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	<title>urbanismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/urbanismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "urbanismo"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 22:45:18 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Manifesto horizontalista]]></title>
<link>http://christianrocha.wordpress.com/2009/12/08/manifesto-horizontalista/</link>
<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 12:00:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
<guid>http://christianrocha.wordpress.com/2009/12/08/manifesto-horizontalista/</guid>
<description><![CDATA[Um apartamento ou a cabine de um dirigível? Santos acabou. Desconheço os detalhes políticos e burocr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img257.imageshack.us/img257/2853/5143089594020477894foto.jpg" alt="edificio"><br />
<em><font size="1">Um apartamento ou a cabine de um dirigível?</font></em></p>
<p>Santos acabou. Desconheço os detalhes políticos e burocráticos que causaram isso. O que sei é que há alguns anos políticos aprovaram a ampliação do gabarito dos edifícios nesta cidade e que antes havia prédios de no máximo 8 ou 9 andares e hoje há vários edifícios com mais de 20 andares surgindo como perebas no rosto de um adolescente.</p>
<p>(A imprecisão dos números deve-se ao fato de que a vertigem não me permite terminar a contagem: quando passo do décimo andar, o olhar se afasta definitivamente do chão e vem o desequilíbrio. Desisto de contar e de alimentar qualquer tipo de revolta diante de algo que é infinitamente mais sólido do que eu &#8212; sim, os arranha-céus continuarão ali quando eu já tiver ido.)</p>
<p>As obras são vistas como progresso. Os prédios são considerados mais bonitos porque são esguios. <a href="http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0230f.htm">Sério</a>. </p>
<p>Eu me pergunto como essa gente consegue viver sem sol. O bolor logo os expulsará de seus apartamentos, pouco importa a quantidade de lazer que haja ao redor, pouco importa o preço por metro quadrado. Se o bolor não o fizer, os carros os impedirão de chegar aos imóveis. Simplesmente não há como imaginar uma boa cidade que subitamente abre as comportas para a duplicação da população sem considerar a impossibilidade de ampliar sua malha viária &#8212; para citar apenas um item óbvio. É a coprofagia como lema urbanístico, só pode ser.</p>
<p>Quem se atreve a falar sobre isso como eu me atrevo acaba tendo três destinos diferentes em função de seu status social.</p>
<p><!--more-->Se o sujeito é profissional da área, seu destino será o limbo. Ele será considerado um pária pelo simples motivo de se manifestar contra aquilo que sustenta a sua profissão e a de seus colegas &#8212; e será tratado como tal. A obrigação de construir é pesada demais e seus defensores não perdoam quem a contraria.</p>
<p>Se o sujeito é um político, com algum poder de transformar seu manifesto em ação, seu destino será a rotulação depreciativa, o que, na mente de seus detratores, é suficiente para invalidar seu manifesto. &#8220;É um ambientalista&#8221;, &#8220;é um defensor da natureza&#8221; ou &#8220;é do Greenpeace&#8221; são algumas das opções possíveis. Eu não dou a menor importância para o movimento ambientalista, para a defesa xiita da natureza e muito menos para o Greenpeace, mas tenho especial antipatia por quem combate idéias colando post-its nelas.</p>
<p>Se o sujeito é um cidadão comum, seu destino será a poesia ou algo parecido com isso. Todos o considerarão um romântico, alguém que não tem a menor noção do que é a realidade. Dirão a ele que a realidade determina que as coisas sejam assim, afinal, as pessoas precisam morar e Santos, oras, é um lugar com pouco espaço. Invariavelmente, essas explicações serão seguidas de sugestões para que o sujeito escreva sobre isso ou mande e-mails para o seu vereador, que é uma forma de mantê-lo (o autor dos e-mails, não o vereador, que nunca lê esses e-mails) calmo e ocupado &#8212; isto é, um estado de irritação socialmente aceitável, como a do sujeito que sente a gastrite diante dos telejornais e, no máximo, chupa um Pepsamar.</p>
<p>O meu destino tem sido uma mescla do primeiro e do terceiro, porque eu já fui arquiteto e hoje sou cidadão comum (arquitetos não são cidadãos comuns) que, diante dos arranha-céus não passa de um simples observador nauseado.</p>
<p>Não tenho a menor intenção de comover os empresários do setor. Conheço a classe dos arquitetos e não alimento esperanças em relação a ela &#8212; embora alguns indivíduos possam ser excepcionais. Investidores, espero que nem leiam isto. Proprietários, só me interessam aqueles que também são moradores, isto é, que têm uma relação com seus imóveis que ultrapassam os números e os logradouros &#8212; lembrem-se de que estou falando de uma cidade e de moradias, não do apartamento luxuoso de três quartos e com três vagas na garagem, a três quadras da praia.</p>
<p>Minha intenção com estas linhas é convidar os moradores de Santos &#8212; e de todas as cidades que passam por um processo de verticalização parecido com o desta cidade &#8212; a <b>ver a cidade em que vivem</b>. Ver é diferente de observar. Quem observa vê os edifícios, aqueles em construção e aqueles que já estão prontos, vê as ruas e a grande quantidade de carros, vê muitas pessoas nas lojas, nos mercados, mas não vê o conjunto, não vê a cidade que resulta da soma de todas essas partes &#8212; e, o que é mais sério, não vê as ligações entre todas essas partes e como cada parte é causa e conseqüência da outra. </p>
<p>Como disse o <a href="http://www.architecture.blogger.com.br/2009_11_01_archive.html#40752705">Alberto</a>, &#8220;o verdadeiro cliente de qualquer projeto de arquitetura é todo mundo&#8221;. Todo o problema está no fato da maioria dos arquitetos projetar como se isso não fosse verdade, como se fosse possível projetar, construir e vender imóveis exatamente como eles são expostos nos stands de vendas. Todos os novos empreendimentos são colocados à venda como se fossem jóias isoladas no vazio urbano, que às vezes nem mesmo urbano é, como se não existissem vizinhos e uma avenida movimentada à frente, como se a escola dos filhos fosse logo ali, como se não fosse necessário usar o carro para comprar pão fresco e como se o condomínio (a maioria é vertical, no caso de Santos) fosse de fato &#8220;um santuário de bem-estar&#8221; (expressão usada no anúncio de um condomínio santista). Mas esses edifícios não são isolados, obviamente, e logo virá a falta de sol nos cômodos úmidos e minúsculos, a vizinhança que insiste em dar festas até alta madrugada, a vista para outro prédio, o roubo de vagas no estacionamento, a altíssima taxa de condomínio, o sistema de segurança, o acabamento ruim. Enfim, descobre-se depois que a localização privilegiada, o requinte e a sofisticação do empreendimento ficaram nos panfletos e nos stands e que, afinal, aquele é só mais um prédio, apesar do preço pago por ele.</p>
<p>Mesmo que esse éden publicitário existisse e os prédios realmente pudessem ter à disposição sítios ideais, livres de vizinhança, com céu azul e sol pleno o dia todo e próximos dos serviços essenciais, cedo ou tarde esse privilégio acabaria. É sensato imaginar que o êxito de um determinado empreendimento será seguido da realização de mais empreendimentos do mesmo tipo e, claro, isso afetará a qualidade do conjunto &#8212; a cidade. Para encontrar um exemplo simples, basta olhar para a Avenida Paulista e lembrar que houve um tempo em que todas as construções ali presentes eram mansões rodeadas de verde &#8212; <a href="http://christianrocha.wordpress.com/2007/10/05/edificio-santa-catarina/">algo bem diferente do que vemos hoje</a>. </p>
<p>Voltando ao caso de Santos, não se trata apenas de uma questão de estética urbana. A cidade não fica apenas feia, a cidade fica realmente ruim. Ventos canalizados por gigantescos paredões, ruas e cômodos sem sol, habitantes que vivem uma coabitação forçada e acabam por se esquecer o que é ter um quintal, uma roseira, um pé de goiaba. Não quero soar romântico &#8212; embora esteja consciente dos riscos de ser interpretado assim &#8212; e não se trata apenas de experiências estéticas ou sinestésicas; aos que torcem o nariz para manifestos desse tipo, lembro que expressões desse tipo trazem em si questões práticas muito evidentes e importantes. Ter ou não ter a experiência de colher uma fruta no pé ou de poder sentir o cheiro de terra molhada altera o indivíduo. &#8220;Um santuário de bem-estar&#8221; não é, definitivamente, um 2-quartos-sala-cozinha-banheiro no 18º andar de um prédio onde moram mais 300 pessoas e de onde você só consegue ir para algum lugar se for de carro &#8212; sem falar no inferno que aquilo foi para os vizinhos nos dois anos que construção levou. Bem-estar <em>my ass</em>.</p>
<p>Eu realmente não me importo muito se corretores imobiliários querem continuar vendendo apartamentos ruins ou se arquitetos querem continuar se lixando para o resto da cidade, do bairro ou da quadra. Eu me importo com a mentira. A idéia de que a intensificação da verticalização será uma bênção para Santos é no mínimo boçal; pior do que isso é afirmar que um imóvel miúdo num edifício de 22 andares é tudo que uma pessoa pode desejar para si e para sua família em termos de qualidade de vida. Santos ainda tem casas e é uma cidade relativamente segura para quem não deseja viver numa colméia, para quem ainda tem algum apreço pelo pé no chão, por um vida realmente terrena. O problema é que hoje todos têm as cabeças e os bolsos nas nuvens.</p>
<p>.</p>
<p><a href="http://blogdelancamentos.lopes.com.br/2009/01/imveis-imperdveis-enseada-das-orqudeas.html"><font size="1">link da imagem</font></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Descampao regulao"]]></title>
<link>http://lahuelvacateta.wordpress.com/2009/12/02/descampao-regulao/</link>
<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 14:49:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>lahuelvacateta</dc:creator>
<guid>http://lahuelvacateta.wordpress.com/2009/12/02/descampao-regulao/</guid>
<description><![CDATA[Hace ya unas semanas un colaborador, Crash, nos mandaba un artículo aparecido en Odiel Información e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Hace ya unas semanas un colaborador, Crash, nos mandaba un artículo aparecido en Odiel Información en el que se criticaba la falta de control del descampado de las Colombinas, aquel que se encuentra justo detrás de la estación de Sevilla y que se convierte día tras día en un improvisado parking. En ese artículo dos redactores contaban sus vivencias al haber dejado el coche en el límite de dos &#8220;parcelas&#8221; que eran competencia de distintos gorrillas, y destacaban la obligatoriedad de ese supuesto &#8220;donativo&#8221; de un euro.</p>
<p style="text-align:justify;">La semana pasada, José Arcos, nos mandaba una colaboración de similar temática que queremos compartir con vosotros:</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><em>Esta mañana he ido a la plaza a comprar, como vivo en La Orden he cogido el coche, porque tenía que venirme rápido de vuelta, aunque suelo usar el transporte público. Sabiendo de sobra la disponibilidad de aparcamiento en el centro, pensé en dejarlo en Pescadería, más concretamente en el &#8220;descampao&#8221; de las Colombinas. Me topé, como no, con los gorrillas, esos seres que habitan Huelva en su mayoría, y que allá dónde no hay una zona azul o naranja (o la hay y es sábado-tarde o domingo), están ellos para cobrarte su &#8220;eurito&#8221;. &#8220;Donativo&#8221; que haces religiosamente con el temor de lo que le pueda pasar a tu coche.</em></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><em>Algunos de esos gorrillas llevan chaleco reflectante en el que aparecen las siglas de A.P.O. (Asociación de Parados Onubenses). El caso es que teniendo este chalequillo y bajo la carretilla de</em><em> </em>&#8220;a mi me pone aquí el ayuntamiento&#8221;<em> te piden (hablando de pescadería) 0.75€, te dan tu tarjeta de &#8220;acreditado&#8221; y ¡a buscar aparcamiento!. El horario (de los APO&#8217;s) es de 9 a 14, cuando mayormente hay más bulla en el centro. A partir de esa hora, otros gorrillas inundan los aparcamientos (si se les puede llamar así). Estos últimos a diferencia de los APOs, dejan la entrada libre, pero una vez que estas dentro te persiguen hasta que hayas encontrado el sitio. </em></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><em>Entonces viene la misma historia. Tengo un amigo que vive ayí, en la Avenida Villa de Madrid, un día fui con él y aparcando su coche, uno de estos gorrillas le dijo: </em>&#8220;Oye ¿no me vas a dar nada?&#8221;<em> a lo que mi amigo contestó: </em>&#8220;Yo vivo aquí, y aparco 4 veces al día, si te tengo que dar 4€ al día, tengo que trabajar na&#8217; ma&#8217; que pa&#8217; mantenerte a ti&#8221;<em>, el amable señor responde: </em>&#8220;ese no es mi problema, búscate un garaje&#8221;<em>, y mi intrépido compañero le dice: </em>&#8220;ese no es mi problema, búscate un trabajo&#8221;<em>. Nos fuimos y se quedó el hombre bastante preocupado de la contestación soberana, sobre todo porque el gorrilla se quedó refunfuñando y maldiciendo a nuestra familia.</em></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://i466.photobucket.com/albums/rr27/lahuelvacateta/DescampadoColombinas.jpg" alt="" width="448" height="336" /><br />
<em>Toda esta parrafada viene para lo siguiente, la foto que os adjunto ha sido tomada hoy, día 25/11/09, parece ser que están instalando unas barreras, como de una especie de parking, con limitación de entrada. Bueno, estad atentos a la actuación, por si es una catetada más, o es una buena solución. Conozco otros sitios en los que ha pasado algo parecido, en Sevilla, la avenida Torneo tenía una explanada bastante amplia, que el Ayuntamiento decidió vallar y poner limitación de entrada, tanto ha sido así, que se ha convertido en un aparcamiento privado, y en el que te cuesta una verdadera pasta dejar tu coche, cobran por horas y el día te sale un pellizco si quieres dejar tu coche allí. Espero que en Huelva cobren por entradas (igual que nuestra querida Asociacion de Parados Onubenses), y así acondicionen de una vez por todas un aparcamiento para el pueblo llano.</em></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><em>José Arcos.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Recogemos tu protesta José ya que nos sentimos identificados contigo, al igual que esos redactores del Odiel, y es que no todo el mundo puede permitirse dejar el coche en ese &#8220;fantástico&#8221; parking del nuevo mercado, ya que por un día te pueden cobrar una pasta, cuando con los APO&#8217;s, con 75 céntimos lo puedes dejar hasta mañana, aunque eso sí, a la intemperie y abandonado a su suerte. Lo que yo me pregunto es: dadas las grandes dimensiones del descampado de Las Colombinas, ¿se le puede poner vallas al campo?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casas clavo]]></title>
<link>http://comoelagua.wordpress.com/2009/12/02/casas-clavo/</link>
<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 03:32:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>FLJ</dc:creator>
<guid>http://comoelagua.wordpress.com/2009/12/02/casas-clavo/</guid>
<description><![CDATA[En Up, la última (y gloriosa) película de Pixar, el anciano protagonista se enfrenta a los promotore]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En <em>Up</em>, la última (y gloriosa) película de Pixar, el anciano protagonista se enfrenta a los promotores urbanísticos que intentan echarle de su casa, lo que hace que la obra tenga una pinta tal que así:</p>
<p><a href="http://comoelagua.wordpress.com/files/2009/12/nail_pixar.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-708" title="nail_pixar" src="http://comoelagua.wordpress.com/files/2009/12/nail_pixar.jpg" alt="" width="450" height="265" /></a></p>
<p>El concepto no es nuevo (habrá quién aún se acuerde de aquella película ochentera que en España titulamos <a href="http://www.filmaffinity.com/es/film989269.html" target="_blank">Nuestros maravillosos aliados</a>, en la que eran un grupo de pequeños alienígenas los que salvaban el día), y de hecho la casa de Edith Macefield, en Seattle, fue usada para promocionar <em>Up</em>:</p>
<p><a href="http://comoelagua.wordpress.com/files/2009/12/nail2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-709" title="nail2" src="http://comoelagua.wordpress.com/files/2009/12/nail2.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
<p>Lo que sí es novedad es la atención que reciben los casos en China. Y es que los casos en sí también son nuevos: las leyes que regulan la propiedad privada, especialmente en lo que se refiere a lo urbanístico, son relativamente recientes. La relevancia es tal que la palabra usada en inglés es <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nail_house" target="_blank"><em>nail house</em></a>, casa clavo, un neologismo proveniente del chino <em>dingzihu</em>. El caso más famoso quizás sea el de Yang Wu y Wu Ping, que en 2004 fueron la única de entre 280 familias que se negaron a vender su casa. Como medida de presión, les cortaron la luz y el agua, y les rodearon por un foso de diez metros de profundidad:</p>
<p><a href="http://comoelagua.wordpress.com/files/2009/12/nail3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-711" title="nail3" src="http://comoelagua.wordpress.com/files/2009/12/nail3.jpg" alt="" width="450" height="314" /></a></p>
<p>La familia reocupó el edificio y plantó una bandera china en el tejado. Yang Wu, campeón local de artes marciales, construyó una escalera con nunchakus, y amenazó con liarse a hostias con quien intentara echarlos. Al final llegaron a un acuerdo en 2007 (unos tres años después, ahí queda eso), y la casa fue finalmente destruida. El caso recibió mucha atención mediática, y sirvió para alentar a otros chinos con el mismo problema a negociar una solución económica favorable o, directamente, no vender:</p>
<p><a href="http://comoelagua.wordpress.com/files/2009/12/nail4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-712" title="nail4" src="http://comoelagua.wordpress.com/files/2009/12/nail4.jpg" alt="" width="450" height="316" /></a></p>
<p>Más casos igualmente espectaculares <a href="http://deputy-dog.com/2009/06/6-extraordinarily-stubborn-nail-houses.html" target="_blank">aquí</a>, incluyendo una pequeña granja en mitad de las pistas de un aeropuerto (lo que, a nivel de ruido, tiene que ser un infierno).</p>
<p>Vía <a href="http://deputy-dog.com/2009/06/6-extraordinarily-stubborn-nail-houses.html" target="_blank">Link Banana</a>. Las fotos salen de <a href="http://indigospot.com/2008/07/pixar-up-photos/" target="_blank">aquí</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/beatnikside/3568090854/sizes/l/" target="_blank">aquí</a>, <a href="http://www.ybtv.cc/bbs/thread-2028-1-4.html" target="_blank">aquí</a> y <a href="http://bbs.educity.cn/bbs/29336.html" target="_blank">aquí</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CORRUPCIÓN:  Política…  ¡claro está!  (2)]]></title>
<link>http://sobrado.wordpress.com/2009/11/30/corrupcion-politica%e2%80%a6-%c2%a1claro-esta-2-2/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:55:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>sobrado</dc:creator>
<guid>http://sobrado.wordpress.com/2009/11/30/corrupcion-politica%e2%80%a6-%c2%a1claro-esta-2-2/</guid>
<description><![CDATA[El mapa de la CORRUPCIÓN en España, por comunidades, a octubre de 2009, con los personajes imputados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'>
<p align="justify">El mapa de la CORRUPCIÓN en España, por comunidades, a octubre de 2009, con los personajes imputados. (Fuente ABC) </p>
<p><strong><span style="font-size:130%;color:#ff0000;">CATALUÑA, CASTILLA LA MANCHA </span></strong><br />
<a href="http://s132.photobucket.com/albums/q28/sobrado/CataluaCastillaMancha.jpg" target="_blank"><img src="http://i132.photobucket.com/albums/q28/sobrado/CataluaCastillaMancha.jpg" border="0" alt="corrupcion,Espa&#195;&#177;a,politicos,comunidades,ayuntamientos,urbanismo,partidos politicos"></a></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">2009-11-01 ABC:</span> </strong><a href="http://www.abc.es/20091101/nacional-politica/cataluna-bajo-sindrome-gurtel-20091101.html" target="_blank"> 	Cataluña, bajo el síndrome Gürtel</a> </p>
<p><strong><span style="color:#cc0000;">VER: </span></strong><a href="http://josesobrado.blogspot.com/2009/11/corrupcion-politica-claro-esta-1.html" target="_blank"> CORRUPCIÓN:  Política…  ¡claro está!  (1) </a> </p>
<p><a href="http://sobrado.esmiweb.com/" target="_blank">sobrado.esmiweb.com</a> </p>
<p>José Sobrado García</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CORRUPCIÓN:  Política…  ¡claro está!  (2)]]></title>
<link>http://sobrado.wordpress.com/2009/11/30/corrupcion-politica%e2%80%a6-%c2%a1claro-esta-2/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:38:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>sobrado</dc:creator>
<guid>http://sobrado.wordpress.com/2009/11/30/corrupcion-politica%e2%80%a6-%c2%a1claro-esta-2/</guid>
<description><![CDATA[El mapa de la CORRUPCIÓN en España, por comunidades, a octubre de 2009, con los personajes imputados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">El mapa de la CORRUPCIÓN en España, por comunidades, a octubre de 2009, con los personajes imputados. (Fuente ABC) </p>
<p><strong><span style="font-size:130%;color:#ff0000;">CATALUÑA, CASTILLA LA MANCHA </span></strong><br />
<a href="http://s132.photobucket.com/albums/q28/sobrado/CataluaCastillaMancha.jpg" target="_blank"><img src="http://i132.photobucket.com/albums/q28/sobrado/CataluaCastillaMancha.jpg" border="0" alt="corrupcion,Espa&#195;&#177;a,politicos,comunidades,ayuntamientos,urbanismo,partidos politicos"></a></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">2009-11-01 ABC:</span> </strong><a href="http://www.abc.es/20091101/nacional-politica/cataluna-bajo-sindrome-gurtel-20091101.html" target="_blank"> 	Cataluña, bajo el síndrome Gürtel</a> </p>
<p><strong><span style="color:#cc0000;">VER: </span></strong><a href="http://josesobrado.blogspot.com/2009/11/corrupcion-politica-claro-esta-1.html" target="_blank"> CORRUPCIÓN:  Política…  ¡claro está!  (1) </a> </p>
<p><a href="http://sobrado.esmiweb.com/" target="_blank">sobrado.esmiweb.com</a> </p>
<p>José Sobrado García</p>
<p>”</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¡¡¡Salvemos el Splash!!!]]></title>
<link>http://ejea.wordpress.com/2009/11/29/%c2%a1salvemos-el-splash/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:28:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>ejeano</dc:creator>
<guid>http://ejea.wordpress.com/2009/11/29/%c2%a1salvemos-el-splash/</guid>
<description><![CDATA[Ante la inminente retirada y destrucción de la escultura Splash, situada en la Torre del agua, y des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ante la inminente retirada y destrucción de la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Escultura_Splash_Expo_Zaragoza_2008" target="_blank">escultura Splash</a>, situada en la Torre del agua, y después de dirigirnos a las diferentes administraciones y no obtener ningún resultado ni contestación, nos dirigimos a vosotros para solicitar su colaboración para difundir la noticia y tratar de conseguir que el Splash permanezca en su sitio y lugar para donde fue concebido, la Torre de Agua.</p>
<p>La escultura Splash, de 21 metros de altura, ha sido diseñada por<a href="http://www.ikonicarts.com/essplash.html" target="_blank"> Program Collective</a> y desarrollada mediante dinámicas y fluidos por <a href="http://www.ikonicarts.com/esgifre.html">Pere Gifre</a> para la Expo Zaragoza 2008; a partir del concepto original del equipo de diseñadores Program Collective formado por: Mona Kim, Todd Palmer, Olga Subirós y Simon Taylor, para la exposición diseñada por Program Collective“Agua para la vida” en el Edificio Torre del Agua, Expo Zaragoza 2008 (Spain). <a href="http://www.ikonicarts.com/essplashfilm.html" target="_blank">(ver video de Splash de Program Collective)</a><a href="http://ejea.wordpress.com/files/2009/11/imagen048.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-105" title="Imagen048" src="http://ejea.wordpress.com/files/2009/11/imagen048.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a><a href="http://ejea.wordpress.com/files/2009/11/imagen052.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-106" title="Imagen052" src="http://ejea.wordpress.com/files/2009/11/imagen052.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>El Splash es una escultura que pertenece a una sociedad pública, Expoagua, en este momento, Expo Zaragoza empresarial, como empresa pública pertenece a todos los ciudadanos, dicha escultura fue creada POR para un entorno único como es el hueco en la Torre del agua, y <strong><span style="color:#000000;">va ha ser destruida</span> </strong>únicamente porque una empresa privada, la CAI (Caja de Ahorros de la Inmaculada) a la que no pertenece ni dicha escultura ni el edificio, se le va a conceder su gestión,(no propiedad), por un periodo de 20 años y no la quiere.<br />
Creemos que no se puede destruir algo que es de todos, solo porque una empresa privada lo quiera y exija.<br />
Dicha escultura fue creada para el lugar donde está y no puede ser trasladada, para ello hay que destruirla, además de que en el lugar previsto pierde todo su significado, es un icono de la pasada Exposición Internacional de Zaragoza, y el conjunto, Splash, hueco, Torre del agua es conocido en todo el mundo, habiendo aparecido publicada en prestigiosos periódicos y revistas internacionales, es admirada y querida por muchos ciudadanos, es ya un símbolo de la ciudad de Zaragoza.<br />
Es utilizada como imagen de la ciudad en videos del ayuntamiento de promoción empresarial y turistica, además de en la campaña para promover a Zaragoza como Capital Europea de la Cultura 2016.<br />
Además la Torre se va ha convertir en un museo, conservando el hueco, por lo que no tiene sentido cargarse una escultura, para poner otra cosa.<br />
<span style="text-decoration:underline;">Por todo ello, y porque creemos que una empresa privada no puede decidir lo que se debe hacer con un bien público, querido por mucha gente, solicitamos su intervención para evitar dicha destrucción.</span></p>
<h2><strong>www.salvemoselsplash.com</strong></h2>
<p><strong>_______________________________________________________________________________<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[IN TV - Investimentos e Notícias - Infra Estrutura em São Paulo]]></title>
<link>http://jonasfederighi.wordpress.com/2009/11/29/in-tv-investimentos-e-noticias-infra-estrutura-em-sao-paulo/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:10:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>jonasfederighi</dc:creator>
<guid>http://jonasfederighi.wordpress.com/2009/11/29/in-tv-investimentos-e-noticias-infra-estrutura-em-sao-paulo/</guid>
<description><![CDATA[IN TV &#8211; Investimentos e Notícias.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[IN TV &#8211; Investimentos e Notícias.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Introdução ao Projeto de Urbanismo: trabalhos acadêmicos]]></title>
<link>http://helenadegreas.wordpress.com/2009/11/29/introducao-ao-projeto-de-urbanismo-trabalhos-academicos/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 16:45:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>helenadegreas</dc:creator>
<guid>http://helenadegreas.wordpress.com/2009/11/29/introducao-ao-projeto-de-urbanismo-trabalhos-academicos/</guid>
<description><![CDATA[QUAPA SEL cidades brasileiras: acervo particular QUAPA-SEL cidades acervo particular QUAPA-SEL cidad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_89" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://helenadegreas.wordpress.com/files/2009/11/imagem6.jpg"><img class="size-medium wp-image-89" title="QUAPA SEL cidades brasileiras: acervo particular" src="http://helenadegreas.wordpress.com/files/2009/11/imagem6.jpg?w=300" alt="" width="300" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">QUAPA SEL cidades brasileiras: acervo particular</p></div>
<div id="attachment_90" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://helenadegreas.wordpress.com/files/2009/11/imagem1.jpg"><img class="size-medium wp-image-90" title="QUAPA-SEL cidades acervo particular" src="http://helenadegreas.wordpress.com/files/2009/11/imagem1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">QUAPA-SEL cidades acervo particular</p></div>
<div id="attachment_91" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://helenadegreas.wordpress.com/files/2009/11/imagem3.jpg"><img class="size-medium wp-image-91" title="QUAPA-SEL cidades acervo particular" src="http://helenadegreas.wordpress.com/files/2009/11/imagem3.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">QUAPA-SEL cidades acervo particular</p></div>
<p><strong>OBJETIVOS DA DISCIPLINA</strong></p>
<ul>
<li>Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto urbano.</li>
<li>Desenvolver técnicas de observação, desenho e representação gráfica do espaço físico urbano.</li>
<li>Iniciar práticas de percepção mais atenta às configurações da cidade por meio das diversas formas de representação: do desenho ao modelo tridimensional, da observação direta à da cartografia e do uso de todos estes elementos para o processo projetual.</li>
<li>Estudar as relações visuais entre elementos que compõem o espaço urbano por meio de expressões gráficas e plásticas.<br />
Desenvolver as primeiras propostas projetuais, com ênfase na percepção e compreensão geral do espaço.</li>
</ul>
<p><strong>Relação dos trabalhos apresentados durante os seminários de entrega em 23 e 24.11.2009</strong></p>
<p><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-rafael-rambaldi-victor" target="_blank">Rafael Rambaldi, Victor Furriel , Éder Ferreira, André Spadari, Leonardo Lopes</a></p>
<p><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-denise-marcicano-kamyla" target="_blank">Denise Marcicano, Kamyla Freitas, Luiz Augusto Gaibina , Marília Zocca , Vital Gaspar</a></p>
<p><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-barbara-ramos-thassia" target="_blank">Barbara Ramos, Thássia Teixeira, Fernando Varella</a></p>
<p><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-nuria-da-cruz-louzada" target="_blank">Núria da Cruz Louzada, Herbert Valkinir, Lincoln da Cruz , Luigi Rinaldi</a></p>
<p><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-ricardo-cipolla-de" target="_blank">Ricardo Cipolla de Andrade, Moisés Gaulês de Freitas, Ana Paula Oribe Petri</a></p>
<p><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-elisabeth-de-sao-pedro" target="_blank">Elisabeth de São Pedro, Jéssica Inácio da Silva, Susan</a></p>
<p><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-bruna-kelly-natalia" target="_blank">Bruna, Kelly, Natália, Natalie, Rosangela</a></p>
<div><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-eudiene-a-jessica-l" target="_blank">Eudiene A., Jéssica L., Janaina P., Karen R., Tatiane M.</a></div>
<div><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-ana-veronica-n-cruz" target="_blank">Adriana Gianneschi, Bruna Morata, Caroline Gonçalves, Guilherme M. Marcelli</a></div>
<p><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-ana-veronica-n-cruz" target="_blank">Laisla Quemel Alves, Maria Alice Silva, Giuliana, Natasha</p>
<p>Ana Verônica N. Cruz, Anahy Maia, Luiz Henrique, Marcelo Marinho</p>
<p></a></p>
<p><a href="http://trilhasurbanas.ning.com/profiles/blogs/equipe-caio-felipe-marjory" target="_blank">Caio, Felipe, Marjory, Nádia, Anderson</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O fim do ''velho'' Largo da Batata]]></title>
<link>http://jonasfederighi.wordpress.com/2009/11/29/o-fim-do-velho-largo-da-batata/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:33:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>jonasfederighi</dc:creator>
<guid>http://jonasfederighi.wordpress.com/2009/11/29/o-fim-do-velho-largo-da-batata/</guid>
<description><![CDATA[Domingo, 29 de Novembro de 2009 | Versão ImpressaO fim do &#8221;velho&#8221; Largo da Batata Com ob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Domingo, 29 de Novembro de 2009 | Versão ImpressaO fim do &#8221;velho&#8221; Largo da Batata Com ob]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Tranvía de Alcalá se come 7.000 metros cuadrados de zonas verdes, deportivas y de ocio]]></title>
<link>http://sevilladecerca.wordpress.com/2009/11/29/el-tranvia-de-alcala-se-come-7-000-metros-cuadrados-de-zonas-verdes-deportivas-y-de-ocio/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:43:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>christopherrivas</dc:creator>
<guid>http://sevilladecerca.wordpress.com/2009/11/29/el-tranvia-de-alcala-se-come-7-000-metros-cuadrados-de-zonas-verdes-deportivas-y-de-ocio/</guid>
<description><![CDATA[Infografía del trazado urbano del Tranvía de Alcalá de Guadaíra/ Christopher Rivas La implantación d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 561px"><a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/images/stories/imagen/genericos/infografias/info-tranvia-zona-norte.jpg" target="_blank"><img style="border:0 none;" title="Infografía del trazado urbano del Tranvía de Alcalá de Guadaíra/ Christopher Rivas/SevillaActualidad.com" src="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/plugins/content/fboxbot/thumbs/info-tranvia-zona-norte_551x290_5b65751e805db31ba47ec51e501bb970.jpg" border="0" alt="" width="551" height="290" align="left" /></a><p class="wp-caption-text">Infografía del trazado urbano del Tranvía de Alcalá de Guadaíra/ Christopher Rivas</p></div>
<p><a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/images/stories/imagen/genericos/infografias/info-tranvia-zona-norte.jpg" target="_blank"> </a>La implantación del tranvía metropolitano en la zona norte de Alcalá ha obligado a prescindir de más de 7.000 metros cuadrados de usos deportivos y de zonas verdes en un distrito que carece de parques</p>
<div><strong>Christopher Rivas</strong>. Las obras del tranvía  de Alcalá avanzan a buen ritmo, aunque las obras del tramo interurbano están acumulando retraso por problemas en la adjudicación del último, por lo que no será al menos hasta bien entrado el año 2013, cuando el tranvía ruede por Alcalá.</div>
<p>Hace unos días <a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/provincia/alcala-de-guadaira/3491-los-coches-vuelven-a-sanlucar-la-mayor-tras-las-obras-del-tranvia-de-alcala.html">se abría de nuevo al tráfico la calle Sanlúcar la Mayor</a>, tras casi <a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/provincia/alcala-de-guadaira/1415-las-obras-del-tranvia-de-alcala-desde-hoy-a-pleno-rendimiento.html">seis meses de obras</a>. Poco a poco, se ve como la infraestructura ferroviaria que vertebrará en unos años la zona norte del municipio va cobrando forma.  Eso sí lo que se comienza a ver no se parece en nada a lo que había. Ahora el peatón es dueño de las calles por las que va a pasar el tranvía. ¿El perdedor? Sin duda el tráfico.</p>
<p>Al igual que pasara con la Avenida de la Constitución, o las nuevas urbanizaciones, de Alcalá, <strong>la calle Sanlúcar la Mayor, se ha convertido en un pasillo a efectos de tráfico rodado</strong>. Al igual que la mal llamada avenida, de la Unión Europea. Pero no ha sido en único caso donde l<strong>a llegada del tranvía se ha hecho notar, y no precisamente para bien</strong>. La zona verde frente al instituto Cristóbal de Monroy, que albergaba un paseo peatonal, zona ajardinada, fuentes y un gran parque infantil ha desaparecido.</p>
<div><img title="Imagen de la zona de recreo en Pablo Picasso, vista desde la Avenida de la Constirución. Ahora es el trazado del tranvía de Alcalá/ Google maps" src="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/images/stories/imagen/provincia/alcala/infraestructuras/urbanismo/calles/avenida-constitucion.jpg" border="0" alt="" width="730" height="468" align="right" />Imagen de la zona de recreo en Pablo Picasso, vista desde la Avenida de la Constirución. Ahora es el trazado del tranvía de Alcalá/ Google maps</div>
<p>Según se puede comprobar a través de la web del catastro municipal, estas zonas afectadas por el tranvía alcanzan los 4.200 metros cuadrados. Ahora solo habrá una parada del tranvía y las vías del propio tren. A esto se suman en torno a 800 metros cuadrados de superficie, expropiados al Instituto Cristóbal de Monroy, para permitir el paso de las vías.<strong>Se elimina espacio verde por asfalto</strong>. Se da la circunstancia de que el Parque Norte es la única gran zona verde del norte de Alcalá, absolutamente repleto de bloques de viviendas salpicadas de calles, pequeñas plazas y plagada de coches. Y pese a ser el único parque de la zona, no parece importar mucho la pérdida de 2.300 metros, de los poco más de 15.000 que tiene el parque, creado junto al depósito de aguas de Emasesa. <strong>El trazado del tranvía afecta a los dos laterales del parque al este y al oeste</strong>.</p>
<p>Al oeste se han eliminado ya 1.500 metros cuadrados de zona verde para habilitar un centenar de aparcamientos, suprimidos por el tranvía en la calle Sanlúcar la Mayor. Además en la parte este del parque, se ubicará la parada de La Paz, que suprime otros cientos de metros cuadrados que lindan con la vía de servicio de la A-92.</p>
<p><a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/images/stories/imagen/provincia/alcala/infraestructuras/urbanismo/obras/ronda-norte.jpg" target="_blank"></a></p>
<div><a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/images/stories/imagen/provincia/alcala/infraestructuras/urbanismo/obras/ronda-norte.jpg" target="_blank"><img title="En la avenida de la Unión Europea los carriles para el tráfico son muy estrechos y los acerados son pequeños e incómodos para una avenida recién urbanizada" src="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/plugins/content/fboxbot/thumbs/ronda-norte_325x243_e968ec9d5fa554f58d544ae67037729e.jpg" border="0" alt="" width="325" height="243" align="left" />En la avenida de la Unión Europea los carriles para el tráfico son muy estrechos y los acerados son pequeños e incómodos para una avenida recién urbanizada</a></div>
<p>Continuando con el trazado, hacia el este, el tranvía se introduce en la calle Unión Europea. En principio estaba previsto que fuese una gran avenida que permitiese mejorar el tráfico en este sector, pero su estrechez, sumado a la implantación del tranvía, han hecho insuficientes los seis metros de ancho que se le añadieron en el proyecto.</p>
<p>Es esta vía la que de forma más llamativa ha notado el recorte de espacio, pero no sólo para el tráfico, sino en también en aparcamientos, zonas verdes y acerados. Algunos puntos han resultado tan estrechos que más parece una antigua calle del centro de Alcalá, que de una nueva vía construida a las afueras.</p>
<p>La falta de previsión del Consistorio y la necesidad de acoger la infraestructura ferroviaria en una mediana central, <strong><a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/provincia/alcala-de-guadaira/3216-denuncian-que-una-avenida-de-alcala-se-ha-convertido-qen-un-pasilloq-por-culpa-del-tranvia.html">han dejado en “un estrecho pasillo”</a></strong>, a la que en su día <strong>i</strong><strong>ba a ser la principal vía de comunicación entre el norte y el este de Alcalá</strong>.</p>
<h3>Manta contra las vibraciones y ruidos</h3>
<p><a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/images/stories/imagen/provincia/alcala/infraestructuras/transportes/tranvia/obras-tranvia-julio-09.jpg" target="_blank"></a></p>
<div><a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/images/stories/imagen/provincia/alcala/infraestructuras/transportes/tranvia/obras-tranvia-julio-09.jpg" target="_blank">Una manta de material absorvente se insertará en los tramos de mayor cercanía con las viviendas</a></div>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/vDC63fON-2w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/vDC63fON-2w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> El tramo urbano por el que discurrirá el tranvía de Alcalá de Guadaíra <strong>incorpora un sistema llamado ‘manta elastomérica’</strong> para amortiguar l<a href="http://www.sevillaactualidad.com/noticias/provincia/alcala-de-guadaira/2981-el-pa-augura-problemas-de-ruido-por-el-paso-del-tranvia-por-alcala.html">os ruidos y vibraciones</a>.  Según el Ayuntamiento, con esta mejora se evitará que los edificios noten los ruidos o vibraciones del tren.</p>
<p>Se instalará en los lugares por los que el tranvía circule a <strong>menos de ocho metros de distancia  de los edificios</strong>. Esta ‘manta elastomérica’ se dispondrá sobre una capa de hormigón de 20 centímetros de espesor y evitará así, este tipo de molestias, principalmente a los vecinos de las calles <strong>Pablo Picasso y Sanlúcar la Mayor, las vías en las que el ferrocarril pasará más cerca de las viviendas</strong> y, donde podrían aparecer los mayores problemas para los vecinos.</p>
<p>El coste económico del tranvía metropolitano de Alcalá es de 133 millones de euros, con un periodo de ejecución estimado hasta el 2013. En tal sentido, la Consejería de Obras Públicas y el Consistorio alcalareño financiarán respectivamente el 75% y el 25% de las aportaciones necesarias para potenciar el uso del transporte público.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Andrea Tavares: "Si los poderes no se comunican el ciudadano no tiene respuesta"]]></title>
<link>http://noticieroalternativo.com/2009/11/29/andrea-tavares-si-los-poderes-no-se-comunican-el-ciudadano-no-tiene-respuesta/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 11:32:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticieroalternativo</dc:creator>
<guid>http://noticieroalternativo.com/2009/11/29/andrea-tavares-si-los-poderes-no-se-comunican-el-ciudadano-no-tiene-respuesta/</guid>
<description><![CDATA[Hace un par de semanas, Andrea Tavares, concejala de Libertador por el partido Patria para Todos, al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.ppt.org.ve/noticias/prensaimg/14-09-01.jpg" alt="" width="305" height="210" /></p>
<p style="text-align:justify;">Hace un par de semanas, Andrea Tavares, concejala de Libertador por el partido Patria para Todos, alzó su voz para pedir que bajaran la intensidad de su actividad política y que trabajaran por Caracas al alcalde Jorge Rodríguez, Jacqueline Faría y Diosdado Cabello.<br />
<!--more--><br />
No se trata de la primera vez que la edil desafía al mandatario municipal. Fue su contendora en las elecciones para alcaldes y obtuvo 7.480 votos.</p>
<p><strong>-¿Cómo ha cambiado el municipio Libertador durante este primer año de gestión</strong>?</p>
<p>-(Suspiro profundo). Proyectos detenidos, no se ve política de urbanismo ni de ciudad y si la hay no es eficaz. El BusCaracas, por ejemplo, tuvo fallas técnicas sin solventar y por eso ha tardado tanto su avance. El alcalde no se comunica con la Cámara y si los poderes no hablan entre sí el ciudadano se queda sin respuestas. ´Tenemos una crisis de desechos sólidos y no se nos comunica qué pasa. No sabemos si es una emergencia, si es por la empresa recolectora o por Las Mayas. No se nos informa de nada. Se está perdiendo el esfuerzo de reubicación de la economía informal. Están volviendo a las aceras y nadie hace nada. No hay supervisión directa del municipio. La gente hace lo que quiere en Libertador.</p>
<p><strong>-¿El alcalde ha acudido a la Cámara? </strong></p>
<p>-Sólo una vez, para explicar su proyecto de celebración del aniversario de la ciudad y pedir que le aprobáramos los recursos. De resto, ha enviado a directores y no todos acuden. El alcalde nos envía puntos de cuenta para que le aprobemos recursos. Lo cual no está mal, porque se necesita dinero para funcionar, pero ¿cómo se le cobra más impuesto a la gente si no se le revierte eso en calidad de vida? En Chacao pagan porque tienen calles, vialidad, seguridad. Aquí no hay eso. El alcalde ignora nuestros acuerdos.</p>
<p><strong>-¿Por ejemplo?</strong></p>
<p>-Hicimos un plan de emergencia energética para ahorrar electricidad. Jorge Rodríguez no lo firmó.</p>
<p><strong>-Usted ha insistido en evaluar la crisis del transporte. ¿Qué ha pasado?</strong></p>
<p>-La línea 1 del Metro está llegando a su tope de funcionamiento y cuando ya no pueda más no va a haber una alternativa de transporte superficial. No se han tomado las medidas necesarias y es preocupante.</p>
<p><strong>-Pero está el BusCaracas&#8230; </strong></p>
<p>-Aún no sabemos cuándo quedará listo. Allí se perdieron esfuerzos porque había reuniones con las comunidades y con los transportistas. Nunca más los convocaron. Además, el proyecto sufrió cambios que, por cierto, no han sido informados a los concejales. Ahora el proyecto lo terminará el Ministerio de Obras Públicas y Vivienda (Mopvi)</p>
<p><strong>-El alcalde Rodríguez dijo que la transferencia de la obra indica que son un solo gobierno para Caracas</strong></p>
<p>-La geometría del poder la usan cuando quieren, pero no la aplican.</p>
<p><strong>-¿Qué sabe del plan Caracas Socialista?</strong></p>
<p>-Nos hicieron una presentación breve de obras necesarias. Y luego nos han enviado puntos de cuenta para aprobar recursos. Pedimos un informe y no nos ha llegado.</p>
<p><strong>-¿Se han reunido con Jacqueline Faría?</strong></p>
<p>-No es su obligación, aunque debería tratar de reunirse, pero no se ha hecho.</p>
<p><strong>-Hay colegas suyos que dicen que Rodríguez no quiere nada con la Cámara porque hay aliados de Freddy Bernal. </strong></p>
<p>-Hay 9 concejales del PSUV. Algunos fueron apoyados por Bernal en su carrera, pero estaban, y algunos están dispuestos a trabajar con Rodríguez.</p>
<p style="text-align:justify;">Nota:</p>
<p style="text-align:justify;">Andrea Tavares estudió Letras en la Universidad Católica Andrés Bello. Allí participó en el movimiento UCAB Libre 2.</p>
<p>Militó en La Causa R en 1992, de la mano de Aristóbulo Istúriz, a quien acompañó luego como funcionaria en la Alcaldía de Libertador. Es miembro fundadora del partido Patria para Todos (PPT).</p>
<p>Fue funcionaria del extinto Congreso Nacional.</p>
<p>Es concejala de Libertador desde 2005. Electa por las parroquias Santa Teresa, San Juan y El Paraíso.</p>
<p>En 2008 fue candidata a la Alcaldía de Libertador y obtuvo  7.480 votos.</p>
<p>Fuente: El Universal. Caracas</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un paso de cebra sin desperdicio]]></title>
<link>http://vivarrobledo.wordpress.com/2009/11/29/un-paso-de-cebra-sin-desperdicio/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:00:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>vivarrobledo</dc:creator>
<guid>http://vivarrobledo.wordpress.com/2009/11/29/un-paso-de-cebra-sin-desperdicio/</guid>
<description><![CDATA[La verdad es que la foto tampoco necesita muchos comentarios si te decimos que hablamos de accesibil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-294" src="http://vivarrobledo.wordpress.com/files/2009/12/pasocebragc1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align:justify;">La verdad es que la foto tampoco necesita muchos comentarios si te decimos que hablamos de <strong>accesibilidad</strong>. Parece casi de chiste, menos mal que no han cerrado ese hueco de setenta centímetros de valla. Pero para completarlo, te muestro otra foto para que veas el escalón externo e interno que tienes que volver a sortear, si tienes la suerte de caber por ese hueco.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-294" src="http://vivarrobledo.wordpress.com/files/2009/12/pasocebragc2.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align:justify;">Además, al otro lado, hay un importante desnivel en el terreno que se solucionó con una división de la acera en dos escalones y una rampa que llega a la parte alta. Así que, al terminar el paso de cebra te encuentras con un escalón para subir a una acera donde apenas te cabe el pie (si vas en silla de ruedas ni te cuento), y un murete de cuarenta centímetros, que hace más difícil aún el acceso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-294" src="http://vivarrobledo.wordpress.com/files/2009/12/pasocebragc3.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El futuro de las ciudades]]></title>
<link>http://blog.darioalvarez.net/2009/11/28/el-futuro-de-las-ciudades/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 21:33:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>arquitecturas</dc:creator>
<guid>http://blog.darioalvarez.net/2009/11/28/el-futuro-de-las-ciudades/</guid>
<description><![CDATA[(Puerto Madero, 2009). “Menos espacios de libertad que espacios donde cada uno es prisionero de la m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[(Puerto Madero, 2009). “Menos espacios de libertad que espacios donde cada uno es prisionero de la m]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recorde na produção de carros hoje será recorde de congestionamentos amanhã]]></title>
<link>http://radamesm.wordpress.com/2009/11/28/recorde-na-producao-de-carros-hoje-sera-recorde-de-congestionamentos-amanha/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 15:00:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Radamés Manosso</dc:creator>
<guid>http://radamesm.wordpress.com/2009/11/28/recorde-na-producao-de-carros-hoje-sera-recorde-de-congestionamentos-amanha/</guid>
<description><![CDATA[No início da semana, assistindo o Jornal Nacional, vi duas matérias sobre automóveis que me fizeram ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://radamesm.wordpress.com/files/2009/11/linha-de-montagem-vw.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1449" title="Linha de montagem do VW Fusca" src="http://radamesm.wordpress.com/files/2009/11/linha-de-montagem-vw.jpg?w=257" alt="" width="257" height="300" /></a></p>
<p>No início da semana, assistindo o Jornal Nacional, vi duas matérias sobre automóveis que me fizeram pensar. Não que as matérias tivessem informação fora do comum, mas pelo fato de serem apresentadas na mesma edição do tele jornal, separadas por um intervalo de alguns minutos.</p>
<p>Na primeira matéria, falava-se do problema do excesso de carros nos centros urbanos. Imagens de congestionamentos, fumaça preta saindo dos escapes, um transeunte de olhos vermelhos falou sobre a péssima qualidade do ar, bla bla bla.</p>
<p>Na segunda matéria, exibida alguns minutos depois, o assunto era o recorde na produção nacional de veículos. Felizes empresários do setor deram depoimentos sobre os excelentes resultados da indústria automotiva, a criação de empregos foi enaltecida, os ganhos com exportação foram lembrados, os benefícios para a vasta cadeia produtiva do setor foi valorizada, bla bla bla.</p>
<p>Não sei se a equipe do Jornal Nacional na correria da redação se deu conta do contraste entre as duas matérias que falam sobre o mesmo assunto: veículos motorizados. A primeira matéria, pessimista e sombria, conclama o telespectador a tomar consciência sobre o problema da motorização excessiva da sociedade. A segunda matéria joga areia na primeira, pois enaltece a produção de automóveis e todos seus benefícios econômicos.</p>
<p>Esse exemplo tirado do Jornal Nacional ilustra bem a ambiguidade em que vivemos nesse período de transição da sociedade desenvolvimentista para uma futura sociedade sustentável. Eu tenho carro e reconheço o direito de cada pessoa comprar o seu também, só que carro é um bem para ser usado com critério e terá que ficar mais na garagem do que na rua. Na sociedade sustentável os recordes comemorados são os de redução no consumo de recursos e de melhoria na qualidade de vida sem agressão ao ambiente. Não dá para viver no século XXI com os valores da época do presidente JK que trouxe a indústria automobilística para o Brasil. Aposto que o saudoso presidente Juscelino, um homem de visão, se estivesse vivo, estaria apoiando a construção de uma sociedade sustentável.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não ao Petróleo]]></title>
<link>http://francaroland.wordpress.com/2009/11/28/nao-ao-petroleo/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 14:06:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>francaroland</dc:creator>
<guid>http://francaroland.wordpress.com/2009/11/28/nao-ao-petroleo/</guid>
<description><![CDATA[NÃO AO PETRÓLEO ! Luiz de França Roland A Companhia Petróleos do Brasil foi incorporada por Monteiro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>NÃO AO PETRÓLEO !<br />
Luiz de França Roland<br />
A Companhia Petróleos do Brasil foi incorporada por Monteiro Lobato, Manequinho Lopes e Pereira de Queiroz em 1931 e foi autorizada a funcionar em 17 de maio de 1932. Em agosto desse mesmo ano deu-se o início das prospecções de petróleo no campo de Araquá, hoje município paulista de Águas de São Pedro.<br />
Em 1936, a sonda de Alagoas, depois de ser interditada pelo governo federal, fez jorrar, a 250 metros de profundidade no poço São João de Riacho Doce, o primeiro jato de gás de petróleo no Brasil. A primeira ocorrência de petróleo líquido no Brasil só se deu, coincidentemente, três anos mais tarde (1939) em Lobato, hoje um bairro de Salvador.<br />
A facilidade com que foram subscritas as ações da recém constituída empresa levou Monteiro Lobato a promover a fundação de outras companhias que visavam prospectar petróleo no Brasil, como a Companhia Petróleo Nacional, a Companhia Petrolífera Brasileira e a Companhia de Petróleo Cruzeiro do Sul e a maior de todas, fundada em julho de 1938, a Companhia Mato-Grossense de Petróleo que visava perfurar em local próximo da fronteira com a Bolívia.<br />
Monteiro Lobato teve de lutar contra a resistência do governo brasileiro para fundar a Companhia Petróleos do Brasil. A política oficial do governo brasileiro afirmava que no Brasil não poderia haver petróleo. Se houvesse algum, os americanos, espertos que eram, já o teriam descoberto. Monteiro lobato pensava diferente. Ele achava que o ferro e o petróleo, que eram a base da prosperidade americana, também poderiam ser a do Brasil.<br />
No confronto com o governo brasileiro todas as iniciativas de Lobato foram sabotadas. Isso o levou a escrever uma carta ao ditador Getúlio Vargas, na qual criticava o Conselho Nacional do Petróleo o que resultou na sua prisão.<br />
Como a produção de petróleo em outros países poderia ameaçar o seu monopólio, os norte-americanos subornavam os políticos brasileiros, principalmente os dirigentes do Conselho Nacional do Petróleo. Monteiro Lobato, enojado, desistiu de suas empreitadas e suas últimas palavras sobre esse assunto foram:-<br />
	“Chega. Não quero nunca mais tocar neste assunto de petróleo. Amargou-me doze anos de vida, levou-me à cadeia, mas isso não foi o peor. O peor foi a incoercível sensação de repugnância que desde então passei a sentir sempre que leio ou ouço a expressão ‘Governo Brasileiro’&#8230;”<br />
Nesse resumido relato do percurso percorrido por Monteiro Lobato no universo da produção petrolífera fica evidente que ele não foi um precursor, um profeta. Ele não conseguiu prever o futuro traumático que o petróleo viria causar a humanidade. Monteiro Lobato foi um homem do seu tempo e viveu a fantasia quimérica do sonho petrolífero. Lobato foi um militante romântico da equivocada campanha do “O Petróleo é nosso”.<br />
Se por um lado Monteiro Lobato não teve sucesso na defesa do petróleo brasileiro, por outro lado ele foi um dos maiores expoentes da literatura infantil. Lobato criou um universo ficcional infantil magistral, não superado até os nossos dias. Ele é cultuado muito mais pelos seus personagens do “Sítio do Pica-pau Amarelo” do que pelas suas inúmeras companhias petrolíferas que não alcançaram sucesso.<br />
A despeito do malogro dos empreendimentos de Lobato na área da exploração do petróleo, a produção petrolífera nacional é, hoje, uma expressão econômica significativa na economia brasileira e do capitalismo universal.<br />
Contudo a produção petrolífera não gerou nenhum beneficio à humanidade, é a economia que mais polui o nosso planeta. Em todas as regiões da terra em que o petróleo foi e está sendo retirado das profundezas do globo somente provocou poluição e exacerbou o estado de pobreza mundial. Provocou e continua a provocar conflitos sangrentos em todos os cantos do mundo.<br />
O petróleo polui o meio ambiente no qual toda a humanidade busca o ar que respira para poder viver! O petróleo, com seu derivado, o asfalto, polui o espaço físico urbano onde a maioria das pessoas vive!<br />
 E além do mais: O petróleo é cancerígeno!<br />
A produção mundial de petróleo beneficia particularmente as Big Oil capitalistas envolvidas na maior parte das reservas petrolíferas do planeta, inclusive nas do Brasil.<br />
As elites empresariais econômicas nacionais se ajustaram à ladainha da gigante brasileira, a Petrobrás, e pretendem, com a criação da equivocada Petro-Sal, dar mais um passo na catastrófica exploração do petróleo na região do pré-sal no litoral brasileiro.<br />
Qual a alternativa à utilização do petróleo como fonte de energia?<br />
Entre outras: O HIDROGÊNIO!<br />
Vamos salvar nossas vidas! Precisamos dizer NÃO AO PETRÓLEO!</p>
<p>Luiz de França Roland<br />
é arquiteto de urbanista<br />
e-mail:-  lfroland@uol.com.br<br />
(747)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CORRUPCIÓN:  Política…  ¡claro está!  (1)]]></title>
<link>http://sobrado.wordpress.com/2009/11/27/corrupcion-politica%e2%80%a6-%c2%a1claro-esta-1/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:53:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>sobrado</dc:creator>
<guid>http://sobrado.wordpress.com/2009/11/27/corrupcion-politica%e2%80%a6-%c2%a1claro-esta-1/</guid>
<description><![CDATA[El mapa de la CORRUPCIÓN en España, por comunidades, a octubre de 2009, con los personajes imputados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">El mapa de la CORRUPCIÓN en España, por comunidades, a octubre de 2009, con los personajes imputados. (Fuente ABC) </p>
<p><strong><span style="font-size:130%;color:#ff0000;">ANDALUCÍA </span></strong><br />
<a href="http://s132.photobucket.com/albums/q28/sobrado/?action=view&#38;current=Andalucia.jpg" target="_blank"><img alt="Corrupcion,EspaÃ±a,politicos,comunidades,urbanismo,ayuntamientos partidos politicos" src="http://i132.photobucket.com/albums/q28/sobrado/Andalucia.jpg" border="0" /></a></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">2009-11-01 ABC:</span> </strong><a href="http://www.abc.es/20091101/opinion-editorial/pacto-contra-corrupcion-20091101.html" target="_blank">Un pacto contra la corrupción</a> </p>
<p><strong><span style="color:#cc0000;">VER: </span></strong><a href="http://josesobrado.blogspot.com/2009/11/corrupcion-el-faisan-del-gobierno-de.html" target="_blank">CORRUPCIÓN: El Faisan del Gobierno de España. (1)</a> </p>
<p><a href="http://sobrado.esmiweb.com/" target="_blank">sobrado.esmiweb.com</a> </p>
<p>José Sobrado García</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Plataforma Madrid, Ciudadanía y Patrimonio]]></title>
<link>http://urbancidades.wordpress.com/2009/11/27/plataforma-madrid-ciudadania-y-patrimonio/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 09:32:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Enrique Fidel</dc:creator>
<guid>http://urbancidades.wordpress.com/2009/11/27/plataforma-madrid-ciudadania-y-patrimonio/</guid>
<description><![CDATA[Recogen algunos medios como El País, también  Ruht Toledano en su habitual columna de este periódico]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/sos-patrimonio-madrid.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2389" title="SOS Patrimonio Madrid" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/sos-patrimonio-madrid.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><br />
<strong>R</strong>ecogen algunos medios como <a href="http://www.elpais.com/articulo/madrid/Nace/plataforma/defensa/legado/cultural/elpepuespmad/20091122elpmad_6/Tes">El País</a>, también  <a href="http://www.elpais.com/articulo/madrid/Buenas/noticias/Madrid/elpepuespmad/20091127elpmad_8/Tes">Ruht Toledano</a> en su habitual columna de este periódico, así como numerosos blog, a los que me sumo, la creación de la <a href="http://madridciudadaniaypatrimonio.org/node/24"><strong>Plataforma Madrid, Ciudadanía y Patrimonio</strong></a>, asociación para la defensa del patrimonio madrileño, en la cual participan arquitectos,  urbanistas, asociaciones varias y conservacionistas sensibilizados y comprometidos con el patrimonio madrileño, algunos de ellos viejos conocidos de este Blog como Vicente Patón o Igor González.<br />
<strong>E</strong>l objetivo que persigue la Plataforma es necesario y su constitución supone un impulso en la acción social que sólo las asociaciones de carácter ciudadano pueden ejercer, habida cuenta que desde el lado político no hay apenas voluntad.<br />
<strong>E</strong>n <strong>Madrid </strong>quedan muchas construcciones y monumentos relevantes que se encuentran en peligro de desaparición. Algunas más quedarían si no fuera porque el ansia demoledora del interés especulativo acaba por fagocitar cuanto puede, salvo que se impida.<br />
<strong>L</strong>a presencia de la la Plataforma habrá de servir, según su manifiesto constitucional para ampliar de &#8220;<em>concepto de patrimonio no sólo a los bienes considerados tradicionalmente como tales, es decir, construcciones y entornos monumentales, ámbitos con valor histórico, mobiliario urbano singular y ornato público sino, además, otros de naturaleza intangible, como paisaje urbano o rural, especialmente castigado por el descontrol especulativo; los jardines históricos y todos aquellos otros componentes con valor medioambiental, histórico y artístico que armonizan la vida en las ciudades y en el agro</em>&#8220;.</p>
<p><strong>E</strong>ntre los muchos monumentos o espacios en peligro se encuentran la <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2008/02/11/basilica-de-san-francisco-el-grande/">Cornisa de Las Vistillas</a>, el <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2008/06/07/fronton-beti-jai-ii/">Frontón Beti-Jai</a>, los restos de la <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2008/10/02/sobre-la-muralla-arabe-de-madrid/">muralla árabe</a>, el Dolmen de Dalí,  la Dehesa de la Villa, el Palacio de Boadilla del Monte,  el Parque del Oeste, los <a href="http://salvemosloscines.blogspot.com/">numerosos cines</a> que han sido arbitrariamente transformados, y <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2007/04/14/viejos-cines-olvidados/">otros tantos</a> que se arruinan en el olvido de todos, la <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2009/05/25/en-torno-al-chalet-de-vicente-aleixandre-y-al-que-fue-de-damaso-alonso/">casa de Vicente Aleixandre</a>, multitud de casas de corredor y <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2008/09/29/una-corrala-de-cine/">corralas</a> en proceso de ruina, etc.<br />
<strong>O</strong>tros quedan ya para el recuerdo como los <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2007/11/11/miguel-fisac-arquitecturas-perdidas-v/">Laboratorios Jorba</a> (la Pagoda) de Miguel Fisac, o la <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2007/11/21/178/">casa del Pastor</a>, o la casa de <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2008/06/03/la-casa-de-ivan-de-vargas/">Iván de Vargas</a>, o el <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2009/11/02/quiosco-libreria-santa-barbara-madrid/">quiosco de la Plaza de Santa Bárbara</a> (demolido recientemente), o el <a href="http://urbancidades.wordpress.com/2008/03/26/arquitecturas-perdidas-vii-palacio-del-duque-de-lerma/">Palacio del Duque de Lerma</a>,etcétera.</p>
<p><strong>O</strong>jalá iniciativas como esta animen cada día a más personas a involucrarse en  la construcción sostenible y responsable de su ciudad, respetando la historia  y preservando sus monumentos. Al fin y al cabo, el carácter de cada espacio urbano, lo que lo hace dintinguirse del resto, son sus construcciones, su trama y su estado de conservación. Si nos cargamos todo lo que no tiene aires de modernidad, negamos la historia y nos negamos a nosotros mismos como parte de la ciudad.</p>
<h3>Referencias.-</h3>
<p><a href="http://www.monumentamadrid.es/AM_Monumentos3/AM_Monumentos3_WEB/index.htm">Mapa monumentos patrimonio histórico edificado</a><br />
<a href="http://urbancidades.wordpress.com/?s=corralas">Corralas </a>(en Urbancidades)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Proyectan construir 1.200 camas en La Aldea]]></title>
<link>http://turcon.wordpress.com/2009/11/27/proyectan-construir-1-200-camas-en-la-aldea/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 08:15:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>turcon</dc:creator>
<guid>http://turcon.wordpress.com/2009/11/27/proyectan-construir-1-200-camas-en-la-aldea/</guid>
<description><![CDATA[Nueva carretera Agaete-La Aldea El municipio pretende crear un nuevo modelo de desarrollo turístico ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nueva carretera Agaete-La Aldea</p>
<p>El municipio pretende crear un nuevo modelo de desarrollo turístico &#8220;sin comparación con los actuales&#8221;.      </p>
<p>La llegada de las máquinas, supuso una gran fiesta.<a href="http://turcon.wordpress.com/files/2009/11/escudolaaldeasannicolas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3119" title="escudolaaldeasannicolas" src="http://turcon.wordpress.com/files/2009/11/escudolaaldeasannicolas.jpg" alt="" width="180" height="210" /></a></p>
<p>ACN PRESS – La Provincia.es</p>
<p>El inicio de las obras de la nueva carretera Agaete-La Aldea de San Nicolás supondrá un &#8220;importante revulsivo&#8221; para la economía local, porque &#8220;esperamos que aumente el interés de los promotores por el municipio&#8221;. El alcalde, Tomás Pérez, asegura que La Aldea se encuentra en estos momentos en el inicio de un nuevo momento histórico, que pudiera materializarse con la ejecución del proyecto redactado desde hace más de diez años y que contempla la construcción de 1.200 nuevas camas turísticas.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Pérez , que hizo estas declaraciones en la presentación de la nueva guía turística del municipio, insistió en que el municipio necesita &#8220;una salida económica&#8221; porque &#8220;el sector primario no da para mucho&#8221;. Por ello, desde el Ayuntamiento ya han iniciado los contactos para potenciar un proyecto que potenciaría el sector servicios en el municipio, y &#8220;un nuevo modelo de turismo en Gran Canaria&#8221;. El regidor se mostró convencido de la idoneidad de este tipo de desarrollo, porque &#8220;no vamos a copiar a nadie, el nuestro no es el modelo de sur o el norte, sino el del oeste&#8221;.</p>
<p>La calidad será el estandarte de esta iniciativa que se desarrollará fundamentalmente en la desembocadura del barranco de La Aldea. Zonas como Guguy o Tasartico &#8220;quedarán como están porque la normativa vigente no permite hacer modificaciones&#8221;. No obstante el interés del Consistorio es que &#8220;permanezcan como hasta hoy, vírgenes, y que se disfrute caminando por sus senderos&#8221;. El desarrollo turístico de la playa de Tasartico se limitará a la actual zona de acampada, &#8220;porque la Ley de Espacios Naturales y la normativa de la Reserva de la Biosfera, así lo establecen&#8221;.</p>
<p>Un primer paso de este futuro desarrollo turístico es la guía presentada hoy en la capital grancanaria, con el apoyo del Patronato de Turismo de la Isla. El Consistorio ha editado dos modelos, en inglés y español, que se distribuirán en todos los comercios del municipio y los puntos de información turística de Playa del Inglés y el aeropuerto de Gran Canaria. El organismo insular pretende también sumar esta oferta, a la que ya promociona en las ferias de turismo en las que participa.</p>
<p>La guía, de unas cuarenta páginas, explica la historia, geografía, cultura, tradiciones, gastronomía y servicios, además de explicar tres rutas a pie que se pueden realizar en la zona. Esta iniciativa se complementa con la edición de láminas que también se distribuirán por toda la Isla y la creación de una web, que estará operativa desde mañana, y que permitirá realizar visitas virtuales al municipio.</p>
<p>&#8220;La Aldea, fruto de su aislamiento, ha desarrollado una cultura particular y propia que queremos dar a conocer&#8221;, explicó el regidor, ya que &#8220;en esta Isla hay gente que conoce muy bien Madrid pero no este municipio&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atasco, la palabra maldita (2)]]></title>
<link>http://madrisx.wordpress.com/2009/11/27/49/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 06:09:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>madrisx</dc:creator>
<guid>http://madrisx.wordpress.com/2009/11/27/49/</guid>
<description><![CDATA[Atasco, la palabra maldita El nivel de entropía en las grandes ciudades es muchas veces un efecto pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Atasco, la palabra maldita</strong></p>
<p>El nivel de entropía en las grandes ciudades es muchas veces un efecto perverso causado por el pasado de esas propias ciudades. En muchas ocasiones las ciudades se han ido formando mediante oleadas de inmigración en épocas muy variadas, desde el éxodo campo-ciudad al actual urbanismo salvaje en el que de forma premeditada se levantan barrios isla de proporciones inmensas, por tanto muy coche dependientes. Indudablemente este desarrollo a trompicones causa por una lado una distribución no homogénea de la población y además rompe con la norma urbana de las polis griegas en las que el “ágora” debía situarse a una distancia razonable caminando, sin embargo las ciudades actuales en muchos casos sitúan a distancias irracionales los centros de ocio, trabajo y diversión, obligando en ocasiones a realizar desplazamientos kilométricos a sus habitantes para tareas comunes.</p>
<p>Si uno se fija en el pasado verá que las ciudades siempre crecían en “gremios” o calles especializadas dedicadas al comercio, es notorio porque hay montones de calles en distintas ciudades dedicadas a los “Bordadores”, “Herreros” y demás profesiones, aunque el tiempo en general ha ido trasladando la ubicación original de muchas de ellas por las diversas transformaciones urbanísticas. Estas ciudades “gremiales” no hacían necesario un desplazamiento masivo de la mano de obra porque la población vivía prácticamente donde trabajaba, algo que hoy es equivocadamente considerado como “un lujo”, y por aquel entonces todo atasco se resumía a los días de mercado en el que toda la producción se debía desplazar de los “gremios” al mercado y del mercado a otras poblaciones y viceversa desde otros pueblos y poblaciones que generaban el producto a vender en estas ciudades.</p>
<p>Sin embargo la revolución industrial y la producción masificada causó la perdida del sistema artesanal, con ello se necesitaron grandes fábricas y grandes cantidades de empleados como mano de obra que se tenía que desplazar a zonas periféricas donde las chimeneas de ladrillo crecían como setas. En aquellos primeros años los trabajadores se empezaban a aglomerar en los “suburbs” de las grandes urbes inglesas, todos nacidos en torno a la industria, con lo cual persistía aún el desplazamiento a pie como principal medio de transporte, pese a que ya en algunas ocasiones los desplazamientos empezaban a ser demasiado largos, por ello ya empezaron a articularse los primeros sistemas de transporte público urbano estructurados tal como los conocemos hoy en día, primeramente con carros tirados de caballo, pasando por los tranvías y naturalmente el metro, la joya urbana del transporte público.</p>
<p>Deberíamos centrarnos más en lo que supuso el cambio definitivo que definitivamente lastró nuestra red viaria, y esto fue la popularización del vehículo privado, en el caso de Madrid los años 60 marcaron el desarrollismo algo tardío que ya había arrasado buena parte de las grandes ciudades europeas, este mal llamado desarrollismo consistía en poder llegar a todas partes con el vehículo privado. Ya no estaba de moda utilizar el incómodo y lento autobús o el atestado metro, y en cierto modo los primeros pasos del desarrollismo fueron un acierto, muchas familias descubrieron la tranquilidad del vehículo privado, lo bien que te venía llegar a tu destino, aparcar y bajarte sin tener que preocuparte de poder perder un autobús. El problema sin embargo radicaba en la enorme ocupación de espacio que supone un vehículo, pronto todas las calles, empezando por las más céntricas empezaron a saturarse, acto seguido vino la consabida contaminación generada por esa saturación y finalmente muchos regresaron al atestado metro o lento autobús porque perdían los nervios en el atasco matutino.</p>
<p>Esto ha sido un resumen demasiado alocado de la irrupción de vehículo privado, pero convendría irnos a Estados Unidos para fijarnos en el caso de Nueva York y Los Ángeles, ciudades antagónicas que para favorecer la movilidad según crecían tenían conceptos muy diferentes. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Negreira lamenta el espíritu antidemocrático y la falta de transparencia de Losada ]]></title>
<link>http://sadaendigital.wordpress.com/2009/11/27/negreira-lamenta-el-espiritu-antidemocratico-y-la-falta-de-transparencia-de-losada/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:41:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>sadadigital</dc:creator>
<guid>http://sadaendigital.wordpress.com/2009/11/27/negreira-lamenta-el-espiritu-antidemocratico-y-la-falta-de-transparencia-de-losada/</guid>
<description><![CDATA[El Gobierno municipal envió ayer a los Populares, a sólo cinco días del Pleno, los más de tres mil f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El Gobierno municipal envió ayer a los Populares, a sólo cinco días del Pleno, los más de tres mil f]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RELOJ URBANO]]></title>
<link>http://planta0.wordpress.com/2009/11/26/reloj-urbano/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:22:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>irenegago</dc:creator>
<guid>http://planta0.wordpress.com/2009/11/26/reloj-urbano/</guid>
<description><![CDATA[Tú decides la ciudad y personalizas el reloj por 120 euros. VIA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://planta0.wordpress.com/files/2009/11/untitled1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-712" title="Untitled1" src="http://planta0.wordpress.com/files/2009/11/untitled1.png" alt="" width="521" height="544" /></a></p>
<p>Tú decides la ciudad y personalizas el reloj por 120 euros.</p>
<p><a href="http://www.fluid-forms.com/design-your-own/streets-clock-personalized-wall-clock">VIA</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[3º Encuentro Local Pueblos y Ciudades por la Sostenibilidad]]></title>
<link>http://sostenibilidadurbana.wordpress.com/2009/11/26/3%c2%ba-encuentro-local-pueblos-y-ciudades-por-la-sostenibilidad/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:15:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>sostenibilidadurbana</dc:creator>
<guid>http://sostenibilidadurbana.wordpress.com/2009/11/26/3%c2%ba-encuentro-local-pueblos-y-ciudades-por-la-sostenibilidad/</guid>
<description><![CDATA[La semana que viene, concretamente desde el lunes 30 de noviembre al miércoles 02 de diciembre, se c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La semana que viene, concretamente desde el lunes 30 de noviembre al miércoles 02 de diciembre, se celebra en Sevilla, en el Hotel Meliá ( c / Pedro de Castro) el <strong>3º Encuentro Local de Pueblos y Ciudades por la Sostenibilidad</strong>, organizado por la <strong>Fundación CONAMA</strong>. En él se hará entrega del <strong>Premio CONAMA a la sostenibilidad de pequeños y medianos municipios</strong>, se presentará el <strong>Informe Cambio Global España 2020/50</strong>, y se organizarán interesantes <strong>sesiones de debate</strong> sobre temas tan trascendentales para nuestros pueblos y ciudades como son, por ejemplo, la gestión de la <strong>energía</strong>, el <strong>urbanismo</strong> y la <strong>movilidad</strong>, los retos de futuro que nos plantea el <strong>cambio climático</strong>, las preocupaciones por preservar una óptima <strong>calidad ambiental</strong>, el impulso del <strong>empleo</strong> y un modelo económico más sostenible, las <strong>Agendas 21 Locales</strong> y los <strong>nuevos modelos de gobernanza</strong>, entre otros.</p>
<p>Os dejo el programa, esperando que sea de vuestro interés. <a href="http://sostenibilidadurbana.wordpress.com/files/2009/11/programa-3er-encuentro-local.pdf">Programa 3er Encuentro Local</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Índigenas de Embera condenados a la extinción por las autoridades colombianas]]></title>
<link>http://margalloecologistes.wordpress.com/2009/11/26/indigenas-de-embera-condenados-a-la-extincion-por-las-autoridades-colombianas/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 06:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Margalló Ecologistes en Acció</dc:creator>
<guid>http://margalloecologistes.wordpress.com/2009/11/26/indigenas-de-embera-condenados-a-la-extincion-por-las-autoridades-colombianas/</guid>
<description><![CDATA[COMUNIDADES AMENAZADAS Comenzamos esta semana solidarizándonos con el justo reclamo de las comunidad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#808000;">COMUNIDADES A<span style="color:#808000;">MEN</span></span><span style="color:#808000;">AZADAS</span><br />
Comenzamos esta semana solidarizándonos con el justo reclamo de las comunidades de Pescadito y Chidima, en el Norte del <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Choc%C3%B3" target="_blank">Chocó </a>colombiano. Los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Embera" target="_blank">indígenas embera</a> no han sido consultados acerca de tres proyectos inminentes dentro de su territorio que <span style="color:#808000;"><strong>amenazan gravemente su existencia</strong></span>: un proyecto minero, uno de interconexión eléctrica y una carretera. <!--more--></p>
<p>Solidarícense también <a href="http://www.salvalaselva.org/protestaktion.php?id=488" target="_blank">firmando una carta</a> dirigida a la  Corte Constitucional colombiana, donde se solicita que sea revisada una demanda presentada por las comunidades, en razón del <span style="color:#808000;"><strong>derecho fundamental que todos los pueblos indígenas tienen a la Consulta Previa.</strong></span> No permitamos que les sea negado su legítimo derecho.</p>
<p>Además, desde <a href="http://www.salvalaselva.org/" target="_blank">Salva la Selva</a> obtuvimos respuesta a la acción <a href="http://www.salvalaselva.org/protestaktion.php?id=456" target="_blank">&#8216;Gobierno holandés financia soja (ir)responsable&#8217;</a>: los ministros holandeses de Agricultura y Cooperación al Desarrollo han dado acuse de recibo de nuestra acción de protesta donde <span style="color:#808000;"><strong>les reclamamos que prestan su apoyo la iniciativa de &#8216;maquillaje verde&#8217; de la Mesa Redonda de Soja Responsable. </strong></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>Han escrito una (insatisfactoria) respuesta sobre las (vagas) medidas que piensan tomar para asegurar una producción &#8217;sostenible&#8217; de la soja.</strong></span> Como no nos damos por satisfechos con esta respuesta, seguiremos exigiendo auténtica responsabilidad al gobierno holandés. Seguiremos trabajando en defensa de los pueblos fumigados y desplazados por la producción de la soja.</p>
<p style="text-align:right;">Vía &#124; <a href="http://www.salvalaselva.org/protestaktion.php?id=488" target="_blank">salvalaselva.org</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Streets With No Name]]></title>
<link>http://diariodeuninmigrantedigital.wordpress.com/2009/11/25/streets-with-no-name/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:06:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel</dc:creator>
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<description><![CDATA[A través del blog Boing Boing (que recomiendo con muchas ganas) he encontrado este post que apareció]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A través del blog <a href="http://http://www.boingboing.net/2009/11/23/pathways-of-desire-d.html">Boing Boing</a> (que recomiendo con muchas ganas) he encontrado este post que apareció en <a href="http://www.sweet-juniper.com/2009/06/streets-with-no-name.html">Sweet Juniper!</a> y titulado Streets  With No Name. Se trata de un tema muy sencillo pero que no deja de llamarme a la reflexión, ya que me recuerda una vez más nuestra filiación pedestre urbana con el entorno en el que vivimos.</p>
<p>En Street With No Name, el autor describe cómo durante las nevazones en la ciudad de Detroit, las calles desaparecen durante días, de forma que las personas comienzan a desarrollar su propios trayectos a través de la nieve. Estos trayectos una vez se ha acabado el mal tiempo permanecen en las zonas de parques y donde las pisadas humanas permanecen creando nuevas formas de recorrer la ciudad y de hacerla. Todo esto me lleva a pensar en mi lugar de origen en Chile, donde muchas sendas poco a poco se fueron perdiendo dando lugar a calles de cemento, y me preguntaba sobre lo que se había perdido.</p>
<p><a href="http://diariodeuninmigrantedigital.wordpress.com/files/2009/11/paths2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-316" title="paths2" src="http://diariodeuninmigrantedigital.wordpress.com/files/2009/11/paths2.jpg" alt="" width="500" height="371" /></a></p>
<p>Estas huellas son llamadas por Gaston Bachelard, pathways of desire y no responden a ningún tipo de planeamiento urbano, sino a la necesidad de mujeres y hombres de llegar de la forma más sencilla y rápida de un lugar a otro. Es decir, como señala el post, una prueba más de cómo el diseño de una ciudad nunca puede ser impuesto. Se menciona igualmente cómo en algunos campus universitarios (el autor habla de leyenda urbana), las rutas dentro de ellos por donde circulan los alumnos, no han sido planeadas por un ente regulador (si aceptadas e institucionalizadas más tarde como infraestructuras), sino que responden a los movimientos y trayectos de estos.</p>
<p>El post concluye en un interesante alcance sobre el origen de las calles o vías (las sendas que los cazadores neolíticos seguían para cazar sus presas), así como las investigaciones científicas en torno a este tema y al contexto histórico de esta actividad.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[El PSOE retira una petición para ampliar el plazo de suspensión de licencias en huertos]]></title>
<link>http://margalloecologistes.wordpress.com/2009/11/25/el-psoe-retira-una-peticion-para-ampliar-el-plazo-de-suspension-de-licencias-en-huertos/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:36:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Margalló Ecologistes en Acció</dc:creator>
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<description><![CDATA[URBANISMO El concejal de Urbanismo y portavoz del PSOE, Alejandro Pérez, decidía ayer dejar sobre la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#808000;">URBANISMO</span><br />
El concejal de Urbanismo y portavoz del PSOE, Alejandro Pérez, decidía ayer dejar sobre la mesa y retirar una moción de él mismo en la que se solicitaba a la Generalitat una &#8220;ampliación del plazo de suspensión de la vigencia del planeamiento en las áreas afectadas por la declaración del Palmeral como Patrimonio de la Humanidad por la Unesco. <span style="color:#808000;"><strong>La suspensión actual de las licencias en huertos de palmeras vence en los primeros días del próximo mes de enero.</strong></span><!--more--></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>El concejal no informó de este asunto en su comparecencia en la posterior rueda de Prensa y fue la portavoz del PP, Mercedes Alonso</strong></span>, quien lo sacó a relucir, señalando que &#8220;el quid de la cuestión de todo esto está en el tema del mirador del Palmeral, que por mucho que diga el señor Pérez, no está autorizado por la Direcciónde Patrimonio. Creemos que lo que debería hacer el alcalde es reconsiderar el proyecto y no hacerlo, ya que no es una prioridad para Elche&#8221;, afirmó.</p>
<p>En la moción se apunta que la solicitud se hacía para dar tiempo a la Generalitat a la aprobación del Plan Especial de Protección del Palmeral.</p>
<p>Alonso y Pérez se enzarzaban ayer, cada uno por su lado, en una valoración muy distinta del reciente informe sobre el Plan Especial de Protección del Palmeral remitido por la Dirección General de Patrimonio. Para el edil de Urbanismo dicho informe no tiene validez &#8220;por haber sobrepasado los tres meses de plazo de que disponía para emitirlo&#8221;. Para Alonso, &#8220;la realidad es que las leyes están para cumplirse. Por eso nos parece muy atrevido que el alcalde diga que el mirador se hará pese a quien pese&#8221;, indicó.</p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>Integración</strong></span><br />
Por otro lado, también se dejó sobre la mesa (&#8220;inexplicablemente&#8221;, según el PP) la aprobación del Estudio de Integración Paisajística del Plan Especial de Protección del Palmeral. Según Alejandro Pérez, se tomó esta decisión &#8220;porque <span style="color:#808000;"><strong>entró a última hora, pero dentro del plazo, una alegación del colectivo ecologista Margalló</strong></span> que conviene estudiar&#8221;.</p>
<p>Esta alegación se suma a la presentada, &#8220;con distinto signo y contenido&#8221;, según Alejandro Pérez, por la propiedad del hotel Huerto del Cura. El concejal de Urbanismo dijo que <span style="color:#808000;"><strong>dicho estudio se resolverá en una próxima comisión municipal.</strong></span></p>
<p><span style="color:#008080;"><strong>Relacionado &#124;</strong></span> <a href="http://margalloecologistes.wordpress.com/2009/11/24/el-ayuntamiento-dice-que-el-informe-negativo-sobre-el-mirador-del-palmeral-es-un-disparate/" target="_blank">El Ayuntamiento dice que el informe negativo sobre el Mirador del Palmeral es ‘un disparate’</a></p>
<p style="text-align:right;">Vía &#124; <a href="http://www.diarioinformacion.com/elche/2009/11/25/psoe-retira-peticion-ampliar-plazo-suspension-licencias-huertos/955020.html" target="_blank">diarioinformacion.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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