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	<title>trabalhos-cientificos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/trabalhos-cientificos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "trabalhos-cientificos"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 08:31:03 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Floresta Ombrófila Densa Altomontana: aspectos florísticos-Pr]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/11/25/floresta-ombrofila-densa-altomontana-aspectos-floristicos-pr/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:11:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Floresta Ombrófila Densa Altomontana: aspectos florísticos e estruturais de diferentes trechos na Se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Floresta Ombrófila Densa Altomontana: aspectos flor</strong><strong>í</strong><strong>sticos e e</strong><strong>struturais de diferentes trechos na Serra do Mar, PR</strong></p>
<p>Alexandre Koehler, Franklin Galvão,  Solon Jonas Longhi</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>Foram avaliadas a florística e a estrutura da Floresta Ombrófila Densa Altomontana, em cinco diferentes montanhas, ao longo da Serra do Mar no PR. Trechos primários, sempre acima dos 1.250 m, foram mensurados, com dez parcelas retangulares (5&#215;10 m), em cada local. Foram registradas 55 espécies arbóreas, 36 gêneros e 24 familias. Constatou-se a elevada densidade arbórea, até 4.490 árvores por hectare (PAP &#62; 10 cm), formando um estrato único, com altura média de 4 m. O fator altitude exerce grande influência nesse aspecto. Contudo, verificou-se, que, floristicamente, todos os trechos são similares, embora ocorram diferenças estruturais importantes entre eles.</p>
<p><strong>Palavras-chave: </strong>floresta altomontana, Serra do Mar, florística e estrutura.</p>
<p><a href="http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=53412204" target="_self">Veja o texto completo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Distribuição altitudinal e simpatria de aves na Floresta Atlântica]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/11/25/distribuicao-altitudinal-e-simpatria-de-aves-na-floresta-atlantica/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:45:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Distribuição altitudinal e simpatria das aves do gênero Drymophila Swainson (Passeriformes, Thamnoph]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Distribuição altitudinal e simpatria das aves do gênero <em>Drymophila </em>Swainson (Passeriformes, Thamnophilidae) na Mata Atlântica</p>
<p>Henrique Rajão &#38; Rui Cerqueira</p>
<p><strong>RESUMO:</strong></p>
<p>Foram descritas e analisadas as distribuições altitudinais das seis espécies de <em>Drymophila </em>Swainson, endêmicas da Floresta Atlântica e identificados e discutidos os casos de simpatria. Para isso, foram usados dois conjuntos de dados, um em escala local (a Serra dos Órgãos, um segmento da Serra do Mar no Estado do Rio de Janeiro) e outro em escala regional (Mata Atlântica).</p>
<p>Os dois conjuntos de dados mostraram um padrão similar de distribuição altitudinal das espécies.</p>
<p><strong>Palavras-chave</strong>: bambu; biogeografia; espécies endêmicas; Serra do Mar; Serra da Mantiqueira.</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-81752006000300002&#38;script=sci_arttext" target="_self"> Veja o texto completo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Humboldt nos Andes do Equador]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/11/25/humboldt-nos-andes-do-equador/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:30:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Humboldt nos Andes do Equador.  Ciência e romanticismo na descoberta científica da montanha Pere Sun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Humboldt nos Andes do Equador.  Ciência e romanticismo na descoberta científica da montanha</strong></p>
<p>Pere Sunyer Martín</p>
<p><strong>RESUMO: </strong></p>
<p>A montanha foi, até meados do século XVIII, um espaço ajeno à curiosidade científica. Entre as contribuições de Humboldt às ciências, devemos considerar a descoberta da montanha. Mas ele não foi um precursor de tais estudos, e sim continuador do caminho empreendido por Jean Jacques Rousseau ou Horace Bénédict de Saussure. Neste artigo é apresentada a importância das investigações no âmbito da montanha no desenvolvimento das ciências naturais e enfatizar os aportes de Humboldt. Não foi somente o descobrimento de um naturalista, mas, também de uma alma romântica.<br />
 </p>
<p><strong>Palavra-chave:</strong> montanha, Saussure, Humboldt, Equador, Chimborazo, romantismo.</p>
<p><a href="http://www.ub.es/geocrit/sn-58.htm" target="_self">Veja o texto completo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Avifauna no topo da montanha]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/09/18/avifauna-no-topo-da-montanha/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 20:01:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Maria Guimarães RESUMO Este artigo mostra como o soerguimento dos Andes explica a diversidade de pap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Maria Guimarães</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>Este artigo mostra como o soerguimento dos Andes explica a diversidade de papagaios na América do Sul. Trata-se de um projeto da Fapesp que  faz a reconstrução da história evolutiva e estudos filogeográficos da avifauna neotropical utilizando marcadores moleculares</p>
<p><strong>Palavras chave: </strong>fauna de montanha</p>
<p><a href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3355&#38;bd=1&#38;pg=1&#38;lg=" target="_self">Veja aqui o artigo </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O montanhismo a partir da perspectiva sociológica]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/09/18/o-montanhismo-a-partir-da-perspectiva-sociologica/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 19:26:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[David Moscoso Sánchez RESUMO Nos últimos anos, muitos países onde historicamente não havia tradição ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>David Moscoso Sánchez</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>Nos últimos anos, muitos países onde historicamente não havia tradição na prática do montanhismo, experimentaram um importante reconhecimento social deste esporte. Para isto contribuíram inumeráveis elementos sociais, políticos, econômicos e tecnológicos. Este artigo aborda especificamente o processo de institucionalização do montanhismo na Espanha. Concretamente, se indaga sobre a influência de cada um desses elementos, o papel desempenhado pelos diversos agentes sociais e, por último, os diferentes impactos que se desprendem da prática do montanhismo.</p>
<p>O resultado permite confeccionar um amplo elenco de elementos imbricados na construção social do montanhismo refutando-se a hipótese de que na Espanha, se pode falar de “maior idade” neste esporte.</p>
<p><strong>Palavras chave: </strong>esportes de montanha, sociologia do esporte.</p>
<p><a href="http://digital.csic.es/bitstream/10261/2115/1/06-03.pdf" target="_self">Clique aqui para baixar o arquivo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sibutramina - Bula]]></title>
<link>http://anontxt.wordpress.com/2009/08/30/sibutramina-bula/</link>
<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 09:24:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>anon</dc:creator>
<guid>http://anontxt.wordpress.com/2009/08/30/sibutramina-bula/</guid>
<description><![CDATA[Vou colocar aqui uma parte da bula do cloridrato monohidratado de sibutramina. O resto da bula você ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vou colocar aqui uma parte da bula do cloridrato monohidratado de sibutramina. O resto da bula você confere <a href="http://www.bulas.med.br/index.pl?C=A&#38;V=66506F737449443D34393235266163743D73686F7752656164436F6D6D656E7473" target="_blank">aqui</a></p>
<p><strong>REDUCTIL &#8211; Composição: <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /></strong><br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Cápsula 10mg <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Cada comprimido contém: cloridrato monohidratado de sibutramina&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..10mg</p>
<p>NUNCA USE MEDICAMENTOS COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /><br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /><span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">Gravidez</span> e Lactação: Informe imediatamente ao médico se houver suspeita de <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">gravidez</span>, durante ou após o uso da medicação. Informe ao médico se estiver amamentando. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Cuidados de administração: As cápsulas devem ser ingeridas pela manhã, com um pouco de líquido, durante ou após a alimentação. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Reações desagradáveis: Informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis. Pode ocorrer: dor de cabeça, secura da boca, insônia, dor nas costas, <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">taquicardia</span>, hipertensão, palpitações, obstipação, perda do apetite ou náusea.</p>
<p>Ingestão concomitante com outras substâncias: Não ingerir sibutramina concomitantemente com bebidas alcoólicas. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Contra- indicações: <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">Alergia</span> a sibutramina ou a qualquer outro componente do produto, história de <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">anorexia</span>nervosa, <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">bulimia</span> nervosa ou outras desordens da alimentação. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Precauções: Informe ao médico caso exista história de <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">anorexia</span> nervosa, <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">bulimia</span> nervosa ou outras desordens na alimentação, conhecimento ou suspeita de <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">gravidez</span> e amamentação, para receber uma orientação cuidadosa. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Informar ao médico sobre qualquer medicamento que esteja tomando, antes do início ou durante o tratamento. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Não deve ser utilizado durante a <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">gravidez</span> ou lactação. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Como outros medicamentos de ação central, o uso de sibutramina pode afetar a capacidade de julgamento do paciente, durante atividades que exijam atenção. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /><br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E TOLERÂNCIA QUANDO <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /><br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.</p>
<p><strong>REDUCTIL &#8211; Indicações: <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /></strong><br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /><strong>Reductil</strong> está indicado para o tratamento da <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">obesidade</span> quando a perda de peso está clinicamente indicada; deve ser usado em conjunto com dieta e exercícios, como parte de um programa de gerenciamento de peso, quando somente a dieta e exercícios comprovam- se ineficientes. <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /><br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /><strong><a name="contra_indicacoes__"></a>REDUCTIL &#8211; Contra-Indicações: <br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" /></strong><br style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;" />Hipersensibilidade conhecida ao cloridrato monohidratado de sibutramina ou a qualquer outro componente da fórmula; história de <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">anorexia</span> nervosa, <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">bulimia</span> nervosa; conhecimento ou suspeita de <span style="font-size:12px;font-family:Verdana, Tahoma, Helvetica, sans-serif;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dashed;border-bottom-color:#0066cc;">gravidez</span> e durante a lactação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geografia de incêndios em montanhas]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/08/19/geografia-de-incendios-em-montanhas/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 14:10:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/08/19/geografia-de-incendios-em-montanhas/</guid>
<description><![CDATA[António José Bento Gonçalves RESUMO Esta tese, desenvolvida nas montanhas de Portugal, apresenta uma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>António José Bento Gonçalves</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>Esta tese, desenvolvida nas montanhas de Portugal, apresenta uma discussão relativa à uma problemática na área da geografia e do planejamento dos espaços silvestres de áreas montanhosas:  os incêndios florestais.</p>
<p>A tese apresenta uma exaustiva revisão sobre espaços silvestres de áreas montanhosas e sobre questões relacionadas à política florestal nas montanhas daquele país</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> montanhas, Portugal, incêndios florestais</p>
<p><a href="https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/6508" target="_self">Veja o texto completo:</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parque Estadual Pico do Marumbi – PR, um estudo das escaladas em rocha ]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/08/12/parque-estadual-pico-do-marumbi-%e2%80%93-pr-um-estudo-das-escaladas-em-rocha/</link>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 16:55:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/08/12/parque-estadual-pico-do-marumbi-%e2%80%93-pr-um-estudo-das-escaladas-em-rocha/</guid>
<description><![CDATA[Wilson Baptista Honório Alves  RESUMO Este trabalho foi desenvolvido no Parque Estadual Pico do Maru]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Wilson Baptista Honório Alves</p>
<p> <strong>RESUMO </strong></p>
<p>Este trabalho foi desenvolvido no Parque Estadual Pico do Marumbi, município de Morretes &#8211; PR, com o objetivo de realizar um estudo da atividade de escalada em rocha neste parque. Foi realizado um diagnóstico e fornecidas diretrizes para a manutenção e melhoria da atividade na localidade.</p>
<p>A metodologia utilizada foi uma visita <em>in loco </em>para estudo de caso, sendo os dados coletados através de pesquisa histórica documental e através do método de observação participante, que algumas vezes foi revelada e em outras não. O fruto da coleta destes dados foi que a localidade recebe um número muito inferior de escaladores do que poderia receber e que estes escaladores são atendidos de forma precária. Sendo assim necessita de um planejamento da atividade para que se aumente a demanda de escaladores para o parque e que estes tenham as informações e infra-estruturas necessárias para a prática segura do esporte.</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> escalada, diagnóstico, planejamento, demanda e infra-estruturas.</p>
<p><a href="http://www.cnopam.org/docs/estudo_de_escalada.pdf" target="_self">Para ver o trabalho clique aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Análise da vegetação montana de transição em Piraquara, Paraná]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/08/09/analise-da-vegetacao-montana-de-transicao-em-piraquara-parana/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 13:13:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/08/09/analise-da-vegetacao-montana-de-transicao-em-piraquara-parana/</guid>
<description><![CDATA[Marcelo Reginato e Renato Goldenberg RESUMO  Os objetivos deste trabalho foram caracterizar a compos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Marcelo Reginato e Renato Goldenberg</p>
<p><strong>RESUMO </strong></p>
<p>Os objetivos deste trabalho foram caracterizar a composição e a estrutura da vegetação arbórea e analisar a distribuição geográfica das espécies amostradas em uma região de transição entre as Florestas Ombrófilas Mista e Densa Montana em Piraquara, Paraná.</p>
<p>Foi possível constatar que a Floresta Ombrófila Densa Montana no Paraná apresenta composição florística diferenciada e ainda, a existência de um gradiente transicional entre as floras de Floresta Ombrófila Mista e Densa Submontana na Serra do Mar paranaense. Tanto os dados de composição como os estruturais indicam que a comunidade analisada se apresenta em estágio avançado de sucessão e merece rigorosa conservação.</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> Araucaria, fitogeografia, fitossociologia, Floresta Atlântica</p>
<p><a href="http://www.ibot.sp.gov.br/HOEHNEA/volume34/Hoehnea34(3)artigo06.pdf" target="_self">Veja o artigo aqui:</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trilhas do Parque Estadual da Pedra Branca (RJ) ]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/29/trilhas-do-parque-estadual-da-pedra-branca-rj/</link>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 21:15:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/29/trilhas-do-parque-estadual-da-pedra-branca-rj/</guid>
<description><![CDATA[Costa, V. C. da, et al  RESUMO O Parque Estadual da Pedra Branca encontra-se inserido no centro geog]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Costa, V. C. da, <em>et al</em> </p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>O Parque Estadual da Pedra Branca encontra-se inserido no centro geográfico do Município do Rio de Janeiro.  A área piloto do presente trabalho abrange sua porção menos degradada, a vertente leste (voltada para o bairro de Jacarepaguá). Buscando subsidiar o manejo do turismo sustentável dessa área, este trabalho visa detectar, analisar e desenvolver propostas de ecoturismo para as trilhas com maior potencial para atividades interpretativas, através de ações de educação ambiental. Elas foram hierarquizadas a partir da conjugação entre os aspectos geográficos, o seu estado de conservação e a possibilidade de utilização para visitação e práticas ligadas ao ecoturismo.  Foram destacadas duas trilhas principais para este estudo.</p>
<p> <strong>Palavras-chave:</strong> trilhas, Parque Estadual da Pedra Branca, Rio de Janeiro</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/get/115378038/89fac6ca/trilhas_parque_pedra_branca.html" target="_self">Veja o artigo em:</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Matinhas nebulares e vegetação rupicola dos Aparados da Serra]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/16/matinhas-nebulares-e-vegetacao-rupicola-dos-aparados-da-serra/</link>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 14:16:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/16/matinhas-nebulares-e-vegetacao-rupicola-dos-aparados-da-serra/</guid>
<description><![CDATA[Daniel de Barcellos Falkenberg RESUMO: As encostas muito declivosas e as escarpas e os paredões roch]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Daniel de Barcellos Falkenberg<strong></strong></p>
<p><strong>RESUMO: </strong></p>
<p>As encostas muito declivosas e as escarpas e os paredões rochosos dos Aparados da Serra Geral, vulcânicos nas partes mais altas, mas com porções areníticas expostas em partes mais baixas, são a borda leste do Planalto Sul-Brasileiro no sul de Santa Catarina (SC) e nordeste do Rio Grande do Sul (RS), onde as altitudes caem de 1000-1800 m no topo da Serra Geral para 100-800 m no sopé dela, ao longo de estreita faixa NE-SW (27°48&#8242;-29°21&#8242; Se 49°15&#8242;-50°10&#8242; W). A vegetação rupícola (VR) domina as porções mais íngremes, às vezes verticais (daí o nome &#8220;Aparados&#8221;), e originalmente era rodeada pela Mata Atlântica que ocupava as áreas com relevo mais suave, mas esta atualmente está praticamente restrita a áreas de acesso muito dificil ou a estágios da sucessão florestal ou a matas secundárias. A matinha nebular (MN) pode ser considerada o extremo superior do gradiente altitudinal da Mata Atlântica na região; suas árvores baixas (em geral com 6-8 m de altura), com folhas pequenas, têm os troncos e ramos densamente cobertos por epífitos, especialmente criptogâmicos. As comunidades de plantas da VR e da MN aqui amostradas em geral ocupam habitats inóspitos e quase sempre íngremes, localizados entre a mata atlântica de encosta (acima dela) e a vegetação planaltina (mata com Araucaria angustifolia [=pinhal] ou campo [seco, úmido ou turfoso]). Verificou-se a composição e abundância de espécies vasculares da VR e da MN através de levantamento semiquantitativo em 4 áreas: Serra do Corvo Branco (SC), Morro da Igreja (SC), Serra do Rio do Rastro (SC) e Serra da Rocinha (SC/RS). No Morro da Igreja (a 1710 m de altitude, município de Urubici) e na Serra do Rio do Rastro (a 1400 m de altitude, município de Bom Jardim da Serra)</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> vegetação de altitude</p>
<p><a href="http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000300096" target="_self">Ver aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esporte e ecologia: o montanhismo e a contemporaneidade ]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/14/esporte-e-ecologia-o-montanhismo-e-a-contemporaneidade/</link>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 23:41:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cleber Augusto Gonçalves Dias RESUMO: O objetivo deste artigo é tentar explorar as relações existent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cleber Augusto Gonçalves Dias</p>
<p><strong>RESUMO:</strong></p>
<p>O objetivo deste artigo é tentar explorar as relações existentes entre o montanhismo e o contexto social contemporâneo. Nesse sentido, destacam-se, sobretudo, o diálogo deste esporte com os valores e discursos ambientalistas. Esta particularidade é apontada como um elemento de relativa inovação simbólica para o campo esportivo em geral, ao mesmo tempo em que reitera a longa duração de outros aspectos na constituição desse fenômeno social, particularmente na sua busca da natureza como lócus para prática.</p>
<p><strong>Palavras-chave: </strong>esporte; ecologia; contemporaneidade.</p>
<p><a href="http://www.sport.ifcs.ufrj.br/recorde/pdf/recordeV2N1_2009_17.pdf" target="_blank">Veja o trabalho completo aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escalada em rocha e seu potencial para a prática na região do município de União da Vitória]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/13/escalada-em-rocha-e-seu-potencial-para-a-pratica-na-regiao-do-municipio-de-uniao-da-vitoria/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 20:21:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/13/escalada-em-rocha-e-seu-potencial-para-a-pratica-na-regiao-do-municipio-de-uniao-da-vitoria/</guid>
<description><![CDATA[Andrey Portela e Karin Juliana Sawiak Feitosa RESUMO:   As atividades físicas de aventura vêem nos ú]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Andrey Portela e Karin Juliana Sawiak Feitosa</p>
<p><strong>RESUMO:</strong></p>
<p><strong> </strong><br />
As atividades físicas de aventura vêem nos últimos tempos se expandindo de forma espantosa, proporcionando uma maior aproximação das pessoas com a natureza. Dentre todas as modalidades que são praticadas na natureza, a Escalada em Rocha é uma das que proporciona maior contato entre o homem e a mesma. O estudo teve como objetivo identificar e descrever o potencial da região do município de União da Vitória &#8211; PR para a prática da escalada em rocha, selecionando os possíveis locais para a prática e verificando o nível de interesse dos acadêmicos de Educação Física em relação à prática profissional e esportiva da escalada. Foram abordados no referencial teórico os seguintes assuntos: os esportes de aventura, o montanhismo, a escalada em rocha e o município de União da Vitória. Trata-se de uma pesquisa de campo, de caráter descritivo exploratório (ANDRADE, 1999). Os acadêmicos foram escolhidos através do processo de seleção probabilístico aleatório simples (MARCONI e LAKATOS, 2002), sem restrição à cidade onde residem, idade ou sexo, participando 45 acadêmicos em novembro de 2005. Para a coleta dos dados foram utilizados os seguintes instrumentos: ficha catalográfica, máquina fotográfica, fita métrica, mapa e carta topográfica e um questionário. Foi utilizada a estatística descritiva para o tratamento dos dados. Com base no estudo realizado, conclui-se que a região do município de União da Vitória possui um grande potencial para a prática, faltando incentivo e investimentos em infra-estrutura. Pôde-se verificar também que a grande parte dos entrevistados mostrou interesse tanto em praticar a escalada em rocha como se profissionalizar para trabalhar com este esporte.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Palavras-chave: </strong>escalada em rocha; União da Vitória.</p>
<p><a href="http://www.efdeportes.com/efd102/rocha.htm" target="_blank">Veja o trabalho completo aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A influência da fadiga no tempo de reação de praticantes de escalada em rocha]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/13/a-influencia-da-fadiga-no-tempo-de-reacao-de-praticantes-de-escalada-em-rocha/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 20:14:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Andrey Portela RESUMO: A escalada em rocha é um esporte que vem se desenvolvendo e tornandose cada v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span>Andrey Portela</span></p>
<p><strong>RESUMO:</strong></p>
<p>A escalada em rocha é um esporte que vem se desenvolvendo e tornandose cada vez mais popular no Brasil. O esporte é considerado por natureza perigoso onde, o risco está sempre presente e acidentes não são raros, sendo que muitos deles podem levar à morte exigindo atenção e cuidado de seus praticantes. Este estudo teve como objetivo avaliar o Tempo de Reação com estímulo visual simples, estímulo auditivo simples e de discriminação (Visual ou auditivo) de atletas de escalada em rocha considerando o nível de fadiga e a experiência no esporte. Trata-se de uma pesquisa de campo, de natureza descritiva diagnóstica (RUDIO, 1986), sendo realizado com escaladores de rocha da grande Florianópolis, investigando praticantes do sexo masculino sem restrição a idade e ao tempo de prática neste esporte. A amostra foi escolhida através do processo de seleção não probabilística intencional, participando da pesquisa 20 atletas, no período entre junho e julho de 2005. Para a coleta dos dados foi utilizado um software de avaliação do tempo de reação (ANDRADE et al., 2002), um questionário para caracterização dos escaladores, inventário de ansiedade estado &#8211; IDATE (SPIELBERGER et al., 1979), a escala RPE de Borg (BORG, 2000) e uma parede artificial de escalada em rocha. A estatística descritiva foi utilizada para o tratamento dos dados. A média do tempo de reação dos escaladores para os estímulos visuais, auditivos e de discriminação, que é de 315 (±48,03) ms, 304 (±52,22) ms e 347 (±49,45) ms respectivamente. Conclui-se que a influência da fadiga no tempo de reação é negativa e significativa para o desempenho dos escaladores, comprovando-se que quanto maior o esforço, maior a influência; Os diferentes níveis de experiência dos atletas nesta modalidade não foram um fator de interferência positiva no desempenho do tempo de reação.</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> escalada em rocha; tempo de reação; fadiga</p>
<p><a href="http://biblioteca.universia.net/irARecurso.do?page=http%3A%2F%2Fwww.tede.udesc.br%2Ftde_busca%2Farquivo.php%3FcodArquivo%3D869&#38;id=28451160" target="_blank">Veja o trabalho completo aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consumo de drogas lícitas e ilícitas por praticantes do esporte de aventura escalada em rocha]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/13/consumo-de-drogas-licitas-e-ilicitas-por-praticantes-do-esporte-de-aventura-escalada-em-rocha/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 20:00:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Andrey Portela e Alexandro Andrade RESUMO: O estudo teve como objetivo descrever e analisar o uso de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Andrey Portela e Alexandro Andrade</p>
<p><strong>RESUMO:</strong></p>
<p><strong></strong><br />
O estudo teve como objetivo descrever e analisar o uso de drogas lícitas e ilícitas entre os praticantes da escalada em rocha na Grande Florianópolis e em outros estados brasileiros, tendo como justificativa as indicações de Andrade e Portela (2000), sobre o grande número de praticantes que utilizam drogas ilícitas durante a escalada. A revisão de literatura abrangeu os tópicos &#8220;escalada em rocha, as drogas e o doping nos esportes&#8221;. Utilizou-se uma metodologia descritiva, aplicada, elaborando-se uma entrevista estruturada para ter um contato direto com os praticantes, com perguntas abertas, evitando inibir ou limitar suas respostas. A amostra não-probabilística intencional contou com 73 escaladores, com idades entre 15 a 45 anos, de ambos os sexos, sem restrição ao tempo de prática. Como principais resultados: 80,8% (59) dos escaladores são usuários de drogas, sendo que a maconha é a droga mais utilizada durante a escalada. Isto causa várias alterações físicas e psicológicas. Os principais motivos que os levaram ao uso foram à influência de amigos, familiares e a curiosidade, onde 13,5% (8) deles tiveram contato com a maconha no ambiente da escalada. Concluiu-se que o uso de drogas lícitas e ilícitas entre escaladores ocorre, encontrado-se um grande número de usuários. Os motivos para o uso estão relacionados ao prazer que a droga lhes concede, e para a minoria, o benefício a sua performance.</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> escalada em rocha; performance; consumo de drogas.</p>
<p><a href="http://www.efdeportes.com/efd99/drogas.htm" target="_blank">Veja o artigo completo aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Monitoramento do trecho inicial da trilha da asa delta]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/12/monitoramento-do-trecho-inicial-da-trilha-da-asa-delta/</link>
<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 20:27:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tiago Nunes et al  RESUMO: Entre os impactos ambientais negativos mais comuns oriundos do uso públic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tiago Nunes <em>et al</em></p>
<p><em> </em><strong>RESUMO:</strong></p>
<p>Entre os impactos ambientais negativos mais comuns oriundos do uso público na Serra do Mar paranaense está a abertura e uso das trilhas em encostas com alta declividade que resultam em incêndios florestais, processos erosivos e movimentos de massa. O presente trabalho é justificado pelo fato da face noroeste do morro do Anhangava, onde se localiza a chamada trilha da Asa Delta, ser extremamente frágil, pois o relevo é forte ondulado, os solos predominantes são pouco desenvolvidos e o índice pluviométrico é elevado. A vegetação no entorno desta trilha é vulnerável a ocorrência de incêndios florestais, pois encontra-se nos estágios inicial e intermediário de sucessão secundária. Os impactos na área são agravados devido ao fluxo intenso de visitantes, principalmente durante a Missa de 1º de Maio que ocorre no Anhangava, dia em que, até poucos anos atrás transitavam mais de 1500 pessoas na trilha. Devido a estas características, após a elaboração do trabalho, foi constatado que com a implantação das medidas de recuperação em 1996 e 1997, o trecho inicial da trilha apresentou uma diminuição significativa na largura e na profundidade. No entanto, passada mais de uma década após o termino das atividades intensas de manejo, em dezembro de 1997, a largura da trilha em grande parte dos pontos amostrais seguiu diminuindo, entretanto, a profundidade aumentou em quase todos os pontos.</p>
<p><strong> Palavras-chave:</strong> trilhas; impactos ambientais;  monitoramento</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/115379696/289c1890/trilha_asa_delta.html" target="_self">Veja o artigo completo aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A educação vai à montanha]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/07/a-educacao-vai-a-montanha/</link>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 09:46:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Londesmon Nunes Folha RESUMO:  Este artigo tem por objetivo abordar o montanhismo, que surgiu como e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left">Londesmon Nunes Folha</p>
<p align="left"><strong>RESUMO:</strong></p>
<p align="left"><strong> </strong>Este artigo tem por objetivo abordar o montanhismo, que surgiu como esporte no século XVIII, até sua sub ramificação denominada de escalada <em>indoor</em>, modalidade esportiva essa que é utilizada como suporte educacional em instituições de ensino.</p>
<p>O autor pretende realizar um resgate histórico e demonstrar os benefícios que esta modalidade esportiva pode proporcionar aos alunos e ainda indicar que esse esporte está em perfeita consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) estabelecido pelo Ministério da Educação.</p>
<p> <strong>Palavras-chave: </strong>montanhismo; escalada indoor;  educação.</p>
<p align="left"><a href="http://www.4shared.com/file/116480298/1b986f35/A_EDUCAO_VAI__MONTANHA.html"> Clique aqui para ver o artigo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recuperação de um platô em ambiente altomontano]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/03/recuperacao-de-um-plato-em-ambiente-altomontano/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 09:27:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/07/03/recuperacao-de-um-plato-em-ambiente-altomontano/</guid>
<description><![CDATA[Edson Struminski e  Alexandre Lorenzetto RESUMO: Neste artigo está descrito um trabalho de recuperaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left">Edson Struminski e  Alexandre Lorenzetto</p>
<p align="left"><strong>RESUMO:</strong></p>
<p align="left">Neste artigo está descrito um trabalho de recuperação de trilhas, platôs e bases de escaladas do morro Anhangava, na Serra do Mar paranaense, situado na porção leste da Região Metropolitana de Curitiba, capital do Estado do Paraná nas coordenadas geográficas de 49o00’ 03,38” S e 25o 23‘ 16,67” W.</p>
<p align="left">O público (escaladores em rocha) que utiliza este local representa 30 pessoas por fim de semana. Apesar do pequeno público, o uso intensivo destes locais, transformados em verdadeiras “trilhas verticais”, por parte destes frequentadores, provocou danos que foram facilmente reconhecidos. Os trabalhos de recuperação consideraram interações entre o meio físico e biológico, aqui denominados de “ecologia de trilhas” e completam 10 anos, servindo não só para recuperar o ambiente do local como também para mudar a percepção dos usuários daquela montanha a respeito do uso público de áreas naturais além de inspirar novas ações conservacionistas.</p>
<p align="left"><strong>Palavras-chave</strong>: recuperação de áreas degradadas; vegetação altomontana</p>
<p align="left"><a href="http://www.4shared.com/get/115165119/4fcbae8f/Artigo_Struminski-plato.html" target="_self">Clique aqui para ver o trabalho completo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Incêndios florestais nas serras do Cipó e Rola Moça]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/30/incendios-florestais-nas-serras-do-cipo-e-rola-moca/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 12:37:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/30/incendios-florestais-nas-serras-do-cipo-e-rola-moca/</guid>
<description><![CDATA[Gustavo Luíz Portilho de Oliveira e Sidney Portilho  RESUMO: Este estudo tem como objetivo principal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left">Gustavo Luíz Portilho de Oliveira e Sidney Portilho<span> </span></p>
<p align="left"><strong>RESUMO:</strong></p>
<p align="left">Este estudo tem como objetivo principal levantar dados e informações sobre incêndios florestais ocorridos em um período de 10 anos, nas unidades de conservação do Parque Nacional Serra do Cipó e Parque Estadual Serra do Rola Moça (MG), para que comparações e relações entre as causas e conseqüências, bem como observações das características específicas de cada unidade sejam realizadas, indicando possíveis formas de se reduzir ou amenizar impactos, nessas áreas, ocasionados pelas queimadas.</p>
<p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: incêndios florestais; unidades de conservação.</p>
<p align="left"> <a href="http://brigada1.weebly.com/uploads/1/3/2/8/1328267/evoluo_incndios_florestais.pdf" target="_self">Clique aqui para ver o artigo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arqueologia no caminho histórico do Itupava]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/29/arqueologia-no-caminho-historico-do-itupava/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 16:44:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/29/arqueologia-no-caminho-historico-do-itupava/</guid>
<description><![CDATA[Almir Pontes Filho, Cristina Carla Kluppel e Julio Cezar Tomas Telles RESUMO: Este artigo relata res]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Almir Pontes Filho, Cristina Carla Kluppel e Julio Cezar Tomas Telles</p>
<p><strong>RESUMO</strong>:</p>
<p>Este artigo relata resultados parciais de pesquisas sobre o Caminho do Itupava, na porção situada na Serra do Mar paranaense. Trata-se de uma síntese de iniciativas de caráter técnico e científico, que ampliam o conhecimento sobre a inserção do Itupava, diante da diversidade ambiental e da contextualização socio-econômica da formação das primeiras vilas paranaenses.</p>
<p><strong>Palavras-chave</strong>: arqueologia; Serra do Mar; Itupava</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/get/114894014/8b2c12cd/CaminhodoItupava-artigoCEPA111.html" target="_self">Clique aqui para baixar o artigo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Floresta Ombrófila Densa na Serra da Prata]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/29/a-floresta-ombrofila-densa-na-serra-da-prata/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 14:03:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/29/a-floresta-ombrofila-densa-na-serra-da-prata/</guid>
<description><![CDATA[Christopher Thomas Blum RESUMO:  Este estudo objetivou caracterizar aspectos ambientais, florísticos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Christopher Thomas Blum<strong></strong></p>
<p><strong>RESUMO:</strong></p>
<p><strong> </strong>Este estudo objetivou caracterizar aspectos ambientais, florísticos e estruturais das comunidades de Floresta Ombrófila Densa (FOD) existentes ao longo de um gradiente altitudinal na porção norte da Serra da Prata, município de Morretes, PR. Buscou-se detectar os diferentes sub-grupos florestais existentes e suas relações com a variação do meio físico ao longo da vertente. Através da amostragem e de observações em campo foram detectadas 283 espécies arbóreo-arbustivas, distribuídas por 135 gêneros e 63 famílias. Sob o aspecto florístico ocorreu uma divisão bastante nítida entre os pisos superiores e inferiores, denominados montanos e submontanos, coincidindo com o limite dos climas Cfa e Cfb, situado entre 700 e 800 m s.n.m.</p>
<p>Dentro do patamar montano, uniforme no aspecto florístico, uma maior variedade de situações pedológicas devidas ao relevo montanhoso e irregular acarretam em diferenciações estruturais das comunidades, constituindo fitotipias fisionomicamente distintas em nível de subformação. Os solos rasos e instáveis existentes nas maiores altitudes condicionam na vegetação características estruturais específicas que as distinguem das observadas nos pisos intermediários, onde ocorrem solos relativamente mais espessos.</p>
<p> <strong>Palavras-chave</strong>: Serra da Prata; vegetação</p>
<p> <a href="http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/3881/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20-%20Blum%20mar06.pdf" target="_self">Clique aqui para baixar o arquivo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A ética no montanhismo]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/28/a-etica-no-montanhismo/</link>
<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 19:49:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/28/a-etica-no-montanhismo/</guid>
<description><![CDATA[Edson Struminski RESUMO: Imagens sobre montanhas e sobre suas ascensões têm tradicionalmente um fort]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left"><em>Edson Struminski</em></p>
<p align="left"><strong>RESUMO:</strong></p>
<p align="left">Imagens sobre montanhas e sobre suas ascensões têm tradicionalmente um forte impacto na sociedade, de tal forma que é praticamente impossível ficar indiferente a estas imagens ou às histórias relacionadas a este assunto. Como se explica isto? Neste trabalho serão apresentadas algumas considerações a respeito da relação que os seres humanos mantém com as montanhas. Para entender esta relação utilizarei o conceito de biofilia. A visão que os humanos tem das montanhas variam bastante conforme a cultura e o período histórico em que vivem, gerando diferentes tipologias biofílicas. Esta visão pode modificar-se também individualmente conforme varie o envolvimento da pessoa com a montanha, de modo que transite de uma tipologia para outra. Para exemplificar este caso, apresentarei as trajetórias de envolvimento de alguns montanhistas com as montanhas. Finalmente, comentarei como estas tipologias biofílicas modificam aspectos éticos presentes no próprio montanhismo para atender a demandas presentes na sociedade circundante.</p>
<p align="left"><strong>Palavras-chave</strong>: montanhismo; ética</p>
<p><a href="http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/made/article/view/3048/2439" target="_self">Baixe este arquivo </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caracterização da trilha e o impacto do montanhismo nos picos Camapuã e Tucum – Campina Grande do Sul – PR]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/19/trilha/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 19:55:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
<guid>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/19/trilha/</guid>
<description><![CDATA[Yury Vashchenko RESUMO: O objetivo deste trabalho foi caracterizar e avaliar as condições, bem como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left">Yury Vashchenko</p>
<p align="left"><strong>RESUMO:</strong></p>
<p align="left">O objetivo deste trabalho foi caracterizar e avaliar as condições, bem como propor alternativas que possam promover o uso sustentável de uma trilha localizada nos picos Camapuã e Tucum, município de Campina Grande do Sul, PR. Na área de abrangência dos picos realizou-se o levantamento da geologia, geomorfologia, clima, declividade, solos, vegetação e fragilidade ambiental. A trilha foi mapeada utilizando um GPS, sendo esta dividida em quatro trechos. Em cada trecho avaliou-se a declividade, profundidade, largura e extensão da trilha, bem como o tipo de cobertura do solo, a formação de degraus e sulcos e a exposição do solo, raízes e rocha. Determinou-se também a densidade aparente e a porosidade total dentro e fora da trilha. A intensidade de erosão na trilha foi calculada considerando os fatores profundidade do leito e formação de degraus ou sulcos. A intensidade de uso foi avaliada através de amostragem com determinação do número de passagem de visitantes em cada trecho da trilha. A geologia, o relevo e o clima definiram os solos da área de estudo, sendo estes pouco desenvolvidos, rasos e com alto teor de matéria orgânica.</p>
<p>Disponível em Domínio Público</p>
<p><strong>Palavras-chave</strong>: trilhas; análise ambiental</p>
<p><a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp013594.pdf" target="_self">clique em</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As montanhas e suas representações através dos tempos: buscando significados]]></title>
<link>http://pesquisaemmontanha.wordpress.com/2009/06/19/as-montanhas-e-suas-representacoes-atraves-dos-tempos-buscando-significados/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 17:35:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>pesquisaemmontanha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Altair  Gomes Brito RESUMO: O presente trabalho busca retratar alguns aspectos da relação homem-mont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Altair  Gomes Brito</p>
<p><strong>RESUMO:</strong></p>
<p>O presente trabalho busca retratar alguns aspectos da relação homem-montanha, sob a ótica popular. Inclui dimensões complementares, e até mesmo antagônicas: mitos primitivos e associações modernas, esportes de aventura e hierofanias, veneração romântica e sentimentos negativos, eco-turismo e inconsciente popular. O desafio é detectar os novos valores e significados do cotidiano moderno, marcado pela influência da mídia.</p>
<p><strong>Palavras-chave: </strong>montanhas; representações; imaginário; paisagem; inconsciente coletivo</p>
<p><a href="http://dspace.c3sl.ufpr.br:8080/dspace/bitstream/1884/15091/1/DISSERTA%C3%87%C3%83O%20Altair%20final%20ABRIL08.pdf" target="_blank">Clique aqui e baixe o PDF</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Inscrições e Normas para Trabalhos]]></title>
<link>http://eneefusp.wordpress.com/2009/05/14/inscricoes/</link>
<pubDate>Thu, 14 May 2009 00:24:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Xis</dc:creator>
<guid>http://eneefusp.wordpress.com/2009/05/14/inscricoes/</guid>
<description><![CDATA[Olá a todas e todos! A página de inscrições foi atualizada com os preços e planos, entre outros. E j]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá a todas e todos!</p>
<p>A página de inscrições foi atualizada com os preços e planos, entre outros.</p>
<p>E já estão disponíveis as normas para apresentação de trabalhos e inscrição de vivências.</p>
<p>Entrem e confiram!</p>
<p>Até julho!</p>
<p>Comissão Organizadora</p>
</div>]]></content:encoded>
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