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	<title>triangulo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/triangulo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "triangulo"</description>
	<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:24:15 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Geometría ]]></title>
<link>http://lilithlilims.wordpress.com/2009/11/25/geometria/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 02:06:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Liliana Forti</dc:creator>
<guid>http://lilithlilims.wordpress.com/2009/11/25/geometria/</guid>
<description><![CDATA[Aun a sabiendas de que jamás me gustó la geometría, me metí en un triángulo amoroso repleto de anoma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-537" title="Thumjjjb3" src="http://lilithlilims.wordpress.com/files/2009/11/thumjjjb3.jpg" alt="Thumjjjb3" width="460" height="594" /></p>
<p style="text-align:center;">Aun</p>
<p style="text-align:center;">a sabiendas</p>
<p style="text-align:center;">de que jamás me</p>
<p style="text-align:center;">gustó la geometría, me</p>
<p style="text-align:center;">metí en un triángulo amoroso</p>
<p style="text-align:center;">repleto de anomalías. Con la ingrata</p>
<p style="text-align:center;">cualidad de la mentira a sí mismo como</p>
<p style="text-align:center;">la gran verdad. Peor que un escaleno. Peor.</p>
<p style="text-align:center;">Peor que suicidarse -peor- y darse cuenta luego</p>
<p style="text-align:center;">de que existe la reencarnación. Triste y furiosa, así</p>
<p style="text-align:center;">estoy, queriendo arrancarme a golpes el corazón. Queriendo</p>
<p style="text-align:center;">romper a golpes la desazón de saberme impotente. Incierta. Inútil.</p>
<p style="text-align:center;">Incontablemente estúpida. Y fuera de control. Rabiosa y enchufada,</p>
<p style="text-align:center;">trifásica, electrocutada por la ira.  Ahora más que nunca sé  que jamás</p>
<p style="text-align:center;">me va a gustar la geometría&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.facebook.com/photo.php?id=39610557842&#38;pid=2043391#/photo.php?pid=2999864&#38;op=1&#38;o=global&#38;view=global&#38;subj=1099583226&#38;id=39610557842"></a> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estórias da Vida (1)]]></title>
<link>http://robsonalecio.wordpress.com/2009/11/18/estorias-da-vida-1/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 13:21:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>robsonalecio</dc:creator>
<guid>http://robsonalecio.wordpress.com/2009/11/18/estorias-da-vida-1/</guid>
<description><![CDATA[Não sei se é de seu conhecimento, mas sou formado em Tecnologia em Informática pela Unipar em Cianor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não sei se é de seu conhecimento, mas sou formado em Tecnologia em Informática pela Unipar em Cianorte.</p>
<p>Ao longo da minha vida como programador (que não é muito longa, tá?) acabei vendo e/ou ouvindo algumas coisas que me despertaram algumas gargalhadas.</p>
<p>Houve na faculdade, por exemplo, um cara que conheci  fez o seguinte em uma prova de sistemas operacionais:</p>
<p>Pergunta: O que é um <a title="Explicação sobre deadlock na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deadlock" target="_blank">deadlock</a>?<br />
Resposta: Deadlock é a tranca da morte.</p>
<p>Simples assim. O cara fez uma tradução mais ou menos e resolveu escrever o que achava. O professor na ocasião chegou a comentar que se o cara tivesse colocado como &#8220;cadeado morto&#8221; ele até &#8220;entenderia&#8221;, mas tranca da morte&#8230; não dava.</p>
<p>Esse mesmo indivíduo no começo do 1º ano aprontou a seguinte:<br />
Tinha a disciplina de matemática discreta e o professor deu como dever um trabalho com algumas perguntas.<br />
Quando foi corrigir o professor anunciou a correção do execício 5 que era para encontrar o maior lado de um <a title="Explicação sobre triângulo retangulo na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tri%C3%A2ngulo_ret%C3%A2ngulo" target="_blank">triângulo retângulo</a>. Depois ele fez a correção no quadro com aquela fórmula dos quadrados dos catetos e coisa e tal.<br />
Assim  que a correção acabou o professor perguntou se alguém tinha uma dúvida.<br />
Mal acabou de perguntar o sujeito do deadlock lançou essa:<br />
- Professor, está faltando algo.<br />
O professor teve um sobressalto, parou, olhou atentamente o quadro, reviu o cálculo umas duas ou três vezes pensando se tinha sido confiante demais e tinha deixado algo de fora. Uns 5 minutos depois desta pergunta o professor já estava se sentindo incomodado e estúpido, achando que tinha esquecido um detalhe básico demais. Com um pouco de receio e depois de revisar bem o cálculo resolveu perguntar:<br />
- Não consegui encontrar nada de errado. O que está faltando?<br />
Prontamente o cara respondeu:<br />
- Um lado.<br />
Agora o professor tinha a expressão nítida e clara de ponto de interrogação e fez a pergunta que com certeza ecoava em sua mente:<br />
- Como assim?<br />
Todo solicito o aluno resolve explicar a sua dúvida com um ar de segurança e certeza que faria o Roberto Justos ficar intimidado:<br />
- Professor, no enunciado do exercício dizia que era para achar o maior lado do triângulo retângulo, daí que um <strong>retângulo</strong> tem <strong>4</strong> lados e o senhor só achou <strong>3</strong>.<br />
Foi unamime. A sala toda riu compulsivamente. Alguns alunos sairam da sala, outros sentaram no chão e teve um que chegou ao ponto de ficar em posição fetal de tanto rir.<br />
O professor foi o único que não riu, aliás ele se recusava a acreditar no que estava acontecendo. Ele vendo a reação da sala e inconformado com a explicação observou que o aluno mantinha o ar de seriedade achou que ele tinha se expressado mal.<br />
- Filho, acho que você se expressou mal, não quer reformular sua dúvida. &#8211; Tentou o professor.<br />
O aluno ainda com aquele ar de certeza parecendo que a resto da classe nem estava lá afirmou:<br />
- Não professor, é isso mesmo. Aqui diz que tem que achar o maior lado do triângulo retângulo e sendo assim falta um lado para achar.<br />
A galera &#8220;veio abaixo&#8221; até quem já tinha parado de rir recomeçou como se nunca tivesse começado. O cara da posição fetal quase teve uma parada cardíaca. Não posso confirmar, mas tenho quase certeza que uma colega nossa fez xixi nas calças, mas eu não perguntei a ela.<br />
A única coisa que o professor realmente inconformado conseguiu perguntar foi:<br />
- Filho, de qual hospício você fugiu?<br />
O professor até sugeriu um nome de hospital psiquiatrico que fica situado em Jandaia que veio a se tornar o apelido do sujeito até hoje. E o pior é que o cara faz jus a fama. Só não conto o apelido porque pode gerar problemas.</p>
<p>É isso aí.</p>
<p>Quando lembrar que mais alguma história divertida venho contar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¡ARRE CABALLITO!]]></title>
<link>http://taimaboffil.wordpress.com/2009/11/14/%c2%a1arre-caballito-2/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 22:06:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Manuel Boffil Bello</dc:creator>
<guid>http://taimaboffil.wordpress.com/2009/11/14/%c2%a1arre-caballito-2/</guid>
<description><![CDATA[MIL DISCULPAS. HE TENIDO FALLAS AL TRANSCRIBIR ESTE LIBRO, DECIDÍ HACERLO EN WORD  E IR PUBLICANDO S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>MIL DISCULPAS. HE TENIDO FALLAS AL TRANSCRIBIR ESTE LIBRO, DECIDÍ HACERLO EN WORD  E IR PUBLICANDO SEGUN AVANCE Y SEGÚN -PARALELAMENTE- APRENDA A IR MÁS RÁPIDO EN WORDPRESS. transcriptor Manuel Boffil Bello Ajustaremos con avance y sabiendo que el tiempo apremia, mejoraremos detalles de diagramación una vez transcrito todo).</h3>
<h3>Autora: JOSEFINA BELLO DE JIMENEZ.(+)</h3>
<h2>PROLOGO.</h2>
<h3>Unas pocas palabras que sirvan de introducción a este libro de Josefina Bello de Jiménez.</h3>
<h3>    Josefina con su inmensa sensibilidad de mujer venezolana y su amor maternal que llega a todos los niños, ha realizado esta recopilación de poesías, juegos, canciones, dramatizaciones, para el uso de maestros y padres. Pero, no se trata de una simple colección do agregado de opiniones o escritos para niños; se trata de una hermosa selección, de un ordenamiento cuidadoso y de una presentación llena de buen gusto, de criterio pedagógico y de sentido artístico. Este material será de gran utilidad a quienes nos corresponde esa difícil misión de formar y orientar el corazón y la mente de la  infancia en un mundo tan objetivo como el actual.</h3>
<h3>    Toda maestra –y muy especialmente si es de preescolares- tendrá que recurrir a este libro como auxiliar ireemplazable en su labor de estimular la capacidad creadora de los niños y de construirles un mundo diáfano y armónico donde puedan expresarse con alegría y espontaneidad a través de formas artísticas permanentes.</h3>
<h3>  ¡Como educadora nuestro agradecimiento, como amiga nuestras congratulaciones!</h3>
<h3>Luisa Elena Vegas.</h3>
<h3>Caracas, el 23 de noviembre de 1965.</h3>
<h3>    La Asociación Nacional para el Preescolar (A.N.P.E.) agradece profundamente a Josefina Bello de Jiménez la oportunidad que le ofrece de publicar este hermoso libro del cual la autora ha hecho desinteresada entrega a favor de la Asociación.</h3>
<h3>L.E.V.</h3>
<h2> ¡ARRE CABALLITO!</h2>
<h3> (DIBUJO PAGINA 7)</h3>
<h3>Poemas, cantos y juegos para edad preescolar y primer grado.</h3>
<h3>EL NIÑO</h3>
<h3>“Cuando me aproximo a un niño dos emociones me invaden: una, la ternura por el presente y otra por el respeto por lo que algún día puede llegar a ser”.</h3>
<h3>Pasteur.</h3>
<h3>“Cuando se tiene un hijo, toda risa nos cala,</h3>
<h3>todo llanto nos crispa, venga de donde venga.</h3>
<h3>Cuando se tiene un hijo, se tiene al mundo adentro</h3>
<h3>y el corazón afuera.</h3>
<h3>…</h3>
<h3>Cuando se tienen dos hijos</h3>
<h3>se tiene la alegría y el ay del mundo en dos cabezas,</h3>
<h3>toda la angustia y toda la esperanza,</h3>
<h3>la luz y el llanto, a ver cual es el que nos llega,</h3>
<h3>si el modo de llorar del universo</h3>
<h3>o el modo de alumbrar de las estrellas”.</h3>
<h3>Andrés Eloy Blanco</h3>
<h3>(de su libro: “Giraluna”, Los Hijos Infinitos)</h3>
<h3> </h3>
<h3>Un niño es la crisálida de un amor y de un llanto,</h3>
<h3>es la estrofa primera de un poema,</h3>
<h3>es la cuesta inicial de una montaña.</h3>
<h3>Miguel Otero Silva.</h3>
<h3>(de su libro: “La mar que es el morir”)</h3>
<h3> </h3>
<h3>ALGUNOS PENSAMIENTOS SOBRE LA EDUCACIÓN DEL NIÑO.</h3>
<h3>“No se debe mostrar a un niño lo que es malo y está prohibido hacer, sino lo que es bueno y se debe admirar”.</h3>
<h3>Mazé.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“El demonio es una creación de los que no pueden educar sin castigar”.</h3>
<h3>Esteban Troje.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“El mejor medio para hacer buenos a los niños es hacerlos felices”.</h3>
<h3>Oscar Wilde.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“Si un niño tiene edad suficiente para recordar una bofetada, ya no está en edad de recibirla”.</h3>
<h3>Elen Key.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“Mucho se equivoca quien crea que la autoridad es más firme cuando se apoya en la fuerza que cuando se funda en el cariño”.</h3>
<h3>Terencio.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“Nunca un niño es malo, siempre es bueno, aunque podría ser mejor”.</h3>
<h3>Vivekananda.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“El niño es activo en tanto que la actividad le produce placer”</h3>
<h3>Carlos Buhler.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“El combatir cualquier tendencia natural en un menor, es factible de conducir a trastornos sicológicos de peso para toda la vida”.</h3>
<h3>Teresias.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“La familia organizada y armónica es el campo más saludable para la educación de los hijos”.</h3>
<h3>Macarenko.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“Es preferible darle un cuarto de hora de importancia a un niño que estar todo el día en el Zoológico sin prestarle ninguna”.</h3>
<h3>(No identificado).</h3>
<h3> </h3>
<h3>“Cada niño tiene su personalidad; respetémosla y permitámosle que  la desarrolle”.</h3>
<h3>J.B.J.</h3>
<h3>“El secreto de la educación consiste en respetar al niño”.</h3>
<h3>Emerson.</h3>
<h3>¿A qué edad corresponde la edad preescolar?</h3>
<h3>VALIOSAS OPINIONES SOBRE LA IMPORTANCIA DE LA EDAD PREESCOLAR Y SUS INSTITUCIONES.</h3>
<h3>    “Kindergarten”,  jardín de niños, la expresión encantadora de Fröebel recuerda que se trata de un jardín, no de una escuela donde un grupo de seres están con la educadora, la jardinera que los cultiva en cierto modo como las plantas o las flores de un jardín”.</h3>
<h3>    “Desconfío de la palabra `escuela´ para la edad tierna del niño.”</h3>
<h3>    “Los especialistas consideran a este período de importancia definitiva en el futuro del individuo, determinante en su salud física y mental, en su conducta social y emocional, en su desarrollo intelectual, en el equilibrio y armonía de su personalidad y de sus relaciones con el medio ambiente. Por lo tanto, estos primeros años de la vida del niño deben ser objeto de una cuidadosa e inteligente atención basada en la sensible comprensión de sus problemas y el conocimiento científico de los principios que rigen su evolución biológica y sicológica”. ”Según experiencias realizadas, el niño que ha concurrido a una de esas instituciones educativas convive mejor con sus compañeros, se comunica más libremente;se hace más influyente, así como también más adaptable a diferentes circunstancias. Trabaja mejor en grupo, defiende sus derechos y opiniones; desea y disfruta de la compañía de los demás”.</h3>
<h3>    “El término de la edad preescolar está determinado no por años cronológicos sino por la madurez y la adquisición de destrezas y habilidades en el aspecto motriz. Intelectual, adaptativo, social”.</h3>
<h3>Dra. Luisa Elena Vegas.</h3>
<h3>“La Evolución Social del Preescolar”.</h3>
<h3> “En la edad preescolar está la futura comunidad y en ningún otro momento habrá la ocasión de corregirle sus defectos. El higienista Newman la llamó “edad crucial” porque aquí se entremezclan las potencialidades físicas con las adquisiciones intelectuales y síquicas que han de perdurar por toda la vida del sujeto”.</h3>
<h3>Dr. Gabriel Barrera Moncada (Public. “El Nacional”. Foro).</h3>
<h3>NECESIDAD DE DESARROLLAR LAS PERCEPCIONES DEL NIÑO. EDUCACIÓN SENSORIAL.</h3>
<h3>Hacia los cuatro años la educación sensorial  reside primordialmente en el interés provocado por todo lo que se ve, se palpa, se oye, se gusta; es el descubrimiento del ser por los sentidos expectantes y es también perfeccionamiento progresivo de las percepciones que cada vez se van haciendo más sutiles. En la escuela maternal se realiza muy bien esta educación, que si no se lleva a cabo a esta edad no podrá hacerse nunca. Porque hay momentos de la educación infantil en ls que se manifiestan aptitudes determinadas para ciertas adquisiciones y que disminuyen hasta desaparecer en edad más avanzada. Es lo que María Montessori llamó “períodos sensibles”. Se distingue así la edad del lenguaje, la edad de la educación sensorial, la edad del dibujo, de la escritura, de la lectura, etc.”                                       </h3>
<h3>A.Isambert. “Tu hijo crece”.</h3>
<h3>    En relación a los “períodos sensibles” y a las consecuencias de no aprovecharlos debida y oportunamente, dice María Montessori en su segunda Conferencia sobre el Niño, pronunciada en París en el año de 1936 y reproducida en la revista “Nuevos Rumbos” de la Escuela Nacional de Maestros de Bolivia, Nº 19 y 20. Dice así: (En esta ocasión se refiere a los hábitos de trabajo y auto-servicio”)</h3>
<h3>    “Su nerviosidad cuando se les ayuda a levantarse, a peinarse, etc., su agitación sin causa aparente, los caprichos compulsivos y otras manifestaciones análogas son los resultados al libre curso de un período sensible”.</h3>
<h3>    “Cuando no le es posible al a la función estabilizarse durante la fase constructiva del crecimiento, la energía se desvía: cuando el objeto determinado de un período sensible no se alcanza, esta energía toma las formas más variadas: aquellas que nosotros llamamos, entre otras, los caprichos, la terquedad de nuestros hijos”.</h3>
<h3>    “De esta desviación de energía resulta una función frustrada, una alteración del carácter. Y, muy a menudo resulta la pereza y después la dificultad de servirse de sus manos, la repugnancia al trabajo y a las ocupaciones exactas. Todo esto es bien difícil –a menudo imposible- de ser corregido por la fuerza de la voluntad, cuando ha pasado un período sensible”.</h3>
<h3>María Montessori.</h3>
<h3>    “La educación cultural es eficaz cuando se la organiza conscientemente con un plan, con un método acertado. Debe principiar cuanto antes, cuando el niño aún está lejos de la etapa de la lectura, en el período de su desarrollo sensorial, cuando acaba de aprender a ver y a oir con claridad y a balbucear algunas palabras”.</h3>
<h3>Makarenko.</h3>
<h3>“Conferencia sobre Educación Infantil”.</h3>
<h3>    “Sea en la escuela o en la casa, la educación  del niño en la edad preescolar, comprende tres aspectos: la educación de los sentidos, la de la imaginación y la del carácter”        </h3>
<h3>Maurice Debesse.</h3>
<h3>    Después de casi más de cien años de habernos sido presentado por los pioneros de la educación preescolar, las ventajas del juego y del arte como medio de formación, nos sorprende oir todavía a un gran número de padres,  hacer crítica tenaz a los colegios en donde los niños pequeños “van a perder tiempo con juegos, cantos, recitaciones y confección de muñequitos”.</h3>
<h3>    Estos padres ignoran que en esta forma logra el niño, con resultados excelentes, un preaprendizaje que acondiciona sus facultades mentales para el futuro. El desarrollo de los sentidos, el estímulo y prontitud de los reflejos, las aptitudes manuales, los hábitos de trabajo, la adptación social, la disciplina, el estímulo de la imaginación y de la capacidad creadora, han sido la meta perseguida, a través del juego educativo y las actividades artísticas, por la mayoría de los autores consagrados al estudio del niño: Fröebel, María Montessori, Jesualdo, Decroly, Claparede, y otros, así como sus continuadores dentro de la Escuela Activa y la moderna Sicología.</h3>
<h3>    “La enorme importancia atribuida al juego en el desarrollo de todas las facetas de la personalidad del niño pequeño, (intelectuales, morales, volitivas) pueden lograr su plena efectividad con una buena dirección pedagógica cuyas condiciones óptimas son creadas en el Jardín de Infancia”. (Alcira Legaspi de Arismendi. “Pedagogía”).</h3>
<h3>    En cuanto al arte, hoy ha llegado a constituirse en uno de los importantes derechos del niño.  Ha dejado de considerarse “el pasatiempo de algunos, para llegar ser la necesidad de todos”. Y es en esta etapa preescolar, “la etapa de los períodos sensibles”, cuando debemos sembrar hondo, para que crezca con él, la capacidad de comprender, disfrutar, interpretar y amar el arte en todas sus formas de expresión.</h3>
<h3>    Por estas razones, la maestra preescolar, la “Jardinera” ideal, es aquella que trata de cultivarse y superarse permanentemente. Aquella que trata de hacer de su profesión una obra de arte; tomando en cuenta que, le corresponde trabajar en una edad en la cual todas las facultades innatas estan en espera del contacto que las canalice hacia los niveles ideales de su desarrollo.</h3>
<h3>    Esperamos que esta pequeña contribución, esta selección y complilación de poemas, cantos y juegos sensoriales y de interpretación, constituyan un aporte útil que sirva de ayuda en la difícil labor a realizarse por las madres y maestras a quienes va dedicado.</h3>
<h3>    Kindergarterina, Jardinera: no olvides que tienes en tus manos la semilla hermosa y a tus pies la tierra fértil. Cultiva tu siembra con amor e inteligencia y lograrás, en la calidad del fruto, la satisfacción de tu obra.</h3>
<h3>Caracas, agosto de 1974.</h3>
<h3>    Hay dos aspectos que pueden fatigar al lector de esta obra: primero, el exceso de citas y segundo, la repetición de conceptos.</h3>
<h3>    El primer punto obedece, por una parte, a la necesidad de infundir mayor fuerza y autoridad a principios  y opiniones emitidos por voces especializadas, conocidas por todos los que se mueven en el campo de la pedagogía.</h3>
<h3>    Por otra parte, consideramos conveniente ofrecer a las madres y maestras, en esas voces autorizadas, la síntesis o los conceptos relacionados con la actividad del programa que están desarrollando. Es posible que haya faltado el tiempo para efectuar lecturas complementarias en el lapso comprendido entre su egreso y su iniciación en el campo profesional.</h3>
<h3>    El segundo punto obedece a la creencia compartida con casi todos los educadores, referente a la utilidad de la utilidad de la repetición para lograr la fijación de un conocimiento.</h3>
<h3>    De todas formas, pedimos excusas en el caso de haber abusado en ese sentido</h3>
<h3>La Autora.    </h3>
<h3>                            </h3>
<h3>EL NIÑO Y LA CREACIÓN.</h3>
<h3>Consideraciones sobre su Importancia</h3>
<h3>“Nuevas rutas se abren para nosotros en la naturaleza, si encontramos modo de estimular el instinto   creador&#8221;.                                                                   </h3>
<h3>Emerson.</h3>
<h3>“Lo que importa es sacar a la luz lo que ha permanecido en la sombra</h3>
<h3>Leticia Cossetini                                                                                         (Ob. Cit.)</h3>
<h3>“Nuestra misión debe ser: producir un rayo de luz…y pasar.</h3>
<h3>María Montessori.</h3>
<h3>(OB. Cit.)</h3>
<h3>“…que nuestros niños no corran el peligro de perder el arte de la creación, si queremos que gocen plenamente de la vida”.</h3>
<h3>Hilary Page</h3>
<h3>(Del Juego en la Primera Infancia).</h3>
<h3> “Jugar es crear CREAR ES SER DICHOSO”.</h3>
<h3>Ketty Jentzer</h3>
<h3>(de Juegos educativos al aire libre y en la casa).</h3>
<h3>    Esta preocupación de casi todos los educadores vocacionales, aparece en cada una de las actividades aquí presentadas, sugiriendo el respeto por las realizaciones espontáneas y estimulando en todas las materias la creatividad en los niños.</h3>
<h3>    En todos los seres desde su más tierna edad, existe una necesidad de expresarse, de crear, en una u otra forma. Es imperdonable que esa innata y maravillosa energía se debilite o se extinga en la mayoría de los casos, por falta de ambiente, estímulo y orientación.</h3>
<h3>    Los juegos libres o dirigidos eficazmente, son mechas que encienden la fantasía y despiertan la facultad de crear.</h3>
<h3>    Pero es en todas las actividades del Jardín de Infancia que, al ser motivadas y ejercitadas, debemos tocar el punto sensible que permita la vibración, el brote de la chispa creadora en los pequeños.</h3>
<h3>    Repetiremos con Hilary Page: “…que nuestros niños no corran el peligro de perder el arte de la creación, si queremos que gocen plenamente de la vida”.</h3>
<h3>II.  EL JUEGO.</h3>
<h3> Su importancia </h3>
<h3>…”ocupación seria de honda significación”.</h3>
<h3>                                                                                                          Fröebel.</h3>
<h3> </h3>
<h3>“La infancia sirve para jugar e imitar. El juego no es solamente diversión sino activo contacto con los seres y las cosas”.</h3>
<h3> Claparede.</h3>
<h3>“…por el juego el niño se libera de sus tensiones, de su cargade agresividad, temores, descontentos, conflictos, frustraciones, anhelos, esperanzas y proyectos, en una realización simbólica, que su poderosa imaginación coloca y vive, en un mundo propio creado por ella: el de la fantasía”.</h3>
<h3>Haydeé Bordería.</h3>
<h3>“Establecer en que medida y de que manera puede la pedagogía orientar su acción educativa basándola en el juego, será otra alta y definitiva conquista de la Educación Moderna”</h3>
<h3>Elvira Vázquez Gamboa.</h3>
<h3>…”es necesario respetar al niño que está jugando y sobre todo, no interrumpirlo bruscamente; hay que prevenirlo si ha de estar listo para otra actividad u horas de alimento o de sueño, ya que escapa a laa imaginación de un adulto de un adulto, toda la fuente de sueño y de creación que representa el juego para el niño”.</h3>
<h3>Lya Imber.</h3>
<h3>“La actuación del hombre en sus distintas actividades, refleja mucho la manera como se ha comportado en los juegos durante la infancia.</h3>
<h3>Makarenko.</h3>
<h3>“El juego es un ensayo de trabajo variado y renovado hasta el infinito. Se aprende a trabajar jugando”.</h3>
<h3>Walter Howard</h3>
<h3>de su libro “La Música y el Niño”.</h3>
<h3>“El juego es un agente empleado parta desarrollar potencialidades congénitas y prepararlas para su ejercicio en la vida”.</h3>
<h3>K. Groos.</h3>
<h3>“El juego es un instrumento para las contínuas adaptaciones y reajustes del individuo a la vida con sus demandas presentes y futuras”.</h3>
<h3>E. Paztridge y Ch. Buhler</h3>
<h3>“Formas elementales de socialización aparecen en el juego, o más exactamente, en esa forma de actividad compleja que llamamos cómodamente juego, o más exactamente, distinguirla de esa síntesis organizada, de actos dirigidos hacia un fin y a los que damos nombre de trabajo”.</h3>
<h3>Roger Cousinet</h3>
<h3>en (“La Vida Social de los Niños”)</h3>
<h3> Recopilación de juegos de Itala Ricci</h3>
<h3>   De “RECOPILACION DE JUEGOS” de Itala Ricci, editado en el Instituto Politécnico Educacional, nos permitimos reproducir los siguientes juegos y competencias:</h3>
<h3>ESCONDER LA CAMPANA.</h3>
<h3>Sale un niño. Todos demás ponen las manos debajo de la mesa. Uno de ellos tiene una campana que le ha dado la maestra. Cuando todos están listos se llama al niño que antes se hizo salir. El que tiene la campana la suena suavemente y el que entró, debe adivinar quién la tiene. Puede dársele tres oportunidades para que adivine.</h3>
<h3> VUELA VUELA.</h3>
<h3>Se colocan los niños en círculo. La maestra haciendo ademán de vuelo con los brazos dice:</h3>
<h3>¿Vuela, vuela el pájaro?</h3>
<h3>Y los niñitos haciendo el mismo ademán con los brazos:</h3>
<h3>“Vuela, vuela”.</h3>
<h3>Si la maestra dice, por ejemplo:</h3>
<h3>¿Vuela, vuela el perro?</h3>
<h3>Aún cuando ella hace siempre el gesto de vuelo con los brazos, los niños no deberán hacerlo puesto que el perro no vuela. Deben contestar:</h3>
<h3>No vuela.</h3>
<h3>LAS PALMADAS.</h3>
<h3>Con los niños se forma un círculo o una fila. La maestra, suena las manos en una forma determinada. Por ejemplo: una palmada, dos palmadas, una palmada; nombrando primero a uno de los niños. Este debe repetir las palmadas exactamente como las dio la maestra. Luego repite lo mismo con otros niños.</h3>
<h3>¿QUIEN FALTA?</h3>
<h3>Después de hacer que los niños se den cuenta de todos los compañeros que están presentes, se hace salir a uno de ellos y se oculta a cualquiera de los otros. Al volver el que salió, debe decir cual es el compañero que falta. Se realiza también este juego de otra manera: Se venda a uno de los niños, se hace salir a otro y al quitarle la venda al primero, dice cual niño falta. </h3>
<h3>Opiniones Valiosas</h3>
<h3>EL NIÑO Y LA CREACIÓN.</h3>
<h3>Consideraciones sobre su Importancia</h3>
<h3>EL JUEGO</h3>
<h3>  Su importancia</h3>
<h3>Recopilación de juegos de Itala Ricci</h3>
<h3>Juegos tradicionales venezolanos</h3>
<h3>EDUCACIÓN SENSORIAL</h3>
<h3>Su inportancia</h3>
<h3>Sentido del tacto</h3>
<h3> Juegos tactiles</h3>
<h3>Excursión a la playa</h3>
<h3>Otros juegos táctiles y Experiencias.</h3>
<h3>Acierto y Tino</h3>
<h3>Sentido térmico</h3>
<h3>Sensibilidad a dolor</h3>
<h3>Barico Sentido</h3>
<h3>Diferentes grados de presión</h3>
<h3>Destreza</h3>
<h3>Consideraciones</h3>
<h3>Juegos y experiencias</h3>
<h3>Album de Tela</h3>
<h3>Prueba de Gessell</h3>
<h3>Muñecas de trapo</h3>
<h3>HABILIDAD MANUAL</h3>
<h3>Consideraciones</h3>
<p>HABILIDAD MANUAL</p>
<p>Del estímulo y cultivo de estas fuerzas, depende el caudal de riqueza interior que podamos ofrecer a nuestros niños.</p>
<p>Ya con ese haber, las formas de expresión pueden hacerse presentes a través del modelado, el dibujo, la pintura, el gesto expresivo, la música y la poesía.</p>
<p>En la práctica docente, la correlación de estas actividades como lo decimos en las “Normas para el Canto”, es de suma importancia.</p>
<p>Un cuento, una poesía, una escena con gesto expresivo, pueden ser motivaciones para una obra manual. Así como una realización manual, puede surgir una poesía, un cuento, una escenificación o una interpretación pictórica, como ha sucedido con las ilustraciones de este libro: se les presentó la poesía en forma de cuento. Ya enterados e interesados por el contenido, se les leyó la poesía y luego se les pidió que pintaran algo sobre ella e hicieran la ilustración.</p>
<p>Para las realizaciones deben contar con materiales a su disposición. Adiestrarlos en su manejo y en la técnica elemental de su empleo. Enseñarles a utilizar los elementos que tengan a su alcance. Comprobarán en esta forma, que cualquier material u obra de desecho, puede ser transformado en juguete o en obra de ingenio y a veces, también en obra de arte.</p>
<p>Se darán cuenta de cómo unos creyones, con un poco de paja o de cocuiza pueden transformar una bolsa de mercado en una cara de payaso que podremos exponer en el estante de la biblioteca, amarrado su cuello al pico de una botella, con un lazo de corbata…O hacer un burrito con palo de escoba para el cuerpo y una bolsa rellena de papeles, con una forma alargada para su cabeza, una crin de cocuiza o de papel picado, y unos ojos tristes pintados con creyón.</p>
<p>-A ese burrito lo montaremos todos y nos llevará al río a beber agua con estrellas, como lo hacía Platero, el burrito de Juan Ramón.</p>
<p>-¿Y quién era Platero?</p>
<p>-Platero era un burrito que le gustaba andar mucho por los caminos donde había árboles y pájaros y frutas y flores de colores; llevaba siempre encima a su amigo querido Juan Ramón, que era un poeta, y veía las cosas más bellas que todos los demás.</p>
<p>-¿Y por qué las veía más bellas que todos los demás?</p>
<p>-Porque así ven las cosas los poetas. Saben ver y encontrar la belleza en todas partes.</p>
<p>Pero ahora vayamos al río a beber agua con Platero.</p>
<p>Todos montaron sobre los burros que habían hecho mientras hablaban y se fueron brincando, ejercitando pies y manos después del tiempo de quietud que impuso la confección de los burritos.</p>
<p>SENTIDO DEL GUSTO</p>
<p>SENTIDO OLFATIVO.</p>
<p>AYER, después del almuerzo escogimos varias frutas y jugamos a reconocerlas con los ojos cerrados. Nos las daban a probar, y por el “el gusto”, las reconoceríamos. Hoy haremos algo parecido, pero no utilizaremos el gusto sino el <em>olfato.</em></p>
<p>Poe ejemplo:</p>
<p>-Aquí tenemos la rama de un jazminero. Está llena de florecitas blancas. Tienen un olor exquisito. Son los jazmines del jazminero, deliciosos.</p>
<p>-Este otro olor tan agradable es el del chocolate.</p>
<p>Y este otro es el del café. Café molido, esto que olemos. Otro día lo haremos “acabado de colar”.</p>
<p>-Ahora oleremos esencias: aquí tenemos Agua de colonia y un perfume. También traje algunos jabones. Estos huelen muy bien. Agradable, ¿verdad?</p>
<p>-Bien. Ahora cierren todos sus ojos que yo pasaré algunos de estos alimentos y esencias cerca de ustedes. Tan cerca que puedan olerlos perfectamente. Los iré pasando alternados y ustedes, uno a uno, me irán diciendo que será lo que estoy dándoles a oler.</p>
<p>Empecemos…</p>
<p>-¡Muy bien! La próxima vez, incluiremos en nuestros productos olorosos, a la cebolla y el ajo, y cualquier otro alimento o esencia que tengan olor fuerte y que podamos agregar a la lista que ya tenemos para nuestro “Juego de Olfato”.</p>
<p>Aquí empezaremos la lista para escribir los nombres que ustedes <strong>y yo vamos a traer:</strong></p>
<p>yerbabuena                      apio España             cilantro                      perejil</p>
<p>pimentón                         ajoporro                   orégano                      ajo                 </p>
<h3>
<h3> </h3>
<p>SENTIDO VISUAL</p>
<h3>Juegos y experiencias</h3>
<h3>SENTIDO AUDITIVO</h3>
<h3>Juegos auditivos</h3>
<h3>EL NIÑO Y LA MÚSICA</h3>
<h3>  Algunos conceptos sobre la Importancia de la educación musical </h3>
<p>ALGUNOS CONCEPTOS SOBRE LA IMPORTANCIA DE LA EDUCACIÓN MUSICAL.</p>
<p>“La música está hecha para acompañarnos en el esfuerzo cotidiano, en las alegrías y en las penas; ella está hecha para todas las situaciones de la vida”.</p>
<p>Goffrey Dechaume.</p>
<p>“En la Educación Musical lo más importante es cumplir con la finalidad principal: HACER QUE LOS NIÑOS AMEN LA MÚSICA. Deben aprender a gustarla saboreando el silencio y el sonido, la atracción y la sugestión del ritmo, la belleza de la frase melódica y la irradiación que ofrece todo lo de carácter musical. Esta percepción, como hemos dicho, es inconsciente en los niños y, por esa razón, el maestro tendrá que transmitirla, viviéndola intensamente con ellos”.</p>
<p>Ethel González de Gil.</p>
<p>“La finalidad de la Educación Musical no puede ser, en ningún momento la de promover músicos. Como no es la finalidad de la enseñanza de la letras educar escritores o poetas, ni de la educación física producir atletas.</p>
<p>La educación musical es para todos, absolutamente para todos sin excepción ninguna”.</p>
<p>“Comenzar la educación musical solo cuando el niño pasa al colegio secundario es como enseñarle a caminar o hablar cuando ya tiene diez años: absurdo. La música es tan innata en el ser humano como el hablar y el caminar”.</p>
<p>“La existencia de tanta gente `no musical´ o `amusical´ no prueba que la naturaleza haya dotado de sentido musical solo a unos pocos `elegidos´; prueba únicamente, la ineficacia de la enseñanza musical. Prueba que la educación no ha sabido introducir a los niños en el maravilloso reino de la música”.</p>
<p>Kurt Pahlen.</p>
<p>“La Educación Musical debe comenzar antes de la práctica de un instrumento.</p>
<p>…Procuren los padres y los pedagogos comprender la importancia musical que, sobrepasando el marco del instrumento y aún el de la música propiamente dicha, influya sobre las principales facultades del ser humano. La práctica musical no debería inspirarse en la fórmula “el arte por el arte”, y no debería ser únicamente un elemento de diversión  y de goce. Aspira a ser un elemento cultural capaz de influir a la vez sobre los sentidos, el corazón y el espíritu, uniéndolos amorosamente en la práctica musical”.</p>
<p>Edgar Willems.</p>
<p>RECOMENDACIONES.</p>
<p>Los ejercicios-juegos deberán ser variados y de una brevedad <em>que no permita el hastío ni el cansancio.</em></p>
<p>“Adecuadamente utilizado, `el método del juego´ no debería significar mera falta de coherencia y de dirección en la enseñanza –eso sería jugar a la enseñanza, no enseñar jugando-; por el contrario, dar coherencia y dirección al juego es convertirlo en arte”.</p>
<p>Herbart Read.</p>
<p>Uno o dos ejercicios de relajación deben preceder siempre a los juegos de audición con el fin de favorecer la atención auditiva.</p>
<p>Recordar que, del desarrollo de la atención auditiva, depende en gran parte, la entoación justa.</p>
<p>“De manera general, pero particularmente para los ejercicios de audición, así como para los de entonación, no se debe hacer a los alumnos sus errores, sino que se volverá a comenzar el ejercicio en una forma más fácil, más comprensible.</p>
<p>Recordemos que la confianza en sí mismo abre todas las puertas y la desconfianza que las obstruye.</p>
<p>Hay que velar siempre porque los alumnos tengan confianza en sus posibilidades”.</p>
<p>Maurice Martenot.</p>
<p>En el prólogo de uno de los libros de JESUALDO, escrito por César Tiempo, nos dic al referirse a la pedagogía del maestro, algo que nos llena de una maravillosa esperanza:</p>
<p>“…los niños de Jesualdo,  poetas, pintores,</p>
<p>escultores, tallistas, danzarines y jugadores,</p>
<p>dueños  de  un  equilibrio físico y espiritual</p>
<p>prodigioso,</p>
<p> son el anticipo de una humanidad por venir”.</p>
<p>INTRODUCCIÓN A LA EDUCACIÓN MUSICAL A TRAVÉS DE JUEGOS A PARTIR DEL SILENCIO.</p>
<p>“Debemos aprender a escuchar</p>
<p>el silencio de las cosas”.</p>
<p>M. Jausse.</p>
<p>La Educación Musical contemporánea, utiliza una serie de ejercicios en forma de juegos, que persiguen el afinamiento progresivo de la percepción auditiva, el logro de la entonación justa, el desarrollo del sentido rítmico y la presentación, para su conocimiento, de elementos de la técnica musical en forma sencilla y amena que, a la vez, requiere la participación activa del alumno.</p>
<p>Ya hemos hablado en otras ocasiones de la importancia del juego en la información integral del niño, pero no está demás insistir y recordar la opinión de Herbert Read: “DAR COHERENCIA Y DIRECCION AL JUEGO ES CONVERTIRLO EN ARTE”.</p>
<p>Ahora bien: el arte de escuchar, de percibir lasta la más imperceptible inflexión del sonido, solo puede lograrse en un ambiente tranquilo, silencioso.</p>
<p>¿Podría apreciarse en un vaso de agua turbia una gota de color? ¿Puede distinguirse con nitidez, en una tela garabateada y sucia un dibujo o una obra pictórica? ¿Sería posible escuchar y apreciar una obra musical en un ambiente bullicioso? Imposible. Es necesario que el ambiente sea propicio, que haya silencio, calma alrededor nuestro y en nuestro ánimo: “como si de nosotros mismos partiera el silencio”.</p>
<p>Esta es la imagen que utiliza Martenot para explicar a sus alumnos la importancia del silencio en relación con la atención auditiva, con la percepción del sonido, así como con cualquier otra percepción estética.</p>
<p>No debemos olvidar que el silencio es precursor de la CREACIÓN y que es capaz de proporcionar serenidad y calma a nuestro espíritu.</p>
<p>Debemos hacer comprender a los niños en que consiste el silencio. Ellos mismos podrán comprobarlo a través de los siguientes juegos.</p>
<p>PERCEPCION DE RUIDOS Y SONIDOS.</p>
<p>Se compartirá la clase en dos o tres grupos de acuerdo con su número. Los niños sentados o acostados, preferiblemente, con los ojos cerrados y sus cuerpos relajados, tratarán de “oír el silencio”. Por turno que señalará la maestra, cada grupo habrá de mencionar  los ruidos o sonidos que en ese momento perciban: el golpe de una puerta al cerrarse, el ruido del motor de un avión o un automóvil, el toque de una corneta, el movimiento de las hojas con el viento, las gotas de lluvia, el grito de un niño, el ruido del mar o de un río, etc. El equipo que mayor número de ruidos o sonidos haya percibido, será el ganador.</p>
<p><em>VARIANTE:</em> La maestra rodará una silla, dará un golpe en la mesa con su mano, hará oír ruidos de oficios, tales como el barrer, sacudir, batir con un tenedor dentro de un recipiente de loza, etc.</p>
<p>Se puede utilizar una cinta magnetofónica en donde se habrán grabado innumerables ruidos con el fin de enriquecer el material de trabajo.</p>
<p>SILLAS SILENCIOSAS.</p>
<p><em>a)     </em>Todos los niños irán a sentarse. Tomarán las pequeñas sillas de la mano y las colocarán en círculo o alineadas, con mucho cuidado, <em>sin hacer ruido.</em></p>
<p><em>b)     </em>Se formarán dos bandos. De cuatro en cuatro, aproximadamente, llevarán sus sillas al otro extremo del salón. Esta operación habrá de hacerse en el mayor silencio. Quien lo logre le dará puntos favorables a su bando.<em> </em></p>
<p>LA MUDANZA SILENCIOSA.</p>
<p>Igual que en el juego anterior, pero después de transportar las sillas, harán lo mismo con cajas de cartón, juguetes, revistas y otros objetos. El grupo que tenga menos accidentes ruidosos será el ganador.</p>
<p>EL GATO Y LOS RATONES.</p>
<p><em>a)     </em>Un niño hará de gato en el centro del salón. Simulará que tiene sueño y se quedará aparentemente dormido.</p>
<p><em>b)     </em>Los otros niños, que caracterizarán los ratones, <em>haciendo la señal de silencio con el dedo en la boca, </em>y en puntilla de pie, rondarán alrededor del gato <em>cautelosamente.</em></p>
<p><em>c)     </em>Cuando el gato despierte, se desperezará y con esto, permitirá a los ratones volver a sus puestos, teniendo cuidado de no hacerlo atropelladamente para tratar de sentarse en sus sillitas sin hacer ruido.<em> </em></p>
<p><em>d)     </em>Si algún ratón es atrapado por el gato, le corresponderá hacer su papel la próxima vez.<em> </em></p>
<p>TILINGO, TILINGO.</p>
<p>Todos los niños en círculo, luego de haber colocado sus sillas sin hacer ruido, oirán la voz de uno de sus compañeros decir lo siguiente:</p>
<p>I</p>
<p>Tilingo, Tilingo,</p>
<p>mañana es domingo</p>
<p>se casa la Pita</p>
<p>con Don Juan Remingo</p>
<p>II</p>
<p>¿Quién es la madrina?</p>
<p>-Doña Catalina</p>
<p>¿quién es el padrino?</p>
<p>-Don Juan Barrigón</p>
<p>III</p>
<p>El que hable primero</p>
<p>se traga un tapón</p>
<p>del tamaño de la torre</p>
<p>de la Concepción.</p>
<p>El bando que logre estar en silencio el mayor tiempo será el ganador.</p>
<p>CUADRO VIVO.</p>
<p>a)     Los niños en semicírculo, inmóviles y en silencio, simularán ser muñecos. Tratarán de <em>oír el silencio.</em></p>
<p>b)     B) Al creerlo oportuno, la maestra (el hada) con una varita mágica, los irá tocando uno a uno, y al tocarlos recobrarán la vida.</p>
<p>c)     C) Felices con el “hada”, cantarán una canción conocida por todos.</p>
<p>RECONOCIMIENTO DE TIMBRES.</p>
<p>Todos en silencio, sentados o acostados, en igual forma que en el juego anterior. La maestra con un lápiz o una varillita de metal, golpeará un vaso de cristal, una botella, una bandeja. Hará oir un gong, unos platillos, una campana. Si puede disponer de un piano o de otros instrumentos musicales les hará oir una nota, un acorde. Como en los juegos anteriores, el equipo ganador será el que acierte mayor número de veces.</p>
<p>RECONOCIMIENTO DE VOCES.</p>
<p>Todos los niños de pie formando un círculo. En el centro uno de ellos con los ojos vendados, esperará que un compañero se le acerque y le pregunte: ¿QUIÉN SOY? Si el niño reconoce la voz, el compañero tomará su lugar y él pasará a formar parte del círculo. Si no acierta, saldrá del juego y seguirá como espectador.</p>
<p>RECONOCIMIENTO DE MELODÍAS.</p>
<p>Del repertorio de canciones conocidas de los niños, cantará la maestra algunos temas. El equipo que acierte el mayor número de canciones será el ganador.</p>
<p>COMPLETAR UNA FRASE MUSICAL.</p>
<p>Como en el juego anterior, la maestra tocará o cantará una canción conocida de los niños y se detendrá en la nota que precede al final de cada frase, los niños deben completarla. Así sienten la atracción de la tonalidad. Este ejercicio podrá practicarse también con melodías desconocidas de ellos con el fin de estimular su capacidad creadora.</p>
<p>Del libro de Ethel González Gil: “Iniciación Musical Infantil”, Ed. EUDEBA, nos permitimos reproducir los juegos que van a continuación. La edad mental fijada es la mínima para su realización.</p>
<p>Esta obra no debe faltar en la biblioteca del educador musical.</p>
<p>a)     Aquí el juego de Antón Pirulero. (Ver Suplemento Musical)</p>
<p>b)     JUEGOS DE DIRECCIÓN DE SONIDOS.</p>
<p>                           *. <em>La Cajita</em><em> de Música</em> (tres años).</p>
<p>                               Esconder una cajita de música y pedir a los niños que la busquen,     </p>
<p>                                guiados por el sonido. Si no se dispone de este material, puede  </p>
<p>                                utilizarse un reloj despertador, cuya campanilla los guiará.</p>
<p>                            *. <em>La Ovejita</em><em> Perdida.</em></p>
<p>La maestra explicará a los niños que se ha perdido una oveja. Hay que encontrarla y llevarla al corral. Se podrán orientar por el sonido de la campanita que lleva colgada al cuello. (Hacer oír el sonido). Después de preguntar quienes desean buscarla, vendará los ojos a los niños que lo hayan pedido. Otro pequeño personificando  a la oveja, hará sonar continuamente la campanita mientras trata de escapar de entre sus compañeros.</p>
<p>c)     DIRECCION Y TIMBRE.</p>
<p>                      *. <em>Tambor y triángulo.</em> (tres años).</p>
<p>         Sentar a un niño con el tambor  y  a una niña  con  un  triángulo.  A    </p>
<p>         varios pequeños se les vendarán los ojos  y  después de hacerles dar  </p>
<p>         algunas vueltas, irán caminando los varoncitos hacia el tambor y las  </p>
<p>         niñas se dirigirán hacia el triángulo. (ambos guiados por el sonido).</p>
<p>     *. <em>Las casitas. </em>(cuatro años).</p>
<p>         Marcar en el suelo tres cuadros distantes; en cada uno de ellos se</p>
<p>         colocará un infante con un instrumento de banda; (Palillos de </p>
<p>         madera: toc-toc, Pandereta y Triángulo). Los instrumentos se</p>
<p>         entregarán a seis niños y serán repartidos en la siguiente forma: a   </p>
<p>         dos: toc-toc; a otros dos, triángulos; a los restantes, panderetas.</p>
<p>         (Los llevarán en la mano para que no suenen). A una señal de la </p>
<p>         maestra, los que están en las casitas harán sonar los instrumentos.  </p>
<p>         Los otros niños, con los ojos vendados, tratarán de ubicarse en el  </p>
<p>         sitio correspondiente: los triángulos en la casita de los triángulos,</p>
<p>         los toc-toc con los toc-toc y las panderetas en el lugar asignado. Los </p>
<p>         que lleguen a su lugar serán los ganadores. Con los ojos </p>
<p>         descubiertos, tocarán acompañando un trozo musical.</p>
<p>d)     MOVIMIENTO.</p>
<p>          *. <em>Los trabajadores</em>. (tres años).</p>
<p>        A varios niños colocados en fila india se les dará una bolsita con  </p>
<p>        cereales que llevarán al hombro o sobre la cabeza. Caminarán</p>
<p>        siguiendo el ritmo lento de la música. Cuando esta cambie de </p>
<p>        tiempo y se vuelva rápida y bailable, dejarán las bolsitas en el suelo   </p>
<p>        para saltar y bailar en todas direcciones. La maestra retira una  </p>
<p>        bolsita. Al repetir la música en tiempo lento, los pequeños toman la</p>
<p>        carga y siguen caminando en fila. El niño que queda sin carga se    </p>
<p>        retirará del juego.</p>
<p><em>   La Viborita.</em> (cuatro años).</p>
<p>   Dos niños sujetarán los extremos de una cuerda colocada sobre el</p>
<p>   piso. Un tercer niño saltará de un lado a otro de la cuerda, tratando</p>
<p>   de no tocarla, y siguiendo el ritmo de la música. Si el movimiento es</p>
<p>   rápido, los niños que tienen la soga la sacudirán imitando una</p>
<p>   viborita, si es lento harán un balanceo. (Si no se dispone de piano, la</p>
<p>   maestra cantará el “Pájaro Guarandol”, por ejemplo, una parte  </p>
<p>   rápida y otra lenta.). (Paréntesis nuestro).</p>
<p>e)     INTENSIDAD.</p>
<p>                       *. <em>Gigantes y Enanos.</em> (cuatro años).</p>
<p>                           Trazar sobre el piso dos diagonales paralelas que atraviesen el</p>
<p>                            salón: será el puente por donde pasarán los gigantes. Irán por una</p>
<p>                            línea y volverán por la otra.</p>
<p>                            En la dirección opuesta trazar dos diagonales que marquen el</p>
<p>                            camino de los enanos. Se emplearán para su mejor visión, dos tizas</p>
<p>                            de colores contrastantes.</p>
<p>                            Cuando la música es fuerte, caminan los gigantes y cuando es</p>
<p>                            suave, los enanos. En caso de encontrarse en el punto de unión de</p>
<p>                            las diagonales, se apartarán con un saludo los que no tienen que</p>
<p>                            marchar en ese momento.</p>
<p>                        *.  <em>Embocar en el Aro</em> (cinco años).</p>
<p>                             Colocar en el suelo dos aros. Uno quedará cerca del niño del niño</p>
<p>                             que pasa a realizar el entrenamiento, otros más lejos. Si la música</p>
<p>                             es fuerte, con un movimiento enérgico del brazo tirará hacia el  </p>
<p>                             arco que está más lejos una bolsita que deberá quedar dentro</p>
<p>                             (puede estar llena de piedrecitas pequeñas) si la música es suave,  </p>
<p>                             el movimiento del brazo también ha de serlo y embocará en el</p>
<p>                             arco más cercano.</p>
<p>                         *. <em>¿Por qué casa pasará la pelota? </em>(cinco años).</p>
<p>                             Colocar tres aros a diferentes alturas. El juego consiste en hacer</p>
<p>                             pasar la pelota por el aro correspondiente, lanzándola desde corta</p>
<p>                             distancia. Los aros serán los que indiquen los sonidos del piano:</p>
<p>                             si son graves (bajos), pasarán por la ventana de la casa del lobo,</p>
<p>                             si son muy agudos (altos), por la casa del pajarito, y si son</p>
<p>                             medios, por la de la ardillita.</p>
<p>                             (cuatro años). Para esta edad, usar solo dos aros, uno para sonidos    </p>
<p>                             agudos y otro para graves.</p>
<p>                          *. <em>A saltar la pared</em> (cinco años).</p>
<p>                              Con tacos de madera, cajas u otro material apropiado, levantar</p>
<p>                              tres paredes: una baja, otra media y una tercera más alta. Hay que </p>
<p>                               saltarlas después de escuchar los acordes del piano, que</p>
<p>                               indicarán, según su altura, la pared que corresponda.</p>
<p>                               (cuatro años). Utilizar dos medidas: una pared alta para los</p>
<p>                               acordes agudos y una baja para los graves.</p>
<p>OBSERVACIONES DE ETHEL GONZÁLEZ GIL.</p>
<p>“Algunos de estos juegos se prestan para `pagar prenda´; esta puede aumentar el interés dando una mayor variedad”.</p>
<p>“En caso de  no tener un instrumento musical para realizar los juegos, se utilizarán instrumentos de  percusión: el tambor para los sonidos graves, el triángulo para agudos, castañuelas o palillos para medios”.</p>
<p>“Los cambios  de ritmo y de matiz se acompañarán con cualquiera de estos u otros instrumentos. Las frases melódicas pueden cantarse <em>a capella</em> (boca cerrada)”.</p>
<p>LA DURACIÓN DEL SONIDO EN EL ESPACIO ASOCIADA CON EL MOVIMIENTO DE LOS BRAZOS.</p>
<p>1.-Después de algunos ejercicios de relajación (ver “Relajación”) y unos instantes de silencio, la maestra hará oír un sonido musical muy dulce. Los alumnos alineados frente a la maestra, índice derecho en el hombro izquierdo, moverán horizontalmente y muy lentamente, el brazo derecho de izquierda a derecha, durante toda la duración del sonido.</p>
<p>La maestra frente a los alumnos sirviendo de modelo pero a la inversa: su brazo izquierdo irá de derecha a izquierda.</p>
<p>2.-Idem. Con interrupción del sonido. Los alumnos deben, a cada interrupción, suspender el movimiento del brazo y esperar atentamente la continuación del sonido para continuar el gesto.</p>
<p>A partir del silencio y después de algunos ejercicios de relajación, Mauricio Martenot, en su extraordinario sistema de Educación Musical, (LIVRE DU MAITRE, Edit. Magnard. París) realiza interesantes ejercicios- juegos que persiguen la presentación de principios básicos del conocimiento musical en forma absolutamente <strong><em>sensorial</em></strong> y no de razonamiento. Nos permitimos ofrecer los siguientes: Edad 5 a 6 años en adelante.</p>
<ol>
<li>“EL CENTINELA” (Simplificado).</li>
</ol>
<p>       En este juego, en vez de seguir la dirección sonora con movimiento de brazos,    </p>
<p>        <em>avanzan, caminando, mientras escuchan la duración del sonido.</em></p>
<p>a)     Se pararán inmediatamente cuando el sonido cese y continuarán cuando éste prosiga.</p>
<p>Los que se equivoquen: adelantándose, dejando reavanzar, prolongando demasiado o insuficientemente la marcha, tienen que volverse al fondo del salón. (Al mismo sitio donde comenzaron). Los alumnos que tengan que devolverse menos veces al fondo de la sala son los ganadores.</p>
<p><em>VARIANTE:</em> Idem. Con sonidos determinados asignados a cada grupo.</p>
<p>Ej.: DO-MI-SOL. (Se comenzará con dos sonidos).</p>
<p>1.-Formar un cuadrado en medio de la clase así: cuatro niños cara al Este, de espaldas a:</p>
<p>Cuatro niños cara al Oeste,</p>
<p>Cuatro niños cara al norte, de espaldas,</p>
<p>Cuatro niños cara al Sur.</p>
<p>          2. Audición asignada a los grupos: do-mi-sol.</p>
<p>Así:</p>
<p>Do, para los del Norte,</p>
<p>Mi, para los del Este y el Oeste,</p>
<p>Sol, para los del Sur.</p>
<p>Cada grupo deberá avanzar mientras dure el sonido que les ha sido asignado.</p>
<p>…………………………………………………………………………………………………….</p>
<p>ATENCIÓN AUDITIVA.</p>
<p>2.</p>
<ol>
<li>Reconocimiento de sonidos  determinados.</li>
</ol>
<p>Divididos en tres grupos, los alumnos acostados o sentados, con los ojos cerrados y sus cuerpos relajados, harán unos instantes de silencio.</p>
<p>Con el piano o con la voz, la maestra hará oír tres notas musicales: (do-mi-sol). El do, lo asignará al primer grupo, el mi, al segundo y el sol al tercero. Luego hará oír uno de los tres sonidos y el grupo correspondiente deberá levantar el brazo en señal de haber reconocido su sonido y permanecerá inmóvil cuando la maestra ejecute los sonidos asignados a los otros.</p>
<ol>
<li>La altura del sonido relacionada con el gesto. Los alumnos de pie oir tres soni-</li>
</ol>
<p>      dos: uno grave, uno medio y otro agudo. En esta oportunidad, los movimientos </p>
<p>      del brazo, en sentido horizontal, estarán a diferentes alturas de  acuerdo con la  </p>
<p>      altura del sonido. Si son tres, así:</p>
<p>Do, a la altura de las rodillas.</p>
<p>Mi, a la altura de la cintura.</p>
<p>Sol, a la altura de los hombros. Si hay un cuarto sonido:</p>
<p>Do agudo, se utilizará la altura de la cabeza. (La maestra estará de frente ejecutando el juego de la misma forma).</p>
<ol>
<li>La Sirena.</li>
</ol>
<p>Imitar el sonido de las sirenas de los bomberos acompañado del gesto de las manos. El sonido bajo con las manos en el suelo que subirán simultáneamente con el sonido hasta elevar las manos y los brzos al máximo sobre la cabeza. (La Asociación del gesto y del sonido).</p>
<ol>
<li>La Bola del Sonido.</li>
</ol>
<p>Colocación: dos filas (A y B) de pie o sentados frente a frente.</p>
<p>Gesto: imitando una pelota en la mano. El primer niño a la fila A, junto con la omisión de un sonido hará el gesto de recibir la pelota y el sonido, y a su vez la lanzará al segundo niño de la fila contraria y así sucesivamente.</p>
<ol>
<li>El Acordeón (Sonido “Piano” (débil, suave) sonido “Fuerte” “Forte”).</li>
</ol>
<p>Con un movimiento de manos que simule el abrir y cerrar de un acordeón, entonar un sonido “pianísimo” al juntar las manos y aumentar la intensidad del mismo, a medida que se vaya abriendo el “acordeón” simulado con las manos.</p>
<ol>
<li>El  Eco.</li>
</ol>
<p>Dos grupos: A y B. Colocados de espalda un grupo de otro y a cierta distancia.</p>
<p>El grupo A, emite un sonido el cual deberá ser reproducido, lo más exactamente posible por el grupo B. (Podrá hacerse con varios sonidos). Este juego deberá dar la impresión de la audición de un eco.</p>
<p>María…Maríaa…Maríaaaa…aaaaaaa</p>
<ol>
<li>Las llamadas (individuales por medio de pronombres).</li>
</ol>
<ol>
<li> 
<ul>
<li>Dos grupos A y B. El primer niño de la fila A llamará por su nombre al primero de la fila B; quien contestará con la misma entonación: “Ya voy”  o  “Aquí estoy”.</li>
<li>Un nombre será repetido sucesivamente por todos los alumnos con entonaciones tan diferentes como les sea posible.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p>Ejemplo:</p>
<p>               DOLORES………..Exclamativo.</p>
<p>               DOLORES………..Imperioso</p>
<p>               DOLORES………..Suplicante</p>
<p>               DOLORES………..Admirativo, etc.</p>
<p>………………………………………………………………………………………………..</p>
<p>LAS AUDICIONES MUSICALES. </p>
<p>Alta tarea de la educación es la que se refiere a enseñar a los niños a oír música de calidad, a apreciarla y a amarla. Será uno de los medios más efectivos de afinar su sensibilidad y proporcionarle, en el futuro, un recurso espiritual invalorable.</p>
<p>Cuando los padres poseen una cultura en este campo, las audiciones que tienen lugar en el hogar adelantan la tarea y benefician al niño desde ese momento en su formación estética. En caso contrario, es a los Jardines de Infancia a quienes corresponde brindarles esa oportunidad, utilizando la música de fondo durante las actividades manuales; como señal para los cambios de actividad y los recreos; como acompañamiento en los juegos de imitación (véase capítulo titulado: Movimientos rítmicos en la interpretación de animales, oficios y elementos de la naturaleza) y como cortas audiciones musicales precedidas de una breve explicación, como por ejemplo: “Pedro y el Lobo” de Prokofiev, “el Patito Feo” y “Cuentos de la Vieja Abuela”, del mismo autor.</p>
<p>A continuación daremos una lista de obras grabadas y de fácil adquisición en el comercio:</p>
<p>-De la Suite Cascanueces de Tchaikowsky, “El Hada Confete”,”El Vals de las Flores,, “La Danza China”, “La Danza Rusa”.</p>
<p>-De los cuadros de una exposición de Mussogsky: “La Gallina y los Pollitos”, “El Paseo”.</p>
<p>-De Peer Gynt de Griegg: “Canción Salvaje”, “El Amanecer”.</p>
<p>Y otras obras como “La Sinfonía de los Juguetes” de Haydn;</p>
<p>“La Cajita de Música”, de Liadow;</p>
<p>“Barcarola” de Hoffmann,</p>
<p>“El Cisne” de Camilo Saint Säens;</p>
<p>“Canción de Cuna” de Brahams;</p>
<p>“Canción de cuna” de Mozart;</p>
<p>“Los Cantos que mi Madre me cantaba” de Dvorak;</p>
<p>“Mi madre la Oca” de Ravel;</p>
<p>“La Vals” de Ravel; </p>
<p>“El Jinete Salvaje” de Schumann;</p>
<p>“Escenas de la Niñez” de Kullak;</p>
<p>“El Rincón de los Niños” de Debussy; </p>
<p>“Mazurcas” de Chopin;</p>
<p>“Valses” de Chopin;</p>
<p>“Minuet” de Bethoven;</p>
<p>“Minuet” de Mozart;</p>
<p>Suites de danzas de Haydn;</p>
<p>“El Lago de los Cisnes”, Tchaikovsky;</p>
<p>“El Vuelo del Abejorro”, de Rimsky-Korsakow;</p>
<p>“La Bruja” de Mac Doovell;</p>
<p>“Coro de los Soldados” de Schumann;</p>
<p>“Coro de los Martillos” de la Opera “El Trovador” de Verdi;</p>
<p>Coro de los Niños Cantores, de Nuremberg;</p>
<p>“Marcha Turca, de Mozart;</p>
<p>“Marcha Militar” de Schubert;</p>
<p>“Marcha de los Soldados” de Schumann;</p>
<p>“La Gallina” de Rameau:</p>
<p>“Ofrezcámosle música a los niños desde la cuna, hasta que ellos puedan proporcionársela por su cuenta”.</p>
<p>…………………………………………………………………………………………….</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>………………………………</em></p>
<p><em>……………</em></p>
<p>Los niños hacen rueda todos con las manos atrás. Uno va dando vueltas cerca de los niños diciendo:</p>
<p>La sortja vaya y venga</p>
<p>Sin que nadie la detenga.</p>
<p>Hasta que la da a uno o se la queda él. Entonces dice con los puños levantados:</p>
<p>Perico tambor</p>
<p>¿Quién tiene la sortija?</p>
<p>El que lo adivina coge la sortija y pasa a darla a otro y así continúa el juego.</p>
<p>La sortija vaya y venga</p>
<p>Sin que nadie la detenga.</p>
<p>Inmediatamente, los que forman la rueda, tomarán el guaral (la sortija) con las manos y con los puños semicerrados, harán pasar la sortija, de mano en mano, con mucho disimulo para que el jugador que está en el centro, pendiente de descubrir quien la tiene, no pueda lograrlo…</p>
<p>Si lo logra pasará a ocupar el sitio del que tenía la sortija y éste pasará al centro del redondel, dirá su versito y recomenzará el juego.</p>
<p>………</p>
<p>Otra versión de este juego aparece en “Algunos Juegos de los Niños de Venezuela”, por Miguel CARDONA. Es la siguiente:</p>
<p>Los niños se colocan en dos filas, una frente a otra, también con las manos detrás.</p>
<p>El que tiene la sortija, va pasando cerca de los niños de una de las filas y le da a uno de estos o se la queda él.</p>
<p>Colocándose en el centro y levantando los puños cerrados pregunta a los de la otra fila:</p>
<p>Perico tambor:</p>
<p>¿Quién tiene la sortija?</p>
<p>Si alguno lo adivina, empiezan a saltar a partir de una señal que han hecho en el suelo. El que salta más lejos, coge la sortija y hace la misma operación y continúa el juego de la misma manera.</p>
<h3>Recomendaciones</h3>
<h3>EL SILENCIO Y LA PERCEPCION AUDITIVA</h3>
<h3>Consideraciones</h3>
<h3>Otros juegos de silencio y</h3>
<h3>AUDICIONES MUSICALES</h3>
<h3> Consideraciones</h3>
<h3>Sugerencias de autores y obras</h3>
<h3>RITMO</h3>
<h3>Consideraciones</h3>
<h3>Ejemplos de ejercitación rítmica en juegos tradicionales de la Primera Infancia</h3>
<h3>Palmaditas</h3>
<h3 style="text-align:justify;">Banda Rítmica. Algunos instrumentos tradicionales venezolanos. Instrumentos elementales de fácil construcción.</h3>
<p><span style="color:#ff0000;">PALMADAS.</span></p>
<p style="text-align:justify;">El acompañamiento de diversos ritmos con palmadas es un ejercicio muy importante en la educación rítmica. Por ejemplo:</p>
<p style="text-align:justify;">1º -Acompañamiento del tiempo de marcha:</p>
<p style="text-align:justify;">1-2    1-2  1-2  (2/4) negras</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">2º-Acompañamiento en tres tiempos:</p>
<p style="text-align:justify;">1-2-3      1-2-3  1-2-3  (3/4)</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">3º-Acompañamiento en cuatro tiempos:</p>
<p style="text-align:justify;">1-2-3-4    1-2-3-4  (4/4) negras</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">4º.Acompañamiento en tres tiempos (corcheas.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">5º-Marchar y acompañarse con palmadas.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">6º-Cantar una canción conocida y acompañarla con palmadas.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">7º-La maestra cantará interiormente una canción conocida de todos y la hará oír solamente con el acompañamiento de palmadas, el cual les hará descubrir cual es la canción que tratan de presentarles.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">8º-Las consignas habladas acompañarlas con palmadas.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">9º-Utilizar los pies para acompañar consignas, adivinanzas, coplas y canciones, acompañadas con palmadas.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">10º-Realizar combinaciones con grupos que canten, otros acompañarán con palmadas mientras otros marcarán los tiempos fuertes con la cabeza, otros con palmadas en los muslos y otros con los pies.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Muchas combinaciones podrán hacerse, en forma progresiva, a medida que vayan dominando los primeros ejercicios. Al lanzar la maestra una fórmula rítmica por medio de palmadas, los niños deberán repetirla y luego de haberse ejercitado bien en este juego, uno de ellos lanzará una propia, que será palmeada por sus compañeros. Cada uno a su turno hará lo mismo con una diferente, lo que les permitirá ejercitarse y dar curso a su posibilidad creadora.</p>
<p style="text-align:justify;">Las palmadas pueden lograr efectos de color y de timbre de acuerdo a la colocación de las manos. (La relajación antes de empezar es muy importante).</p>
<p style="text-align:justify;">Con las manos extendidas o planas, se produce un golpe brillante.</p>
<p style="text-align:justify;">Con las manos huecas, el sonido resulta opaco, sordo.</p>
<p style="text-align:justify;">Los cuatro dedos de una mano sobre la palma superior de la otra, ofrecerán un sonido agudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Batir palmas más arriba de las rodillas y en los muslos, es otra forma de acompañamiento rítmico corporal.</p>
<p style="text-align:justify;">Pueden lograrse matices también con el palmeo. La intensidad del golpe, la fuerza de una mano contra la otra, en cada una de estas descritas, permite la matización “fuerte”, “medio fuerte”, y “pianísimo”.</p>
<p style="text-align:justify;">Hemos comprobado que con el “material sonoro” que nos proporciona nuestro cuerpo podemos producir ritmo y melodía: con la voz la melodía, con las manos y los pies el acompañamiento. Con los brazos, la cabeza y el tronco podemos marcar los tiempos fuertes y aún el ritmo y si agregamos el gesto nos acercaremos al arte de la danza.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">ORQUESTA O BANDA RITMICA.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Lugo de enseñarles a utilizar los instrumentos de su cuerpo, les presentaremos para su aprendizaje, los instrumentos de de las bandas rítmicas: tambores, triángulos, claves, panderos, platillos, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">En el dibujo adjuntos marcado con el Nº 1, 2 y 3, están las CHARRASCAS de metal, cacho y madera. Como se observa en el dibujo, tienen una parte rayada transversalmente la cual se frota al ritmo de lo que se desea acompañar, con un clavo largo. Para los niños pequeños sería conveniente hacerles redondear la punta del clavo.</p>
<p style="text-align:justify;">Con el Nº 4 está marcada la SONAJA: paleta de madrea con grupitos de tapas de refrescos atravesados con clavos que les dejen cierta libertad para sonar al ser movidas para arriba y para abajo. Con la mano derecha se mueve el instrumento golpeándolo sobre la mano izquierda.</p>
<p style="text-align:justify;">La TAMBORA, marcada con el número 8. Barrilito sin tapa ni fondo y en su lugar dos parches atados con bejuco. “La atadura suele presentar dos aspectos: el de aro parche con parche o el de trenzas parche con parche, directo, con las cuerdas pasadas por huecos abiertos en el mismo parche”. (Liscano. “Folklore y Cultura”.)</p>
<p style="text-align:justify;">El FURRUCO está marcado con el número 7. Los furrucos se hacen de 30 centímetros de alto o poco más, utilizando como cuerpo del instrumento una caja de madera similar al cuerpo de las tamboras. En San Fernando (estado Apure) se ven furrucos hechos con una tapara grande. En Barlovento los hacen a veces del grosor de los tambores redondos, con madera de “<strong><em>lano</em></strong>”. El único parche de estos membráfonos se ajusta con guaral o se clava y se atraviesa con una larga varilla que se amarra al instrumento, o bien se sostiene parada sobre el parche (Excepcionalmente se usan dos varillas). (Isabel Aretz de “Cantos Navideños en el Folklore Venezolano”).</p>
<p style="text-align:justify;">La fotografía marcada con el número 10, representa un aguinaldero con su  CHINECO. Veamos la descripción que hace Isabel Aretz de este instrumento en el libro antes mencionado: “El CHINECO se fabrica con un palo de un metro y medio o dos de largo, en cuya parte superior se clavan varias medias lunas de latón, de las cuales se cuelgan pequeños recortes de lata y largas cintas de colores. O bien el palo se atraviesa por otro en forma de cruz, del cual se cuelgan los adornos y sonajas (Gajillo). “Este instrumento se golpea rítmicamente contra el suelo y se sacude en el aire”.</p>
<p style="text-align:justify;">Las MARACAS todos las conocemos. Para los niños pequeños es más fácil golpearlas contra las piernas. La de sonido más fino con la mano derecha y la más ronca del lado izquierdo. Si están parados, en los muslos laterales y si sentados, sobre las piernas más arriba de las rodillas.</p>
<p style="text-align:justify;">Platillos, triángulos y claves, pertenecen a los instrumentos internacionales, que componen las Bandas Rítmicas.</p>
<p style="text-align:justify;">Las CLAVES, o palitos marcados con el número 9 en el dibujo, deben ser confeccionados en madera dura: jabillo, por ejemplo y pueden tener 20 cms. de longitud por 15 mm de diámetro aproximadamente. Una clave con la mano derecha, golpeará a la otra que está sostenida por la mano izquierda.</p>
<p style="text-align:justify;">El TRIÁNGULO es de metal y suspendido de un hilo por la mano izquierda, es percutido con una varillita de metal o con una baqueta.</p>
<p style="text-align:justify;">Los PLATILLOS, otro instrumento universal de gran antigüedad, puede improvisarse fácilmente con dos tapas iguales de una pailas de cocinar.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Este tipo de instrumentos de fácil confección y económicos, pueden ser los siguientes:</span></p>
<p style="text-align:justify;">CUCHARAS: dos, una contra otra golpeadas con ambas manos. O también: una sostenida con la izquierda mientras la otra sujeta con la derecha, la golpea.</p>
<p style="text-align:justify;">TAMBORES: latas redondas de café o de galletas, bien tapadas se percuten con palitos o baquetas.</p>
<p style="text-align:justify;">SONAJAS: a cajas vacías de leche pasteurizada se agrega maíz a una, garbanzos a otra y arroza a la tercera. Se sujeta con teipe la tapa y se mueve al ritmo de lo que se quiera acompañar.</p>
<p style="text-align:justify;">Parecido a estas sonajas son los:</p>
<p style="text-align:justify;">CILINDROS MONTESSORI: María Montessori en 6 cilindros da cartón encerraba diferentes cuerpos que producen diferentes sonidos entre si. Estos sonidos también difieren em intensidad y los más débiles apenas son perceptibles.</p>
<p style="text-align:justify;">BOTELLAS: siete botellas, la primera vacía y el resto se va llenando con distinta cantidad de agua en forma progresiva hasta lograr las siete notas de la escala. (Para los niños pequeños es más fácil utilizarlas como instrumento de percusión solamente).</p>
<p style="text-align:justify;">CAJA DE CUERDAS: con una caja de zapatos a cuya tapa le hemos recortado un redondillo y la hemos vuelto a colocar como tapa asegurándola bien con teipe a su otra parte, le atravesaremos varias ligas de todo tipo a lo largo de la caja, pasándolas por el hueco y lograremos un muy elemental “instrumento de cuerdas” para nuestra banda improvisada. (Esto también podremos hacerlo con una lata rectangular de galletas y nos quedará más resistente).</p>
<p style="text-align:justify;">CAMPANILLAS: “serie de campanillas con diferentes semi-tonos, cuartos y octavos de tono, para juntar por pares”. Edgard Willems: “Preparación musical de los más pequeños”. Estas campanitas serían un buen complemento para nuestra banda rítmica.</p>
<p style="text-align:justify;">Y para finalizar este capítulo terminaremos con un consejo de Willems muy importante para la educación rítmica del niño pequeño: (pag. 90 de la ob. cit. en el párrafo anterior). “Cuando un ritmo ha sido mal repetido, no siempre es necesario reprender al niño. ¡DE NINGUN MODO! Podemos decir, por ejemplo: “Aline acaba de hacer otro; también es bonito, repítelo”.  Después se invita a los demás a ejecutar ese ritmo. La pequeña Aline está orgullosa de su descubrimiento en lugar de sentirse humillada, y todo se resuelve de la mejor forma. Por otra parte, al comienzo, nuestra intención no es ante todo HACER BIEN sino HACER.</p>
<h3>GIMNASIA RECREATIVA.</h3>
<h3> Consideraciones y primeros ejercicios</h3>
<p style="text-align:justify;">1º.-Estamos en un campo sembrado de naranjos. Los árboles cargados de fruta y todos intentamos empinarnos para alcanzarlas. Así una vez con la mano derecha y otra con la izquierda, logramos obtener muchas naranjas… (En esta forma lograremos el máximo estiramiento de piernas, tronco y brazos).</p>
<p style="text-align:justify;">2º.-Se han caído esas naranjas, vamos a recogerlas. Esas frutas imaginarias son recogidas por todos y colocadas dentro de una cestita, real o imaginaria, que reposa sobre las cabezas, sujeta con una de las manos, mientras la otra recoge la naranja y la coloca en la cesta.</p>
<p style="text-align:justify;">Una vez terminada la tarea, se colocarán las cestas a orillas del salón.</p>
<p style="text-align:justify;">3º.-¿Son dulces las naranjas? –Si- dicen con el gesto: un movimiento de cabeza afirmativo, cabeza atrás y adelante, arriba y abajo varias veces.</p>
<p style="text-align:justify;">4º.-¿Les gustan las frutas amargas? –Noo!!! Con un movimiento de cabeza harán girar el cuello de derecha a izquierda y de izquierda a derecha, expresando con ello un gesto negativo.</p>
<p style="text-align:justify;">5º.-¿Saben ustedes como se duerme al bebé? La maestra hará el gesto: la mano derecha sobre el brazo izquierdo y la mano izquierda sobre el brazo derecho, la cintura gira de derecha a izquierda, mientras los brazos acunan al bebé. Puede tararearse una canción de cuna mientras con ambas manos se acuesta al bebé en su cuna imaginaria (al lado izquierdo de cada uno de los niños).</p>
<p style="text-align:justify;">6º.-¿Quién ha visto gatear un bebé? ¿Quieren hacerlo? La maestra hará la demostración. Todos gatearán por unos instantes.</p>
<p style="text-align:justify;">7º.-Sería bien bueno acostarnos a descansar bien relajados, bien flojos. Cerraremos los ojos como si fuéramos a dormir…Después.</p>
<p style="text-align:justify;">8º.-¿Quieren ver cómo se mueve un barco? La maestra con los brazos caídos mueve el tronco hacia los lados e invita a imitarla.</p>
<p style="text-align:justify;">Había una vez</p>
<p style="text-align:justify;">un barquito chiquitito.</p>
<p style="text-align:justify;">Había una vez un barquito chiquitito.</p>
<p style="text-align:justify;">Había una vez un barquito chiquitito,</p>
<p style="text-align:justify;">que no podía,</p>
<p style="text-align:justify;">no podía,</p>
<p style="text-align:justify;">no podía navegar.</p>
<p style="text-align:justify;"> 9º.- No hemos terminado de imitar al barco cuando vemos una bandada de patos que se acerca a tomar agua en la laguna. Imitémosles:</p>
<p style="text-align:justify;">Todos en cuclillas con las rodillas un poco hacia fuera y moviendo los codos hacia adentro y hacia fuera, imitaremos la marcha de los patos, mientras se oye una voz que canta:</p>
<p style="text-align:justify;">Patito</p>
<p style="text-align:justify;">patito</p>
<p style="text-align:justify;">color de café</p>
<p style="text-align:justify;">¿por qué estás tan triste?</p>
<p style="text-align:justify;">quisiera saber.</p>
<p style="text-align:justify;"> Ya los patos estaban bebiendo agua cuando llegamos nosotros a la laguna. Beberemos tratando de imitarlos, apoyaremos rodillas y manos en el suelo para sostenernos y alargaremos el cuello moviendo la cabeza al tragar con ese movimiento tan característico de su especialidad. Todos simularemos estar bebiendo y al terminar, nos sentaremos un ratico a descansar.</p>
<p>Continúa…</p>
<h3>  Otras marchas</h3>
<h3>JUEGOS DE IMITACION CON FONDO MUSICAL</h3>
<h3>Imitación de animales y elementos de la naturaleza rítmicamente</h3>
<h3>Determinación de autores de la música de fondo y</h3>
<h3>Juegos de imitación de oficios</h3>
<h3>GESTO Expresivo</h3>
<h3>Opiniones</h3>
<h3>Consideraciones</h3>
<h3>Juegos</h3>
<h3>   Escenificaciones</h3>
<h3>Movilidad facial</h3>
<h3>Gestos en Relación a otros la sensación y</h3>
<h3>CANTO</h3>
<h3>Respiración</h3>
<h3> La voz</h3>
<h3>Relajación</h3>
<h3>Normas para el canto</h3>
<h3>EL ARTE Y EL NIÑO</h3>
<h3>   Opiniones</h3>
<h3>EL NIÑO Y LA POESÍA</h3>
<h3>   Opiniones</h3>
<h3>Normas y Consideraciones</h3>
<h3>Poesías de Niños</h3>
<h3>Poesías de adultos</h3>
<h3>Una carta</h3>
<h3>Trabalenguas</h3>
<h3>EL NIÑO Y EL FOLCLORE</h3>
<h3>   Algunos juegos tradicionales para la Primera Infancia</h3>
<h3>Adivinanzas</h3>
<h3>Canciones de cuna</h3>
<h3>Aguinaldos</h3>
<h3>Cuentos de nunca acabar</h3>
<h3>Refranes</h3>
<h3>TÍTERES</h3>
<p>Hacer un títere en casa no es dificil.</p>
<p style="text-align:justify;">Por: Morita Carrillo (tomado de “El Nacional”)</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">“Una nueva actividad nos sale al paso. Vamos a preparar una función de títeres. Estos títeres de guante, tan accesibles, accionados a mano, que constan, como bien sabemos, de cabeza que puede ser de pasta de papel, de cartón, de tela ahuecada con tubo de cartulina, etc. Los brazos son ahuecados con tubitos de cartulina, y como ya se sabe, no tienen cuerpo sino vestimenta, que se llena con las manos de quien las acciona.</p>
<p style="text-align:justify;">Las cabezas las preferimos de pasta de papel, porque se prestan más para que el niño de salida a su impulso creador, sirviéndole por tanto la actividad de diversión y enseñanza.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">El procedimiento es el siguiente:</p>
<p style="text-align:justify;">Se toma un rollo de papel sanitario y se desmenuza, dejándolo en agua en día anterior. Al día siguiente se escurre (si se prefiere pasándolo por un colador) y se exprime, hasta sacarle toda el agua que contenga. Ya tendremos preparado un poco de engrudo, (que no esté apelotonado, más bien “suelto”), con el cual se amasará la pasta de papel, hasta lograr una masa bastante homogénea…</p>
<p style="text-align:justify;">Ya tenemos listo el material básico, comencemos pues a modelar las cabezas. Tomemos la cantidad de pasta que consideremos suficiente y demos comienzo al trabajo. Desde el principio, se introduce dentro de dicha masa, la parte superior de los dedos índice y del medio (recuérdense que las cabezas han de ser huecas). Lo que se refiere al personaje en sí, facciones, expresión, etc., es lo menos que debe preocuparnos, porque los niños son grandes creadores, que traban sin prejuicios y tienen un profundo sentido de la simplificación de los problemas.</p>
<p style="text-align:justify;">Ya están las cabezas modeladas y cada una presenta características muy distintas. ¡Claro! Hay varios niños trabajando y cada uno ha puesto a valer su fuerza creadora. Tenemos payasos, conejos, abuelitas, abuelitos, un rey, una joven mamá, un panadero, un doctor, en fin, variados personajes de cuentos, y muchos animales humanizados.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta pasta de papel se seca muy lentamente al sol, así que es preferible utilizar el horno. Cuando estén bien secas, viene una tarea muy grata para los niños: ¡a pintarlas! Y que bien quedan, si los pequeños, con esa desbordante potencia que les caracteriza, las multicolorean bellamente. Muchos colores, muchos pinceles, nada de coacción adulta y se lograrán verdaderas creaciones.</p>
<p style="text-align:justify;">El traje es una túnica de una sola pieza, preferiblemente de fieltro, que se podrá sostener del cuello del títere, porque al modelarlo, marcamos allí, precisamente una cinturilla a tal fin. Dentro de las mangas de la túnica, se introducen dos tubitos de cartulina –donde quepan los dedos- previamente untados de engrudo, al extremo de los cuales se coserán las manos, cortadas de fieltro rosado o simplemente al gusto del pequeño hacedor. Es recomendable que el traje se ajuste al cuello con un cordelito corredizo, para que luego resulte fácil cambiar de indumentaria al personaje o asearle las ropas. Si los niños así lo desean, fabricarán  gorritas, sobreros, cachuchas, cucuruchos, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Ya está listo el títere, a introducir dentro de la mano, haciendo uso de los dedos así: el dedo índice, para accionar la cabeza; y lod dedos pulgar y del medio, para los brazos. Ya adquiere vida, ya goza del movimiento que le imprime la mano de un niño: es alegre, simpático…y solo le falta la facultad de palabra. Pero la imaginación infantil comienza a trabajar, a idear diálogos, a infundirle el aliento de su voz…”</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">FUNCION DE TITERES EN CASA.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos permitimos reproducir de este trabajo de Morita Carrillo –continuación del anterior- únicamente la parte que consideramos va de acuerdo con la mentalidad preescolar. El resto, incluyendo “El Mundo al revés”, lo reservaremos para el segundo tomo de estas recopilaciones, el cual estará dedicado a la próxima edad escolar.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">“Ya tenemos listo el retablillo. Ha sido hecho de madera, y ha resultado lo bastante fuerte, como para que no se esté tambaleando durante la función. Tiene hermosas cortinas corredizas de colores vivos. Imaginemos que ya está el patio repleto de niños, todos alborotados, bullangueros…y dentro del retablillo, los titiriteros. Se ha trabajado en equipo, de tal forma, que los diálogos fueron creados por varios niños. Han extraido aconteceres de la vida diaria. Los diálogos son pues un producto de sus experiencias. Algunos tienen gran sentido del humos ye intercalan graciosas escenas.</p>
<p style="text-align:justify;">Recuerden que los niños se sienten muy regocijados cuando se identifican con los personajes, así que no nos extrañe que al correrse el telón aparezca un grupo de muchachitos alrededor de un maestro. Los titiriteros se ingeniarán para simular el ambiente escolar. Supongamos que la pieza a realizarse se llame “El mundo al revés” (Compréndase que tratamos de crear una situación, solo para ejemplificar con algo concreto, pero no se olvide que una de las finalidades del Teatro para títeres, es hace que los niños creen, por tanto, si ya crearon los títeres, ahora a idear situaciones. Los animales se prestan para las más variadas actividades. Pueden los personajes humanos hacerles preguntas y ellos responder. Y este tipo de diálogo podrí resultar muy educativo, porque los niños tendrían que investigar, de acuerdo con la pregunta, para responder correctamente. A pesar de esto téngase presente que la primera intención es la recreativa. No obstante, los niños podrían aprender sin darse cuenta de que lo hacen, puesto que dentro de ellos crece en tal forma el sentido de responsabilidad, que se sienten obligados a quedar muy lucidos. Así podrán preguntar al conejo, por qué brillan sus ojos como pequeñas lámparas, y por qué es tan alegre y saltarín…Y el conejo hablará de las virtudes de la zanahoria, de la lechuga, avena y otras cosas que entran en su dirio menú. Todas estas contestaciones, será indispensable que las dé el animalito, en medio de saltos, canturreos e interrupciones diversas, para evitar la monotonía. Al final –y para que no falten los seres alados- podrá aparecer el Hada de los libros, y con su varita mágica dormir a todos en escena, cubriéndolos con leves y coloridazas gasas.</p>
<h3>SUPLEMENTO DE MÚSICA</h3>
<h3>   Teru</h3>
<h3>Por el Puente</h3>
<h3>Antón Pirulero</h3>
<h3>Mis Manitas</h3>
<h3>El Tambor y la Campana</h3>
<h3>Los Soldados</h3>
<h3>Canción de los Enanos</h3>
<h3>Gatos y Caballos</h3>
<h3>El Pecesito</h3>
<h3>Tazón de leche</h3>
<h3>TRADICIONALES VENEZOLANOS</h3>
<h3>El Pilón (folklórico)</h3>
<h3>Pico Pico</h3>
<h3>Los Chimichimitos</h3>
<h3>Riqui-ran</h3>
<h3>Doñana</h3>
<h3>Palomita Banca</h3>
</h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Instrumentos de percusi&oacute;n]]></title>
<link>http://sinalefa2.wordpress.com/2009/11/11/instrumentos-de-percusin/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 23:01:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>sinalefa</dc:creator>
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<description><![CDATA[Los instrumentos de percusión son aquellos que producen sonido cuando son excitados por percusión di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Los instrumentos de percusión son aquellos que producen sonido cuando son excitados por percusión di]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[GPS, um falso amigo]]></title>
<link>http://boppe.wordpress.com/2009/11/10/gps-um-falso-amigo/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:00:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>boppë</dc:creator>
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<description><![CDATA[Durante as duas semanas em que estive de férias, em outubro, usei com freqüência o GPS que comprei e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Durante as duas semanas em que estive de férias, em outubro, usei com freqüência o GPS que comprei e]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[geometrías]]></title>
<link>http://pintaloretta.wordpress.com/2009/10/26/geometrias/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:25:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>lorelaoli</dc:creator>
<guid>http://pintaloretta.wordpress.com/2009/10/26/geometrias/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-65" title="geomtr_bco_2006_2" src="http://pintaloretta.wordpress.com/files/2009/10/geomtr_bco_2006_2.jpg" alt="geomtr_bco_2006_2" width="510" height="493" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-66" title="geomtr_bco_2006" src="http://pintaloretta.wordpress.com/files/2009/10/geomtr_bco_20061.jpg" alt="geomtr_bco_2006" width="510" height="510" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-68" title="geomtr_bco_2006_2" src="http://pintaloretta.wordpress.com/files/2009/10/geomtr_bco_2006_21.jpg" alt="geomtr_bco_2006_2" width="510" height="493" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El triangulo de la sabiduria antigua.]]></title>
<link>http://librattus.wordpress.com/2009/10/22/el-triangulo-de-la-sabiduria-antigua/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 21:59:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>librattus</dc:creator>
<guid>http://librattus.wordpress.com/2009/10/22/el-triangulo-de-la-sabiduria-antigua/</guid>
<description><![CDATA[Pues bien este relato de ciencia ficción se me vino a la mente, y decidí que todo lo que se me vinie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Pues bien este relato de ciencia ficción se me vino a la mente, y decidí que todo lo que se me viniera a la mente tendría que escribirlo en mi blog, no fuera a ser que estuviera desperdiciando alguna información de utilidad, lo dividiré por capítulos y los publicare periódicamente hasta terminar este pequeño y por demas ocurrente proyecto, saludos amigos, conocidos y desconocidos fortuitos que decidieron que era un buen día para visitar mi blog o que llegaron por mera casualidad.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> <strong>El triangulo de la sabiduría antigua. Capitulo 1.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Eran las 8 de la noche, en aquel tranquilo pueblo del área rural del estado de Morelos, hacia unas pocas horas que el sol había abandonado la región del altiplano mexicano, Jacinto un campesino local, terminaba de meter sus ovejas al corral de troncos improvisados de huizache, cuando de pronto escucho un zumbido intermitente que provenía de unos matorrales cercanos a su pintoresca casa de adobe. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">No lo dudó ni un segundo, avalentado con un machete oxidado, se dispuso a explorar aquella anomalía, no permitiría que nada ni nadie atacara su ganado casi sagrado que le había costado interminables jornadas de trabajo, sudor y sangre en ranchos ajenos donde dejó una parte de su alma. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Al acercarse de forma cautelar al origen del zumbido observó que entre unos matojos de hierba se divisaba un extraño resplandor verde, pensó “que chingados será eso” empezó a separar la hierba seca cuando de pronto le sobrevino un grito de angustioso dolor algo le había quemado la mano y le daba pavor no saber que fue. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Se dijo así mismo, “Esto me pasa por pendejo” cuando volteo para divisar bien que lo había quemado, observó que era una especie de triangulo plateado con algunos símbolos extraños que titilaban de un verde fosforescente casi plutónico, Jacinto en toda su vida nunca había tenido la oportunidad de encontrarse en una situación tan aterradora como la que le estaba aconteciendo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Pensó, “sea lo que sea, algo debe de valer esta cosa, seguro que lo podre vender como chatarra, un dinerillo extra no me vendría nada mal” así que sacándose un morral doblado que traía en su grueso cinto piteado con gallos grabados a los costados como un motivo decorativo, procedió a guardar aquel artilugio desconocido para poder venderlo en el pueblo. Pero cuando estaba tocándolo, una extraña luz verde se le metió por el brazo poniéndole todos los pelos de punta, aunado a una carne de gallina de esas que sientes cuando crees que estas jodido, Jacinto sintió como si las vísceras le fueran a explotar de un momento a otro, sus ojos se tiñeron de un verde neblinoso, ahí fue cuando empezó a escuchar el maldito zumbido de nuevo, solo que ahora procedía de las entrañas de su cabeza, fue tan fuerte que pensó su cholla le estallaría en mil pedazos, así como en tiempos de su niñez hacia estallar naranjas que rellenaba él mismo de pólvora prieta que se robaba de la tienda rural en la que trabajaba; Aquel zumbido infernal le hizo perder el sentido, solo Dios sabría cuantas horas paso inerte entre las hierbas secas de aquellas tierras frías.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="http://librattus.wordpress.com/files/2009/10/campesino-mexicano.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-617" title="campesino mexicano" src="http://librattus.wordpress.com/files/2009/10/campesino-mexicano.jpg" alt="campesino mexicano" width="483" height="642" /></a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Passeio da moda pelo centro de SP]]></title>
<link>http://pencefundamental.wordpress.com/2009/10/20/passeio-da-moda-pelo-centro-de-sp/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 22:33:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>pencefundamental</dc:creator>
<guid>http://pencefundamental.wordpress.com/2009/10/20/passeio-da-moda-pelo-centro-de-sp/</guid>
<description><![CDATA[Oi gente, tudo bem? Ontem, fiz um passeio que é uma ótima opção para quem gosta de moda e também de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Oi gente, tudo bem? Ontem, fiz um passeio que é uma ótima opção para quem gosta de moda e também de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cartaz]]></title>
<link>http://ewerson.wordpress.com/2009/10/19/cartaz-2/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 13:09:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ewerson Dela Torres</dc:creator>
<guid>http://ewerson.wordpress.com/2009/10/19/cartaz-2/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-270" title="CARTAZ_64X45cm" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/cartaz_64x45cm.jpg" alt="CARTAZ_64X45cm" width="500" height="351" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Outdoor]]></title>
<link>http://ewerson.wordpress.com/2009/10/19/outdoor/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 13:04:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ewerson Dela Torres</dc:creator>
<guid>http://ewerson.wordpress.com/2009/10/19/outdoor/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-262" title="outdoor 2" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/outdoor-2.jpg" alt="outdoor 2" width="495" height="165" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-263" title="outdoor 3" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/outdoor-3.jpg" alt="outdoor 3" width="495" height="165" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-264" title="outdoor 4" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/outdoor-4.jpg" alt="outdoor 4" width="495" height="165" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-265" title="outdoor" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/outdoor.jpg" alt="outdoor" width="495" height="165" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Banner]]></title>
<link>http://ewerson.wordpress.com/2009/10/19/banner-3/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 12:58:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ewerson Dela Torres</dc:creator>
<guid>http://ewerson.wordpress.com/2009/10/19/banner-3/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-255" title="banner 1x2 3 e 4" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/banner-1x2-3-e-4.jpg" alt="banner 1x2 3 e 4" width="350" height="700" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-256" title="banner 1x2 5 e 6" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/banner-1x2-5-e-61.jpg" alt="banner 1x2 5 e 6" width="350" height="700" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-257" title="banner 1x2 7" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/banner-1x2-71.jpg" alt="banner 1x2 7" width="350" height="700" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-258" title="banner 1x2 1" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/banner-1x2-1.jpg" alt="banner 1x2 1" width="350" height="700" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-259" title="banner 1x2 9" src="http://ewerson.wordpress.com/files/2009/10/banner-1x2-9.jpg" alt="banner 1x2 9" width="350" height="700" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Triângulo]]></title>
<link>http://algoritmus.wordpress.com/2009/10/12/triangulo/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 03:47:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>jcsilva</dc:creator>
<guid>http://algoritmus.wordpress.com/2009/10/12/triangulo/</guid>
<description><![CDATA[Hoje construiremos um algoritmo para um problema geométrico: dados três pontos, decidir se eles form]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hoje construiremos um algoritmo para um problema geométrico: dados três pontos, decidir se eles form]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dinossauros - cientistas - Peirópolis]]></title>
<link>http://boppe.wordpress.com/2009/09/21/dinossauros-cientistas-peiropolis/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 11:33:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>boppë</dc:creator>
<guid>http://boppe.wordpress.com/2009/09/21/dinossauros-cientistas-peiropolis/</guid>
<description><![CDATA[Revirando a internet, descobri este link abaixo, para vocês acessarem e verem o que acontecia (ou nã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Revirando a internet, descobri este link abaixo, para vocês acessarem e verem o que acontecia (ou nã]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando dois triângulos são iguais]]></title>
<link>http://ricardosandoval.wordpress.com/2009/09/17/quando-dois-triangulos-sao-iguais/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 20:31:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardosandoval</dc:creator>
<guid>http://ricardosandoval.wordpress.com/2009/09/17/quando-dois-triangulos-sao-iguais/</guid>
<description><![CDATA[Em problemas de geometria em geral não temos todos os comprimentos ou ângulos mas costumamos ter alg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em problemas de geometria em geral não temos todos os comprimentos ou ângulos mas costumamos ter alguns deles.</p>
<p>Por exemplo: É possivel saber se dois triângulos numa figura são iguais mesmo sem ter todas as medidas? Repare que os triângulos podem estar girados ou refletidos o que dificulta o problema.</p>
<p>Ou seja: Que tipo de informação eu preciso saber para poder dizer: &#8220;Aahh então esses triângulos <strong>tem</strong> de ser iguais!&#8221; ?</p>
<p>Mudando um pouco a pergunta, que será mais útil em seguida:</p>
<p><strong>Com que informações podemos construir somente um triângulo?</strong> (Logo os dois triângulos tem que ser iguais)</p>
<p><em>(Faz parte da filosofia espere o pior?)</em></p>
<p>Ex. Ter dois lados é suficiente?</p>
<p>Não, porque podemos variar o ângulo entre os lados e criar triângulos diferentes.</p>
<p>Então dois lados e o ângulo entre eles deve ser o suficiente certo?</p>
<p>Sim, de fato é. O lado oposto pode ser achado por Lei dos Cossenos e os outros ângulos por Lei dos Senos.</p>
<p>Este é o chamado <strong>&#8220;caso LAL&#8221;</strong> (Lado, Ângulo entre eles, Lado)</p>
<p>Três lados em comum também é suficiente certo?</p>
<p>Sim, também. Os cossenos dos ângulos (e no caso, os ângulos) podem ser achados por Lei dos Cossenos.</p>
<p>Este é o <strong>&#8220;caso LLL&#8221;</strong>.</p>
<p>Três ângulos em comum é o suficiente?</p>
<p>Não, ao aumentarmos um triângulo (todos os lados proporcionalmente) mantemos os ângulos!! Logo, podemos criar triângulos diferentes com os mesmos ângulos. Isto é o que chamamos de semelhança de triângulos.</p>
<p>Mas e três ângulos e um lado?</p>
<p>Sim, se o lado em comum for o oposto ao mesmo ângulo. Na verdade, como a soma dos ângulos de um triângulo é sempre 180 graus se dois ângulos são iguais o terceiro (o que falta para completar 180 graus) também é.</p>
<p>Este é o <strong>&#8220;caso ALA&#8221;</strong>.</p>
<p>Caso precisemos podemos achar os outros lados por Lei dos Senos. </p>
<p>Faltou alguma coisa?</p>
<p>Falta um último detalhe, analisar o caso de dois lados e um ângulo <em>que não esteja entre eles</em>. Por enquanto vamos chamar isso de &#8220;Ângulo, Lado, Lado oposto&#8221;.</p>
<p>Então existe o &#8220;caso ALLo&#8221;?</p>
<p>Não, resumindo, porque o seguinte pode acontecer&#8230;<br />
<img src="http://ricardosandoval.wordpress.com/files/2009/09/all_o-52.jpg?w=300" alt="ALL_o-5" title="ALL_o-5" width="415" height="248" class="aligncenter size-medium wp-image-230" /></p>
<p><img src="http://ricardosandoval.wordpress.com/files/2009/09/all_o-62.jpg?w=300" alt="ALL_o-6" title="ALL_o-6" width="415" height="209" class="aligncenter size-medium wp-image-231" /></p>
<p>Para mais sobre isso olhe <a href="http://ricardosandoval.wordpress.com/2009/09/17/o-caso-allo/">aqui</a>.</p>
<p>Logo os casos de congruência são: <strong>&#8220;LAL&#8221;</strong>, <strong>&#8220;LLL&#8221;</strong> e <strong>&#8220;ALA&#8221;</strong>.</p>
<p>Em alguns livros aparecem mais casos de congruência, mas estes são mais resultado de grande cuidado formal do que necessidade &#8220;real&#8221;. Os três casos acima são mais do que o suficiente para o entendimento do conteúdo ou para resolver exercícios de vestibulares.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O caso ALLo?]]></title>
<link>http://ricardosandoval.wordpress.com/2009/09/17/o-caso-allo/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 20:28:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardosandoval</dc:creator>
<guid>http://ricardosandoval.wordpress.com/2009/09/17/o-caso-allo/</guid>
<description><![CDATA[Se temos um ângulo, um lado, e o lado oposto ao ângulo. É possível construir quantos triângulos dife]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Se temos um ângulo, um lado, e o lado oposto ao ângulo. É possível construir quantos triângulos diferentes com esses mesmos dados?</p>
<p>Por exemplo: ângulo 30 graus um lado adjacente 8 e o lado oposto 5.</p>
<p>Na figura a seguir já desenhamos o ângulo &#8220;30 graus&#8221; e o lado &#8220;8&#8243;.</p>
<p><img src="http://ricardosandoval.wordpress.com/files/2009/09/all_o-1.jpg?w=300" alt="ALL_o-1" title="ALL_o-1" width="360" height="230" class="aligncenter size-medium wp-image-202" /></p>
<p>Para que o ângulo seja de 30 graus o terceiro vértice tem que estar sobre a linha pontilhada. Colocamos o lado 5 mas o vértice ainda está errado!!</p>
<p><img src="http://ricardosandoval.wordpress.com/files/2009/09/all_o-2.jpg?w=300" alt="ALL_o-2" title="ALL_o-2" width="360" height="224" class="aligncenter size-medium wp-image-203" /></p>
<p>Tentando ajeitar o terceiro vértice&#8230;</p>
<p><img src="http://ricardosandoval.wordpress.com/files/2009/09/all_o-3.jpg?w=300" alt="ALL_o-3" title="ALL_o-3" width="415" height="248" class="aligncenter size-medium wp-image-204" /></p>
<p>Achamos dois lugares(vermelho) possíveis&#8230;</p>
<p><img src="http://ricardosandoval.wordpress.com/files/2009/09/all_o-4.jpg?w=300" alt="ALL_o-4" title="ALL_o-4" width="415" height="242" class="aligncenter size-medium wp-image-205" /></p>
<p>Então podemos ter o triângulo<br />
<img src="http://ricardosandoval.wordpress.com/files/2009/09/all_o-52.jpg?w=300" alt="ALL_o-5" title="ALL_o-5" width="415" height="238" class="aligncenter size-medium wp-image-206" /></p>
<p>ou o triângulo</p>
<p><img src="http://ricardosandoval.wordpress.com/files/2009/09/all_o-62.jpg?w=300" alt="ALL_o-6" title="ALL_o-6" width="415" height="200" class="aligncenter size-medium wp-image-207" /></p>
<p>Logo se dois triângulos em um figura tem em comum &#8220;ALLo&#8221; eles podem ser diferentes.</p>
<p>Logo ALLo <em>não</em> é um caso de congruência.</p>
<p><strong>Para os curiosos&#8230;</strong><br />
Mas será que para outros dados só é possível um triângulo?</p>
<p>De fato, se o ângulo for obtuso (ou reto) só te um triângulo.</p>
<p>Para o ângulo agudo temos que separar em alguns casos:</p>
<p>Se o círculo tangenciar a reta pontilhada (no exemplo acima o lado seria 4), só tem um triângulo. Quando isso acontece a linha pontilhada é tangente a circunferência neste caso o raio(o lado &#8220;4&#8243;) será perpendicular a tangente. Com um pouco de trigonometria, é possível concluir que isso acontece quando:</p>
<p>Lado oposto = (lado adjacente).(sen ângulo)</p>
<p>E se o raio do círculo for maior(ou igual) que o lado adjacente o círculo também só corta em um ponto(para o outro lado não é considerado porque o triângulo fica com o ângulo errado).</p>
<p>Analisando o lado oposto em todos os casos:</p>
<p>0&#60; Lado oposto &#60; (lado adjacente).(sen ângulo)<br />
não tem triângulo!!</p>
<p>Lado oposto = (lado adjacente).(sen ângulo)<br />
tem um triângulo.</p>
<p>(lado adjacente).(sen ângulo) &#60; Lado oposto &#60; Lado adjacente<br />
tem dois triângulos.</p>
<p>Lado adjacente <img src='http://l.wordpress.com/latex.php?latex=%5Cleq&#038;bg=ffffff&#038;fg=000000&#038;s=0' alt='\leq' title='\leq' class='latex' /> ; Lado oposto<br />
tem um triângulo</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paraíba do forró - o som das ruas]]></title>
<link>http://melnotacho.wordpress.com/2009/09/06/paraiba-do-forro-o-som-das-ruas/</link>
<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 14:43:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>zedec</dc:creator>
<guid>http://melnotacho.wordpress.com/2009/09/06/paraiba-do-forro-o-som-das-ruas/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Enquanto o gogó der, tamo no forró&#8221; Morei em João Pessoa e conheci seu Antônio – Paraíb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;Enquanto o gogó der, tamo no forró&#8221; Morei em João Pessoa e conheci seu Antônio – Paraíb]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Primera Dama de Japón secuestrada por extraterrestres]]></title>
<link>http://darksuns.wordpress.com/2009/09/04/la-primera-dama-de-japon-secuestrada-por-extraterrestres/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 10:32:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>avoner</dc:creator>
<guid>http://darksuns.wordpress.com/2009/09/04/la-primera-dama-de-japon-secuestrada-por-extraterrestres/</guid>
<description><![CDATA[La Primera Dama junto con su esposo el Primer Ministro de Japón Al próximo primer ministro de Japón,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_201" class="wp-caption alignleft" style="width: 507px"><img class="size-full wp-image-201" title="La Primera Dama junto con su esposo el Primer Ministro de Japón" src="http://darksuns.wordpress.com/files/2009/09/0293764b.jpg" alt="La Primera Dama junto con su esposo el Primer Ministro de Japón" width="497" height="298" /><p class="wp-caption-text">La Primera Dama junto con su esposo el Primer Ministro de Japón</p></div>
<p>Al próximo primer ministro de Japón, Yukio Hatoyama, se le conoce como &#8220;Alien&#8221;, sin embargo es su esposa, Miyuki, quien ha experimentado un encuentro cercano del cuarto tipo.</p>
<p>La futura primera dama asegura que hace 20 años su alma fue secuestrada por un objeto volador no identificado (OVNI) de forma triangular que la llevó a Venus.</p>
<p>&#8220;Era un lugar extremadamente hermoso; era todo muy verde&#8221;, relata la señora Hatoyama en una autobiografía publicada recientemente.</p>
<p>Las excentricidades de la esposa del futuro mandatario japonés prometen darle a la figura de la primera dama de ese país el color y protagonismo del que históricamente ha carecido.</p>
<p>Quien fuera actriz, comentarista de programas de variedad y autora de varios libros de cocina espiritual está acaparando la atención de los medios japoneses, y poco a poco de la prensa internacional, semanas antes de que el parlamento de Japón designe a Yukio Hatoyama como primer ministro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FAMOSOS NO MUNDO DA MODA Apresentadora Renata Maranhão visita Loja da Triângulo Moda em Monte Sião]]></title>
<link>http://sortimentos.wordpress.com/2009/09/01/famosos-no-mundo-da-moda-apresentadora-renata-maranhao-visita-loja-da-triangulo-moda-em-monte-siao/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 16:40:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>sortimentos</dc:creator>
<guid>http://sortimentos.wordpress.com/2009/09/01/famosos-no-mundo-da-moda-apresentadora-renata-maranhao-visita-loja-da-triangulo-moda-em-monte-siao/</guid>
<description><![CDATA[FAMOSOS NO MUNDO DA MODA Apresentadora Renata Maranhão visita Loja da Triângulo Moda em Monte Sião R]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" title="FAMOSOS NO MUNDO DA MODA &#124;&#124; Apresentadora Renata Maranhão visita Triângulo Moda &#124;&#124; Foto : Flavia Costa, Poliana Bisinoto, Renata Maranhão e Leila Barel" src="http://www.sortimentos.com/gente/renata-maranhao-visita-triangulo-moda-monte-siao-mg-a.jpg" alt="" width="505" height="300" /></p>
<p><strong>FAMOSOS NO MUNDO DA MODA<br />
<a href="http://www.sortimentos.com/gente/renata-maranhao-visita-triangulo-moda-monte-siao-mg.htm">Apresentadora Renata Maranhão visita Loja da Triângulo Moda em Monte Sião</a><br />
</strong>Renata Maranhão, âncora do jornal Leitura Dinâmica da RedeTV!,<br />
em visita à cidade de Monte Sião, MG, no último final de semana do mês<br />
de Agosto/09, se encantou com as peças que viu na vitrine da grife Triângulo Moda<br />
e acabou levando várias delas para renovar seu guarda roupa.<br />
.<br />
&#8220;Esse pit stop foi ótimo pois há tempos somos fãs de Renata&#8221; disse Flávia Costa,<br />
diretora da empresa. A jornalista prometeu voltar em breve!<br />
. <a href="http://www.sortimentos.com/gente/renata-maranhao-visita-triangulo-moda-monte-siao-mg.htm">LEIA MAIS </a>.<br />
.<br />
.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Banda Máfia]]></title>
<link>http://memoryproducoes.wordpress.com/2009/08/28/banda-mafia/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 17:10:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Memory Produções</dc:creator>
<guid>http://memoryproducoes.wordpress.com/2009/08/28/banda-mafia/</guid>
<description><![CDATA[Making of da gravação ao vivo Memory Produções Brasil na &#8220;Casa Clube&#8221;, Triangulo das Ber]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/41Oo7sVC-XY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/41Oo7sVC-XY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong><strong> Making of da gravação ao vivo</strong></strong></p>
<p><strong> </strong>Memory Produções Brasil na &#8220;Casa Clube&#8221;, Triangulo das Bermudas em Vitória &#8211; ES</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Vale a pena conferir o show da Banda Máfia.</p>
<p>www.bandamafia.com.br</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Técnicas / Finalização - Triângulo]]></title>
<link>http://meiapraia.wordpress.com/2009/07/22/tecnicas-finalizacao-triangulo/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 15:43:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edson</dc:creator>
<guid>http://meiapraia.wordpress.com/2009/07/22/tecnicas-finalizacao-triangulo/</guid>
<description><![CDATA[Vídeo Aula]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="text-decoration:underline;">Vídeo Aula</span></strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xcYuUsXGdTA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xcYuUsXGdTA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/y9Xq_v42Dlc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/y9Xq_v42Dlc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Triangulo de Oro del marketing]]></title>
<link>http://portalaltonivel.wordpress.com/2009/07/21/el-triangulo-de-oro-del-marketing/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 15:46:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>portalaltonivel</dc:creator>
<guid>http://portalaltonivel.wordpress.com/2009/07/21/el-triangulo-de-oro-del-marketing/</guid>
<description><![CDATA[Este concepto delimita una posición estratégica entre la primera y la quinta posición de los resulta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-weight:bold;">Este concepto delimita una posición estratégica entre la primera y la quinta posición de los resultados en un buscador.</span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://www.altonivel.com.mx/notas/84158-El-Triangulo-de-Oro-del-marketing-"><img style="border:0 none;display:block;text-align:center;cursor:pointer;width:468px;height:285px;margin:0 auto 10px;" title="El Triangulo de Oro del marketing - AltoNivel.com.mx" src="http://www.altonivel.com.mx/adjuntos/10/imagenes/000/121/0000121272.jpg?847517978" border="0" alt="Estrategia Marketing El Triangulo de Oro del marketing" width="468" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">El Triangulo de Oro del marketing</p></div>
<p><!--more--><br />
El <span style="font-weight:bold;">concepto </span>del &#8220;<span style="font-weight:bold;">Triangulo de Oro</span>&#8221; debe su <span style="font-weight:bold;">nombre </span>a un <span style="font-weight:bold;">estudio realizado </span>por la <span style="font-weight:bold;">compañía Eyetools</span>, por medio del cual se <span style="font-weight:bold;">determinaba </span>la <span style="font-weight:bold;">relación entre </span>los <span style="font-weight:bold;">clicks </span>y las <span style="font-weight:bold;">posiciones </span>de los <span style="font-weight:bold;">propios resultados </span>de los <a title="5 razones para invertir en buscadores - AltoNivel.com.mx" href="http://www.altonivel.com.mx/notas/23272-5-razones-para-invertir-en-buscadores"><span style="font-weight:bold;">buscadores</span></a>.</p>
<p>El llamado &#8220;<span style="font-weight:bold;">Triangulo de Oro</span>&#8221; <span style="font-weight:bold;">delimita </span>una <span style="font-weight:bold;">zona </span>o <span style="font-weight:bold;">posición estratégica </span>comprendida <span style="font-weight:bold;">entre </span>la <span style="font-weight:bold;">primera </span>y la <span style="font-weight:bold;">quinta posición </span>de los <span style="font-weight:bold;">resultados</span>.</p>
<p>En este <span style="font-weight:bold;">estudio </span>se resalta la <span style="font-weight:bold;">importancia </span>de estas <span style="font-weight:bold;">posiciones </span>en los <span style="font-weight:bold;">resultados orgánicos</span> (<span style="font-weight:bold;">No los que se pagan</span>) incluso con una <span style="font-weight:bold;">gran visibilidad </span>y <span style="font-weight:bold;">mayor efectividad</span> <span style="font-weight:bold;">superior </span>a la de los <span style="font-weight:bold;">anuncios patrocinados </span>situados en la <span style="font-weight:bold;">zona lateral derecha </span>de los <span style="font-weight:bold;">resultados</span>.</p>
<p>También <span style="font-weight:bold;">destaca </span>la <span style="font-weight:bold;">manera en </span>la que la <span style="font-weight:bold;">gente observa </span>los <span style="font-weight:bold;">resultados </span>que son <span style="font-weight:bold;">naturales</span> de los de <span style="font-weight:bold;">publicidad</span>, por lo que los <span style="font-weight:bold;">números demuestran </span>que cuanto <span style="font-weight:bold;">más arriba </span>se esté en los <span style="font-weight:bold;">resultados </span>de las <span style="font-weight:bold;">búsquedas </span>más <span style="font-weight:bold;">notoriedad alcanza </span>y que los <span style="font-weight:bold;">tres primeros</span> <span style="font-weight:bold;">resultados </span>de la parte de <span style="font-weight:bold;">publicidad </span>alcanzan la <span style="font-weight:bold;">misma influencia </span>que los resultados que da el <span style="font-weight:bold;">buscador </span>a partir de la <span style="font-weight:bold;">sexta posición</span>.</p>
<p>Ser los <span style="font-weight:bold;">primeros </span>es una <span style="font-weight:bold;">tarea </span>que <span style="font-weight:bold;">requiere </span>de <span style="font-weight:bold;">complejidad</span>, <span style="font-weight:bold;">constancia</span>, <span style="font-weight:bold;">seguimiento</span>, <span style="font-weight:bold;">conocimiento </span>del <span style="font-weight:bold;">medio </span>y el <span style="font-weight:bold;">funcionamiento </span>de las <span style="font-weight:bold;">claves </span>y <span style="font-weight:bold;">algoritmos </span>de <span style="font-weight:bold;">indexación </span>y <span style="font-weight:bold;">posicionamiento</span>.</p>
<p>Sin duda la <span style="font-weight:bold;">repercusión </span>y los <span style="font-weight:bold;">beneficios </span>de ello suponen una <span style="font-weight:bold;">ventaja competitiva </span>frente a los <span style="font-weight:bold;">medios competidores </span>y sobre todo <span style="font-weight:bold;">garantizando </span>una <span style="font-weight:bold;">presencia destacada </span>y <span style="font-weight:bold;">privilegiada </span>en <span style="font-weight:bold;">Internet </span>para <span style="font-weight:bold;">seguir evolucionando</span>, y de que mejor forma que <span style="font-weight:bold;">liderando</span> un <span style="font-weight:bold;">sector especializado</span>.</p>
<p>Con este <span style="font-weight:bold;">concepto</span>, la <span style="font-weight:bold;">importancia </span>de una buena <a title="¿SEO o una estrategia completa de E-Marketing'? - AltoNivel.com.mx" href="http://www.altonivel.com.mx/notas/21266-%C2%BFSEO-o-una-estrategia-completa-de-E-Marketing%27?"><span style="font-weight:bold;">estrategia de SEO</span></a>, <span style="font-weight:bold;">cobra </span>todo su <span style="font-weight:bold;">sentido</span>.</p>
<p>Nota Original: <a title="El Triangulo de Oro del marketing - AltoNivel.com.mx" href="http://www.altonivel.com.mx/notas/84158-El-Triangulo-de-Oro-del-marketing-">El Triangulo de Oro del marketing</a></p>
<p><span style="font-weight:bold;">Fuente</span>: <a title="Actualidad, Negocios, Dinero y Estilo de Vida - Altonivel.com.mx" href="http://www.altonivel.com.mx/">Altonivel.com.mx</a><br />
<span>www.altonivel.com.mx</span></p>
<p><span style="font-weight:bold;">Lea También</span>:</p>
<p><a title="Estrategias Marketing - Alotonivel.com.mx" href="http://www.altonivel.com.mx/notas/16767-Asesor%C3%ADa-legal-%C2%B4online%C2%B4">Asesoría legal ´online´</a></p>
<p><a title="Estrategias Marketing - Alotonivel.com.mx" href="http://www.altonivel.com.mx/notas/20220-5-errores-al-posicionar-una-Web-en-buscadores">5 errores al posicionar una Web en buscadores</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[triângulos...]]></title>
<link>http://carolsalvetti.wordpress.com/2009/07/18/triangulos/</link>
<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 21:36:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>CarolSalvetti</dc:creator>
<guid>http://carolsalvetti.wordpress.com/2009/07/18/triangulos/</guid>
<description><![CDATA[Perdida na linha divisória de cada triângulo de sua blusa de linho azul clara, pulou de um fio a out]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Perdida na linha divisória de cada triângulo de sua blusa de linho azul clara, pulou de um fio a outro até tudo se tornar plano, caiu de cima desse muro para o triângulo azul em meio a outras formas. Amelie era doce e amarga simultaneamente. Trazia o caco de vidro na ponta dos dedos e o rótulo segurando-se ao vidro marrom da garrafa de licor, que quebrou propositadamente no topo de um alguém de saias justas cinta liga batom vermelho e ar superior.<br />
Gostava da linha de dois pontos, mas ouviu por um sussurro que a forma que a continha não mais era composta de par, possuía hipotenusa e catetos. Sem saber qual ponto bebia da mesma saliva, procurou por uma reta, um ponto com rastro, um perfume perdido, um ar de mentira.</p>
<p>A cena que sucedeu coube ao desperdício que fez o crime, a vontade da revolta por algo fora da razão, se tudo que se acumula para o uso é a razão, seu crime não foi sair dessas regras monogâmicas inúteis, porém tratar Amelie como uma figuração do sistema. Desperdício é achar que 3 pontos se juntam sem consentimento, e que burlar o sistema é correto mas subjugar quem burla é burrice. Assim Amelie ganhou um beijo vermelho de olhar aberto com foco na moça de azul, aquela uma de blusa de linho. Gosto doce era assistir ao espetáculo da dramatização de personagens sendo um, e sendo roteirista anônimo desse romance barato ao mesmo tempo.</p>
<p>Até que cansou do suspense, do triângulo, dos três pontos, das reticências. Entregou para a boa moça de blusa de linho sua puta de cinta liga ensanguentada. Entregou sem o roteiro, sem conteúdo, sem assinatura. Se gostar de história será bem alimentada &#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-63" title="cintaliga" src="http://carolsalvetti.wordpress.com/files/2009/07/car9789p.jpg" alt="cintaliga" width="600" height="400" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Cómo cocinar setas?]]></title>
<link>http://sigopensando.wordpress.com/2009/07/17/idadeolla/</link>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 16:21:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>pablomauser</dc:creator>
<guid>http://sigopensando.wordpress.com/2009/07/17/idadeolla/</guid>
<description><![CDATA[Un vídeo que me ha dejado pensativo:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Un vídeo que me ha dejado pensativo:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ffDPTKn7HiY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ffDPTKn7HiY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
