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	<title>um-corpo-que-cai &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "um-corpo-que-cai"</description>
	<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 00:54:12 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Alguém Me Vigia (John Carpenter, 1978)]]></title>
<link>http://cinecafe.wordpress.com/2009/10/06/alguem-me-vigia-john-carpenter-1978/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:41:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Bakunin</dc:creator>
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<description><![CDATA[- por Guilherme Bakunin Em 1978, John Carpenter dirigiu uma das suas obras mais aclamadas, Halloween]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-762" title="Alguém me Vigia" src="http://cinecafe.wordpress.com/files/2009/09/somebody2.jpg" alt="Alguém me Vigia" width="500" height="270" /></em></p>
<p style="text-align:left;"><em>- por Guilherme Bakunin</em></p>
<p>Em 1978, John Carpenter dirigiu uma das suas obras mais aclamadas, <em>Halloween.</em> O que nem todos sabem é que o cineasta tem, no mesmo ano, um filme perdido. Escrito originalmente para o cinema mas feito para a televisão por motivos que ninguém até hoje sabe ao certo, <em>Alguém Me Vigia</em> é uma obra-prima. Em absolutamente nada fica devendo algo pra qualquer outro bom filme do gênero e qualquer outro bom filme do diretor.</p>
<p>Ao receber uma ligação de um perseguidor, Elizabeth, em desespero, se joga da janela do apartamento 4320 e comete suicídio. Algum tempo depois, Leigh Michaels, em fuga de Nova York devido a um amor não correspondido, compra o mesmo apartamento. Começa, pouco a pouco, uma perseguição psicológica que leva Leigh à beira da loucura e que irá explorar vertentes idealizadas por Hawks e Hitchcock, num suspense que é caótico e bastante psicológico.</p>
<p>Uma das belezas do filme está em sua base, sua construção. Não em relação aos plots mas aos personagens que fazem parte dele. É impossível não lembrar do Hitch, quando vemos em um filme personagens tridimensionais, com sentimentos e &#8216;issues&#8217;, que as vezes não são bem explorados mesmo, não por preguiça de quem escreve ou dirige, mas porque a vida não nos permite isso, até porque, a história é sempre contada de um ponto de vista particular da protagonista. Esta, inclusive, tem um desenvolvimento impressionante. Saiu de Nova York por uma decepção amorosa, tenta a vida em Los Angeles como mulher forte, madura e independente que é e encontra uma outra paixão, que de certa forma vai apoiá-la no mar de tortura &#8211; sempre psicológica &#8211; que está à sua espera. Durante boa parte do filme Leigh fala sozinha; está só, numa cidade estranha, em luta constante contra um psicopata e, além de tudo, foge de seus fantasmas individuais. Ainda sim, mantêm-se obstanada durante boa parte do &#8216;acontecimento&#8217;. Um desenvolvimento de personagem notável e muito bem realizado.</p>
<p>É claro que é um filme tecnicamente delimitado, por ser um trabalho da televisão. Mas quem está por trás das câmeras é John Carpenter, mente criativa. Ao invés de pirotecnia e ação, Carpenter cria um ambiente, uma atmosfera, trabalha com suspense ascendente, sem jamais deixar o ritmo cair, mesmo quando envereda pelos caminhos que dão sustância à persona de seus personagens.</p>
<p>É notável também perceber que o filme possui dois pontos de pico, ambos copiados de <em>Janela Indiscreta</em>. Não se trata de uma crítica, mas de uma observação. Tomando como base a maior e uma das mais influentes obra-primas de Hitchcock, cria um trabalho parecido, mas autoral. O primeiro pico, ocorre via telescópio no 4320, o segundo, no mesmo apartamento, numa cena caótica, megalomaníaca, remete à <em>Um Corpo que Cai</em>, <em>à Psicose</em>, à <em>Os Pássaros</em> e ao caralho a quatro, simplesmente porque é um clímax que todo o filme de suspense deve ter e que poucos &#8211; como vários do mestre gorducho &#8211; conseguem ter. O final é magnífico, o desenvolvimento é inteligente e o início é empolgante, créditos criativíssimos que delimitam e apresentam perfeitamente o campo de ação.</p>
<p><em>Alguém Me Vigia</em> firmou-se, pela sua qualidade e mesmo sendo um trabalho para a televisão, pra mim, como o filme mais fantástico de John Carpenter, que é, por sua vez, um cineasta autoral, criativo e independente do mercado, que se destaca, com toda certeza, em todos os cenários de gêneros que representa. A versatilidade do mestre é evidente, o talento pode ser visto em seu trabalho que não é passageiro, mas que se entende por quase quatro décadas de cinema fino, leve e divertido.</p>
<p>5/5</p>
<p><em>Ficha Técnica: Alguém Me Vigia (Someone&#8217;s Watching Me!) &#8211; 1978, Estados Unidos. Dir: John Carpenter. Elenco: Lauren Hutton, David Birney, Adrienne Barbeau, Charles Cyphers</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Irmãs Diabólicas (Brian De Palma, 1973)]]></title>
<link>http://cinecafe.wordpress.com/2009/09/24/irmas-diabolicas-brian-de-palma-1973/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 18:09:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Carlos</dc:creator>
<guid>http://cinecafe.wordpress.com/2009/09/24/irmas-diabolicas-brian-de-palma-1973/</guid>
<description><![CDATA[- por Luiz Carlos Freitas De Palma sempre foi um cineasta de vanguarda. E apesar de notada irregular]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-680" title="1212121212212" src="http://cinecafe.wordpress.com/files/2009/09/1212121212212.jpg" alt="1212121212212" width="500" height="260" /></p>
<p><em>- por Luiz Carlos Freitas</em></p>
<p>De Palma sempre foi um cineasta de vanguarda. E apesar de notada irregularidade em sua filmografia, todos os seus filmes (até mesmo os piores) têm algum mérito, mostras de sua inventividade. Em <em>Irmãs Diabólicas</em>, seu primeiro filme de reconhecimento mundial, ele já dava mostras do grande cineasta que viria a ser futuramente.</p>
<p>O filme tem um argumento bem simples, começando com um assassinato e convergindo rapidamente para uma trama mais sombria e “doente” (característica de quase tudo que o De Palma lançou na década de 70), envolvendo investigações e psicoses.</p>
<p>Danielle Breton (Margot Kidder) envolve-se com Phillip Woode (Lisle Wilson) e, após um jantar conturbado, com direito à briga com seu ex-marido, Emil Breton (William Finley), leva-o até sua casa onde passam a noite juntos. Na manhã seguinte, após discutir com uma mulher misteriosa (a qual descobrimos ser Dominique, sua irmã gêmea) enquanto Phillip ainda dormia, e ter uma misteriosa crise por falta de seus remédios, ela o esfaqueia brutalmente até a morte (numa cena realmente assustadora).</p>
<p>Entretanto, Grace Collier (Jennifer Salt), sua vizinha, assiste de tudo pela janela da frente e chama a polícia, que vai ao local mas acaba não encontrando nada, uma vez que os Emil aparece e limpa o local, tirando todas as evidências e escondendo o corpo antes que os investigadores cheguem. Grace, revoltada (e após ser chamada de “louca” pelos policiais) resolve partir pra uma investigação por conta própria.</p>
<p>A premissa é até interessante, no entanto seu desenvolvimento pelo roteiro deixa a desejar. A entrada efetiva de Grace na trama, com sua investigação por conta própria, faz o ritmo cair um pouco, mas nada relevante. Em suas investigações sabemos mais sobre a origem de Danielle e Dominique, além de entendermos a participação de alguns personagens importantes na trama. Suas investigações a levam (literalmente) ao inferno.</p>
<p>A bem da verdade, o roteiro é o que há de menos importante aqui. Com um bom argumento, porém mal trabalhado, sem os aprofundamentos de algumas questões, e até mesmo alguns furos, o grande trunfo de <em>Sisters</em> é ver o De Palma começando a demonstrar sua habilidade no domínio da tensão em cena, criando atmosferas de puro pavor.</p>
<p>Fazendo uso do split screen, técnica onde a tela é “dividida” ao meio, temos o pedido de socorro da vítima após o esfaqueamento por dois pontos de vista, de Danielle, dentro do quarto, e de Grace, de sua janela, permanecendo enquanto Danielle e Emil “limpam” a cena do crime e Grace liga para a polícia e segue ao apartamento dos dois.</p>
<p>A cena é breve, pouco mais de quatro minutos, mas o suficiente para nos fazer tremer na cadeira. E são nesses poucos minutos que percebemos que o talento do De Palma para construir e brincar com situações de tensão extrema é algo realmente nato. O “pesadelo” próximo ao final é realmente assustador, sem dúvida alguma o melhor momento do filme, e figura entre os mais brilhantes de sua carreira (o desfecho na “maca” é também, fácil , um dos seus mais doentios).</p>
<p>Além disso, pouco antes do crime, há uma brilhante edição que alterna Phillip comprando um bolo para sua nova “amada” e Danielle ao chão, em um colapso nervoso. O contraste fica ainda maior com a grande trilha de Bernard Herrmann (genialíssima, por sinal &#8211; remete bastante às trilhas dos grandes clássicos de horror da década de 50).</p>
<p>Outro mérito do filme é sua curta duração. Com menos de uma hora e meia, as limitações do roteiro não se fazem muito evidentes. O tempo é apenas o suficiente para permanecermos envolvidos nos acontecimentos e, completamente tensos, contando os minutos até a revelação final, que se não é das mais originais e “inesperadas”, funciona perfeitamente bem (e ainda nos guarda uma pequena “surpresa” carregada do humor negro característico desse seu início de carreira).</p>
<p>Destaque também às sempre presentes referências a Hitchcock, desde Danielle sentada no sofá onde o cadáver está escondido enquanto os policiais revistam sua casa (alguém lembrou do baú de Phillip e Brandon em <em>Festim Diabólico</em>?), passando por<em> Janela Indiscreta </em>(Grace e seus binóculos enquanto seu detetive revira a casa do Breton), além da mais direta e evidente de todas: <em>Psicose</em> (que fica bem mais clara quando temos completa certeza de quem é o assassino). À exceção de <em>Festim Diabólico</em>, os outros dois seriam revisitados posteriormente na filmografia do diretor (e de forma muito mais elaborada), respectivamente em <em>Dublê de Corpo</em> (1984) e <em>Vestida Para Matar</em> (1980).</p>
<p>Mesmo com seus defeitos, <em>Sisters</em> é um bom filme. Não fica entre os melhores do diretor, mas certamente é um fantástico início de carreira (que nem era tão “início” assim, já que ele havia feito outros quatro filmes antes desse) e, aliás, início de uma grande e, mesmo com tantos altos e baixos que estariam por vir, brilhante carreira.</p>
<p>3/5</p>
<p><em>Irmãs Diabólicas (Sisters) &#8211; 1973, EUA &#8211; Dir.: Brian De Palma &#8211; Elenco: Margot Kidder, Jennifer Salt, Charles Durning, Bill Finley, Lisle Wilson, Barnard Hughes, Mary Davenport, Dolph Sweet, Cathy Berry, Olympia Dukakis, Bob Melvin, Burt Richards, Sealo.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dublê de Corpo (Brian De Palma, 1984)]]></title>
<link>http://cinecafe.wordpress.com/2009/08/27/duble-de-corpo-brian-de-palma-1984/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:41:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Bakunin</dc:creator>
<guid>http://cinecafe.wordpress.com/2009/08/27/duble-de-corpo-brian-de-palma-1984/</guid>
<description><![CDATA[- por Guilherme Bakunin É falsa a idéia de que Dublê de Corpo é uma esmera homenagem à Alfred Hitchc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-235" title="bodydoublemax" src="http://cinecafe.wordpress.com/files/2009/08/bodydoublemax.jpg" alt="bodydoublemax" width="500" height="267" /></p>
<p style="text-align:left;"><em>- por Guilherme Bakunin</em></p>
<p style="text-align:left;">É falsa a idéia de que <em>Dublê de Corpo</em> é uma esmera homenagem à Alfred Hitchcock. É clara e livre e levemente inspirado em dois filmes do mestre (como todos devem saber, <em>Janela Indiscreta</em> e <em>Um Corpo que Cai</em>), mas isso não significa nem um pouco que o filme de De Palma esteja abaixo dessas grand masterpieces do Hitch. Muito pelo contrário, pois pra mim, <em>Dublê de Corpo</em> é (um pouco só) mais cinema. Brian De Palma, mais uma vez, avoca <em>Hitchcock</em>.</p>
<p>A verdade é que <em>Dublê de Corpo</em> é uma desconstrução completa da arte de filmar, dirigir e estar em um filme. Nada é realidade e nada é ficção, tudo é cinema. Jack Skully é um ator e está interpretando um vampiro num filme de baixo orçamento, até que numa cena, dentro de um caixão, Skylly tem um ataque claustrofóbico: distúrbio concedido por um trauma de infância, como iremos descobrir mais a frente. Dispensado mais cedo do trabalho, volta pra casa e encontra a mulher na cama com outro homem. Desempregado, sem casa e sem família, Skully recebe o apoio repentino de uma nova amizade. Sam Bouchard, também ator, oferece ao amigo um apartamento para morar, pra passar uns dias. No apartamento, Skully se coloca na posição &#8216;<em>voyeurítica</em>&#8216; do espectador, ao observar através das <strong>LENTES</strong> de um telescópio, uma espécie de show erótico da vizinha. Mais uma das poderosas metalinguagens do filme, dessa vez fundamentada pelo <em>Janela Indiscreta</em>, aspecto deste filme que De Palma toma para seu próprio e, com imagens poderosas, atinge o fim pretendido.</p>
<p>Como fim, De Palma pretendeu fazer mágica. Porque essa é a única palavra que pode descrever de fato a experiência de <em>Dublê de Corpo</em>. As lentes, tanto a artificial como as naturais &#8211; os olhos &#8211; de Jack Skully não visam apenas um mistério real. Estão vendo, na verdade, uma história orquestrada, nos mínimos detalhes, por alguém. Jack Skully é nós, está assistindo a um filme, uma peça preparada apenas pra ele. Esse é o primeiro reflexo. Outra atitude do cineasta em <em>Dublê de Corpo</em> é destruir absolutamente a realidade dentro de um filme. Nos créditos iniciais, não estamos vendo apenas um vampiro encaixotado, estamos vendo alguém filmando esse vampiro; ainda nos créditos, não é uma pradaria que se encontra atrás da logo do filme, é na verdade um painel. Essa desconstrução repetidamente feita ao longo do filme, reflete o objetivo do grande cinema do De Palma: o choque com a beleza de imagens, que não estão atadas a verossimilhança nem estão fundamentadas em qualquer base monótona e real mas estão livres para &#8216;viajar&#8217;, &#8221;alargar&#8217; e andar por onde e como quiserem. O filme, visto por esta ótica, é quase que um manual. Não de regras opressivas para se entender melhor os filmes do cineasta, mas um manual com apenas um aviso, para ser lido e relido a cada vez que se vê o nome do diretor nos créditos: liberte-se do mundo, experiencie.</p>
<p>Não é para menos que o filme acabe sem respostas. Isso mesmo, não há resposta para absolutamente nada. Durante a projeção, esposas traem maridos, maridos assassinam esposas, planos são milimetricamente pensados e postos em prática e nada disso possui qualquer motivação. É magnífica a ilusão que De Palma passa de estar fazendo, sim uma história no plano do &#8216;real&#8217;. Quando Skully liga para a polícia pra relatar o crime recém-desvendado de Sam Bouchard, por exemplo, aparentemente há um <em>flashback</em> que explica, através de imagens, o plot da primeira parte de<em> Dublê de Corpo</em>. Quase que sem perceber, o espectador acredita nesses flashes. Bom, eles são uma mentira. A mágica do diretor escandalizou-se aí, mais uma vez, e demonstrou um enorme talento do De Palma para lidar com o público de uma maneira geral, que mesmo sem estudar o filme a fundo, procurando compreender as intenções e méritos do trabalho como um todo, pode sair dessa experiência bastante satisfeito.</p>
<p><em>Dublê de Corpo </em>é um estudo mitológico do cinema, a arte favorita de De Palma. Além de estudar a mecânica dessa arte, ele usa seu filme para refletir a condição atual as pessoas e retrata, segundo alguns com &#8216;<em>condescência</em>&#8216;, segundo outros com imparcialidade, uma geração, suas manias, seus gostos, sua moda, etc. Beijos transformam-se em odisseias expressionistas, casas flutuam em montanhas, fantasmas falam ao telefone e nós, como espectador, só podemos admirar uma das grandes conquistas metalinguísticas que o cinema pôde nos oferecer até aqui, uma obra-prima clássica de um gênio. Um brinde, não à amizade, mas à <em>Hollywood</em>!</p>
<p>5/5</p>
<p style="text-align:left;"><em>Ficha Técnica: Dublê de Corpo (Body Double) – 1984, EUA. Dir: Brian De Palma. Elenco: Craig Wasson, Melaine Griffith, Greg Henry, Deborah Shelton.<br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Corra, Lola, Corra (Lola Rennt, 1998) ]]></title>
<link>http://moviefordummies.wordpress.com/2009/08/19/corra-lola-corra-lola-rennt-1998/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 05:38:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Pongas</dc:creator>
<guid>http://moviefordummies.wordpress.com/2009/08/19/corra-lola-corra-lola-rennt-1998/</guid>
<description><![CDATA[Por Bruno Pongas O velho continente é famoso por produzir filmes reflexivos, inspiradores, romântico]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1003" title="corra-lola-corra02" src="http://moviefordummies.wordpress.com/files/2009/08/corra-lola-corra02.jpg" alt="corra-lola-corra02" width="449" height="337" /></em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#3366ff;">Por Bruno Pongas</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">O <em>velho continente</em> é famoso por produzir filmes reflexivos, inspiradores, românticos e inteligentes. Há sempre alguma &#8216;bomba&#8217; vinda de lá, mas no geral, a maioria dos trabalhos acaba rendendo bons frutos. Um desses que merece todos os elogios é <strong>Corra, Lola, Corra</strong>, obra que mescla uma série de técnicas numa coisa só. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ta1Sn6MtC9w" target="_blank">O resultado final é interessantíssimo</a>. Difícil acreditar que uma mistureba <em>mixada </em>em pouco mais de uma hora e 20 minutos poderia pintar com tanta qualidade. Méritos para Tom Tykwer e sua equipe, que com um belo roteiro e uma ótima montagem produziram um dos melhores filmes da década de 1990.</p>
<p style="text-align:justify;">Logo de cara somos apresentados aos personagens principais. Lola é filha de banqueiro, de família desestruturada e com um namorado digamos que&#8230; encrenqueiro. Manni é um fora-da-lei e está num péssimo dia. O chefe de sua quadrilha confia a ele a quantia de 100 mil marcos. Azarado que é, o rapaz perde o dinheiro após um pequeno entrevero no metrô. Sem a grana e precisando prestar contas com o chefe, Manni planeja assaltar uma loja para sanar seu prejuízo. É meio dia e quarenta&#8230; Manni irá executar o assalto dali a quinze minutos - a menos que Lola chegue no local antes desse horário. Será que o plano vai dar certo? É mais ou menos nesse ritmo que a história é conduzida, cheia de momentos eletrizantes (daqueles de deixar o espectador completamente vidrado).</p>
<p style="text-align:justify;">Tom Tykwer, diretor e roteirista, transforma o longa numa grande brincadeira, num enorme mundo de coincidências e acasos. Por exemplo: quando há um acidente aéreo sempre aparecem aquelas pessoas falando para os jornais em tom dramático: <em>&#8220;nasci de novo, era pra estar naquele voo mas meu filho passou mal e tive que adiar para mais tarde&#8221;. </em>Embora o exemplo soe pouco esclarecedor, vale dizer que Tykwer se usa desses pequenos detalhes do nosso cotidiano para montar seu enredo. O famoso <em>&#8220;e se&#8221; </em>é a tônica da trama (e também a sua própria mensagem). <em>Se o Manni não tivesse pego o metrô nada teria acontecido com o dinheiro, ou teria? Se a Lola tivesse comprado a bicicleta talvez ela conseguiria evitar uma tragédia. </em>O grande trunfo do filme é exatamente esse: lida com coisas corriqueiras do nosso cotidiano, coisas com as quais estamos bastante acostumados. Pensar nisso tudo, ainda mais após assistir a <strong>Corra, Lola, Corra </strong>é uma grande viagem, um exercício imaginativo fantástico e indescritível.</p>
<p style="text-align:justify;">O roteiro inteligente é o principal trunfo da obra. Mesmo que seja inspirado em alguns clássicos, como o próprio <strong>Um Corpo Que Cai </strong>(há alguns elementos bem semelhantes explicados pelo próprio diretor), o trabalho de Tykwer é essencialmente original. Original por contar a mesma história diversas vezes com um final diferente, por mostrar que milésimos de segundo podem mudar uma vida inteira. Por essas e por outras <strong>eu </strong>considero <strong>Corra, Lola, Corra </strong>uma das obras-primas dos anos 90. Tudo tem grande sintonia: <a href="http://youtube.com/watch?v=DhCa0FtGm1s&#38;feature=related" target="_blank">o carismático desenho que retrata Lola descendo as escadas</a>, a trilha sonora empolgante, o desempenho do elenco&#8230; tem também a câmera manual, que é usada para retratar os momentos do pai da garota com a amante. Isso, aliás, é muito bem sacado, pois contribui para criar aquele clima pessoal, supostamente secreto.</p>
<p style="text-align:justify;">Sobram elogios, realmente sobram. Confesso que sou suspeito para falar qualquer coisa sobre o filme&#8230; sou nada mais do que um grande <em>fan.</em> Sei que de vez em quando os fanáticos apelam um pouco e tendem a superestimar algo apenas comum<em>. </em>No entanto, <a href="http://2001video.com.br/detalhes_produto_adicional_dvd.asp?produto=1586" target="_blank">o montante de prêmios vencidos</a> pelo longa mostra que existem mais pessoas que compartilham do meu parecer. Talvez os mesmos que tenham visto em <strong>Lola Rennt </strong>uma viagem sensacional em torno de coisas simples do nosso cotidiano. Isso parece meio doido, é verdade, mas se até <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Le_fabuleux_destin_d'Am%C3%A9lie_Poulain" target="_blank">Amelie Poulain</a> </em>pode ser feliz vivendo a simplicidade da vida e imaginado quantas pessoas têm orgasmos pelo mundo, nós também podemos nos deleitar com o mar de casualidades que nos cerca.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Minha Nota: 10.0</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Direção: </em></strong>Tom Tykwer<br />
<strong><em>Gênero: </em></strong>Ação/Policial<br />
<strong><em>Duração: </em></strong>81 minutos<br />
<strong><em>Elenco: </em></strong>Franka Potente, Moritz Bleibtreu, Herbert Knaup, Nina Petri, Armin Rohde, Joachim Król, Ludger Pistor e Suzanne von Borsody.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guias Film+Travel de cinema e viagem]]></title>
<link>http://freakshowbusiness.com/2009/07/21/guias-filmtravel-de-cinema-e-viagem/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 13:57:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>freakshowbusiness</dc:creator>
<guid>http://freakshowbusiness.com/2009/07/21/guias-filmtravel-de-cinema-e-viagem/</guid>
<description><![CDATA[A Museyon Guides está lançando a série de guias de viagem Film+Travel, que reúne duas paixões mundia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Museyon Guides está lançando a série de guias de viagem Film+Travel, que reúne duas paixões mundiais: turismo e cinema. As capas atraem seu público-alvo logo de cara, misturando cartões postais famosos a cenas de filmes clássicos que foram gravados ali. Assim, temos uma ilustração de <em>Um corpo que cai</em>, de Alfred Hitchcock, sobrreposta a uma foto da Golden Gate, em São Francisco. Ou Anita Eckberg se banhando nas águas da Fontana di Trevi, em Roma, cena do filme <em>A doce vida</em>, de Federico Fellini. Já o guia sobre Ásia, Oceania e África remete a <em>O último imperador</em>, de Bernardo Bertolucci.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7883" title="Film+Travel - Um Corpo que Cai" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2009/07/filmtravel-um-corpo-que-cai.jpg" alt="Film+Travel - Um Corpo que Cai" width="286" height="438" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7882" title="Film+Travel - La Dolce Vita" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2009/07/filmtravel-la-dolce-vita.jpg" alt="Film+Travel - La Dolce Vita" width="287" height="437" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8015" title="Ultimoimperador" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2009/07/ultimoimperador.jpg" alt="Ultimoimperador" width="287" height="438" /></p>
<p>[Fonte: <a href="http://www.museyon.com/blog/2009/03/20/museyon-coming-in-june-to-bookstores-near-you/" target="_blank">Museyon Guides</a>]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Intervalo | 100 mil e contando]]></title>
<link>http://superoito.wordpress.com/2009/06/06/intervalo-100-mil-e-contando/</link>
<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 14:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Superoito</dc:creator>
<guid>http://superoito.wordpress.com/2009/06/06/intervalo-100-mil-e-contando/</guid>
<description><![CDATA[Ainda não entendo como, mas este blog bateu a marca das 100 mil visitas. Deu tilt no sistema de cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ainda não entendo como, mas este blog bateu a marca das <strong>100 mil visitas</strong>. Deu tilt no sistema de contagem de acessos do WordPress? Será que essa soma de números corresponde à quantidade de pessoas que chegaram a este site modesto ao digitar no Google a frase “sexo selvagem com Leila Lopes”?</p>
<p>Pode ser que sim. Mas devo ficar contente? O blog começou em novembro de 2007 e, até agora, postei 671 textos irresponsáveis. No total, foram 3.168 comentários (nenhum deles rejeitado). A equipe de soldadinhos do WordPress baniu 708 spams – obrigado pela ajuda, gente. Ainda fico surpreso: nenhum dos meus blogs durou tanto tempo. O que aconteceu?</p>
<p>Abri este site na surdina, depois de ter decidido controlar meus impulsos autodestrutivos e escrever textos mais curtos, menos confessionais e desengonçados, sobre filmes e discos. Com o tempo, o plano foi para os ares: o blog engordou e, espaçoso, acabou se mostrando tão constrangedor quanto os outros. Admito, não mudei muito: ainda sou o sujeito que se incomoda profundamente quando ninguém comenta posts escritos com muito carinho e esforço &#8211; e que, de vez em quando, pensa seriamente em chutar o blog para a lata de lixo do canto do quarto e deixá-lo ali, quieto.</p>
<p>O que me impediu (e ainda impede) de fazer esse tipo de loucura é a colaboração de gente que frequenta este blog desde o início. Diego, Guilherme, Pilon, Filipe, Chico, André, Rodrigo e mais dois ou três desocupados (não é uma plateia muito numerosa!): sem vocês, isto não existe. Espero que continuem por aqui, mesmo quando meus textos inspiram apenas sentimentos de nostalgia. “Ah, como era bom quando ele escrevia sobre&#8230;”</p>
<p>Para comemorar (ok, me convenci de que trata-se de uma vitória), preparei listinhas bem curtas e até singelas dos filmes, discos e séries que fizeram de mim um apaixonado por cinema, música e televisão. Este blog não tem (nunca teve) grandes textos, mas eles são escritos com franqueza. É o único objetivo.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Um filme</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2845" title="vertigo" src="http://superoito.wordpress.com/files/2009/06/vertigo.jpg" alt="vertigo" width="283" height="113" /><strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Um corpo que cai</strong> (<em>Vertigo</em>, Alfred Hitchcock, 1958)</p>
<p>O favorito desde meus 16 anos de idade – por isso, sempre presente em todos os blogs que abri. Mais de uma década depois, revi o filme com cautela (é sempre perigoso mexer com esse tipo de lembrança): ele retornou como um sonho antigo, que não consigo analisar objetivamente.</p>
<p><strong>+ 5</strong> <em>O demônio das onze horas</em> (Pierrot le fou, Jean-Luc Godard, 1965, a sessão de cinema mais emocionante da minha vida), <em>2001 – Uma odisseia no espaço</em> (2001 &#8211; A space odyssey, Stanley Kubrick, 1968), <em>Minha noite com ela</em> (Ma nuit chez Maud, Eric Rohmer, 1969), <em>O espelho</em> (Zerkalo, Andrei Tarkovski, 1975), <em>Elefante</em> (Elephant, Gus Van Sant, 2003).</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Um disco</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2846" title="pet_sounds" src="http://superoito.wordpress.com/files/2009/06/pet_sounds.jpg" alt="pet_sounds" width="283" height="113" /><strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Pet sounds</strong> (The Beach Boys, 1966)</p>
<p>Outro guia para minha personalidade adolescente: conheci o disco mais ou menos na mesma época em que vi o filme do Hitchcock e, até hoje, não encontrei outro tão comovente. Mesmo depois de ter descoberto tudo sobre a importância história do álbum, continuei hipnotizado pela força sentimental, pela pureza das canções. Uma sinfonia divina para a juventude.</p>
<p><strong>+ 5</strong> <em>White album</em> (The Beatles, 1968), <em>After the gold rush</em> (Neil Young, 1970), <em>The rise and fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars</em> (David Bowie, 1972), <em>Doolittle</em> (Pixies, 1989), <em>Nevermind </em>(Nirvana, 1991).</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Uma série</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2847" title="twin" src="http://superoito.wordpress.com/files/2009/06/twin.jpg" alt="twin" width="283" height="113" /><strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Twin Peaks</strong> (David Lynch e Mark Frost, 1990-1991)</p>
<p>Comecei a assistir aos DVD, mas ainda não consegui seguir adiante: na minha memória, a série de Lynch e Frost é dublada em português e tem intervalos para comerciais. Foi a primeira que me mostrou as possibilidades criativas da televisão. Até hoje, todo filme de Lynch me leva a uma certa estrada vazia rodeada por montanhas assombradas.</p>
<p><strong>+ 5</strong> <em>Além da imaginação</em> (The twilight zone, Rod Serling, 1959-1964), <em>Os Simpsons</em> (Matt Groening, 1989-), <em>Seinfeld</em> (Larry David e Jerry Seinfeld, 1989-1998), <em>Arquivo X</em> (The X-files, Chris Carter, 1993-2002), <em>Lost</em> (Jeffrey Lieber, J.J. Abrams e Damon Lindelof, 2004-).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para recordar filmes clássicos]]></title>
<link>http://mirandasa.com/2009/05/17/para-recordar-filmes-classicos-12/</link>
<pubDate>Sun, 17 May 2009 22:45:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>mirandasa08</dc:creator>
<guid>http://mirandasa.com/2009/05/17/para-recordar-filmes-classicos-12/</guid>
<description><![CDATA[UM CORPO QUE CAI (1958) Sinopse: Em São Francisco, um detetive aposentado (James Stewart) que sofre ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[UM CORPO QUE CAI (1958) Sinopse: Em São Francisco, um detetive aposentado (James Stewart) que sofre ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vertigo / Um Corpo Que Cai]]></title>
<link>http://batatatransgenica.wordpress.com/2009/05/14/vertigo-um-corpo-que-cai/</link>
<pubDate>Thu, 14 May 2009 18:10:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>naomi</dc:creator>
<guid>http://batatatransgenica.wordpress.com/2009/05/14/vertigo-um-corpo-que-cai/</guid>
<description><![CDATA[Pôster do filme Semanas atrás consegui finalmente assistir a um pouco de TV em casa e tive a sorte d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_4092" class="wp-caption alignleft" style="width: 136px"><a href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2009/05/vertigo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-4092" title="vertigo" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2009/05/vertigo.jpg?w=126" alt="Pôster fo filme" width="126" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pôster do filme</p></div>
<p style="text-align:justify;">Semanas atrás consegui finalmente assistir a um pouco de TV em casa e tive a sorte de pegar <strong>Um Corpo Que Cai</strong> [<em>Vertigo</em>, EUA/1958] logo no começo no TCM. Com isso, é menos um na minha lista de pendências cinematográficas, iei! Agora só faltam, xeu ver&#8230; err&#8230; ah, uns vários aí, o que inclui quase toda a filmografia de Alfred Hitchcock. Como virei fã do James Stewart depois de <strong>Meu Amigo Harvey</strong>, fiquei foi bem contente por ver justamente um com o ator no papel de um policial aposentado depois de desenvolver <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Acrophobia">acrofobia</a>, pavor de altura. A pessoa que sofre deste mal psicológico sente tonturas ou <a href="http://www.vertigocure.org/">vertigem</a> em lugares altos &#8211; daí o título original, <em>Vertigo</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Em um dos <a href="http://www.imdb.com/title/tt0052357/trivia">sites</a> que pesquisei, dizem que um cameramen de Hitchcock foi quem inventou aquele efeito de aproximação da câmera que simula o efeito da vertigem quando o personagem de Stewart sobe as escadas e olha pra baixo, tecnicamente chamado de &#8220;trombone shot&#8221; ou &#8220;contra-zoom&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">O suspense se passa em San Francisco. Muitas vezes li em resenhas de outros filmes ambientados em Nova Iorque o seguinte lugar-comum: &#8220;a cidade é personagem do filme&#8221;. Esta foi a primeira vez em que pensei em usar esse clichezão, porque as ruas tipicamente íngremes de SF foram indispensáveis para criar o efeito labiríntico da primeira metade do filme.</p>
<p><!--more--></p>
<div id="attachment_4176" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2009/05/vertigo-universal.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-4176" title="vertigo-universal" src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2009/05/vertigo-universal.jpg?w=150" alt="DVD Universal" width="150" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">DVD Universal</p></div>
<p style="text-align:justify;">Nesta primeira hora eu cheguei a ficar um pouco impaciente, mas depois entendi que a intenção de tantas idas e vindas era criar a sensação de déjá vu que seria importante mais à frente e, quando vi, estava totalmente fisgada pela trama. Sim, quase desisti no meio do caminho.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Além de James Stewart, a atriz Kim Novak me ganhou neste filme. É bem verdade que é um estilo de interpretação que seria considerado exagerado num filme moderno, mas cria todo o clima certo aqui. O final me surpreendeu &#8211; e olhe que sou leitora de romances policiais e de mistério!</p>
<p style="text-align:justify;">E, por falar em final, descobri depois que existe uma versão deste filme que foi lançado com um epílogo de pouco mais de um minuto. Nesta versão, a pessoa culpada é punida. Em DVD é a que foi lançada pela <a href="http://www.submarino.com.br/produto/6/90855/um+corpo+que+cai/?franq=167772" target="_blank">Sony</a> e tem a capa parecida com a primeira imagem deste post, lá em cima. Não foi essa a que assisti.</p>
<p style="text-align:justify;">A que passou no TCM foi a versão restaurada da <a href="http://www.submarino.com.br/produto/6/194944/um+corpo+que+cai/?franq=167772" target="_blank">Universal</a>, que também tem em DVD &#8211; a capa é a segunda imagem deste post. Essa mesma versão está disponível no Youtube em 12 partes [<a href="http://www.youtube.com/view_play_list?p=55A1E8A99FB25A51&#38;search_query=vertigo" target="_blank">link</a>] [em inglês sem legendas].</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Curiosidade</strong><br />
Na série House tinha um pôster de <strong>Vertigo</strong> no consultório do Wilson, junto com um de <strong>Touch of Evil</strong> [A Marca da Maldade, um dos meus Top Favoritos Foréva]. Conforme o <a title="Canoa Furada" href="http://canoafurada.blogspot.com/" target="_blank">Marcus</a> percebeu, o pôster de Vertigo foi substituído pelo de <strong>Ordinary People</strong> [Gente Como A Gente] na temporada atual.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Atualização</strong><br />
Não foi substituído, apenas trocou de lugar.</p>
<div id="attachment_4215" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2009/05/house-s05e24-vertigo-ordinary-people.jpg"><img src="http://batatatransgenica.wordpress.com/files/2009/05/house-s05e24-vertigo-ordinary-people.jpg?w=350" alt="House S05E24: Both sides now" title="house-s05e24-vertigo-ordinary-people" width="350" height="201" class="size-medium wp-image-4215" /></a><p class="wp-caption-text">House S05E24: Both sides now</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>Serviço</strong><br />
<a href="http://www.imdb.com/title/tt0052357/" target="_blank">Ficha</a> no iMDB<br />
<a href="http://www.filmsite.org/vert.html" target="_blank">Resenha</a> no Filmsite<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vertigo_(film)" target="_blank">Verbete</a> no Wikipedia</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.geocities.com/revistaintelecto/vep.html" target="_blank">Dissertação</a> <em>Vertigo e Psycho, Hitchcock e a Psicanálise</em> de Sara Bizarro, em português de Portugal e com spoilers dos filmes <strong>Um corpo que cai</strong> e <strong>Psicose</strong>. Este ensaio está hospedado no Geocities, então, se tiver interesse, leia ou salve o conteúdo antes que o Yahoo o tire do ar depois de <a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/29042009/25/tecnologia-yahoo-fecha-servico-geocities.html" target="_blank">encerrar</a> o serviço de hospedagem de páginas.</p>
<p style="text-align:justify;">Por falar em spoiler desses dois filmes, tape os olhos se não quiser saber.</p>
<p style="text-align:justify;">Pronto?</p>
<p style="text-align:justify;">Bamos lá.</p>
<p style="text-align:justify;">Um tempão atrás rolou uma história de que Psycho tinha sido traduzido em Portugal como &#8220;O Filho Que Era A Mãe&#8221;. Lenda urbana, claro, né nada disso: Psycho em Portugal é Psico mesmo. Já Vertigo virou &#8220;A Mulher Que Viveu Duas Vezes&#8221;, título que ajudou a batizar um blog bem joiado de cinema, <a href="http://ohomemqueviveuduasvezes.blogspot.com/">O Homem Que Viveu Duas Vezes</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RJ: Sessões especiais na Lapa]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/2009/04/03/rj-sessoes-especiais-na-lapa/</link>
<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 14:10:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://cinemagia.wordpress.com/2009/04/03/rj-sessoes-especiais-na-lapa/</guid>
<description><![CDATA[Segundo o jornal O Dia de 03.04.2009, o Espaço Cinema Nosso, na Lapa, apresenta em sua programação d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Segundo o jornal O Dia de 03.04.2009, o Espaço Cinema Nosso, na Lapa, apresenta em sua programação de hoje [03.04.2009] o documentário &#8216;Mano Brou do Cantagalo&#8217;, de Mário Alves Vieira da Silva, às 16h:</p>
<blockquote><p>Amanhã [04.04.2009] é dia de maratona com filmes de diferentes fases do mestre do suspense Alfred Hitchcock. Das 13h30 às 18h, serão exibidos, em sequência, os filmes ‘O Homem que Sabia Demais’, ‘Festim Diabólico’ e ‘Um Corpo que Cai’.</p></blockquote>
<p>O Espaço Cinema Nosso fica na Rua do Rezende, 80, Lapa. Informações: (21) 2505-3300.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DICAS CULTURAIS DO DIA]]></title>
<link>http://avidaeaobra.wordpress.com/2009/03/19/dicas-culturais-do-dia-183/</link>
<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 14:06:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>nestortipajr</dc:creator>
<guid>http://avidaeaobra.wordpress.com/2009/03/19/dicas-culturais-do-dia-183/</guid>
<description><![CDATA[FILME: UM CORPO QUE CAI Título Original: Vertigo Gênero: Suspense Tempo de Duração: 128 minutos Ano ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">FILME: UM CORPO QUE CAI</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1777" title="vertigo" src="http://avidaeaobra.wordpress.com/files/2009/03/vertigo.jpg" alt="vertigo" width="427" height="281" /></p>
<p><strong>Título Original:</strong> Vertigo<br />
<strong>Gênero:</strong> Suspense<br />
<strong>Tempo de Duração:</strong> 128 minutos<br />
<strong>Ano de Lançamento:</strong> (EUA) 1958<br />
<strong>Estúdio:</strong> Paramount Pictures / Akfred J. Hitchcock Productions<br />
<strong>Distribuição:</strong> Paramount Pictures / Universal Pictures<br />
<strong>Direção:</strong> Alfred Hitchcock<br />
<strong>Roteiro:</strong> Samuel A. Taylor e Alec Coppel, baseado em livro de Pierre Boileau e Thomas Narcejac<br />
<strong>Produção:</strong> Alfred Hitchcock<br />
<strong>Elenco<br />
</strong>James Stewart (John &#8220;Scottie&#8221; Ferguson)<br />
Kim Novak (Madeleine Elster)<br />
Barbara Bel Geddes (Marjorie &#8220;Midge&#8221; Wood)<br />
Tom Helmore (Gavin Elster)<br />
Raymond Bailey (Médico de John)<br />
Konstantin Shayne (Pop Leibel)<br />
<strong>Sinopse:</strong> Em São Francisco, um detetive aposentado (James Stewart) que sofre de um terrível medo de alturas é encarregado de vigiar uma mulher (Kim Novak) com possíveis tendências suicidas, até que algo estranho acontece nesta missão.</p>
<p><strong>Comentário:</strong> interessante e intrigante. Só podia ser do mestre Hitchcock. Nota-se também a evolução de efeitos para a época que nos deixam aflitos durante o filme&#8230;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/N7sznnL0NZ0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/N7sznnL0NZ0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/wlQAPriX7XM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/wlQAPriX7XM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>MÚSICA: GOOD CHARLOTTE &#8211; I JUST WANNA LIVE</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/YevvCcBEFDw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/YevvCcBEFDw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EI MEDO, EU TE ESCUTO CADA VEZ MAIS.]]></title>
<link>http://tudopornada.wordpress.com/2009/02/08/ei-medo-eu-te-escuto-cada-vez-mais/</link>
<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 18:35:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro Siqueira</dc:creator>
<guid>http://tudopornada.wordpress.com/2009/02/08/ei-medo-eu-te-escuto-cada-vez-mais/</guid>
<description><![CDATA[Qual foi o filme que mais te deu medo, pânico, pavor? E qual que mais te surpreendeu? Eu gosto basta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1806" title="medo" src="http://tudopornada.wordpress.com/files/2009/02/medo.jpg?w=237" alt="medo" width="237" height="300" />Qual foi o filme que mais te deu medo, pânico, pavor?</p>
<p>E qual que mais te surpreendeu?</p>
<p>Eu gosto bastante de filmes que tem que descobrir quem é o assassino.</p>
<p>Mas ultimamente, poucos têm me agradado.</p>
<p>Todos que mexem com espírito, fantasmas, pessoas mortas não me incomodam.</p>
<p>Muito menos aqueles que tem uns bichões macabros, tipo cine trash, que do nada aparece um babuíno e mata todo mundo.</p>
<p>Eu odeio filme de terror que usa crianças, claro que não tô falando de &#8220;Chucky &#8211; o boneco assassino&#8221;.</p>
<p>E sim de um filme espanhol que assisti  no Cinesesc na 31º Mostra à meia noite e fazia a platéia dar pulos de susto.</p>
<p>Achei ridículo, mas se quer sentir medo, é uma boa sugestão:  <a href="http://www.mostra.org/32/exib_filme_arquivo.php?ano=31&#38;filme=6665" target="_blank">&#8220;El Orfanato&#8221;</a>.<img class="aligncenter size-full wp-image-1804" title="pavor1" src="http://tudopornada.wordpress.com/files/2009/02/pavor1.jpg" alt="pavor1" width="250" height="188" /></p>
<p>Eu fiz toda essa introdução só para avisá-los que está tendo no <strong>Cinusp</strong> <strong>desde o dia 2 de fevereiro</strong> a <strong><span style="text-decoration:underline;">Mostra: Filmes de Suspense</span></strong>.</p>
<p>Essa mostra vai <strong>até dia 27 de fevereiro</strong> e traz filmes consagrados do gênero como &#8220;Um corpo que cai&#8221;, de Hitchcock, &#8220;Os Suspeitos&#8221;, de Bryan Singer e &#8220;Onde os fracos não têm vez&#8221;, dos irmãos Coen.</p>
<p>Confira a programação completa no <a href="http://www.usp.br/cinusp/" target="_blank">site</a> do Cinusp.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Rua do Anfiteatro,nº 181<br />
Colméia &#8211; Favo 04<br />
Cidade Universitária<br />
GRÁTIS &#8211; retirar ingressos com 1 hora de antecedência<br />
100 lugares<br />
(11)3091-3540</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portfolio: Saul Bass (1920-1996)]]></title>
<link>http://freakshowbusiness.com/2008/11/20/portfolio-saul-bass-1920-1996/</link>
<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 15:36:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>freakshowbusiness</dc:creator>
<guid>http://freakshowbusiness.com/2008/11/20/portfolio-saul-bass-1920-1996/</guid>
<description><![CDATA[Alguns designers parecem dominar o mundo silenciosamente. É o caso do saudoso norte-americano Saul B]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Alguns designers parecem dominar o mundo silenciosamente. É o caso do saudoso norte-americano Saul Bass. Você pode não conhecê-lo, mas certamente conhece seu trabalho. Sua obra pode ser vista na televisão, DVDs, aeroportos, supermercados, revistas, esquinas, toda parte. Sua genialidade está impressa em pôsteres de cinema, créditos de filmes clássicos, logomarcas de empresas multinacionais e postos de gasolina. Fora os muitos imitadores de sua arte. Conheça ou relembre um pouco da obra de Saul Bass:</p>
<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/saulbass01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3025" title="saulbass01" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/saulbass01.jpg" alt="" width="370" height="509" /></a>Saul Bass ficou conhecido primeiro pelos pôsteres de filmes. Este aqui é de <em>O Homem do Braço de Ouro</em> (1955), de Otto Preminger. Como o filme trata de um personagem viciado em heroína, o cartaz foi um pouco chocante para a época, pois a figura do braço, associado à droga injetável, não disfarçava nem um pouco o tema da história.</p>
<p> </p>
<p><a rel="attachment wp-att-3026" href="http://freakshowbusiness.com/2008/11/20/portfolio-saul-bass-1920-1996/saulbass02/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3026" title="saulbass02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/saulbass02.jpg" alt="" width="500" height="777" /></a>Pôster do filme <em>Um Corpo que Cai</em> (1958), de Alfred Hitchcock, freqüentemente apontado como um dos melhores cartazes de todos os tempos.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/saulbass03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3027" title="saulbass03" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/saulbass03.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a>Outra outra-prima dos pôsteres de cinema: o cartaz do filme <em>Anatomia de um Crime</em> (1959), de Otto Preminger. Com trabalhos assim, Bass ajudou a criar a identidade visual dos anos 1950.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/saulbass04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3028" title="saulbass04" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/saulbass04.jpg" alt="" width="490" height="755" /></a>O pôster de <em>Amor, Sublime Amor</em> (1961), de Robert Wise. Os créditos de abertura do longa, que mostram a ilha de Manhattan vista de cima, também foram concebidos por Bass.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/saulbass05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3029" title="saulbass05" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/saulbass05.jpg" alt="" width="493" height="700" /></a>Saul Bass gostava dos ângulos e linhas retas (ou quase), mas também sabia usar as curvas, como neste pôster, do filme <em>Amigos São para Essas Coisas</em> (1971), de Otto Preminger.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/bon-jour-tristesse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3030" title="bon-jour-tristesse" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/bon-jour-tristesse.jpg" alt="" width="275" height="425" /></a>A fonte utilizada em muitos dos pôsteres de Bass, hoje chamada de Hitchcock, também é uma de suas marcas registradas, presente neste cartaz de <em>Bom Dia, Tristeza</em> (1958), de Otto Preminger.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/theshining.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3031" title="theshining" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/theshining.jpg" alt="" width="500" height="750" /></a>Este pôter de Bass para <em>O Iluminado</em> (1980), de Stanley Kubrick, não é tão utilizado quanto o que mostra o rosto de Jack Nicholson, mas é igualmente marcante e menos óbvio. A parceria de Bass com Kubrick começou em <em>Spartacus</em> (1960), filme cuja seqüência dos créditos iniciais é assinada pelo designer.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/themanwiththegoldenarm01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3034" title="themanwiththegoldenarm01" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/themanwiththegoldenarm01.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/themanwiththegoldenarm04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3035" title="themanwiththegoldenarm04" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/themanwiththegoldenarm04.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/themanwiththegoldenarm05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3036" title="themanwiththegoldenarm05" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/themanwiththegoldenarm05.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/themanwiththegoldenarm02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3037" title="themanwiththegoldenarm02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/themanwiththegoldenarm02.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/themanwiththegoldenarm03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3038" title="themanwiththegoldenarm03" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/themanwiththegoldenarm03.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a>O cineasta Otto Preminger gostou tanto do pôster que Saul Bass fez para seu filme <em>O Homem do Braço de Ouro</em> (1955) que o convidou para desenhar também os créditos iniciais do longa. Acima, você vê parte do resultado. O trabalho é simples, elegante e provocador &#8211; as linhas brancas penetram a tela preta como agulhas, uma referência ao vício em heroína do personagem principal. Clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=eGnpJ_KdqZE" target="_blank">aqui</a> para assistir!</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/anatomy01a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3041" title="anatomy01a" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/anatomy01a.jpg" alt="" width="468" height="355" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/anatomy01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3042" title="anatomy01" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/anatomy01.jpg" alt="" width="468" height="355" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/anatomy02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3043" title="anatomy02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/anatomy02.jpg" alt="" width="468" height="355" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/anatomy03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3044" title="anatomy03" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/anatomy03.jpg" alt="" width="468" height="355" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/anatomy05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3045" title="anatomy05" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/anatomy05.jpg" alt="" width="468" height="355" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/anatomy07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3046" title="anatomy07" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/anatomy07.jpg" alt="" width="468" height="355" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/anatomy06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3047" title="anatomy06" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/anatomy06.jpg" alt="" width="468" height="355" /></a>O diretor Otto Preminger foi um dos mais freqüentes parceiros profissionais de Saul Bass. Aqui você vê imagens dos créditos de <em>Anatomia de um Crime</em> (1959), inconfundíveis, feitos por Bass. Assista <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nLtRcd-BXQ8" target="_blank">aqui</a>!</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/north02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3050" title="north02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/north02.jpg" alt="" width="468" height="262" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/north01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3051" title="north01" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/north01.jpg" alt="" width="468" height="262" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/north01b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3052" title="north01b" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/north01b.jpg" alt="" width="468" height="262" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/north01a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3053" title="north01a" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/north01a.jpg" alt="" width="468" height="262" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/north03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3054" title="north03" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/north03.jpg" alt="" width="468" height="262" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/north04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3055" title="north04" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/north04.jpg" alt="" width="468" height="262" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/north05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3056" title="north05" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/north05.jpg" alt="" width="468" height="262" /></a>A cena inicial de créditos criada por Saul Bass para o filme <em>Intriga Internacional</em> (1959), de Alfred Hitchcock, mostra uma série de linhas paralelas, que depois se revelam desenhadas a partir da fachada de um edifício moderno, espelhado, que reflete os carros de uma rua com tráfego intenso. Clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=jIlqatMQSgI" target="_blank">aqui</a> para assistir!</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/vertigo02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3059" title="vertigo02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/vertigo02.jpg" alt="" width="468" height="261" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/vertigo04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3060" title="vertigo04" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/vertigo04.jpg" alt="" width="468" height="261" /></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/vertigo01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3061" title="vertigo01" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/vertigo01.jpg" alt="" width="468" height="261" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/vertigo05.jpg"></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/vertigo5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3125" title="vertigo5" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/vertigo5.jpg" alt="" width="468" height="261" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/vertigo07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3063" title="vertigo07" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/vertigo07.jpg" alt="" width="468" height="261" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/vertigo06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3064" title="vertigo06" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/vertigo06.jpg" alt="" width="468" height="261" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/vertigo08.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3065" title="vertigo08" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/vertigo08.jpg" alt="" width="468" height="261" /></a>Antes de Saul Bass, quase ninguém prestava atenção aos créditos iniciais de um filme. Em muitos cinemas norte-americanos, as cortinas só se abriam para revelar a tela depois que os créditos já tivessem sido exibidos. Saul Bass mudou isso com sua genialidade. Ele fez dessa cena inicial uma possibilidade de expressão estética e uma introdução relevante à história, criando climas ou transmitindo idéias. É o caso da abertura que ele fez para <em>Um Corpo que Cai</em> (1958), filme de Alfred Hitchcock, dramática, cheia de suspense e com referências à vertigem de que sofre o personagem principal. Veja <a href="http://www.youtube.com/watch?v=pz46qS38OgM" target="_blank">aqui</a>!</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/sevenyearitch02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3079" title="sevenyearitch02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/sevenyearitch02.jpg" alt="" width="468" height="206" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/sevenyearitch03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3080" title="sevenyearitch03" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/sevenyearitch03.jpg" alt="" width="468" height="206" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/sevenyearitch04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3081" title="sevenyearitch04" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/sevenyearitch04.jpg" alt="" width="468" height="206" /></a>Os créditos que Saul Bass fez para <em>Quanto Mais Quente Melhor</em> (1955), de Billy Wilder, transmitem, logo de cara, a leveza do filme que se inicia. Relembre <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YOHqCmwcWzU" target="_blank">aqui</a>!</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/seconds02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3082" title="seconds02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/seconds02.jpg" alt="" width="468" height="266" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/seconds01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3083" title="seconds01" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/seconds01.jpg" alt="" width="468" height="266" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/seconds08.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3084" title="seconds08" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/seconds08.jpg" alt="" width="468" height="266" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/seconds03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3085" title="seconds03" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/seconds03.jpg" alt="" width="468" height="266" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/seconds05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3086" title="seconds05" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/seconds05.jpg" alt="" width="468" height="266" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/seconds06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3087" title="seconds06" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/seconds06.jpg" alt="" width="468" height="266" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/seconds07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3088" title="seconds07" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/seconds07.jpg" alt="" width="468" height="266" /></a>Nos créditos iniciais de <em>O Segundo Rosto</em> (1966), de John Frankenheimer, Saul Bass mostra closes de orelhas, olhos e outros detalhes de um rosto, em referência a um dos temas do filme, a cirurgia plástica, e também para mostrar que, de muito perto, o ser humano é feio. A distorção das imagens pretende refletir a distorção da mente de quem pensa em alterar completamente sua fisionomia. Assista clicando <a href="http://www.youtube.com/watch?v=v-VI6kxyV3w" target="_blank">aqui</a>!</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias13.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3091" title="80dias13" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias13.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3092" title="80dias12" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias12.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3093" title="80dias11" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias11.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3094" title="80dias10" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias10.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias09.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3095" title="80dias09" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias09.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3096" title="80dias06" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias06.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3097" title="80dias04" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias04.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3098" title="80dias03" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias03.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3099" title="80dias02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias02.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/80dias01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3100" title="80dias01" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/80dias01.jpg" alt="" width="468" height="213" /></a>Saul Bass inovou em <em>A Volta ao Mundo em 80 Dias</em> (1956), de Michael Anderson. Para esse filme, ele criou uma seqüência de créditos para ser exibida no final, tão graficamente rica que ninguém conseguia ir embora do cinema antes que os créditos tivessem sido exibidos. O recurso era inédito e é copiado até hoje por muitos cineastas. Essa seqüência de Bass resume o filme inteiro apenas com desenhos, que chegam até a esclarecer algumas situações. Assista <a href="http://www.youtube.com/watch?v=huw_XByYfkk" target="_blank">aqui</a>!</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/psycho04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3068" title="psycho04" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/psycho04.jpg" alt="" width="468" height="280" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/psycho02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3069" title="psycho02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/psycho02.jpg" alt="" width="468" height="280" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/psycho03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3070" title="psycho03" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/psycho03.jpg" alt="" width="468" height="280" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/psycho06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3072" title="psycho06" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/psycho06.jpg" alt="" width="468" height="280" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/psycho05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3073" title="psycho05" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/psycho05.jpg" alt="" width="468" height="280" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/psycho031.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3074" title="psycho031" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/psycho031.jpg" alt="" width="468" height="280" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/psycho01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3071" title="psycho01" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/psycho01.jpg" alt="" width="468" height="280" /></a>Os créditos iniciais de <em>Psicose</em> (1960), de Alfred Hitchcock, são indissociáveis da música tema do filme, composta por Bernard Hermann. Toda a movimentação na tela é casada com a música. Clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=j3QcS2iovss" target="_blank">aqui</a> para assistir.</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/psycho-storyboard.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3104" title="psycho-storyboard" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/psycho-storyboard.jpg" alt="" width="500" height="659" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/psycho-storyboard2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3105" title="psycho-storyboard2" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/psycho-storyboard2.jpg" alt="" width="500" height="665" /></a>A participação de Saul Bass em <em>Psicose</em> foi muito além da cena dos créditos. O designer simplesmente concebeu a maneira como foi filmada a clássica cena do chuveiro, desenhando-a inteira em <em>storyboard</em> antes das filmagens. Bass chegou até a divulgar por aí que foi o verdadeiro diretor da cena, informação menosprezada por Hitchcock e questionada pela atriz Janet Leigh.</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/logos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3108" title="logos" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/logos.jpg" alt="" width="460" height="1145" /></a>Saul Bass também se notabilizou pela criação de logomarcas que se tornaram célebres. Acima, você vê algumas delas: 1 &#8211; Quaker (1971); 2 &#8211; Kleenex; 3 &#8211; United Airlines (1973); 4 &#8211; Warner Communications (1972); 5 &#8211; Bell (1969); 6 &#8211; AT&#38;T (1984); 7 &#8211; Continental Airlines (1968); 8 &#8211; Avery International (1990); 9 &#8211; Minolta (1978); 10 &#8211; United Way (1972).</p>
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<p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/esso.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3111" title="esso" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/esso.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a>Saul Bass também é o responsável pelo design dos postos de gasolina Esso/Exxon, onipresentes no mundo inteiro.</p>
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<p><strong>TRABALHOS INSPIRADOS NA OBRA DE SAUL BASS:</strong><br />
O design de Saul Bass não apenas fez história, mas também continua sendo admirado e imitado em toda parte. Abaixo, seguem apenas alguns exemplos mais famosos de peças de design assumidamente inspiradas no mestre:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/clockers1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3113" title="clockers1" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/clockers1.jpg" alt="" width="301" height="450" /></a>Pôster do filme <em>Irmãos de Sangue</em> (1995), de Spike Lee</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/butcher-boy1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3115" title="butcher-boy1" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/butcher-boy1.jpg" alt="" width="400" height="600" /></a>Pôster do filme <em>Nó na Garganta</em> (1997), de Neil Jordan</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/cabos-fumegantes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3116" title="cabos-fumegantes" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/cabos-fumegantes.jpg" alt="" width="400" height="600" /></a>Pôster do filme <em>Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes</em> (1999), de Guy Ritchie</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/burn-after-reading.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3117" title="burn-after-reading" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/burn-after-reading.jpg" alt="" width="398" height="587" /></a>Pôster do filme <em>Queime Depois de Ler</em> (2008), dos irmãos Joel e Ethan Cohen</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/the-key-to-reserva.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3118" title="the-key-to-reserva" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/the-key-to-reserva.jpg" alt="" width="425" height="265" /></a>Site de <em>The Key to Reserva</em>, maravilhoso comercial do vinho Freixenet dirigido por Martin Scorsese. Não viu ainda? Então clique <a href="http://freakshowbusiness.com/2008/06/15/martin-scorsese-em-homenagem-a-alfred-hitchcock/" target="_blank">aqui</a> para saber mais detalhes e ver, porque é incrível!</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/favorita01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3119" title="favorita01" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/favorita01.jpg" alt="" width="477" height="359" /></a><br />
<a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/favorita02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3120" title="favorita02" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/favorita02.jpg" alt="" width="477" height="359" /></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/favorita03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3121" title="favorita03" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/favorita03.jpg" alt="" width="477" height="358" /></a><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/10/favorita04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3122" title="favorita04" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/10/favorita04.jpg" alt="" width="479" height="359" /></a>Abertura da telenovela <em>A Favorita</em> (2008), de João Emanuel Carneiro. Clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hdhUSIx2dYY" target="_blank">aqui</a> para ver!</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Corpo Que Cai (Alfred Hitchcock, 1958)]]></title>
<link>http://bartolote.wordpress.com/2008/08/13/um-corpo-que-cai-alfred-hitchcock-1958/</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 02:30:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rebeca Bartolote</dc:creator>
<guid>http://bartolote.wordpress.com/2008/08/13/um-corpo-que-cai-alfred-hitchcock-1958/</guid>
<description><![CDATA[109 anos do nascimento de Alfred Hitchcock Martin Scorsese em um documentário especial sobre Um Corp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[109 anos do nascimento de Alfred Hitchcock Martin Scorsese em um documentário especial sobre Um Corp]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Top! Décadas: 50 ]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/2008/07/31/top-decadas-50/</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 19:16:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Henrique Boaventura</dc:creator>
<guid>http://multiplot.wordpress.com/2008/07/31/top-decadas-50/</guid>
<description><![CDATA[A década americana por excelência chega ao Multiplot!, e com metade de filmes &#8216;estrangeiros]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A década americana por excelência chega ao <em>Multiplot!</em>, e com metade de filmes &#8216;estrangeiros&#8217; no top 1. Participe também, compartilhe com a gente essa doentia obsessão por tops!. E como de costume, o primeiro nos comentários vem aqui pra cima.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Top! do Leitor:</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Fábio Rockenbach</strong></p>
<div class="entry">
<p style="text-align:justify;">Dolorido escolher apenas 10 filmes daquela que eu considero a mais rica, bela, inovadora e influente década da história do cinema. Pela produção de obras primas, considero que 3 foram os “donos” dela: Kurosawa, Wilder e Hitchcock, mas a grande marca, a meu ver, foi o fato de o Ocidente ter conhecido efetivamente o maravilhoso cinema oriental &#8211; e sou fã incondicional dele. O mestre Kurosawa ganhou por pouco de Ray e Welles, mas há espaço para Mizoguchi, Ford, Laughton e Stanley Donen no barco.<br />
Grande década, a maior de todas (a vontade é rever todos esses filmes em um final de semana estonteante).</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.filmsquish.com/guts/files/images/SevenSamurai.JPG" alt="" /></p>
<p>01. Os Sete Samurais (Akira Kurosawa, 1954)<br />
02. A Marca da Maldade (Orson Welles, 1958)<br />
03. A Canção da Estrada (Satyajit Ray, 1955)<br />
04. Trono manchado de Sangue (Akira Kurosawa, 1957)<br />
05. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/rastros-de-odio-john-ford-1956/">Rastros de Ódio</a> (John Ford, 1956)<br />
06. Contos da Lua Vaga (Kenji Mizoguchi, 1950)<br />
07. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/08/06/o-mensageiro-do-diabo-charles-laughton-1955/" target="_blank">O Mensageiro do Diabo</a> (Charles Laughton, 1955)<br />
08. Cantando na Chuva (Stanley Donen/Gene Kelly, 1952)<br />
09. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a> (Billy Wilder, 1950)<br />
10. Janela Indiscreta (Alfred Hitchcock, 1954)</p>
</div>
<p><strong>Tops! da Equipe</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Sílvio Tavares</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Diversificada e encrustrada de clássicos e temáticas complexas, a década de 50 constitui uma das mais belas épocas da história do cinema. Seja na face deslumbrante de Bette Davis no magnífico A Malvada, na inquietante <em>femme fatale</em> vivida por Gloria Swason no noir <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a>, na filosofia peculiar da obra prima O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman ou mesmo na simpatia expontânea de um jovem Jimmy Stewart contemplando um grande amigo (um coelho de 2 metros de altura invisível!), há uma convergência inevitável da magia da sétima arte para tal período. Pessoalmente aconselho muita atenção ao cinéfilo a essa maravilhosa época. Você se emocionará, roerá suas unhas de tensão e gargalhará alto com as diferentes e riquíssimas vertentes das obras nela contidas.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b9/Machiko_Kyo_in_Rashomon.jpg" alt="" width="448" height="336" /></p>
<p>01. Rashomon (Akira Kurosawa, 1950)<br />
02. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/08/gloria-feita-de-sangue-stanley-kubrick-1957-2/">Glória Feita de Sangue</a> (Stanley Kubrick, 1957)<br />
03. Harvey (Henry Koster, 1950)<br />
04. Os Sete Samurais (Akira Kurosawa, 1954)<br />
05. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a> (Billy Wilder, 1950)<br />
06. O Sétimo Selo (Ingmar Bergman, 1957)<br />
07. Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock, 1958)<br />
08. A Ponte sobre o Rio Kwai (David Lean, 1957)<br />
09. A Malvada (Joseph L. Mankiewicz, 1950)<br />
10. Noites Brancas (Luchino Visconti, 1957)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Marcelo Dillenburg</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A década de 1950 foi, essencialmente, todos contra Hitchcock. E por pouco, muito pouco, Hitch perdeu a primeira posição. Foi uma das decisões mais complicadas, as duas obras-primas de dois diretores que tinham uma visão sobre-humana para o enquadramento, o uso de claro e escuro, a composição de cena e a utilização do rosto de seus personagens. No fim, Kurosawa levou o topo. Mas Hitch emplacou três filmes entre os dez. Ah, e outra, me deu pena colocar Truffaut em sexto, mas não tinha como evitar, mesmo.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://cinema.cornell.edu/EarlyFall07/images/SevenSamurai.jpg" alt="" width="480" height="246" /></p>
<p>01. Os Sete Samurais (Akira Kurosawa, 1954)<br />
02. Janela Indiscreta (Alfred Hitchcock, 1954)<br />
03. Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock, 1958)<br />
04. 12 Homens e uma Sentença (Sidney Lumet, 1957)<br />
05. O Sétimo Selo (Ingmar Bergman, 1957)<br />
06. Os Incompreendidos (François Truffaut, 1959)<br />
07. Noites Brancas (Luchino Visconti, 1957)<br />
08. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a> (Billy Wilder, 1950)<br />
09. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/06/01/o-homem-errado-alfred-hitchcock-1956/" target="_blank">O Homem Errado</a> (Alfred Hitchcock, 1956)<br />
10. Ben-Hur (William Wyler, 1959)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Amílcar Figueiredo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Acabadas as férias, volto com a Década de 50, quase tão querida pra mim quanto a posterior. Aqui o <em>American Way of Life</em> choca-se frontalmente com a maneira que a Europa e o Japão encontraram para rever o impacto de suas próprias idéias, mais precisamente o custo delas em vidas humanas. Menos o eu, e mais o nós. Até hoje eu me identifico mais com essa segunda forma de ver a vida. Rápidas menções honrosas: Invasores de Corpos (Siegel), O Prazer (Ophüls), Cantando na Chuva (Donen e Kelly), <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a> (Wilder), Palavras ao Vento (Sirk).</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img.photobucket.com/albums/v24/Green13/images%20for%20blog/b6.jpg" alt="" width="482" height="211" /></p>
<p>01. Os Incompreendidos (François Truffaut, 1959)<br />
02. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/08/06/o-mensageiro-do-diabo-charles-laughton-1955/" target="_blank">O Mensageiro do Diabo</a> (Charles Laughton, 1955)<br />
03. As Noites de Cabíria (Federico Fellini, 1957)<br />
04. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/13/o-batedor-de-carteiras-robert-bresson-1959/">O Batedor de Carteiras</a> (Robert Bresson, 1959)<br />
05. Nazarín (Luis Buñuel, 1959)<br />
06. Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock, 1958)<br />
07. Oharu &#8211; A Vida de Uma Cortesã (Kenji Mizogushi, 1952)<br />
08. O Sétimo Selo (Ingmar Bergman, 1957)<br />
09. Anatomia de um Crime (Otto Preminger, 1959)<br />
10. Os Sete Samurais (Akira Kurosawa, 1954)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Djonata Ramos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Complicadíssimo. Os 4 primeiros, na realidade, não têm ordem de preferência, eu fui jogando uma moeda e ordenando, tanto faz ali quem fica na frente de quem, todos são obras-primas maravilhosas, coisa do diabo mesmo.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://thisdistractedglobe.com/wp-content/uploads/2007/10/Rear%20Window%20pic%202.jpg" alt="" /></p>
<p>01. Janela Indiscreta (Alfred Hitchcock, 1954)<br />
02. Noites Brancas (Luchino Visconti, 1957)<br />
03. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/12/no-silencio-da-noite-nicholas-ray-1950/">No Silêncio da Noite</a> (Nicholas Ray, 1950)<br />
04. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a> (Billy Wilder, 1950)<br />
05. Onde Começa o Inferno (Howard Hawks, 1959)<br />
06. 12 Homens e uma Sentença (Sidney Lumet, 1957)<br />
07. Alice no País das Maravilhas (Clyde Geronimi e<br />
Wilfred Jackson, 1951)<br />
08. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/rastros-de-odio-john-ford-1956/">Rastros de Ódio</a> (John Ford, 1956)<br />
09. Sindicato de Ladrões (Elia Kazan, 1954)<br />
10. Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock, 1958)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Pedro Kerr</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Uma década que eu gostaria de explorar mais, ver todos os lados (três filmes a mais, três filmes a menos mudam tudo, fazer tops é uma arte, hehe). Mas o que já vi já torna a época peculiar e interessante, tanto que se vários diretores se repetem. A maioria é fera mesmo.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/ff/Howard_Hawks'Rio_Bravo_trailer_(15).jpg" alt="" width="448" height="242" /></p>
<p>01. Onde Começa o Inferno (Howard Hawks, 1959)<br />
02. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/rastros-de-odio-john-ford-1956/">Rastros de Ódio</a> (John Ford, 1956)<br />
03. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/12/no-silencio-da-noite-nicholas-ray-1950/">No Silêncio da Noite</a> (Nicholas Ray, 1950)<br />
04. Um Corpo Que Cai (Alfred Hitchcock, 1958)<br />
05. Johnny Guitar (Nicholas Ray, 1955)<br />
06. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/07/07/o-grande-golpe-stanley-kubrick-1956-2/">O Grande Golpe</a> (Stanley Kubrick, 1956)<br />
07. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a> (Billy Wilder, 1950)<br />
08. Os Incompreendidos (François Truffaut, 1959)<br />
09. Intriga Internacional (Alfred Hitchcock, 1959)<br />
10. Era Uma Vez em Tóquio (Yasujiro Ozu, 1953)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Daniel Dalpizzolo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Poderia ter fechado a lista somente com policiais e faroestes, são os dois melhores gêneros do cinema e juntos provavelmente digam respeito a pelo menos 50% do que há de mais incrível nessa que foi a grande década do cinema norte-americano &#8211; nada mais natural do que os dois gêneros mais típicos dos EUA e dos mais característicos da época serem destaque. Infelizmente, tanto de um quanto do outro lado a lista ficou pouco expressiva, ainda mais por ter conseguido colocar apenas dois faroestes. Mas tinha que dar espaços a alguns filmes de fora dessa esfera, não teve jeito. Depois faço algumas considerações nos comentários.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img31.picoodle.com/img/img31/4/5/16/f_inalonelyplm_d500691.jpg" alt="" width="440" height="258" /></p>
<p>01. No Silêncio da Noite (Nicholas Ray, 1950)<br />
02. Onde Começa o Inferno (Howard Hawks, 1959)<br />
03. A Marca da Maldade (Orson Welles, 1958)<br />
04. O Quimono Escarlate (Samuel Fuller, 1959)<br />
05. A Noite do Demônio (Jacques Tourneur, 1957)<br />
06. A Morte Num Beijo (Robert Aldrich, 1955)<br />
07. O Pequeno Rincão de Deus (Anthony Mann, 1958)<br />
08. Assim Estava Escrito (Vincent Minnelli, 1952)<br />
09. Salário do Medo (Henri-Georges Clouzot, 1953)<br />
10. Bom Dia, Tristeza (Otto Preminger, 1958)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Cassius Abreu</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Uma década sobre a qual ainda tenho muito a conhecer, mas que marca o ápice de Bergman e David Lean, uma grande fase de Billy Wilder e Hitchock, o lançamento de um dos maiores cineastas franceses de todos os tempos, con e o Chaplin melancolicamente falante e tem o único do Buñuel que eu vi &#8211; dizem que é o mais normal e mesmo assim é brilhante.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://keitholbermannisevil.files.wordpress.com/2006/09/seventh-seal.jpg?w=443&#038;h=308" alt="" width="443" height="308" /><a href="http://keitholbermannisevil.files.wordpress.com/2006/09/seventh-seal.jpg"></a></p>
<p>01. O Sétimo Selo (Ingmar Bergman, 1957)<br />
02. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a> (Billy Wilder, 1950)<br />
03. A Montanha dos Sete Abutres (Billy Wilder, 1951)<br />
04. A Ponte do Rio Kwai (David Lean, 1957)<br />
05. Um Corpo que Cai (Alfred Hitchcock, 1958)<br />
06. Os Sete Samurais (Akira Kurosawa, 1954)<br />
07. Robinson Crusoé (Luis Buñuel, 1954)<br />
08. Luzes da Ribalta (Charles Chaplin, 1952)<br />
09. Disque M Para Matar (Alfred Hitchcock, 1954)<br />
10. Os Incompreendidos (François Truffaut, 1959)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Adney Silva</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A fase de ouro do &#8220;Mestre do Suspense&#8221; na Universal; a fase final do cinema noir e do faroeste (gerando obras fantásticas); Chaplin flertando com o cinema falado, gerando uma das obras mais comoventes dos últimos tempos; a grande disputa no Oscar de 1950 entre dois filmes que criticavam ácidamente duas das maiores indústrias do entreterimento norte-americano na época (Hollywood e Broadway); Lumet e Preminger abordando o mundo dos tribunais de forma memorável; o musical norte-americano através do ícone Gene Kelly, gerando uma das obras mais memoráveis e lembradas do cinema; Kurosawa colocando o mundo dos samurais na vanguarda cinematográfica; David Lean revisitando magistralmente a Segunda Guerra; Bergman nos fazendo dialogar com a Morte através de um jogo de xadrez&#8230; Isso é uma tortura!!! Já citei mais de 10 filmes nesse texto!!!!! Vou ter que deixar algum de fora, mas qual??? [desesperado]</p>
<p style="text-align:justify;">Perceberam o porquê dessa década ser uma das mais complicadas (senão a mais complicada) de fazer um top 10?</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://pwp.netcabo.pt/0210980301/m/sunset.jpeg" alt="" width="454" height="340" /></p>
<p>01. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a> (Billy Wilder, 1950)<br />
02. A Marca da Maldade (Orson Welles, 1957)<br />
03. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/12/no-silencio-da-noite-nicholas-ray-1950/">No Silêncio da Noite</a> (Nicholas Ray, 1950)<br />
04. Os Sete Samurais (Akira Kurosawa, 1954)<br />
05. Luzes da Ribalta (Charles Chaplin, 1952)<br />
06. Doze Homens e Uma Sentença (Sidney Lumet, 1957)<br />
07. Anatomia de um Crime (Otto Preminger, 1959)<br />
08. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/06/01/a-tortura-do-silencio-alfred-hitchcock-1953/" target="_blank">A Tortura do Silêncio</a> (Alfred Hitchcock, 1953)<br />
09. Cantando na Chuva (Stanley Donen/Gene Kelly, 1952)<br />
10. O Sétimo Selo (Ingmar Bergman, 1957)</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Thiago Macêdo Correia</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A década derradeira da old hollywood, digna dos últimos grandes músicais da MGM, grandes estudos de personagens baseados na literatura (Um Lugar ao Sol, Uma Rua Chamada Pecado), grandes momentos de observação da própria arte (<a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/crepusculo-dos-deuses-sunset-boulevard-1950/">Crepúsculo dos Deuses</a>, A Malvada). Mas é também a década do nascimento artístico de alguns gênios, como Fellini, Bergman e Resnais, e reafirmação da maestria de gênios anteriores, como Wilder (em seus melhores momentos, foi difícil colocar somente um filme), Ford e Hawks.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://cache.eb.com/eb/image?id=77228&#38;rendTypeId=4" alt="" width="440" height="312" /></p>
<p>01. Noites de Cabíria (Federico Fellini, 1957)<br />
02. Cantando na Chuva (Stanley Donen, Gene Kelly, 1952)<br />
03. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/08/06/o-mensageiro-do-diabo-charles-laughton-1955/" target="_blank">O Mensageiro do Diabo</a> (Charles Laughton, 1955)<br />
04. Quanto Mais Quente Melhor (Billy Wilder, 1959)<br />
05. <a href="http://multiplot.wordpress.com/2008/05/16/rastros-de-odio-john-ford-1956/">Rastros de Ódio</a> (John Ford, 1956)<br />
06. O Sétimo Selo (Ingmar Bergman, 1957)<br />
07. Os Sete Samurais (Akira Kurosawa, 1954)<br />
08. Hiroshima Mon Amour (Alain Resnais, 1959)<br />
09. Disque M Para Matar (Alfred Hitchcock, 1954)<br />
10. Onde Começa o Inferno (Howard Hawks, 1959)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Top 10 filmes de suspense]]></title>
<link>http://freakshowbusiness.com/2008/07/22/top-10-filmes-de-suspense/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 18:25:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>freakshowbusiness</dc:creator>
<guid>http://freakshowbusiness.com/2008/07/22/top-10-filmes-de-suspense/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma lista do American Film Institute: 1. Um corpo que cai (1958), de Alfred Hitchcock 2. Chinat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://freakshowbusiness.files.wordpress.com/2008/07/vertigo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1416" src="http://freakshowbusiness.wordpress.com/files/2008/07/vertigo.jpg" alt="" width="500" height="233" /></a></p>
<p>Mais uma lista do American Film Institute:</p>
<p><strong>1. <em>Um corpo que cai</em> (1958), de Alfred Hitchcock</strong><br />
2. <em>Chinatown</em> (1974), de Roman Polanski<br />
3. <em>Janela indiscreta</em> (1954), de Alfred Hitchcock<br />
4. <em>Laura</em> (1944), de Otto Preminger<br />
5. <em>O terceiro homem</em> (1949), de Carol Reed<br />
6. <em>Relíquia macabra</em> (1941), de John Huston<br />
7. <em>Intriga internacional</em> (1959), de Alfred Hitchcock<br />
8. <em>Veludo azul</em> (1986), de David Lynch<br />
9. <em>Disque M para matar</em> (1954), de Alfred Hitchcock<br />
10. <em>Os suspeitos</em> (1995), de Bryan Singer</p>
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<title><![CDATA[2 Mínimos e 1 Máximo]]></title>
<link>http://tudosimples.wordpress.com/2008/02/07/2-minimos-e-1-maximo/</link>
<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 04:14:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>claytondp</dc:creator>
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<description><![CDATA[Férias rima com Filmes. Nestes dias tenho visto alguns e hoje vou destacar três. Disque M para Matar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Férias rima com Filmes. Nestes dias tenho visto alguns e hoje vou destacar três.</p>
<p><a href="http://tudosimples.wordpress.com/files/2008/02/dial_m_for_murder.jpg" title="dial_m_for_murder.jpg"><img src="http://tudosimples.wordpress.com/files/2008/02/dial_m_for_murder.thumbnail.jpg" alt="dial_m_for_murder.jpg" /></a></p>
<p><strong>Disque M para Matar. &#8211; </strong><span class="a"><font size="2" color="#008000">pt.wikipedia.org/wiki/<strong>Dial</strong>_<strong>M</strong>_for_<strong>Murder</strong> </font></span></p>
<p>Um homem planeja um crime perfeito para matar sua esposa. Mas algo sai errado, obrigando o marido malvado a criar um plano B ainda mais engenhoso.</p>
<p><strong>No Mínimo: </strong>Um dos melhores filmes que já vi na vida. Alfred Hicthcock, impecável. Historia que te fisga nos primeiros minutos com um final surpreendente.</p>
<p><a href="http://tudosimples.wordpress.com/files/2008/02/vertigo.jpg" title="vertigo.jpg"><img src="http://tudosimples.wordpress.com/files/2008/02/vertigo.thumbnail.jpg" alt="vertigo.jpg" /></a></p>
<p><strong>Vertigo : Um Corpo que Cai &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vertigo_(filme">http://pt.wikipedia.org/wiki/Vertigo_(filme</a>)</strong></p>
<p>Um policial é aposentado depois de um acidente onde descobre sofrer de acrofobia (pânico de altura). Quando um velho amigo pede que ele siga sua esposa, ele se vê envolvido num jogo sujo de intrigas.</p>
<p><strong>No Mínimo: </strong>Uma historia perfeita. Pra variar do gênio Hitchkock. O visual da San Franscisco dos anos 50 e a trilha sonora são totalmente fantásticos.</p>
<p><a href="http://tudosimples.wordpress.com/files/2008/02/hello-kitty.jpg" title="hello-kitty.jpg"><img src="http://tudosimples.wordpress.com/files/2008/02/hello-kitty.thumbnail.jpg" alt="hello-kitty.jpg" /></a></p>
<p><strong>O Paraíso de Hello Kitty</strong></p>
<p>Uma temporada completa da Hello Kitty em desenho animado. Com aventuras pedagógicas sobre: comer, dormir, se sujar, educação e etc&#8230; Uma fofura.</p>
<p><strong>No Máximo: </strong>30 minutos de crianças sentadas no sofá. Um detalhe interessante é que nessa série a Hello Kitty tem uma irmãzinha a Mimi. Tem ajudado muito a Julia a aceitar melhor a idéia de outra pessoinha em casa.</p>
</div>]]></content:encoded>
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