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	<title>trabalhadores &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/trabalhadores/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "trabalhadores"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 04:38:20 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Limpando a sociedade]]></title>
<link>http://pamalves.wordpress.com/2009/11/30/limpando-a-sociedade/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:40:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>pamalves</dc:creator>
<guid>http://pamalves.wordpress.com/2009/11/30/limpando-a-sociedade/</guid>
<description><![CDATA[Funcionários da limpeza sentem a discriminação, mas têm orgulho de seu trabalho Fonte: www.globo.com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>Funcionários da limpeza sentem a discriminação, mas têm orgulho de seu trabalho</h3>
<div id="attachment_80" class="wp-caption alignleft" style="width: 237px"><a href="http://pamalves.wordpress.com/files/2009/11/018245453-ex00.jpg"><img class="size-medium wp-image-80" title="Fonte: www.globo.com" src="http://pamalves.wordpress.com/files/2009/11/018245453-ex00.jpg?w=227" alt="" width="227" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: www.globo.com</p></div>
<p>Ser visto e reconhecido pela sociedade como um bom profissional é algo que todos querem. Algumas pessoas dizem que determinados trabalhos são “melhores” do que outros, e, se formos analisar pela remuneração, pode-se dizer que esse ponto de vista é correto, mas não se pode alegar que uma profissão vale mais do que outra.</p>
<p>A maioria dos pais sonha a vida toda que seus filhos serão grandes médicos, advogados, engenheiros, ou que simplesmente passarão num concurso público, mas nunca admitiriam que seus filhos optassem por serem funcionários da limpeza, embora quase todas as pessoas dessa área não tenham realmente a chance de optar. Muitos diriam que o problema em ser um auxiliar de limpeza é o salário, e que alguém que segue esse caminho não tem condições de ter uma boa qualidade de vida, o que pode ser verdade, mas um pai nunca admitiria que seu filho fizesse essa escolha porque sabe que é um trabalho pouco valorizado, tanto pelo lado da remuneração quanto pelos olhos da sociedade.</p>
<p>Todos impõem que a identidade de uma pessoa é exatamente o que ela faz para viver. Se dois amigos se encontram, por acaso, depois de anos, e perguntam um ao outro que profissão resolveu exercer, qual deles causaria a melhor impressão se um respondesse que é empresário e o outro um gari? A verdade é que um grande empresário, muitas vezes, não influencia na vida da sociedade de maneira significativa, enquanto um funcionário que torna tudo mais limpo faz toda diferença.</p>
<h3>O lazer depende deles</h3>
<p>Um exemplo da invisibilidade desses profissionais faz parte do nosso cotidiano. Nas ruas, é muito comum, para a maioria dos cidadãos, passar por um trabalhador que usa o uniforme de uma empresa de limpeza e simplesmente o ignorar. Isso também ocorre em escolas, hospitais, shoppings etc. Já foram feitas várias pesquisas por programas de televisão em que colocavam uma pessoa vestida de gari nas ruas para acompanhar como eles são ignorados e em seguida colocavam a mesma pessoa, no mesmo lugar, mas dessa vez bem vestida, e a reação da sociedade era outra. Normalmente, quando não são ignorados, esses funcionários são discriminados e passam por situações difíceis, é o que alega a auxiliar de limpeza Maria Sousa Duarte, 41, que trabalha na praça de alimentação do Píer 21.</p>
<p>Maria diz ter passado por momentos que a fizeram se sentir excluída da sociedade, mas também afirma já estar acostumada com esse tipo de discriminação. Ela acredita que as pessoas deveriam reconhecer muito mais o trabalho árduo dos auxiliares de limpeza, pois são eles que cooperam com a saúde da população mantendo o ambiente sempre limpo. “Muito dá para perceber na cara das pessoas, não é direto, mas você percebe quando é para você. Tem gente que, depois de comer, suja muito as mesas de propósito para dificultar meu trabalho. Têm pessoas muito grossas, a maioria é assim, são poucas as que jogam fora seu próprio lixo após comer. Uma vez, uma senhora muito chique viu que eu estava me aproximando, eu ia limpar a mesa ao lado, assim que comecei a limpeza, ela me olhou com cara de nojo, pegou o lanche e foi para outra mesa. Eu me senti muito excluída, mas já passou. A gente se cicatriza”, disse a auxiliar. Retirar bandejas das mesas na praça de alimentação de um shopping pode ser, aparentemente, simples, mas Maria diz ter um trabalho complicado, pois teve que aprender a lidar com diferentes tipos de pessoas, algumas muito educadas e outras que preferem mudar de lugar ao ver um funcionário se aproximando para limpar a mesa ao lado. Embora não seja uma função muito fácil, a auxiliar de limpeza não reclama e agradece por ter um emprego e se sentir útil, sempre acreditando que algum dia, todos se tratarão de igual para igual, não importando a profissão.</p>
<p>As pessoas, de um modo geral, aproveitam seu tempo livre visitando lugares que só estão limpos e acessíveis graças a um funcionário da limpeza, ou seja, o lazer também depende de quem atua nessa área, o que muitas vezes não é lembrado por quem está desfrutando do ambiente. Quase ninguém pensa em todo o trabalho que outra pessoa teve limpando aquele local e, muitas vezes, acaba desrespeitando esse serviço sem motivo algum.</p>
<h3>Sem limpeza não há saúde</h3>
<p>Ser um profissional dessa área também é importante para que outras pessoas não contraiam qualquer tipo de doença em lugares públicos que possuem esse risco, como, por exemplo, os hospitais e postos de saúde. Enquanto cuidam da sociedade através de seu trabalho, esses funcionários acabam se expondo a milhares de doenças, então devem cuidar também da sua própria saúde enquanto exercem sua função, adotando medidas necessárias para que não corram o risco de serem contaminados.</p>
<p>O auxiliar de limpeza Edivânio da Silva, 24, que trabalha no posto de saúde do Cruzeiro, tem consciência de como seu trabalho é importante e interfere de forma direta na vida da sociedade. Ele diz que nunca o trataram mal e que várias pessoas elogiam o serviço prestado, mas muita gente critica o fato dele trabalhar na área da limpeza, o que não o deixa constrangido, Edivânio tem orgulho do que faz e alega que é melhor estar trabalhando dignamente do que estar sofrendo nas ruas.</p>
<h3>Colaborar de maneira correta também faz parte</h3>
<p>É importante lembrar a pouca valorização que as próprias empresas em que esses funcionários trabalham têm sobre a atividade exercida por eles. Algumas delas até tentam colaborar com os trabalhadores e disponibilizam meios de transporte que os levam de casa para o trabalho e vice-versa, mas segundo o auxiliar de limpeza Francisco de Assis Gomes de Araújo, 40, que trabalha no terminal do Cruzeiro, a situação desses transportes é precária. Ele diz que em outros aspectos não tem motivos para reclamar da empresa, seu pagamento sai em dia, não faltam bons materiais de limpeza e todos o tratam bem, mas o que dificulta seu trabalho é o transporte que, por ser muito velho, vive quebrando e atrasa todos os funcionários, prejudicando-os. “Os ônibus que a empresa oferece estão em péssimas condições, não passam por revisões e o DETRAN não faz a vistoria, por mais que a gente reivindique”, disse Francisco. Ele afirma que uma solução para esse problema seria utilizar transportes públicos, mas que, para isso, a empresa teria que aumentar um pouco seu salário e não acha possível que isso aconteça.</p>
<p>O auxiliar de limpeza fala que muita gente elogia o que ele faz, mas ainda assim não o respeitam e continuam jogando lixo no chão. Ele também sabe a importância da função que exerce, pois é ele que mantém tudo limpo, o ambiente interno e externo organizado, e evita acidentes com o piso molhado em dias de chuva.</p>
<p>Um ponto importante, que Francisco quis enfatizar, foi a limpeza dos banheiros do terminal. Ele diz que sem o trabalho dele, os banheiros ficariam inutilizáveis porque é o que fica sujo mais rápido. “É o que precisa de mais atenção por parte dos funcionários e maiores cuidados de conservação”, disse o auxiliar.</p>
<h3>A valorização da sociedade</h3>
<p>Dar importância às diferentes profissões que existem é fundamental para que os próprios profissionais se sintam motivados e queiram progredir cada vez mais, mantendo assim uma boa qualidade de serviços prestados, principalmente se eles forem ligados ao público.</p>
<p>Desde sempre todos aprendem que a educação é importante, e ela se aplica a qualquer situação e com qualquer pessoa, principalmente com aqueles que trabalham a favor da população. Dar bom dia, boa tarde, boa noite. Agradecer por um serviço realizado. Elogiar o bom desempenho de um funcionário. Tudo isso são princípios básicos para um bom desenvolvimento do trabalho e até mesmo para um bom relacionamento entre empresa/funcionário, tornando assim o cliente mais satisfeito.</p>
<p>Exercer uma atividade de grande importância para a sociedade não é somente ser um médico, um cientista ou um jornalista, é também ficar nos “bastidores”, cuidando para que toda a população desfrute de lugares limpos e organizados, sem a poluição das ruas, das escolas, dos hospitais e dos locais de lazer. São os garis, por exemplo, que cuidam para que não aconteçam enchentes nas cidades. São os auxiliares de limpeza que cuidam para que ninguém possa pegar uma infecção num posto de saúde. São esses mesmos auxiliares que tornam um fim de semana no shopping mais agradável e limpo. A sociedade deve valorizar e respeitar o difícil trabalho que esses profissionais executam diariamente, assim como eles mesmos enxergam o que fazem e têm orgulho de ter um emprego como qualquer outro cidadão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E- 4958/09PT - Resposta dada por Maroš Šefčovič em nome da Comissão]]></title>
<link>http://jdei.wordpress.com/2009/11/30/e-495809pt-resposta-dada-por-maros-sefcovic-em-nome-da-comissao/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 08:15:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>jde9</dc:creator>
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<description><![CDATA[(25.11.2009) A promoção da diversidade cultural e do diálogo intercultural constitui um objectivo es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>(25.11.2009)</p>
<p>A promoção da diversidade cultural e do diálogo intercultural constitui um objectivo essencial da União Europeia e, especialmente, da sua Agenda para a Cultura. As actividades culturais e o seu financiamento a nível nacional são da competência dos Estados-Membros. As acções a nível da UE são empreendidas no respeito total do princípio da subsidariedade, consistindo o papel da UE em apoiar e complementar as acções dos Estados-Membros, e não substituir-se a estes.</p>
<p>O Programa Cultura da União Europeia 2007-2013 promove a mobilidade transnacional dos profissionais da área da cultura, das obras de arte, dos produtos artísticos e culturais, além de estimular o diálogo intercultural. Existem exemplos de projectos de formação, de participação de grupos minoritários, de comunidades imigrantes e de diálogo intercultural desnvolvidos por parceiros culturais estabelecidos em vários Estados-Membros, que foram financiados durante o período anterior pelo Programa Cultura. Por exemplo, projectos que reforçam os laços com minorias e a integração de comunidades imigrantes são elegíveis nos termos do terceiro objectivo do programa. Contudo, o programa está focado na cooperação cultural transfronteiriça, o que significa que os projectos desenvolvidos e implementados unicamente num Estado-Membro não são elegíveis para financiamento. A formação de funcionários de cargos públicos e a promoção de reuniões conjuntas de associações portuguesas num Estado Membro, por exemplo a Alemanha, não estão assim abrangidas pelos objectivos do Programa Cultura.</p>
<p>Além disso, qualquer projecto apresentado para financiamento no quadro do Programa Cultura deve estar em conformidade com um certo número de critérios claros. Para mais informações sobre a elegibilidade de um pedido e o procedimento seguido para o apresentar, é favor consultar o seguinte link: http://ec.europa.eu/culture/index_en.htm.</p>
<p>Foi criado um Guia do Programa, com vista a facilitar a compreensão dos procedimentos, que se encontra no seguinte sítio Internet da Comissão: http://eacea.ec.europa.eu/culture/programme/programme_guide_en.php.</p>
<p>Por último, em cada país participante no Programa Cultura, foram criados pontos de contacto culturais para promover o programa, facilitar o acesso a este último e prestar assistência técnica aos operadores culturais que desejem apresentar propostas de projectos.<br />
Em Portugal e na Alemanha esses pontos de contacto são os seguintes:</p>
<p>Ponto de Contacto Cultural em Portugal<br />
GPEARI &#8211; Ministério da Cultura<br />
Ponto de Contacto Cultural<br />
Nuno de Faria<br />
Av. Conselheiro Fernando de Sousa, 21-A<br />
1070-072 Lisboa<br />
Portugal<br />
Tel. (351-21) 324 19 30<br />
Fax: (351-21) 324 19 44<br />
E-mail: nunodefaria@gpeari.pt</p>
<p>http://www.gpeari.pt/</p>
<p>Ponto de Contacto Cultural na Alemanha<br />
c/o Kulturpolitische Gesellschaft<br />
Sabine Bornemann<br />
Weberstraße 59A &#8211; Haus der Kultur<br />
D &#8211; 53113 Bonn<br />
Alemanha<br />
Tel. (49-228) 201 35 -0<br />
Fax (49-228) 201 67-33<br />
E-mail: info@ccp-deutschland.de</p>
<p>http://www.ccp-deutschland.de/</p>
<p>O Fundo Social Europeu (FSE) é o principal instrumento financeiro da União Europeia para o investimento nas pessoas. Apoia o emprego e ajuda as pessoa a melhorar a sua educação e competências, o que reforça as suas perspectivas de emprego. Um objectivo importante do FSE consiste em melhorar a integração no mercado de trabalho, bem como as oportunidades de emprego dos trabalhadores no mercado interno.</p>
<p>A responsabilidade pela implementação dos programas do FSE, bem como a selecção e a promoção dos seus projectos, é da responsabilidade dos Estados-Membros, sendo assim aconselhável contactar a autoridade de gestão a nível nacional e regional. Os contactos e as informações adicionais podem ser obtidos no seguinte sítio Internet: www.esf.de.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PERGUNTA ESCRITA E-4958/09]]></title>
<link>http://jdei.wordpress.com/2009/11/29/pergunta-escrita-e-495809/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 11:38:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>jde9</dc:creator>
<guid>http://jdei.wordpress.com/2009/11/29/pergunta-escrita-e-495809/</guid>
<description><![CDATA[Apresentada por João Ferreira (GUE/NGL) à Comissão Assunto: Apoio a associações portuguesas na Alema]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Apresentada por João Ferreira (GUE/NGL)<br />
à Comissão</p>
<p>Assunto:	Apoio a associações portuguesas na Alemanha</p>
<p>Numa visita recente à Alemanha, durante a qual contactei com as comunidades portuguesas no país, pude constatar o importante papel que as associações portuguesas na Alemanha desempenham, em variados domínios, nomeadamente: na criação e fortalecimento de laços entre os membros da comunidade portuguesa; na promoção e facilitação da integração das comunidades imigrantes nas comunidades locais em que se inserem; na afirmação das tradições, usos, costumes e valores culturais próprios e, por essa via, na conservação e promoção da riqueza e diversidade culturais europeias, estimulando uma dimensão de interculturalidade que indiscutivelmente as acentua.</p>
<p>Numa reunião com a direcção da Federação das Associações de Portugueses na Alemanha (FAPA), foi-me manifestada por esta entidade a preocupação com a falta de apoio ao funcionamento das associações portuguesas, que compromete o seu desempenho nos domínios acima citados. Em especial, foi referida a necessidade de apoio em dois domínios prioritários:</p>
<p>– Na formação de dirigentes associativos, tornando-os mais aptos a lidar com a complexidade inerente às exigências legais e burocráticas associadas ao funcionamento das associações;</p>
<p>– Na promoção de reuniões e encontros pontuais e/ou regulares entre as várias associações portuguesas no país, tendo em vista a troca de experiências, a aprendizagem e o enriquecimento mútuos.</p>
<p>Assim, solicito à Comissão Europeia que me informe sobre o seguinte:</p>
<p>Que tipo de apoios comunitários podem ser prestados a este tipo de associações, tendo em vista a resposta às necessidades acima referidas?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aluno]]></title>
<link>http://algumasmuitascoisas.wordpress.com/2009/11/28/aluno/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 10:09:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carolina</dc:creator>
<guid>http://algumasmuitascoisas.wordpress.com/2009/11/28/aluno/</guid>
<description><![CDATA[O que é ser aluno? É ser a criatura que acorda obrigado, todos os dias da semana, para assistir um b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O que é ser aluno? É ser a criatura que acorda obrigado, todos os dias da semana, para assistir um b]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Demissões na Embraer continuam, diz sindicato]]></title>
<link>http://fl410.wordpress.com/2009/11/27/demissoes-na-embraer-continuam-diz-sindicato/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:53:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aidan</dc:creator>
<guid>http://fl410.wordpress.com/2009/11/27/demissoes-na-embraer-continuam-diz-sindicato/</guid>
<description><![CDATA[  Embraer: produção caiu 30% em relação ao ano passado (Foto: Airliners.net / Clique para ampliar) D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p><div id="attachment_1540" class="wp-caption aligncenter" style="width: 378px"><a href="http://fl410.wordpress.com/files/2009/11/athens-airways-embraer-erj-145eu.jpg?w=1024"><img class="size-large wp-image-1540   " title="Athens Airways - Embraer ERJ-145EU" src="http://fl410.wordpress.com/files/2009/11/athens-airways-embraer-erj-145eu.jpg?w=1024" alt="" width="368" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Embraer: produção caiu 30% em relação ao ano passado (Foto: Airliners.net / Clique para ampliar)</p></div>
<p>Depois de demitir 4,2 mil trabalhadores no começo deste ano &#8211; o maior corte de pessoal realizado por uma empresa brasileira na crise -, a Embraer já mandou embora outros 600 metalúrgicos de sua fábrica em São José dos Campos (SP), segundo levantamento do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos.</p>
<p>O balanço não considera o corte do começo do ano feito em todas as unidades da empresa. Segundo o sindicato, que fez seu levantamento com base nos pedidos de homologação entre janeiro e novembro, &#8220;somente nesta semana a Embraer já pediu o agendamento de 50 a 70 homologações&#8221;.</p>
<p>A entidade calcula que, se forem consideradas as demissões de outras categorias, como engenheiros e funcionários administrativos, o número de demitidos pode ser ainda maior. De acordo com o sindicato, a Embraer possui cerca de 11,7 mil trabalhadores em sua fábrica em São José dos Campos.</p>
<p>O sindicato protocolou ontem uma carta pedindo que seja marcada uma reunião com o presidente da Embraer, Frederico Curado, para discussão sobre a manutenção de postos de trabalho e redução da jornada sem redução de salário e sem banco de horas.</p>
<p>Procurada pela reportagem da Agência Estado, a Embraer informou, por meio da assessoria de imprensa, que não havia representantes para comentar o assunto. A fabricante não confirmou nem desmentiu as 600 demissões.</p>
<p>No começo deste ano, o Sindicato fez vários alertas sobre a demissão em massa que estava sendo feita pela companhia. Na ocasião, a Embraer levou algum tempo para confirmar e divulgar os cortes.</p>
<p><strong>Recuperação Lenta</strong></p>
<p>Há alguns meses, o presidente da Embraer disse em entrevista que o pior da crise já havia passado, mas que o setor não se recuperaria antes de 2011. Na apresentação dos resultados do primeiro semestre, em agosto deste ano, a previsão da companhia era de queda de US$ 800 milhões de receita em 2009 &#8211; de US$ 6,3 bilhões para US$ 5,5 bilhões. Com o cancelamento de entregas, o ritmo da produção caiu 30% em relação ao ano passado. Só no primeiro semestre, foram 27 cancelamentos.</p>
<p>Para o ano, a empresa previa a entrega de 242 aeronaves, 38 a mais do que no ano passado. No entanto, a expectativa era de queda nas entregas de aviões de grande porte &#8211; portanto, mais caros &#8211; e de aumento no número de jatos pequenos.</p>
<p>Fonte: Agência Estado</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brigadianos gaúchos entram em estado de greve]]></title>
<link>http://pimentacomlimao.wordpress.com/2009/11/25/brigadianos-gauchos-entram-em-estado-de-greve/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 06:55:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Niara de Oliveira</dc:creator>
<guid>http://pimentacomlimao.wordpress.com/2009/11/25/brigadianos-gauchos-entram-em-estado-de-greve/</guid>
<description><![CDATA[Em Assembléia Geral de soldados, sargentos, tenentes e subtenentes da Brigada Militar, realizada na ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="_mcePaste"><em><strong><span style="color:#888888;">Em Assembléia Geral de soldados, sargentos, tenentes e subtenentes da Brigada Militar, realizada na manhã desta terça-feira (25), categoria definiu por estado de greve. Eles ameaçam entrar em greve caso projeto da governadora seja aprovado na Assembléia Legislativa (AL)</span></strong></em></div>
<div><span style="color:#ffffff;">.</span></div>
<div>Bianca Costa</div>
<div>Agência Chasque</div>
<div><span style="color:#ffffff;">.</span></div>
<div><a href="http://pimentacomlimao.wordpress.com/files/2009/11/bm-rs.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-504" title="BM RS" src="http://pimentacomlimao.wordpress.com/files/2009/11/bm-rs.jpg?w=300" alt="" width="300" height="187" /></a>Porto Alegre – Cerca de 3 mil soldados, sargentos, tenentes e subtenentes da Brigada Militar entraram em estado permanente de greve. A Assembléia Geral da categoria ocorreu na manhã desta terça-feira (25), na Assembléia Legislativa do RS. A categoria rejeitou reajuste salarial que define, entre outros, o piso de R$ 1.207 e eleva a contribuição previdenciária de 7% para 11%.</div>
<p>Conforme o presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar, Leonel Lucas, os brigadianos podem paralisar as atividades caso o pacote do governo estadual seja aprovado na Assembléia Legislativa.</p>
<p>“Na assembléia, nós rejeitamos o pacote que a governadora mandou para a Assembléia Legislativa, e informamos a todos os deputados presentes, que se votassem o projeto, votassem contra o pacote da Yeda. Pedimos ao líder do governo para retirar o projeto para melhorar esse projeto que não vem a beneficiar os brigadianos. Se for aprovado o projeto do jeito que está, nós vamos chamar uma nova assembléia e aí vamos deliberar sobre a greve ou não”, afirma.</p>
<p>A Associação pede que o aumento seja dado a todos os policiais militares de forma linear. Eles pedem que os 19% de reajuste seja dado aos soldados e coronéis, o que representa a paridade de salários.</p>
<p><strong>Veja o mesmo fato, noticiado de outra forma, em Zero Hora:</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight:normal;"><a title="Sua Segurança: greve, palavra proibida na BM, em Zero Hora" href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&#38;local=1&#38;section=Pol%EDtica&#38;newsID=a2728374.xml">&#8220;Sua Segurança: greve, palavra proibida na BM&#8221;</a> - Por implicar cadeia, sanções disciplinares e prejuízos na carreira, militares dificilmente irão paralisar</span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Educadores rejeitam projetos de Yeda e aprovam estado de greve]]></title>
<link>http://enquantoeupudercantar.wordpress.com/2009/11/22/educadores-rejeitam-projetos-de-yeda-e-aprovam-estado-de-greve/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 00:12:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>enquantoeupudercantar</dc:creator>
<guid>http://enquantoeupudercantar.wordpress.com/2009/11/22/educadores-rejeitam-projetos-de-yeda-e-aprovam-estado-de-greve/</guid>
<description><![CDATA[Educadores rejeitam projetos de Yeda e aprovam estado de greve Os trabalhadores estaduais da educaçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#ff0000;">Educadores rejeitam projetos de Yeda e aprovam estado de greve </span></h3>
<p>Os trabalhadores estaduais da educação, reunidos em assembleia geral na tarde desta sexta-feira 20, no Gigantinho, em Porto Alegre, rejeitaram os projetos do governo do estado que mexem na vida funcional dos servidores. Exigem a imediata retirada das propostas encaminhadas pelo Executivo. A categoria também aprovou o estado de greve e a realização de uma nova assembleia geral dia 9 de dezembro.</p>
<p>Numa tarde chuvosa na capital gaúcha, mais de quatro mil educadores compareceram a assembleia, dando uma demonstração de que a categoria não aceita qualquer projeto que tenha como objetivo a retirada de direitos. Desde o início do atual governo, a categoria já enfrentou a enturmação, multisseriação, fechamento de escolas, de bibliotecas e laboratórios e aulas em escolas de lata.</p>
<p>Depois de destruir a escola pública, o governo Yeda agora avança sobre a valorização profissional, representada pelos planos de carreira.</p>
<p>Os projetos de Yeda foram divulgados como pacote de bondades, de valorização dos servidores. Mas os educadores sabiam que tudo era mentira. A governadora nunca teve no seu horizonte a valorização dos servidores e dos serviços públicos. O que Yeda está fazendo representa o maior ataque já sofrido pela categoria.</p>
<p>Nos próximos dias, os educadores estarão permanentemente na Praça da Matriz, na Assembleia Legislativa e em outros locais exigindo a retirada dos projetos e defendendo direitos conquistados. A dignidade dos trabalhadores em educação não tem preço.</p>
<p><em><strong>João dos Santos e Silva</strong>, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato</em></p>
<p><em><a href="http://www.cpers.org.br/index.php?&#38;menu=1&#38;cd_noticia=2259" target="_blank">Fonte</a><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trabalho Como Fonte De Prazer (ou não)]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/22/trabalho-como-fonte-de-prazer-ou-nao/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 14:33:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/22/trabalho-como-fonte-de-prazer-ou-nao/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Chorinho&#8221; por Candido Portinari(1903-1962) *Por Antonio Roberto Fava É preciso trabalha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/candido-portinari-chorinho1942.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1440" title="candido-portinari-chorinho1942" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/candido-portinari-chorinho1942.jpg" alt="" width="500" height="373" /></a>&#8220;Chorinho&#8221; por Candido Portinari(1903-1962)</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:right;"><strong>*Por Antonio Roberto Fava</strong></p>
<p style="text-align:justify;">É preciso trabalhar para ser feliz? O que há no trabalho que torna as pessoas felizes ou infelizes? As questões foram tema central da conferência do professor e sociólogo Christian Baudelot, nos últimos dias 29 e 30, durante as comemorações dos 30 anos de criação da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp, e constam do livro Bonheur et Travail (Felicidade e Trabalho), a ser lançado brevemente no Brasil, em parceria com Roger Establet. No livro, os autores concluem que a felicidade no trabalho se dá com a realização profissional, a criatividade, o trabalho bem feito e o sentimento de ser útil.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;A infelicidade se vive quando as pessoas se sentem ultrapassadas, abandonadas, submetidas a pressões contraditórias, ameaçadas e sem futuro: é a selva, a prisão&#8221;, diz Baudelot, professor da École Normale Supérieure de Paris, autor também de L´École capitaliste en France (1971), L´École primaire divise (1975), Le niveau monte (1989), Allez les filles! (1992) e Avoir 30 ans en 1968 et en 1998 (2000).</p>
<p style="text-align:justify;">Para o professor Baudelot, o trabalho se configura numa felicidade para uma certa categoria de pessoas, com diploma, boa renda, e um bom ambiente de trabalho. Ele diz que, para outro grupo de pessoas, há, porém, uma conotação de grande sofrimento e de infelicidade. &#8220;São sintomas ou sentimentos que atingem a todas as categorias sociais: as que sofrem com o trabalho por várias razões individuais, que podem ser sociais ou econômicas. Ou ambas. Uma situação de desacordo entre a trajetória do período de estudos concluídos e o tipo de emprego que poderão conseguir no futuro, nem sempre satisfatório&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">E mais: quando não estão bem num ambiente de trabalho, é natural, diz ele, que se viva numa situação de pressão desagradável muito forte. Muitas vezes esse sofrimento citado por Baudelot vem de uma situação delicada no trabalho quando patrões ou superiores exigem do funcionário mais dedicação às tarefas a ele atribuídas. Por conseqüência, são freqüentemente ameaçados pela precarização do emprego, e os profissionais são submetidos a uma intensificação do trabalho. Essa é uma situação que tanto pode ocorrer na França quanto no Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Investimento</strong> &#8211; Quem é mais feliz profissionalmente: o homem ou a mulher? E Baudelot responde que quando homem e mulher falam de seu próprio trabalho deixam transparecer que o sentimento em relação ao seu serviço é praticamente o mesmo. A grande diferença é que os homens se interessam muito mais, lutam mais por melhores salários, por um melhor padrão de vida, enquanto as mulheres se preocupam com mais freqüência por estabelecer horários mais condizentes, mais flexíveis, às vezes lhe trazendo certo desconforto.</p>
<p style="text-align:justify;">Trata-se de um processo que talvez possa trazer algum tipo de felicidade tanto para um quanto para o outro. Ou de infelicidade. Existem vestígios muito fortes de uma antiga divisão de trabalho entre homens e mulheres: os homens geralmente são apresentados como se fossem os ladrões do fogo. Um tipo de Prometeu, da mitologia grega, o deus que lutou pelo bem-estar dos homens, dando-lhes fogo, aqueles que vão conquistar a sobrevivência de si próprio e dos seus familiares, garantindo-lhes a subsistência.</p>
<p style="text-align:justify;">E a mulher vai ocupar-se das tarefas tradicionais de uma dona-de-casa como educar, socorrer e cuidar dos familiares. &#8220;A generalização do trabalho feminino, contudo, é um fato, mas as mulheres não podem ser liberadas das tarefas domésticas.&#8221;, diz Baudelot.</p>
<p style="text-align:justify;">Há uma série de fatores que interferem para que o indivíduo seja infeliz no trabalho. Primeiro, as más condições, tarefas intensas e repetitivas, entre tantas outras coisas; depois, há as razões subjetivas, quando as pessoas não se realizam dentro de determinado ofício ou ocupação, avalia o sociólogo. &#8220;Quando uma pessoa não se realiza no trabalho é porque não é o que gostaria de estar fazendo ou porque o trabalho que faz, com o tempo, tornou-se insuportável&#8221;, conclui.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O homem visto como &#8216;coisa&#8217;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As novas formas de gerenciamento, que são muito individualizadas, fazem da felicidade e do bem-estar no trabalho, um dever, na opinião do professor. Em certo momento, esse dever, portanto, é praticamente impossível de ser realizado. É uma característica própria dos novos modelos de gerenciamento exigirem investimento e dedicação intensos por parte do funcionário. A chave para entender isso é a intensificação das tarefas que, hoje em dia, dispõem de meios tecnológicos que reforçam o trabalho, como a informática, por exemplo. &#8220;O tempo social e profissional foi encurtado, e tudo começou a andar muito mais rápido que o homem mal pôde acompanhar, exigindo dele uma dedicação extrema&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma das questões discutidas pelo professor francês relaciona-se à questão de quem é que ganha mais no mercado competitivo contemporâneo. E o mercado brasileiro praticamente tem mais ou menos o mesmo perfil do francês no que se refere a esse particular. As mulheres, de forma geral, recebem de 25% a 30% menos que os homens. Pode-se dizer que isso ocorre porque as mulheres geralmente não fazem o mesmo trabalho que os homens. São mais freqüentemente empregadas nos serviços gerais do que aos cargos de executivas. Quando se comparam as mulheres com as mesmas qualificações que os homens, confrontam-se salários dessas mulheres com os dos homens com as mesmas qualificações, e verifica-se, nesse caso, que elas ganham até 11% a menos.</p>
<p style="text-align:justify;">Há um sociólogo francês, Maurice Halbwachs, que estudou a questão do que é ter um relacionamento dignificante ou coisificante com a empresa em que o profissional trabalha, na França. Mas que bem poderia ser uma situação também vivida pelo Brasil. Ele distinguiu diferentes tipos de trabalhadores e verificou que o camponês tinha um relacionamento mais íntimo com a matéria viva, que é a terra, enquanto que os operários lidavam mais com a matéria inerte, que é o ferro, a madeira e tantos outros. Estes eram considerados por eles mesmos como coisa. Havia uma outra categoria, os empregados, que consideram os homens como simples números. Tinham relações no seu local de trabalho com homens e mulheres. Mas era um relacionamento frio, inerte, feito atrás de um guichê, sem qualquer comunicação entre si. Geralmente era um trabalho de caráter puramente administrativo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Posso dizer que essas pessoas que se relacionam no trabalho não são nada mais que um número, são consideradas como coisa, indiferentes. Um profissional que tem um relacionamento coisificante com a empresa está, na verdade, sendo desrespeitado por ela e por seus líderes&#8221; acentua Baudelot.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de 1968, na França &#8211; talvez em virtude de uma série de manifestações em geral contra o chamado &#8220;establishment&#8221; (o sistema político estabelecido) &#8211; os patrões passaram a interiorizar a idéia de que não havia cabimento fazer um exercício duro de autoridade, mas sim usar de uma autoridade mais leve, que funcione melhor e é mais saudável, tanto para o profissional quanto para a empresa. &#8220;Já o relacionamento dignificante se dá quando a pessoa tem sua dignidade preservada. Com isso, ela se torna autônoma e luta por sua realização profissional e a da empresa, tornando-se mais produtivo e feliz&#8221;, conclui.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FONTE: <a href="http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/novembro2009/capa447.php" target="_blank">Jornal da Unicamp</a> (198 &#8211; ANO XVII &#8211; 11 a 17 de novembro de 2002)</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paralisação de aeroportuários atrasa voos no Chile]]></title>
<link>http://fl410.wordpress.com/2009/11/20/paralisacao-de-aeroportuarios-atrasa-voos-no-chile/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:10:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aidan</dc:creator>
<guid>http://fl410.wordpress.com/2009/11/20/paralisacao-de-aeroportuarios-atrasa-voos-no-chile/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Por melhores planos de aposentadoria, cerca de 2 mil funcionários do setor aeroportuário do C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p>Por melhores planos de aposentadoria, cerca de 2 mil funcionários do setor aeroportuário do Chile fazem hoje uma paralisação nacional. O protesto atrasa voos em todo o país. &#8220;Essa greve não é contra os usuários das companhias, mas contra as autoridades que bateram a porta em nossas caras&#8221;, disse o diretor-geral da associação de trabalhadores da Aviação Civil, Jorge Pérez.</p>
<p>A ação começou às 7 horas (6 horas de Brasília) e deve ser encerrada às 14 horas (13 horas de Brasília). Foram afetados os serviços aéreos, as operações em solo, os serviços meteorológicos e também a segurança dos aeroportos. Havia longas filas no aeroporto de Santiago, o maior do país, onde centenas de passageiros esperavam para embarcar.</p>
<p>Um total de 2.147 trabalhadores se envolveram na paralisação pois suas aposentadorias são calculadas a partir da metade, e não de todo o salário deles dos últimos 25 anos, de acordo com Pérez. &#8220;Nós somos excelentes trabalhadores, mas sofremos com condições precárias&#8221;, afirmou. As informações são da Dow Jones.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[História das coisas]]></title>
<link>http://organicosecovida.wordpress.com/2009/11/19/historia-do-consumo/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:03:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>organicosecovida</dc:creator>
<guid>http://organicosecovida.wordpress.com/2009/11/19/historia-do-consumo/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Significado do Trabalho]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/o-significado-do-trabalho/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:04:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/o-significado-do-trabalho/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Café&#8221; por Candido Portinari (1903-1962) *Por Susan Cavallet, Cristiane Denardi, Edenir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/cafe_portinari.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1427" title="Cafe_Portinari" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/cafe_portinari.jpg" alt="" width="500" height="331" /></a>&#8220;<em>Café</em>&#8221; por Candido Portinari (1903-1962)</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:right;"><strong>*Por Susan Cavallet, Cristiane Denardi, Edenir Dirken e Maria Elizabeth Haro.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">As atuais mudanças desen-cadeadas pela globalização são de tal forma revolucionárias que ultrapassam o boom tecnológico. O ser humano está sendo forçado a dar um salto evolucionário para o qual não teve tempo de se preparar. A História nos mostra períodos de inovações que exigiram adaptações quanto a conhecimentos, atitudes e habilidades, mais ou menos intensas, todas sem precedentes. A Revolução Industrial é um exemplo clássico. Entretanto, a presente metamorfose nos impõe exigências de tal forma urgentes e volumosas que o impacto psicológico e social não pode ser ainda completamente avaliado ou previsto, pois estamos em meio ao processo. Pode-se apenas senti-lo e observá-lo à flor da pele das pessoas e das instituições sociais na forma de insegurança, opressão, e remotas esperanças de um futuro melhor.</p>
<p style="text-align:justify;">A busca desta adaptação tem sido colocada como prioritária pelo homem moderno, como condição de sobrevivência. Parecem não haver alternativas a curto prazo, a não ser a de interagir com o movimento. Empresas e empregados respondem procurando se antecipar às necessidades, antevendo novas regras de mercado, propondo outras realidades, concretas e virtuais. É preciso desenvolver novos valores, tecnologias e produtos, a fim de alcançar parâmetros mínimos de competitividade e subsistência. Uma palavra constantemente pronunciada, e que se tornou lei, é velocidade. Não basta saber, é preciso saber antes. Não basta fazer, é preciso fazer antes. Até mesmo o vocabulário de alguém que se pretende atualizado é foco de atenção cuidadosa, visto que num período curtíssimo de tempo se torna obsoleto, diferenciando informados e &#8220;des&#8221;-informados.</p>
<p style="text-align:justify;">É neste meio ambiente que surge a questão da relação do homem com o seu produto. Afirma CODO (1995,p. 141)  que trabalho é o ato de depositar significado humano à natureza. Complementa a afirmação ao apontar que, numa sociedade baseada na cooperação e na troca, trabalho é o ato de depositar significado social à natureza. Ao produzir, o homem transforma a natureza e é por ela transformado. Seu produto o representa e o reapresenta. A própria sociedade é criada e tem seus valores modelados pelas formas de produção.</p>
<p style="text-align:justify;">Como forma de expressão do homem, o trabalho pode ser comparado à arte. É a manifestação de algo interno que se apresenta na concretização do esforço despendido, expondo crenças, atitudes e valores. Este princípio é válido tanto para aquele satisfeito com seu trabalho quanto para o insatisfeito. No primeiro caso, o sujeito alienado de si mesmo exterioriza seus preceitos de submissão ou acomodação ao sistema. No segundo, atualiza seu potencial, no dizer de ROGERS (1961) o que o coloca no caminho da individuação, e, portanto da realização pessoal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O trabalho como autoexpressão &#8211; origens</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A noção de que o trabalho é uma das formas mais profundas de expressão humana em contrapartida a de que seria apenas um ato de sobrevivência, não é nova, e está profundamente arraigada em hipóteses criadas, testadas e sedi-mentadas pelo indivíduo no decorrer de sua história. A teoria do desenvolvimento de  ERICKSON (1976, p.227) mostra que em sucessivas etapas da elaboração da identidade surge o aspecto da produção individual. À medida que o ser humano se desenvolve e entra em contato com a realidade dos papéis sociais, percebe que sua inserção na sociedade pressupõe desempenhos. Ser alguém está intimamente associado a fazer algo.</p>
<p style="text-align:justify;">A necessidade de reconhecimento ou confirmação surge muito cedo. Os movimentos inicialmente desordenados do recém-nascido, respondendo basicamente a estímulos biológicos, vão aos poucos sendo substituídos por ações intencionais em tentativas de comunicação organizada, isto é, com o objetivo de traduzir conteúdos internos &#8211; sensações, desejos, necessidades. Os feedbacks fornecem referências que auxiliam a criança a se situar no mundo. É através desta interação que se passa de um estado de indiferença com o meio para o de diferenciação, dando lugar ao reconhecimento do ser individual, separado do todo. O processo é longo, está fundamentado no agir e na percepção particular da ação, e culmina com a construção da base da identidade individual.</p>
<p style="text-align:justify;">Nestes primeiros anos, o agir se dá em função do prazer da exploração e do movimento, as descobertas são surpresas e a intencionalidade decorre de uma exuberante imaginação. A meta é conhecer o ambiente, seu conteúdo e funcionamento, sendo estas  experiências as que dão origem aos traços primários da auto-imagem. Segundo a teoria, o sucesso ou fracasso nestas  empreitadas trarão consigo os sentimentos de confiança ou desconfiança básicas, autonomia ou vergonha e dúvida, e iniciativa ou culpa. São o alicerce da identidade, protótipos de futuras elaborações. As próximas etapas estão já, portanto, influenciadas por este substrato.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma vez que a exploração do meio permita um certo nível de domínio, a criança entra numa nova fase. Descobre que ao desenvolver &#8220;habilidades e tarefas que excedem em muito os limites da mera expressão prazerosa de seus modos orgânicos ou o prazer que lhe causa o funcionamento de seus membros&#8221; (ERICKSON, 1976,p.238) encontra aceitação e aprovação. No período que corresponde ao que FREUD identificou como latência, inicia a busca da industriosidade. Substitui o brincar desordenado por atividades mais planejadas, e aprende que  fazer coisas conquista consideração. Coincide com a época em que começa a receber instrução escolar mais sistematizada, e percebe que os limites de seu ego incluem suas ferramentas e habilidades (ERICKSON). Produzir passa a ser ao mesmo tempo um prazer e um meio. O agir intencionalmente para atingir um objetivo é em si agradável, ao mesmo tempo que proporciona a abertura para situações também gratificantes &#8211; o intercâmbio com o grupo, a concretização de um ideal através do produto elaborado, e a aprovação individual e social. É o primeiro contato objetivo com o mundo do trabalho. A criança estará exposta a oportunidades que tanto poderão comprovar suas possibilidades de industriosidade quanto de conduzi-la a sentimentos de inadequação e inferioridade. A comprovação de que  é capaz de produzir facilita a inserção e locomoção no grupo social, e o fracasso nas habilidades de produção desencoraja a participação no grupo e no mundo das ferramentas. O insucesso traz à tona raivas submersas decorrentes da frustração dos impulsos. Ao completar esta etapa, o indivíduo terá acrescentado à sua identidade ou a condição de capacidade de produção ou a de sentimento de mediocridade e inadequação, já agregados de frustração e raiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Na adolescência, a soma de mudanças biopsicossociais levam a um verdadeiro tumulto. Novas maneiras de ver, sentir e pensar o mundo pressionam no sentido de uma definição, e o sujeito se cobra e é cobrado quanto a posiciona-mentos. É preciso agora saber quem ele é realmente, o quê quer e para quê quer. Uma gama de papéis deve se tornar nítida para o indivíduo e para a sociedade. É indiscutível a importância da sexualidade nesta fase, cuja atividade ocorre no sentido de delinear parâmetros de comportamento que virão a interferir inclusive no campo profissional. A outra questão que surge como fundamental é &#8220;o quê ele vai ser&#8221; &#8211; profissionalmente. A escolha do futuro campo de trabalho pretende conciliar fatores tão diferentes quanto habilidades, tendências, necessidades, preferências e busca de status social. A força da expectativa dos ideais edificados nesta fase será forte impulso durante toda a vida produtiva. Como na infância se desenvolveram protótipos de alguns sentimentos ligados à identidade, também aqui são elaborados os ideais em estado puro. A perda do contato com estes sonhos, o fracasso, distanciamento ou a impossibilidade de levá-los adiante é o que no futuro gerará frustração e mediocridade profissionais. É o ideal construído nesta fase que permeará o trabalho vocacionado, mesmo que este venha a sofrer redirecionamentos no decorrer da vida laboral, porque fornece o sentido e a razão de uma busca. É a crença que oferece significado aos futuros empreendimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir da entrada efetiva no mundo do trabalho, o adulto começa a testar e validar as expectativas criadas. Os ideais traçados nas fases anteriores, ainda em estado bruto, passam por uma verificação, podendo sofrer adaptações de acordo com as circunstâncias. Permanecendo a essência intacta, isto é, podendo o sujeito utilizar seu potencial, somado à automotivação, o fazer profissional poderá se encaminhar para uma resolução satisfatória. Isto só se realiza se, no dizer de KIERKGAARD (in ROGERS, 1961), pode-se &#8220;ser o que realmente se é&#8221;, e quando nos referimos a trabalho, isto significa atuar de forma a explorar e desenvolver as próprias capacidades e interesses inerentes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O trabalho hoje</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os avanços tecnológicos, em princípio com objetivos de &#8220;humanizar&#8221; a vida, têm colocado o homem numa situação paradoxal. Se, por um lado, é verdade que hoje é possível trabalhar em condições mais amenas fisicamente, e até mesmo por vezes bastante agradáveis, também é verdade que &#8220;a ciência manipulada das relações humanas, que tenta precisamente dar uma imagem agradável ao labor, pretende afastar somente o sentido de alienação e não a própria alienação&#8221; (HELLER, 1997, p.170).</p>
<p style="text-align:justify;">Dentro do contexto atual, onde a ameaça à territorialidade profissional está presente, a competência é infinita e constantemente testada e os mais fortes impulsos competitivos são estimulados, como é possível  esperar que se mantenha o contato consigo mesmo, como fazia o artesão da Idade Média ou o agricultor, através da sintonia com produto? Será que o homem ainda espera encontrar sentido naquilo que faz ou está definitivamente cindido? Há sintomas evidentes de que a ação mecânica sem significação tem sido tolerada somente dentro do ambiente de trabalho, provavelmente pelo que MASLOW apontaria como ligado à satisfação da necessidade de sobrevivência. Fora deste ambiente, entretanto, é que a grande massa de trabalhadores dá o melhor de si, executando atividades automotivadas que realmente preenchem e conduzem à satisfação interna.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Trabalho é mais do que emprego, é o ato de atribuir significado ao meio, portanto a si mesmo e ao outro</em>&#8220;. CODO (in DAVEL, 1995, p.165).</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo CODO (in DAVEL, 1995, p.142) para que o indivíduo se reconheça e ao outro, é preciso que esteja conectado a seu produto e, dessa forma, a si mesmo. Já na infância aprendeu a valorizar o que faz para interagir, e ao mesmo tempo conquistar espaço e afirmação. Ao desconectar-se, a individualidade se dilui, perante o outro e perante o mundo. Sem estes contatos é difícil sentir a si próprio. A crise contemporânea, verdadeira epidemia, revela um momento histórico ultrapassado, cujas premissas básicas que fundamentaram a produção em massa característica de nosso século caem por terra. Outro século começa a despontar, trazendo consigo muito mais buscas do que respostas, já que a alienação permanece subjacente.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O que fornece significado ao trabalho é o propósito pelo qual ele é executado. É individual e intransferível, sendo, portanto, claramente específico para cada ser humano. O que diferencia uma simples atividade do trabalho em si é a razão de sua realização. O trabalho deve preencher um porquê, uma finalidade e um valor (ANGERS, 1998, on line). A razão pela qual executamos algo está vinculada a quem somos e como estamos no mundo: como nos sentimos a respeito de nós mesmos, e de que forma aquilo que fazemos impacta no mundo. O trabalho tem em si um valor intrínseco. Não é necessário que o produto seja &#8220;útil&#8221; ou &#8220;prático&#8221;. A arte é também trabalho porque expressa seu criador, interfere no ambiente e é automotivada. O que o sujeito faz expressa o que ele é no mundo, definindo-o parcialmente &#8211; levando em conta que a realização não se determina somente a partir do trabalho. A ação com significado possibilita o respeito para consigo mesmo e para com o outro, e sentimentos como esperança, dignidade, mutualidade e oportunidade de acesso a outras áreas.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1990, o <em>American Psychologist</em> publicou que o <em>The National Institute for Ocupational Safety and Health </em>(NIOSH), nos EUA, reconhece as desordens psicológicas ocupacionais como um problema prioritário. Dentre os fatores determinantes desta situação está sem dúvida a questão do significado, pois é ele quem diferencia o trabalho compulsório daquele natural e agradável. Esta parece ser uma idéia atemporal, que independe de cultura, nível social ou local.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com BONSUCESSO (1997, p.16), ao atribuir valor a seu fazer profissional, o indivíduo leva em conta:</p>
<p style="text-align:justify;">• opção pessoal &#8211; a escolha da profissão (por vezes compulsória);<br />
• montante de esforço físico e intelectual;<br />
• monotonia ou variação;<br />
• relação entre o que faz e o todo;<br />
• possibilidade de criação e auto-realização;<br />
• status na organização e na sociedade;<br />
• nível de remuneração.</p>
<p style="text-align:justify;">O vínculo se dá a partir do momento em que o trabalho mostra relação com as expectativas, interesses pessoais, e perspectivas de crescimento pessoal e profissional. O nível de comprometimento, e porquanto da qualidade do produto, estão diretamente afetados pelo sentido que faz na vida do sujeito o objeto de seu trabalho. O fato de que a maioria dos trabalhadores hoje não consegue visualizar sentido em seu trabalho, não significa que a simples sobrevivência basta. O indivíduo deixa para &#8220;viver a vida&#8221; fora do contexto ocupacional, indicando que o vazio precisa ser preenchido de alguma forma. Defronta-se com conflitos como: não dever esperar do trabalho mais do que ele lhe pode oferecer, pois é apenas uma parte da vida, ao mesmo tempo em que se obriga a ter que se dedicar cada vez mais a ele, em tempo e energia. O desequilíbrio ocasionado pelo peso maior colocado neste papel traz conseqüências pessoais e sociais, atingindo diretamente a qualidade de vida pessoal, familiar e comunitária. Em última instância, o próprio trabalho tende a ser prejudicado porque é mantido a partir de um superfuncionamento, em detrimento do subfuncionamento dos aspectos pessoais do indivíduo. A repercussão, seja em nível técnico, seja em nível interpessoal, é inevitável.</p>
<p style="text-align:justify;">A crise atual de valores, as buscas de respostas mágicas, a corrida ao misticismo, a procura do significado da vida, por vezes de formas tão tortuosas, demonstram claramente que anseios profundos do ser humano têm sido amplamente desconsiderados pela sociedade atual. Longe de reduzir a problemática humana às questões do trabalho, não se pode, entretanto, negar que é basicamente a partir dele que o homem se expressa e sobrevive. O espaço que o trabalho ocupa na vida de qualquer ser humano produtivo é imensamente maior do que o de subsistência pura e simples. Quer a ele seja agregado prazer ou desprazer, jamais passa desapercebido. Ou é uma carga a ser angustiadamente carregada, ou um meio de se atingir uma meta maior, parte de um objetivo de vida.</p>
<p style="text-align:justify;">*<strong>Susan Regina Raittz Cavallet</strong> é administradora pela FUOC, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora em desenvolvimento pessoal e organizacional.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Cristiane Denardi</strong> é psicóloga pela Universidade Tuiuti, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora autônoma.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Edenir Cristina Dirken </strong>é psicóloga pela UFPR, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora pelo Senac.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Maria Elizabeth Nickel Haro</strong> é psicóloga pela PUC-PR, psicoterapeuta sistêmica – clínica comportamental, formação em psicodrama e terapia comporta-mental, especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela PUC-PR, consultora em desenvolvimento pessoal e organizacional – Interpess Assessoria.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Fonte: <a href="http://www.sanepar.com.br" target="_blank">Sanepar </a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trabalhadores e pensionistas]]></title>
<link>http://fiscalidadenoblog.wordpress.com/2009/11/11/trabalhadores-e-pensionistas/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 23:49:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>fiscalidadenoblog</dc:creator>
<guid>http://fiscalidadenoblog.wordpress.com/2009/11/11/trabalhadores-e-pensionistas/</guid>
<description><![CDATA[O nosso sistema de segurança social está assente no princípio básico da solidariedade, ou seja, os q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O nosso sistema de segurança social está assente no princípio básico da solidariedade, ou seja, os que trabalham pagam as pensões dos que não podem trabalhar. Por isso, os valores pagos aos pensionistas são, em qualquer altura, pagos pelos trabalhadores no activo. A sustentabilidade deste sistema de segurança social dependerá da capacidade contributiva dos trabalhadores no activo e do número de pessoas que, em cada momento, dependem do sistema. Como sabemos, a população portuguesa tem envelhecido nos últimos anos, ao mesmo tempo que o número de nascimentos tem reduzido substancialmente. O rácio entre os que descontam e os que são subsidiados pela segurança social é cada vez menor. Dito de outra forma, cada vez há menos pessoas a descontar e mais pessoas a usufruir da segurança social. Como facilmente se verifica, alguma coisa terá de ser feita de modo a tornar este sistema sustentável. Algumas alterações tem sido introduzidas neste sentido, mas teme-se que não sejam suficientes. Apesar de não conhecer os dados, há alguns anos o rácio entre pessoas no activo e reformadas era de 4 para 1, ou seja, haviam 4 pessoas a descontar e 1 a receber; agora este valor andará à volta de 3 para 1, podendo, a breve prazo, chegar aos 2 para 1.</p>
<p>&#160;</p>
<p>P.S. Se tiverem dados oficiais, agradeço a disponibilização</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trabalho Escravo]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/06/trabalho-escravo-2/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:35:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/06/trabalho-escravo-2/</guid>
<description><![CDATA[É imoral que isto continue a acontecer. A ganância não tem limites. E, o pior, é mais comum do que i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É imoral que isto continue a acontecer. A ganância não tem limites. E, o pior, é mais comum do que imaginamos. Pior que isso, só o assédio moral. Este sim, ninguém admite e é mais que rotineiro.</p>
<p>Segue o cortejo.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Dez trabalhadores são encontrados em condições análogas à escravidão em fazenda de Bituruna</strong></p>
<p>De acordo com o procurador do MPT, Gláucio Araújo de Oliveira, os problemas encontrados no local eram relacionados ao alojamento dos trabalhadores</p>
<p>05/11/2009 &#124; 18:44 &#124; <em>Fernanda Leitóles</em></p>
<p>Fonte: Gazeta do Povo</p>
<p>Dez trabalhadores foram encontrados em uma propriedade rural em <strong>Bituruna,</strong> na região Sul do estado, em condições análogas à escravidão nesta quinta-feira (5). A fiscalização foi feita pelo <strong>Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR)</strong>, com o auxílio do <strong>Ministério do Trabalho e Emprego (MTE</strong>) e da <strong>Polícia Federal</strong>. A propriedade rural atua na produção de erva-mate, pinus e também com a pecuária. O dono da fazenda não foi encontrado.</p>
<p>De acordo com o <strong>procurador do MPT, Gláucio Araújo de Oliveira</strong>, os problemas encontrados no local eram relacionados ao alojamento dos trabalhadores. Segundo Oliveira, seis dos dez homens estavam instalados em barracões de lona de plástico, dormiam em camas improvisadas e não tinham banheiro. Outros quatro trabalhadores moravam em uma área anexa a um curral.</p>
<p>O procurador afirmou ainda que eles não tinham carteira assinada, mas recebiam pagamentos quinzenais de acordo com a quantidade de erva-mate que extraiam. “Eles também não recebiam equipamentos de segurança. Os poucos itens que alguns tinham, como botinas, foram eles que compraram”, completou o procurador do MPT.</p>
<p>O responsável pela fazenda será notificado pelo MPT. O órgão irá agendar uma reunião para sábado (7), na fábrica de compensado que tem na cidade. O dono da propriedade deverá acertar os pagamentos dos trabalhadores e também deverá assinar o termo de ajustamento de conduta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PMDB governista sai à frente na luta interna de 2010]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/05/pmdb-governista-sai-a-frente-na-luta-interna-de-2010/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:19:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
<guid>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/05/pmdb-governista-sai-a-frente-na-luta-interna-de-2010/</guid>
<description><![CDATA[por Maria Inês Nassif &nbsp; Valor Economico O PMDB é sempre um parceiro sujeito a surpresas, mas ai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong>por Maria Inês Nassif</strong>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Valor Economico</strong></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>O PMDB é sempre um parceiro sujeito a surpresas, mas ainda assim, no conjunto da obra, o PT, ao fechar o pré-acordo eleitoral com o partido de Michel Temer, definiu algumas vantagens sobre o seu mais competitivo adversário na disputa para a Presidência em 2010, o PSDB. A primeira, pelo menos em relação aos tucanos, é o fato de ter uma candidata única e claramente definida, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. O PSDB tem dois pré-candidatos, os governadores José Serra e Aécio Neves, um é favorito &#8211; Serra -, mas esse favoritismo apenas serviu, até agora, para congelar as articulações partidárias, no aguardo de uma definição pessoal de sua candidatura.
<p>&#160;</p>
<p>A segunda vantagem do PT sobre o PSDB reside no fato de seu maior eleitor ser um presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, cujos índices de aprovação, mesmo no período de crise financeira, oscilou entre 70 e 80%. O PSDB, depois de oito anos de governo, não teve uma situação semelhante em 2002 &#8211; Fernando Henrique Cardoso deixou a Presidência com índices de aprovação bem inferiores.</p>
<p>A terceira dianteira do PT em relação ao competidor, nesse primeiro momento de definição eleitoral, é que, além de ser um partido com uma grande capilaridade, tem como referência de aliado uma agremiação mais capilar que ele, o PMDB. Isso o PT não teve nas eleições anteriores &#8211; aos seus aliados tradicionais, pequenos partidos de esquerda, agregou a partir de 2002 pequenos partidos de direita, o que obrigou um corte e costura regional complicado. Uma aliança com um grande partido, no mínimo, pode colocar o PT na campanha com uma referência eleitoral &#8211; nacional &#8212; que os petistas nunca tiveram. O PMDB é o aliado preferencial e submete não apenas os PTs regionais, mas os pequenos partidos, à exceção de Estados onde eles são indiscutivelmente fortes. Este último teria sido o caso do PSB se o deputado Ciro Gomes não tivesse se declarado candidato a presidente: o PT, sem discutir, estaria no palanque dos governadores Eduardo Campos, de Pernambuco, e Cid Gomes, do Ceará, candidatos do PSB à reeleição, e da governadora Wilma Faria (RN) ao Senado.</p>
<p>A aliança do PSDB com o ex-PFL em 1994, 1998 e 2006 desempenhou, para o PSDB, esse papel de funcionar como uma referência para as articulações: a partir de um dado &#8211; a unidade nacional em torno de um único candidato a presidente &#8211; os tucanos fecharam as alianças regionais e a união de duas legendas fortes serviu de polo de atração para os pequenos aliados sem que fossem necessárias enormes concessões regionais em troca de poucos votos. Em 2002, o DEM foi substituído pelo PMDB &#8211; o PSDB teve a então pemedebista Rita Camata, hoje no PSDB, como vice, e o então PFL foi para as eleições rachado com o candidato tucano, José Serra.</p>
<p>O PSDB tem a seu favor, em 2010, a aliança com o DEM; um pré-candidato com mais aceitação nas pesquisas de opinião pública, o governador de São Paulo, José Serra; favoritismo no primeiro colégio eleitoral do país, o Estado de Serra, que tem quase um quarto dos eleitores nacionais; e potencial de ter um bom desempenho no segundo colégio eleitoral do país, Minas Gerais, de onde vem o segundo pré-candidato, o governador Aécio Neves &#8211; embora em Minas, em 2006, Lula tenha sido o vitorioso nas eleições presidenciais; um forte eleitorado no Sul do país que pode ser reforçado no Paraná, por ação ou omissão do governador Roberto Requião (PMDB). Não existe a definição de quem será o candidato, contudo, e isso atrapalha os arranjos regionais. &#8220;Uma definição rápida de candidaturas é fundamental&#8221;, afirma o deputado José Aníbal (PSDB-SP), defensor de uma chapa puro-sangue, com Serra na cabeça e Aécio na vice, e da definição até dezembro desse ano. &#8220;A candidata do governo já está nas ruas&#8221;, adverte. Apesar de ter consolidado uma aliança prévia, nacional, com o DEM, a falta de um candidato oficial faz o PSDB perder agilidade para resolver problemas sérios de palanques eleitorais no país inteiro. &#8220;Do lado do DEM, a maior dificuldade é ficar nessa situação insólita: normalmente, é a oposição que se articula mais rapidamente em torno de um candidato e o governo demora a definir uma candidatura&#8221;, afirma um dirigente do partido que será o maior aliado do PSDB nas eleições. Nos pleitos em que o PT era oposição, a permanência de Lula como candidato sempre colocou o partido na dianteira do processo eleitoral, já com nome definido, e depois o governo definia a sua posição. &#8220;Dessa vez, o governo já tem três candidatos na rua, Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Ciro Gomes (PSB), e nós não conseguimos escolher nenhum&#8221;. A espera, na avaliação do integrante do PSDB, apenas fortalece Lula. &#8220;A exposição de Dilma no último mês foi total e, sem candidato na oposição, não tem como evitar nesse momento a transferência da popularidade do Lula para ela.&#8221;</p>
<table style="text-align:center;height:574px;" border="0" cellpadding="0" width="339">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://edsonrodrigues.wordpress.com/files/2009/11/image001.png"></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1508" title="image001" src="http://edsonrodrigues.wordpress.com/files/2009/11/image001.png" alt="image001" width="331" height="508" /></p>
<p></a>
<p>&#160;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align:left;"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#8220;Precisamos dar um caráter plebiscitário às eleições&#8221;, afirma um dirigente petista que não quis se identificar. Para isso, a torcida é para que o adversário escolha o governador paulista como candidato à Presidência. Serra é mais agressivo e mais identificado com os governos de Fernando Henrique Cardoso. A polarização, se ocorrer, no cálculo da direção petista, por si só neutraliza, sem que o PT tenha que fazer grandes coisas, as candidaturas de Marina Silva e Ciro Gomes &#8211; e se isso acontecer de fato, pode tirar Ciro da disputa presidencial e levá-lo a uma candidatura ao governo de São Paulo apoiada pelo PT.</p>
<p>Com a candidata na rua, o PT, segundo o mesmo dirigente petista, soma a seu favor a estrutura e a coesão partidária que, segundo ele, são próprias ao partido, e a popularidade de Lula. Pode agregar em suas bases políticas, de forma mais expressiva que em 2006, os movimentos sociais. Parte deles debandou depois de 2005, ano do chamado escândalo do mensalão, mas os dirigentes do partido acusam um movimento de retorno, pelo menos no período eleitoral. &#8220;Há um certo susto em relação à reação dos setores conservadores contra o MST&#8221;, confirma outro dirigente. A tendência seria a de repúdio à candidatura tucana, que, na visão desses setores, tenderia a criminalizar os movimentos sociais. No caso, uma reação eleitoral à investida do PSDB e do DEM, que criaram uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o MST, movimento que exerce grande poder de atração e de organização sobre os demais.</p>
<p>A partir dessas questões conjunturais, a direção do PT, unidíssima a Lula, passou a definir as questões táticas. Resumem-se a duas coisas: palanques estaduais para a ministra Dilma e tempo de televisão. A aliança com o PMDB, mesmo que não oficial, é capaz de construir bons palanques regionais. Já o horário de propaganda eleitoral não tem jeito: ou o PMDB fecha oficialmente com o PT &#8211; e isso significa conseguir na convenção do PMDB o número de votos suficiente para aprovar a aliança eleitoral -, ou Dilma ficará sem o tempo de propaganda eleitoral gratuita que a lei garante ao seu pré-aliado. Nesse exato momento está se definindo o futuro. O PMDB está em pleno processo de realização de convenções municipais. Pelos seus estatutos, as mesmas eleições que escolhem os diretórios municipais definem os delegados às convenções estaduais. Em dezembro, os delegados dos municípios e demais convencionais estaduais escolherão as direções estaduais e os delegados à convenção nacional.</p>
<p>O PMDB tem 4.671 diretórios municipais e 27 estaduais &#8211; está organizado em todo o país. Quando terminar de escolher todos os diretórios estaduais, estarão definidos os quase 600 (cerca de 580, num cálculo complicado que, no final desse processo, será estabelecido com precisão pelas convenções) delegados à convenção nacional que até junho terá de aprovar, ou não, a aliança com o PT, e definir, ou não, o nome do vice na chapa encabeçada pelo PT. A convenção é formada pelos delegados eleitos nas convenções estaduais e pelos 91 deputados federais, 17 senadores e membros do diretório nacional. &#8220;Hoje temos 70% dos convencionais&#8221;, garante um líder pemedebista governista. &#8220;Se a decisão fosse hoje, certamente o PMDB governista venceria&#8221;, diz o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP).</p>
<p>Mesmo se esses cálculos forem verdadeiros para a convenção nacional de hoje, eles não serão os mesmos em junho de 2010, data fatal para a aprovação oficial da coligação com o PT, se a intenção for a de garantir o tempo de televisão do PMDB a serviço de Dilma no período eleitoral. &#8220;Para que a ala governista do PMDB ganhe na convenção, oferecemos a Vice-Presidência e as alianças nos Estados&#8221;, diz o petista. &#8220;Nós não queremos apenas horário de televisão: nós queremos o PMDB todo&#8221;, completa Berzoini. A inversão da lógica tradicional do PMDB, de tentar unidade partidária via negociações regionais &#8211; a partir de um acordo para a Vice-Presidência da República, tecer os acordos regionais -, acena para os convencionais estaduais que estão escolhendo seus delegados à convenção nacional com a possibilidade de ter a Vice; aos prefeitos, que nesse momento presidem as convenções municipais, com a proximidade com este governo federal e eventualmente com um próximo; aos candidatos do PMDB ao governo, com a chance de ter Lula nos seus palanques.</p>
<p>São Paulo, Minas, Rio, Paraná, Bahia e Ceará não apenas terão o poder de decidir, pelo número de eleitores, as eleições de 2010, mas também o de definir a convenção nacional do PMDB, pelo número de convencionais que têm. O PT e o PMDB, nas conversas que seus dirigentes têm para se articular regionalmente, não contam com o PMDB de São Paulo no palanque de Dilma &#8212; é inimaginável pensar o ex-governador Orestes Quércia aliado ao PT no Estado: ele já declarou apoio a Serra e é muito difícil quebrar a hegemonia dele na convenção estadual. A estratégia é tirar espaço dos quercistas na convenção nacional. Um nome paulista na chapa como vice-presidente &#8211; aliás, não um nome qualquer, mas o do presidente da Câmara, Michel Temer, que disputa poder diretamente com Quércia no Estado &#8211; pode ajudar. &#8220;Não é impossível rachar esse bloco porque as lideranças municipais de São Paulo estão ressentidas com a liderança quercista. O partido está acabando no Estado&#8221;, afirma um dos negociadores com o PMDB.</p>
<p>O grupo de Quércia trabalha com o objetivo de não perder sua influência na convenção nacional. Os delegados estaduais à convenção nacional do PMDB são uma reserva de valor do grupo dominante no Estado. Quércia, por exemplo, encabeça a lista dos delegados paulistas à convenção nacional (e, como presidente do PMDB paulista, tem direito a mais um voto na convenção nacional); sua esposa, Alaíde, é a terceira delegada à convenção nacional do diretório atual, que será renovado no mês que vem. No Mato Grosso do Sul, o governador André Puccinelli, candidato à reeleição, ameaça ir para a oposição em represália à decisão de Zeca do PT de se candidatar ao governo levando consigo a totalidade dos 27 votos do Estado na convenção nacional. No Paraná, o governador Roberto Requião negocia com oposição e governo uma aliança local que dê a ele conforto e garantias para se eleger para o Senado e sua moeda de troca são quase 50 votos à convenção nacional. O lançamento, pelo governador, da campanha por uma candidatura própria do PMDB, faz parte desse jogo de pressão duplo &#8211; para os tucanos, basta que Requião retire seus votos da convenção a qualquer pretexto para que o PT perca o tempo de propaganda eleitoral do pré-aliado. Os convencionais mineiros são cerca de 70, o segundo maior colégio da convenção nacional. No Rio, o número de convencionais aproxima-se dos 60.</p>
<p>Paralelamente, as direções dos dois partidos tentam fechar os acordos regionais &#8211; embora prevejam que eles estejam efetivamente organizados apenas no próximo ano, bem perto do prazo fatal definido pela lei. &#8220;A experiência mostra que é isso que acontece em todas as eleições: é difícil ter as alianças e candidaturas de todo o país feitas no ano anterior&#8221;, afirma Berzoini. Por enquanto, as dificuldades dadas como inconciliáveis, no fechamento das alianças regionais entre o PT e o PMDB, são Pernambuco, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Nos dois primeiros Estados, o domínio do PMDB local está nas mãos de oposicionistas &#8211; Jarbas Vasconcelos, em Pernambuco, e Luiz Henrique, em Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, é tradicional a rivalidade entre o PT e o PMDB, e o partido hoje praticamente segura o governo de Yeda Crusius (PSDB). Lá, o PMDB governista, do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e do deputado Eliseu Padilha, está tentando ao menos uma das legendas para disputar o Senado &#8211; no ano que vem, serão eleitos dois senadores por Estado. O PMDB e o PSDB locais são o palanque da candidatura do tucano (Serra ou Aécio) e o ministro Tarso Genro (PT) transita entre os aliados tradicionais, os partidos de esquerda &#8211; inclusive ao PDT, que lá é forte -, e, se as eleições fossem hoje, segundos os institutos de pesquisa, ele venceria. &#8220;No segundo turno das eleições gaúchas o normal é se juntarem todos os partidos contra o PT&#8221;, pondera um petista da direção partidária que não considera, nos seus cálculos, o Estado como favas contadas na geografia do poder petista pós-eleições.</p>
<p>Em Pernambuco, o PMDB, o DEM e o PSDB são palanque para Serra (ou Aécio) e a candidatura de Dilma pode ter perdido a chance de ter um grande palanque no Estado, numa aliança entre o PT, o PSB do governador Eduardo Campos e pequenos partidos de esquerda, com a candidatura de Ciro Gomes a presidente. O PT pode lançar candidato ao governo no Estado para compensar a saída do PSB de seu palanque nacional no primeiro turno. Em Santa Catarina, o mais forte pemedebista é o governador Luiz Henrique e ele se aliou ao DEM de Jorge Bornhausen.</p>
<p>Também figura na lista das tentativas impossíveis de aliança o Estado de Tocantins, onde a relação do pemedebista Marcelo Miranda com o PT chegou ao desgaste absoluto. Lá, o PMDB e o DEM se aliam para lançar a senadora Kátia Abreu (DEM), já considerada a favorita na disputa. No Mato Grosso do Sul, onde o ex-governador Zeca do PT lançou-se ao governo e o atual governador é um pemedebista, André Puccinelli, a direção nacional do PT não faz apostas e tende a não enquadrar o ex-governador às exigências estaduais. Puccinelli concentra umas duas dezenas de votos de convencionais do PMDB, mas tem também um histórico de agressividade em relação ao PT. O caso recente foi a agressão ao ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, mas o PT estadual é seu alvo constante.</p>
<p>A candidatura de Ciro a presidente é um complicador que parte do PSB não queria ter tido. Em três Estados, o destino de governadores que disputam a reeleição seria mais seguro com uma aliança com o PT já no primeiro turno &#8211; e dirigentes do PT acreditam que, à medida que Dilma crescer nas pesquisas, há possibilidades de Ciro ser convencido, internamente, a aceitar a candidatura ao governo de São Paulo. Sem essa possibilidade à vista, o PT articula palanques próprios no Ceará, no Rio Grande do Norte e em Pernambuco.</p>
<p>No Ceará, o governador Cid Gomes propôs ao PT uma fórmula em que ele, o governador, apoiaria dois candidatos a presidente, em troca dos dois candidatos a presidente fazerem campanha para a sua reeleição. Ele sugeriu fazer campanha para Dilma e para o seu irmão, Ciro. Nesse Estado, as alianças costumam ser tão flexíveis que o próprio PT tem dificuldade de aceitar. Os irmãos Gomes tradicionalmente fazem alianças brancas com o PSDB de Tasso Jereissati. Em 2010 o senador tucano disputa a reeleição, mas está na estratégia do PT nacional tentar tirá-lo da Casa legislativa. A aliança com o PMDB no Estado foi fechada em torno de uma vaga ao Senado, que será destinada a Eunício Oliveira. A direção do PT pretende colocar um nome forte ao Senado; se necessário, definir um candidato ao governo no Estado também. Nos dois casos a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, pode ir para o sacrifício &#8211; ela não quer deixar a prefeitura.</p>
<p>Em Minas, o trabalho do PT e do PMDB é tentar quebrar a hegemonia eleitoral do governador Aécio Neves. Considera-se que, a exemplo de Lula, o governador terá grande poder de transferência de votos para o seu candidato, que deverá ser o seu atual vice, Antonio Anastasia. Acontece que, em 2006, Lula também foi bem votado no Estado. O cálculo é o de que, se Aécio for o candidato ao governo, a transferência dos votos do tucano para o seu candidato tornará imbatível a candidatura do PSDB ao governo e ele &#8220;fechará&#8221; quase todo o colégio eleitoral estadual. Dilma teria grandes dificuldades de transitar entre os votos mineiros, nessa hipótese. Se Serra for candidato, as dificuldades diminuem, mas podem se reduzir mais se PT e PMDB não dividirem o palanque no Estado. O PT está em pleno processo de escolha entre dois candidatos, o ministro Patrus Ananias e o ex-prefeito Fernando Pimentel. O ministro Hélio Costa, do PMDB, reivindica a vaga ao governo pela coligação. No Estado, as bancadas na Assembleia Legislativa se incumbiram das tentativas de conciliar interesses. &#8220;Existe boa vontade das duas partes em resolver o problema&#8221;, disse Berzoini. O mais certo, no entanto, é que não se decida agora: no Estado, qualquer estratégia se inicia no momento em que o PSDB decidir quem é o candidato. Essa decisão terá o poder de definir a posição do ex-presidente Itamar Franco no pleito do ano que vem, se na posição de candidato a governador ou senador, com certeza aliado de Aécio. Os partidários da candidatura Aécio no PSDB e no DEM apostam nessa aliança como um sólido palanque estadual para a candidatura tucana em 2010, com poder de impedir a transferência da popularidade de Lula para Dilma.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PORTÕES FECHADOS]]></title>
<link>http://revolucionaria.wordpress.com/2009/11/02/portoes-fechados/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 23:01:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cheira-me a Revolução!</dc:creator>
<guid>http://revolucionaria.wordpress.com/2009/11/02/portoes-fechados/</guid>
<description><![CDATA[“O emprego depende do crescimento; o crescimento, da competitividade; a competitividade, da capacida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://fotos.sapo.pt/2s4Z79SBgPj4YbaAUM3f/x435" border="0" alt="" /></p>
<p style="text-align:right;">“<em><strong>O emprego depende do crescimento; o crescimento, </strong></em></p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>da competitividade; a competitividade, da capacidade</strong></em></p>
<p style="text-align:right;"><em><strong> de suprimir empregos. Isso significa dizer: para lutar </strong></em></p>
<p style="text-align:right;"><em><strong>contra o desemprego, nada como despedir!</strong></em>”</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Viviane Forrester <em>in</em> <em>Uma Estranha Ditadura</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em><br />
</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Portões fechados! Nada de extraordinário para quem passa; um drama para os trabalhadores, impedidos de entrar.</p>
<p style="text-align:justify;">Portões fechados! Liberdade acorrentada, barreiras de acesso ao futuro, milhares de famílias, prisioneiras da fome frente ao brasão da retoma anunciada: um cadeado.</p>
<p style="text-align:justify;">Observo essa força de trabalho disposta a criar riqueza, operárias e operários, dentes cerrados, lágrimas de mágoa e cólera, frente aos portões das fábricas onde diariamente trocavam suor por pão e deixaram anos de vida e a juventude que jamais poderão recuperar.</p>
<p style="text-align:justify;">Oiço os comentários inócuos do repórter, e as imagens breves limitam-se a constatar um facto, nada mais: “<strong><em>fechou mais uma fábrica que transfere a sua actividade para…</em></strong>”. Algumas lágrimas, em primeiro plano, e porque a emoção se vende bem ao jantar, dão-se alguns segundos de visibilidade à ocorrência, não se podendo afirmar, deste modo, que tivessem ignorado o crime; de forma alguma!</p>
<p style="text-align:justify;">Os analistas oficiais, não se ocupam de questões tão comezinhas. Para preencher tempo e demonstrar seus doutos conhecimentos, debitam percentagens, fabricam argumentos que justifiquem a “<em>inviabilidade</em>” da empresa, a necessidade de “<em>reestruturação</em>”; critica-se a “<em>produtividade</em>”, apelidando de fenómeno a rapina cada vez mais feroz da mais-valia de que se nutrem, sem quaisquer resquícios de consciência cívica. Fenómeno, assim o denominam como se de trovoadas ou vendavais se tratasse; sonegar o pão de quem trabalha: fenómeno!</p>
<p style="text-align:justify;">Aos desempregados, Alguém os classificou como “<em>exército industrial de reserva</em>” elucidando que são “<em>matéria humana sempre explorável e sempre disponível</em>”. Tolices do senhor Karl Marx, porque qualquer imbecil sabe que quanto maior é o desemprego mais <em>sobem</em> os salários. Não é verdade? Claro!</p>
<p style="text-align:justify;">O senhor professor que perora desde a couve-de-bruxelas ao buraco negro e um outro sujeito que com este disputa audiências televisiva à mesma hora não se disponibilizam a comentar trivialidades. Despedimentos… famílias inteiras lançadas no desemprego tornou-se banal e a banalidade é opaca para quem usa óculos de classe, melhor: a óptica de classe desses senhores que usufruem milhares e milhares de contos mensalmente.</p>
<p style="text-align:justify;">Além do mais, o tempo escasseia porque há que repetir pela enésima vez as mesmas imagens do Freeport ou do BPN ou ainda a do senhor Cruz que se arrastam há já de não sei quantos anos. Espremem-se os mediáticos causídicos e ouvem-se as doutas opiniões de politólogos, astrólogos e outros cómicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, de olhos marejados, as imagens aparecem-me através de num nevoeiro de tristeza.</p>
<p style="text-align:justify;">Procuro decifrar a angústia dessas mulheres e homens que, sem alternativa, vêem, assim, de chofre, questionada a própria sobrevivência. Retenho-me nos rostos, expressões que não esqueço e sou incapaz de descrever.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho gerou em nós e desenvolveu instrumentos de civilidade e cidadania, camaradagem e sociabilidade sem os quais a vida deixa de ter sentido; o despedimento é uma amputação que provoca desajustamentos familiares, rompe compromissos económicos e para os que não aguentam tamanha pressão os suicídios são frequentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Dezenas de trabalhadores entram diariamente no desemprego e não se pense que são só os empregados de escritório ou os trabalhadores não qualificados dos serviços de comércio, não, os especialistas das ciências físicas, matemáticas e engenharia são aos milhares sem trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">Gente bem nutrida não se cansa de repetir que a partir de 2010 tudo será melhor se… a conjuntura o permitir.</p>
<p style="text-align:justify;">Se!</p>
<p><em>Cid Simões</em></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   &#60;![endif]--><!--  /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} -->
<p>&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:141.6pt;text-align:justify;"><strong>“O emprego depende do crescimento; o crescimento, da competitividade; a competitividade, da capacidade de suprimir empregos. Isso significa dizer: para lutar contra o desemprego, nada como despedir!”</strong></p>
<p><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#38;">Viviane Forrester <em>in</em> Uma Estranha Ditadura</span></strong></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reclama]]></title>
<link>http://jdei.wordpress.com/2009/11/01/reclama/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 11:28:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>jde9</dc:creator>
<guid>http://jdei.wordpress.com/2009/11/01/reclama/</guid>
<description><![CDATA[PETIÇÃO  Os Signatários reclamam: O ALARGAMENTO DA PROTECÇÃO NO DESEMPREGO   Em consequência do ence]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;">PETIÇÃO</h2>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/f/f6/CGTP-IN_logo.png" alt="" width="103" height="116" /></p>
<p style="text-align:center;"> Os Signatários reclamam:</p>
<p style="text-align:center;"><strong>O ALARGAMENTO DA PROTECÇÃO NO DESEMPREGO</strong></p>
<p style="text-align:left;"> <br />
Em consequência do encerramento de grande número de empresas, deslocalizações e salários em atraso, resultante da governação do PS e do comportamento do patronato, milhares de trabalhadores são hoje desempregados de longa duração e muitos outros, essencialmente jovens, devido ao emprego precário, estão desempregados e sem direito a protecção no desemprego, conduzindo muitos famílias à situação de pobreza.<br />
Impõe-se alargar a protecção no desemprego, reduzindo os períodos de garantia para 365 e 90 dias dos subsídios de desemprego e social, e o prolongamento deste durante todo o período de recessão; majoração das prestações familiares e das prestações de desemprego quando há em simultâneo mais que um desempregado no mesmo agregado.</p>
<p style="text-align:center;"> <br />
<strong>A REVOGAÇÃO DO FACTOR DE SUSTENTABILIDADE</strong></p>
<p style="text-align:left;"> <br />
O Governo de Sócrates impôs desde 1 de Janeiro de 2008 a todos os trabalhadores que se reformaram por velhice, uma redução na sua pensão. Ao valor da pensão resultante do cálculo, aplica-se este factor de sustentabilidade. Em 2008 a redução foi de 0,56%, e em 2009 o valor acumulado de 1,32%. Em cada ano, se a esperança de vida aos 65 anos aumentar, como está previsto, maior será a redução das pensões.</p>
<p style="text-align:center;"> <br />
<strong>ALTERAÇÃO DAS REGRAS DE ACTUALIZAÇÃO DAS PENSÕES E PRESTAÇÕES</strong></p>
<p style="text-align:left;"> <br />
Milhares de reformados e aposentados têm perdido poder de compra, dado que os aumentos das pensões não acompanharam a inflação.<br />
Com as novas regras de actualização (IAS), nem as pensões mínimas “escaparam”, deixando estas de crescer, mantendo só o poder de compras, rompendo com o ciclo da sua dignificação, que vinha há muito a ser prosseguido.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em><span style="color:#ff0000;"> </span></em></strong><a rel="nofollow" href="http://www.cgtp.pt/peticoes/2009/sociais/"><strong><em><span style="color:#ff0000;">Assina a petição aqui</span></em></strong></a></p>
<p style="text-align:left;"> </p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://fotos.sapo.pt/7AkktR0LZDYbNJrTNK3q/x435" alt="" width="348" height="233" /></p>
<h6><span style="color:#888888;">Via Sidónio Candeias</span></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nove portugueses escravizados em quintas espanholas]]></title>
<link>http://jdei.wordpress.com/2009/10/29/nove-portugueses-escravizados-em-quintas-espanholas/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:03:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>jde9</dc:creator>
<guid>http://jdei.wordpress.com/2009/10/29/nove-portugueses-escravizados-em-quintas-espanholas/</guid>
<description><![CDATA[Rede de sequestradores foi identificada pela PJ, mas estão todos em Espanha e ainda ninguém foi deti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Rede de sequestradores foi identificada pela PJ, mas estão todos em Espanha e ainda ninguém foi detido. Nove portugueses foram vítimas:</strong></p>
<p>Aliciados por salários atractivos, são levados para Espanha para trabalharem nos campos agrícolas. Do lado de lá da fronteira começa o tormento. Os angariadores ficam com o dinheiro pago pelos empregadores, prendem as vítimas, retiram-lhes a documentação e impedem-nos de fugir. Uma destas redes acabou desmantelada pela PJ da Guarda, mas nenhum dos sete sequestrados será, a breve prazo, presente à justiça portuguesa. O líder da rede está preso em Espanha, à ordem de outro processo, e os outros elementos da rede estão apenas identificados.</p>
<p>&#8220;No conjunto são nove vítimas que foram aliciadas a trabalhar em Espanha. Quando começaram a trabalhar, em jornadas de mais de 15 horas, ficaram sem documentos, dinheiro e no final do dia eram fechados e alguns acorrentados&#8221;, disse a fonte da PJ. Um destes trabalhadores conseguiu fugir das &#8220;agressões permanentes e contou o sucedido, que deu origem à investigação&#8221;, adiantou a fonte.</p>
<p>Este homem queixou-se de ter sido transportado por outro português para Espanha, onde &#8220;era obrigado a fazer trabalhos agrícolas numa quinta da região de Castilla y Leon&#8221;, adiantou a PJ em comunicado. Em Espanha, o homem &#8220;trabalhou de sol a sol, em condições degradantes, sem qualquer remuneração e chegou a estar acorrentado&#8221;. Do relato deste trabalhador constam ainda agressões de que terão sido vítimas &#8220;nove trabalhadores, todos de origem portuguesa e angariados para trabalhar em Espanha&#8221;.</p>
<p>A PJ adiantou que o inquérito &#8220;investigou crimes de sequestro, tráfico de pessoas e escravidão que permitiu identificar os presumíveis autores dos crimes&#8221;. Dos sete suspeitos, &#8220;indivíduos de etnia cigana, três têm nacionalidade portuguesa e pertencem à mesma família que reside em Espanha. O cabecilha da rede &#8220;está a cumprir pena de prisão por outros crimes&#8221;, contou a fonte. Sob estes indivíduos foram emitidos mandados de detenção para que possam ser presentes à Justiça.</p>
<h6><span style="color:#888888;">No DN</span></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RENDA DO TRABALHADOR AUMENTA E DESEMPREGO CAI]]></title>
<link>http://liberdadeaqui.wordpress.com/2009/10/23/renda-do-trabalhador-aumenta-e-desemprego-cai/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 11:26:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Prof. Leandro</dc:creator>
<guid>http://liberdadeaqui.wordpress.com/2009/10/23/renda-do-trabalhador-aumenta-e-desemprego-cai/</guid>
<description><![CDATA[Do site Brasília Confidencial 22/10/2009 O desemprego diminuiu e a renda do trabalhador brasileiro a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><a title="Do site Brasília Confidencial" href="http://www.brasiliaconfidencial.inf.br/?p=3903">Do site Brasília Confidencial</a></em></p>
<div><em><br />
</em></div>
<div><em><span style="font-family:Calibri, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px;font-style:normal;line-height:normal;"></p>
<p style="font-family:Georgia, 'Times New Roman', Times, serif;font-size:12px;color:#404040;float:none;margin:0 0 0 29px;padding:0 0 15px;">22/10/2009</p>
<div style="color:#555555;font-size:15px;margin:0 0 0 29px;padding:0 20px 0 0;">
<p style="margin:0;padding:5px 0;"><img src="http://www.ionline.pt/adjuntos/102/imagenes/000/077/0000077676.jpg" alt="" /></p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;">O desemprego diminuiu e a renda do trabalhador brasileiro aumentou, informa, em síntese, a Pesquisa Mensal de Emprego realizada em setembro e divulgada ontem pelo IBGE. A pesquisa avalia o mercado de trabalho nas seis maiores regiões metropolitanas – São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife. Em todas, segundo o IBGE, a renda média dos trabalhadores e das famílias melhorou.</p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;">Leia, abaixo, as principais informações da pesquisa:</p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;"><em>a) A </em><strong>taxa de desocupação</strong><em> caiu de 8,1% em agosto para 7,7% em setembro – a menor de 2009 e a mesma estimada em setembro de 2008.</em></p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;"><em>b) A </em><strong>população desocupada</strong><em> foi reduzida em 4,8% – ou 90 mil pessoas – de agosto para setembro. Segundo o IBGE, nas seis regiões metropolitanas pesquisadas aquela população era formada, em setembro do ano passado e em setembro deste ano, por 1,8 milhão de pessoas.</em></p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;"><em>c) Tanto o número de trabalhadores ocupados (21,5 milhões) quanto o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (9,5 milhões) mantiveram-se estáveis, seja na comparação mensal, seja na anual.</em></p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;"><em>d) O número de </em><strong>trabalhadores sem carteira assinada</strong><em> (2,8 milhões) não mudou entre agosto e setembro deste ano.  Mas diminuiu 6,9%, na comparação de setembro de 2009 com setembro de 2008.</em></p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;"><em>e) Em setembro o </em><strong>rendimento médio real dos trabalhadores</strong><em> foi R$ 1.346,70 – valor 0,6% superior ao de agosto (R$ 1.338,85) e 1,9% maior do que o de setembro do ano passado (R$ 1.321,77).</em></p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;">De agosto para setembro a renda melhorou em Recife (5,5%), Salvador (2,8%) e São Paulo (1,1%) e caiu em Belo Horizonte (2,6%).</p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;">Frente a setembro de 2008, todas as regiões registraram aumento: Recife (5,3%), Porto Alegre (5,2%), Salvador (2,8%), Rio de Janeiro (1,7%), São Paulo (1,4%) e Belo Horizonte (0,6%).</p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;"><em>f) </em>A renda média familiar por pessoa, em setembro, chegou a R$ 876,46 – 0,5% superior à de agosto e 2,4% superior à de setembro de 2008.</p>
<p style="margin:0;padding:5px 0;"><em>g) A </em><strong>massa de rendimento</strong><strong><em> </em></strong><em>dos trabalhadores ocupados somou R$ 29 bilhões em setembro – 1,4% superior à de agosto e 2,2% superior à de setembro de 2008.</em></p>
</div>
<p></span></em></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Assembleia em Debate - Redução da jornada de trabalho (22/10)]]></title>
<link>http://tvsinal.wordpress.com/2009/10/22/assembleia-em-debate-reducao-da-jornada-de-trabalho-2210/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 18:49:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>tvsinal</dc:creator>
<guid>http://tvsinal.wordpress.com/2009/10/22/assembleia-em-debate-reducao-da-jornada-de-trabalho-2210/</guid>
<description><![CDATA[Em 1988, a aprovação da Lei Trabalhista reduziu a jornada de trabalho dos brasileiros, de 48 para 44]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em 1988, a aprovação da Lei Trabalhista reduziu a jornada de trabalho dos brasileiros, de 48 para 44 horas. Na ocasião, empregadores e empregados ficaram em campos opostos de um debate que ia de tempo de descanso à produtividade do trabalhador. No dia 30 de junho desse ano, a PEC da redução da jornada de trabalho foi aprovada por uma Comissão Especial, na Câmara Federal, trazendo, novamente, as mesmas questões a serem debatidas. Segundo o projeto, as horas de ofício cairiam de 44 para 40 horas semanais. A polêmica aprovação e os detalhes da proposta são o tema do <strong>Assembleia em Debate</strong> dessa semana, que recebe, na conversa, o deputado estadual, Professor Lemos (PT), o presidente da Central Única dos Trabalhadores do Paraná (CUT/PR), Roni Barbosa e o presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação do Estado do Paraná, Ernane Garcia. A apresentação é do jornalista <strong>Paulo Galvez</strong>.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/BtHu06eZ7PE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/BtHu06eZ7PE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>O <strong>Assembleia em Debate </strong>vai ao ar na quinta-feira, às 18h30, com reprise na sexta-feira, às 13h00, e no domingo, às 22h30.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisa: Porque você trabalha?]]></title>
<link>http://organizesuasfinancas.wordpress.com/2009/10/22/pesquisa-porque-voce-trabalha/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 18:02:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
<guid>http://organizesuasfinancas.wordpress.com/2009/10/22/pesquisa-porque-voce-trabalha/</guid>
<description><![CDATA[Se você fizer esse pergunta para 10 pessoas 9 com certeza responderá “porque preciso ganhar dinheiro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Se você fizer esse pergunta para 10 pessoas 9 com certeza responderá “porque preciso ganhar dinheiro”, “porque preciso pagar minhas contas”.</p>
<p>Podemos concluir que a grande maioria das pessoas trabalha por dinheiro.</p>
<p>E você porque trabalha?</p>
<p>Deixe seu comentário&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As greves na mídia]]></title>
<link>http://jornaverdade.wordpress.com/2009/10/21/as-greves-na-midia/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 14:52:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda Marques</dc:creator>
<guid>http://jornaverdade.wordpress.com/2009/10/21/as-greves-na-midia/</guid>
<description><![CDATA[      Recentemente, os bancários realizaram uma greve geral em todo o Brasil. Na Caixa Econômica Fed]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>      Recentemente, os bancários realizaram uma greve geral em todo o Brasil. Na Caixa Econômica Federal, eles ainda estão parados. Quero chamar a atenção para como a mída retrata estes casos: sempre mostram como ela é prejudicial a população, mas nunca mostram o outro lado, o dos trabalhadores.</p>
<p>      Claro que o povo fica prejudicado, mas será que alguém já pensou nas condições trabalhistas destas categorias? Os baixos salários que eles têm? Isso é pouco mostrado nos meios de comunicação e cheguei a ouvir em uma rádio que quem participava da greve era &#8220;pelego&#8221;.</p>
<p>      Isso não quer dizer que sou comunista ou algo parecido. Mas destaco que a imprensa, muitas vezes, não cumpre o seu papel, o qual é mostrar todos os lados da informação e que, assim como a população, os trabalhadores também são os mais prejudicados</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Segurança sempre em 1º lugar]]></title>
<link>http://idioticetemlimite.wordpress.com/2009/10/20/seguranca-sempre-em-1%c2%ba-lugar/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 02:25:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardocelso</dc:creator>
<guid>http://idioticetemlimite.wordpress.com/2009/10/20/seguranca-sempre-em-1%c2%ba-lugar/</guid>
<description><![CDATA[Você que é trabalhador ( ou não ) e acessa meu blog, lembre-se que a segurança é algo que deve estar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Você que é trabalhador ( ou não ) e acessa meu blog, lembre-se que a segurança é algo que deve estar sempre em primeiro lugar.</p>
<p>Veja esse flagra comprovando essa situação.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" title="a segurança é tudo" src="http://img15.imageshack.us/img15/659/cordadesegurana.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p style="text-align:left;">Esses dois são a prova total de segurança sempre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Que tipo de emigrante somos?]]></title>
<link>http://jdei.wordpress.com/2009/10/19/que-tipo-de-emigrante-somos/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 18:39:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>jde9</dc:creator>
<guid>http://jdei.wordpress.com/2009/10/19/que-tipo-de-emigrante-somos/</guid>
<description><![CDATA[A Associação de Solidariedade Imigrante (SOLIM) teme que os trabalhadores tailandeses que têm estado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://nachoenfuga.files.wordpress.com/2008/09/emigrante-manuel-ferrol.jpg?w=450&#038;h=454" alt="" width="450" height="454" /></p>
<p>A Associação de Solidariedade Imigrante (SOLIM) teme que os trabalhadores tailandeses que têm estado a chegar em massa a Portugal possam ser vítimas de &#8220;mafias encapotadas a actuar no seu país de origem&#8221;. &#8220;São situações muito difíceis de provar mas temos vários indícios de queixas a esse nível, o facto de se tratar de uma comunidade &#8220;muito fechada&#8221; dificulta o controlo dos &#8220;fenómenos de exploração&#8221;.</p>
<p>Nos últimos dois anos chegaram a Portugal cerca de 450 trabalhadores agrícolas provenientes da Tailândia. São contratados pela empresa DFRM Internacional e vieram com contratos de trabalho por um ano e com salário de 450 euros &#8211; cerca de 10 vezes mais do que aquilo que receberiam na Tailândia. O negócio inclui também a oferta de alojamento, normalmente casas com condições de higiene precárias, habitadas por seis ou sete pessoas. &#8220;Estas contratações maciças no país de origem são feitas de forma legal, com toda a documentação tratada&#8221;, reconhece Alberto Matos, que, no entanto, receia a eventual actuação de mafias no recrutamento local desta pessoas. Isto é na Tailândia. &#8220;Nalguns casos, parece que estão a pagar pesadas dívidas no seu país de origem, um tributo sobre o grande favor que lhes fizeram de os trazer para cá&#8221;, assinala.</p>
<p>À SOLIM terão também chegado suspeitas de &#8220;exploração&#8221; relacionadas com alegados incumprimentos salariais. Roni Meluka, proprietário da DFRM Internacional, assegurou que tudo é feito de acordo com a legislação dos dois países. Em Portugal, começou por fornecer trabalhadores para a apanha de morangos, frutas e flores no litoral alentejano (região onde se encontram dois terços dos tailandeses que vieram para Portugal), mas hoje já tem contratos com empresas hortofrutícolas em várias regiões do país, sobretudo no Montijo e em Torres Vedras.</p>
<p>Para além dos asiáticos, a SOLIM está também preocupada com o número crescente de cidadãos europeus, como romenos e búlgaros, prisioneiros das redes de mão-de-obra escrava. Embora não existam dados estatísticos, a associação garante que nos últimos meses teve conhecimento de diversos casos de exploração laboral, facilitada pelo facto de serem trabalhadores comunitários e, por isso, beneficiarem de livre circulação no espaço europeu.</p>
<p>&#8220;A livre circulação, que é uma coisa boa, transformou-se nalguns casos em livre exploração, sem qualquer registo nem pagamento de impostos ou respeito pelos direitos humanos&#8221;, alerta Alberto Matos, preocupado com um fenómeno que &#8220;deveria merecer uma particular atenção&#8221; por parte dos governos europeus. Recrutados por grupos de antigos militares e polícias que &#8220;controlam estas novas mafias&#8221;, romenos e búlgaros chegam por períodos de tempo inferiores a dois meses, trabalham em explorações agrícolas do Alentejo, por vezes sem salário, sobrevivem em condições desumanas e depois são levados para outras paragens, como Espanha ou o Sul de França. &#8220;Não chegam a registar-se, não descontam para a Segurança Social e por vezes não só não lhes pagam como ainda lhes batem.</p>
<p>Isto está a passar-se bastante e em vários pontos do país&#8221;. Uma destas &#8220;pseudo-empresas&#8221; de trabalho temporário, gerida por um &#8220;empresário&#8221; romeno que se encontra referenciado pela Autoridade para as Condições de Trabalho é suspeita de estar envolvida em situações de recrutamento de trabalho escravo, extorsão de salários e violência física sobre trabalhadores. Num dos casos que se encontra em investigação, a GNR identificou 11 romenos que viviam em condições degradantes numa casa na aldeia de Selmes, Vidigueira. Descalços, sujos e famintos eram forçados a deslocar-se diariamente dezenas de quilómetros para trabalhar em explorações agrícolas da região.</p>
<h6><span style="color:#888888;">Com base em notícia do &#8221;DN&#8221;</span></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trabalhadores vs Telheiras FC]]></title>
<link>http://franqq.wordpress.com/2009/10/18/trabalhadores-vs-telheiras-fc/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 05:05:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fran</dc:creator>
<guid>http://franqq.wordpress.com/2009/10/18/trabalhadores-vs-telheiras-fc/</guid>
<description><![CDATA[Trabalhadores 2 vs 1 Telheiras FC No jogo em atraso remetente à nona jornada, os Trabalhadores do Co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Trabalhadores 2 vs 1 Telheiras FC No jogo em atraso remetente à nona jornada, os Trabalhadores do Co]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Terceirizado terá FGTS e salário garantido se contratador tiver problemas]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/10/15/terceirizado-tera-fgts-e-salario-garantido-se-contratador-tiver-problemas/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 19:14:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
<guid>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/10/15/terceirizado-tera-fgts-e-salario-garantido-se-contratador-tiver-problemas/</guid>
<description><![CDATA[do monitor mercantil on line  O Ministério do Planejamento adotou medida para garantir ao trabalhado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do monitor mercantil on line  O Ministério do Planejamento adotou medida para garantir ao trabalhado]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
