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	<title>tradicao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "tradicao"</description>
	<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 02:24:08 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Dia 1.1.10, por favor]]></title>
<link>http://ochocolat.wordpress.com/2009/11/30/dia-1-1-10-por-favor/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:55:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ivan Scarpelli</dc:creator>
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<description><![CDATA[O blogueiro durante o inferno astral Com 31 dias para o reveillon, começa oficialmente o inferno ast]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O blogueiro durante o inferno astral Com 31 dias para o reveillon, começa oficialmente o inferno ast]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Dois aniversários, uma profissão de fé.]]></title>
<link>http://fratresinunum.com/2009/11/30/dois-aniversarios-uma-profissao-de-fe/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:00:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>G. M. Ferretti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há exatos 40 anos, no dia 30 de novembro de 1969, entrava em vigor o Novus Ordo Missae de Paulo VI. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="size-medium wp-image-5717 alignleft" style="border:0 none;margin:3px 7px;" title="Paulo VI e pastores protestantes consultores no trabalho da comissão para a reforma litúrgica." src="http://fratresinunum.wordpress.com/files/2009/11/pastores-e-paulo-vi.jpg?w=300" alt="" width="281" height="210" />Há exatos 40 anos, no dia 30 de novembro de 1969, entrava em vigor o Novus Ordo Missae de Paulo VI. Ele, cuja adoção não fora &#8220;deixada certamente ao arbítrio dos padres ou os fiéis&#8221;, viria de maneira avassaladora &#8220;substituir o antigo [ordo], após madura deliberação, depois das instâncias do Concílio Vaticano II&#8221; (<a href="http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/speeches/1976/documents/hf_p-vi_spe_19760524_concistoro_it.html" target="_blank">Paulo VI, alocução ao consistório para nomeação de vinte cardeais, 24 de maio de 1976). </a></p>
<p style="text-align:justify;">Há 35 anos, em 21 de novembro de 1974, Dom Marcel Lefebvre publicava uma declaração que muitos à época chamariam de &#8220;auto-condenação&#8221;. Nela, o arcebispo fazia sua profissão de fé católica e denunciava as novidades que &#8220;contribuíram, e continuam contribuindo,        para a demolição da Igreja&#8221;.</p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">‹‹ Neste dia de aniversário, é bom se recordar da declaração de Mons. Lefebvre de 21 de novembro de 1974, para a reler. Apesar de pressões diversas de amigos, professores, de seu próprio corpo docente de Ecône, apesar da incrível pressão em Roma dos Cardeais Tabéra, Wright, Garonne, apesar da pressão de Mons. Bennelli, substituto da Secretaria de Estado, apesar da pressão do Cardeal Villot, Secretário de Estado, apesar do risco de supressão da sua Fraternidade, que foi realizada por Mons. Mamis, bispo de Friburgo, sucessor de Mons. Charrière, Mons. Lefebvre jamais mudou um ïota. Bela força de alma! Bela convicção! Belo amor à verdade! Deve-se sacrificar tudo por ela!</p>
<p>Ela [a declaração] é sempre a minha “carta”, ainda que eu constate com alegria que Roma dá, pouco a pouco, sob o pontificado de Bento XVI, &#8220;um franco golpe em favor&#8221; de sua Tradição ›› .</p>
<p style="text-align:right;"><strong><a href="http://www.revue-item.com/995/la-declaration-de-mgr-lefebvre-du-21-novembre-1974/" target="_blank">Pe. Paul Aulagnier, La Revue Item</a></strong></p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nós aderimos, de todo o coração&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Nós aderimos de todo o coração e com toda a nossa alma à Roma católica, guardiã da fé católica e das tradições necessárias para a manutenção dessa fé, à Roma eterna, mestra de sabedoria e de verdade.</p>
<p style="text-align:justify;">Pelo contrário, negamo-nos e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência neomodernista e neoprotestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II, e depois do Concílio em todas as reformas que dele surgiram.</p>
<p style="text-align:justify;">Todas estas reformas, com efeito, contribuíram, e continuam contribuindo, para a demolição da Igreja, a ruína do sacerdócio, a destruição do Sacrifício e dos Sacramentos, a desaparição da vida religiosa, e a implantação de um ensino naturalista e teilhardiano nas universidades, nos seminários e na catequese, um ensino surgido do liberalismo e do protestantismo, condenados múltiplas vezes pelo magistério solene da Igreja.</p>
<p style="text-align:justify;">Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos.</p>
<p style="text-align:justify;">‘Se ocorresse &#8211; disse São Paulo &#8211; que eu mesmo ou um anjo do céu vos ensinasse outra coisa distinta do que eu vos ensinei, seja anátema’ (Gal. 1, 8).</p>
<p style="text-align:justify;">Não é isto o que nos repete hoje o Santo Padre? E se se manifesta uma certa contradição nas suas palavras e nos seus atos, assim como nos atos dos dicastérios, então elegeremos o que sempre foi ensinado e seremos surdos ante as novidades destruidoras da Igreja.</p>
<p style="text-align:justify;">Não se pode modificar profundamente a lex orandi (lei da oração, liturgia) sem modificar a lex credendi (lei da Fé, doutrina, magistério). À Missa nova corresponde catecismo novo, sacerdócio novo, seminários novos, universidades novas, uma Igreja carismática e pentecostalista, coisas todas opostas à ortodoxia e ao magistério de sempre.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta Reforma, por ter surgido do liberalismo e do modernismo, está completamente empeçonhada, surge da heresia e acaba na heresia, ainda que todos os seus atos não sejam formalmente heréticos. É, pois, impossível para todo o católico consciente e fiel adotar esta reforma e submeter-se a ela de qualquer modo que seja.</p>
<p style="text-align:justify;">A única atitude de fidelidade à Igreja e à doutrina católica, para bem da nossa salvação, é uma negativa categórica à aceitação da Reforma.</p>
<p style="text-align:justify;">E por isso, sem nenhuma rebelião, sem amargura alguma e sem nenhum ressentimento, prosseguimos a nossa obra de formação sacerdotal à luz do magistério de sempre, convencidos de que não podemos prestar maior serviço à Santa Igreja Católica, ao Soberano Pontífice e às gerações futuras.</p>
<p style="text-align:justify;">Por isso, cingimo-nos com firmeza a tudo o que foi crido e praticado na fé, costumes, culto, ensino do catecismo, formação do sacerdote e instituição da Igreja, pela Igreja de sempre, e codificado nos livros publicados antes da influência modernista do Concílio, à espera de que a verdadeira luz da Tradição dissipe as trevas que obscurecem o céu da Roma eterna.</p>
<p style="text-align:justify;">Fazendo assim, com a graça de Deus, o socorro da Virgem Maria, de São José e de São Pio X, estamos convictos de permanecer fiéis à Igreja Católica e Romana e a todos os sucessores de Pedro, e de ser os ‘fideles dispensatores mysteriorum Domini Nostri Jesu Christi in Spiritu Sancto’. Amem. (cf. I Cor. 4, 1 e ss.)&#8221;</p>
<p>+ Marcel Lefebvre</p>
<p>21 de novembro de 1974</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Fonte: <a href="http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2004-3-b-decalaracao-XI-1974.htm" target="_blank">FSSPX &#8211; Brasil</a></strong></p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p style="text-align:left;"><strong>História.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Em 26 de março de 1974, um encontro foi realizado em Roma para discutir a Fraternidade Sacerdotal São Pio X e sua principal fundação, o seminário em Ecône.</p>
<p style="text-align:justify;">Presentes neste encontro estiveram o Cardeal Garrone, Prefeito da Congregação para a Educação Católica; o Cardeal Wright, Prefeito da Congregação para o Clero; Mons. Mayer, secretário da Congregação para os Religiosos; Mons. Mamie, Bispo de Lausanne, Genebra e Friburgo &#8212; a diocese na qual a Fraternidade primeiro obteve sua autorização canônica; Mons. Adam, bispo de Sion &#8212; a diocese na qual Ecône está localizada. Foi decidido que um relatório sobre a Fraternidade e o Seminário deveria ser compilado.</p>
<p style="text-align:justify;">Com surpreendente rapidez o relatório pedido foi despachado em quatro dias, em 30 de março de 1974. Foi redigido por Mons. Perroud, vigário geral da diocese de Lausanne, Genebra e Friburgo. Este relatório, acompanhado por uma carta de Dom Mamie, foi enviado ao Cardeal Garrone.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 30 de abril de 1974, Mons. Lefebvre e Mons. Mamie se encontraram em Friburgo.</p>
<p style="text-align:justify;">Em meados de junho de 1974, supostamente o Papa Paulo VI teria convocado uma Comissão <em>ad hoc</em> de Cardeais. Conquanto não seja possível afirmar com certeza que isso é falso, é certo que o documento convocando a Comissão nunca foi feito. Como será demonstrado posteriormente, este documento era um dos ítens que o defensor de Mons. Lefebvre teria solicitado ver não tivesse a apelação do Arcebispo sido barrada. Não seria exagero presumir que uma razão pela qual fora negado ao Arcebispo o devido processo legal tenha sido que um número de sérias irregularidades foram trazidas à luz.  Isso dificilmente pode ser uma coincidência em vista das críticas levantadas pela legalidade duvidosa dos procedimentos contra Mons. Lefebvre, que quando uma Comissão de Cardeal foi convocada para examinar o caso do pe. Louis Coache, um sacerdote tradicionalista que foi removido de sua paróquia por sua defesa da Missa e do catecismo tradicionais, grande cuidado foi tomado para não deixar brechas legais. [...]</p>
<p style="text-align:justify;">Em 23 de junho de 1974, a Comissão de Cardeais se reuniu e decidiu por uma visitação canônica ao Seminário.</p>
<p style="text-align:justify;">A Visitação Apostólica do Seminário de Ecône ocorreu de 11 a 13 de novembro de 1974. Os dois visitadores eram belgas: Mons. Descamps, um biblista, e Mons. Onclin, um canonista. A Visitação Apostólica foi conduzida com grande eficácia. Professores e estudantes eram submetidos a questões agudas e detalhadas a respeito de todos os aspectos da vida do seminário. De todo modo, considerável escândalo foi causado pelas opiniões que os dois visitadores romanos expressaram na presença dos estudantes e professores. Pois, conforme Mons. Lefebvre, estes dois visitadores consideravam normal e de fato inevitável que houvesse um clero casado; eles não acreditavam na existência de uma Verdade imutável; também tinham dúvidas sobre o conceito tradicional da Ressurreição de Nosso Senhor.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 21 de novembro de 1974, em reação ao escândalo causado por estas opiniões dos Visitadores Apostólicos, Mons. Lefebvre considerou necessário esclarecer onde ele se mantinha em relação àquela Roma representada por esta disposição de idéias. “Essa”, disse ele, “foi a origem de minha Declaração que, é verdade, foi redigida indubitavelmente num espírito de excessiva indignação”.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesta Declaração ele rejeitava as posições expressas pelos Visitadores, mesmo se elas eram atualmente aceitáveis àquela Roma que os Visitadores representavam oficialmente.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesta Declaração ele afirmava:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">&#8230;nós negamos&#8230; e sempre nos temos negado a seguir a Roma de tendência Neomodernista e Neoprotestante&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Nenhuma autoridade, nem sequer a mais alta na hierarquia, pode obrigar-nos a abandonar ou a diminuir a nossa fé católica, claramente expressa e professada pelo magistério da Igreja há dezenove séculos.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">É difícil ver como qualquer Católico ortodoxo possa eventualmente discordar de Mons. Lefebvre a este respeito. É ainda mais significante, então, que a Comissão de Cardeais posteriormente tenha afirmado que a Declaração “parece-nos inaceitável em todos os pontos”.</p>
<p style="text-align:justify;">Também é importante notar que esta Declaração não era pretendida como uma declaração pública, para não se falar numa espécie de Manifesto desafiando a Santa Sé. Se pretendia que fosse uma declaração privada apenas para benefício dos membros da Fraternidade São Pio X.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, a declaração vazou sem a permissão de Mons. Lefebvre, e porque o texto, ou extratos dele, estavam sendo usados de maneira à qual ele não poderia fechar os olhos, ele autorizou Itinéraires a publicar na íntegra o texto original francês em janeiro de 1975. Uma tradução inglesa desta Declaração foi publicada em Approaches 42-3 e The Remmant de 6 de fevereiro de 1975.</p>
<p style="text-align:justify;">É particularmente significante que a Comissão de Cardeais tenha persitentemente se recusado a ver esta Declaração no contexto de sua origem: como uma reação privada de justa indignação ao escândalo ocasionado pelas posições propagadas pelos dois Visitadores Apostólicos que foram enviados a Ecône pela Comissão de Cardeais.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Apologia Pro Marcel Lefebvre, Michael Davies, vol. I, cap. IV &#8211; A campanha contra Ecône.<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Último Samurai por Melhor Filosofia]]></title>
<link>http://osindicados.wordpress.com/2009/11/28/o-ultimo-samurai-por-melhor-filosofia/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 17:38:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tati</dc:creator>
<guid>http://osindicados.wordpress.com/2009/11/28/o-ultimo-samurai-por-melhor-filosofia/</guid>
<description><![CDATA[The perfect blossom is a rare thing. You could spend your life looking for one and it would not be a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://osindicados.wordpress.com/files/2009/11/last_samurai_001.jpg"></a></p>
<p><strong><em><a href="http://osindicados.wordpress.com/files/2009/11/the_last_samurai_4_12802.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1160" title="The_Last_Samurai_4_1280" src="http://osindicados.wordpress.com/files/2009/11/the_last_samurai_4_12802.jpg?w=300" alt="" width="300" height="240" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>The perfect blossom is a rare thing. You could spend your life looking for one and it would not be a wasted life. </em></strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1Kw0MkR_p1w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/1Kw0MkR_p1w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>A perfeita combinação entre fotografia e filosofia.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JdLBpcguoDM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JdLBpcguoDM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong><em>They say Japan was made by a sword. They say the old gods dipped a coral blade into the ocean, and when they pulled it out four perfect drops fell back into the sea, and those drops became the islands of Japan. I say, Japan was made by a handful of brave men. Warriors, willing to give their lives for what seems to have become a forgotten word: honor.</em></strong></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><em><strong>Winter, 1877. What does it mean to be Samurai? To devote yourself utterly to a set of moral principles. To seek a stillness of your mind. And to master the way of the sword.</strong></em></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><em><strong>Spring, 1877. This marks the longest I&#8217;ve stayed in one place since I left the farm at 17. There is so much here I will never understand. I&#8217;ve never been a church going man, and what I&#8217;ve seen on the field of battle has led me to question God&#8217;s purpose. But there is indeed something spiritual in this place. And though it may forever be obscure to me, I cannot but be aware of its power. I do know that it is here that I&#8217;ve known my first untroubled sleep in many years.</strong></em></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><strong><em>1876&#8230; day unknown, month unknown. I continue to live among these unusual people. I&#8217;m a captive and I cannot escape. </em></strong><em><strong>Mostly I&#8217;m treated with a kind of mild neglect, as if I were a stray dog, or an unwelcome guest. Everyone smiles and bows, but beneath their courtesy I detect a deep reservoir of feeling. They are an intriguing people, from the moment they awake, they devote themselves to the perfection of whatever they pursue — I have never seen such discipline.  </strong></em><strong><em>I&#8217;m surprised to learn that the word &#8220;Samurai&#8221; means &#8220;to serve&#8221;  and Katsumoto believes his rebellion to be in the service of the Emperor.</em></strong></p>
<p><a href="http://osindicados.wordpress.com/files/2009/11/last_samurai_001.jpg"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/lRwEgjVWWFM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/lRwEgjVWWFM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></a></p>
<p><strong><em>And so the days of the Samurai had ended. Nations, like men, it is sometimes said, have their own destiny. As for the American Captain, no one knows what became of him. Some say that he died of his wounds. Others, that he returned to his own country. But I like to think he may have at last found some small measure of peace, that we all seek, and few of us ever find.</em></strong></p>
<p>PS1: <a href="http://lastsamurai.warnerbros.com/home.php" target="_blank">O Último Samurai</a> concorreu em 4 <a href="http://www.imdb.com/title/tt0325710/awards" target="_blank">categorias</a> do <strong>Oscar</strong> de 2004. <a href="http://www.tomcruise.com/" target="_blank">Tom Cruise</a> não estava entre os indicados, mas <a href="http://www.japan-zone.com/modern/watanabe_ken.shtml" target="_blank">Ken Watanabe</a>, maravilhoso, sim.</p>
<p>PS2: Outra boa frase do filme, dessa vez do <a href="http://www.imdb.com/character/ch0004751/" target="_blank">Nathan</a>: <strong><em>I think a man does what he can until his destiny is revealed. </em></strong></p>
<p>PS3: Assista o trailer:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/r5BeJ7j1Fj4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/r5BeJ7j1Fj4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os peregrinos.]]></title>
<link>http://fratresinunum.com/2009/11/28/os-peregrinos/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:35:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>G. M. Ferretti</dc:creator>
<guid>http://fratresinunum.com/2009/11/28/os-peregrinos/</guid>
<description><![CDATA[Por Marcela A. de Castro Ubi caritas et amor, Deus ibi est. Congregavit nos in unum Christi amor. Ex]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em><strong>Por Marcela A. de Castro</strong></em></p>
<p style="text-align:center;">Ubi caritas et amor, Deus ibi est.<br />
Congregavit nos in unum Christi amor.<br />
Exultemus, et in ipso iucundemur.<br />
Timeamus, et amemus Deum vivum.<br />
Et ex corde diligamus nos sincero.</p>
<p style="text-align:center;">[<em>Onde está a caridade e o amor, ali está Deus<br />
O amor de Cristo nos reuniu<br />
Exultemos e alegremo-nos n’Ele<br />
Temamos e amemos o Deus vivo<br />
E amemo-nos com um coração puro</em>]</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="border:0 none;margin:0 7px;" title="Os peregrinos" src="http://fratresinunum.wordpress.com/files/2009/11/gview1.png?w=300" alt="" width="300" height="204" />Éramos 20 leigos e dois padres. Mais misto do que o nosso grupo, impossível &#8211; tanto em idades quanto em temperamentos e vivências. Contudo, estávamos todos igualmente felizes e ansiosos com a expectativa de passarmos alguns dias em uma peregrinação autenticamente católica. Os primeiros a subir no microônibus que nos esperava na porta do hotel foram Dr. Oswaldo e seu neto, João Vinícius. Como de costume, eles se sentaram no primeiro banco atrás do motorista. Em seguida, Luiz Antonio, sua esposa Ana e seus dois filhos adolescentes, Felipe e Paulinho. Em seguida, os dois rapazes vocacionados, Ivo e Pedro Henrique, que estavam seriamente considerando o ingresso num seminário tradicionalista do Chile. Dona Margarida e suas sobrinhas Martinha e Patrícia entraram esbaforidas, pois haviam demorado muito para tomar o café da manhã. A elegante pediatra, Dra. Rita de Cássia, subiu em seguida, junto com sua prima, Irmã Maria das Dores, de uma cidadezinha do noroeste fluminense, que ganhara a peregrinação de presente pelo seu aniversário de dez anos de votos perpétuos.  Em seguida, os jovens Rodrigo, Patrick e Eduardo, que tinham começado a freqüentar a Missa Tridentina em Goiânia e achavam tudo muito punk e irado. Gabriela e eu entramos, seguidas de Fátima e seu noivo Frederico Resende. E, finalmente, nosso querido diretor espiritual, Padre  José Leite Prado da Silva, que convidara seu amigo de Belo Horizonte, Padre  Miguel Gonzáles, para nos acompanhar. Ambos se sentaram nos primeiros assentos do lado oposto ao Dr. Oswaldo e seu neto.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, depois das preces para uma boa viagem e bênçãos para todos, partimos.</p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">A peregrinação às igrejas e santuários franceses era um sonho que muitos de nós acalentáramos a vida inteira.  Em nosso primeiro dia na França, saímos do hotel bem cedo rumo à Basílica do Sagrado Coração de Jesus no alto da colina dos mártires. A Santa Missa no rito gregoriano seria celebrada por nosso diretor espiritual. Depois de meia hora de viagem chegamos finalmente à Montmartre. Subimos as escadarias que levavam à imponente basílica cantando hinos de louvor e gratidão. Irmã Maria das Dores sabia todos eles de cor, iniciava as primeiras estrofes e dava o tom para que pudéssemos acompanhá-la. Os jovens Patrick e Eduardo seguravam uma faixa com os dizeres: “Vive Christ-Roi!”. Rodrigo segurava um estandarte com a foto de Nossa Senhora Aparecida, a mãe dos brasileiros, que abençoava a primeira peregrinação destes católicos tradicionais do Brasil aos santuários franceses. Quem diria que aqueles meninos de Goiânia, que antes freqüentavam as baladas de sábado à noite, estavam agora transformados. Eram jovens católicos orgulhosos de sua Fé!</p>
<p style="text-align:justify;">Do alto da colina podíamos vislumbrar toda a cidade de Paris. Que maravilha! Não podíamos conter a emoção por estarmos naquela colina outrora pagã e posteriormente santificada pelo sangue dos mártires.</p>
<p style="text-align:justify;">Padre José Leite e padre Gonzáles foram logo atrás do padre Vincent Benoit, a quem haviam contatado para viabilizar a Missa Gregoriana na basílica. Quanto a nós, fomos entrando devagarinho &#8211; um grupo de católicos tradicionais de boca aberta e corações palpitantes.</p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-5706" style="border:0 none;margin:0 7px;" title="Montmartre" src="http://fratresinunum.wordpress.com/files/2009/11/gview.png?w=300" alt="" width="300" height="207" />O primeiro sermão de nossa jornada nos deixou a todos muito pensativos. Padre José Leite começou falando do martírio de São Denis e de como todos nós também devíamos nos suportar mutuamente no martírio diário por nossas escolhas cristãs, principalmente, das incompreensões e preconceitos que enfrentávamos por nossa adesão à Missa de São Pio V. Depois, falou-nos sobre a necessidade de vivermos o Reino Social de Jesus Cristo no dia-a-dia. Por último, exortou-nos a defender a Tradição Católica sem nos agredirmos e rechaçarmos uns aos outros por nossas possíveis divergências; disse-nos, firmemente, que deveríamos evitar toda discórdia e rixas que pudessem servir de combustível para os ataques dos progressistas. “<em>Já basta o quanto somos atacados e caluniados por liberais e neoconservadores. Quanto a nós, precisamos nos unir e nos respeitar para o bem da Igreja e para o nosso próprio bem!</em>”, disse-nos de maneira enfática.</p>
<p style="text-align:justify;">Estávamos todos de olhos arregalados. Certamente, havia diferenças entre nós e, muitas vezes, entrávamos em discussões acaloradas devido às nossas visões pessoais sobre como lidar com a crise na Igreja. Éramos um bando de católicos tradicionais vindos de paróquias e até mesmo dioceses diferentes. Alguns participavam da Confraria de Santa Gertrudes, em Taboão da Serra, outros, simplesmente, freqüentavam a Santa Missa em suas dioceses, como no caso dos jovens da Goiânia, outros freqüentavam missas de um grupo monarquista, e outros ainda ficaram sabendo da peregrinação através de um prestigioso sítio de notícias da Tradição.  Enfim, cada qual tinha a sua visão própria, embora todos tivéssemos uma meta em comum – viver o catolicismo autêntico, entender melhor os problemas do Concílio Vaticano II e seus efeitos na vida da Igreja e buscar a ampla disseminação da Missa Gregoriana. Aquelas palavras do jovem padre José Leite nos marcaram profundamente durante toda a peregrinação.</p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">Depois da Santa Missa, fomos passear por Montmartre. Andamos em meio às ruas pitorescas do bairro dos artistas, entupimo-nos de crepes recheados com queijo e presunto e tiramos algumas fotos. Em seguida, marchamos para a famosa Catedral de <em>Notre Dame</em>, ponto fundamental para todos os peregrinos que vão a Paris. Padre  Miguel Gonzáles guiou-nos e contou-nos como cada uma daquelas imagens em alto relevo colocadas nas paredes da catedral retratavam cenas bíblicas e eram verdadeiras aulas de catecismo para os pobres e analfabetos da Idade Média. Ficamos todos extasiados com tanta beleza e perfeição. Mesmo com a penumbra no interior da magnífica construção podíamos apreender o significado daquele tipo de arquitetura toda voltada para a honra do Criador. De maneira muito oportuna, Padre Gonzáles fez alguns paralelos com as igrejas modernas e como estas estão cada vez mais vazias de imagens e símbolos religiosos, descumprindo assim o seu papel de auxiliar as pessoas a pensar nas coisas do alto.</p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">Nosso segundo dia em Paris começou cedo. Depois do café da manhã no hotel, entramos em nosso microônibus e partimos para a igreja da Medalha Milagrosa, na famosa Rue Du Bac, onde Nossa Senhora apareceu à Santa Catarina Labouré pela primeira vez no dia 18 de julho de 1830. Lá assistimos à Missa Gregoriana, desta vez celebrada pelo Padre Gonzáles em uma saleta acima da nave central. Padre Gonzáles enfatizou a necessidade de termos uma vida intensa de oração, especialmente o Terço e a Adoração ao Santíssimo Sacramento. Disse-nos com toda firmeza que não tinha nenhum sentido tanto fervor no combate ao modernismo e tanta luta pela implementação da Missa de São Pio V se não estivéssemos ancorados na oração constante. Novamente, foi como se Deus tivesse enviado um anjo do Céu para nos dizer todas aquelas coisas.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois da Missa fomos ver o corpo incorrupto de Santa Catarina. Uma religiosa francesa que trabalhava no local ficou muito surpresa por conhecer um grupo de peregrinos brasileiros tão compenetrados e simpatizou com os dois padres que nos acompanhavam. Recebemos santinhos com a imagem de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa e uma medalhinha dourada colada no alto. Que lindo presente! Quando Padre  José Leite disse-lhe que acabáramos de sair da Missa de São Pio V celebrada ali mesmo, a boa freira abriu um pouco a boca, franziu a testa e fez uma cara que não nos deixava saber ao certo o que estava pensando. Alguns segundos depois, perguntou-nos se fazíamos parte da “Fraternitè Saint Pie X”. Padre Gonzáles mal disfarçou sua vontade de rir, porém, se recompôs imediatamente e disse que os dois eram sacerdotes diocesanos das cidades de Taboão da Serra e Belo Horizonte, respectivamente, e que aqueles eram fiéis vindos de diferentes lugares do Brasil. A freirinha então respirou aliviada e deu um sorriso amarelo. Agradecemos os presentes e partimos.</p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">A tarde estava reservada para uma visita à igreja de Saint Nicholas du Chardonnet, na rue des Bernardins. Estávamos eletrizados porque iríamos rezar o Terço do dia numa igreja especialíssima para a história da Tradição Católica. A visita fora intermediada por um padre brasileiro da Fraternidade de São Pio X, que conhecia o padre Gonzáles desde os tempos de seminário, quando os dois tomaram rumos diferentes. Assim, logo na chegada, fomos acolhidos pelo Padre Jean Pierre, que nos mostrou toda igreja, desde o belo altar em mármore, com dois enormes anjos nas laterais, o enorme crucifixo de madeira, a estátua de Nossa Senhora Rainha do Clero, a impressionante pintura da ressurreição da filha de Jairo e diversas outras magníficas obras de arte. Mais calmos depois da visita panorâmica pelo interior da igreja, sentamo-nos para rezar o Terço, que foi conduzido pelo Padre José Leite. Padre Jean Pierre nos acompanhou, rezando em espanhol com forte sotaque francês.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois do Terço, fomos conduzidos a um salão paroquial, onde ouvimos uma palestra sobre a vida de Monsenhor Lefebvre. Ademais, ganhamos folhetos bilíngües em francês/espanhol sobre a história da igreja Saint Nicholas du Chardonnet e sua ocupação pelos padres da Fraternidade. Em seguida, fomos convidados a passar para uma outra sala. Qual não foi a nossa surpresa ao depararmo-nos com uma mesa repleta de <em>croissants</em>, biscoitos amanteigados com pedacinhos de amêndoas, jarras de suco e café com leite. Naturalmente, aquela era uma visão agradável. Uma senhora branca como a neve de bochechas rosadas e sorriso largo trouxe-nos uma bandeja com xícaras empilhadas, açúcar e adoçante. Olhamos para a porta que se abria com um rangido e vimos dois outros padres entrando para nos conhecer. Um deles era baixinho, gorducho, de cabelos grisalhos e dentes largos. O outro era negro, alto e magro. Ambos foram muito gentis e sorridentes. Abbé Claude Chevalier, o baixinho, queria que lhe contássemos tudo sobre o Brasil, se já conhecíamos o priorado de São Paulo e a igreja do Rio Grande do Sul; tinha uma prima em Santa Catarina e parecia estar bem informado a respeito da política nacional e dos acontecimentos eclesiais em nosso país. Falava um espanhol ainda mais carregado do que nosso anfitrião, Abbé Jean Pierre. Já o padre alto e magro vinha de um priorado na África e estava em Paris apenas por alguns dias. Não falava espanhol e Dr. Oswaldo teve que traduzir suas palavras para nós. Padre Njba Nakba tinha um semblante sério e imponente, que a princípio amedrontava, mas transformava-se completamente quando sorria. Contou-nos um pouco de sua vida missionária na África e de seu desejo de um dia conhecer o Brasil, especialmente, se a Providência Divina o enviasse para o estado do Amazonas.</p>
<p style="text-align:justify;">Saímos de Saint Nicholas no início da noite e fomos para o nosso hotel às margens do Sena. Na mesa de jantar recapitulamos tudo o que havíamos vivido naquele dia. Irmã Maria das Dores parecia um tanto desconcertada com a experiência do encontro com os padres da FSSPX. Os jovens de Goiânia estavam empolgados, como sempre. Os adolescentes Felipe e Paulinho imitaram o sotaque e os gestos dos padres franceses, o que nos proporcionou muitas gargalhadas. Pedro Henrique nos contou que aquele encontro só reforçara sua decisão de ser um sacerdote. Dona Margarida ficara encantada com os biscoitinhos de amêndoa. Já nossos padres acompanhantes falaram de maneira serena e equilibrada qual deveria ser a nossa postura diante dos diversos grupos da Tradição católica que lutavam pela restauração da Missa Tradicional e como deveríamos nos portar diante do clero progressista. Encerramos a noite com uma oração e fomos nos deitar.</p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p style="text-align:justify;">Os dias seguintes transcorreram em paz e harmonia. Visitamos Chartres, Lisieux, Lourdes e Ars. Algumas vezes rezávamos o Terço dentro do ônibus, outras, em alguma das igrejas onde as Missas eram celebradas e as confissões eram ouvidas pelos dois padres durante toda a peregrinação.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois daquela experiência inusitada em Saint Nicholas do Chardonet, tivemos ainda a oportunidade de conversar longamente com alguns padres da Fraternidade de São Pedro que encontramos em Ars. Como somente Dr. Oswaldo e a pediatra Dra. Rita de Cássia dominavam o francês, ficávamos gratos quando podíamos ouvir algo em inglês ou espanhol. Felizmente, muitos desses padres falavam pelo menos dois desses idiomas. Lamentavelmente, não pudemos visitar o seminário do IBP em Courtalain, como tanto desejavam os rapazes vocacionados. Tínhamos que ir à Fátima antes de retornar ao Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">Deixamos a França num dia chuvoso de setembro. Estávamos cansados, mas felizes por tudo o que nos ocorrera nas terras de Santa Joana D’Arc, São Denis, São Vicente de Paulo, Santa Teresinha de Lisieux e tantos outros santos e santas que consumiram suas vidas por Nosso Senhor e pela Fé Católica. Partíamos agora para Fátima, em Portugal, onde pediríamos a intercessão da Rainha do Sacratíssimo Rosário por todos os fiéis que ainda enfrentam forte oposição por parte de seus bispos para ter a Missa de Sempre em suas dioceses. Levaríamos os pedidos de oração de nossos familiares e amigos e de todos aqueles que não puderam vir conosco por falta de recursos financeiros. Enfim, rezaríamos especialmente pelo Santo Padre Bento XVI, para que o Bom Deus o protegesse e guiasse.</p>
<p style="text-align:justify;">E assim embarcamos no avião para Lisboa. Se houvesse um detector de pensamentos acoplado às nossas cabeças, certamente, captaria os belíssimos versos do hino que ouvíramos em Ars e que traduzia com perfeição nossas disposições interiores:</p>
<p style="text-align:center;">Ubi caritas et amor, Deus ibi est.<br />
Simul ergo cum in unum congregamur,<br />
Ne nos mente dividamur, caveamus.<br />
Cessent iurgia maligna, cessent lites.<br />
Et in medio nostri sit Christus Deus.</p>
<p style="text-align:center;">[<em>Onde existe caridade e amor, existe Deus,<br />
Unamo-nos então ao mesmo tempo,<br />
Não nos dividamos no ânimo e não nos evitemos.<br />
Que cessem as contendas malignas,<br />
Que cessem os litígios,<br />
e que Cristo Nosso Senhor esteja no meio de nós</em>]</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Os nomes dos personagens e o</em></strong><strong><em>s fatos narrados</em></strong><strong><em> neste conto são fictícios, qualquer semelhança é mera coincidência.</em></strong></p>
<address><strong><em>Leia também:</em></strong></address>
<address><a rel="bookmark" href="http://fratresinunum.com/2009/11/14/o-jovem-cura-de-taboao-da-serra/">O jovem cura de Taboão da Serra.</a></address>
<address><a rel="bookmark" href="http://fratresinunum.com/2009/11/07/o-homem-que-tinha-duas-maes/">O homem que tinha duas mães.</a></address>
<address> </address>
<address> </address>
<address> </address>
<address> </address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os modernistas são revolucionários.]]></title>
<link>http://fratresinunum.com/2009/11/27/os-modernistas-sao-revolucionarios/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 09:01:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>G. M. Ferretti</dc:creator>
<guid>http://fratresinunum.com/2009/11/27/os-modernistas-sao-revolucionarios/</guid>
<description><![CDATA[Se assim é, como entender então a falsa tese modernista sobre um evolucionismo religioso com base na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Se assim é, como entender então a falsa tese modernista sobre um evolucionismo religioso com base na patrística?</p>
<p style="text-align:justify;">Os modernistas são revolucionários. Os revolucionários são utopistas. As utopias fundam-se no mito de uma idade de ouro onde havia total liberdade. Assim, por exemplo, as ideologias de Rousseau e Marx. Antes da propriedade privada havia o bom selvagem, o homem livre e feliz&#8230;Nutrindo-se desse mito, os revolucionários projetam um futuro de devaneios.</p>
<p style="text-align:justify;">Pois bem. Os modernistas fabricam o mito de um cristianismo primitivo, pré-constantiniano, de plena liberdade e igualdade. Sem os espartilhos da dogmática, onde tudo é fluido e vago. Combatem a Igreja tradicional, hierárquica e dogmática. Em sua utopia de um pan-cristianismo, síntese de todas as crenças, a religião universal do futuro tem de inspirar-se no mito do cristianismo primitivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Como se vê, a crise religiosa atual é gravíssima. O único remédio é defender a continuidade  doutrinária da Igreja contra o espírito de ruptura com o passado. Mas, como os modernistas são astutos, também eles falam em continuidade para legitimar suas inovações. Cabe-lhes o ônus da prova.</p>
<p style="text-align:right;"><strong><a href="http://www.santamariadasvitorias.com.br/documentos/o_modernismo_e_a_patristica.doc" target="_blank">Do excelente artigo <em>&#8220;O modernismo e a patrística segundo o cardeal Billot&#8221;</em></a>, Padre João Batista de Almeida Prado Ferraz Costa</strong>.</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Açāo de Graças!!! [Post 1: Pie]]]></title>
<link>http://celebrandofimdeano.wordpress.com/2009/11/26/acao-de-gracas-post-1-pie/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 09:49:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rachel Belo</dc:creator>
<guid>http://celebrandofimdeano.wordpress.com/2009/11/26/acao-de-gracas-post-1-pie/</guid>
<description><![CDATA[@quelaltoe: looking for a good pumpkin pie recipe&#8230; any suggestions??#pumpkinpieabout 13 hours ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><strong>@quelaltoe: looking for a good pumpkin pie recipe&#8230; any suggestions??</strong><a title="#pumpkinpie" href="http://twitter.com/search?q=%23pumpkinpie"><strong>#pumpkinpie</strong></a><a rel="bookmark" href="http://twitter.com/quelaltoe/status/6059294789"><strong>about 13 hours ago </strong></a><strong>from web</strong></p></blockquote>
<p>Ela pediu e espero que ainda dê tempo.<br />
Torta de Abóbora [ou <strong>Pumpkin Pie</strong>] é uma das receitas mais tradicionais de <strong>Açāo de Graças</strong> nos Estados Unidos.<br />
E como hoje já é dia de Açāo de Graças [comemorado sempre na última quinta-feira do mês de Novembro] vale a pena tentar algo diferente.</p>
<p>PS: NĀO SE ASSUSTE COM O TAMANHO DA RECEITA. QUANDO LER, VOCÊ PERCEBERÁ QUE É BEM SIMPLES!</p>
<p><a href="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/pumpkins.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-48" title="Pumpkins" src="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/pumpkins.jpg?w=300" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p><strong>Torta de Abóbora Tradicional<br />
<span style="font-weight:normal;"><br />
[</span>ingredientes<span style="font-weight:normal;">]:</span><br />
<span style="font-weight:normal;">- 1 xícara de <strong>açúcar mascavo</strong><br />
- 1 colher de sopa de amido de milho<br />
- 1/2 colher de chá de sal<br />
- 1 colher de chá de gengibre em pó<br />
- 1 colher de chá de </span>canela<span style="font-weight:normal;"> em pó<br />
- 1/8 de colher de chá de cravos-da-terra<br />
- 1 xícara e 1/2  de purê de </span>abóbora<span style="font-weight:normal;"> doce [esse é o purê feito em casa mesmo com a abóbora natural]<br />
- 3 ovos grandes, ligeiramente batidos + 1 ovo para esmaltar a massa depois<br />
- 1 xícara e 1/2 de leite evaporado [algumas pessoas usam leite em pó, mas sāo coisas diferentes]<br />
- 1 colher de sopa de creme de leite<br />
e </span>Massa Brisee<br />
<span style="font-weight:normal;">[</span>ingredientes<span style="font-weight:normal;"> para </span>Massa Brisee<span style="font-weight:normal;">]:<br />
- 2 xícaras e 1/2 de <strong>farinha de trigo</strong><br />
- 1 colher de sopa de açúcar<br />
- 1 colher de chá de sal<br />
- 2 barras de manteiga sem sal, gelada e cortada em cubos<br />
- 3 ou 4 colheres de sopa de água gelada</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight:normal;">[</span>como fazer a massa<span style="font-weight:normal;">]<br />
1) Coloque a farinha e o sal em um processador de alimentos até dar liga [ou seja: ficar uniforme].<br />
2) Adicione a manteiga e processe, por cerca de 10 segundos, até obter uma farofinha.<br />
3) Enquanto bate, adicione a água gelada em um fluxo lento e constante até que a mistura comece a se tornar uma massa.<br />
4) Forme 2 discos com a massa. Embrulhe cada um em plástico e leve à geladeira por pelo menos 1 hora.<br />
[</span>como fazer recheio<span style="font-weight:normal;">]<br />
1) Pré-aqueça o forno a 425 graus e forre uma assadeira com papel manteiga.<br />
<strong><span style="font-weight:normal;">2) Em uma tigela, </span>misture <span style="font-weight:normal;">o açúcar, amido de milho, sal, gengibre, canela, cravo, purê de abóbora e 3 ovos. B</span>ata bem<span style="font-weight:normal;">. Adicione o leite evaporado.<br />
<strong><span style="font-weight:normal;">3) Corte a </span>Massa Brisse<span style="font-weight:normal;"> em um círculo de, aproximadamente, 30 centimetros e coloque em uma assadeira redonda de vidro [esse detalhe que dará a forma da torta, se você nāo tiver a assadeira recomendada use qualquer outra de vidro]. Apare a massa uniformemente ao longo da borda, deixando uma sobra de 1,5cm.<br />
[Se a massa começar a amolecer, gele por 15 minutos]<br />
4) Faça a cobertura: Bata o ovo restante e misture com o creme de leite [ou experimenta comprar o </span><span style="font-weight:normal;">chantilly pronto</span><span style="font-weight:normal;">, hahahaha!]<br />
[</span><span style="font-weight:normal;">juntando tudo</span><span style="font-weight:normal;">]<br />
5) Esmalte levemente nas bordas da torta [com o ovo separado] e encha com a mistura de </span>abóbora<span style="font-weight:normal;">.<br />
6) </span><span style="font-weight:normal;">Asse por </span>10 minutos<span style="font-weight:normal;">. </span>Reduza<span style="font-weight:normal;"> o forno para 350 graus e continue a assar por </span>mais 30 minutos<span style="font-weight:normal;">.<br />
<strong>Depois é só deixar esfriar</strong>.<br />
<a href="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/pumpkin-pie1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-49" title="Pumpkin Pie" src="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/pumpkin-pie1.jpg" alt="" width="225" height="281" /></a> </span></strong></span></strong></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As conversações romanas vistas por um teólogo de Tübingen.]]></title>
<link>http://fratresinunum.com/2009/11/24/as-conversacoes-romanas-vistas-por-um-teologo-de-tubingen/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:02:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>G. M. Ferretti</dc:creator>
<guid>http://fratresinunum.com/2009/11/24/as-conversacoes-romanas-vistas-por-um-teologo-de-tubingen/</guid>
<description><![CDATA[Peter Hunermann (centro) encontra-se com o Papa Bento XVI em 2006 Peter Hunermann foi professor de t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_5648" class="wp-caption alignright" style="width: 266px"><img class="size-medium wp-image-5648" title="Ao centro, Peter Hunermann encontra-se com o Papa Bento XVI em 2006" src="http://fratresinunum.wordpress.com/files/2009/11/kath3.jpg?w=300" alt="Ao centro, Peter Hunermann encontra-se com o Papa Bento XVI em 2006" width="256" height="172" /><p class="wp-caption-text">Peter Hunermann (centro) encontra-se com o Papa Bento XVI em 2006</p></div>
<p style="text-align:justify;">Peter Hunermann foi professor de teologia dogmática em Tübingen (Alemanha). Dizer que ele não é tradicionalista seria uma afirmação incompleta. Afirmar que ele é simplesmente um progressista seria um eufemismo; Hunermann, aos 80 anos, é um teólogo resolutamente moderno, conciliar, mas não conciliador.</p>
<p style="text-align:justify;">Por ocasião de uma conferência proferida no último dia 28 de outubro em Bern, ele expressou seu sentimento &#8212; e seu ressentimento &#8212; sobre as conversações teológicas entre Roma e a Fraternidade São Pio X. Segundo ele, &#8220;os textos do Concílio Vaticano Segundo são essenciais para a Igreja, [...] este concílio é um grande dom de Deus para a Igreja, para o movimento ecumênico e para a humanidade&#8221;, e suas declarações relacionadas à liberdade religiosa, liberdade de consciência e ecumenismo, trazem-no ao nível de um evento de &#8220;alcance mundial histórico&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, aos olhos do teólogo alemão, com estes encontros doutrinais, estamos trilhando &#8220;um caminho de alto risco&#8221;, pavimentado por &#8220;enormes dificuldades&#8221;. Pois os textos do Concílio Vaticano Segundo são colocados quase que à disposição dos membros da Fraternidade. Agora, continuou, para eles os textos são meras instruções pastorais e não definições do Magistério.</p>
<p style="text-align:justify;">Hunermman ficou à beira de um AVC quando tomou conhecimento do levantamento das excomunhões, que Sociedade sempre considerou sem efeitos, obtido em 29 de janeiro, após oferecer ao Papa um milhão de rosários. Ele gaguejou: &#8220;esta é uma maneira inacreditável de agir!&#8221; &#8212; Este é um bom encorajamento para perseverarmos em nossos esforços pela terceira Cruzada de Rosários. Muito obrigado, Peter Hunermann!</p>
<p style="text-align:right;">Padre Alain Lorans</p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://www.dici.org/en?getfile=4072" target="_blank">Editorial DICI 205 &#8211; 20 de novembro de 2009</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://confrariadechaves.wordpress.com/2009/11/23/34/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:14:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
<guid>http://confrariadechaves.wordpress.com/2009/11/23/34/</guid>
<description><![CDATA[Groundforce Portugal Quinta, 12 Novembro 2009 © 2009 &#8211; Confraria de Chaves]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- .quote {width:300px; padding: 6px; border: solid 1px #456B8F; font: 10px helvetica, verdana, sans-serif; color: #222222; background-color: #ffffff}.quote a {font: 12px arial, serif; color: #003399; text-decoration: underline}.quote a:hover {color: #FF9900; } --></p>
<div style="float:left;padding:5px;"><img src="http://confrariadechaves.net/images/stories/groundforce%20logo.png" alt="" width="70" /></div>
<div class="quote"><a href="http://www.confrariadechaves.net/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=124:groundforce-portugal&#38;catid=8:media" target="_blank">Groundforce Portugal</a><br />
Quinta, 12 Novembro 2009</p>
<div style="width:300px;">
<p style="text-align:right;">© 2009 &#8211; <a href="http://www.confrariadechaves.net/" target="_blank">Confraria de Chaves</a></p>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://confrariadechaves.wordpress.com/2009/11/23/32/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:12:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Admin</dc:creator>
<guid>http://confrariadechaves.wordpress.com/2009/11/23/32/</guid>
<description><![CDATA[Academia Gastronómica e Cultural da Micologia Quarta, 18 Novembro 2009 &nbsp; © 2009 &#8211; Confrar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- .quote {width:300px; padding: 6px; border: solid 1px #456B8F; font: 10px helvetica, verdana, sans-serif; color: #222222; background-color: #ffffff}.quote a {font: 12px arial, serif; color: #003399; text-decoration: underline}.quote a:hover {color: #FF9900; } --></p>
<div style="float:left;padding:5px;"><img src="http://www.confrariadechaves.net/images/stories/academia%20micologia.png" alt="" width="70" /></div>
<div class="quote"><a href="http://www.confrariadechaves.net/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=125:academia-gastronomica-e-cultural-da-micologia&#38;catid=8:media" target="_blank">Academia Gastronómica e Cultural da Micologia</a><br />
Quarta, 18 Novembro 2009
<p>&#160;</p>
<div style="width:300px;">
<p style="text-align:right;">© 2009 &#8211; <a href="http://www.confrariadechaves.net/" target="_blank">Confraria de Chaves</a></p>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meias, meias e mais meias.]]></title>
<link>http://celebrandofimdeano.wordpress.com/2009/11/23/meias-meias-e-mais-meias/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 07:58:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rachel Belo</dc:creator>
<guid>http://celebrandofimdeano.wordpress.com/2009/11/23/meias-meias-e-mais-meias/</guid>
<description><![CDATA[As meias penduras nas chamines sāo umas tradiçāo que sempre vemos nos filmes e seriados americanos. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As <strong>meias penduras</strong> nas chamines sāo umas tradiçāo que sempre vemos nos filmes e seriados americanos. No <strong>Brasil</strong>, é fácil encontrarmos em alguns supermercados mais &#8220;completos&#8221; ou em lojas que vendem decoraçōes natalinas.</p>
<p><a href="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/sock-peace1.jpg"><img class="size-medium wp-image-31 alignleft" title="Sock - Peace" src="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/sock-peace1.jpg?w=180" alt="" width="180" height="300" /></a> Os modelos sāo os mais variados&#8230; alguns seguem as tradiçōes cores vermelha/verde do Natal, enquanto outros se tornam quase pequenos pedaços de pinturas, com frases, glitter e muitas cores.</p>
<p>Na minha casa, temos algumas que vieram dos EUA, mas as mais recentes foram compradas no <strong>Brasil</strong>. Tem o desenho mais clássico, <strong>meias vermelhas de felpo</strong>, com o branco no topo <strong>e os nomes escritos com aqueles bastōes de tinta dourada com glitter</strong>, vendidos para o material escolar. [como as da foto no final desse texto]</p>
<p>A grande questāo, entāo, é: para o que serve essas meias (chamadas de <strong><a title="Imagens de Stockings" href="http://images.google.com/images?client=safari&#38;rls=en&#38;q=christmas%20stockings&#38;oe=UTF-8&#38;um=1&#38;ie=UTF-8&#38;sa=N&#38;hl=en&#38;tab=wi" target="_blank">Stocking</a></strong> pelos gringos)? Ao contrário do que pode parecer, elas nāo sāo apenas um efeite pedurado na parede. Na manhā do dia <strong>25.Dezembro</strong> essas meias acordadam repletas de lembrancinhas.</p>
<p>Mas nāo sāo lembrancinhas quaisquer. <strong>O que você coloca dentro das meias é repleto de simbolismo e história.</strong></p>
<p>A tradição de pendurar meias na janela, na véspera de Natal, teria começado com <strong>São Nicolas</strong> (o Rei que carregava Mira). Em uma noite, três mulheres muito pobres colocaram as meias na lareira para que elas pudessem secar, São Nicolau teria, então, <strong>jogado um saco de moedas pela chaminé</strong>, de forma que as moedas caíram na meia.</p>
<p>Foi com essa lenda que se iniciou a tradição de colocar nas meias aqueles chocolatinhos em forma de moedas de ouro, acompanhados de uma escova de dentes – para incentivar os pequenos a higiene dental depois de tanta guloseima.</p>
<p>Em algumas culturas, porém – e foi essa que eu conheci –, <strong>as moedas são representadas por laranjas</strong> colocadas no fundo das meias.</p>
<p>A tradição das laranjas tem outras explicações. As laranjas japonesas, por exemplo, representam a chegada do Papai Noel (Santa Claus) junto com gueixas em trajes típicos, trazendo como presente uma fruta cítrica que não brota durante o inverno nos países norte-americanos.</p>
<p>Não importa que tradição se siga, o que se coloca dentro das meias tem um valor simbólico que tenta passar adiante (até entre as famílias ricas) a lembrança da pobreza e a <strong>gratidão pela riqueza</strong> – representada no pequenos presentes.</p>
<p><strong>Ah! Vale lembrar! Entre os “maus criados” o Papai Noel costuma deixar um pedacinho de carvão na meia, hein? Então, é melhor se comportar durante o ano!</strong></p>
<p><strong><a href="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/red-socks.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-33" title="Red Tradicional Socks" src="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/red-socks.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sábios Conselhos Sobre a Montfort.]]></title>
<link>http://presentepravoce.wordpress.com/2009/11/21/sabios-conselhos-sobre-a-montfort/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 11:08:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>presentepravoce</dc:creator>
<guid>http://presentepravoce.wordpress.com/2009/11/21/sabios-conselhos-sobre-a-montfort/</guid>
<description><![CDATA[Visão cristã. Site Montfort&#8230; Não é tão católico quanto gostaria de ser! Caros Visitantes, vári]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Visão cristã. Site Montfort&#8230; Não é tão católico quanto gostaria de ser! Caros Visitantes, vári]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contagem regressiva]]></title>
<link>http://celebrandofimdeano.wordpress.com/2009/11/19/contagemregressiva/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 21:55:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rachel Belo</dc:creator>
<guid>http://celebrandofimdeano.wordpress.com/2009/11/19/contagemregressiva/</guid>
<description><![CDATA[As ruas já começam a se enfeitar para o Natal. As lojas colocam as cansadas luzinhas e as placas de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/hanging-christmas-decorations-lg1.jpg"><br />
</a><a href="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/hanging-christmas-decorations-lg2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-19" title="Hanging Christmas Decorations" src="http://celebrandofimdeano.wordpress.com/files/2009/11/hanging-christmas-decorations-lg2.jpg" alt="" width="470" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">As </span><span style="color:#000000;">ruas</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">já</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">começam</span><span style="color:#000000;"> a se </span><span style="color:#000000;">enfeitar</span><span style="color:#000000;"> para o <strong>Natal</strong>. As </span><span style="color:#000000;">lojas</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">colocam</span><span style="color:#000000;"> as </span><span style="color:#000000;">cansadas</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">luzinhas</span><span style="color:#000000;"> e as </span><span style="color:#000000;">placas</span><span style="color:#000000;"> de </span><span style="color:#000000;">promoçōes</span><span style="color:#000000;">, </span><span style="color:#000000;">tentando</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">atrair</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">clientes</span><span style="color:#000000;">. Mas e na </span><span style="color:#000000;">sua</span><span style="color:#000000;"> casa/</span><span style="color:#000000;">empresa</span><span style="color:#000000;">/</span><span style="color:#000000;">trabalho</span><span style="color:#000000;">? </span><span style="color:#000000;">Quando</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">é</span><span style="color:#000000;"> o momento </span><span style="color:#000000;">certo</span><span style="color:#000000;"> de </span><span style="color:#000000;">pendurar</span><span style="color:#000000;"> os </span><span style="color:#000000;">enfeites</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">natalinos</span><span style="color:#000000;">?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A </span><span style="color:#000000;">melhor</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">resposta</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">é</span><span style="color:#000000;">: </span><span style="color:#000000;">quando</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">você</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">quiser</span><span style="color:#000000;">!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mas </span><span style="color:#000000;">segundo</span><span style="color:#000000;"> a </span><span style="color:#000000;">tradição</span><span style="color:#000000;"> que </span><span style="color:#000000;">acontece</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">lá</span><span style="color:#000000;"> nos </span><span style="color:#000000;">EUA</span><span style="color:#000000;">, e vale </span><span style="color:#000000;">deixar</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">claro</span><span style="color:#000000;"> que </span><span style="color:#000000;">nāo</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">é</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">seguida</span><span style="color:#000000;"> por </span><span style="color:#000000;">todos</span><span style="color:#000000;">, O dia de </span><span style="color:#000000;">fazer</span><span style="color:#000000;"> a </span><span style="color:#000000;">decoraçāo</span><span style="color:#000000;"> de <strong>Natal</strong> </span><span style="color:#000000;">é</span><span style="color:#000000;"> a </span><span style="color:#000000;">sexta-feira</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">depois</span><span style="color:#000000;"> do dia de </span><span style="color:#000000;">Açāo</span><span style="color:#000000;"> de </span><span style="color:#000000;">Graças</span><span style="color:#000000;"> [o <em>Thanks Giving</em>, que </span><span style="color:#000000;">é</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">comemorado</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">sempre</span><span style="color:#000000;"> na </span><span style="color:#000000;">última</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">quinta-feira</span><span style="color:#000000;"> de </span><span style="color:#000000;">Novembro</span><span style="color:#000000;">]. E o </span><span style="color:#000000;">desse</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">ano</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">já</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">está</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">chegando</span><span style="color:#000000;">&#8230; </span><span style="color:#000000;">falta</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">só</span><span style="color:#000000;"> uma </span><span style="color:#000000;">semaninha</span><span style="color:#000000;">!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Na </span><span style="color:#000000;">gringa</span><span style="color:#000000;"> o dia </span><span style="color:#000000;">é</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">conhecido</span><span style="color:#000000;">, </span><span style="color:#000000;">ainda</span><span style="color:#000000;">, </span><span style="color:#000000;">como</span><span style="color:#000000;"> </span><em><span style="color:#000000;"><a title="Fotinhos" href="http://images.google.com/images?client=safari&#38;rls=en&#38;q=black%20friday&#38;oe=UTF-8&#38;um=1&#38;ie=UTF-8&#38;sa=N&#38;hl=en&#38;tab=wi" target="_blank">Black Friday</a></span></em><span style="color:#000000;">&#8230; </span><span style="color:#000000;">aquele</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">famoso</span><span style="color:#000000;"> dia </span><span style="color:#000000;">onde</span><span style="color:#000000;"> as </span><span style="color:#000000;">lojas</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">começam</span><span style="color:#000000;"> as </span><span style="color:#000000;">liquidaçōes</span><span style="color:#000000;"> e </span><span style="color:#000000;">jogam</span><span style="color:#000000;"> os </span><span style="color:#000000;">preços</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">lá</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">embaixoooooooo</span><span style="color:#000000;">! </span><span style="color:#000000;">Pode</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">esperar</span><span style="color:#000000;"> para os </span><span style="color:#000000;">noticias</span><span style="color:#000000;"> de </span><span style="color:#000000;">gente</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">esmagada</span><span style="color:#000000;">, porta </span><span style="color:#000000;">quebrada</span><span style="color:#000000;">, </span><span style="color:#000000;">fila</span><span style="color:#000000;"> e etc [ou </span><span style="color:#000000;">nāo</span><span style="color:#000000;">, né? </span><span style="color:#000000;">veremos</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">como</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">será</span><span style="color:#000000;"> esse </span><span style="color:#000000;">ano</span><span style="color:#000000;"> com a </span><span style="color:#000000;">crise</span><span style="color:#000000;">].</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Entāo</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">até</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">lá</span><span style="color:#000000;">, </span><span style="color:#000000;">temos</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">sete</span><span style="color:#000000;"> dias para </span><span style="color:#000000;">algumas</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">dicas</span><span style="color:#000000;"> de </span><span style="color:#000000;">decoraçāo</span><span style="color:#000000;"> para quem </span><span style="color:#000000;">pretende</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">decorar</span><span style="color:#000000;"> a casa no &#8220;dia </span><span style="color:#000000;">oficial</span><span style="color:#000000;">&#8220;. E pros &#8220;</span><span style="color:#000000;">atrasadinhos</span><span style="color:#000000;">&#8221; </span><span style="color:#000000;">também</span><span style="color:#000000;">&#8230; </span><span style="color:#000000;">afinal</span><span style="color:#000000;">, </span><span style="color:#000000;">falta</span><span style="color:#000000;"> um </span><span style="color:#000000;">mês</span><span style="color:#000000;"> &#8220;</span><span style="color:#000000;">ainda</span><span style="color:#000000;">&#8221; para o Natal e </span><span style="color:#000000;">dá</span><span style="color:#000000;"> tempo de </span><span style="color:#000000;">fazer</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;"><strong>MUITA</strong></span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">coisa</span><span style="color:#000000;">!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Vou</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">tentar</span><span style="color:#000000;"> dar </span><span style="color:#000000;">umas</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">dicas</span><span style="color:#000000;"> para quem </span><span style="color:#000000;">vai</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">importar</span><span style="color:#000000;"> o </span><span style="color:#000000;">feriado</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">americano</span><span style="color:#000000;"> e </span><span style="color:#000000;">comemorar</span><span style="color:#000000;"> o <em>Thanks Giving</em> por </span><span style="color:#000000;">aqui</span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;">também</span><span style="color:#000000;">.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Os bispos e os padres são exortados a acolher bem as legítimas exigências dos fiéis, uma vez que não se trata de uma concessão aos fiéis, mas de um direito".]]></title>
<link>http://fratresinunum.com/2009/11/19/os-bispos-e-os-padres-sao-exortados-a-acolher-bem-as-legitimas-exigencias-dos-fieis-uma-vez-que-nao-se-trata-de-uma-concessao-aos-fieis-mas-de-um-direito/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:19:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>G. M. Ferretti</dc:creator>
<guid>http://fratresinunum.com/2009/11/19/os-bispos-e-os-padres-sao-exortados-a-acolher-bem-as-legitimas-exigencias-dos-fieis-uma-vez-que-nao-se-trata-de-uma-concessao-aos-fieis-mas-de-um-direito/</guid>
<description><![CDATA[Excertos da entrevista de Monsenhor Guido Pozzo, secretário da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei, a L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.hommenouveau.fr/index.php?id_billet=177" target="_blank">Excertos da entrevista de Monsenhor Guido Pozzo, secretário da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei, a L&#8217;Homme Nouveau &#8211; 18 de novembro de 2009:</a></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright size-medium wp-image-5619" style="border:0 none;margin:3px 7px;" title="Mons. Guido Pozzo" src="http://fratresinunum.wordpress.com/files/2009/11/guido-pozzo.jpg" alt="" width="199" height="233" />Eu sempre manifestei interesse e sensibilidade espiritual pela liturgia gregoriana, do mesmo modo como sou sensível – e isso não é de hoje &#8212; aos problemas e às controvérsias teológicas relacionadas às interpretações do concílio Vaticano II e da necessidade restaurar e reforçar a tradição e a identidade católica em nossa civilização. [...] A especificidade da estrutura da Comissão pontifícia Ecclesia Dei, à luz do Motu Proprio Ecclesiae Unitatem de julho de 2009, vem do fato que ela é estreitamente ligada à Congregação para a Doutrina da Fé. O Cardeal presidente é o Cardeal Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, e seus membros são os cardeais e arcebispos membros da mesma congregação. Eu diria que a Comissão Pontifícia que, por um lado, foi reforçada, por outro, que ela viu aumentar as obrigações que lhe são atribuídas.</p>
<p style="text-align:justify;">Os deveres que a Comissão pontifícia Ecclesia Dei recebeu, primeiramente do motu proprio do Papa João Paulo II em 1988 e posteriormente integrados pelo motu proprio de Bento XVI Summorum Pontificum, permanecem inalterados. As competências da Comissão no que diz respeito à aplicação das disposições do motu proprio Summorum Pontificum concernentes à forma antiga do rito romano estão plenamente confirmadas. Do mesmo modo está confirmada, no âmbito das faculdades atribuídas à Comissão pelos Soberanos Pontífices, a missão de exercer, em  nome da Santa Sé, a autoridade sobre os diversos Institutos e Comunidades religiosas erigidas por esta mesma Comissão que tem por rito a forma extraordinária da liturgia romana e praticam as tradições precedentes da vida religiosa. A isso foi acrescentado, com o motu proprio Ecclesiae Unitatem, o ônus de tratar as questões doutrinais relativas às dificuldades que ainda subsistem com a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, para alcançar a plena comunhão.</p>
<p style="text-align:justify;">[...] As dificuldades de responder às exigências dos fiéis que solicitam a celebração da santa missa na forma extraordinária são, por vezes, devidas às atitudes de hostilidade ou preconceito, outras vezes a obstáculos práticos, como a insuficiência do clero, a dificuldade de encontrar padres capazes de celebrar dignamente segundo o rito antigo. Além disso, dificilmente se vê como a harmonizar a pastoral e a catequese da celebração dos sacramentos no rito antigo com a pastoral e a catequese ordinárias das paróquias. É claro que os bispos e os padres são exortados a acolher bem as legítimas exigências dos fiéis, segundo as normas estabelecidas pelo motu proprio, uma vez que não se trata de uma concessão aos fiéis, mas de um direito dos fiéis de poder ter acesso à liturgia gregoriana. Por outro lado, é evidente que temos de ser realistas e operar com a habilidade necessária, pois se trata também de trabalhar pela formação e educação na perspectiva introduzida pelo Papa Bento XVI com Summorum Pontificum.</p>
<p style="text-align:justify;">[...] No artigo 11 do motu proprio se diz entre outras coisas que “esta Comissão tem a forma, as funções e normas que o Pontífice Romano quiser lhe atribuir”. Uma instrução deveria seguir oportunamente para precisar certos aspectos concernentes à competência da Comissão pontifícia e a aplicação de algumas disposições legislativas. O projeto está em estudo.</p>
<p style="text-align:justify;">[...] A idéia de uma &#8220;reforma da reforma litúrgica&#8221; foi sugerida por diversas vezes pelo então Cardeal Ratzinger. Se me lembro bem, ele acrescentou que esta reforma não seria o resultado de um trabalho administrativo de uma Comissão de peritos, mas que demandaria um amadurecimento em toda a vida e realidade eclesial. Creio que no ponto em que chegamos, é essencial agir na linha que indica o Santo Padre na carta de apresentação do motu proprio sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma de 1970, a saber que “as duas formas do uso do rito romano podem se enriquecer mutuamente” e que “o que era sagrado para as gerações anteriores permanece sagrado e grande para nós, e não pode ser de improviso totalmente proibido ou mesmo prejudicial. Faz-nos bem a todos conservar as riquezas que foram crescendo na fé e na oração da Igreja, dando-lhes o justo lugar”. Assim se exprimiu o Santo Padre. Promover esta linha significa, portanto, contribuir efetivamente a este amadurecimento na vida e na consciência litúrgica que poderia levar, num futuro não tão distante, a uma  “reforma da reforma”. O que é essencial hoje para recuperar o sentido profundo da liturgia católica, nos dois usos do missal romano, é o caráter sagrado da ação litúrgica, o caráter central do padre como mediador entre Deus e o povo cristão, o caráter sacrifical da santa missa, como dimensão primordial da qual deriva a dimensão de comunhão.</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&Aacute;rvore de Yule&hellip;]]></title>
<link>http://acasadomago.wordpress.com/2009/11/19/rvore-de-yule/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:49:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>engmarco</dc:creator>
<guid>http://acasadomago.wordpress.com/2009/11/19/rvore-de-yule/</guid>
<description><![CDATA[A árvore de Yule é uma antiga tradição que remonta ao tempo dos Celtas e é um símbolo que foi adotad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://acasadomago.files.wordpress.com/2009/11/image1.png"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="image" border="0" alt="image" src="http://acasadomago.files.wordpress.com/2009/11/image_thumb1.png?w=259&#038;h=377" width="259" height="377" /></a>    <br /> A árvore de Yule é uma antiga tradição que remonta ao tempo dos Celtas e é um símbolo que foi adotado pelo Natal cristão. Eu sei que deve ter muitas pessoas que se perguntam por que razão se decora árvores no Natal e cá vai a explicação, mas lamento informar que nada tem a ver com as comemorações natalinas. Mas não fiquem decepcionados, porque os cristãos (assim como o Celtas) agregaram muitas tradições folclóricas, tanto quanto os Celtas o fizeram em tempos de invasões e guerras…</p>
<blockquote><p><font color="#004000"><strong>A árvore de Yule era uma forma de levar para dentro de casa uma árvore e mantê-la saudável (embora aconteça o contrário na maioria das casa hoje em dia, já que é comum a gente encontrar dúzias de pinheiros mortos pelas ruas).</strong></font></p>
</blockquote>
<p>Na véspera do Solstício de Inverno, os familiares saíam em busca de uma árvore, numa forma de conversa com a natureza. Quando a encontravam, pediam licença para a natureza e levavam-na para suas casas. Escolhiam um vaso para plantá-la e colocavam-na dentro de um pequeno círculo de velas coloridas representando o desejo da volta da luz… </p>
<blockquote><p><strong><font color="#004000">Antes de começar o ritual, acenda todas essas velas e para cada vela acesa faça um pedido. Não peça bens materiais, conquistas desnecessárias. Lembre-se que pedidos são seus desejos e estes devem levar em consideração toda uma conjunção e um mistério que envolve você e a sua natureza. Por isso eu sempre digo: cuidado com aquilo que você deseja.</font></strong></p>
</blockquote>
<p>A árvore de Yule deve ser enfeitada com a magia dos elementos. Ou seja: devem estar presente as cores que representam os elementos: terra, água, fogo e ar que são representados pelas cores: verde, vermelho, amarelo e azul…</p>
<blockquote><p><font color="#004000"><strong>Você também pode fazer uso de:</strong></font></p>
<p><font color="#004000"><strong>- pinhas         <br />- sinos          <br />- frutas           <br />- doces          <br />- laços          <br />- estrelas e luas de plástico ou de madeira          <br />- um pentagrama para ser colocado no topo de sua árvore</strong></font></p>
</blockquote>
<p>Use a sua imaginação e a sua criatividade e faça uma bela árvore de Yule.</p>
<p>Beijitos   <br /><a href="http://blogidentidadepropria.blogspot.com" target="_blank"><strong>Francy´s</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia dos Mortos (e Halloween) - Fotos!]]></title>
<link>http://therockerblog.wordpress.com/2009/11/17/dia-dos-mortos-e-halloween-fotos/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:17:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>taisbottesi</dc:creator>
<guid>http://therockerblog.wordpress.com/2009/11/17/dia-dos-mortos-e-halloween-fotos/</guid>
<description><![CDATA[Dia dos Mortos Dia dos Mortos Dia dos Mortos Dia dos Mortos Dia dos Mortos Dia dos Mortos Dia dos Mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1047" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h01_20887053.jpg"><img class="size-full wp-image-1047" title="h01_20887053" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h01_20887053.jpg" alt="" width="434" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1048" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h02_20927829.jpg"><img class="size-full wp-image-1048" title="h02_20927829" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h02_20927829.jpg" alt="" width="434" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1049" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h04_20923309.jpg"><img class="size-full wp-image-1049" title="h04_20923309" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h04_20923309.jpg" alt="" width="434" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1050" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h07_20933853.jpg"><img class="size-full wp-image-1050" title="h07_20933853" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h07_20933853.jpg" alt="" width="434" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1051" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h08_20934179.jpg"><img class="size-full wp-image-1051" title="h08_20934179" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h08_20934179.jpg" alt="" width="434" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1052" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h10_20942017.jpg"><img class="size-full wp-image-1052" title="h10_20942017" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h10_20942017.jpg" alt="" width="434" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1053" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h11_20791609.jpg"><img class="size-full wp-image-1053" title="h11_20791609" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h11_20791609.jpg" alt="" width="434" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1054" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h12_20935303.jpg"><img class="size-full wp-image-1054" title="h12_20935303" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h12_20935303.jpg" alt="" width="434" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1055" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h13_20935881.jpg"><img class="size-full wp-image-1055" title="h13_20935881" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h13_20935881.jpg" alt="" width="434" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1056" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h19_20942767.jpg"><img class="size-full wp-image-1056" title="h19_20942767" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h19_20942767.jpg" alt="" width="434" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1057" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h21_20943777.jpg"><img class="size-full wp-image-1057" title="h21_20943777" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h21_20943777.jpg" alt="" width="434" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1058" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h22_20944969.jpg"><img class="size-full wp-image-1058" title="h22_20944969" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h22_20944969.jpg" alt="" width="434" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1059" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h23_20908267.jpg"><img class="size-full wp-image-1059" title="h23_20908267" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h23_20908267.jpg" alt="" width="434" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1060" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h25_20929669.jpg"><img class="size-full wp-image-1060" title="h25_20929669" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h25_20929669.jpg" alt="" width="434" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1061" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h27_20945353.jpg"><img class="size-full wp-image-1061" title="h27_20945353" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h27_20945353.jpg" alt="" width="434" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1062" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h28_20946563.jpg"><img class="size-full wp-image-1062" title="h28_20946563" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h28_20946563.jpg" alt="" width="434" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1063" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h37_20892387.jpg"><img class="size-full wp-image-1063" title="h37_20892387" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h37_20892387.jpg" alt="" width="434" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<div id="attachment_1064" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h36_20906061.jpg"><img class="size-full wp-image-1064" title="h36_20906061" src="http://therockerblog.wordpress.com/files/2009/11/h36_20906061.jpg" alt="" width="434" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">Dia dos Mortos</p></div>
<p>Assunto já passou mas achei hoje essas fotos&#8230;tão lindas que tive que colocar.</p>
<p>Achei <a href="http://www.boston.com/bigpicture/2009/11/days_of_the_dead.html" target="_blank">aqui</a>, onde estão bem grandes.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atenção!]]></title>
<link>http://nanossaagenda.wordpress.com/2009/11/16/atencao/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:47:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>margaridavaqueirolopes</dc:creator>
<guid>http://nanossaagenda.wordpress.com/2009/11/16/atencao/</guid>
<description><![CDATA[“Atenção!” À palavra de ordem, gritada em voz firme, os pares respondem com movimentos sincronizados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“Atenção!” À palavra de ordem, gritada em voz firme, os pares respondem com movimentos sincronizados. As cores se misturam no rodopio ritmado das saias longas. Os olhos, sorridentes, acompanham os lábios que vão trauteando as músicas conhecidas de há anos. As botas de esporas enchem a sala com o som inconfundível do sapateado. Legado espanhol que, como tantos outros, ainda hoje influencia as danças tradicionais gaúchas.<br />
 <br />
De mãos dadas e passos leves, os quatro pares vão acompanhando o ritmo da música sem um sinal de cansaço. Eles trajam como gaúchos – bombacha, jaqueta, guaiaca, poncho e o chapéu com barbicacho  – e elas de prenda – saia longa, jabôs  de renda e grandes fichus  –, como manda a tradição. Sempre atentos ao seu par, se movem com a mesma facilidade entre os sapateados, os flamencos, as contradanças ou os minuetos.<br />
 <br />
“Temos danças puras, ou seja, com características de um ciclo coreográfico somente, e temos danças híbridas com características de mais de um ciclo coreográfico”, explica Fernando Fernandes, professor de dança do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) de Santa Cruz do Sul. “A Espanha nos deixou a herança  de gerações coreográficas chamado &#8220;ciclo do fandango&#8221; (danças sapateadas). A França, o ciclo dos minuetos (danças revestidas de cumprimentos, reverências, passos miúdos etc.).  A Inglaterra, o ciclo das contradanças (country dance, danças campestres) e a Áustria o ciclo das danças de pares enlaçados (danças fechadas de par).”<br />
 <br />
É a todos estes estilos que Cristel, 15, dedica duas horas da semana, desde os 8 anos. Ao ver que várias crianças e jovens se interessavam pelas danças tradicionais do Rio Grande do Sul, decidiu experimentar: “É um estilo comum como o rock ou o pagode, só com a diferença de que é tradicional.” Segundo a dançarina, uma das mais experientes do CTG não existe idade certa para começar a dançar. Tudo depende da disponibilidade da criança. “No CTG existem crianças de 3 anos de idade que já participam das invernadas artísticas.”<br />
 <br />
Elegante e leve, Cristel não larga o sorriso durante a hora que dura a apresentação. São passos, voltas e trocas de par sem engano ou cansaço aparente. Os olhos fitam o colega de sempre com o sentido que a dança pede: escárnio, amor, desprezo ou admiração. Tal como os seus pés, também os olhos se movem ao som e ao sentimento da música.<br />
 <br />
Nas danças inspiradas no fandango, Cristel veste a pele da enamorada que espera pelo amado. São os homens quem toma conta do palco, sapateando ao ritmo frenético que a música exige. Como se quisessem impressionar as moças que por eles esperam, colocam toda a concentração nos pés e nos movimentos sem falhas. Já nos minuetos a atenção volta à ala feminina. Elas estendem a mão e, com a elegância e a graça que a juventude lhes permite, encantam o seu par. O semblante fica mais fechado, como o estilo francês pede, mas sem perder o brilho.<br />
 <br />
A energia volta em força com uma das danças campestres interpretadas pela orquestra. As saias longas se cruzam enquanto as botas dos gaúchos batem sem piedade no chão, marcando o compasso. O riso é aberto e o momento divertido. Ainda que tradicional.<br />
 <br />
No CTG há cerca de quinze pares de dançarinos. Jovens. Que se interessam tanto pela tradição como pelo último single de rock. “A tradição é uma coisa que na verdade está viva em cada um de nós do Rio Grande do Sul. Todos conhecem um pouco, mas quem participa de CTG desenvolve conhecimento e quem conhece gosta. Quanto mais aprendemos mais queremos aprender”, diz Cristel. Os pares passam a amigos, e na dança deixa de haver lugar para os companheirismos. Só a amizade fica, tantas são as horas de dedicação partilhada. “Não são apenas colegas. Eles é que são os amigos”.<br />
 <br />
Agora a dança de pares enlaçados, que é quase uma valsa. Para descansar os olhos de quem assiste e o corpo de quem já dançou tanto. Para Cristel, esta é só mais uma. Das muitas que já executou e de outras tantas que ainda há de dançar. Porque a tradição é assim, como a dança. Em perpétuo movimento, evolui ao ritmo dos bailarinos e permanece pela vida inteira.</p>
<p><strong>Entrada na Nossa Agenda a propósito da minha agenda. Uma das últimas matérias do Curso. Que está quase a sair da minha agenda&#8230;</strong></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bento XVI que se cuide !]]></title>
<link>http://presentepravoce.wordpress.com/2009/11/15/bento-xvi-que-se-cuide/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 13:43:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>presentepravoce</dc:creator>
<guid>http://presentepravoce.wordpress.com/2009/11/15/bento-xvi-que-se-cuide/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: http://www.gearfuse.com/holy-crap-its-a-holy-robot/ . Kuka vem aí com tudo &#8230; Ele sabe t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fonte: http://www.gearfuse.com/holy-crap-its-a-holy-robot/ . Kuka vem aí com tudo &#8230; Ele sabe t]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O jovem cura de Taboão da Serra.]]></title>
<link>http://fratresinunum.com/2009/11/14/o-jovem-cura-de-taboao-da-serra/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 15:00:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>G. M. Ferretti</dc:creator>
<guid>http://fratresinunum.com/2009/11/14/o-jovem-cura-de-taboao-da-serra/</guid>
<description><![CDATA[“Aparelha-te, pois, para o combate, se queres a vitória. Sem peleja não podes chegar à coroa da vitó]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">“<em>Aparelha-te, pois, para o combate, se queres a vitória. Sem peleja não podes chegar à coroa da vitória. Se não queres sofrer, renuncia à coroa; mas se desejas ser coroado, luta varonilmente e sofre com paciência. Sem trabalho não se consegue o descanso e sem combate não se alcança a vitória</em>.” (<em>Imitação de Cristo</em>, Lv. III, 19)</p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>Por Marcela A. de Castro</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Sob o sol escaldante das duas e meia da tarde lá ia o intrépido padre José Leite Prado da Silva com seus dois corinhas rumo à casa do Dr. Oswaldo. Alto, magro, de passos largos, padre José Leite caminhava ligeiro segurando sua pasta de couro preto, onde levava apostilas e alguns objetos litúrgicos que usaria para celebrar a missa tradicional. Os garotos quase não podiam acompanhá-lo e se sentiam um tanto ofegantes toda vez que tinham de fazê-lo. Entretanto, acompanhar o jovem padre diocesano era um prazer e uma grande aventura e eles não perderiam essa oportunidade por nada desse mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Fazia já um ano que o bispo diocesano o havia designado para auxiliar o idoso pároco da igrejinha do Sagrado Coração de Jesus naquele bairro perdido nos confins de Taboão da Serra. Para Dom Irineu Costa Serra, essa havia sido uma decisão salutar e necessária para que Padre José Leite tomasse contato com a realidade. Preocupava-se com o fato de que o jovem padre, ordenado há somente 2 anos, se comportasse de maneira tão diferente dos demais. Não lhe tinha nenhuma antipatia. Pelo contrário, o bispo bonachão até gostava do Padre José Leite; achava-o amável, determinado e entusiasmado com a sua vocação sacerdotal, seu histórico escolar no seminário destacara-se pelas melhores notas da classe. A única preocupação do bispo era que o jovem padre tinha algumas idéias um tanto estranhas para a sua geração. Em primeiro lugar, estava a tal da batina. Já ninguém mais a usava no dia a dia. E lá ia Padre José Leite para tudo quanto é canto, faça sol ou chuva, com aquela batina calorenta, que o próprio bispo só usava em ocasiões especiais. Fora isso, havia os livros estranhos sobre a missa pré-conciliar e os tais “cismáticos” franceses descobertos de maneira subrepitícia por um colega seminarista e devidamente informados a Dom Serra, naturalmente, não porque o então seminarista José Leite recusara terminantemente seu convite para acompanhá-lo ao famigerado Clube Nevado numa noite de sábado, mas, tão somente, à guisa de preocupação pela “linha pastoral” do novo sacerdote.</p>
<p style="text-align:justify;">“Que raio de livros são esses que esse cabra andou lendo?”, quis saber Dom Serra. O informante confuso não sabia ao certo, pois não entendia nada de francês. Sabia apenas se tratar de alguma coisa de Dom Marcel Lefebvre, o bispo rebelde, e também havia os outros livros com gravuras da Missa Tradicional, aquela que já não era mais celebrada há séculos.</p>
<p style="text-align:justify;">“Era só o que me faltava!” &#8211; exclamou Dom Serra com um levantar de sobrancelhas. “Mas deixa o menino pegar pé da realidade e tudo se ajeita. Trabalho não falta na diocese e, certamente, o tempo se encarregará de colocar tudo nos eixos.”</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:justify;">Quinze minutos depois chegaram os três ao casarão de dois andares do engenheiro aposentado. A casa espaçosa era um oásis de ortodoxia uma vez a cada quinze dias. Eram vinte cinco a trinta pessoas que queriam ouvir o jovem e querido Padre José Leite. Assim que chegava, uma criada trazia um copo d’água fresca. Depois de cumprimentar a todos, sentava-se em uma mesinha colocada de frente para as cadeiras e poltronas em forma de ferradura. Hoje a palestra era sobre as rubricas da Missa Gregoriana, também chamada Missa de Sempre ou Missa Tridentina. Cada gesto era explicado detalhadamente. Na verdade, essa era a segunda aula sobre o tema, pois a primeira havia sido dada na semana anterior. Depois foram distribuídas apostilas xerocadas com alguns desenhos e explicações. A audiência estava fascinada pela maneira entusiasmada com que Padre José Leite lhes falava sobre a Missa Tradicional. Havia uma explicação para tudo, até mesmo para o beijo no altar e as relíquias dos santos depositadas sob a sua superfície. Era incrível saber que as missas eram literalmente celebradas sobre os “mini-túmulos” dos santos. Como ninguém lhes havia dito isso antes?</p>
<p style="text-align:justify;">Depois das aulas de formação, as pessoas se dirigiam a uma capela na parte lateral da casa, que dava para o quintal. Enquanto Padre José Leite e os coroinhas preparavam o altar, o Sr. Francisco Peixoto puxava o Terço.</p>
<p style="text-align:justify;">Aquela capela, construída pelo Dr. Oswaldo apenas para suas orações pessoais, convertia-se agora em um centro de espiritualidade e disseminação do verdadeiro catolicismo e  ficava à disposição de bons padres para a celebração do Santo Sacrifício da Missa. Padre José Leite não desejava continuar celebrando a Santa Missa na casa do Dr. Oswaldo para sempre. Desejava ardentemente que o grupo passasse a ouvir missa na igrejinha do Sagrado Coração de Jesus, onde era vigário. A Confraria de Sta. Gertrudes deveria ser apenas o começo de um grupo de católicos tradicionais plenamente integrados na vida da paróquia.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, o idoso pároco, Padre Antonio Costa de Mello, não parecia muito entusiasmado com a idéia. Quando, pela primeira vez, o Padre José Leite lhe falou da Missa Gregoriana, ele disparou que não lhe agradava a idéia de ver beatas de véu na missa e que o vernáculo veio justamente para as pessoas entenderem mais o sentido da Missa. Ademais, não era bom dividir os fiéis. As beatas gordas com suas manias ultrapassadas poderiam afugentar os jovens da igreja. Elas começariam a implicar com roupas e outros detalhes secundários.</p>
<p style="text-align:justify;">Era preciso ter prudência e paciência, virtudes com as quais Padre José Leite havia sido agraciado em profusão.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:justify;">A paróquia do Sagrado Coração de Jesus não era muito grande, comportava bem umas cento e cinqüenta pessoas sentadas. Algumas vezes, até mesmo 180 com a colocação de cadeiras plásticas. Padre Antonio Costa de Mello celebrava a Missa das 7 da manhã e seu auxiliar ficara encarregado da missa das 18:30h, de terça a sábado. Aos domingos eram três missas. Os fiéis gostavam muito dos sermões explicativos do jovem vigário. Pouco a pouco, resgatava-lhes o orgulho de serem católicos, esforçando-se por recuperar nestes o sentido de pecado, especialmente, com relação a certos temas morais. Em vários anos não havia quem lhes falasse daquelas coisas todas, como aborto, contracepção, divórcio<strong> </strong>e sodomia. O velho confessionário de madeira foi limpo e voltou a pleno uso, três vezes por semana antes da missa das 18:30h, enquanto o Terço era recitado pelos fiéis. A princípio, Padre Antonio Costa de Mello achou estranho que seu jovem auxiliar estivesse disposto a ficar enfurnado lá dentro em vez de usar a saleta de reconciliação, mas, como não era algo mal em si, não lho proibiu, porque gosto não se discute e se ele quisesse assar de calor lá dentro, que o fizesse.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" style="border:0 none;margin:3px 7px;" title="christ_priest" src="http://fratresinunum.wordpress.com/files/2009/11/christ_priest.jpg?w=171" alt="christ_priest" width="190" height="332" />Cinco e meia da manhã e lá estava Padre José Leite colocando os cartões de orações em latim no altar de Nossa Senhora das Dores, onde em poucos minutos celebraria a Missa Tradicional. Todas as manhãs era essa a rotina a seguir – acordar bem cedo, cuidar da higiene pessoal, fazer as orações da manhã e celebrar a Missa de Sempre quando ainda a igreja estava fechada aos fiéis, tudo para não criar atritos com o pároco. Às vezes, Dr. Oswaldo e mais dois ou três membros madrugadores da Confraria de Santa Gertrudes assistiam à missa. Entravam de fininho pela sacristia e saíam do mesmo jeito. Durante a semana não tinha sermão, mas isso não lhes tirava a alegria de assistir ao Santo Sacrifício celebrado de maneira tão piedosa e reverente. Hoje a data era especialíssima: 14 de setembro – Dia da Exaltação da Santa Cruz e dois anos da promulgação do Motu Proprio <em>Summorum Pontificum</em>. Todos os sacerdotes podiam celebrar a Missa Tradicional sem precisar pedir autorização a quem quer que fosse. Tecnicamente falando, padre José Leite não precisava se preocupar porque não estava fazendo nada errado. Na prática, no entanto, o jovem padre era apenas um vigário, recém instalado na paróquia, e não queria entrar em confronto com o Padre Costa de Mello. Tentaria falar com ele novamente naquela noite e convencê-lo a permitir que oferecesse a Missa Tradicional aos domingos.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:justify;">Uma hora da tarde e todos vão se sentando à mesa da sala de jantar da casa paroquial. À cabeceira Padre Costa de Mello, o aniversariante, e a seu lado direito, o cerimoniário do bispo, Padre Carlos Feitosa. Em seguida o casal coordenador do curso de noivos, dois ministros extraordinários da Comunhão, Irmã Maria Agripina, coordenadora da catequese de adultos e, finalmente, nosso protagonista, Padre José Leite. Entre garfadas e goles de refrigerante e cerveja gelada todos os assuntos da hora são abordados. Primeiro, a vinda do famoso padre cantor Joaquim Campos, que fará um show imperdível no estádio de futebol da cidade. Depois, o encontro inter-religioso presidido por Dom Irineu Costa Serra na catedral. Em seguida, as notícias da política e, finalmente, o novo plano de evangelização tropical.</p>
<p style="text-align:justify;">Padre José Leite sente-se esmagado entre dois mundos diversos, o seu mundo interior de catolicismo e o seu ambiente concreto. Como reagir a tudo isso? Como desenvolver um apostolado consistente em meio àquela selva progressista?</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:justify;">Cai a noite. Depois da missa das 18:30h, hoje, excepcionalmente celebrada pelo aniversariante e animada pelo Grupo de Oração Louvor de Jericó, alguns paroquianos decidem levar o velho pároco para jantar em uma churrascaria da cidade. Voltará tarde. Não adianta esperá-lo. Ainda não será dessa vez que Padre José Leite tentará convencer seu pároco a permitir que uma das três missas dominicais seja na Forma Extraordinária. Tentará fazê-lo amanhã, se Deus quiser.</p>
<p style="text-align:justify;">No seu quartinho simples e despojado medita sobre um trecho de seu livro de cabeceira favorito, <em>Imitação de Cristo</em>, faz suas orações da noite, pede o auxílio da Virgem Santíssima para se manter casto e puro de coração, beija o crucifixo e adormece.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:justify;">Naquele mesmo dia, do outro lado do hemisfério, em um gélido convento de monjas carmelitas, Irmã Maria Pia do Coração Eucarístico OCD, ofereceria orações e sacrifícios pelo jovem padre brasileiro, a quem adotara como seu ‘filho espiritual’.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A reforma de Cluny e a reforma de hoje: esmero pela liturgia, fama de santidade, isenção da jurisdição dos bispos e proteção direta do Romano Pontífice.]]></title>
<link>http://fratresinunum.com/2009/11/12/a-reforma-de-cluny-e-a-reforma-de-hoje-esmero-pela-liturgia-fama-de-santidade-isencao-da-jurisdicao-dos-bispos-e-protecao-direta-do-romano-pontifice/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 12:01:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>G. M. Ferretti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em Cluny, restaurou-se a observância da Regra de São Bento, com algumas adaptações já introduzidas p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Em Cluny, restaurou-se a observância da Regra de São Bento, com algumas adaptações já introduzidas por outros reformadores. Sobretudo, quis-se garantir o lugar fundamental que a liturgia deve ocupar na vida cristã. Os monges cluniacenses se dedicaram com amor e grande cuidado à celebração das Horas litúrgicas, ao canto dos Salmos, a procissões tão devotas quanto solenes e, sobretudo, à celebração da Santa Missa. Promoveram a música sacra; quiseram que a arquitetura e a arte contribuíssem para a beleza e a solenidade dos ritos; enriqueceram o calendário litúrgico de celebrações especiais, como, por exemplo, no começo de novembro, a comemoração dos fiéis defuntos, que também nós celebramos há pouco; incrementaram o culto a Nossa Senhora. Reservou-se muita importância à liturgia, porque os monges de Cluny estavam convencidos de que esta era participação na liturgia do céu. E os monges se sentiam responsáveis por interceder diante do altar de Deus pelos vivos e pelos defuntos, dado que muitíssimos fiéis lhes pediam com insistência que rezassem por eles. [...] Não surpreende que rapidamente uma fama de santidade envolveu o mosteiro de Cluny e que muitas outras comunidades monásticas decidiram seguir seus costumes. Muitos príncipes e papas pediram aos abades de Cluny que difundissem sua reforma, de maneira que, em pouco tempo, estendeu-se uma rede enorme de mosteiros ligados a Cluny ou com verdadeiros e próprios vínculos jurídicos, ou com uma espécie de afiliação carismática. Assim, ia se desenhando uma Europa do espírito nas várias regiões da França, Itália, Espanha, Alemanha e Hungria.</p>
<p style="text-align:justify;">[...] <strong>O êxito de Cluny foi assegurado antes de mais nada pela elevada espiritualidade que se cultivava lá, mas também por algumas outras condições que favoreceram seu desenvolvimento.</strong> Ao contrário do que havia acontecido até então, o mosteiro de Cluny e as comunidades dependentes dele <strong>foram reconhecidas como isentas da jurisdição dos bispos locais e submetidas diretamente à do Pontífice Romano.</strong> Isso comportava um vínculo especial com a Sé de Pedro, e graças precisamente <strong>à proteção e ao ânimo dos pontífices</strong>, os ideais de pureza e de fidelidade, que a reforma cluniacense pretendia buscar, puderam difundir-se rapidamente.</p>
<p style="text-align:justify;">[...] A reforma cluniacense teve efeitos positivos não somente na purificação e no despertar da vida monástica, <strong>mas também na vida da Igreja universal</strong>. De fato, a aspiração à perfeição evangélica representou um estímulo para combater dois graves males que afligiam a Igreja daquela época: <strong>a simonia, isto é, a compra de cargos pastorais, e a imoralidade de clero leigo</strong>. Os abades de Cluny, com sua autoridade espiritual, os monges cluniacenses que se converteram em bispos, alguns deles inclusive papas, foram protagonistas desta imponente <strong>ação de renovação espiritual</strong>. E os frutos não faltaram: o celibato dos sacerdotes voltou a ser estimado e vivido e, na assunção dos ofícios eclesiásticos, foram introduzidos procedimentos mais transparentes.</p>
<p style="text-align:justify;">[...] Dessa forma, há mil anos, quando estava em pleno desenvolvimento o processo de formação da identidade europeia, a experiência cluniacense, difundida em vastas regiões do continente europeu, ofereceu sua contribuição importante e preciosa. Exigiu a primazia dos bens do espírito; manteve elevada a tensão aos bens de Deus; inspirou e favoreceu iniciativas e instituições para a promoção dos valores humanos; educou para um espírito de paz. Queridos irmãos, oremos para que todos aqueles que estão preocupados por um autêntico humanismo e pelo futuro da Europa saibam descobrir, <strong>valorizar e defender o rico patrimônio cultural e religioso desses séculos.</strong></p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://www.zenit.org/article-23256?l=portuguese" target="_blank"><strong>Audiência geral do Papa Bento XVI, quarta-feira, 11 de novembro de 2009</strong></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PuHQHk6MbWw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/PuHQHk6MbWw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:right;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Particularidades dos colóquios Santa Sé - Fraternidade São Pio X. O filme sobre a vida de Dom Lefebvre.]]></title>
<link>http://fratresinunum.com/2009/11/11/particularidades-dos-coloquios-santa-se-fraternidade-sao-pio-x-o-filme-sobre-a-vida-de-dom-lefebvre/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 16:03:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>G. M. Ferretti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Através do blog Summorum Pontificum Observatus, que por sua vez remete ao programa da Radio Courtois]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Através do blog <a href="http://www.summorum-pontificum.fr/article-comment-se-deroulent-les-discussions-a-rome-39107212.html" target="_blank"><em>Summorum Pontificum Observatus</em></a>, que por sua vez remete ao programa da <a href="http://radio-courtoisie.over-blog.com/article-lj-philippe-maxence-9-11-39061822.html" target="_blank">Radio Courtoisie</a> que reuniu os padres Grégoire Celier, da Fraternidade São Pio X; Guillaume de Tanoüarn, do Instituto do Bom Pastor; Claude Barthe, já conhecido de nossos leitores; e o padre diocesano Christian-Philippe Chanut; chegam-nos algumas curiosidades sobre como se desenvolvem as discussões doutrinais entre os oficiais da Fraternidade e da Congregação para a Doutrina da Fé.</p>
<p style="text-align:justify;">O Padre Celier explicou que os membros da comissão de peritos da FSSPX poderão mudar, conforme suas especialidades. Também acrescentou que há um outro agrupamento de experts da própria Fraternidade que dá apoio à comissão oficial, o que mostra o grau de seriedade com que Ecône trata a questão.</p>
<p style="text-align:justify;">As conversações não se desenvolvem em latim, e embora todos compreendam o francês e o italiano, há tradução simultânea.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://fratresinunum.com/2009/10/26/discussoes-doutrinais-um-clima-cordial-respeitoso-e-construtivo/" target="_blank">Como já havíamos informado anteriormente</a>, a comissão da Fraternidade se hospeda na Domus Santa Marta, local  que tradicionalmente hospeda os Cardeais nos conclaves e que acaba de abrigar os Bispos participantes do Sínodo para a Igreja da África.</p>
<p style="text-align:justify;">Suas missas foram celebradas na basílica de São Pedro, fato que demonstra que se trata de um problema eclesial interno aos  olhos das autoridades de Roma.</p>
<p style="text-align:justify;">Por sua vez, o Padre Claude Barthe acrescentou que as reuniões são filmadas, presume-se, para que o Papa possa assisti-las.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto as discussões doutrinais trarão certamente resultados para toda a Igreja, o Distrito da França da Fraternidade acaba de anunciar a produção de um filme sobre a vida de Dom Lefebvre. &#8220;<em>Monseigneur Lefebvre, un Évêque pour L&#8217;Église&#8221;</em> se baseará na biografia de autoria de Dom Bernard Tissier de Mallerais sobre o <a href="http://www.monseigneurlefebvre.org/site.htm#" target="_blank">&#8220;«bispo rebelde » e que ao mesmo tempo foi delegado apostólico do grande Papa Pio XII, arcebispo de Dacar, Superior Geral dos Padres do Santo Espírito e participante ativo do Concílio Vaticano II&#8221;</a>. Abaixo, o vídeo de divulgação do filme:</p>
<p style="text-align:center;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.3895329' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Debate sobre a RCC.]]></title>
<link>http://presentepravoce.wordpress.com/2009/11/11/debate-sobre-a-rcc/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:49:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>presentepravoce</dc:creator>
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<description><![CDATA[Texto do Blog de Padre Joãozinho. Debate sobre a RCC: A resposta de um aluno Posto aqui a resposta d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Texto do Blog de Padre Joãozinho. Debate sobre a RCC: A resposta de um aluno Posto aqui a resposta d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comunicado de Imprensa do Distrito Alemão da FSSPX sobre o início das discussões com Roma.]]></title>
<link>http://fratresinunum.com/2009/11/11/comunicado-de-imprensa-do-distrito-alemao-da-fsspx-sobre-o-inicio-das-discussoes-com-roma/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:20:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>G. M. Ferretti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Segunda-feira, 02 de novembro de 2009, às 12:42h Após anos de espera, começaram, na segunda-feira pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://www.piusbruderschaft.de/aktuelles/offizielle-stellungnahmen/698-distrikt-stellungnahmen/3542-pressemitteilung-zu-den-begonnen-gespraechen-mit-rom" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-5524" style="border:0 none;margin:3px 7px;" title="Link para o original" src="http://fratresinunum.wordpress.com/files/2009/11/distritoalemao.jpg?w=300" alt="http://www.piusbruderschaft.de/aktuelles/offizielle-stellungnahmen/698-distrikt-stellungnahmen/3542-pressemitteilung-zu-den-begonnen-gespraechen-mit-rom" width="300" height="52" /></a>Segunda-feira, 02 de novembro de 2009, às 12:42h</p>
<p style="text-align:justify;">Após anos de espera, começaram, na segunda-feira passada, em Roma, as discussões teológicas entre representantes da Santa Sé e representantes da Fraternidade a fim de esclarecer os pontos controversos do Concílio Vaticano II (1962-1965) e a reforma pós-conciliar.</p>
<p style="text-align:justify;">Muito, muito mesmo depende dessas conversações, que talvez se estendam por muito tempo. Portanto, convocamos todos os católicos a orarem fervorosa e constantemente, para que os próximos anos sejam mais cheios de fé e esperança do que os últimos 45 anos. O Papa João Paulo II falou de uma apostasia silenciosa em seu texto pós-sinodal <em>Ecclesia in Europa</em>, de 28 de junho de 2003; esta deve acabar.</p>
<p style="text-align:justify;">Lamentamos muito a falta de disposição para o diálogo por parte de representantes importantes do episcopado alemão. Alegramo-nos que o diálogo esteja sendo buscado e desejado na base, sobretudo, por parte dos jovens. A oficina sobre o Concílio Vaticano II organizada pelo grupo <em>Generation Benedikt</em> [Geração Bento], durante a qual o delegado do Distrito Alemão da Fraternidade de São Pio X para o diálogo, Padre Matthias Gaudron, pode discutir de maneira muito construtiva, por cerca de uma hora, com Nathanael Liminski, perante 120 participantes, sobretudo jovens, é mais uma comprovação dessa busca. Percebe-se dentre muitos jovens um despertar para a redescoberta dos tesouros enterrados e das riquezas da Tradição católica. Somente o debate intelectual, através do esforço pela Verdade e pela Graça, pode tirar a Igreja de sua humilhação e conduzi-la a um novo desabrochar.</p>
<p style="text-align:justify;">Stuttgart, na Festa de Todos os Santos 2009.</p>
<p style="text-align:justify;">39° Ano de Fundação da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X.</p>
<p style="text-align:justify;">Padre Franz Schmidberger, Superior Distrital</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Já que querem assim, assim será!]]></title>
<link>http://tantumergo.wordpress.com/2009/11/09/ja-que-querem-assim-assim-sera/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 22:37:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ju</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sabe, poucas coisas me revoltam mais que pessoas desonestas intelectualmente. Há questão de quinze d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sabe, poucas coisas me revoltam mais que pessoas desonestas intelectualmente. Há questão de quinze dias coloquei aqui no blog a <a href="http://tantumergo.wordpress.com/2009/10/25/dom-fellay-cauteloso/" target="_blank">entrevista</a> que fiz com D. Fellay por ocasião da vinda dele a São Paulo. Essa entrevista repercutiu e o VS Blog a <a href="http://blog.veritatis.com.br/index.php/2009/10/26/dom-fellay-cauteloso/" target="_blank">postou lá</a> também.</p>
<p>Aí, nos comentários lá aparece um rapaz questionando quem tinha feito, se era verídico etc e eu deixei claro que quem fez foi eu e que quem consentiu foi o próprio D. Fellay. Oras, eu não ia fazer algo à revelia dele, é óbvio. Mas alguns crêem que foi invenção, má-fé ou sei lá o quê.</p>
<p>Chegou até ao owner do <a href="http://secretummeummihi.blogspot.com/2009/11/palabras-del-superior-general-de-la.html" target="_blank">Secretum Meum Mihi </a>advogar declarações desse naipe sem falar comigo, que sou a autora.</p>
<p>Se não me viram na FSSPX no domingo que ele esteve aqui entrevistando-o, Deo gratias. Não tenho que ser notada, mas que ser eficiente. A mim basta que ele tenha visto e consentido. Outros?? Que outros importam aí se o superior geral da FSSPX falou comigo em pessoa?</p>
<p>Vieram emails em PVT falando que eu não falei com D. Fellay coisa nenhuma, que era mentira, blablabla. É? Então, quem falou, tome. Aqui vai o áudio da entrevista com D. Fellay.</p>
<p><a title="entrevista-d-fellay-wav" href="http://drop.io/jufragetti/asset/entrevista-d-fellay-wav">Ouça a entrevista com D.Fellay-wav</a></p>
<p>Aos que duvidavam, está aí. Como se diz no popular, comigo é assim: mato a cobra e mostro o pau. Eu não tinha pensado em por o áudio, por motivos mais que óbvios, mas a atitude sectária de uns me obriga a ser dura e clara. E seguinte: gostou ou não, o pau é comigo e não com conhecidos meus, ok?</p>
<p>Eu destesto ter que falar nesse tom, mas algumas pessoas que apareceram ultimamente por aqui me obrigam a ser assim. Se tanto queriam assim, não reclamem agora. E não ficarei muda não. Canalhas são tratados por mim dessa forma. Não serei doce com gente desse naipe. Que, pra mim, tais pessoas nada têm de católicos, mas sim de canalhas e mesquinhos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CDD 08.11.2009]]></title>
<link>http://curiosusest.wordpress.com/2009/11/08/cdd-08-11-2009/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 03:00:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kiko</dc:creator>
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<description><![CDATA[A tradição espanhola de comer 12 uvas, com as 12 badaladas cada 31 de dezembro à meia-noite deve-se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A tradição espanhola de comer 12 uvas, com as 12 badaladas cada 31 de dezembro à meia-noite deve-se a razões econômicas: Em 1909 havia um excedente de colheita de uvas e os produtores, em um esforço desesperado de imaginação, se livraram desse excedente inventando a famosa tradição.</p>
<p style="text-align:center;">. ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ .</p>
<p>La tradición española de tomar las 12 uvas con las 12 campanadas de cada 31 de Diciembre a medianoche se debe a motivos económicos: En 1909 hubo un excedente en la cosecha de uvas y los cosecheros, en un esfuerzo desesperado de imaginación, consiguieron librarse de ese excedente inventando la famosa tradición.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pollo en mole poblano, do meu jeito.]]></title>
<link>http://javajivejazz.wordpress.com/2009/11/16/pollo-ao-mole-poblano-do-meu-jeito/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:22:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Derf</dc:creator>
<guid>http://javajivejazz.wordpress.com/2009/11/16/pollo-ao-mole-poblano-do-meu-jeito/</guid>
<description><![CDATA[Dia de nostalgia e de visitar avó.  É a melhor cozinha do mundo, sério. Fiz almoço e conversei um bo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-27" title="mole" src="http://javajivejazz.wordpress.com/files/2009/11/mole.jpg" alt="mole" width="350" height="258" /></p>
<p style="text-align:justify;">Dia de nostalgia e de visitar avó.  É a melhor cozinha do mundo, sério. Fiz almoço e conversei um bocado, fazia tempo que não passava lá, senti falta de fazer comida. Esse prato eu já tinha feito antes, inspirado no &#8220;mole poblano&#8221;, um prato muito popular no México, feito com frango ou com peru e com molho apimentado. Essa foto eu tirei do google, tava sem camera, mas ficou bonito também. Usei filé de frango, acho mais fácil e mais saudável.  Você pode também crestar o filé com gergelim, antes de servir com molho.</p>
<p><strong>Frango ao molho de chocolate</strong></p>
<ul>
<li><em>750 g de filés de frango (oito filés)</em></li>
<li><em>Água</em></li>
<li><em>Sal a gosto</em></li>
<li><em>2 colheres (sopa) de margarina</em></li>
</ul>
<p><strong>Molho</strong></p>
<ul>
<li><em>2 colheres (sopa) de óleo</em></li>
<li><em>1/2 cebola picada</em></li>
<li><em>1 dente de alho picado</em></li>
<li><em>1/2 xícara (chá) de chocolate meio amargo picado</em></li>
<li><em>1/4 de xícara (chá) de uva-passa sem semente</em></li>
<li><em>1/4 de xícara (chá) de castanha-de-caju</em></li>
<li><em>1 xícara (chá) de tomate picado</em></li>
<li><em>1 colher (chá) de canela em pó</em></li>
<li><em>Molho de pimenta a gosto</em></li>
</ul>
<p><strong>Modo de preparo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Afervente os filés em água e sal. Reserve os filés e a água. Para o molho, aqueça o óleo em fogo médio, doure a cebola e o alho, derreta o chocolate e acrescente os demais ingredientes. Refogue rapidamente. Junte uma xícara (chá) da água do cozimento do frango. Bata tudo no liquidificador, retorne o molho à panela e aqueça novamente. Doure os filés rapidamente na margarina e distribua o molho sobre eles. O sabor picante da pimenta e a acidez do tomate quebram o gosto adocicado do chocolate. E, como a idéia é apenas dourar filés já cozidos, utilize margarina ou manteiga na frigideira. Se usar óleo, a carne ficará frita.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
