<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>travessia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/travessia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "travessia"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:31:18 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Perfil de velejador]]></title>
<link>http://velejar.wordpress.com/2009/11/29/perfil-de-velejador/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 01:25:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>bcarratu</dc:creator>
<guid>http://velejar.wordpress.com/2009/11/29/perfil-de-velejador/</guid>
<description><![CDATA[Este post é uma dúvida que venho sanando com o passar dos anos. Não existe um velejador para tudo e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Este post é uma dúvida que venho sanando com o passar dos anos. Não existe um velejador para tudo e ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[quadros 2]]></title>
<link>http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/2009/11/25/quadros-2/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 01:52:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>utilizeapassagem</dc:creator>
<guid>http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/2009/11/25/quadros-2/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral1.jpg"><img src="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral1.jpg?w=300" alt="" title="escadacentral1" width="300" height="168" class="aligncenter size-medium wp-image-120" /></a><br />
<a href="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral2.jpg"><img src="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral2.jpg?w=300" alt="" title="escadacentral2" width="300" height="168" class="aligncenter size-medium wp-image-119" /></a><br />
<a href="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral3.jpg"><img src="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral3.jpg?w=300" alt="" title="escadacentral3" width="300" height="168" class="aligncenter size-medium wp-image-118" /></a><br />
<a href="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentralvazio.jpg"><img src="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentralvazio.jpg?w=300" alt="" title="escadacentralvazio" width="300" height="168" class="aligncenter size-medium wp-image-117" /></a><br />
<a href="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral.jpg"><img src="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral.jpg?w=236" alt="" title="escadacentral" width="236" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-116" /></a><br />
<a href="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral-olhar.jpg"><img src="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escadacentral-olhar.jpg?w=300" alt="" title="escadacentral-olhar" width="300" height="168" class="aligncenter size-medium wp-image-115" /></a><br />
<a href="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escada1-operario.jpg"><img src="http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/files/2009/11/escada1-operario.jpg?w=300" alt="" title="escada1-operario" width="300" height="167" class="aligncenter size-medium wp-image-114" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vida e sabedoria]]></title>
<link>http://transformarse.wordpress.com/2009/11/20/vida-e-sabedoria/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:03:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>eugeniapickina</dc:creator>
<guid>http://transformarse.wordpress.com/2009/11/20/vida-e-sabedoria/</guid>
<description><![CDATA[Lutamos para proteger as baleias, os pandas, os gorilas. Ninguém negaria a importância disso. Desse ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://transformarse.wordpress.com/files/2009/11/pedra_da_cabeleira.png"><img class="alignleft size-full wp-image-468" title="Pedra_da_Cabeleira" src="http://transformarse.wordpress.com/files/2009/11/pedra_da_cabeleira.png" alt="" width="477" height="387" /></a>Lutamos para proteger as baleias, os pandas, os gorilas. Ninguém negaria a importância disso. Desse modo, toda vida é recebida, pois fato é que o humanismo e a ecologia são próprios do homem que, gradativamente, busca melhorar-se – não somente segundo os critérios da ciência, mas também da ética e da justiça, virtudes que reclamam uma moral harmonizada a “<em>um dever geral de humanidade</em>”, como sublinhado por Montaigne.</p>
<p style="text-align:justify;">E se “<em>somente os humanos podem ser desumanos</em>”, nas palavras de Comte-Sponville, nos cabe o dever de fazer do homem outra coisa: “<em>fazer bem o homem</em>”, na sugestão de Montaigne, pois somos (nós mesmos) a nossa tarefa.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao menos, suponho, o milagre da vida deveria nos tornar alegres e gratos. Ademais, isso nos tornaria exigentes para perceber que não nos cabe desperdiçar a dádiva do nascimento e, em consequência, um primeiro compromisso: não sermos indignos em relação ao viver e, por isso, fazer-se para humanizar-se.</p>
<p style="text-align:justify;">E se nascer não é uma diversão, tampouco seria inteligente percorrer de forma desinteressada (ou ressentida) o itinerário da existência. Com frequência, por causa dos destemperos e encargos da rotina, somos desvinculados do bem-querer da vida que flui ao nosso redor e, distraídos, deixamos de escutar o coração, deixamos de corresponder aos lampejos de nossos sentimentos mais profundos – nesses casos, perguntaria a nós o Mestre: <em>onde está o teu tesouro</em>?</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas pessoas que atingiram metas terrenas expressivas se esquecem, em algum ponto do caminho, do significado mais precioso (e durável) que reveste as diversas encruzilhadas da existência. No fundo, nossas pretensões, particulares e sociais, para nos ajudarem a progredir, precisariam ser irrigadas pelo espírito de humildade e por um desejo sincero de compartilhar. E todo o resto, sem dúvida, seria acrescentado.</p>
<p style="text-align:justify;">Sofrimento? Eis a biografia de Jó: despido de equívocos, mas atado ao sofrimento. Isso implica dizer que o sofrimento simplesmente existe porque faz parte da vida. Mas, se prestarmos atenção à narrativa, ela nos ensinaria que as provações pelas quais Jó passou o transformaram num homem melhor, mais humanizado, mais amadurecido.</p>
<p style="text-align:justify;">E se talvez não tenhamos que enfrentar as tragédias extremas que afetaram Jó, deveríamos reter o motivo condutor de seu roteiro: uma confiança profunda que, enraizada na fé e na vida, certamente lhe forneceu as forças para prosseguir, ainda que atingido pela dor, suas urdiduras e estranhas perdas&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Jó fez a sua travessia, pois é isto o que o sofrimento nos solicita, ou seja, que o atravessemos. E, na condição de seres em evolução, ele, o sofrimento, nos humaniza, nos faz mais compassivos, mais indulgentes – requisitos indispensáveis à sabedoria, que dá ao ser humano, em passagem, <em>amor pela vida</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Eugênia Pickina &#8211; <a href="http://palavraterra.blogspot.com" target="_blank">Palavra Terra</a> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[— Por que você atravessa pela Passagem Subterrânea?]]></title>
<link>http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/2009/11/19/%e2%80%94-por-que-voce-atravessa-pela-passagem-subterranea/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 22:46:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>utilizeapassagem</dc:creator>
<guid>http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/2009/11/19/%e2%80%94-por-que-voce-atravessa-pela-passagem-subterranea/</guid>
<description><![CDATA[Acho que aqui é mais fácil do que atravessar por cima por causa do transito. Por causa do farol Porq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Acho que  aqui é mais fácil do que atravessar por cima por causa do transito.</p>
<p>Por causa do farol</p>
<p>Porque é mais curto</p>
<p>Porque enquanto o sinal não abre ali fica muito sol. E é mais seguro. E é melhor que você passa aqui vendo os livros, talvez me interesse algum.</p>
<p>Pra evitar esperar o semáforo abrir, demora mais.</p>
<p>Depende. Por exemplo, hoje, porque tava fechado o sinal.<br />
E tem outros motivos, também?<br />
Não, só esse.</p>
<p>Porque é menos perigoso. O semáforo o pessoal não respeita, aqui em cima. Mesmo se fecha o semáforo os motoboys passam, as pessoas passam. Então, evita atropelamento, é mais seguro.</p>
<p>Porque eu acho mais seguro. Ali é uma loucura. Como eu trabalho desse lado, eu atravesso por aqui todo dia.</p>
<p>Ah, porque é mais fácil do que ficar esperando o farol abrir.</p>
<p>Porque você fica no farol, todo mundo fica fumando em cima de você.</p>
<p>Porque eu gosto. Ao invés de ficar torrando no sol, parada olhando os carros, eu acho muito mais gostoso passar por aqui, olhar os livros, ver as exposições. Eu adoro esse espaço.</p>
<p>Porque o farol ta fechando e a gente vai por baixo, pra continuar andando, não gosto de ficar parado. Então, vou por baixo.</p>
<p>Pela facilidade.</p>
<p>Não tem que ficar esperando o farol abrir pra poder atravessar.</p>
<p>É mais prático. Fora que eu, particularmente, gosto desse ambiente.</p>
<p>Mais rápido. Como eu vou almoçar, quanto mais tempo, melhor.</p>
<p>Porque eu gosto de ver obra de arte, por isso eu atravesso, melhor do que atravessar lá por cima. Aqui tem mais novidade. Dou uma passeada aqui todo dia, principalmente quando tem gravura. Eu também sou pintor, gosto de quadros.</p>
<p>Por causa do sol, hoje tá muito quente, e pela facilidade. Por causa de carro, alguma coisa assim, passar no sinal vermelho. Eu prefiro mais segurança.</p>
<p>Pra não esperar o farol.</p>
<p>Mais prático.</p>
<p>Porque é gostoso aqui, é fresquinho. Aqui é mais gostoso e é mais tranqüilo. E a gente observa as coisas, tem os livros, pessoas.</p>
<p>No momento porque aqui é o caminho mais curto. Não, porque tem coisa pra ver, as fotos. Sempre eu dou uma olhada nos livros, quando tem tempo. </p>
<p>Porque demora muuuuuito o farol pra fechar. Já comprei livros nesse sebo, mas o motivo mesmo é porque o farol demora.</p>
<p>Porque é mais rápido. Odeio esse farol.<br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[possibilidades]]></title>
<link>http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/2009/11/18/possibilidades/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 23:35:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>utilizeapassagem</dc:creator>
<guid>http://utilizeapassagemsubterranea.wordpress.com/2009/11/18/possibilidades/</guid>
<description><![CDATA[(alternativa nome: Parada Paulista) não descartar fazer mais de uma projeção. duas talvez: uma na pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>(alternativa nome: Parada Paulista)</p>
<p>não descartar fazer mais de uma projeção. duas talvez: uma na parede entre-escadas do lado do HSBC e outra na parede longitudinal, ao lado da saida do corredor de ônibus, para interferir no espaço de maneira menos pontual, mais espalhada, manchando a travessia.</p>
<p>travessia &#8211; margens<br />
travessia &#8211; saídas e chegadas</p>
<p>dúvida: projetar a cidade, que está logo acima? mantê-la na lembrança/imaginação através dos ruídos que chegam?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Travessia do Rio do Boi]]></title>
<link>http://daianasilva.wordpress.com/2009/11/12/travessia-do-rio-do-boi/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 02:39:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daiana Silva</dc:creator>
<guid>http://daianasilva.wordpress.com/2009/11/12/travessia-do-rio-do-boi/</guid>
<description><![CDATA[Acabo de publicar no Cambará On-line a minha experiência no interior do Cânion Itaimbezinho. Foi rea]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Acabo de publicar no Cambará On-line a minha experiência no interior do Cânion Itaimbezinho. Foi rea]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Travessia em Santos]]></title>
<link>http://grupotravessia.wordpress.com/2009/11/07/travessia-em-santos/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:57:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>grupotravessia</dc:creator>
<guid>http://grupotravessia.wordpress.com/2009/11/07/travessia-em-santos/</guid>
<description><![CDATA[Reportagem da TV Tribuna sobre o 51° Festival Santista de Teatro, um dos festivais mais antigo e tra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Reportagem da TV Tribuna sobre o 51° Festival Santista de Teatro, um dos festivais mais antigo e tradicional do país, mostrando a participação do Grupo Travessia com o espetáculo &#8220;A Ver Estrelas&#8221;.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6PSrAaCmn8w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6PSrAaCmn8w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novos domingos]]></title>
<link>http://gustavosirelli.wordpress.com/2009/10/28/novos-domingos/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 23:37:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo Sirelli</dc:creator>
<guid>http://gustavosirelli.wordpress.com/2009/10/28/novos-domingos/</guid>
<description><![CDATA[Em uma terça-feira de outubro de 2008, estava a bordo do Fandango, levando o barco no qual correria ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Em uma terça-feira de outubro de 2008, estava a bordo do Fandango, levando o barco no qual correria ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bolívia - Uyuni - Árvore de Pedra]]></title>
<link>http://esquecimeuendereco.wordpress.com/2009/10/25/bolivia-uyuni-arvore-de-pedra/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 11:49:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mathias</dc:creator>
<guid>http://esquecimeuendereco.wordpress.com/2009/10/25/bolivia-uyuni-arvore-de-pedra/</guid>
<description><![CDATA[Bandeira da Bolívia A Árvore de Pedra é uma incrível formação natural localizada no deserto de Silol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_711" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/bolivia_flag_cloth_l.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-711 " title="Bandeira da Bolivia" src="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/bolivia_flag_cloth_l.jpg" alt="Bandeira da Bolivia" width="350" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Bandeira da Bolívia</p></div>
<p>A Árvore de Pedra é uma incrível formação natural localizada no deserto de Siloli na Bolívia próximo a fronteira com o Chile. A &#8220;pedra&#8221; tem esta aparência única devido a constante erosão eólica que essa rocha vulcânica sofreu e vem sofrendo.</p>
<p>Na região existem mais rochas vulcânicas erodidas pelo vento, porém a Árvore de Pedra é a rocha que apresenta a mais bonita formação.</p>
<p>A Árvore de Pedra fica num deserto de 3000 metros de altura e a sensação de estar lá perdido no meio do deserto, cercado por montanhas e rochas vulcânicas é com certeza um sensação especial!</p>
<p>O local é geralmente uma das atrações do percurso de 4X4 que vai de Uyuni até São Pedro do Atacama. Durante o percurso de 3 dias o 4X4 atravessa o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salar_de_Uyuni" target="_blank">Salar de Uyuni</a> (o maior salar do mundo), outros desertos e para no trajeto em lindos lagos cheios de flamingos. Caso você visite a Bolívia algum dia, essa é uma aventura que vale a pena ser vivenciada.</p>
<p>Caso você tenha Google Earth, entre com as coordenadas <em><strong>22° 3&#8242;6.58&#8243;S, 67°53&#8242;0.32&#8243;V </strong></em>e você poderá ver a região onde se localiza a pedra em fotos de satélite. Caso você não tenha Google Earth e queira baixar o programa de graça clique <a href="http://earth.google.com.br/intl/pt-BR/download-earth.html" target="_blank"><em>aqui</em></a>!</p>
<p>Confira as fotos abaixo!</p>
<div id="attachment_707" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235921_e_r_l.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-707 " title="Bolívia - Árvore de Pedra" src="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235921_e_r_l.jpg" alt="O ângulo mais bonito e mais fotografado da Árvore de Pedra" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">O ângulo mais bonito e mais fotografado da Árvore de Pedra</p></div>
<div id="attachment_704" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235916_e_r_l.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-704 " title="Bolívia - Árvore de Pedra" src="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235916_e_r_l.jpg" alt="A beleza particular da Árvore de Pedra" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">A beleza particular da Árvore de Pedra</p></div>
<div id="attachment_706" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235920_e_r_l.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-706 " title="Bolívia - Árvore de Pedra" src="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235920_e_r_l.jpg" alt="Árvore de Pedra por um diferente ângulo" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Árvore de Pedra por um diferente ângulo</p></div>
<div id="attachment_708" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235924_e_r_l.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-708 " title="Bolívia - Árvore de Pedra" src="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235924_e_r_l.jpg" alt="As outras rochas vulcânicas da região" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">As outras rochas vulcânicas da região</p></div>
<div id="attachment_705" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235918_e_r_l.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-705 " title="Bolívia - Árvore de Pedra" src="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235918_e_r_l.jpg" alt="A tempestate chegando sem avisar!" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">A tempestate chegando sem avisar!</p></div>
<div id="attachment_710" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235930_e_r_l.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-710 " title="Bolívia - Árvore de Pedra" src="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235930_e_r_l.jpg" alt="A Árvore de Pedra é maior do que parece" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">A Árvore de Pedra é maior do que parece</p></div>
<div id="attachment_709" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235928_e_r_l.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-709 " title="Bolívia - Árvore de Pedra" src="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/p2235928_e_r_l.jpg" alt="Perdido no meio do deserto de Siloli" width="350" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Perdido no meio do deserto de Siloli</p></div>
<div id="attachment_703" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/arvore_de_pedra_goolge_earth.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-703 " title="Bolívia - Árvore de Pedra" src="http://esquecimeuendereco.wordpress.com/files/2009/10/arvore_de_pedra_goolge_earth.jpg" alt="Vista de satélite da região onde fica a Árvore de Pedra" width="350" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de satélite da região onde fica a Árvore de Pedra</p></div>
<p>Aproveite <em>sua </em>Viagem!</p>
<p>Mathias Matas Hennig</p>
<p><em>Você</em> gostaria de visitar a Árvore de Pedra?</p>
<p>Compartilhe sua opinião!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ela mora no mar ela brinca na areia...]]></title>
<link>http://redimunho.wordpress.com/2009/10/24/123/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 23:58:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>redimunho</dc:creator>
<guid>http://redimunho.wordpress.com/2009/10/24/123/</guid>
<description><![CDATA[travessia...   Oguntê, Marabô Caiala, e Sobá  Oloxum, Ynaê Janaina e, Yemanjá São Rainhas do mar  O ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_122" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://redimunho.wordpress.com/files/2009/10/sertaoestrada.jpg"><img class="size-full wp-image-122" title="sertaoestrada" src="http://redimunho.wordpress.com/files/2009/10/sertaoestrada.jpg" alt="travessia..." width="200" height="139" /></a><p class="wp-caption-text">travessia...</p></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter"> </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:center;">Oguntê, Marabô Caiala, e Sobá  Oloxum, Ynaê Janaina e, Yemanjá</div>
<p>São Rainhas do mar</p>
<p> O mar misterioso mar que vem do horizonte&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manoel de Andrade navega em um mar de memórias]]></title>
<link>http://cdeassis.wordpress.com/2009/10/22/manoel-de-andrade-navega-em-um-mar-de-memorias/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 19:01:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>cdeassis</dc:creator>
<guid>http://cdeassis.wordpress.com/2009/10/22/manoel-de-andrade-navega-em-um-mar-de-memorias/</guid>
<description><![CDATA[Travessia Manoel de Andrade, com bigodes zapatianos, moldura de sua juventude, passeia nas recordaçõ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#daa520;">Travessia</span></h3>
<div id="attachment_1772" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/10/marmanoel.jpg"><img class="size-full wp-image-1772" title="MarManoel" src="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/10/marmanoel.jpg" alt=" Manoel de Andrade, com seus bigodes zapatianos da juventude, passeia nas memórias marítimas de" width="500" height="355" /></a><p class="wp-caption-text"> Manoel de Andrade, com bigodes zapatianos, moldura de sua  juventude, passeia nas recordações marítimas </p></div>
<p>A praia quase deserta<br />
a manhã despertando na luz dos elementos<br />
o céu e o mar buscando os seus azuis<br />
as águas que se iluminam lentamente<br />
o vôo preguiçoso das gaivotas<br />
a serenidade de uma vela na distância<br />
as ondas que se quebram mansamente<br />
o enigma dessa paz que só o mar nos concede.</p>
<p>Meus olhos perscrutam o impossível<br />
na invisível beleza marítima da vida.<br />
Minha alma penetra no âmago majestoso da paisagem<br />
e viaja longamente pelo instante mágico do tempo.</p>
<p>Mar, imenso mar<br />
meu olhar flutua na imobilidade do teu corpo iluminado<br />
nestas canoas batidas pela luz ao largo da baía<br />
nestes pescadores curtidos pelo sol e pelo azul<br />
a recolher, de longe em longe, seus frutos de escamas coloridas.<br />
Beijo-te na salgada madeira destes  barcos  recolhidos,<br />
te abraço no velho homem remendando sua rede.</p>
<p>Caminho neste estuante cenário de água e areia<br />
recordo-me menino neste banquete de espumas flutuantes<br />
na frescura das ondas que morrem aos meus pés<br />
mergulho no teu ritmo<br />
e danço contigo no encanto desta valsa milenar.</p>
<p>Atlântico, meu Atlântico<br />
águas que não conheço nas distâncias do horizonte<br />
esse mar visto apenas das areias<br />
da foz exuberante das correntes<br />
da barra destes rios que tu acolhes<br />
águas fundas, águas rasas<br />
águas doces que cruzei.</p>
<p>Recortados litorais do sul<br />
meu norte<br />
minha praia<br />
meu idioma açoriano<br />
meu salgado fruto<br />
minha fritura, meu peixe, meu pirão<br />
roteiro prematuro dos meus passos<br />
itinerário incansável em meus pés descalços<br />
íntimos recantos de baías e enseadas<br />
antigo esconderijo dos corsários<br />
história nas estórias de velhos habitantes.</p>
<p>Mar, imenso mar<br />
planície total e palpitante<br />
miragem e sedução<br />
misteriosa superfície nos caminhos do destino<br />
o mar de todas as proas<br />
esse território dos meus sonhos.</p>
<p>Navegar, não naveguei&#8230;<br />
as águas do Titicaca foram minha gota de oceano no alto da Cordilheira.<br />
Navegar, como quisera navegar, nunca naveguei&#8230;<br />
Rota costeira de Quayaquil a Callao,<br />
minha única travessia<br />
meu mar sem horizontes<br />
minha comovida migalha de aventura.</p>
<h5 style="padding-left:60px;"><em>Curitiba, março de 2004</em></h5>
<h5><span style="color:#0000ff;">Do livro <span style="text-decoration:underline;">Cantares</span>, editora Escrituras, 2007</span></h5>
<p><em><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Travessia a nado - Fuga das Ilhas]]></title>
<link>http://bate-volta.com/2009/10/19/travessia-a-nado-fuga-das-ilhas/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 19:29:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Lucas de Paula</dc:creator>
<guid>http://bate-volta.com/2009/10/19/travessia-a-nado-fuga-das-ilhas/</guid>
<description><![CDATA[Eu vou fazer. Vamo aê? Verão, água quente, Barra do Sahy, diversão garantida&#8230; Quem já foi em a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Eu vou fazer. Vamo aê? Verão, água quente, Barra do Sahy, diversão garantida&#8230; Quem já foi em a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inspiração]]></title>
<link>http://expedicaonovasbandeiras.wordpress.com/2009/10/19/inspiracao/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 16:15:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>produção</dc:creator>
<guid>http://expedicaonovasbandeiras.wordpress.com/2009/10/19/inspiracao/</guid>
<description><![CDATA[“O real da vida se dá nem no princípio e nem no final. Ela se dispõe para a gente é no meio da trave]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“O real da vida se dá nem no princípio e nem no final. Ela se dispõe para a gente é no meio da trave]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sábio Sidarta]]></title>
<link>http://tvnoronha.wordpress.com/2009/10/15/sabio-sidarta/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 20:23:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniela Mesquita</dc:creator>
<guid>http://tvnoronha.wordpress.com/2009/10/15/sabio-sidarta/</guid>
<description><![CDATA[                                                           A previsão era de entrar um swell. Daquel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong> </strong><img src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/tsunami.jpg?w=300" alt="" width="300" height="206" />                           </p>
<p style="text-align:left;">                              A previsão era de entrar um <em>swell</em>. Daqueles que há anos não se via na ilha. Da última vez, o fenômeno arrastou um carro e danificou dezenas de embarcações atracadas no Porto de Santo Antônio.  A tripulação estava apreensiva. Dos dez tripulantes a bordo, sete eram turistas,assim como eu, prestes a enfrentar seu primeiro <em>swell</em> em alto mar. De longe já era possível enxergar as ondulações. Os barcos subiam e desciam como em câmera lenta. O céu, para completar o cenário, estava cinza. Nos olhos do Capitão, apreensão. Mesmo com um marinheiro experiente a bordo, a responsabilidade era toda dele. A responsabilidade de um veleiro de 56 pés com sete turistas inexperientes. </p>
<p style="text-align:left;">         Zarpar, desafiando as ondas, ou, esperar e enfrentar dois dias atracados a força da natureza?</p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignright size-medium wp-image-168" title="100_2739" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/100_2739.jpg?w=300" alt="100_2739" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:left;">        Eram quase quatro horas da tarde e a decisão foi içar as velas e partir, afinal, o guerreiro de aço, apelido do veleiro Aussteiger, era muito mais poderoso navegando do que agarrado a cabos. Se ficássemos seria como um leão em uma jaula, preso e nervoso. No mar, estaria em seu habitat e navegaria determinado em liberdade.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignright size-medium wp-image-138" title="100_2836" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/100_2836.jpg?w=300" alt="100_2836" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:left;">         A Expedição Noronha, promovida pela Seagate, em Recife, é, de longe, a melhor forma de se chegar à ilha. Mesmo com 20 anos de idas e vindas, eu jamais havia experimentado sensação igual.</p>
<p style="text-align:left;">      Quando se entra em um avião, com aquele barulho das hélices, pressão da cabine e barrinha de cereal, a única vontade é de se chegar logo. Já quando se entra em um veleiro, altamente equipado, de cinco cabines com ar condicionado, sala de jantar, dois banheiros, cozinha e equipamentos de segurança da mais alta tecnologia, há de se concordar com Sidarta: “O melhor caminho é o do meio!”.</p>
<p style="text-align:left;"> <img class="alignleft size-medium wp-image-169" title="100_2808" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/100_2808.jpg?w=225" alt="100_2808" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align:left;">         Chuva forte, aliás, tempestade oceânica para ser mais precisa. Parecia cena de filme. Meu coração se dividia em emoção, alegria ,e, não, eu não tive medo. Eu confio mais em um veleiro do que eu um avião.  Se um veleiro vira, que é quase impossível, já que ele tem um sistema de João Bobo, a queda é pertinho do mar&#8230; Já um avião caindo, acho que morro do coração antes do impacto com a água. Como mergulho com cilindros desde meus 13 anos, minha afinidade com a água é mais que com a terra. O respeito é supremo, mas a confiança na experiência do Capitão e na segurança em um veleiro com casco de aço é maior ainda.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignleft size-medium wp-image-139" title="100_2733" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/100_2733.jpg?w=300" alt="100_2733" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:left;">         Como se Netuno não desejasse nossa partida, tudo foi dando errado. As ondas já estavam altas, subiram muito rápido, já em uma altura de lavar o molhe de quatro metros. Nem os mais bravos surfistas permaneceram na água. A partir dali, ninguém poderia vir da praia, muito menos ir para ela.</p>
<p style="text-align:left;">   Após soltar os cabos, o Capitão dá a partida no motor, mas este não pega. Com o barco à deriva, e sem as velas, ficamos completamente à mercê da natureza. O marinheiro, ainda jovem, fixa os olhos no Comandante, como quem diz: “E agora?”.  Nestas horas em que cada segundo pode valer uma tragédia, o Capitão desce na casa de máquinas, aperta uma porca, troca uma mangueira e grita para o marinheiro tentar novamente.     </p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignright size-medium wp-image-170" title="100_2750" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/100_2750.jpg?w=300" alt="100_2750" width="300" height="225" />    </p>
<p style="text-align:left;">    RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR ! Ruge o guerreiro. A esta altura, eu e os outros turistas estávamos dentro da cabine, sem dizer uma palavra, sem sequer saber o que estávamos sentindo. O Capitão assume o leme, e ,aos poucos, vamos nos distanciando da ilha, em movimentos de sobe e desce, quando lentamente,a tempestade é substituía pela bonança. Ao passar pela Ponta da Sapata , extremo sul da ilha, é hora de desligar os motores ,e, enfim, liberar as velas. Agora sim, o melhor da viagem é estar nela.</p>
<p style="text-align:left;">         Lua Nova. É como se estivéssemos dentro de um livro e Deus tivesse virado uma página. Do caos anterior estávamos agora sob um céu enfarofado de estrelas, onde o único barulho era o das velas batendo e das águas acariciando o casco da embarcação.  Sensação impossível de ser descrita em palavras. Alguns foram dormir, mas eu, como que hipnotizada por aquele capítulo, resistia me entregar aos braços de Morfeu. Eu não queria perder nenhum segundo, até ser enganada por um piscar de olhos e adormecer.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignright size-medium wp-image-140" title="Dani Setembro 07 193" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/dani-setembro-07-193.jpg?w=225" alt="Dani Setembro 07 193" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align:left;">         Cheirinho de café! A tripulação em bocejos subia ao poucos ao deck. O Capitão, apesar de não ter pregado os olhos, era o mais animado. Todos reunidos nos confortáveis bancos acolchoados esperando o cozinheiro trazer os sanduíches. Uma vez no mar, era quase impossível conseguir preparar qualquer coisa em cima da mesa de jantar. Alias, era difícil até mesmo ficar em pé já que,com o vento amigo, o Aussteiger adernava forte e alegre.  </p>
<p style="text-align:left;">    Após o café com sanduíche de queijo e mortadela, muitas conversas. Entre nós havia um casal de uruguaios, um de Porto Alegre, um engenheiro carioca , um mergulhador paulista e eu. Todos se conheceram ali, ao embarcar na expedição. Mas, é certo que, quando vivemos momentos de emoção juntos com alguém, a intimidade se faz muito mais rápida e forte do que usualmente.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignleft size-medium wp-image-175" title="100_2792" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/100_2792.jpg?w=300" alt="100_2792" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:left;">         Destino: Atol das Rocas. Para a nossa sorte, o casal do sul estava gravando um documentário para as comemorações do ano do Japão no Brasil. E por isso conseguiram autorização de permanência de um dia no Atol. Lá, só é permitida a entrada de pesquisadores ou equipes de televisão devidamente autorizadas.</p>
<p style="text-align:left;">     Após um dia de navegação e bom vento, onde nossa visão só alcançava o azul, um traçinho branco surgia no horizonte. Quanto mais nos aproximávamos, mais ele ia tomando forma. O traçinho agora era preenchido por coqueiros. Mais uma das imagens que só estando lá para saber o que é. Já perto do Atol, passamos o rádio e falamos com o pesquisador responsável, o Magrão. Após devidamente autorizados e liberados, atracamos e nos preparamos para o desembarque. Mais um obstáculo. Este já famoso pelos que ali passam. Nem sempre é possível descer no Atol. Se as ondas estiverem muito grandes é impossível. E elas podem durar semanas. Mas como a esta altura Netuno já estava do nosso lado ,conseguimos. É necessário saber o momento exato de entrar no canal, com um pequeno bote de fibra, levando apenas quatro tripulantes por vez.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignleft size-medium wp-image-171" title="100_2773" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/100_2773.jpg?w=300" alt="100_2773" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:left;">         Areia branca, branca, branca. Areia que reluz e ofusca os olhos. O contraste com o azul do mar chega a ser um paradoxo fascinante de cores. Apresentamos-nos aos pesquisadores que ,por sua vez, ficaram muito felizes de nos ver.</p>
<p style="text-align:left;">Magrão, biólogo, já estava no Atol há seis meses! Porém a maior alegria dos meninos não foi com os nossos rostinhos queimados de sol, e sim com o notebook do Capitão. Através dele puderam passar e-mails para os familiares e avisar que estavam bem. É verdade, tem antena da Embratel no Atol!    Caranguejos enormes, escorpiões, ratos, centenas de pássaros todos gritando de forma estridente, alto e ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align:left;">   Parecia que ao invés de desembarcar, havíamos sim “aterrissado”. Um espaço atemporal regido pela oscilação das marés. Quando ela sobe, fica reduzido a casinha dos pesquisadores, quando desce é enorme e vivo. Tubarões por todos os lados, vida marinha abundante. Certamente, a minha viagem mais inesquecível, pra não dizer, incompreensível. Na despedida, a sensação de voltarmos à Terra, mesmo que esta “Terra” fosse água. Mais dois dias de navegação e chegaríamos no Recife.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-172" title="100_2778" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/100_2778.jpg?w=300" alt="100_2778" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:left;">         Caipiroska, cerva gelada e violão. Não, ainda não estávamos na cidade. Este era o clima a bordo. Não pra mim, que me concentrava para não passar mal&#8230;Mas para o Capitão e outros a bordo. Eu fiquei quietinha, observando e sentido todo aquele prazer. Como se tudo o que já havia visto anteriormente fosse um sonho, e aquilo sim realidade. </p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignright size-medium wp-image-173" title="100_2790" src="http://tvnoronha.wordpress.com/files/2009/10/100_2790.jpg?w=300" alt="100_2790" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:left;">        </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Travessia Represa BP 2009]]></title>
<link>http://travessiabp.wordpress.com/2009/10/09/travessia-braganca-paulista-2009/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 00:46:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Doris</dc:creator>
<guid>http://travessiabp.wordpress.com/2009/10/09/travessia-braganca-paulista-2009/</guid>
<description><![CDATA[Data: 17 de outubro de 2009 Largada: 8h30 (Pedimos aos participantes para que estejam no local com p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#3366ff;"><strong><span style="color:#0080d6;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7" title="travessia_2009_B" src="http://travessiabp.wordpress.com/files/2009/10/travessia_2009_b1.jpg" alt="travessia_2009_B" width="500" height="197" /></span></strong></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><strong><span style="color:#000000;">Data: 17 de outubro de 2009 </span></strong></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><strong></strong></span><span style="color:#000000;"><strong>Largada: 8h30</strong> (Pedimos aos participantes para que estejam no local com pelo menos 30 minutos de antecedência).</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Informações: </strong><strong><a href="mailto:travessiabp@gmail.com">travessiabp@gmail.com</a></strong></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#000000;"><strong>Inscrição: </strong>R$ 50,00</span></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#000000;"><em>(Inscrição para a prova, café-da-manhã, touca, camiseta, churrasco)</em></span></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#000000;"><strong>Acompanhantes:</strong> R$ 20,00</span></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#000000;"><em>(Churrasco a partir das 12h00)</em></span></span></span></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#000000;"><em>Os preços não incluem bebidas.</em></span></span></span></span></p>
<p><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#000000;"><strong>Local:</strong> Russolandia, represa do Jaguari, Bragança Paulista SP (</span></span><span style="color:#3366ff;"><span style="color:#000000;"><a href="http://www.russolandia.com.br">www.russolandia.com.br</a>)</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Travessia]]></title>
<link>http://vidaparada.wordpress.com/2009/10/07/travessia/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 01:39:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>juliabdantas</dc:creator>
<guid>http://vidaparada.wordpress.com/2009/10/07/travessia/</guid>
<description><![CDATA[Assim que entro no bar me perco de João. Ele se misturou às pessoas que sacudiam suas cabeças em mei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Assim que entro no bar me perco de João. Ele se misturou às pessoas que sacudiam suas cabeças em meio às luzes giratórias e eu fiquei presa na entrada, esperando que a mocinha de terno revistasse minha bolsa. Decepcionada, ela me libera na falta de drogas, garrafas ou facas e eu tento achar meu amigo no meio da batida eletrônica.</p>
<p>João me agarra pelos ombros e uiva no meu ouvido “uhuuuuuuuuuuuu” me arrasta até o bar e pede uma água. Só existe uma situação em que João pediria água. Ele abre a garrafa e me mostra um comprimido “pega isso, deixa embaixo da língua, puta barato”. Obedeço. Sou muito obediente.</p>
<p>Alguns minutos depois, João está desaparecido há anos e eu não me importo. Sem querer, paro na frente de uma porta e tenho a mais clara certeza que era isso que eu procurava. Enquanto tento mexer a mão direita (mas o cérebro parece só mandar sinais para o joelho esquerdo) a porta se abre e Hunter Thompson me encara de cima abaixo “Eles disseram que você seria loira” ele me diz. Ofendida, respondo que “eles me disseram que você estava morto”. Hunter Thompson sorri e me pega pela mão. Descemos uma escada escura e no subsolo descobrimos uma sala de paredes vermelhas e tochas de fogo pendendo do teto.<!--more--></p>
<p>Hunter aponta para o chão “cuidado com as ratoeiras”, eu quase piso dentro de uma entre dezenas espalhadas pelo chão “tem ratos aqui?”, eu pergunto. Hunter sorri com cara de quem já esperava “não, querida, é para as pessoas”. Os olhos se acostumam com a pouca luz e percebo homens presos por ratoeiras, acorrentados às paredes enquanto mulheres em roupas de couro chicoteiam sem cessar, sempre a milímetros de distância dos homens. Hunter sussurra no meu ouvido “eles são masoquistas, elas são sádicas, infelizmente para todos, elas nunca acertam as chicotadas”.</p>
<p>As mulheres estão cobertas de suor e gritam a cada investida do chicote. Seus rostos vermelhos estão cobertos por lágrimas de raiva. Os homens contraem todos seus músculos e tentam esticar os braços e pernas até onde os chicotes batem nas paredes, mas é inútil. Olho para Hunter e penso em perguntar por que as mulheres não dão um passo à frente, mas compreendo que eles passarão o resto da eternidade sem sair do lugar.</p>
<p>Hunter começa a rir, rir, rir, rir, sua risada se sobrepõe aos gritos, aos lamentos e à música techno, sua risada ganha forma e preenche o lugar, me empurrando de volta para a escada escura. Hunter está rindo de dentro de uma ratoeira e me esperando no alto da escada. Subo. Quando ele abre a porta o saguão parece diferente. A música continua ali, as cabeças ainda se sacodem, as luzes piscam, mas o ar tem um gosto diferente. Gosto de anis.</p>
<p>Hunter saltita entre as pessoas. A mim, falta agilidade e logo me vejo cercada por dezenas de evangélicos vestidos de branco com sapato social preto. Em coro eles tentam me convencer a parar de beber. Digo-lhes que não bebo. Eles me respondem “Então pare de fumar”. Digo que não fumo. Eles perguntam o que eu faço e eu digo que não faço nada, então eles me dizem que devo parar de fazer isso também. Me afasto dos evangélicos e desvio do grupo de estudantes de medicina que discute se o pior para a saúde são os ovos ou a carne de galinha enquanto cheiram cocaína de cima de suas chaves.</p>
<p>Me encosto no balcão e peço uma cerveja ao garçom. Ele me serve um suco de clorofila. No lugar da porção de fritas, me estende um açaí na tigela. Vejo um surfista ao meu lado sendo servido por um metaleiro. À sua frente um copo de uísque e um prato de croquete. Sugiro que troquemos de pedido e imediatamente um estagiário-com-cara-de-ambição-de-subir-na-empresa nos diz que é proibido realizar qualquer troca. Pergunto por que.</p>
<p>– São ordens – ele diz.</p>
<p>Eu começo a fazer qualquer pergunta que me ocorra e que comece com “por que” enquanto o surfista fala sobre a comunhão com a natureza, a liberdade e o azul do mar. O estagiário coça as espinhas e sai correndo para esconder as lágrimas. Eu e o surfista nos levantamos para trocar de lugar e aparece um homem cuja massa muscular corresponde a minha e à do surfista unidas a de todas as pessoas na pista de dança. O segurança nem precisou mexer um dedo, sua presença bastou para que saíssemos de perto do balcão, eu tomando água com gosto de grama e o surfista enjoando-se com a gordura dos croquetes.</p>
<p>Hunter apareceu na minha frente. Ele simplesmente voltou meu corpo na direção da porta e apontou o sinal de saída. Atravessei as cabeças sacolejantes e conforme eu me aproximava da porta se esvaía o gosto de anis. Empurrei a maçaneta e saí.</p>
<p>Nada acontecia. A música não acontecia. As pessoas não aconteciam. Nada acontecia. Ao longe, vejo uma folha se atirar do mais alto galho de uma árvore, mas ela não consegue passar do chão. Em volta, é apenas céu.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Over the clouds]]></title>
<link>http://byebroody.wordpress.com/2009/09/15/over-the-clouds/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 14:07:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucianofavilla</dc:creator>
<guid>http://byebroody.wordpress.com/2009/09/15/over-the-clouds/</guid>
<description><![CDATA[Few weeks ago I went to Rio to do one of the most famous brazilian trek. It&#8217;s called Petró-Ter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Few weeks ago I went to Rio to do one of the most famous brazilian trek. It&#8217;s called Petró-Terê Traverse. It starts on Petrópolis and crosses the mountains until reach Teresópolis.</p>

<p>7 friends and I went to this trip hopping to find good weather, as it&#8217;s common to have mist and rain over there. Lucky we were and spent 3 adorable days on the mountains. The scene was awesome, we could see Rio de Janeiro from the top, the sea and a lot of beautifull moutains, tropical vegetation, rocks and so on.</p>
<p>The companion couldn&#8217;t be better. All my mates were great and we had lots of fun, nice talks, lovely pictures. The food we carried included red wine, pasta, hot drinks and all sort of fuel to keep us strong on the path. We wouldn&#8217;t refuse any chance to eat as the more we eat, the more our backbacks would be lighter. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Each of us started the trekking with approxmately 15kg on the back.</p>
<p>So, we stayed for 2 nights on the top of the mountais, having great weather and comfy temperature during the day. As average brazilians, we feel a bit chilly at night as temperature droped near to zero celcius. Anyway, we still spent some time over the rocks, looking at the sky and seeing the cities above us. It&#8217;s always great to be outdoors, isn&#8217;t it?</p>
<p>See more pics here (<a href="http://www.flickr.com/photos/54292379@N00/sets/72157622102293759/">http://www.flickr.com/photos/54292379@N00/sets/72157622102293759/</a>) and tell me if you liked it!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abertas inscrições para Pé-de-Poeira]]></title>
<link>http://tiagoprates.wordpress.com/2009/08/29/abertas-inscricoes-para-pe-de-poeira/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 20:06:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>tiagoprates</dc:creator>
<guid>http://tiagoprates.wordpress.com/2009/08/29/abertas-inscricoes-para-pe-de-poeira/</guid>
<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oitava edição da Trilhas Pé-de-Poeira, prova de corrida de aventu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estão abertas as inscrições para a oitava edição da Trilhas Pé-de-Poeira, prova de corrida de aventura que acontece nos dias 19 e 20 de setembro, em Natal e nos arredores. Inscrições, largada, chegada e premiação serão no Praia Shopping, em Ponta Negra, zona sul da capital potiguar. Serão oito quilômetros de aventura para a categoria Mini-aventura, voltada para iniciantes, e cerca de 100 km para a Aventura e a Expedição.</p>
<p>A prova é válida pelo Circuito Potiguar de Corrida de Aventura &#8211; CPCA e pelo Ranking Brasileiro de Corrida de Aventura &#8211; RBCA. Para dar mais incentivo e atrair o público que curte aventura, a organização montará uma exposição no Praia Shopping, com equipamentos e fotos.</p>
<p>Os organizadores prometem belos visuais, coisa fácil no Rio Grande do Norte, durante as provas de trekking, travessia a nado, mountain bike, orientação e canoagem.</p>
<p>Mais em <a href="http://www.trilhaspedepoeira.com.br">www.trilhaspedepoeira.com.br</a> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lençóis podem receber travessias em breve]]></title>
<link>http://tiagoprates.wordpress.com/2009/08/22/lencois-podem-receber-travessias-em-breve/</link>
<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 12:15:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>tiagoprates</dc:creator>
<guid>http://tiagoprates.wordpress.com/2009/08/22/lencois-podem-receber-travessias-em-breve/</guid>
<description><![CDATA[Uma equipe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade &#8211; ICMBio, órgão do Minis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma equipe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade &#8211; ICMBio, órgão do Ministério do Meio Ambiente &#8211; MMA, percorreu os Lençóis Maranhenses a pé para diagnosticar a situação da unidade, avaliar se esse tipo de caminhada pode ser adotada como atividade esportiva, levantar dados para a atualização do plano de manejo de uso público e buscar subsídios para a normatização da travessia. Foram cerca de 70 quilômetros durante quatro dias.</p>
<p>No caminho, rastros de raposa, tartaruga-pininga, tatu-peba e mucura. Além disso, foram verificadas muitas marcas de pneus, principalmente de quadriciclos, que impactam seriamente o ecossistema das dunas.</p>
<p><strong>Parque -</strong> O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses foi criado em 1981 e possui área de 155 mil hectares, com extensas dunas, restingas, praias e manguezais. Com cerca de 62 mil visitas por ano, o parque tem grande potencial para os esportes de aventura, mas a travessia exige um bom condicionamento físico.</p>
<p>O próximo passo do ICMBio será realizar um reunião entre os gestores do parque nacional, as agências e os condutores que trabalham com o turismo na região, para estabelecer condutas que diminuam o impacto ambiental, além de criar normas de segurança.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pétalas ao vento]]></title>
<link>http://luthieni.wordpress.com/2009/08/20/petalas-ao-vento/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 16:06:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sindarin Princess</dc:creator>
<guid>http://luthieni.wordpress.com/2009/08/20/petalas-ao-vento/</guid>
<description><![CDATA[Os passos são silenciosos Entoada é a calma voz. Já não há barulho Em qual estrada esqueci-me Onde p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Os passos são silenciosos Entoada é a calma voz. Já não há barulho Em qual estrada esqueci-me Onde p]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflexão de um final de semana]]></title>
<link>http://nodivacomsamantha.wordpress.com/2009/08/15/reflexao-de-um-final-de-semana/</link>
<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 09:40:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Samantha</dc:creator>
<guid>http://nodivacomsamantha.wordpress.com/2009/08/15/reflexao-de-um-final-de-semana/</guid>
<description><![CDATA[Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo,  e esque]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:center;">Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo,<br />
 e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares.</p>
<p style="text-align:center;">
 É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.</p>
<p style="text-align:center;">
* por Fernando Pessoa</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Travessia]]></title>
<link>http://sempensar.wordpress.com/2009/08/03/a-travessia/</link>
<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 19:00:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>igaumsf</dc:creator>
<guid>http://sempensar.wordpress.com/2009/08/03/a-travessia/</guid>
<description><![CDATA[A triste história de um bonequinho que só queria atravessar o rio.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A triste história de um bonequinho que só queria atravessar o rio.<br />
<!--more--><br />
</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Programas do Governo Aécio Neves combatem a criminalidade entre jovens]]></title>
<link>http://psdbjovemmuriae.wordpress.com/2009/07/27/programas-do-governo-aecio-neves-combatem-a-criminalidade-entre-jovens/</link>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 17:43:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>psdbmg</dc:creator>
<guid>http://psdbjovemmuriae.wordpress.com/2009/07/27/programas-do-governo-aecio-neves-combatem-a-criminalidade-entre-jovens/</guid>
<description><![CDATA[Políticas públicas sociais, de prevenção ao crime e qualificação profissional, como o Fica Vivo! e o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Políticas públicas sociais, de prevenção ao crime e qualificação profissional, como o Fica Vivo! e o Poupança Jovem, oferecem aos jovens a oportunidade de inserção no mercado de trabalho e de ficar longe da criminalidade.<span>  </span>Ribeirão das Neves, Ibirité, Contagem e Betim são exemplos de municípios beneficiados pelos programas do Governo de Minas que estão conseguindo reverter o quadro de violência entre os jovens, com queda sucessiva nos registros de homicídios.<span>  <!--more--></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Citados pelo estudo realizado pelo Unicef e Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, os resultados das políticas públicas nesses municípios demonstra que a projeção do Índice de Homicídios na Adolescência (IDH) não se concretizou. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Segundo o secretário de Estado de Defesa Social, Maurício Campos Junior, o Fica Vivo<strong>!</strong> é um exemplo claro de como a política mineira foi acertada, uma vez que teve como alvo o grupo etário mais vitimado apontado pela pesquisa. “Trata-se não só de evitar que o crime ocorra, mas também de agir para que os jovens não se tornem vulneráveis à violência, seja como vítimas ou agentes”, disse.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Atualmente, o Fica Vivo! conta com dez núcleos em BH, nove na Região Metropolitana -<span>  </span>nas cidades de Santa Luzia (Bairros Palmital e São Benedito), Betim (Jardim Teresópolis e PTB), Contagem, Vespasiano, Sabará e Ribeirão das Neves (Rosa Neves e Veneza) &#8211; e outros seis no interior do Estado, em Valadares, Ipatinga, Montes Claros, Uberaba e Uberlândia. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;">Em Santa Luzia, os dois núcleos atendem a um total de 1.162 jovens. Em Betim, os núcleos Jardim Teresópolis e PTB<span>  </span>atendem 1.062 jovens. O núcleo de Contagem, inaugurado em setembro de 2005, atende 893 jovens. O núcleo de Vespasiano, inaugurado em outubro de 2005, atende 678 jovens. Em Sabará, no núcleo inaugurado em junho de 2006, 410 jovens são atendidos. Nos dois núcleos de Ribeirão das Neves, inaugurados entre 2005 e 2006, 1.364 jovens são hoje atendidos.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Atualmente, mais de 15 mil jovens são atendidos nas 649 oficinas existentes, nos 25 núcleos do programa. <span style="color:red;"><span> </span></span>O Fica Vivo! promove oportunidades de profissionalização, lazer, educação e cultura aos jovens. Atua também na articulação de ações conjuntas das polícias Civil e Militar e do Ministério Público, incluindo as de repressão qualificada. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span><span style="font-size:small;">Poupança Jovem</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">O Programa Poupança Jovem atende Ribeirão das Neves, Ibirité e Governador Valadares e está contribuindo para a redução da criminalidade, da evasão escolar e inclusão de jovens de áreas consideradas vulneráveis.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Em Ribeirão das Neves, por exemplo, 10 mil jovens de 26 escolas da rede estadual são atendidos atualmente pelo programa. Além de participarem das atividades extracurriculares, os estudantes passam por cursos de qualificação profissional, de inglês e informática. Ao concluírem o Ensino Médio, receberão R$ 3 mil. O programa chegou à cidade em 2007 e a primeira turma receberá o benefício no final deste ano. Os investimentos são de R$ 6,5 milhões.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Em Ibirité, 3,6 mil alunos são atendidos pelo programa em 11 escolas, com investimentos de R$ 1,1 milhão.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Agostinho Patrús Filho, com o impacto das ações e de programas como o Poupança Jovem, os adolescentes terão um futuro melhor. “Os resultados dos programas começam a ser colhidos agora. Quando os jovens percebem que o Estado e as pessoas se preocupam com eles, passam a ter perspectivas de futuro. A questão da violência não pode ser resolvida da noite para o dia. É preciso um trabalho também com as famílias e o envolvimento da sociedade”, completa.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Um dos requisitos para se manter no programa é não se envolver com crimes, ressalta Agostinho Patrús. “O jovem sabe que terá um recurso para iniciar um pequeno negócio ou continuar os estudos e isso é uma garantia. Além disso, durante os três anos do programa, ele passa por várias atividades de formação pessoal e social”, acrescenta.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Em 2008, o Poupança Jovem atendeu 13 mil estudantes nos municípios de Ribeirão das Neves, Esmeraldas e Ibirité, na RMBH e Governador Valadares, com investimentos de R$ 33 milhões.<span>  </span>Em 2009, o programa foi ampliado e 30 mil alunos devem ser beneficiados em outros quatro municípios: Juiz de Fora (Zona da Mata), Sabará (RMBH), Teófilo Otoni (Vale do Mucuri) e Montes Claros (Norte de Minas). O investimento do Governo Estadual neste ano é de R$ 44 milhões. Em quase três anos de programa, foram aplicados cerca de R$ 100 milhões.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span><span style="font-size:small;">Travessia</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Moradores de Ribeirão das Neves e Governador Valadares também são atendidos pelo Programa Travessia, que desenvolve ações em seis áreas: saneamento, intervenções urbanas, saúde, gestão social, educação e renda.<span>  </span>Os jovens podem participar, por exemplo, de cursos de qualificação e atividades de geração de renda. Além disso, são beneficiados com as obras de intervenção urbana: calçamento de ruas, construção de praças, etc.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">O objetivo é organizar as diversas ações do Estado, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), com investimento de R$ 190 milhões, só neste ano. Em 2008, o aporte foi de R$ 90 milhões.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p><strong><span><span style="font-size:small;">Parque Fernão Dias</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="font-size:small;">Os adolescentes de Betim e Contagem, municípios que também aparecem na pesquisa, terão um espaço para a prática esporte, atividades comunitária e socialização. É que os entendimentos entre o Governo do Estado e os dois municípios para a utilização do Parque Fernão Dias já foram iniciados.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;">O Parque fica no limite entre os dois municípios e é uma das maiores áreas verdes em região urbana da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Possui infraestrutura , com mais de 20 quadras poliesportivas, playground, pista de bicicross e o único velódromo do Estado, além de uma vegetação espalhada por 1,3 milhão de metros quadrados. Uma comissão já foi criada para tratar do assunto</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
