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	<title>torsten-rasch &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "torsten-rasch"</description>
	<pubDate>Tue, 21 May 2013 11:03:13 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Symphonic Legends: o melhor presente de aniversário para uma produtora lendária]]></title>
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<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 22:01:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexei Barros</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Alexei Barros A Nintendo é paradoxal. Ao mesmo tempo em que a abrangência se manifesta ao atingi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-18592" title="O Cologne Philharmonic Hall por si só é um espetáculo à parte" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/concerthall.jpg?w=400&#038;h=267" width="400" height="267" /><br />
Por Alexei Barros</strong></p>
<p>A Nintendo é paradoxal. Ao mesmo tempo em que a abrangência se manifesta ao atingir novos horizontes nesta geração com o Nintendo Wii, a restrição com as músicas é imensa. Por conta da baixa vendagem dos álbuns nos últimos anos, os lançamentos das trilhas originais são escassos e das arranjadas inexistentes. Quando ocorrem, visam a promover o jogo, não as composições, como os CDs promocionais da Club Nintendo. Se um concerto obtém a licença para executar faixas de direitos autorais da produtora e cria novos arranjos, a performance não pode acontecer sem prévia aprovação das partituras. Tal cuidado se justifica pela supremacia das franquias da Nintendo, é claro, e pelo que as trilhas representam no imaginário gamer, com melodias incrustadas na memória graças ao vasto repertório musical criado por muitos compositores geniais em quase 30 anos.</p>
<p>A Nintendo foi introduzida aos concertos na série Orchestral Game Concert (1991-1995), citada tantas vezes por aqui não por acaso, porque exerce influência até hoje. Os tempos eram outros, e as cinco apresentações foram publicadas em CD. Depois disso, arranjos inéditos surgiram com maior visibilidade nas séries <a href="http://www.vgmconcerts.com/main.php?section=photos&#38;lang=english"><strong>Symphonic Game Music Concert</strong></a> (2003-2007) e <a href="http://www.famitsu.com/famiweb/pressstart/"><strong>Press Start</strong></a> (de 2006 em diante), a primeira sem álbuns oficias e a outra sem nada da Nintendo no primeiro disco, <a href="http://vgmdb.net/album/20629"><strong>Press Start The 5th Anniversary</strong></a>. Fora esses, alguns casos raros no <a href="http://www.gamesinconcert.nl/"><strong>Games in Concert</strong></a> e <a href="http://www.play-symphony.com/"><strong>PLAY! A Video Game Symphony</strong></a>. A única iniciativa recente que gerou um álbum foi o <a href="http://vgmdb.net/album/2975"><strong>Dairantou Smash Brothers DX Orchestra Concert</strong></a> (2002), concerto com músicas orquestradas do Super Smash Bros. Melee, ou seja, com muitas franquias da produtora.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18622" title="Symphonic Legends" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/logo.jpg?w=200&#038;h=204" width="200" height="204" />Toda esta introdução para dizer que: sendo a Nintendo tão restrita e as músicas tão raras em apresentações, parece uma lenda que uma récita caprichada como o <a href="http://www.symphoniclegends.com/"><strong>Symphonic Legends – music from Nintendo</strong></a> tenha ficado à livre apreciação no dia 23 de setembro de 2010, data em que a produtora completou 121 anos de fundação. E que presente de aniversário!</p>
<p>Ainda sem nome e nem temática, o concerto foi anunciado previamente em 24 de setembro de 2009 para exatamente um ano depois, graças à excelente recepção do <a href="http://vgmdb.net/album/20045"><strong>Symphonic Fantasies</strong></a>. A data foi antecipada para o dia 23 de setembro, e o <a href="http://hadouken.wordpress.com/2009/12/17/novo-concerto-da-wdr-se-chamara-symphonic-legends/"><strong>nome revelado</strong></a>: Symphonic Legends. Em março deste ano <a href="http://hadouken.wordpress.com/2010/03/19/symphonic-legends-sera-enfocado-na-nintendo/"><strong>ocorreu a confirmação</strong></a> de que a Nintendo seria a homenageada. Detalhe: antes que as pessoas soubessem disso, 90% dos ingressos estavam esgotados. Posteriormente, foi comunicado que o formato seria uma mescla das inovações implementadas pelos concertos antecessores, trazendo arranjadores convidados de primeiríssimo nível, para mais tarde sabermos que jogo cada um foi incumbido.</p>
<p>Dois japoneses, dois alemães, dois finlandeses. Compositor de trilhas de animes como One Piece e Ah! My Goddess, Shiro Hamaguchi é conhecido nos videogames pelos principais arranjos de Final Fantasy nos concertos recentes da série. Hayato Matsuo, um dos discípulos de Koichi Sugiyama e compositor de Ogre Battle, orquestrou os temas de abertura e encerramento de Final Fantasy XII, entre outros arranjos, como do <a href="http://vgmdb.net/album/598"><strong>Shenmue Orchestra Version</strong></a>. Ambos do estúdio <a href="http://www.imagine-music.co.jp/"><strong>Imagine</strong></a>, recentemente participaram do <a href="http://vgmdb.net/album/13921"><strong>Monster Hunter 5th Anniversary Orchestra Concert</strong></a> e do <a href="http://vgmdb.net/album/15215"><strong>A Night in Fantasia 2009</strong></a>.</p>
<p>Nascido em Munique, Masashi Hamauzu, compositor de jogos como Unlimited SaGa, Sigma Harmonics e Final Fantasy XIII, foi a maior surpresa entre os convidados, já que é raro vê-lo arranjar músicas que não são de autoria dele, e quando aconteceram foram para solos de piano, não orquestrados. Também da Alemanha, mas da cidade de Dresden, Torsten Rasch é um compositor de música erudita contemporânea que morou 15 anos no Japão criando trilhas de filmes. No mundo dos games, fez um arranjo para o obscuro álbum <a href="http://vgmdb.net/album/7754"><strong>Psychic Detective Series &#8211; The Best</strong></a> (1991) e mais recentemente a releitura para piano da <a href="http://www.goear.com/listen/9dde31e/a-place-to-call-home-final-fantasy-ix-benyamin-nuss"><strong>“A Place to Call Home”</strong></a> do<a href="http://vgmdb.net/album/19350"><strong> Benyamin Nuss Plays Uematsu</strong></a>.</p>
<p>Da Finlândia, Jonne Valtonen, o principal arranjador do <a href="http://vgmdb.net/album/9384"><strong>Symphonic Shades</strong></a> e <a href="http://vgmdb.net/album/20045"><strong>Symphonic Fantasies</strong></a>, desta vez dedicou-se exclusivamente ao poema sinfônico de Zelda. Por último, o conterrâneo Roger Wanamo, o mais jovem dos seis, tendo nascido em 1981, que foi quem mais me impressionou. Sua inventividade pôde ser mostrada já na <a href="http://www.goear.com/listen/366c722/Fantasy-III:-Chrono-Trigger-Chrono-Cross-WDR-Radio-Orchestra,-Rony-Barrak"><strong>“Fantasy III: Chrono Trigger/Chrono Cross”</strong></a>, em que foi coarranjador, com o uso constante de polifonias, transições fluidas e minúcias que exigem muita atenção para serem percebidas. Desta vez, Wanamo se superou com os dois segmentos de Mario, o que não é pouca coisa pelas composições serem do Koji Kondo, e pelo Encore, que é um emaranhado de faixas de diversos jogos da Nintendo.</p>
<p><img class="alignleft" title="Ronny Barrak tinha tudo para ser o campeão mundial de Donkey Konga" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/ronybarrak.jpg?w=200&#038;h=134" width="200" height="134" />Arranjadores de grande envergadura pedem por intérpretes igualmente competentes. O maestro sueco Niklas Willén conduziu mais de 125 pessoas: cerca de 80 integrantes da WDR Radio Orchestra, e mais 45 do coral State Choir Latvija. Como de praxe, Benyamin Nuss no piano e Rony Barrak na percussão foram os instrumentistas-solo. Diferentemente dos anos anteriores, não houve convidados japoneses para autógrafos, não que isso faça muita diferença para quem não esteve no Cologne Philharmonic Hall.</p>
<p>A ideia do produtor Thomas Boecker era apresentar as músicas da Nintendo com arranjos criativos. Para tal, foi dada total liberdade aos arranjadores. “É interessante ver como eles usaram essa liberdade. Porque há um momento em que é melhor trabalhar de maneira fiel à música original, e há um momento em que você pode introduzir diversas ideias próprias”, afirmou ao <a href="http://www.squareenixmusic.com/features/interviews/thomasboecker6.shtml"><strong>SEMO</strong></a>. Sou favorável à iniciativa de arranjos orquestrados que tragam uma nova ideia, desde que as músicas ainda possam ser reconhecidas. E isso aconteceu? É o que veremos adiante.</p>
<p>Antes de comentar individualmente segmento, vale destacar a escolha de jogos do repertório. Levando em conta que o Press Start é o único na atualidade a tocar arranjos novos da Nintendo, o programa do Symphonic Legends é uma benção pelas novidades, visto que Star Fox, F-Zero, Pikmin, Donkey Kong e Metroid jamais foram executados na série japonesa (Star Fox não em um segmento exclusivo). Há quem tenha sentido falta de outras franquias, como Fire Emblem, Mother, Kirby e Pokémon. Além de serem necessárias mais algumas horas de apresentação para poder incluir tudo, nem todas são populares na Europa, leve isso em conta. Dentre as ausências, só lamentei que Hirokazu Tanaka não fora representado pela importância que tem na história musical da Nintendo, ainda que a maioria dos jogos 8-bits seja difícil de imaginar com um número próprio.</p>
<p>Infelizmente, o streaming de vídeo não funcionou na hora do concerto conforme <a href="../2010/07/14/symphonic-legends-sera-transmitido-ao-vivo-em-video/"><strong>prometido anteriormente</strong></a>, e acabou restrito aos residentes na Alemanha. Mas todo o espetáculo pôde ser conferido de qualquer parte do mundo pelo rádio ao vivo, o que me trouxe boas lembranças do Symphonic Shades em 2008. Poucas horas depois sete dos dez segmentos podiam (e ainda podem) ser vistos no YouTube.</p>
<p>Depois do Hadouken muito mais sobre o Symphonic Legends, com links para os vídeos do YouTube e do Goear (a referência para quando mencionar a numeração de trechos específicos). Sobre o poema sinfônico do Zelda, ficarei devendo as faixas originais detalhadas (algumas foram citadas no texto), já que há muitos temas sobrepostos e variações, o que dificultou a listagem precisa.<br />
<!--more--><strong><br />
Primeiro ato</strong></p>
<p><strong>01 – <a href="http://www.goear.com/listen/1f204fa/fanfare-for-the-common-8-bit-hero-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra">“Fanfare for the Common 8-Bit Hero”</a></strong><br />
Composição: Jonne Valtonen</p>
<p>Enquanto a <a href="http://www.goear.com/listen/f20d978/Fanfare-Overture-WDR-Radio-Orchestra"><strong>“Fanfare Overture”</strong></a> do <a href="http://vgmdb.net/album/20045"><strong>Symphonic Fantasies</strong></a> buscava se distanciar da Square Enix, esta fanfarra de abertura igualmente composta por Valtonen e <a href="http://hadouken.wordpress.com/2010/04/09/%e2%80%9cfanfare-for-the-common-8-bit-hero%e2%80%9d-%e2%80%93-symphonic-legends/"><strong>previamente anunciada em vídeo</strong></a> busca o oposto: aproximar-se do estilo preponderante da Nintendo com uma música mais jovial sem abandonar a pompa.</p>
<p><strong>02 – <a href="http://www.goear.com/listen/df5b738/star-fox-space-suite-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-state-choir-latvija">“Star Fox (Space Suite)”</a></strong><br />
Originais”: <a href="http://www.goear.com/listen/511f10b/opening-star-fox-64-koji-kondo"><strong>“Opening”</strong></a> (Star Fox 64) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/0be5419/bgm-corneria-hajime-hirasawa"><strong>“BGM (Corneria)”</strong></a> (Star Fox)</p>
<p>Composição: Koji Kondo e Hajime Hirasawa<br />
Arranjo: Shiro Hamaguchi</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18598" title="Star Fox" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/starfox-12.jpg?w=200&#038;h=175" width="200" height="175" />Como se imaginava, o requinte de Hamaguchi e as músicas de Star Fox combinaram perfeitamente. O que me surpreendeu, no entanto, foi o proveito do State Choir Latvija, que, nesta suíte, é uma das melhores maravilhas do mundo moderno. Ao menos com Final Fantasy ele não costumava adicionar coral em músicas que não apresentavam timbres de vozes.</p>
<p>A abertura maravilhosa da orquestra fica mais espetacular quando o coro entoa em latim a <strong><a href="http://www.goear.com/listen/511f10b/opening-star-fox-64-koji-kondo"><strong>“Opening”</strong></a></strong> do Star Fox 64, pouco em seguida desenvolvida com a riqueza da orquestra. O coral retorna lentamente, e a velocidade da peça aumenta para uma viagem sem volta à Corneria, no momento em que lanço a pergunta: o que é esse coral? O excerto correspondente à <a href="http://www.goear.com/listen/0be5419/bgm-corneria-hajime-hirasawa"><strong>“BGM (Corneria)”</strong></a> ficou assombroso, e o coro empolga como nunca no final, que o diga o trecho de 3:49 a 3:55. Indubitavelmente o melhor arranjo de Star Fox já feito.</p>
<p><strong>03 – <a href="http://www.goear.com/listen/d4563fb/super-mario-bros-retro-suite-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra">“Super Mario Bros. (Retro Suite)”</a></strong><br />
Originais: <a href="http://www.goear.com/listen/68dffab/dire-dire-docks-koji-kondo"><strong>“Dire, Dire Docks”</strong></a> (Super Mario 64) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/c02ecde/athletic-super-mario-bros-3-koji-kondo"><strong>“Athletic”</strong></a> (Super Mario Bros. 3) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/38c9ffb/underworld-super-mario-bros-koji-kondo"><strong>“Underworld”</strong></a> (Super Mario Bros.) ~ <strong><a href="http://www.goear.com/listen/c02ecde/athletic-super-mario-bros-3-koji-kondo"><strong>“Athletic”</strong></a></strong> (Super Mario Bros. 3) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/5d9971e/Castle-%5BSuper-Mario-Bros.%5D-Koji-Kondo"><strong>“Castle”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/bab96e8/World-Clear-%5BSuper-Mario-Bros.%5D-koji-kondo"><strong>“World Clear”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/9504d66/overworld-super-mario-bros-koji-kondo"><strong>“Overworld”</strong></a> (Super Mario Bros.) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/d0a1b2d/Main-Theme-%5BNew-Super-Mario-Bros.%5D-Koji-Kondo"><strong>“Main Theme”</strong></a> (New Super Mario Bros.) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/9504d66/overworld-super-mario-bros-koji-kondo"><strong>“Overworld”</strong></a> (Super Mario Bros.)</p>
<p>Composição: Koji Kondo<br />
Arranjo: Roger Wanamo</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18597" title="Super Mario Bros." alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/super-mario-bros.jpg?w=200&#038;h=175" width="200" height="175" />Possivelmente o arranjador Nobuo Kurita não imaginaria que a <a href="http://www.goear.com/listen/cdf0f0a/Super-Mario-Bros.-Tokyo-City-Philharmonic-Orchestra"><strong>“Super Mario Bros.”</strong></a> do <a href="http://vgmdb.net/album/877"><strong>Orchestral Game Concert</strong></a> seria reprisada inúmeras vezes mesmo quase duas décadas depois por tantos concertos mundo afora. Cansou há muito tempo. Pior, quando se tem tantas músicas tão boas das continuações. Raríssimas foram as vezes em que se tentou fugir do básico, como, por exemplo, a <a href="http://www.goear.com/listen/eb208da/Super-Mario-Bros.-Suite-Royal-Stockholm-Philharmonic-Orchestra"><strong>“Super Mario Bros. Suite”</strong></a> do <a href="http://www.play-symphony.com/"><strong>PLAY! A Video Game Symphony</strong></a>. No Symphonic Legends as seleções foram muito mais substanciais (magistrais eu diria), com temas icônicos, mas pouco aproveitados.</p>
<p>A belíssima <a href="http://www.goear.com/listen/68dffab/dire-dire-docks-koji-kondo"><strong>“Dire, Dire Docks”</strong></a> dos estágios aquáticos do Super Mario 64 ficou perfeitamente ambientada com as cordas singelas, e depois os solos de flauta e violino reproduzindo a melodia encantadora. Aos poucos surgem reminiscências de um tema bastante familiar lutando para sair do cano. <a href="http://www.goear.com/listen/68dffab/dire-dire-docks-koji-kondo"><strong>“Dire, Dire Docks”</strong></a> bem que tenta, e é superado pelo tema seguinte. Nada menos do que <a href="http://www.goear.com/listen/c02ecde/athletic-super-mario-bros-3-koji-kondo"><strong>“Athletic”</strong></a> do Super Mario Bros. 3! Um parêntesis, para destacar a ojeriza dos concertos com SMB2 e 3. O segundo da série posso até compreender, haja vista a origem japonesa duvidosa (Doki Doki Panic) e o modo como foi lançado lá (Super Mario USA), agora SMB3, um dos melhores e mais vendidos jogos de todos os tempos, não consigo conceber como demorou tanto.</p>
<p>Voltando para a suíte, a instrumentação da <a href="http://www.goear.com/listen/c02ecde/athletic-super-mario-bros-3-koji-kondo"><strong>“Athletic”</strong></a> é perfeita, captando a alegria e a diversão do tema nas cordas e nas madeiras. No meio dela, basta os metais graves tocarem três segundos para reconhecermos a <a href="http://www.goear.com/listen/38c9ffb/underworld-super-mario-bros-koji-kondo"><strong>“Underworld”</strong></a>. Até que surge o pânico da <a href="http://www.goear.com/listen/5d9971e/Castle-%5BSuper-Mario-Bros.%5D-Koji-Kondo"><strong>“Castle”</strong></a> do SMB, faixa ausente da mencionada <a href="http://www.goear.com/listen/cdf0f0a/Super-Mario-Bros.-Tokyo-City-Philharmonic-Orchestra"><strong>“Super Mario Bros.”</strong></a> do <a href="http://vgmdb.net/album/877"><strong>OGC</strong></a> que ficou vertida para orquestra de maneira muito convincente. Chegada a ponte, o Mario pula o Bowser, pega o machado e vem a <a href="http://www.goear.com/listen/bab96e8/World-Clear-%5BSuper-Mario-Bros.%5D-koji-kondo"><strong>“World Clear”</strong></a>, que mal acaba e é logo emendada na <strong><a href="http://www.goear.com/listen/9504d66/overworld-super-mario-bros-koji-kondo"><strong>“Overworld”</strong></a></strong>. A transição ocorre de maneira perspicaz reparando atentamente. Se a <a href="http://www.goear.com/listen/bab96e8/World-Clear-%5BSuper-Mario-Bros.%5D-koji-kondo"><strong>“World Clear”</strong></a> acabasse e depois viesse a próxima haveria um vazio. Wanamo conseguiu aproveitar aquela altura da nota próxima do final da fanfarra para unificar as faixas. No entremeio, um solo de trompete evoca a <a href="http://www.goear.com/listen/d0a1b2d/Main-Theme-%5BNew-Super-Mario-Bros.%5D-Koji-Kondo"><strong>“Main Theme”</strong></a> do New Super Mario Bros. com desenvoltura, voltando para a melodia mais famosa dos videogames com uma orquestração rica sem esquecer do fator lúdico.</p>
<p><strong>04 – <a href="http://www.goear.com/listen/532a718/f-zero-race-suite-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-rony-barrak">“F-Zero (Race Suite)”</a></strong><br />
Originais: <a href="http://www.goear.com/listen/4be300e/mute-city-yumiko-kanki"><strong>“Mute City”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/0025051/big-blue-naoto-ishida"><strong>“Big Blue”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/4be300e/mute-city-yumiko-kanki"><strong>“Mute City”</strong></a></p>
<p>Composição: Yumiko Kanki e Naoto Ishida<br />
Arranjo: Shiro Hamaguchi</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18595" title="F-Zero" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/fzero.jpg?w=200&#038;h=175" width="200" height="175" />Como F-Zero não foi lembrado pela série OGC, imaginava que as músicas do jogo não pudessem ser orquestradas satisfatoriamente. A única tentativa anterior foi a <a href="http://www.goear.com/listen/0025051/big-blue-naoto-ishida"><strong>“Big Blue”</strong></a> do <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=5e41a28"><strong>“Smash Bros. Great Medley”</strong></a> do <a href="http://vgmdb.net/album/2975"><strong>Dairantou Smash Brothers DX Orchestra Concert</strong></a> que voltarei a falar em instantes. Sendo assim, é o primeiro segmento próprio de F-Zero, a estreia da <a href="http://www.goear.com/listen/4be300e/mute-city-yumiko-kanki"><strong>“Mute City”</strong></a> orquestrada, e ainda com releitura de Shiro Hamaguchi. Tinha tudo para ser um dos melhores números do concerto. Porém, ficou longe de ser o arranjo dos meus sonhos. Apenas bom.</p>
<p>A peça começa com um solo de Rony Barrak, que, além da darbuka, desta vez estava equipado com uma bateria eletrônica. Depois de uma abertura difícil de associar com F-Zero pelo tom de suspense (de 2:31 a 3:01), a orquestra conflui na melodia de <a href="http://www.goear.com/listen/4be300e/mute-city-yumiko-kanki"><strong>“Mute City”</strong></a> (sem aquela abertura até 0:19 na original), mas o intermédio (3:20 a 3:44) atravanca o crescimento do tema que volta com tudo na sequência, no diálogo entre flauta e trompa, e depois os trompetes em um raro momento em que o arranjo consegue acompanhar a satisfação da faixa sintetizada. Vem um trecho centrado na percussão (4:23 a 4:53), e a <a href="http://www.goear.com/listen/0025051/big-blue-naoto-ishida"><strong>“Big Blue”</strong></a> é ouvida nas cordas brevemente e ainda sem a introdução (até 0:15), com uma roupagem formosa que não traz a empolgação da original. Para fechar, parte da <a href="http://www.goear.com/listen/4be300e/mute-city-yumiko-kanki"><strong>“Mute City”</strong></a> é lembrada mais uma vez com instrumentação similar à primeira oportunidade.</p>
<p>O segmento é curto e suave demais. Não foi capaz de transmitir a agitação musical inerente a um jogo de corrida, quanto mais um jogo de corrida com veículos a 1000 quilômetros por hora. A origem próxima do rock das faixas clama por uma abordagem mais contundente, mais impactante, e nem acho que seria essencial uma guitarra para isso acontecer. Nesse aspecto, a versão do Shogo Sakai da <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=5e41a28"><strong>“Smash Bros. Great Medley”</strong></a>, por sua vez baseada na <a href="http://www.goear.com/listen/c5743a2/big-blue-orchestra-melee"><strong>&#8220;Big Blue&#8221;</strong></a> do Super Smash Bros. Melee, foi muito mais feliz (ouça o trecho especificamente <a href="http://www.youtube.com/watch?v=d-sWJFp1znQ#t=5m06s"><strong>aqui</strong></a>), inclusive fazendo nos metais a introdução ignorada no arranjo do Shiro Hamaguchi.</p>
<p>Além de incluir outros temas de pistas, desejaria que a suíte seguisse a ordem dos acontecimentos do jogo, como é, por exemplo, a <a href="http://www.goear.com/listen/50ed2c2/the-great-giana-sisters-suite-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra"><strong>“The Great Giana Sisters (Suite)”</strong></a> do <a href="http://vgmdb.net/album/9384"><strong>Symphonic Shades</strong></a>. Ou seja, começando pela <a href="http://www.goear.com/listen/93c77a3/opening-theme-f-zero-yumiko-kanki"><strong>“Opening Theme”</strong></a> (tela-título) e assim por diante – a <a href="http://www.goear.com/listen/81393c6/title-f-zero-nijeil"><strong>“Title”</strong></a> do álbum doujin <a href="http://vgmdb.net/album/17408"><strong>F-Zero The Graded Driver 2201</strong></a> dá uma amostra do que quero dizer.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/JEPSGbCvtao?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><strong>05 – <a href="http://www.goear.com/listen/8b16516/super-metroid-suite-samus-aran-galactic-warrior-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-state-choir-latvija">“Super Metroid (Suite: Samus Aran – Galactic Warrior)”</a></strong><br />
Originais: <a href="http://www.goear.com/listen/167e331/space-warrior-samus-arans-theme-kenji-yamamoto"><strong>&#8220;Space Warrior &#8211; Samus Aran&#8217;s Theme&#8221;</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/828db3f/planet-zebes-arrival-on-crateria-kenji-yamamoto"><strong>&#8220;Planet Zebes &#8211; Arrival on Crateria&#8221;</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/68b524b/brinstar-red-soil-wetland-area-kenji-yamamoto"><strong>“Brinstar &#8211; Red Soil Wetland Area”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/69e17cd/ancient-ruins-norfair-area-kenji-yamamoto"><strong>&#8220;Ancient Ruins (Norfair Area)&#8221;</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/385482f/tourian-minako-hamano"><strong>&#8220;Tourian&#8221;</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/baa8e46/theme-of-super-metroid-kenji-yamamoto"><strong>&#8220;Theme of Super Metroid&#8221;</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/3fb682c/escape-super-metroid-minako-hamano"><strong>&#8220;Escape&#8221;</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/167e331/space-warrior-samus-arans-theme-kenji-yamamoto"><strong>&#8220;Space Warrior &#8211; Samus Aran&#8217;s Theme&#8221;</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/baa8e46/theme-of-super-metroid-kenji-yamamoto"><strong>&#8220;Theme of Super Metroid&#8221;</strong></a></p>
<p>Composição: Kenji Yamamoto e Minako Hamano<br />
Arranjo: Torsten Rasch</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18599" title="Super Metroid" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/supermetroid.jpg?w=200&#038;h=175" width="200" height="175" />São poucas as vezes em que Metroid figurou em concertos, e nessas ocasiões optou-se pelo caminho seguro de selecionar os temas mais melódicos, e o melhor exemplar dessa vertente é o medley <a href="http://www.goear.com/listen/e737b9a/theme-~-space-warrior-samus-aran%E2%80%99s-theme-~-big-boss-bgm-~-ending-tokyo-symphony-orchestra"><strong>“Theme~Space Warrior Samus Aran&#8217;s Theme~Big Boss BGM~Ending”</strong></a> (Super Metroid) de oito minutos do <a href="http://vgmdb.net/album/880"><strong>OGC4</strong></a> em arranjo de Toshihiko Sahashi. Desta vez, foram exploradas as faixas de ambiente para uma adaptação modernista que expressasse a solidão, medo e angústia de Samus nos planetas inóspitos.</p>
<p>Por isso, o mais polêmico número do concerto pode ser definido como “Metroid encontra BioShock”. Após a abertura caótica, surge um oboé típico de uma cena cinematográfica de suspense. Em seguida solo de violino e harpa fazem dupla à moda de <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=14fc010"><strong>“Welcome to Rapture”</strong></a> de BioShock. Flautas e trompetes trilham por caminhos dissonantes, depois as cordas intensificam a tensão. O coral faz uma participação assustadora. <a href="http://www.goear.com/listen/baa8e46/theme-of-super-metroid-kenji-yamamoto"><strong>&#8220;Theme of Super Metroid&#8221;</strong></a> é executada como se estivesse simulando uma vitória sofrida. Mas a batalha ainda não está vencida. A percussão alerta para um perigo maior, com o coro mais uma vez provocando temor no entremeio. Por fim, a <a href="http://www.goear.com/listen/baa8e46/theme-of-super-metroid-kenji-yamamoto"><strong>&#8220;Theme of Super Metroid&#8221;</strong></a> é invocada com a ajuda do coral numa interpretação de extrema dissonância. Comparado com a musicalidade do restante do programa, o segmento destoa; assim como a própria série Metroid é o oposto do que se costuma encontrar nos jogos coloridos da Nintendo.</p>
<p>A única crítica que faço não é o estilo, de fato incomum para concertos com game music japonesa e que recentemente vem sendo introduzido na game music ocidental por jogos como BioShock e Dead Space. Meu senão é pela dificuldade de reconhecer as músicas do jogo especialmente na primeira metade, com algumas exceções. Apesar de combinar com o universo da série, parece mais uma nova composição baseada em Metroid do que um arranjo propriamente dito.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/YSfzvblN50U?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><strong>06 – <a href="http://www.goear.com/listen/8193234/donkey-kong-country-aquatic-ambience-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-benyamin-nuss-juraj-cizmarovic">“Donkey Kong Country (Aquatic Ambience)”</a></strong><br />
Original: <a href="http://www.goear.com/listen/94a8c89/Aquatic-Ambiance-David-Wise"><strong>“Aquatic Ambience”</strong></a></p>
<p>Composição: David Wise<br />
Arranjo: Masashi Hamauzu</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18600" title="Donkey Kong Country" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/dkc1-27.jpg?w=200&#038;h=175" width="200" height="175" />Não perco a oportunidade de elogiar David Wise por criar uma música genial que é a <a href="http://www.goear.com/listen/94a8c89/Aquatic-Ambiance-David-Wise"><strong>“Aquatic Ambiance”</strong></a>, fazendo dele o único compositor ocidental em meio a tantos mestres japoneses da Nintendo. Isso já havia acontecido na <a href="http://www.goear.com/listen/cdbb302/water-music-kanagawa-philharmonic-orchestra"><strong>“Water Music”</strong></a> do <a href="http://vgmdb.net/album/881"><strong>OGC5</strong></a> que, na verdade é um medley em que a <a href="http://www.goear.com/listen/94a8c89/Aquatic-Ambiance-David-Wise"><strong>“Aquatic Ambiance”</strong></a> é entremeada pela <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=f50873e"><strong>“DK Island Swing”</strong></a>. Inevitável a comparação, e é fascinante perceber como a mesma faixa pode proporcionar dois arranjos bastante díspares, cada um encantador ao seu modo. Do <a href="http://vgmdb.net/album/881"><strong>OGC5</strong></a>, há um colorido maior da orquestra, aqui no Symphonic Legends, a obra-prima new age ganhou contornos de ternura e serenidade em releitura impressionista de Masashi Hamauzu. Em um dos seus primeiros trabalhos como ex-funcionário da Square Enix, abdicou dos instrumentos de sopro para centralizar toda a atenção nas cordas, e mais ainda no violino de Juraj Cizmarovic e no piano de Benyamin Nuss.</p>
<p>De pé, Cizmarovic inicia a peça com um solo de cortar o coração, enquanto as cordas auxiliam a climatização. O piano começa a desabrochar. Nesse momento (1:04 a 1:36), dá para sentir forte influência da <a href="http://www.goear.com/listen/f0e91ae/final-fantasy-xiii---the-promise-masashi-hamauzu"><strong>“Final Fantasy XIII – The Promise”</strong></a>. Quando o violino retorna aos holofotes, Nuss passeia por excertos virtuosísticos sublimes. Mais para frente, em dueto de puro entrosamento, pianista e violinista demonstram habilidade. Mais fascinante é como Cizmarovic sustentou a nota aguda no violino antes do desfecho melancólico. É Masashi Hamauzu se revelando também um excepcional arranjador. Como curiosidade, vale mencionar que ele <a href="http://twitter.com/MasashiHamauzu/status/25334691712"><strong>ficou com receio</strong></a> de que Nuss acharia o arranjo muito difícil, mas ficou aliviado quando soube da resposta do pianista: &#8220;Está um pouco fácil, quero mais difícil&#8221;.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/TwMhGe2yU3A?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><strong>07 – <a href="http://www.goear.com/listen/345a669/pikmin-variation-on-a-world-map-theme-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra">“Pikmin (Variation on a World Map Theme)”</a></strong><br />
Original: <a href="http://www.goear.com/listen/772c606/A-Panoramic-View-Hajime-Wakai"><strong>“A Panoramic View”</strong></a></p>
<p>Composição: Hajime Wakai<br />
Arranjo: Hayato Matsuo</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18603" title="Pikmin" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/pikmin1.jpg?w=200&#038;h=175" width="200" height="175" />O debute de Pikmin em concertos (nem mesmo figurou nos japoneses) representa a escolha mais inusitada do set list, porque não é uma série tão popular como as demais, embora seja merecedora do espaço, representando a era mais moderna da Nintendo. Bem como a <a href="http://www.goear.com/listen/76604a7/Radical-Dreamers-Symphony-Eminence-Symphony-Orchestra"><strong>“Radical Dreamers Symphony”</strong></a> do <a href="http://vgmdb.net/album/15215"><strong>A Night in Fantasia 2009</strong></a>, Matsuo se concentra em somente uma música para apresentá-la sob diferentes nuances da orquestra. <a href="http://www.goear.com/listen/772c606/A-Panoramic-View-Hajime-Wakai"><strong>“A Panoramic View”</strong></a> nasce alegremente, e o solo de oboé anuncia o amanhecer, seguido da tuba e das trompas, uma marca do arranjador. Mais adiante os trompetes remetem ao tema do filme Rocky (em 2:06), e os metais graves surgem com força novamente, alternando com os clarinetes e flautas. No final, pura singeleza, com a indefectível harpa de Matsuo. Uma agradabilíssima surpresa no fim das contas.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/KhbU0dAvbpc?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><strong>08 – <a href="http://www.goear.com/listen/c1d7adc/super-mario-galaxy-galactic-suite-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-state-choir-latvija">“Super Mario Galaxy (Galactic Suite)”</a></strong><br />
Originais: <a href="http://www.goear.com/listen/4d6c064/overture-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Overture”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/1635471/starbit-festival-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Starbit Festival”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/8a05d63/attack-koopas-fleet-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Attack! Koopa&#8217;s Fleet”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/6e111b7/catastrophe-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Catastrophe”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/fee7a03/peachs-castle-is-stolen-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Peach&#8217;s Castle Stolen”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=9f6c94e"><strong>“Egg Planet”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/6c92b9c/battle-rock-mario-galaxy-ochestra"><strong>“Battle Rock”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=3e4bfb6"><strong>“Floater Land”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/5042d27/galaxy-plant-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Galaxy Plant”</strong></a>~ <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=9f6c94e"><strong>“Egg Planet”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=ba2fbdd"><strong>“Wind Garden”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen/09ed2f3/arch-nemesis-king-koopa-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Arch Nemesis King Koopa”</strong></a> ~ <strong><a href="http://www.goear.com/listen/debc116/battle-for-the-grand-star-mario-galaxy-orchestra"><strong>&#8220;Battle for Grand Star”</strong></a></strong> ~ <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=ba2fbdd"><strong>“Wind Garden”</strong></a> ~ <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=fba445b"><strong>“Super Mario Galaxy”</strong></a></p>
<p>Composição: Koji Kondo e Mahito Yokota<br />
Arranjo: Roger Wanamo</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18602" title="Super Mario Galaxy" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/supermariogalaxy.jpg?w=200&#038;h=175" width="200" height="175" />De tão diferente musicalmente do restante da série, Super Mario Galaxy ganhou uma suíte exclusiva, sendo a única de uma trilha naturalmente orquestrada, como todas as selecionadas foram tocadas pela Super Mario Galaxy Orchestra. Recriando a experiência de jogo, Wanamo interligou os temas com naturalidade inacreditável.</p>
<p>Apenas o começo da <a href="http://www.goear.com/listen/4d6c064/overture-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Overture”</strong></a> é tocada porque você não quer perder tempo na tela-título e jogar logo. <a href="http://www.goear.com/listen/1635471/starbit-festival-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Starbit Festival”</strong></a> surge espontaneamente, e é tragada pelo terror da <a href="http://www.goear.com/listen/8a05d63/attack-koopas-fleet-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Attack! Koopa&#8217;s Fleet”</strong></a>, com o aditivo do coral imponente, e tem um significado especial por ser originalmente a <a href="http://www.goear.com/listen/022f00a/airship-super-mario-bros-3-koji-kondo"><strong>“Airship”</strong></a> do Super Mario Bros. 3. <a href="http://www.goear.com/listen/6e111b7/catastrophe-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Catastrophe”</strong></a> e <strong><a href="http://www.goear.com/listen/fee7a03/peachs-castle-is-stolen-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Peach&#8217;s Castle Stolen”</strong></a></strong> completam o clima catrastrófico.</p>
<p>Acalmam-se os ânimos para entrarmos na memorável <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=9f6c94e"><strong>“Egg Planet”</strong></a>, que, prestes a atingir o ápice conflui na maravilhosa <a href="http://www.goear.com/listen/6c92b9c/battle-rock-mario-galaxy-ochestra"><strong>“Battle Rock”</strong></a>, e ainda teima a aparecer nas cordas. Muda sutilmente para a <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=3e4bfb6"><strong>“Floater Land”</strong></a>, com a flauta fazendo a voz do timbre agudo da original. O trompete evoca brevemente a <a href="http://www.goear.com/listen/5042d27/galaxy-plant-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Galaxy Plant”</strong></a>, as cordas <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=9f6c94e"><strong>“Egg Planet”</strong></a>, e a <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=ba2fbdd"><strong>“Wind Garden”</strong></a> floresce pela primeira vez, mas é esmagada pela <a href="http://www.goear.com/listen/09ed2f3/arch-nemesis-king-koopa-mario-galaxy-orchestra"><strong>“Arch Nemesis King Koopa”</strong></a> e pouco depois a <a href="http://www.goear.com/listen/debc116/battle-for-the-grand-star-mario-galaxy-orchestra"><strong>&#8220;Battle for Grand Star”</strong></a>, ainda mais bombásticas com o reforço do coral, à moda da <a href="http://www.goear.com/listen/efff521/Fateful-Decisive-Battle-Ryo-Nagamatsu"><strong>“Fateful Decisive Battle”</strong></a> do Super Mario Galaxy 2. A batalha está ganha, e a <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=ba2fbdd"><strong>“Wind Garden”</strong></a> ganha um novo significado com o coro em latim. Para fechar, um trechinho da <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=fba445b"><strong>“Super Mario Galaxy”</strong></a>.</p>
<p>Jamais ouvi o medley com quatro faixas do <a href="http://hadouken.wordpress.com/category/game-music/press-start-symphony-of-games/2008-press-start-symphony-of-games-game-music/"><strong>Press Start 2008</strong></a>, mesmo arranjada pelo próprio Mahito Yokota, e ainda assim declaro desde já a melhor performance do Super Mario Galaxy. O restante é de músicas únicas – <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=ba2fbdd"><strong>“Wind Garden”</strong></a> no PLAY! A Video Game Symphony e <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=9f6c94e"><strong>“Egg Planet”</strong></a> no Games in Concert 3.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/jk_jQB9Iius?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><strong>Segundo ato</strong></p>
<p><strong>09 – “The Legend of Zelda (Symphonic Poem)”</strong></p>
<p><a href="http://www.goear.com/listen/841ea3e/the-legend-of-zelda-symphonic-poem-i-hyrulian-child-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-state-choir-latvija-dita-tarvida-rony-barrak"><strong>I. Hyrulian Child</strong></a><br />
<a href="http://www.goear.com/listen/d2d467d/the-legend-of-zelda-symphonic-poem-ii-dark-lord-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-state-choir-latvija-dita-tarvida-rony-barrak"><strong>II. Dark Lord</strong></a><br />
<a href="http://www.goear.com/listen/9b475fa/the-legend-of-zelda-symphonic-poem-iii-princess-of-destiny-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-state-choir-latvija-dita-tarvida-rony-barrak"><strong>III. Princess of Destiny</strong></a><br />
<a href="http://www.goear.com/listen/c016dc0/the-legend-of-zelda-symphonic-poem-iv-battlefield-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-state-choir-latvija-dita-tarvida-rony-barrak"><strong>IV. Battlefield</strong></a><br />
<a href="http://www.goear.com/listen/b54a5fd/the-legend-of-zelda-symphonic-poem-v-hero-of-time-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-state-choir-latvija-dita-tarvida-rony-barrak"><strong>V. Hero of Time</strong></a></p>
<p>Composição: Koji Kondo e Toru Minegishi<br />
Arranjo: Jonne Valtonen</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18604" title="The Legend of Zelda: Ocarina of Time" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/legend-of-zelda-ocarina-of-tim.jpg?w=200&#038;h=175" width="200" height="175" />Quem poderia prever que um ano depois do concerto que apresentou as maravilhas dos segmentos de 18 minutos, teríamos já um número com o dobro de duração? Suíte é suíte e poema sinfônico é poema sinfônico. Não são a mesma coisa, apesar de ambas contarem uma história. Neste caso aqui é como se fosse uma ópera, mas sem letra. Em vez de uma ideia central, há cinco temas, ou estrofes, por assim dizer, para narrarem momentos da epopeia de Link. Há uma distinção clara entre os temas, e cada faixa é desenvolvida de maneira ainda mais rica do que nas suítes, para colocar à prova a criatividade de Jonne Valtonen.</p>
<p>Comecemos então com Hyrulian Child. A <a href="http://www.goear.com/listen/30df2b4/Overworld-%5BThe-Legend-of-Zelda%5D-Koji-Kondo"><strong>“Overworld”</strong></a>, ou tema principal da série como preferir, atinge proporções inimagináveis se arranjada para orquestra – sinceramente duvido que Koji Kondo pensou nisso quando a compôs. Sob o som de sussurros, a música é executada de maneira faustosa em diferentes vibrações. Após o caos das cordas, a <a href="http://www.goear.com/listen/05c8080/kokiri-forest-koji-kondo"><strong>“Kokiri Forest”</strong></a> cintila, e o pizzicato me dá a impressão de que a fada Navi está sobrevoando a floresta até dar de cara com o personagem, como na começo de Ocarina of Time. O tema é repetido e desenvolvido exaustivamente. A interpretação majestosa quase emenda no tema, quando viraremos a página para o segundo movimento Dark Lord.</p>
<p>A perversidade de Ganondorf é exprimida no solo do contrafagote, logo ampliada para toda a orquestra em um momento sombrio em que o coral realiza a primeira e explosiva intervenção. É a <a href="http://www.goear.com/listen/3f7c080/ganondorfs-theme-the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-koji-kondo"><strong>“Ganondorf&#8217;s Theme”</strong></a>, que, mesmo tão simples e curta, foi recriada de maneira incrível, com o coral ainda mais impactante.</p>
<p>No terceiro movimento, Princess of Destiny, usa-se com frequência a celesta para climatizar a realeza de Zelda no Reino de Hyrule. Rapidamente se ouve a <a href="http://www.goear.com/listen/05c8080/kokiri-forest-koji-kondo"><strong>“Kokiri Forest”</strong></a> no oboé, e a orquestra explode no esplendor de <a href="http://www.goear.com/listen/054a7cc/hyrule-castle-the-legend-of-zelda-a-link-to-the-past-koji-kondo"><strong>“Hyrule Castle”</strong></a>. A delicadeza da <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=59984e2"><strong>“Zelda&#8217;s Theme”</strong></a> é sentida na flauta e no flautim. E quando entram as cordas então? Que espetáculo! Mais adiante, vem de novo a <a href="http://www.goear.com/listen/05c8080/kokiri-forest-koji-kondo"><strong>“Kokiri Forest”</strong></a> em combinação com a <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=59984e2"><strong>“Zelda&#8217;s Theme”</strong></a>. Tudo se apazigua, fica um suspense no ar, o coral aparece, e o quarto movimento, Battlefield, se inicia de maneira tranquila e se ouve apenas uma voz&#8230;</p>
<p>Que coisa mais fabulosa é essa? Possivelmente o momento mais belo de todo o poema quando a soprano Dita Tarvida entoa a <a href="http://www.goear.com/listen/520402e/light-spirits-theme-toru-minegishi-asuka-ota-koji-kondo"><strong>“Light Spirits Theme”</strong></a>, em alternância com o coral. Causou imenso espanto na hora, como o Shades e o Fantasies não utilizaram solos vocais. A partir daí surge uma sucessão alucinante de temas de batalha, em que Ronny Barrak concede maior dinamismo na performance. Até a <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=e16194e"><strong>“Dark World”</strong></a> aparece numa interpretação com andamento bem rápido. Trecho de pura tensão em que se destaca o piano.</p>
<p>Mais uma vez conquista-se a vitória e o quinto movimento Hero of Time inicia-se com o violino de Juraj Cizmarovic. Rapidamente escutam-se <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=59984e2"><strong>“Zelda’s Theme”</strong></a> no fagote e <a href="http://www.goear.com/listen/05c8080/kokiri-forest-koji-kondo"><strong>&#8220;Kokiri Forest”</strong></a> no oboé, e o tema principal surge primeiro com a orquestra e depois o coral irrompe, rumando até o final grandiloquente.</p>
<p>Provavelmente por não ser um profundo conhecer das trilhas mais recentes da série, acabei sentido falta de algumas músicas icônicas da velha guarda, o que geralmente é o oposto do que acontece, quando prefiro as novidades. Por exemplo, <a href="http://www.goear.com/listen/6994817/kakariko-village-the-legend-of-zelda-a-link-to-the-past-koji-kondo"><strong>“Kakariko Village”</strong></a> e <a href="http://www.goear.com/listen/ba0325b/the-goddess-appears-the-legend-of-zelda-a-link-to-the-past-koji-kondo"><strong>“The Goddess Appears”</strong></a>. Mas nada fatal. Que se trata de um arranjo sem precedentes, pisando em um terreno onde nenhum concerto de games jamais esteve pela complexidade e ambição, não tenho a menor dúvida. Contudo, pela minha limitadíssima experiência com obras do período romântico, que é a fonte de inspiração do arranjo e nascedouro do formato de poema sinfônico, achei que o número de Zelda exige uma dedicação dos ouvintes maior que o habitual. Como parece ser uma constante nos trabalhos do Jonne Valtonen, é ao longo do tempo, após muitas apreciações, que se consegue absorver tudo.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/SlNhwnssA8g?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><strong>10 – <a href="http://www.goear.com/listen/d9bf50b/encore-currendo-saltando-ludendo-radio-broadcast-wdr-radio-orchestra-state-choir-latvija-benyamin-nuss-ronny-barrak">“Encore (Currendo. Saltando. Ludendo)”</a></strong><br />
Originais: <a href="http://www.goear.com/listen/f154108/staff-credits-the-legend-of-zelda-the-wind-waker-kenta-nagata-hajime-wakai-toru-minegishi-koji-kondo"><strong>“Staff Credits”</strong></a> (The Legend of Zelda: The Wind Waker) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/815d0a8/ending-staff-roll-metroid-prime-3-corruption-kenji-yamamoto"><strong>“Ending Staff Roll”</strong></a> (Metroid Prime 3: Corruption) / <a href="http://www.goear.com/listen/772c606/A-Panoramic-View-Hajime-Wakai"><strong>“A Panoramic View”</strong></a> (Pikmin) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/edb29d2/ending-staff-roll-metroid-prime-2-echoes-kenji-yamamoto"><strong>&#8220;Ending Staff Roll&#8221;</strong></a> (Metroid Prime 2: Echoes) ~<strong> <a href="http://www.goear.com/listen/54059bb/ending-staff-roll-metroid-prime-kenji-yamamoto-kouichi-kyuma">“Ending Staff Roll”</a></strong> (Metroid Prime) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/baa8e46/theme-of-super-metroid-kenji-yamamoto" rel="nofollow"><strong>“Theme of Super Metroid”</strong></a> (Super Metroid) ~ <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=fba445b"><strong>“Super Mario Galaxy”</strong></a> (Super Mario Galaxy) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/511f10b/opening-star-fox-64-koji-kondo"><strong>“Opening”</strong></a> (Star Fox 64) ~ <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=fba445b"><strong>“Super Mario Galaxy”</strong></a> (Super Mario Galaxy) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/30df2b4/Overworld-%5BThe-Legend-of-Zelda%5D-Koji-Kondo"><strong>“Overworld”</strong></a> (The Legend of Zelda) / <a href="http://www.goear.com/listen/0025051/big-blue-naoto-ishida"><strong>“Big Blue”</strong></a> (F-Zero) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/14f4eb7/ending-super-mario-bros-3-koji-kondo"><strong>“Ending”</strong></a> (Super Mario Bros. 3) ~ <a href="http://www.goear.com/listen/ddcab41/super-mario-galaxy-2-mahito-yokota"><strong>“Super Mario Galaxy 2” </strong></a>(Super Mario Galaxy 2)</p>
<p>Composição: diversos<br />
Arranjo: Roger Wanamo</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-18605" title="Metroid Prime" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/metroidprime1.jpg?w=200&#038;h=175" width="200" height="175" />Já vacinado com o bis do Symphonic Fantasies, eu tinha um pressentimento de que haveria um segmento extra. Só não imaginava que traria tantas surpresas, e ainda tão recentes. O tema celta <a href="http://www.goear.com/listen/f154108/staff-credits-the-legend-of-zelda-the-wind-waker-kenta-nagata-hajime-wakai-toru-minegishi-koji-kondo"><strong>“Staff Credits”</strong></a> de Wind Waker é reproduzido no piano de Nuss, que substitui o timbre de banjo da original, e no darbuka de Ronny Barrak, com direito a solos de flauta e violino, no momento em que entra o State Choir Latvija. Antes mesmo de o tema terminar, o coral entoa nada menos do que a <a href="http://www.goear.com/listen/815d0a8/ending-staff-roll-metroid-prime-3-corruption-kenji-yamamoto"><strong>“Ending Staff Roll”</strong></a> do Metroid Prime 3 (com Pikmin bem ao fundo) e a <a href="http://www.goear.com/listen/edb29d2/ending-staff-roll-metroid-prime-2-echoes-kenji-yamamoto"><strong>“Ending Staff Roll”</strong></a> do Metroid Prime 2 continuamente para deixar muitos fãs sedentos em relação ao que pode ser feito com as trilhas mais recentes da série. Não acabou ainda a primazia: repare a partir de 1:56 o piano e as flautas tocando a <a href="http://www.goear.com/listen/54059bb/ending-staff-roll-metroid-prime-kenji-yamamoto-kouichi-kyuma"><strong>&#8220;Ending Staff Roll&#8221;</strong></a> do primeiro Metroid Prime!</p>
<p>Com um piano muito mais em evidência que a original, a <a href="http://www.goear.com/listen.php?v=fba445b"><strong>“Super Mario Galaxy”</strong></a> aparece, com breves intervenções da <a href="http://www.goear.com/listen/511f10b/opening-star-fox-64-koji-kondo"><strong>“Opening”</strong></a> (Star Fox 64) (2:56 a 3:00) e <a href="http://www.goear.com/listen/0025051/big-blue-naoto-ishida"><strong>“Big Blue”</strong></a> (2:29 a 3:31) nos trombones. Simultaneamente os trompetes tocam o tema principal de Zelda e de novo a <a href="http://www.goear.com/listen/0025051/big-blue-naoto-ishida"><strong>“Big Blue”</strong></a> nas flautas. Amigo, a música na sequência é para enfartar. <a href="http://www.goear.com/listen/cf39916/ending-super-mario-bros-koji-kondo"><strong>“Ending”</strong></a> do Super Mario Bros. 3, mesmo tão diminuta, executada com coral em latim. Poderia acabar por aqui, estaria imensamente feliz. Daí me vem com Super Mario Galaxy 2! Isso que o jogo saiu em maio de 2010. Na hora nem reparei dada a emoção: trata-se do trecho da <a href="http://www.goear.com/listen/7109760/The-Starship-Travels-Mahito-Yokota"><strong>“The Starship Travels”</strong></a> de Mahito Yokota do tema dos créditos <a href="http://www.goear.com/listen/ddcab41/super-mario-galaxy-2-mahito-yokota"><strong>“Super Mario Galaxy 2”</strong></a>, mais uma vez com a implementação do coral. Assim que ouvi a suíte do Super Mario Galaxy fiquei sonhando o que o Wanamo não faria com SMG2, cuja trilha gostei mais ainda que a do primeiro. Não poderia imaginar que isso aconteceria no mesmo concerto minutos depois. O final é genial, com o coral entoando “Nintendo”.</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/idoWcB1icxM?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p><strong>Lenda viva dos concertos</strong></p>
<p>A meu ver, a criatividade artística do Symphonic Legends deu um passo além nas experimentações dos predecessores, o que causou reações variadas no público local e em apreciadores de diversas procedências. O produtor Thomas Boecker já sabia disso como comentado em entrevista ao <a href="http://www.squareenixmusic.com/features/interviews/thomasboecker6.shtml"><strong>SEMO</strong></a> realizada antes do espetáculo. &#8220;Eu nunca quero jogar seguro escolhendo apenas as músicas favoritas dos fãs, e ir pelo caminho mais fácil com arranjos simples o mais próximo possíveis dos originais, apenas para evitar que alguém fique chateado&#8221;, diz. “Há sempre espaço para discussões polêmicas – basta voltarmos a pensar no Turrican II do Symphonic Shades ou em todo o conceito do Symphonic Fantasies. Há o risco de que certas pessoas podem não gostar, mas eu prefiro uma discussão saudável sobre os meus concertos do que declarações como ‘bem, ficou bacana’ cada dia”.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-18619" title="Apenas o maravilhoso State Choir Latvija tem mais pessoas que muitas apresentações no palco inteiro" alt="" src="http://hadouken.files.wordpress.com/2010/10/chorus.jpg?w=450&#038;h=202" width="450" height="202" /></p>
<p>Em parte isso é uma consequência natural de o programa ser tão diversificado ao abarcar tantos jogos e estilos dentro da coerência do concerto como um todo. Foi uma ideia bastante arrojada para músicas de jogos da Nintendo, uma produtora essencialmente nostálgica. Digo isso porque é essa nostalgia é muitas vezes evocada em determinadas apresentações de forma superficial e simplória, sem conteúdo.</p>
<p>Enquanto isso, o Symphonic Legends se apresentou como uma substancial jornada pelas principais franquias da Nintendo com momentos de puro êxtase difícil de imaginar em outro concerto, como o coral avassalador de Star Fox, a seleção genial de músicas do Mario, o duo violino e piano de Donkey Kong Country, a soberba viagem galáctica do Super Mario Galaxy, o solo vocal de Zelda, e o tema de encerramento do Mario no número final, para falar de algumas. Tantos momentos memoráveis não acontecem todos os dias em um mesmo concerto de semelhante qualidade de performance, e penso que a maioria dos segmentos deve ser tocada pelo menos alguma vez no Japão.</p>
<p>O lançamento de um CD parece mais improvável do que nunca pelas restrições da produtora, mas caso um dia venha a acontecer será um registro muito bem-vindo de uma das mais formidáveis homenagens musicais que a Nintendo já recebeu.</p>
<p>Agradecido ao <a href="http://www.thomasboecker.com/"><strong>Thomas Boecker</strong></a> por todas as informações, ao <a href="http://gamerlifestyle.com.br"><strong>Fabão</strong></a> pelo detalhe sobre o Twitter do Masashi Hamauzu, e ao Radical Dreamer e DGC pela ajuda na decifragem de faixas executadas.</p>
<p style="text-align:right;">[imagens via <a href="http://www.squareenixmusic.com/features/reports/symphoniclegends.shtml"><strong>SEMO</strong></a>]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Review - The Duchess of Malfi, Punchdrunk/ENO]]></title>
<link>http://westendwhingers.wordpress.com/2010/07/23/review-the-duchess-of-malfi-great-eastern-quay/</link>
<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 09:52:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Phil (a west end whinger)</dc:creator>
<guid>http://westendwhingers.wordpress.com/2010/07/23/review-the-duchess-of-malfi-great-eastern-quay/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;It&#8217;s just more of the same, really,&#8221; lamented Andrew, finally able to relax a bit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-7677" title="DOM_Web" src="http://westendwhingers.files.wordpress.com/2010/07/dom_web.jpg?w=212&#038;h=300" alt="" width="212" height="300" />&#8220;It&#8217;s just more of the same, really,&#8221; lamented Andrew, finally able to relax a bit and gather his thoughts now that the Whingers and party had located the hidden bar.</p>
<p>&#8220;It&#8217;s <em>less </em>of the same,&#8221; retorted Kat, pithily, which is exactly what the Whingers would have said had they thought of it.</p>
<p>Indeed. <em>The Duchess of Malfi </em>feels like Punchdrunk spread somewhat thin, despite the addition of an orchestra. The venue feels larger (three stories of an unoccupied office in Gallions Reach, Beckton) but there seem to be  fewer actors and less going on.</p>
<p>Mind you, this time they&#8217;ve really upped their game when it comes to the futility involved in being an audience member.<!--more--></p>
<p>God knows, the plot of <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Webster">John Webster</a>&#8216;s <em>The Duchess of Malfi</em> is <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Duchess_of_malfi#Plot:_Scene_by_scene_breakdown">complicated enough</a> as it is and as told by Punchdrunk there is no chance of getting to grips with what&#8217;s supposed to be going on.</p>
<p>This was the Whingers&#8217; third <a href="http://http//www.punchdrunk.org.uk/main2.htm">Punchdrunk</a> experience and it&#8217;s surprising quite how much the law of diminishing returns asserts itself.</p>
<p>Nothing surprised or delighted us. And that makes for a terrible feeling. Whatever you might believe, the Whingers are not tired old cynics with a permanent air of &#8220;seen that&#8221;. Andrew actually has the memory of a goldfish meaning that practically everything is new and exciting.</p>
<p>But yes, the world goes round and round and round and round and round. Phil found himself humming Sondheim&#8217;s &#8220;I Never Do Anything Twice&#8221;. Except he had done something twice. In fact, this was the thrice. And before you say it, yes, we probably shan&#8217;t go again because there are plenty of people who can&#8217;t get enough Punchdrunk and plenty of people who would like to give it a whirl but haven&#8217;t had the opportunity (these 13 performances reportedly sold out within six hours and brought the ENO website to its knees). So let them have a turn.</p>
<p>The reason for going thrice was the <a href="http://www.eno.org/">ENO</a> dimension. Not that the Whingers really do opera, but the idea of adding an orchestra and opera singers to the mix really did sound quite appealing.</p>
<p>As it was, we only caught one bit of singing (the chances are slim that you will catch anything very much &#8211; apart from tetanus as a result of tripping over artfully discarded office detritus). On the other hand, there is an awful lot of walking to be done.</p>
<p>The bar only serves Courvoisier punch, albeit in china cups and saucers which would be a fantastic idea if<em> The Duchess of Malfi</em> was set in prohibition America, but this version  didn&#8217;t seem to be. You can also buy a teapot of punch to share but it seemed that three cups gave you more and cost you less. It&#8217;s not very alcoholic either. The Whingers had three cups and didn&#8217;t get any-kind-of-drunk. Certainly not drunk enough to say they loved it.</p>
<p>After wandering aimlessly a bit more we were ushered, rather unceremoniously, into a large hangar for the &#8220;grand&#8221; finale. Penitents wafted around in Santa Semana robes carrying wooden crosses. A woman (The Duchess?) was carried aloft on a throne and placed at the end of a long, raised traverse stage. A thurible swang dangerously overhead. Dancers in underpants with slashed-to-the-armpit red robes fannied around on a catwalk waving their bottoms about and thrusting their groins into each other. <a href="http://www.dv8.co.uk/">DV8</a> have an awful lot to answer for.</p>
<p>Another tune entered Phil&#8217;s head, and goodness knows it was catchier than anything going on here.</p>
<blockquote><p>&#8220;And I do my little turn on the catwalk<br />
Yeah on the catwalk yea on the catwalk, yeah<br />
I shake my little tush on the catwalk&#8221;</p></blockquote>
<p>It was so incredibly dull that the Whingers cut their losses and fled to avoid the queue for the coat check (&#8220;£1 per bag. No coats&#8221;). A little of <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Torsten_Rasch">Torsten Rasch&#8217;s</a> rather modern (in the sense of atonal, not in the sense of The Beatles) music went a very long way indeed and at times the whole thing (male alto singer with white face, modern dance in cheap robes) seemed more like a parody of modern performance art than the real thing. Or perhaps they are the same. What do we know?</p>
<p>But if the power of  Punchdrunk lessens each time, there is one aspect that seems to get more intense &#8211; the arrogance. Time was (when going to <em>Faust</em> say) that you felt <em>invited </em>to put on a mask and try out the experience. Now the invitation has become a command. &#8220;Wear your mask at all times. Do not touch the musicians&#8217; music. The people in the black masks are NOT their to guide you,&#8221; barked the woman handing out the masks. &#8220;And enjoy yourself,&#8221; Andrew added on her behalf as the Whingers&#8217; party headed off.</p>
<p>It&#8217;s not often that the Whingers &#8211; or anyone else these days for that matter &#8211; agree with Michael Coveney but we know what he means when <a href="http://blogs.whatsonstage.com/2010/07/19/bum-ride-on-the-bum-bum-train/">he says</a> that what he dislikes about Punchdrunk is &#8221;the fascistic sense of coercion, the bullying, the refusal to ask “off-piste” questions,  say about health or safety, the thin dramaturgy, the bad acting.&#8221;</p>
<p>The unspoken contract between performer and audience member in the legitimate theatre is a long established (well, perhaps a century or so) treaty in which &#8211; inter alia &#8211; it is understood by both parties who gets to speak and who remains silent. Punchdrunk is happy to tear up this agreement. By turning up the audience consents to some kind of review of the status quo. But the problem is that all down the line it&#8217;s Punchdrunk that dictates the new contract. Of course, you don&#8217;t <em>have </em>to agree to the letter of the contract but as a great man once said, &#8220;They don&#8217;t like it up &#8216;em Mr Mannering&#8221; and actually much fun can be derived from the evening by challenging the authority figures (when not at the expense of the &#8220;enjoyment&#8221; of other audience members, obviously).</p>
<p>Indeed, the Whingers&#8217; happiest moments in asking the guides questions and forcing them to speak. And when someone tried to guide the Whingers physically, it was rather cathartic to be able to bark &#8220;Don&#8217;t touch me!&#8221;</p>
<p>So, our advice is to take resposibility for your evening; if you want to go outside and get some air, insist on it. If you&#8217;re sick of wandering round missing all the action, just explain to someone that you are bored and that as a customer you would like some assistance in getting £35 worth of something out of the evening. In retrospect, perhaps we should have asked someone to explain what was going on to us.</p>
<p>If you need any inspiration, just take a look at the musicians. They&#8217;re brilliant. It&#8217;s well known that musicians are the least engaged members of any theatrical endeavour &#8211; and here they get a chance to shine: just watch their grumpy gaits as they make their way to their seats with their masks reluctantly placed atop their heads and their mouths scowling at the indignity of it all. Marvellous stuff.</p>
<p>You too can make up your own narrative. In fact you will have to if you want anything other than a night of incoherence.</p>
<p>As the Whingers emerged gratefully into the refreshing night air,  Phil found himself humming something else: &#8220;What&#8217;s it all about, Malfi?&#8221;</p>
<p><strong>Rating</strong></p>
<p>An extra * for effort.</p>
<p><a href="http://westendwhingers.files.wordpress.com/2010/01/rating-score-2-5-slightly-corked-or-vinegary.png"><img title="rating score 2-5  slightly corked or vinegary" src="http://westendwhingers.files.wordpress.com/2010/01/rating-score-2-5-slightly-corked-or-vinegary.png?w=380&#038;h=84" alt="Two out of Five: slightly corked or vinegary" width="380" height="84" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guest Review – The Duchess of Malfi – Punchdrunk and E.N.O. on location]]></title>
<link>http://webcowgirl.wordpress.com/2010/07/18/review-the-duchess-of-malfi-punchdrunk-eno/</link>
<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 13:47:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>shadowdaddy</dc:creator>
<guid>http://webcowgirl.wordpress.com/2010/07/18/review-the-duchess-of-malfi-punchdrunk-eno/</guid>
<description><![CDATA[(There is now also a mini-review of this show done by this blog&#8217;s usual author available here]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(There is now also a mini-review of this show done by this blog&#8217;s usual author available <a href="http://webcowgirl.wordpress.com/2010/07/20/mini-review-duchess-of-malfi-punchdrunk-with-english-national-opera/">here</a> if you would like to read it.)</p>
<p>Promenade is all the rage, <a href="http://webcowgirl.wordpress.com/2010/07/17/review-hotel-medea-arcola/">remember</a>? And when it comes to promenade performances, <a href="www.punchdrunk.org.uk">Punchdrunk productions</a> are acknowledged masters in creating sprawling, immersive environments around a story, and so the announcement that they would be collaborating with English National Opera on a new production of <em>The Duchess of Malfi</em> this year, it was clearly going to be event of the season. Demand was so high the day tickets went on sale that the <a href="http://www.thestage.co.uk/news/newsstory.php/28464/punchdrunks-malfi-crashes-eno-website">E.N.O. ticketing system crashed</a>, and the entire run sold out in short order.</p>
<p>So how is it? Well, <a href="http://www.gumtree.com/cgi-bin/list_postings.pl?search_terms=duchess+of+malfi+tickets">keep an eye on the classifieds</a>: you may see more tickets going cheaper as the run goes on.</p>
<p>It&#8217;s the standard Punchdrunk rules: audience members are given white masks to wear and are free reign to wander a bulding full of meticulously created environments which give various clues and information about the story, and often later become locations for specific scenes. Crew and ushers wear black masks, and performers are the only ones who have faces exposed.</p>
<p>This time the space fills a new-but-empty multifloor office building in the wilds of far East London. As usual, there is a forensic level of detail: notes left on tables and in drawers connect in fascinating ways; labels on medicine bottles are for characters we meet later; every love letter of hundreds crumpled in a corner is a genuine text, addressed to a different person. Where they&#8217;ve taken the time to fill the space, it is done with mind-bending completeness.</p>
<p>The problem, though, is that they&#8217;ve not been able to take the time everywhere. The building feels simply too big to fill. Empty space is used well in a few places, creating a grand sense of scale in a forest of trees, but elsewhere we find long stretches of nothing, which end up being reminders that we are just in an empty office building &#8211; particularly when in transit between floors, either via the internal stairwells or the elevators, both located in hallways which have been almost completely ignored.</p>
<p>As with most opera, it&#8217;s worth having an idea of the story beforehand, or at least the big idea. I think that&#8217;s key for any Punchdrunk production, actually, as it really helps to be able to put things back into context when you see them out of order. It adds to the experience. E.N.O. provides <a href="http://www.eno.org/explore/knowledge-bank/synopses.php?id=898">a synopsis</a> on the website, but reading it after the fact I think huge sections of it are backstory which we never get in the performance. And there&#8217;s stuff which never quite made sense: There was something about lycanthopy going on in many of the notes and files found in the set dressings, which I saw incorporated visually in the performance but never really figured out. Librettist Ian Burton has distilled the entirety of the story into about 40 minutes total, presumably so they can run through it all twice before the finale. This is similar to the format Punchdrunk used for <a href="http://webcowgirl.wordpress.com/2008/01/06/punchdrunk-productions-masque-of-the-red-death-battersea-arts-centre/"><em>Masque of the Red Death</em></a>, which gives the audience more opportunity to see more of the show. But as usual, things happen simultaneously, things appear and disappear (was that bar there the entire time? I&#8217;m sure I&#8217;d walked past that door before&#8230;) and there&#8217;s really no way you can or will see all of it, and it doesn&#8217;t actually matter.</p>
<p>Or does it?</p>
<p>The biggest question I had in thinking about this piece, before and after seeing it, is whether opera can work in a non-linear environment.</p>
<p>Now, I found this musically challenging in the first place. The production features a new score by Torsten Rasch which is largely in a twiddly, post-modern style I find unmusical and grating anyway &#8211; most notably the seemingly random octave leaps up and down, within a single sung line. Why? I admit I&#8217;ve not studied atonal composition theory so I&#8217;ve never really understood this particular school of music, but you know what? I don&#8217;t think I should need graduate-level academic knowledge to enjoy something created for public performance. And, while our singers were quite good (most memorably Claudia Huckle as the duchess and Andrew Watts as the falsetto <span style="text-decoration:line-through;">Cardinal</span> brother Ferdinand), more often than not the vocal fireworks meant I lost words and frequently entire lines of text, and I ultimately found myself frustrated, with very little verbal information about the story I was supposed to be following. There&#8217;s a reason E.N.O. still runs supertitles at the Coliseum even though their productions are sung in English.</p>
<p>That said, I also think there&#8217;s an inherent conflict in the structural requirements of an opera &#8211; or at least of this score &#8211; and the free-form, choose-your-own-adventure format of the production. A Punchdrunk narrative provides few clear stopping and starting points but instead creates a sense that something is always happening, and as a viewer you step in and out of the continuum as you move through the world they create. If you&#8217;re ever feeling out of the loop at a Punchdrunk show, the thing to do is just follow a character and interesting things will happen along the way. Music, by contrast, fundamentally relies on developing and exploring themes in a time-based, linear fashion. Following the tuba player between orchestral movements just doesn&#8217;t have the same effect. Watching the musicians set up and play kills the whole feeling that something interesting is happening elsewhere. It&#8217;s clearly where we&#8217;re meant to be at that moment in time, and that is in direct conflict with the best part of a Punchdrunk experience.</p>
<p>After roaming around for a couple hours, I decided I was done. I knew they&#8217;d be running things twice, and as I stumbled into a scene I&#8217;d already seen, I decided to head for the door. I didn&#8217;t like the music, I wasn&#8217;t getting much story, random moments of &#8220;neat&#8221; were few and far between, and combined with a long journey back to civilization it just wasn&#8217;t adding up to making me want to stay longer.</p>
<p>Heading down and trying to backtrack to where we came in, I was turned back at the next-to-last door, with the usher saying they were just about to do the finale so he needed me to go back in. I couldn&#8217;t leave! That unfortunately took me from &#8220;done&#8221; to &#8220;downright grumpy,&#8221; but I figured at least I knew it would soon be over.</p>
<p>As happened at last year&#8217;s Masque of the Red Death, the finale takes place in a space we&#8217;ve not seen before, large enough for everyone to be all at once and for a truly &#8220;big&#8221; finish &#8211; in this case a sizeable warehouse attached to the building. And, as I could have expected, the finale is indeed marvelously theatrical, the few bits of story I did have kind of came together into a clearer view of the whole, and there is a truly grand moment of spectacle. But it wasn&#8217;t enough of a payoff for me, and I didn&#8217;t dally after the lights went up.</p>
<p>All due credit for a valiant effort at something extraordinary. You can&#8217;t win if you don&#8217;t play, as they say, but for this gamble we get nothing extraordinary, or even particularly new. If you&#8217;ve seen Punchdrunk before, you&#8217;ve seen this before, and done better.</p>
<p>(This is for a performance which took place on July 13, 2010. Performances continue through July 24. Though the <a href="http://www.eno.org/see-whats-on/productions/production-page.php?itemid=861">info page on the ENO site</a> says it&#8217;s completely sold out, the ticketing system is showing some availability, and there&#8217;s of course <a href="http://www.gumtree.com/cgi-bin/list_postings.pl?search_terms=duchess+of+malfi+tickets">gumtree</a>&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Opera review: ENO/Punchdrunk: Duchess of Malfi]]></title>
<link>http://johnsonsrambler.wordpress.com/2010/07/16/opera-review-enopunchdrunk-duchess-of-malfi/</link>
<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 12:21:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tim Rutherford-Johnson</dc:creator>
<guid>http://johnsonsrambler.wordpress.com/2010/07/16/opera-review-enopunchdrunk-duchess-of-malfi/</guid>
<description><![CDATA[My review of ENO and Punchdrunk&#8217;s production of The Duchess of Malfi is now online at Musicalc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[My review of ENO and Punchdrunk&#8217;s production of The Duchess of Malfi is now online at Musicalc]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Battleship Potemkin (2005)]]></title>
<link>http://psbflamio.wordpress.com/2009/02/01/battleship-potemkin-2005/</link>
<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 16:20:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>flamio</dc:creator>
<guid>http://psbflamio.wordpress.com/2009/02/01/battleship-potemkin-2005/</guid>
<description><![CDATA[Los Pet Shop Boys recibieron el encargo de realizar una banda sonora de acompañamiento para el legen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Los Pet Shop Boys recibieron el encargo de realizar una banda sonora de acompañamiento para el legendario film mudo de Eisenstein &#8220;Acorazado Potemkin&#8221; para una proyección pública que iba a realizarse en Trafalgar Square. Eso sucedió el 12 de Septiembre de 2004.</p>
<p>En el transcurso del año siguiente, el elenco que realizó esa representación: Pet Shop Boys y la  Dersdner Sinfoniker con el director Jonathan Stockhammer al frente se reúnen para grabar esa música y editar el CD con la misma. El disco publicado por la división de música clásica de su compañía de discos, hace que en los créditos aparezcan Tennant/Lowe en lugar de Pet Shop Boys ya que en los discos clásicos se menciona al compositor y luego a los artistas que reproducen la música.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-752" title="battleship" src="http://psbflamio.files.wordpress.com/2009/02/battleship.jpg?w=510&#038;h=442" alt="battleship" width="510" height="442" /></p>
<p style="text-align:center;">CD</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-753" title="battle promo" src="http://psbflamio.files.wordpress.com/2009/02/battle-promo.jpg?w=510&#038;h=448" alt="battle promo" width="510" height="448" /></p>
<p style="text-align:center;">Promo</p>
<p style="text-align:left;">Battleship Potemkin: 5 Septiembre 2005</p>
<ol>
<li>Comrades!</li>
<li>Men and maggots</li>
<li>Our daily bread</li>
<li>Drama inthe harbour</li>
<li>Nyet</li>
<li>To the shore</li>
<li>Odessa</li>
<li>No time for tears</li>
<li>To the battleship</li>
<li>After all (The Odessa staircase)</li>
<li>Stormy meetings</li>
<li>Night falls</li>
<li>Full steam ahead</li>
<li>The squadron</li>
<li>For freedom</li>
</ol>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Battleship Potemkin]]></title>
<link>http://metro.co.uk/2006/04/27/battleship-potemkin-57908/</link>
<pubDate>Thu, 27 Apr 2006 10:55:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>metrowebukmetro</dc:creator>
<guid>http://metro.co.uk/2006/04/27/battleship-potemkin-57908/</guid>
<description><![CDATA[Christopher Collett Christopher Collett &#8211; They may not bother the charts as much as they used]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Christopher Collett</p>
<div class="clrd m5b"><span class="f12 flt-l gr5">Christopher Collett &#8211; </span><span class="flt-r"></span></div>
<div class="f-c"><img src="http://metrouk2.files.wordpress.com/2009/02/petshopboys_175x125.jpg?w=175&#038;h=125" width="175" height="125" alt="The Pet Shop Boys  perform their soundtrack to Sergei M Eisenstein’s 1925 silent Russian film, Battleship Potemkin" /></div>
<div class="clrd">
<div class="art-lft">
<p>They may not bother the charts as much as they used to, but Pet Shop Boys can certainly still pull a crowd.</p>
</p>
<p>On Bank Holiday Monday, the synth-pop pair join Northern Sinfonia to perform their soundtrack to Sergei M Eisenstein&#8217;s 1925 silent Russian film, Battleship Potemkin.</p>
<p>Taking over Wallsend&#8217;s Swan Hunter Shipyard, they will play to a crowd of 14,000 people, who snapped up the free tickets in less than 48 hours.</p>
<p>First performed with Dresden Sinfoniker in 2004 at Trafalgar Square, Neil Tennant and Chris Lowe&#8217;s score was originally commissioned by London&#8217;s Institute Of Contemporary Arts, as part of a series of events taking place in the Square.</p>
<p>While they had never written a soundtrack before, they relished the prospect of creating a continuous 70-minute composition, and were also struck by the contemporary feel of Eisenstein&#8217;s account of a real-life 1904 revolt by sailors forced to eat rotten meat.</p>
<p>&#8216;It&#8217;s a striking film and has a very modern look about it,&#8217; says Tennant. &#8216;It&#8217;s a film about people rising up against oppression, and I think it can still inspire us to this day.&#8217;</p>
<p>Having written the score over the summer of 2003 and spring of 2004, Tennant and Lowe then recruited young German composer Torsten Rasch to work on an orchestral arrangement that features instrumentals, three songs and sound effects.</p>
<p>Acclaimed for his Mein Herz Brennt piece (based on the music of German industrial rockers Rammstein), Rasch proved a risky but ultimately sound choice.</p>
<p>&#8216;He&#8217;s quite avant-garde, so finding the meeting point between us and him took a while,&#8217; Tennant continues. &#8216;But, it was most definitely worth it.&#8217;</p>
<p>With a new album, Fundamental, out next month, Tennant says Pet Shop Boys have no current plans to pen any more soundtracks, but hints that they would be tempted if the right project came along.</p>
<p>&#8216;I don&#8217;t have any particular interest in doing Hollywood films, as you&#8217;re pretty much at the mercy of the director, plus people are talking over it. With a silent film, though, you&#8217;re 50 per cent of the experience.&#8217;</p>
<p>And, with dates planned in Germany and at Sydney Opera House, this sixth performance of Battleship Potemkin is not the end.</p>
<p>&#8216;When we first wrote the score, we saw that we would be able to keep on doing it, even if only sporadically,&#8217; admits Tennant. &#8216;It&#8217;s so amazing to have such a crowd of people watching a silent film.&#8217;</p>
<p>Bank Holiday Mon, Swan Hunter Shipyard, Wallsend, Newcastle upon Tyne, 9pm, free, returns only. Tel: 0191 443 4661. Metro: Wallsend. <a href="http://www.visitnewcastlegateshead.com" rel="nofollow">http://www.visitnewcastlegateshead.com</a></p>
</div>
<div class="art-rgt"></div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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