;Los primeros fueron promovidos inicialmente por civiles que hicieron creer a los militares que era lícito apropiarse de un gobierno por la fuerza. Respecto de la guerra contra el terrorismo, comenzó en un gobierno democrático y por orden de éste. El futuro se resolverá si comprendemos que no hubo buenos y malos. Todos, de alguna manera, fuimos malos, en el sentido de que no se usaron los medios óptimos para lograr los fines o se miró para el costado ante lo que estaba ocurriendo.<br />
&#8220;Hoy, las Fuerzas Armadas se encuentran excluidas de la sociedad. Habría que analizar el hecho de que para defender un país no hacen falta únicamente medios, órdenes y entrenamiento, sino también espíritu de lucha, sentido de pertenencia y voluntad. Estos valores están siendo arrancados poco a poco de nuestras Fuerzas Armadas.<br />
&#8220;Una guerra contra la Argentina, por sus riquezas naturales, sus espacios vacíos, su agua potable, será una guerra contra todos los argentinos: contra nuestras instituciones, nuestras libertades, nuestros bienes, nuestras familias.<br />
&#8220;Urge combatir todos los niveles de ignorancia y desinterés respecto de la defensa nacional, sus realidades, exigencias y valores. Urge recomponer la relación entre las Fuerzas Armadas y la Nación. Es una tarea que involucra a todo el cuerpo social y al Gobierno en particular.&#8221;</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Jorge Augusto Cardoso<br />
<em>jcardoso@fibertel.com.ar</em></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Releitura do Manifesto Antropofágico]]></title>
<link>http://jeffersonbispo.wordpress.com/2009/11/30/releitura-do-manifesto-antropofagico/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:03:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jefferson Bispo</dc:creator>
<guid>http://jeffersonbispo.wordpress.com/2009/11/30/releitura-do-manifesto-antropofagico/</guid>
<description><![CDATA[A antropofagia vem da ideia de canibalismo. Para alguns indígenas, o termo tem um significado místic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A antropofagia vem da ideia de canibalismo. Para alguns indígenas, o termo tem um significado místico em que, no ritual, come-se uma parte do corpo de outra pessoa para adquirir suas qualidades. Já no manifesto antropofágico, esse pensamento é usado como uma metáfora para o que os vanguardistas brasileiros da época queriam propor.Como em um “canibalismo cultural”, os brasileiros criariam sua própria identidade, a partir da adaptação das culturas estrangeiras (principalmente européia) à realidade do Brasil. Tem como base de sua estrutura de pensamento a tradição de adquirir alguma qualidade, como coragem e força do &#8220;ser comido&#8221;. O manifesto antropófago faz uma interpretação metafórica do canibalismo, sem o sentido pejorativo. Portanto eles dizem que devemos pegar as características positivas das outras culturas, estando com os olhos para o exterior ao mesmo tempo em que protesta por uma cultura própria.</p>
<p>O trocadilho &#8220;Tupi, or not tupi that is the question&#8221; é muito interessante, porque satiriza a verdadeira questão (&#8220;ser ou não ser?&#8221;). Neste caso, eles fizeram uma comparação usando a língua estrangeira para indagar a própria cultura, a raiz do Brasil. O manifesto contrapõe o olhar cultural brasileiro para o exterior ao mesmo tempo em que protesta por uma cultura própria. Não se sabia aonde a sociedade estava indo com tanta influência nem o que isso significava, pois não seguia rumos próprios. Era preciso questionar o que estava sendo implantado ali.</p>
<p>Para surgir uma nova cultura é precisa uma nova lei (“A única lei do mundo”). Assim, como numa sociedade comum, para começar um novo processo, uma nova decisão (de forma legal) é preciso aprovação de uma lei. A lei é a expressão regente do individualismo (o que o cidadão pode fazer), de todos os coletivismos (o que toda sociedade tem como regimento).</p>
<p>O movimento antropofágico deixou claro como a elite brasileira da época se submetia ao que era &#8220;de fora&#8221;, nem mesmo questionavam se aquilo era mesmo o que devia ser feito, se aquela cultura não era errada por não ser &#8220;nativa&#8221;. Criava uma perspectiva superior ao externo e acreditavam que &#8220;lá&#8221; estava o sublime. Dessa maneira, enquanto essa idealização do exterior acontecia, os vanguardistas tentavam discursar uma cultura que venerasse o que era brasileiro.</p>
<p>Na semana de 22, muitas pessoas criticaram a atitude dos intelectuais vanguardistas, mas hoje, aplaudem a herança cultural que nos foi permitida. Aquela visão de cultura não era antes vista por nossa sociedade, já que era uma concepção, de certo modo, muito a frente da realidade vivida naquela época. Hoje é visível as mudanças que se pretendiam naquele tempo. Tem-se uma cultura enraizada, fixa e extremamente brasileira</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Days of Nero #4 "O perigo que a luta-livre traz"]]></title>
<link>http://wrestlinformativo.wordpress.com/2009/11/30/days-of-nero-4-o-perigo-que-a-luta-livre-traz/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:55:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Francis Nero</dc:creator>
<guid>http://wrestlinformativo.wordpress.com/2009/11/30/days-of-nero-4-o-perigo-que-a-luta-livre-traz/</guid>
<description><![CDATA[Tudo bom galera do WI, estou aqui com a quarta edição do Days of Nero, e hoje estarei abordando um a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-2548" title="347v04k" src="http://wrestlinformativo.files.wordpress.com/2009/11/347v04k1.jpg?w=439&#038;h=304#38;h=304&#38;h=304" alt="" width="439" height="304" /></p>
<p>Tudo bom galera do WI, estou aqui com a quarta edição do Days of Nero, e hoje estarei abordando um assunto popular na luta livre, que você só saberá lendo o resto da postagem, e espero que gostem desta crônica, pois tentei me aprofundar bem no assunto. Então vamos lá&#8230; <img title="Mais..." src="http://lutalivregeral.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p><strong>&#8220;O perigo que a luta-livre traz&#8221;</strong></p>
<p>Bom, o que é o tal de Wrestling? Para muitos, é um esporte que não deveria existir, porque as pessoas se agarram e saem na porradaria, mas para outros, isto é um verdadeiro esporte, onde você não deixa de perder nada, e fica de olho no que ocorre hoje. Mas qual a razão de ver dois caras lutando em um ringue meio que macio?</p>
<p>Muitos acham que é tudo farça, e lógicamente que metade daquilo é, mas você que critica tanto a luta-livre, e falando que aquilo é totalmente armado. Você já parou para olhar, e ver que alguns golpes são realmente verdadeiros? Pois para aquele que realmente assiste e acompanha a luta-livre de diversas federações, pode perceber que nem tudo sai como o planejado, e que sempre tem alguém que sai sangrando, ou quebra algum parte do corpo&#8230; E vocês ainda dizem que é tudo falço?</p>
<p>Agora, algo que faz trazer muitos fãs, e agradar o público, é o risco que esses lutadores correm nesta profissão, e que podem até sair morto. Mas cada empresa tenta fazer o possivel para evitar acidentes graves, como por exemplo faturar um osso, ou quebrar o pescoço ou algo do tipo. E por está razão, muitas mães proibem o filho de assitir o Wrestling, por causa que ele começa a imitar os superstars, como tivemos casos de diversos tipos, como o menino morreu após pular do prédio tentando imitar o Jeff Hardy, agora eu digo, faz isso quem quer, pois eu mesmo não imito, só acompanho os shows e tal, mas não tento imitar os lutadores que tanto vemos fazer isto, pois eles tem treinamento para efetuar estas coisas, e na maioria das federações, sempre deixam o aviso mais ou menos assim:  &#8220;Não pratiquem isto em casa, ou na escola, pois estes superstars são altamente treinados antes de efetuarem isto&#8221;. Mas sempre tem um espertinho que tenta imita-los, e assim acaba se dando mal, e as federações é que acabam levando toda a culpa.</p>
<p>Mas claro, a luta-livre é uma violência, mas muitos de nós levamos como esporte, e não praticamos o mesmo, e para quem quer ser um lutador, vá atrás de alguma federação próxima ou local, ao invés de ficar praticando em casa. E ai me perguntam o seguinte: &#8221; Mas e se a gente praticar de leve, como uma brincadeira? &#8220;, poderá se ferir do mesmo geito. Pois nem tudo sairá perfeitamente, pois poderá sem querer acertar seriamente o amigo, que por certo está sendo o ádiversario na ocasião.</p>
<p>Então pessoal, não tente fazer o mesmo que seu Wrestler preferido, ou qualquer outro, pois creio que eles não querem e nem desejam isto para vocês. E lógico que também tem Wrestlers que estão na luta-livre por dinheiro, pois querendo ou não, isto rende bem.</p>
<p>E aqui termino mais uma crônica, e espero que eu tenha abordado o assunto de um geito certo, pois está crônica serviu também como um aviso aos fãs de Wrestling, e aqueles que gostam realmente de Wrestling, e que também postam news e tal, e que sabem muito o perigo que é a luta livre, mas também sabem o geito certo de gostar do mesmo.</p>
<p>Então até a próxima pessoal do WI. abraços&#8230;</p>
<p><em>Francis Gabriel</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barriga é barriga]]></title>
<link>http://omelhorconteudo.wordpress.com/2009/11/30/barriga-e-barriga/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:27:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://omelhorconteudo.wordpress.com/2009/11/30/barriga-e-barriga/</guid>
<description><![CDATA[O texto abaixo é old mas é gold (rá!) ” Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais. Confesso que t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O texto abaixo é old mas é gold (rá!)</p>
<p>” Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais.<br />
Confesso que tive agradável surpresa ao ver Chico Anísio no programa do Jô, dizendo que o exercício físico é o primeiro passo para a morte. Depois de chamar a atenção para o fato de que raramente se conhece um atleta que tenha chegado aos 80 anos e citar personalidades longevas que nunca fizeram ginástica ou exercício – entre elas o jurista e jornalista Barbosa Lima Sobrinho – mas chegou à idade centenária, o humorista arrematou com um exemplo da fauna: A tartaruga com toda aquela lerdeza, vive 300 anos.<br />
Você conhece algum coelho que tenha vivido 15 anos?<br />
Gostaria de contribuir com outro exemplo, o de Dorival Caymmi. O letrista compositor e intérprete baiano era conhecido como pai da preguiça. Passava 4/5 do dia deitado numa rede,bebendo, fumando e mastigando. Autêntico marcha-lenta, levava 10 segundos para percorrer um espaço de três metros. Pois mesmo assim e sem jamais ter feito exercício físico viveu 90 anos.<br />
Conclusão: Esteira, caminhada, aeróbica, musculação, academia? Sai dessa enquanto você ainda tem saúde… E viva o sedentarismo ocioso!!! Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo. Você terá toda a eternidade para ser só osso!!!<br />
Então: NÃO FAÇA MAIS DIETA!! Afinal, a baleia bebe só água, só come peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDA!!!<br />
O elefante só come verduras e é GORDOOOOOO!!<br />
VIVA A BATATA FRITA E O CHOPP!!!<br />
Você, menina bonita, tem pneus? Lógico, todo avião tem!<br />
<strong>E nunca se esqueçam: ‘Se caminhar fosse saudável, o carteiro seria imortal’ </strong> ”</p>
<p>vi no:<a href="http://www.cortocabeloepinto.com/" target="_blank"> corto cabelo e pinto </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La revolución sí será televisada]]></title>
<link>http://francosproject.wordpress.com/2009/11/30/la-revolucion-si-sera-televisada/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:22:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Franco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Las revoluciones de armas rompen y desarman, las de la consciencia, educan y rearman. De la responsa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Las revoluciones de armas rompen y desarman, las de la consciencia, educan y rearman. De la responsa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Roda da Fortuna]]></title>
<link>http://nodivacomcarol.wordpress.com/2009/11/30/a-roda-da-fortuna/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:12:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carol</dc:creator>
<guid>http://nodivacomcarol.wordpress.com/2009/11/30/a-roda-da-fortuna/</guid>
<description><![CDATA[Uma das cartas mais intrigantes do baralho do tarô é a da Roda da Fortuna. Procuro, com muita humild]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nodivacomcarol.wordpress.com/files/2009/11/roda-da-fortuna-essa.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-150" title="roda da fortuna essa" src="http://nodivacomcarol.wordpress.com/files/2009/11/roda-da-fortuna-essa.jpg?w=193" alt="" width="193" height="300" /></a></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Uma das cartas mais intrigantes do baralho do tarô é a da Roda da Fortuna. Procuro, com muita humildade, reverenciar o poder daquela roda e seus aspectos positivos (o crescimento e o progresso) e negativos (a derrocada e a inversão).</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">A roda de madeira que gira, simboliza entre outras coisas o ciclo da vida em permanente movimento. Tudo o que está em cima desce e o que está embaixo, sobe. A sorte muda a cada volta e o processo, assim como o ciclo vida-morte-vida, é inevitável. Não podemos detê-lo e nem impedi-lo. Quando é nosso momento de descer, saibam todos, isso acontecerá mesmo sob nossos mais veementes protestos.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Para os que estão aqui para qualquer “viagem”, este processo cíclico não é novidade. O “viajante” já perdeu e já ganhou. Ele sabe de que forma esta experiência afeta o emocional. Sabe igualmente que é responsável pela sua própria realidade. Com o símbolo da Roda da Fortuna para lembrá-lo de que tudo muda, o “viajante” aprende que não deve ter expectativas em relação ao que virá, que deverá se manter emocionalmente desapegado, quer do êxito quer do fracasso, pois tudo é transitório. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Essa lição, do desapego, bate de frente com tudo o que prega a nossa cultura, na qual somos o que “temos” e não o que “somos”. É conflituoso viver em um mundo, no qual o potencial do ser humano e seu êxito é validado e reconhecido pela sua veloz ascensão financeira e, consequentemente, social, ao invés de seu crescimento e amadurecimento em busca da soberania, aqui na forma de fidelidade e lealdade ao si mesmo.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">A carta do tarô é ilustrada com uma roda composta por três círculos girando à volta de um eixo comum, representando os estados da consciência humana. O círculo exterior simboliza o mundo material das nossas sensações, o número quatro, o ponto da nossa consciência concentrado no mundo material. Este círculo fala-nos da passagem do tempo, do passado, presente e futuro. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">No círculo seguinte, o do meio, estão representados os pecados mortais e a consciência de que toda a ação tem uma conseqüência. É o círculo do céu e do inferno. Neste ponto é iniciada a compreensão do equilíbrio cósmico, do número seis, no qual os dois triângulos, pai e mãe universais, causa e efeito, força e forma, giram juntos em perfeito convívio. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">O círculo mais perto do centro está dividido em oito raios, significando o rensacimento da personalidade, através da renovação do espírito. A imagem do Sol, criada pelos oito raios simboliza as maravilhas do mundo sensual assim como a Luz Eterna. Atingi-la significa aprender o desapego. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">O centro da Roda simboliza a eternidade. Foi atingido o domínio do tempo e do destino. O centro é a união da consciência superior (luz) com o subconsciente (escuridão). É entendida a divina totalidade que envolve a compreensão das partes, todos os arquétipos do tarô. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">O “viajante” entende que o percurso da vida é uma experiência de crescimento. Que todas os percalços, quer se mostrem positivos ou negativos, o enriquecem. Sabe que o grande desafio é buscar o equilíbrio, a mediação. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Nesta carta, o “viajante” observa o ciclo da vida em permanente mutação. O movimento é inevitável. Nada permanece, tudo muda, gira e se agita. Perante este fluxo e refluxo, resta ao “viajante” manter a serenidade, observando as tendências para que estas sejam seguidas e não haja excesso de sofrimento. Tudo tem um movimento próprio. Qualquer ação que é desencadeada segue o seu rumo inevitável e os resultados, conseqüências de uma intenção interior, terão que ser observados e vividos com sabedoria. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">Tudo se manterá calmo se o fluxo for respeitado. Aceitação, não o fatalismo. Aceitar as conseqüências de um ato é ser consciente e observar o que fazer para que novas seqüências, mais positivas, sejam criadas. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;">A Roda da Fortuna ensina a manter o equilíbrio durante o fluxo e refluxo de tudo o que nasce e morre, cumprindo um ciclo de vida inerente à materialização. Isto significa ser feliz, independentemente do exterior. O homem maduro é a roda que gira em torno do seu próprio centro.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carta da Terra]]></title>
<link>http://pertodanatureza.wordpress.com/2009/11/30/carta-da-terra/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:28:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>pertodanatureza</dc:creator>
<guid>http://pertodanatureza.wordpress.com/2009/11/30/carta-da-terra/</guid>
<description><![CDATA[A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://pertodanatureza.wordpress.com/files/2009/11/planeta_terra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-141" title="planeta_terra" src="http://pertodanatureza.wordpress.com/files/2009/11/planeta_terra.jpg" alt="" width="330" height="330" /></a></p>
<p>A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica.  Seu objetivo é inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações.</p>
<p>A Carta é resultado de uma década de diálogo intercultural, em torno de objetivos comuns e valores compartilhados. O projeto da Carta da Terra começou como uma iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos povos.</p>
<p>A redação da Carta da Terra envolveu o mais inclusivo e participativo processo associado à criação de uma declaração internacional.  Esse processo é a fonte básica de sua legitimidade como um marco de guia ético. A legitimidade do documento foi fortalecida pela adesão de mais de 4.500 organizações, incluindo vários organismos governamentais e organizações internacionais.  </p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>O TEXTO DA CARTA DA TERRA</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>PREÂMBULO</strong></p>
<p>Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro reserva, ao mesmo tempo, grande perigo e grande esperança. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos nos juntar para gerar uma sociedade sustentável global fundada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade de vida e com as futuras gerações.</p>
<p><strong>TERRA, NOSSO LAR</strong></p>
<p>A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. A Terra, nosso lar, é viva como uma comunidade de vida incomparável. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da comunidade de vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todos os povos. A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado.</p>
<p><strong>A SITUAÇÃO GLOBAL</strong></p>
<p>Os padrões dominantes de produção e consumo estão causando devastação ambiental, esgotamento dos recursos e uma massiva extinção de espécies. Comunidades estão sendo arruinadas. Os benefícios do desenvolvimento não estão sendo divididos eqüitativamente e a diferença entre ricos e pobres está aumentando. A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violentos têm aumentado e são causas de grande sofrimento. O crescimento sem precedentes da população humana tem sobrecarregado os sistemas ecológico e social. As bases da segurança global estão ameaçadas. Essas tendências são perigosas, mas não inevitáveis.</p>
<p><strong>DESAFIOS FUTUROS</strong></p>
<p>A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida. São necessárias mudanças fundamentais em nossos valores, instituições e modos de vida. Devemos entender que, quando as necessidades básicas forem supridas, o desenvolvimento humano será primariamente voltado a ser mais e não a ter mais. Temos o conhecimento e a tecnologia necessários para abastecer a todos e reduzir nossos impactos no meio ambiente. O surgimento de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano. Nossos desafios ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais estão interligados e juntos podemos forjar soluções inclusivas.</p>
<p><strong>RESPONSABILIDADE UNIVERSAL</strong></p>
<p>Para realizar estas aspirações, devemos decidir viver com um sentido de responsabilidade universal, identificando-nos com a comunidade terrestre como um todo, bem como com nossas comunidades locais. Somos, ao mesmo tempo, cidadãos de nações diferentes e de um mundo no qual as dimensões local e global estão ligadas. Cada um compartilha responsabilidade pelo presente e pelo futuro bem-estar da família humana e de todo o mundo dos seres vivos. O espírito de solidariedade humana e de parentesco com toda a vida é fortalecido quando vivemos com reverência o mistério da existência, com gratidão pelo dom da vida e com humildade em relação ao lugar que o ser humano ocupa na natureza.</p>
<p>Necessitamos com urgência de uma visão compartilhada de valores básicos para proporcionar um fundamento ético à comunidade mundial emergente. Portanto, juntos na esperança, afirmamos os seguintes princípios, interdependentes, visando a um modo de vida sustentável como padrão comum, através dos quais a conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas, governos e instituições transnacionais será dirigida e avaliada.</p>
<p><strong>PRINCÍPIOS</strong></p>
<p><strong>I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DE VIDA</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade.</strong></p>
<p>a. Reconhecer que todos os seres são interdependentes e cada forma de vida tem valor, independentemente de sua utilidade para os seres humanos.</p>
<p>b. Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade.</p>
<p><strong>2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.</strong></p>
<p>a. Aceitar que, com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais, vem o dever de prevenir os danos ao meio ambiente e de proteger os direitos das pessoas.</p>
<p>b. Assumir que, com o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder, vem a<br />
maior responsabilidade de promover o bem comum.</p>
<p><strong>3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.</strong></p>
<p>a. Assegurar que as comunidades em todos os níveis garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais e proporcionem a cada pessoa a oportunidade de realizar seu pleno potencial.</p>
<p>b. Promover a justiça econômica e social, propiciando a todos a obtenção de uma condição de vida significativa e segura, que seja ecologicamente responsável.</p>
<p><strong>4. Assegurar a generosidade e a beleza da Terra para as atuais e às futuras gerações.</strong></p>
<p>a. Reconhecer que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras.</p>
<p>b. Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apóiem a prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra a longo prazo.</p>
<p><strong>II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA</strong></p>
<p><strong>5. Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial atenção à diversidade biológica e aos processos naturais que sustentam a vida.</strong></p>
<p>a. Adotar, em todos os níveis, planos e regulamentações de desenvolvimento sustentável que façam com que a conservação e a reabilitação ambiental sejam parte integral de todas as iniciativas de desenvolvimento.</p>
<p>b. stabelecer e proteger reservas naturais e da biosfera viáveis, incluindo terras selvagens e áreas marinhas, para proteger os sistemas de sustento à vida da Terra, manter a biodiversidade e preservar nossa herança natural.</p>
<p>c. Promover a recuperação de espécies e ecossistemas ameaçados.</p>
<p>d. Controlar e erradicar organismos não-nativos ou modificados geneticamente que<br />
causem dano às espécies nativas e ao meio ambiente e impedir a introdução desses<br />
organismos prejudiciais.</p>
<p>e. Administrar o uso de recursos renováveis como água, solo, produtos florestais e vida marinha de forma que não excedam às taxas de regeneração e que protejam a saúde dos ecossistemas.</p>
<p>f.  Administrar a extração e o uso de recursos não-renováveis, como minerais e combustíveis fósseis de forma que minimizem o esgotamento e não causem dano ambiental grave.</p>
<p><strong>6. Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental e, quando o conhecimento for limitado, assumir uma postura de precaução.</strong></p>
<p>a. Agir para evitar a possibilidade de danos ambientais sérios ou irreversíveis, mesmo quando o conhecimento científico for incompleto ou não-conclusivo.</p>
<p>b. Impor o ônus da prova naqueles que afirmarem que a atividade proposta não causará dano significativo e fazer com que as partes interessadas sejam responsabilizadas pelo dano ambiental.</p>
<p>c. Assegurar que as tomadas de decisão considerem as conseqüências cumulativas, a longo prazo, indiretas, de longo alcance e globais das atividades humanas.</p>
<p>d. Impedir a poluição de qualquer parte do meio ambiente e não permitir o aumento de substâncias radioativas, tóxicas ou outras substâncias perigosas.</p>
<p>e. Evitar atividades militares que causem dano ao meio ambiente.</p>
<p><strong>7. Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.</strong></p>
<p>a. Reduzir, reutilizar e reciclar materiais usados nos sistemas de produção e consumo e garantir que os resíduos possam ser assimilados pelos sistemas ecológicos.</p>
<p>b. Atuar com moderação e eficiência no uso de energia e contar cada vez mais com fontes energéticas renováveis, como a energia solar e do vento.</p>
<p>c. Promover o desenvolvimento, a adoção e a transferência eqüitativa de tecnologias<br />
ambientais seguras.</p>
<p>d. Incluir totalmente os custos ambientais e sociais de bens e serviços no preço de venda e habilitar os consumidores a identificar produtos que satisfaçam às mais altas normas sociais e ambientais.</p>
<p>e. Garantir acesso universal à assistência de saúde que fomente a saúde reprodutiva e a reprodução responsável.</p>
<p>f.  Adotar estilos de vida que acentuem a qualidade de vida e subsistência material num mundo finito.</p>
<p><strong>8. Avançar o estudo da sustentabilidade ecológica e promover o intercâmbio aberto e aplicação ampla do conhecimento adquirido.</strong></p>
<p>a. Apoiar a cooperação científica e técnica internacional relacionada à sustentabilidade, com especial atenção às necessidades das nações em desenvolvimento.</p>
<p>b. Reconhecer e preservar os conhecimentos tradicionais e a sabedoria espiritual em todas as culturas que contribuem para a proteção ambiental e o bem-estar humano.</p>
<p>c. Garantir que informações de vital importância para a saúde humana e para a proteção ambiental, incluindo informação genética, permaneçam disponíveis ao domínio público.</p>
<p><strong>III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA</strong></p>
<p><strong>9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.</strong></p>
<p>a. Garantir o direito à água potável, ao ar puro, à segurança alimentar, aos solos não contaminados, ao abrigo e saneamento seguro, alocando os recursos nacionais e internacionais demandados.</p>
<p>b. Prover cada ser humano de educação e recursos para assegurar uma condição de vida sustentável e proporcionar seguro social e segurança coletiva aos que não são capazes de se manter por conta própria.</p>
<p>c. Reconhecer os ignorados, proteger os vulneráveis, servir àqueles que sofrem e habilitá-los a desenvolverem suas capacidades e alcançarem suas aspirações.</p>
<p><strong>10. Garantir que as atividades e instituições econômicas em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma eqüitativa e sustentável.</strong></p>
<p>a. Promover a distribuição eqüitativa da riqueza dentro das e entre as nações.</p>
<p>b. Incrementar os recursos intelectuais, financeiros, técnicos e sociais das nações em desenvolvimento e liberá-las de dívidas internacionais onerosas.</p>
<p>c. Assegurar que todas as transações comerciais apóiem o uso de recursos sustentáveis, a proteção ambiental e normas trabalhistas progressistas.</p>
<p>d. Exigir que corporações multinacionais e organizações financeiras internacionais<br />
atuem com transparência em benefício do bem comum e responsabilizá-las pelas<br />
conseqüências de suas atividades.</p>
<p><strong>11. Afirmar a igualdade e a eqüidade dos gêneros como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, assistência de saúde e às oportunidades econômicas.</strong></p>
<p>a. Assegurar os direitos humanos das mulheres e das meninas e acabar com toda violência contra elas.</p>
<p>b. Promover a participação ativa das mulheres em todos os aspectos da vida econômica, política, civil, social e cultural como parceiras plenas e paritárias, tomadoras de decisão, líderes e beneficiárias.</p>
<p>c. Fortalecer as famílias e garantir a segurança e o carinho de todos os membros da<br />
família.</p>
<p><strong>12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar espiritual, com especial atenção aos direitos dos povos indígenas e minorias.</strong></p>
<p>a. Eliminar a discriminação em todas as suas formas, como as baseadas em raça, cor, gênero, orientação sexual, religião, idioma e origem nacional, étnica ou social.</p>
<p>b. Afirmar o direito dos povos indígenas à sua espiritualidade, conhecimentos, terras e recursos, assim como às suas práticas relacionadas com condições de vida sustentáveis.</p>
<p>c. Honrar e apoiar os jovens das nossas comunidades, habilitando-os a cumprir seu<br />
papel essencial na criação de sociedades sustentáveis.</p>
<p>d. Proteger e restaurar lugares notáveis pelo significado cultural e espiritual.</p>
<p><strong>IV. DEMOCRACIA, NÃO-VIOLÊNCIA E PAZ</strong></p>
<p><strong>13. Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e prover transparência e responsabilização no exercício do governo, participação inclusiva na tomada de decisões e acesso à justiça.</strong></p>
<p>a. Defender o direito de todas as pessoas receberem informação clara e oportuna sobre assuntos ambientais e todos os planos de desenvolvimento e atividades que possam afetá-las ou nos quais tenham interesse.</p>
<p>b. Apoiar sociedades civis locais, regionais e globais e promover a participação significativa de todos os indivíduos e organizações interessados na tomada de decisões.</p>
<p>c. Proteger os direitos à liberdade de opinião, de expressão, de reunião pacífica, de associação e de oposição.</p>
<p>d. Instituir o acesso efetivo e eficiente a procedimentos judiciais administrativos e independentes, incluindo retificação e compensação por danos ambientais e pela ameaça de tais danos.</p>
<p>e. Eliminar a corrupção em todas as instituições públicas e privadas.</p>
<p>f.  Fortalecer as comunidades locais, habilitando-as a cuidar dos seus próprios ambientes, e atribuir responsabilidades ambientais aos níveis governamentais onde possam ser cumpridas mais efetivamente.</p>
<p><strong>14. Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável.</strong></p>
<p>a. Prover a todos, especialmente a crianças e jovens, oportunidades educativas que lhes permitam contribuir ativamente para o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>b. Promover a contribuição das artes e humanidades, assim como das ciências, na educação para sustentabilidade.</p>
<p>c. Intensificar o papel dos meios de comunicação de massa no aumento da conscientização sobre os desafios ecológicos e sociais.</p>
<p>d. Reconhecer a importância da educação moral e espiritual para uma condição de vida sustentável.</p>
<p><strong>15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração.</strong></p>
<p>a. Impedir crueldades aos animais mantidos em sociedades humanas e protegê-los de sofrimento.</p>
<p>b. Proteger animais selvagens de métodos de caça, armadilhas e pesca que causem sofrimento extremo, prolongado ou evitável.</p>
<p>c. Evitar ou eliminar ao máximo possível a captura ou destruição de espécies não visadas.</p>
<p><strong>16. Promover uma cultura de tolerância, não-violência e paz.</strong></p>
<p>a. Estimular e apoiar o entendimento mútuo, a solidariedade e a cooperação entre todas as pessoas, dentro das e entre as nações.</p>
<p>b. Implementar estratégias amplas para prevenir conflitos violentos e usar a colaboração na resolução de problemas para administrar e resolver conflitos ambientais e outras disputas.</p>
<p>c. Desmilitarizar os sistemas de segurança nacional até o nível de uma postura defensiva não-provocativa e converter os recursos militares para propósitos pacíficos, incluindo restauração ecológica.</p>
<p>d. Eliminar armas nucleares, biológicas e tóxicas e outras armas de destruição em<br />
massa.</p>
<p>e. Assegurar que o uso do espaço orbital e cósmico ajude a proteção ambiental e a paz.</p>
<p>f.  Reconhecer que a paz é a plenitude criada por relações corretas consigo mesmo, com outras pessoas, outras culturas, outras vidas, com a Terra e com a totalidade maior da qual somos parte.</p>
<p><strong>O CAMINHO ADIANTE </strong></p>
<p>Como nunca antes na História, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Tal renovação é a promessa destes princípios da Carta da Terra. Para cumprir esta promessa, temos que nos comprometer a adotar e promover os valores e objetivos da Carta.</p>
<p>Isto requer uma mudança na mente e no coração. Requer um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável nos níveis local, nacional, regional e global. Nossa diversidade cultural é uma herança preciosa e diferentes culturas encontrarão suas próprias e distintas formas de realizar esta visão. Devemos aprofundar e expandir o diálogo global que gerou a Carta da Terra, porque temos muito que aprender a partir da busca conjunta em andamento por verdade e sabedoria.</p>
<p>A vida muitas vezes envolve tensões entre valores importantes. Isto pode significar escolhas difíceis. Entretanto, necessitamos encontrar caminhos para harmonizar a diversidade com a unidade, o exercício da liberdade com o bem comum, objetivos de curto prazo com metas de longo prazo. Todo indivíduo, família, organização e comunidade tem um papel vital a desempenhar. As artes, as ciências, as religiões, as instituições educativas, os meios de comunicação, as empresas, as organizações não-governamentais e os governos são todos chamados a oferecer uma liderança criativa. A parceria entre governo, sociedade civil e empresas é essencial para uma governabilidade efetiva.</p>
<p>Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem renovar seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com suas obrigações respeitando os acordos internacionais existentes e apoiar a implementação dos princípios da Carta da Terra com um instrumento internacionalmente legalizado e contratual sobre o ambiente e o desenvolvimento.</p>
<p>Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação dos esforços pela justiça e pela paz e a alegre celebração da vida.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Entenda mais sobre a iniciativa em: <a href="http://www.cartadaterrabrasil.org/prt/index.html">http://www.cartadaterrabrasil.org/prt/index.html</a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Assista ao vídeo da Carta da Terra no Brasil:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/CLJoEZ-5Ni4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/CLJoEZ-5Ni4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Top 10 de listas]]></title>
<link>http://omelhorconteudo.wordpress.com/2009/11/30/top-10-de-listas/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:56:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://omelhorconteudo.wordpress.com/2009/11/30/top-10-de-listas/</guid>
<description><![CDATA[1º. 10 mistérios sobre a evolução humana 2º. 10 Crueldades típicas das mulheres com os homens 3º. 10]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lista10.org/"><img title="banner-lista-listas" src="http://lista10.org/wp-content/uploads/2009/04/banner-lista-listas.jpg" alt="banner-lista-listas" width="500" height="92" /></a></p>
<p><strong>1º.</strong> <a href="http://hypescience.com/24220-10-misterios-sobre-a-evolucao-humana/" target="_blank">10 mistérios sobre a evolução humana</a><br />
<strong>2º.</strong> <a href="http://www.sexxxethera.com.br/comportamento/10-crueldades-tipicas-das-mulheres-com-os-homens/" target="_blank">10 Crueldades típicas das mulheres com os homens</a><br />
<strong>3º. </strong><a href="http://culturainutil.com.br/?p=50" target="_blank">10 Curiosos  nomes de filmes pornôs</a><br />
<strong>4º. </strong><a href="http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/interna/0,,OI4101350-EI14051,00-Os+monumentos+mais+estranhos+do+mundo.html" target="_blank">Os 10 monumentos mais estranhos do mundo</a><br />
<strong>5º. </strong><a href="http://www.descealenha.com/index.php/os-8-lugares-impenetraveis-do-mundo/" target="_blank">Os 8 lugares impenetráveis do mundo</a><br />
<strong>6º. </strong><a href="http://olivreiro.com.br/blog/2009-11-15-muito-alem-de-fernanda-young" target="_blank">5 escritoras gostosas que já posaram nuas</a><br />
<strong>7º.</strong> <a href="http://www.naosalvo.com.br/vc/11-caras-que-voce-nao-deve-namorar-so-pela-aparencia/" target="_blank">11 tipos de caras que você não deve namorar só pela aparência</a><br />
<strong>8º. </strong><a href="http://colunistas.ig.com.br/obutecodanet/2009/11/23/as-origens-de-11-supersticoes-muito-conhecidas/" target="_blank">As origens de 11 superstições muito conhecidas</a><br />
<strong>9º.</strong> <a href="http://copicola.com/2009/11/10-dicas-para-falar-em-publico/" target="_blank">10 Dicas para falar em público</a><br />
<strong>10º. </strong><a href="http://www.abril.com.br/mulher/fotos/retrospectiva-moda-bem-vestidas-nacional-512367.shtml" target="_blank">Top 10 nacional: as mais bem vestidas de 2009 </a></p>
<div id="TixyyLink">
Leia mais:  <a href="http://lista10.org/" target="_blank">http://lista10.org/</a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vampiro às Avessas]]></title>
<link>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2009/11/30/vampiro-as-avessas/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:26:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasdoagreste</dc:creator>
<guid>http://aartedaprolixidade.wordpress.com/2009/11/30/vampiro-as-avessas/</guid>
<description><![CDATA[Estavam todos ali. Sequer perceberam a ausência de Ariosvaldo. Nem mesmo um comentário distraído (in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_4-XAYtbgTEo/RqeWS9OykfI/AAAAAAAAAEM/zl8WbmWHupI/s320/espelho.jpg" alt="" width="320" height="221" /></p>
<p>Estavam todos ali. Sequer perceberam a ausência de Ariosvaldo. Nem mesmo um comentário distraído (indevido) a respeito do único filho dos donos da casa. Curiosamente, os donos da casa, excelentes anfitriões, não se preocuparam em explicar (lamentar) o paradeiro do adolescente.</p>
<p>E Ariosvaldo, em seu desespero, tentando, a qualquer custo, revelar-se. Gritava. Esperneava. Agredia o vidro, já sujo do sangue das mãos e dos pés e da cabeça. Em vão. O som não era capaz de fatigar o vácuo que havia entre ele e o mundo. E as manchas e as cicatrizes deixadas no espelho não eram visíveis do lado de lá.</p>
<p>Ariosvaldo não era mais gente. Ariosvaldo era reflexo. Da mesma forma que não enxergava o reflexo daquela gente, aquela gente já não o enxergava enquanto gente. E não sendo gente, não lhe restara sequer a possibilidade de refletir. O improvável reflexo do reflexo.</p>
<p>Se os sentidos não estivessem tão apurados. Se não fosse capaz de absorver cada detalhe do jantar. Se o aniversário de casamento dos pais não surgisse enquanto lembrança familiar demais. Se. Se. Se. Seria mais fácil sujeitar-se à condição maravilhosa e absurda que o sujeitava e oprimia.</p>
<p>Subitamente. Explosão. Estilhaços. Apenas fragmentos do caríssimo ornamento de vidro que ocupava uma parede inteira da sala. Perplexos, os convidados abandonaram a casa. Sentadinhos, os pais de Ariosvaldo. Contemplando a efemeridade das coisas que amamos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uno pelea solo. Siempre]]></title>
<link>http://bidimensional.wordpress.com/2009/11/30/uno-pelea-solo-siempre/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:31:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>bidimensional</dc:creator>
<guid>http://bidimensional.wordpress.com/2009/11/30/uno-pelea-solo-siempre/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Veo a los niños. Los niños boxeadores. Han vuelto. No los recuerdo, los veo. La memoria es un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" title="http://cdn.buzznet.com/assets/users10/koolzazpi/default/uno-pelea-solosiempre--large-msg-114138416889-2.jpg" src="http://cdn.buzznet.com/assets/users10/koolzazpi/default/uno-pelea-solosiempre--large-msg-114138416889-2.jpg" alt="" width="500" height="256" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>Veo a los niños. Los niños boxeadores. Han vuelto. No los recuerdo, los veo. La memoria es un músico que toca de oídas. No me gusta escuchar las canciones de la memoria. Engañan, esconden, no dicen nada, se lo han dejado todo por el camino. A los niños boxeadores no los recuerdo, los veo. Como a los otros niños, los que juegan al fútbol en la playa. A lo mejor son los mismos niños, no lo sé. A lo mejor algunos niños son boxeadores y futbolistas, todos desde luego no. Los cuerpos de los niños boxeadores son delgados y fuertes y negros, con el abdomen negro muy marcado y muy brillante. Desde donde estamos sentados se ve el ring y también, por el hueco de la escalera, el sótano, donde hacen sombra y calientan los músculos antes de salir a pelear. Están todos ahí, cada uno a lo suyo, no hablan, no se dicen nada entre ellos. No se odian. No se miran. Saben que en realidad no hay enemigo. Que uno pelea solo. Siempre.</p>
<p>Ray Loriga-<em>La muerte del hermano<br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mirror of mine...]]></title>
<link>http://rodrigodisse.wordpress.com/2009/11/30/mirror-of-mine/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:31:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodrigocpereira</dc:creator>
<guid>http://rodrigodisse.wordpress.com/2009/11/30/mirror-of-mine/</guid>
<description><![CDATA[Quanto vale um sorriso? Recebi esta imagem, e fui forçado a postar. Uma imagem vale mais do que um z]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>Quanto vale um sorriso?</h3>
<p><a href="http://rodrigodisse.wordpress.com/files/2009/11/retrato_div.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-197" title="Retrato" src="http://rodrigodisse.wordpress.com/files/2009/11/retrato_div.jpg" alt="" width="490" height="407" /></a></p>
<p>Recebi esta imagem, e fui forçado a postar.<br />
Uma imagem vale mais do que um zilhão de palavras!<br />
Aposto que quando viu o retrato, a modelo deu um sorriso! Eu morri de rir!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[pra preencher espaços vazios]]></title>
<link>http://analargada.wordpress.com/2009/11/30/pra-preencher-espacos-vazios/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:26:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>analargada</dc:creator>
<guid>http://analargada.wordpress.com/2009/11/30/pra-preencher-espacos-vazios/</guid>
<description><![CDATA[Não sei se é Ana clara, ana carolina ou apenas ana. Dedico essa criação a Ana. Quando não conhecemos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Não sei se é Ana clara, ana carolina ou apenas ana. </span></h3>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Dedico essa criação a Ana. Quando não conhecemos o nosso novo amigo, não sabemos ao certo o que ele gosta ou se vai gostar. (complexo)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Então um dia eu disse que desejo aos novos amigos o que é bom e o que pode engrandecer&#8230; por este motivo o presente da minha amiga oculta é um blog. Simples e com coisas que ela gosta ( espero estar certa) </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">eu criei&#8230;<br />
E ta aqui&#8230; O meu presente pra ela&#8230;<br />
Um espaço onde ela vai execer sua capacidade de criar um mundo novo, de sonhos. historias. dedicátorias. ou apenas preencher lacunas vazias&#8230; Escrever as bobagens dela como ela quiser.<br />
Ana é uma menina cheia de graça, assim como a Ana que aqui escreve, e que aqui ira visitar. Espero que goste.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Abraços da Ana Sandim</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BELLE &amp; SEBASTIAN. Una historia de rock moderna.]]></title>
<link>http://jardinpolar.wordpress.com/2009/11/30/belle-sebastian-una-historia-de-rock-moderna/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:14:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>batahola74</dc:creator>
<guid>http://jardinpolar.wordpress.com/2009/11/30/belle-sebastian-una-historia-de-rock-moderna/</guid>
<description><![CDATA[TEXTO: J. Batahola para Mondosonoro. La insaciable prensa británica necesitaba un relevo a The Smith]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jardinpolar.wordpress.com/files/2009/11/belleandsebastian.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-40" title="belleandsebastian" src="http://jardinpolar.wordpress.com/files/2009/11/belleandsebastian.jpg" alt="belleandsebastian" width="113" height="171" /></a></p>
<p>TEXTO: J. Batahola para <a href="www.mondosonoro.com" target="_self">Mondosonoro</a>.</p>
<p>La insaciable prensa británica necesitaba un relevo a The Smiths y lo encontró en cinco jóvenes de Glasgow (Escocia) que no destacaban precisamente por su carisma. El talento de Stuart Murdoch para componer delicadas, reflexivas, irónicas y casi pastorales piezas de pop de cámara no era en principio demasiado compatible con alardear de ello en los medios, creando un vacío sobre los primeros años del grupo que Paul Whitelaw llenó en 2005 con “Belle and Sebastián: Una historia de rock moderna” que ahora se edita en nuestro país de la mano de <a href="http://www.metropolitanediciones.com/">Metropolitan Ediciones</a>. Periodista antes que escritor, se lanzó a una aventura que le era desconocida. <strong>“Fue mi primer libro, aunque he escrito dos más después. Es muy diferente a escribir artículos y disfruté, aunque hubo momentos en los que no. Especialmente cuando se acercaba la fecha de imprenta y me encontraba rodeado de notas en mitad de la noche en una habitación poco iluminada, sin poder pensar en otra cosa que no fueran Belle and Sebastian. En 2004 la editorial <a href="http://us.macmillan.com/SMP.aspx" target="_blank">St. Martin´s Press</a> de Nueva York me encargó el libro, porque confiaron en mi trabajo como responsable de música en el diario Metro de Glasgow, y en que les había entrevistado varias veces”. </strong>Un trabajo sobre el que había tan poca información (hasta su sexto disco no hicieron una campaña de prensa “real”), no hubiera sido posible sin la colaboración del grupo. <strong>“Todos los músicos que han pasado por el grupo estuvieron de acuerdo en que les entrevistara, excepto el batería, Richard Colburn. Hablé con Stuart Murdoch en cuatro ocasiones e incluso me dio los nombres de las canciones que había escrito antes de formar el grupo, fotografías inéditas y una carta que escribió a Morrissey. Diseñó la portada del libro y habló de cosas tan personales como su relación con Isobel Campbell”.</strong> Amigo además de biógrafo, a veces peca de una justificada amabilidad hacia la banda, pero tampoco hay historias escabrosas que sacar a la luz. <strong>“Espero haber roto el mito, en realidad no son una panda de duendes, sino gente poco pretenciosa y con mucho sentido del humor. Puede aprenderse mucho leyendo el libro sobre lo difícil que estar en una banda con tantas personalidades con talento. A veces la realidad es más aburrida que las leyendas”</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[a regularidade na irregularidade]]></title>
<link>http://projetodr.wordpress.com/2009/11/30/a-regularidade-na-irregularidade/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 12:59:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>maraguerrero</dc:creator>
<guid>http://projetodr.wordpress.com/2009/11/30/a-regularidade-na-irregularidade/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Perguntaria àqueles que, submissos aos hábitos e cheios de preconceitos, se encontram simetri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Perguntaria àqueles que, submissos aos hábitos e cheios de preconceitos, se encontram simetria em um rebanho de ovelhas que procura escapar dos dentes mortíferos dos lobos, ou camponeses que abandonam os campos e a aldeia fugindo do furor de um inimigo que os persegue? Sem dúvida, não! A arte consiste em disfarçar a arte. Não prego a desordem e a confusão; quero, ao contrário, encontrar regularidade em meio a própria irregularidade. Procuro grupos engenhosos, situações fortes, mas sempre naturais, uma maneira de compor que esconda dos olhos todo o esforço do compositor&#8230;&#8221; (NOVERRE, Jean-Georges, Carta 1, apud MONTEIRO, Marianna, 2006, p.189.)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La OTAN, de Kosovo a Afganistán: guerras sin fronteras]]></title>
<link>http://lahistoriadeldia.wordpress.com/2009/11/30/la-otan-de-kosovo-a-afganistan-guerras-sin-fronteras/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:16:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>La historia del dia</dc:creator>
<guid>http://lahistoriadeldia.wordpress.com/2009/11/30/la-otan-de-kosovo-a-afganistan-guerras-sin-fronteras/</guid>
<description><![CDATA[Europa es una &#8220;caja de herramientas&#8221; a la que EE.UU. puede recurrir para proseguir la co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Europa es una &#8220;caja de herramientas&#8221; a la que EE.UU. puede recurrir para proseguir la co]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los gatos]]></title>
<link>http://joserincon.wordpress.com/2009/11/30/los-gatos/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 07:58:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sánchez Rincón</dc:creator>
<guid>http://joserincon.wordpress.com/2009/11/30/los-gatos/</guid>
<description><![CDATA[Los gatos miran con los mismos ojos que un delator. Concentran la existencia de los otros en sus pup]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Los gatos miran con los mismos ojos que un delator. Concentran la existencia de los otros en sus pupilas como si les fuese en ello la propia vida, y no pierden detalle, ni dejan que los nervios perturben la atención. Saben lo que va  a ocurrir un segundo antes de que se abra la puerta o se encienda la luz. Escuchan los pasos o los ruidos que no llegan a cruzar por el pasillo de la casa. Observan, intuyen, vigilan. Todos los rincones, la altura del armario, la almohada de la cama, el alféizar de la ventana, el bajo de los muebles, los recodos de las estanterías, se convierten en una posición estratégica desde la que asistir al curso de los acontecimientos. Pero, después, los gatos saben guardar silencio con una lealtad cuidadosa. No miran para ladrar, para contar lo que pasó, para dar detalles del olor o la ropa de los culpables. Caminan por la realidad como por encima de los muebles, sin tirar nada, con una sabiduría sigilosa del movimiento y del espacio, en busca de los huecos que dejan los ceniceros, las copas, los jarrones, los portarretratos, para que sus cuerpos pasen igual que una sombra con piel. Se paran, vuelven la cabeza, abren y paralizan la mirada, estudian la habitación y luego siguen caminando hacia sus asuntos, sin romper un vaso, un nombre o un destino ajeno.</p>
<p>Luis García Montero</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Respeitável público!]]></title>
<link>http://onuminoso.wordpress.com/2009/11/30/respeitavel-publico/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 02:18:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcoscelso</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olha e vê &#8230; o espetáculo da mediocridade. Esse é o enredo que encenam cotidianamente os seres ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olha e vê &#8230; o espetáculo da mediocridade. Esse é o enredo que encenam cotidianamente os seres humanos em suas débeis tentativas de procurar a felicidade. Felicidade nunca alcançada porque inatingível, e inatingível porque inexistente. Como alcançar algo que não existe? Crescemos ouvindo histórias infantis em cujo final está sempre presente a sentença “e viveram felizes para sempre”. O que isso quer dizer? Que morreram e alcançaram o paraíso? Só assim &#8230; pois nesta existência só o que cabe a humanidade é a dor, sendo a felicidade apenas raros momentos de <em>intermezzo</em>, intervalos da ópera fria e cruel onde cada um  de nós atua, drama pungente, carregado de choro e lágrimas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como fazer uma luta memorável de animê.]]></title>
<link>http://defenestradordeornitorrincos.wordpress.com/2009/11/29/como-fazer-uma-luta-memoravel-de-anime/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:00:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>defenestradormaster</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ingredientes: - Personagem principal - Inimigo amedrontador Modo de preparo 1. Faça o inimigo parece]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ingredientes:<br />
- Personagem principal<br />
- Inimigo amedrontador</p>
<p>Modo de preparo<br />
1. Faça o inimigo parecer invencível antes que a luta comece.</p>
<p>2. Bote ambos em algum local próprio para luta.</p>
<p>3. No começo, a luta deve parecer nivelada, o Inimigo amedrontador ainda não está usando poder total.</p>
<p>4. Faça o Inimigo amedrontador usar o poder total, dando assim uma surra que quase tira a vida do personagem principal.<br />
5. Nesse momento, o personagem principal deve ter um ataque emotivo (Lembrar que o inimigo matou um amigo dele, lembrar que ele tem que proteger o mundo, lembrar de alguma bronca que um treinador/amigo deu nele, pensar em sua infância triste, etc.)</p>
<p>6. Depois desse momento, o personagem principal recupera todas as forças, como se não tivesse quase morrido antes.</p>
<p>7. Dê uma rápida surra e o golpe final no inimigo.</p>
<p>8. Pronto, você fez sua própria luta memorável de anime.</p>
<p>Exemplo da receita:Goku x Frieza</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NÃO ESTÁS DEPRIMIDO, ESTÁS DISTRAIDO]]></title>
<link>http://investindo.wordpress.com/2009/11/29/nao-estas-deprimido-estas-distraido/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:58:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
<guid>http://investindo.wordpress.com/2009/11/29/nao-estas-deprimido-estas-distraido/</guid>
<description><![CDATA[Não estás deprimido, estás distraído. Distraído em relação à vida que te preenche, distraído em rela]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não estás deprimido, estás distraído.<br />
Distraído em relação à vida que te preenche, distraído em relação à vida que te rodeia, golfinhos, bosques, mares, montanhas, rios.<br />
Não caias como caiu teu irmão que sofre por um único ser humano, quando existem cinco mil e seiscentos milhões no mundo. Além de tudo, não é assim tão ruim viver só. Eu fico bem, decidindo a cada instante o que desejo fazer, e graças à solidão conheço-me. O que é fundamental para viver.<br />
Não faças o que fez teu pai, que se sente velho porque tem setenta anos, e esquece que Moisés comandou o Êxodo aos oitenta e Rubinstein interpretava Chopin com uma maestria sem igual aos noventa, para citar apenas dois casos conhecidos.</p>
<p>Não estás deprimido, estás distraído.<br />
Por isso acreditas que perdeste algo, o que é impossível, porque tudo te foi dado. Não fizeste um só cabelo de tua cabeça, portanto não és dono de coisa alguma. Além disso, a vida não te tira coisas: te liberta de coisas, alivia-te para que possas voar mais alto, para que alcances a plenitude.<br />
Do útero ao túmulo, vivemos numa escola; por isso, o que chamas de problemas são apenas lições. Não perdeste coisa alguma: aquele que morre apenas está adiantado em relação a nós, porque todos vamos na mesma direção.<br />
E não esqueças, que o melhor dele, o amor, continua vivo em teu coração.<br />
Não existe a morte, apenas a mudança.<br />
E do outro lado te esperam pessoas maravilhosas: Gandhi, o Arcanjo Miguel, Whitman, São Agostinho, Madre Teresa, teu avô e minha mãe, que acreditava que a pobreza está mais próxima do amor, porque o dinheiro nos distrai com coisas demais, e nos machuca, porque nos torna desconfiados.<br />
Faz apenas o que amas e serás feliz. Aquele que faz o que ama, está benditamente condenado ao sucesso, que chegará quando for a hora, porque o que deve ser será, e chegará de forma natural.<br />
Não faças coisa alguma por obrigação ou por compromisso, apenas por amor.<br />
Então terás plenitude, e nessa plenitude tudo é possível sem esforço, porque és movido pela força natural da vida. A mesma que me ergueu quando caiu o avião que levava minha mulher e minha filha;<br />
a mesma que me manteve vivo quando os médicos me deram três ou quatro meses de vida.<br />
Deus te tornou responsável por um ser humano, que és tu. Deves trazer felicidade e liberdade para ti mesmo.<br />
E só então poderás compartilhar a vida verdadeira com todos os outros.<br />
Lembra-te: &#8220;Amarás ao próximo como a ti mesmo&#8221;.<br />
Reconcilia-te contigo, coloca-te frente ao espelho e pensa que esta criatura que vês, é uma obra de Deus, e decide neste exato momento ser feliz, porque a felicidade é uma aquisição.<br />
Aliás, a felicidade não é um direito, mas um dever; porque se não fores feliz, estarás levando amargura para todos os teus vizinhos.<br />
Um único homem que não possuiu talento ou valor para viver, mandou matar seis milhões de judeus, seus irmãos.<br />
Existem tantas coisas para experimentar, e a nossa passagem pela terra é tão curta, que sofrer é uma perda de tempo.<br />
Podemos experimentar a neve no inverno e as flores na primavera, o chocolate de Perusa, a baguette francesa, os tacos mexicanos, o vinho chileno, os mares e os rios, o futebol dos brasileiros, As Mil e Uma Noites, a Divina Comédia, Quixote, Pedro Páramo, os boleros de Manzanero e as poesias de Whitman; a música de Mahler, Mozart, Chopin, Beethoven; as pinturas de Caravaggio, Rembrandt, Velázquez, Picasso e Tamayo, entre tantas maravilhas.<br />
E se estás com câncer ou AIDS, podem acontecer duas coisas, e ambas são positivas:<br />
se a doença ganha, te liberta do corpo que é cheio de processos (tenho fome, tenho frio, tenho sono, tenho vontades, tenho razão, tenho dúvidas)<br />
Se tu vences, serás mais humilde, mais agradecido&#8230; portanto, facilmente feliz, livre do enorme peso da culpa, da responsabilidade e da vaidade,<br />
disposto a viver cada instante profundamente, como deve ser.</p>
<p>Não estás deprimido, estás desocupado.<br />
Ajuda a criança que precisa de ti, essa criança que será sócia do teu filho. Ajuda os velhos e os jovens te ajudarão quando for tua vez.<br />
Aliás, o serviço prestado é uma forma segura de ser feliz, como é gostar da natureza e cuidar dela para aqueles que virão.<br />
Dá sem medida, e receberás sem medida.<br />
Ama até que te tornes o ser amado; mais ainda converte-te no próprio Amor.<br />
E não te deixes enganar por alguns homicidas e suicidas.<br />
O bem é maioria, mas não se percebe porque é silencioso.<br />
Uma bomba faz mais barulho que uma caricia, porém, para cada bomba que destrói há milhões de carícias que alimentam a vida.</p>
<h6>Autor: Facundo Cabral</h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De edificios que solo existen en sueños]]></title>
<link>http://unglog.wordpress.com/2009/11/30/de-edificios-que-solo-existen-en-suenos/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:14:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>glog</dc:creator>
<guid>http://unglog.wordpress.com/2009/11/30/de-edificios-que-solo-existen-en-suenos/</guid>
<description><![CDATA[Tengo un sueño que se repite. Voy caminando por el centro de Madrid. A veces solo, a veces con algui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tengo un sueño que se repite. Voy caminando por el centro de Madrid. A veces solo, a veces con alguien más. La mitad de las veces está lloviendo, pero se abre un claro, y me sobra el paraguas. No sé que hacer con él. Hay otras veces en las que lo que me sobra es la mochila, una carpeta, un abrigo, o cualquier otra tontería.</p>
<p>Me estorba. Llevo un peso extra que no necesito allá donde voy. Y entonces se me ocurre la feliz idea de entrar en la tienda.</p>
<p>Es un edificio viejo, antiguo, con su farmacia contigua. Tiene una sola habitación bastante estrecha, y una pequeña trastienda tras el mostrador de caoba. Ahora mismo soy incapaz de distinguir la caoba del pino macizo o del enebro natural, pero estoy seguro que el mostrador del sueño es de caoba vetada.</p>
<p>Hay un montón de estanterías, llenas de esas figuras de cerámica cutres que se pueden encontrar en cualquier chino. Algunas están bailando, otras esperan sentadas. También hay casitas para decorar el belén de navidad. Pero están repetidas, al igual que la porcelana bailarina y los pensadores que se rompen con solo mirarlos. Cada estantería tiene al menos 4 o 5 veces la misma casita, los mismos molinos.</p>
<p>De las paredes cuelgan cientos de relojes de cuco. Está todo lleno. No quiero estar allí ni a en punto ni a y media. Es tarde ya, pero no se qué hora es. Si mirase las agujas me despertaría, así que no lo hago. Me acerco al señor que hay al fondo. Tiene una barba canosa, y está medio calvo. Huele mal. Como a perro mojado.</p>
<p>Me fijo en las cajas que hay detrás del mostrador. Están llenas de carpetas, de sobres sobresaliendo por todas partes, con hojas viejas y arrugadas en su interior. Al lado hay un ordenador, con su monitor CRT. Desentona. Deduzco que es el que utiliza el perro mojado para cobrar. O lo que sea que hagan allí.</p>
<p>- ¿Qué es esta tienda? &#8211; pregunto.  Pero para ser sinceros, solo lo pregunté el primer sueño. El resto de veces iba buscando específicamente esta trastienda.</p>
<p>El lugar es una especie de guardarropas. Una especie de tienda-armario. Dejas un objeto, lo registran, y puedes volver a recogerlo en un máximo de 24 horas. A partir de las 24 horas, también puedes recogerlo, y sin ningún tipo de recargo. De hecho ni siquiera cobran nada por los depósitos. No sé por qué el perro mojado me dijo lo del máximo de un día, cosas de los sueños. Quizás más adelante cobre un significado, pero a día de hoy no lo tiene.</p>
<p>Miro a una peluca de pelo largo y rizado que hay tirada entre las cajas mientras sigue hablando. Dice que allí todo es absolutamente confidencial. Si guardas algo en un sobre, te garantizan que nadie lo abrirá. De hecho, creo que lo que verdaderamente vale de aquel sitio (y en todos) se esconde entre los sobres.</p>
<p>Perro mojado me comenta que casi nadie vuelve a recoger lo que han dejado. Normalmente viene gente muy huraña, le entrega una figura, una carpeta, y se van para siempre. La gente escribe en folios pensamientos que no quiere compartir con nadie más. Y se olvidan de ellos en esa tienda.</p>
<p>-¿Y los relojes?<br />
- Soy coleccionista.</p>
<p>Le dejo el paraguas. Prometo volver.</p>
<p>Pero salimos, y se nos hace tarde. No recuerdo que hacemos, no es importante. Quizás bailamos. Para cuando regreso a la tienda ya está cerrada. Algo me dice que hay una puerta trasera que nadie conoce. Unos segundos después estoy tras el mostrador, rodeado de cajas y albaranes, fisgando entre la supuesta contabilidad.</p>
<p>Hay un registro, sin nombres. Una tabla de cientos y cientos de páginas, llena de fechas, de horas y minutos, de anotaciones. &#8220;Sobre con carta incompleta, caja 13, montón 2, goma roja. 17:21. 9 de febrero 86&#8243;</p>
<p>Y descubro que es mentira todo aquello de la privacidad. Los sobres están abiertos, despegados. Hay cartas muy tristes. Garabatos con nombres sueltos que me hacen llorar. Me siento realmente mal, quiero salir de allí. Y entonces despierto.</p>
<p>Al día siguiente de tener este sueño (y ya van 3 o 4 veces), pienso en escribir en un folio una lista de nombres, de personas, de gestos, de olores y sabores,  de cosas que no quiero volver a recordar nunca. Pero no se me ocurre nada. Quizás lo haya hecho ya en otro sueño, y estés allí, guardada en un sobre, en la caja 13, en el montón 2, con una goma roja rodeándote la cintura, y encerrándote en el sobre, junto con otras muchas historias y nombres que ya he olvidado. Puede que mi nombre esté en una o varias de esas, que lo haya dejado alguien más, y que termine olvidándome de mí mismo.</p>
<p>Los días de lluvia, pienso en esa tienda, y en lo genial que me parece la idea de que exista algo así. Y al llegar a casa, y comprobar que la ropa que llevaba huele a perro mojado, me asusto.</p>
<p>Sé que hoy volveré a tener el mismo sueño, aunque al despertar no recuerde lo que he leído, ni qué me ha hecho amanecer llorando.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SEXA]]></title>
<link>http://conhecimentoetudo.wordpress.com/2009/11/29/sexa/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 19:40:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kevin Guimarães</dc:creator>
<guid>http://conhecimentoetudo.wordpress.com/2009/11/29/sexa/</guid>
<description><![CDATA[SEXA - Pai&#8230; - Hmmmm? - Como é o feminino de sexo? - O quê? - O feminino de sexo. - Não tem. - ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 style="text-align:center;"><strong>SEXA</strong></h1>
<address><span style="color:#000000;">- Pai&#8230;<br />
- Hmmmm?<br />
- Como é o feminino de sexo?<br />
- O quê?<br />
- O feminino de sexo.<br />
- Não tem.<br />
- Sexo não tem feminino?<br />
- Não.<br />
- Só tem sexo masculino?<br />
- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.<br />
- E como é o feminino de sexo?<br />
- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.<br />
- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino&#8230;<br />
- O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra &#8220;sexo&#8221; é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.<br />
- Não devia ser &#8220;a sexa&#8221;?<br />
- Não.<br />
- Por que não?<br />
- Porque não! Desculpe, porque não. &#8220;Sexo&#8221; é sempre masculino.<br />
- O sexo da mulher é masculino?<br />
- Sexo mesmo. Igual ao do homem.<br />
- O sexo da mulher é igual ao do homem?<br />
- É. Quer dizer&#8230; Olha aqui: tem sexo masculino e o sexo feminino, certo?<br />
- Certo.<br />
- São duas coisas diferentes.<br />
- Então como é o feminino de sexo?<br />
- É igual ao masculino.<br />
- Mas não são diferentes?<br />
- Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.<br />
- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.<br />
- A palavra é masculina.<br />
- Não. &#8220;A palavra&#8221; é feminino. Se fosse masculino seria &#8220;o pal&#8230;&#8221;<br />
- Chega! Vai brincar, vai&#8230;<br />
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:<br />
- Temos que ficar de olho nesse guri&#8230;<br />
- Por quê?<br />
- Ele só pensa em gramática&#8230;</span></address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agujeros de gusano 25.]]></title>
<link>http://elhombrequetocabaelpianoconlospies.wordpress.com/2009/11/29/agujeros-de-gusano-25/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:50:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>antoniosimon</dc:creator>
<guid>http://elhombrequetocabaelpianoconlospies.wordpress.com/2009/11/29/agujeros-de-gusano-25/</guid>
<description><![CDATA[Un vagón de metro es un paradigma de organización territorial. Dentro de él existe una jerarquía de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Un vagón de metro es un paradigma de organización territorial. Dentro de él existe una jerarquía de espacios. El espacio más codiciado, el primero en ocuparse, son los <strong>asientos exteriores</strong>. Luego le toca el turno a los <strong>asientos interiores</strong>. Le siguen en el escalafón los <strong>huecos de las puertas que no se abren y las paredes</strong>. A partir de ahí está el <strong>centro del vagón</strong>, concurrida e inhóspita cañada real. Esta jerarquía de espacios se basa en un principio: la comodidad. Cada elección de lugar está condicionado por este principio y hay gente que se entrega a él con verdadero ahínco. A veces, sin embargo, un ocupante del primer espacio cede su sitio a uno del último. Cuando sucede, y estoy presente, ese que renuncia a su lugar preferente se gana un hueco en <strong>mi corazoncito</strong> y de esta manera asciende, sin saberlo, a un espacio invisible y claramente superior al resto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Temo a las tormentas (historia de terror)]]></title>
<link>http://elsalondemicasa.wordpress.com/2009/11/29/temo-a-las-tormentas-historia-de-terror/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:57:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Señor Goodkat</dc:creator>
<guid>http://elsalondemicasa.wordpress.com/2009/11/29/temo-a-las-tormentas-historia-de-terror/</guid>
<description><![CDATA[Bueno alguien entró esta mañana en el foro buscando una historia de terror de terror de tormentas. O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Bueno alguien entró esta mañana en el foro buscando una historia de terror de terror de tormentas. O]]></content:encoded>
</item>

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