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	<title>vampirismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/vampirismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "vampirismo"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 19:13:51 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[La atracción de los jóvenes por los vampiros]]></title>
<link>http://eltemplodelaluzinterior.wordpress.com/2009/11/29/la-atraccion-de-los-jovenes-por-los-vampiros/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:42:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Profesor de Santantoni</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aquellas pálidas y aterradoras criaturas que dormían en ataúdes y vivían encerradas en sus castillos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aquellas pálidas y aterradoras criaturas que dormían en ataúdes y vivían encerradas en sus castillos]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Lua Nova]]></title>
<link>http://quedoiderabicho.wordpress.com/2009/11/22/lua-nova/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 18:53:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gabi</dc:creator>
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<description><![CDATA[O purpurinado Edward Cullen bah&#8230; tá todo mundo escrevendo alguma coisa sobre esse filme e, com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_56" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://quedoiderabicho.wordpress.com/files/2009/11/sparkling-edward-cullen-wallpaper.jpg"><img class="size-medium wp-image-56" title="sparkling-edward-cullen-wallpaper" src="http://quedoiderabicho.wordpress.com/files/2009/11/sparkling-edward-cullen-wallpaper.jpg?w=300" alt="" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">O purpurinado Edward Cullen</p></div>
<p><strong>bah&#8230; tá todo mundo escrevendo alguma coisa sobre esse filme e, como não poderia deixar de ser, eu também vou escrever. (não necessariamente sobre o filme&#8230; mas enfim&#8230;)</strong></p>
<p><strong>Pois bem, eu não assisti Lua Nova. Não faço idéia se tá bom ou ruim. Só sei que todas as menininhas do universo estão tendo ADPs¹ por causa do Edward Cullen e sua cútis brilhante.</strong></p>
<p><strong>Vendo todas essas manifestações de <span style="text-decoration:line-through;">histeria</span> carinho para com o potinho de purpurina, me lembro com saudades da época em que no topo da lista de Vampiros-galã estava <span style="color:#000000;"><a title="Louis de Pointe du Lac" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Louis_de_Pointe_du_Lac">Louis de Pointe du Lac</a></span> (que quando saía no sol queimava até a morte e não ficava brilhando que nem um pirilampo),  papel do tudão do Brad Pitt no filme &#8220;Entrevista com o Vampiro&#8221;, baseado no livro homônimo de Anne Rice. Alguém lembra quando o vampiro mais respeitado do mundo era o Drácula, e não 3 irmãos italianos denominados &#8220;Volturi&#8221; (e suas marionetes)?</strong></p>
<p><strong>Gente, por favor! O que diria Bram Stocker se visse tamanha bárbarie acontecendo com sua criação?! Será que só eu assisti os épicos &#8220;Nosferatu&#8221; e &#8220;Drácula&#8221; de Bella Lugosi nesse mundo? Será, ainda, que só eu fico revoltada com os vampiros &#8220;vegetarianos&#8221;? Pow!</strong></p>
<p><strong>Indignações à parte, eu li todos os livros dessa saga e achei até legal. É bom pra colocar o cérebro em ponto morto. Mããããssss, em todo caso, sou muito mais os vampiros que fizeram parte da minha infância/adolescência, que bebiam sangue de gente e se orgulhavam disso..</strong></p>
<p><strong>É&#8230; não se fazem mais vampiros como antigamente!</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>¹expressão retirada do filme &#8220;As Branquelas&#8221;, o famoso: &#8220;Ataque De Pelanca&#8221;.</p>
<p>P.S: Bom&#8230; como minha inspiração morreu logo depois que criei esse blog, vou enrolando com posts toscos e imbecis&#8230; quem sabe um dia eu consiga escrever alguma coisa verdadeiramente interessante e complexa?! A esperança é a última que morre, afinal!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Assisti Crepusculo]]></title>
<link>http://purgante.wordpress.com/2009/11/19/assisti-crepusculo/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 03:26:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>meneslau</dc:creator>
<guid>http://purgante.wordpress.com/2009/11/19/assisti-crepusculo/</guid>
<description><![CDATA[Faz muito tempo que assisti, foi na epoca que chegou o DVDrip dele, eu vi a quantidade de downloads ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Faz muito tempo que assisti, foi na epoca que chegou o DVDrip dele, eu vi a quantidade de downloads que tinha e baixei, não tinha conhecimento algum sobre Crepusculo, a unica coisa que eu sabia era que é um filme sobre vampiros, aí deixei pra assistir de madrugada pensando que fosse ser um filme de terror/suspense, quebrei a cara.</p>
<p>4:00 da madrugada gravei o DVD e fui assistir essa bomba, já de começo foram aparecendo os clichês: a personagem principal(Bella) é filha de pais divorciados, aí por algum motivo que não lembro foi morar com o pai na cidadezinha que ele vive, e obvio, estudar na escola de lá. Chegando na escola todos a olhavam com cara de bunda por ser uma novata e tal, todos aqueles cliches de filme da sessão da tarde.</p>
<p>Na hora do intervalo ela chega junto com uma turminha lá, como em todo filme desse naipe sempre tem alguem pra ir dizendo quem é quem na escola, esse foi o papel de Jessica(?), logo de cara ela falou pra Bella não se meter com a familia Cullen(os vampiros), e principalmente com o inalcançavel fodão da escola, o Edward Cullen. Obviamente Bella procurou algumas formas de chegar perto do Edward, sem mais nem menos ela teve uma &#8220;chance de ouro&#8221;, na aula de ciências(lol) a botaram pra dissecar uma rã junto com o Edward, que apesar de ser o gostosão da escola tinha caracteristicas de baitola, falou que não podia ficar perto da Bella.</p>
<p>30 minutos de filme depois ela vira namorada do Edward e descobre que ele é um vampiro e etc, até joga baseball com a familia dele.</p>
<p>Se eu continuar narrando o filme o artigo vai ficar imenso, então vou contar e comentar as partes/fatos &#8220;memoraveis&#8221;:</p>
<p><strong>- Vampiros?</strong>: Em qualquer historia os vampiros sempre se fodem ao terem contato com a luz solar, isso não acontece em Crepusculo, ao invés de evaporarem eles brilham como diamate, coisa altamente gay.</p>
<p><strong>- Edward Piloto de F-Zero: </strong> o carro de Edward era muito rapido, tão rapido que dava uma ré a 140km/h, tudo isso graças ao cara dos efeitos especiais que apertou o &#8220;&#62;&#62;&#62;&#8221; do video cassete.</p>
<p><strong>- Namoro sem foda: </strong>Edward todas as noites entrava no quarto de Bella, mas não era pra fazer &#8220;aquilo&#8221;, ele ia lá só para observar a Bella dormindo&#8230;&#8230;&#8230;. Uma cena linda para as meninas virjonas de 13 anos.</p>
<p><strong>- Eternamente Malhação: </strong>Como Edward e seus irmãos possuem vida eterna eles são obrigados a passarem a eternidade sendo alunos da 8ª série, e claro, vão mudando de escola a cada ano para não ficar na cara que são vampiros.</p>
<p><strong>- Pai manso: </strong>Bella humilhou o proprio pai, falou que a mãe dela fez certo em se divorciar dele e tal. Ela fez isso para que pudesse fugir da cidade pois corria risco de vida, mas mesmo assim foi muito forçada a cena, o pai dela simplesmente ficou mudo. Na vida real o minimo que iria acontecer é ela tomar um &#8220;esporro&#8221;.</p>
<p><strong>- Pergunte ao Google</strong>: Bella teve a incrivel ideia de pesquisar no google sobre a familia Cullen e acabou descobrindo sobre o passado deles, ou seja, descobriu que são uma familia de vampiros graças ao Google. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8230;</p>
<p>Se você estiver afim de rir de algo engraçado e que não é comédia ou gostaria de saber como seria Malhação com vampiros, assista Crepusculo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vampiro Romantico...?]]></title>
<link>http://legadodecain.wordpress.com/2009/11/05/vampiro-romantico/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:52:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>valek2009</dc:creator>
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<description><![CDATA[Habitante das trevas da morte, o vampiro é movido pela nos­talgia que sente em relação à vida. A sau]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;">Habitante das trevas da morte, o vampiro é movido pela nos­talgia que sente em relação à vida. A saudade que o move o faz desejar a vida; sua solidão o faz querer com­panhia. Por isso, nas lendas folcló­ricas, ele volta para visitar os parentes e vizinhos. Mas traz consigo a maldição: como não pertence ao mundo dos vivos, contagia com a morte aqueles que reencontra. (<a title="Vampiro romântico...? " href="http://legadodecain.wordpress.com/vampiro-romantico/" target="_self">continua&#8230;</a>)</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Si mi anillo quema tu dedo": La novia ensangrentada, vampiras y revolución sexual según Vicente Aranda]]></title>
<link>http://esbilla.wordpress.com/2009/11/04/si-mi-anillo-quema-tu-dedo-la-novia-ensangrentada-vampiras-y-revolucion-sexual-segun-vicente-aranda/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:52:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>esbilla</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tras su experiencia pop en las filas de la “escuela de Barcelona”  y previo a su encumbramiento crít]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/9900180.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1206" title="9900180" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/9900180.jpg?w=195" alt="9900180" width="195" height="300" /></a>Tras su experiencia pop en las filas de la “escuela de Barcelona”  y previo a su encumbramiento crítico vía escabrosidad (y más cosa, si y más cosas) Aranda entregó una muy reivindicable, pese a sus defectos e isuficiencias, dupla más o menos horrorífica: esta “La novia ensangrentada” y “<a href="http://www.imdb.com/title/tt0071333/" target="_self">Clara es el precio</a>” con incrustaciones en el absurdo y el delirio paranoide-fetichista,  que colocaban a un personaje femenino aparentemente desvalido en medio de historias retorcidamente sexuales, títulos realizados desde ciertos moldes genéricos pero que se las arreglan para presentar no pocos de los temas, y la insistencia en el bajo vientre es uno otros sería la servidumbre o la degradación por ejemplo, que se desarrollarán a lo largo de la filmografía de un autor de interé pero que pocas veces a validado su desmesurado prestigio.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Jh-2gDY8RWE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Jh-2gDY8RWE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Aranda construye un cuento de horror y paranoia psicosexual (con subtexto de liberación femenina frente al macho dominante y todo) que desaprovecha gran parte de las posibilidades perversas del relato, una (otra) adaptación <a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/novia-como-virgen.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1207" title="novia como virgen" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/novia-como-virgen.jpg?w=300" alt="novia como virgen" width="300" height="166" /></a>libre de la &#8220;Carmilla&#8221; de Le Fanu  y unos escenarios naturales de raíz inequívocamente romántica, esa iglesia medio derruida o el bosque hermosamente otoñal que acoge una de las más turbadoramente irreales imágenes del film, la de la magnética <a href="http://actresses.pick2web.com/pics/1222574/alexandrabastedo.jpg" target="_self">Alexandra Bastedo</a> (actriz inglesa activa en el “fantaterror” ibérico, el apreciable delirio “Sci-Fi” “<a href="http://www.imdb.com/title/tt0070467/" target="_self">Odio mi cuerpo</a>” de Klimovski y una de los superagentes protagonistas de la ya mítica serie “sixties” “<a href="http://thechampionsfan.homestead.com/home.html" target="_self">Los invencibles de NEMESIS</a>”) atrapada por un cepo vestida con un vaporoso caftán en medio de las hojas caídas. En realidad no supone ningún logro mayor sino más bien un film feote y plomizo pero que aún así compone un pequeño clásico del “fantaterror” español y una pieza de culto internacional que tampoco carece de virtudes.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Bb_jkS_EJIw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Bb_jkS_EJIw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/bsb-1024-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1208" title="bsb-1024-1" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/bsb-1024-1.jpg?w=300" alt="bsb-1024-1" width="300" height="244" /></a>De ritmo apagado y visualmente tirando a ramplona, le falta sentido de la atmosfera y no valora correctamente los elementos que maneja, dejando escapar una maravillosa historia de fascinación de ultratumba, locura progresiva  y maldiciones inevitables que solo asoma en contados momentos pero por el contrario adelanta muchos elementos brutalmente sexualizadores (con similitudes a lo que Larraz hará en “Vampyres” aunque no tan frontal) que centran la historia en los terrores de una jovencita virginal, nada más empezar tiene la alucinación/fantasía de ser crudamente violada por un desconocido que la acecha en el armario en metáfora tirando a obvia de sus ideas sobre las &#8220;relaciones&#8221;, que está atenazada ante el amor violento del macho de turno (atención a la escena en la que la levanta de la melena o la bien poco sutilmente <a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/bride14.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1213" title="bride14" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/bride14.jpg?w=300" alt="bride14" width="300" height="158" /></a>sugerida mamada) y su rebelión simbolizada tanto en el erotismo lánguido <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YUDPASAcX20" target="_self">de piel suave</a> que supone el conocimiento de otras formas de amor/sexo, como de la gráfica escena del “ensangrentamiento” (que Carlos Aguilar, por ejemplo relaciona con el <a href="http://www.revistabandeapart.com/002/txt/5.htm" target="_self">mito de Judit</a>) con el cuerpo yaciente e indefenso de Simón Andreu en desvirgamiento inverso entre borbotones sanguinolentos y culminado con nada menos que una castración.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/kmt7GrXLUAc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/kmt7GrXLUAc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/2935910404_96e3927968.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1210" title="2935910404_96e3927968" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/2935910404_96e3927968.jpg?w=300" alt="2935910404_96e3927968" width="300" height="158" /></a>Pese a estos momentos lo que resulta es un film incluso vulgar pero redimido con fogonazos de verdadera insanía que justifican en parte su fama; la protagonista Maribel Martín y su aire oscuramente desvalido, la escena en la que se encierra en el palomar, Carmilla encontrada por Andréu <a href="http://www.dreadcentral.com/img/reviews/bsb2b.jpg" target="_self">enterrada en la arena</a> de la playa completamente desnuda y con solo el rostro y los pechos asomando (imagen esta, por cierto antecedida por Russ Meyer en 1970 en su “<a href="http://www.deep-focus.com/shutterangle/assets_c/2009/08/cherry-harry-et-rachel-01-g-thumb-540x367-1211.jpg" target="_self">Cherry, Harry &#38; Raquel</a>!”) en un idea que remite además a Lilith a orillas del mar, belleza mortal ya empleada por Jesús Franco en &#8220;Venus in furs&#8221;, apura el salvajismo y guarda otro momento inolvidable con Carmilla y <a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/bride24.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1212" title="bride24" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/bride24.jpg?w=300" alt="bride24" width="300" height="158" /></a>Susan durmiendo desnudas en el ataúd de la vampira para espanto e indignación del cornúpeta marido. Falta clase y sutileza y sobra brocha gorda con toda la película insiste groseramente en ese elemento sexual con la matraca tozuda del marido que termina por dar ese tono cazurro de varón burlado al que otra mujer le ha levantado la novia que se respira al final.</p>
<p><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/blood_spattered_poster1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1215" title="blood_spattered_poster" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/11/blood_spattered_poster1.jpg?w=211" alt="blood_spattered_poster" width="211" height="300" /></a>La novia ensangrentada</p>
<p>Director: Vicente Aranda</p>
<p>Año: 1972</p>
<p>País: España</p>
<p>100 min.</p>
<p>Fotografía: Fernando Arribas</p>
<p>Música: Antonio Pérez Olea</p>
<p>Guión: Vicente Aranda y Matthew Lewis según la novela de Sheridan Le Fanu, “Carmilla”, 1872</p>
<p>Reparto: Maribel Martín, Alexandra Bastedo, Simón Andreu, Dean Selmier, Rosa Rodríguez</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vampiros reales]]></title>
<link>http://gothicblog.wordpress.com/2009/10/30/vampiros-reales/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 22:51:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>fino16</dc:creator>
<guid>http://gothicblog.wordpress.com/2009/10/30/vampiros-reales/</guid>
<description><![CDATA[Fritz Haarmann: El carnicero de Hannover   El terrible carnicero de Hannover se las arreglaba para l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Fritz Haarmann: El carnicero de Hannover</strong><br />
 </p>
<p>El terrible carnicero de Hannover se las arreglaba para llevarse a su casa, mediante engaños, a los adolescentes llegados a la ciudad en busca de empleo. Tras someterlos a horribles vejaciones, los asesinaba y vendía su carne en el mercado negro de la ciudad&#8230;</p>
<p>Nació en Alemania en 1879. Desde muy pequeño, su madre le había educado con demasiada permisividad, era muy caprichoso y poco inteligente. El hecho de que mostrase desviaciones de tipo sexual y que su afición preferida fuese el jugar con muñecas desesperaba a su padre, quién se esforzaba en &#8220;endurecerlo&#8221;, hasta el punto de enviarlo a una escuela militar a los dieciséis años. Fritz nunca le perdonaría, odiándolo toda su vida.</p>
<p>A los 17 años lo acusaron de corrupción de menores, y tras un examen psiquiátrico fue llevado a un manicomio. Pese a sus antecedentes, su conducta fue ejemplar y lo soltaron en 1903, año en que regresó a Hannover. Desde esa fecha pasó varias temporadas en prisión por la comisión de diversos delitos que iban desde abusos a menores, hasta hurtos y robos. Fue puesto en libertad en 1918, y se unió a una banda de contrabandistas, prosperando en el negocio de la venta ilícita de carne, durante el período en que terminada la guerra y derrotada Alemania, todo el país sufría los efectos de la carencia de alimentos y el &#8220;mercado negro&#8221; se enriquecía de esa situación.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vampiros, entre villanos y príncipes azules]]></title>
<link>http://eltemplodelaluzinterior.wordpress.com/2009/10/27/vampiros-entre-villanos-y-principes-azules/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 22:48:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Profesor de Santantoni</dc:creator>
<guid>http://eltemplodelaluzinterior.wordpress.com/2009/10/27/vampiros-entre-villanos-y-principes-azules/</guid>
<description><![CDATA[Álvaro Rudolphy interpreta a Vrolok en la  nueva teleserie de TVN Nunca antes los no muertos  habían]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Álvaro Rudolphy interpreta a Vrolok en la  nueva teleserie de TVN Nunca antes los no muertos  habían]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A simbologia no mundo Vampírico: Ankh]]></title>
<link>http://legadodecain.wordpress.com/2009/10/26/a-simbologia-no-mundo-vampirico-ankh/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:34:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>valek2009</dc:creator>
<guid>http://legadodecain.wordpress.com/2009/10/26/a-simbologia-no-mundo-vampirico-ankh/</guid>
<description><![CDATA[Mais um item interessante na cultura Vampírica&#8230;   O Ankh é um símbolo que significa, entre out]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ff0000;"><em>Mais um item interessante na cultura Vampírica&#8230;</em></span></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-271" title="ankh04" src="http://legadodecain.wordpress.com/files/2009/10/ankh04.jpg?w=300" alt="ankh04" width="300" height="297" /> </p>
<p><span style="color:#888888;">O Ankh é um símbolo que significa, entre outros, a imortalidade. É encontrado nas gravuras e hieróglifos a partir da 5ª Dinastia egípcia, principalmente nos Templos de Luxor, Medinet Habu, Hatshepsut, Karnak e Edfu. Além de obeliscos, túmulos e murais(</span><span style="color:#888888;"><a href="http://legadodecain.wordpress.com/simbologia-ankh/" target="_self">continua&#8230;</a></span><span style="color:#888888;">)</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[33ª Mostra internacional: CINERAMA &amp; SEDE DE SANGUE]]></title>
<link>http://oembasbacado.wordpress.com/2009/10/25/mostra-internacional-cinerama-sede-de-sangue/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 12:11:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>oembasbacado</dc:creator>
<guid>http://oembasbacado.wordpress.com/2009/10/25/mostra-internacional-cinerama-sede-de-sangue/</guid>
<description><![CDATA[Cinerama Mais um dia de Mostra Internacional. As salas continuam cheias e o clima de São Paulo bem i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_492" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-492" title="CINERAMA" src="http://oembasbacado.wordpress.com/files/2009/10/cinerama.jpg?w=300" alt="Cinerama" width="300" height="179" /><p class="wp-caption-text">Cinerama</p></div>
<p style="text-align:justify;">Mais um dia de Mostra Internacional. As salas continuam cheias e o clima de São Paulo bem inebriado de Sétima Arte. Hoje vou assistir a mais três filmes, incluindo o esperado <em>A Fita Branca</em>, de Michael Haneke. Por hora, fico com os comentários sobre <em>Cinerama</em> e <em>Sede de Sangue</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro filme é um festival de subjetividade, uma daquelas películas que você olha e a primeira coisa que pensa é &#8220;Whathehell?&#8221;. Vou ser sincero e admitir que não tenho subsídios para analisar o filme, mas após a sessão houve um rápido bate papo com a diretora portuguesa, Inês de Oliveira, que frisou várias vezes que fez uma obra extremamente aberta, para que cada um atribua o significado que lhe vier à mente. O resto das perguntas foram apenas cinéfilos tentado destilar seu saber.  De qualquer modo, <em>Cinerama</em> dividiu opiniões, pois muitos saíram da sala de exibição, outros dormiram durante filme todo e outros muitos aplaudiram ao fim da sessão.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_493" class="wp-caption aligncenter" style="width: 218px"><img class="size-medium wp-image-493" title="SEDE DE SANGUE" src="http://oembasbacado.wordpress.com/files/2009/10/sededesangue.jpg?w=208" alt="Sede de Sangue" width="208" height="300" /><p class="wp-caption-text">Sede de Sangue</p></div>
<p style="text-align:justify;">Já <em>Sede de Sangue</em> me agradou bastante. Um filme sul-coreano excêntrico sobre vampirismo, logo depois da onda de <em>Deixa Ela Entrar</em>? Mesmo assim, o longa asiático se destaca pela bela fotografia, pelo profundo tratamento da temática e pela direção competente, que entrega um filme interessante e cheio de sutilezas; mais um filme sobre vampirismo que se sobressai ao modismo e que tem algo de verdade a dizer. Vemos a história de um padre que se submete a um experimento para desenvolvimento de uma vacina e, depois de uma transfusão de sangue, acaba não mais podendo sair ao sol&#8230; Destaque para a cena final, hilária! Ao fim da Mostra, pretendo comentar mais profundamente os filmes de que mais gostei e então analiso <em>Sede de Sangue </em>com mais cuidado.</p>
<p style="text-align:justify;">Até mais!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livros sobre o Mito]]></title>
<link>http://legadodecain.wordpress.com/2009/10/23/livros-sobre-o-mito/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 17:55:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>valek2009</dc:creator>
<guid>http://legadodecain.wordpress.com/2009/10/23/livros-sobre-o-mito/</guid>
<description><![CDATA[Bom.. Achei essa lista de livros em um site e fiz questão de ilustrar à vocês. Assim que encontrar e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><span style="color:#ff0000;">Bom.. Achei essa lista de livros em um site e fiz questão de ilustrar à vocês.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff0000;">Assim que encontrar e que possível, colocarei alguns para download aqui.</span></em></p>
<h2><span style="color:#ff9900;">Clássicos da literatura:</span></h2>
<div><span style="color:#999999;"> • Cid Vale Ferreira (org.). &#8211; Voivode, Estudos sobre o Vampirismo, da mitologias às sub-culturas urbanas. Ed. Via Lettera. 2002.<br />
• Gomes Leal. O Estrangeiro Vampiro &#8211; Carta a el-rei D. Carlos I. Empresa Literaria Lisbonense Libanio &#38; Cunha, 1897. [Romance reproduzido sem a longa introdução em "Voivode"].<br />
• J. Sheridan Le Fanu. O Vampiro de Karnstein. Edições GRD. (Reeditado em “O Vampiro de Karnstein e Outras Histórias”, Círculo do Livro. Também: Sheridan Le Fanu. Carmilla. Tradução de Cascais Franco. Europa-América.)<br />
• Bram Stoker. Drácula. Tradução de Theobaldo de Souza. L&#38;PM editores. Pág. 295-30. [Essa é a melhor tradução “não esgotada” do mercado].<br />
• Bram Stoker. O Monstro Branco. Global Ground. (Com introdução de Tony faivre).<br />
• Vários autores. Histórias de Vampiros. Coleção Livro B n º 21. Estampa.<br />
• Vários autores. Histórias de Vampiros. Hemus. (Não é o mesmo livro, apesar de ter o mesmo nome).<br />
• Vários autores. Vampiros. Relatos cortos. Seleção de Victoria Robins. (Em espanhol)<br />
• Conan Doyle. O Vampiro de Sussex. Ediouro.</span></div>
<div><span style="color:#999999;"> </span></div>
<p><span style="color:#999999;"> </p>
<p></span></p>
<h2><span style="color:#ff9900;">História:</span></h2>
<div><span style="color:#999999;">• Raymond T. McNally &#38; Radu Florescu. Drácula: Mito ou Realidade? Livraria José Olympio Editora.<br />
• Raymond T. McNally &#38; Radu Florescu. Em Busca de Drácula e Outros Vampiros. Mercuryo.<br />
• Valentine Penrose. A Condessa Sanguinária. Paz e Terra.</span></div>
<div><span style="color:#999999;"> </span></div>
<p><span style="color:#999999;"> </p>
<p></span></p>
<h2><span style="color:#ff9900;">Antropologia:</span></h2>
<p><span style="color:#999999;">• Gordon Melton. O Livro dos Vampiros &#8211; a Enciclopédia dos Mortos Vivos. Makron Books.<br />
• Richard Francis Burton. Vikram e o Vampiro. Círculo do Livro. (Stoker conheceu o tradutor desse livro&#8230; Excelente </span><a style="border-bottom:1px dotted;cursor:hand;text-decoration:underline;" href="http://legadodecain.wordpress.com/wp-admin/#"><span style="color:#999999;">curiosidade</span></a></p>
<div><span style="color:#999999;">sobre vampirismo indiano&#8230;)<br />
• Anônimo. Contos do Vampiro. Martins Fontes. (Versão de Somadeva de &#8220;Vikram e o Vampiro&#8221;)<br />
• Nathan Wachtel. Deuses e Vampiros. Edusp. (Excelente estudo antropológico)</span></div>
<div><span style="color:#999999;"> </span></div>
<p><span style="color:#999999;"> </p>
<p></span></p>
<h2><span style="color:#ff9900;">Ocultismo:</span></h2>
<div><span style="color:#999999;">• Robert Amberlain. O Vampirismo. Bertrand. (Para leitores avançados)<br />
• Migel Angel Nieto (ed.). Profecias, Lendas e Personagens Malditos. Coleção As Ciências Proibidas. Vol. 16. Edições Século Futuro.<br />
• Colin Wilson. O Oculto. Francisco Alves.<br />
• H. P. Blavatsky &#38; Mario Roso de Luna. Paginas Ocultistas y Cuentos Macabros. Editorial Eyras. (Em espanhol).<br />
• Helena Petrovna Blavatsk. Isis sem Véu. Ed. Pensamento. Livro II. Capítulo XII (principalmente as págs. 141 a 149). [Para ver mais um caso relevante à Teosofia consulte Dr. Franz Hartmann. An Authenticated Vampire Story. Reeditado por Leslie Shepard em The Dracula Book of Great Vampire Stories. JOVE]<br />
• Aleister Crowley. De Arte Mágica. Madras. [Ou leia minha tradução revisada do capítulo em "Vampirismo Rosacruz"]<br />
• Dion Fortune. Autodefesa Psíquica. Pensamento.<br />
• Kenneth Grant. Renascer da Magia. Madras.<br />
• Konstantinos. Vampiros, a Verdade Oculta. Editorial Estampa. (Tendencioso mas interessante&#8230; A parte sobre vampirismo de cemitério está coberta de erros)</span></div>
<div><span style="color:#999999;"> </span></div>
<p><span style="color:#999999;"> </p>
<p></span></p>
<h2><span style="color:#ff9900;">Religião:</span></h2>
<div><span style="color:#999999;">• Caio Fábio. Nephilim. Razão Cultural. [Romance evangélico... Fala de vampirismo...]<br />
• J. Herculano Pires. Vampirismo. Paidéa. (Livro espírita)<br />
• XAVIER, Francisco Cândido. Missionários da Luz. Ditado pelo Espírito André Luiz. 23. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1991. 347 p. (Série André Luiz, 4)</span></div>
<div><span style="color:#999999;"> </span></div>
<p><span style="color:#999999;"> </p>
<p></span></p>
<h2><span style="color:#ff9900;">Romances:</span></h2>
<div><span style="color:#999999;">• Todos das Crônicas Vampiriescas de Anne Rice.<br />
• Whitley Strieber. Fome de Viver. Nova Cultural.<br />
• F. Paul Wilson. O Fortim. Record. (Acreditem&#8230; Esse romance consegue meter medo&#8230;)<br />
• Colin Wilson. Vampiros do Espaço. Francisco Alves. (Apesar de ser um romance, desenvolve a tese apresentada em “O Oculto”)<br />
• Roderick Anscombe. A Vida Secreta de Laszlo, Conde Drácula. Editora Beste Seller.<br />
• Martin Cruz Smith. Terrores da Noite. Círculo do Livro. (romance sobre Morcegos vampiros e deuses indígenas da morte)<br />
• Stephen King. A Hora do Vampiro. Nova Cultural. [Romance... Muito bom]<br />
• Carlos Queiros Teles. “A Marca da Serpente” em Sete Faces do Terror. Editora Moderna. (Conto)<br />
• Antonio Carlos de Mello. A Metáfora de Drácula. Livraria José Olympio Editora. (Conto)<br />
• Flávia Muniz. Os Noturnos. Editora Moderna. (Romance baseado no filme Garotos Perdidos)<br />
• Tono Collins. Um Vampiro em Nova York. Nova Cultural. (romance. Quem gosta de Anne Rice vai adorar este aqui)</span></div>
<div><span style="color:#999999;"> </span></div>
<p><span style="color:#999999;"> </p>
<p></span></p>
<h2><span style="color:#ff9900;">Variados:</span></h2>
<p><span style="color:#999999;">• José Luiz Aidar &#38; Márcia Maciel. O Que é Vampiro? Brasiliense.<br />
• Ivan Cardoso &#38; R. F. Lucchetti. Ivampirismo. O Cinema em Pânico. (Sobre cinema brasileiro).<br />
• Jaques Bergier. O Livro do Inexplicável. Tradução de Francisco de Sousa. Hemus. [Ver ‘Quarta Parte: Fenômenos Fortianos’. Págs. 204 a 208]</span></p>
<address><span style="color:#999999;">Fonte: <a href="http://www.mortesubita.org">www.mortesubita.org</a></span></address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El auge del vampirismo]]></title>
<link>http://diariodeunvampiro.wordpress.com/2009/10/22/el-auge-del-vampirismo/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 02:37:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Balo Drown</dc:creator>
<guid>http://diariodeunvampiro.wordpress.com/2009/10/22/el-auge-del-vampirismo/</guid>
<description><![CDATA[Los vampiros siempre fuimos un tema recurrente en la literatura, el cine, la música, el folklore loc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-461" title="auge" src="http://diariodeunvampiro.wordpress.com/files/2009/10/auge.jpg?w=300" alt="auge" width="300" height="224" /></p>
<p>Los vampiros siempre fuimos un tema recurrente en la literatura, el cine, la música, el folklore local de distintos lugares del mundo, las historias relatadas a la luz de una fogata en la oscura noche de un tranquilo campamento. Pero en ciertos momentos de la historia nuestra popularidad alcanzó auges misteriosos, picos de un éxtasis masivo por la fascinación hacia los más antiguos y poderosos seres inmortales de la noche. Hoy miro a mi alrededor y veo que estamos viviendo uno de esos períodos. Donde quiera que uno fije su atención se encuentra con la saga de Stephenie Meyer (Crepúsculo) en el papel y la pantalla grande, las series basadas en los libros de LJane Smith (Vampire Diaries) y Charlaine Harris (Southern Vampires Misteries &#8211; True Blood), y clásicos que resurgen como consecuencia de esta nueva atracción hacia la fantasía de los colmillos, como las obras de Bram Stoker (Drácula) o Anne Rice (Crónicas Vampíricas) en la literatura, John Carpenter (Vampiros) o incluso Francis Ford Coppola (Drácula de Bram Stoker) en sus éxitos del cine, que vuelven a estar en boca de críticos y columnistas de distintos medios.</p>
<p>Y se me presenta un dilema muy íntimo en medio de este fenómeno global, que sospecho es un problema personal muy común en casos en los que una pasión personal y con el condimento de lo oculto y en ciertos aspectos secretos se contamina con la masividad de lo popular y comercial hasta extremos casi ridículos. En ciertos aspectos no puedo quejarme, porque el fenómeno impulsa obras que de otra manera no habrían llegado a ganar una importancia capaz de permitirles transmitir la visión de su propio mundo fantástico, pero por otro lado no puedo evitar sentir una cierta invasión hacia mi pasión íntima, mi esencia oscura, en la secularización de la vida de los seres de la noche, un mundo en el que me veo involucrado desde mucho antes que esta nueva presente fascinación se estableciera.</p>
<p>Pero puedo tolerarlo, puedo disfrutarlo incluso, centrando mi atención en lo placentero de conocer nuevas visiones de una misma cultura de sombras y sangre. Y puede que este fenómeno sea el causante de que tras años en las sombras, dejando mis pensamientos vagar, a veces perderse con el viento sin un ancla que los inmortalizara conmigo, haya decidido registrar mi vida, mi mundo, mi visión, en este diario. Y puede que este momento de la historia que estamos viviendo sea la causa, mi querido lector, de que estés ahora frente a estas palabras. Y si esto me permite a mi también ser un beneficiario de la secularización de mi mundo, si me convierte en un partícipe más de uno de los mencionados períodos en que los vampiros nos convertimos en un tema recurrente y popular más allá de lo natural, bienvenido sea ello y aportaré mi parte en dar a conocer lo que pueda a aquellos lectores sedientos de cultura, ansiosos por nutrirse con lo que mis palabras puedan darle.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EXPOSICIONES: Qué museos vemos este fin de semana]]></title>
<link>http://elgatoyelmadrono.wordpress.com/2009/10/21/%c2%bfque-museos-vemos-este-fin-de-semana/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 21:28:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>El gato y el madroño</dc:creator>
<guid>http://elgatoyelmadrono.wordpress.com/2009/10/21/%c2%bfque-museos-vemos-este-fin-de-semana/</guid>
<description><![CDATA[Las Lágrimas de Eros en el Thyssen y el minimalismo americano en el Reina Sofía En tiempos de crisis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Las <em>Lágrimas de Eros</em> en el Thyssen y el minimalismo americano en el Reina Sofía</strong></p>
<p>En tiempos de crisis se agudiza el ingenio, y la originalidad es una excusa perfecta para llenar las salas de los museos de visitantes&#8230; un recorrido por el mundo del erotismo y el deseo en la primera. En la segunda, el estreno en España de Francesco Lo Savio.</p>
<p><a href="http://madridweek.wordpress.com/2009/10/20/las-lagrimas-de-ero-en-el-thyssen/" target="_blank" class="more-link">Leer la entrada completa &#187;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué hacemos este fin de semana?]]></title>
<link>http://madridweek.wordpress.com/2009/10/20/las-lagrimas-de-ero-en-el-thyssen/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 12:19:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>María García Sebastián</dc:creator>
<guid>http://madridweek.wordpress.com/2009/10/20/las-lagrimas-de-ero-en-el-thyssen/</guid>
<description><![CDATA[Las Lágrimas de Eros, en el Thyssen En tiempos de crisis se agudiza el ingenio, y la originalidad es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Las Lágrimas de Eros, en el Thyssen</strong></p>
<p><a href="http://z.about.com/d/arthistory/1/0/c/d/lichtenstein_the_kiss.jpg" target="_blank"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-29" title="beso" src="http://madridweek.wordpress.com/files/2009/10/beso3.jpg?w=128" alt="beso" width="128" height="150" /></a>En tiempos de crisis se agudiza el ingenio, y la originalidad es una excusa perfecta para llenar las salas de los museos de visitantes. El Museo Thyssen, en colaboración con Caja Madrid acaba de estrenar<strong> Las Lágrimas de Eros, una exposición que hace un recorrido por el mundo del erotismo y el deseo</strong>.</p>
<p>La exposición, que ya ha abierto sus puertas, cuenta con 119 obras ente pinturas, esculturas, fotografías y vídeos que hacen un recorrido por los principales mitos en la Historia del Arte y en torno a las figuras grecolatinas.</p>
<p>Además, la exposición gira en torno a diversas perspectivas: desde la mirada del género masculino y femenino, la visión hetero,  gay o desde otras aficiones más ocultas y siniestras, como el <a href="http://primaverag2.obolog.com/voyeurismo-83421" target="_blank">voyeurismo</a>, el exhibicionismo, el fetichismo o el vampirismo. Una exposición para todo tipo de gustos.</p>
<p>Entre las obras que se pueden contemplar destacan:</p>
<p>- &#8220;<em>Lágrimas&#8221;</em>, del fotógrafo Man Ray</p>
<p>- &#8220;<em>Mujer en las olas&#8221;</em>, de Gustave Coubert</p>
<p>- &#8220;<em>El nacimiento de Venu</em>s&#8221; de Auguste Rodin</p>
<p>- &#8220;<em>La Magdalena penitente&#8221;</em>, de Luca Giordano</p>
<p>- &#8220;<em>El beso&#8221;</em>, de Andy Warhol</p>
<p>- &#8221; <em>El</em> <em>Sueño causado por el vuelo de una abeja alrededor de una granada un segundo antes del despertar&#8221;</em>, de Salvador Dalí</p>
<p><strong>Los años del minimalismo americano</strong></p>
<p>El <a href="http://www.museoreinasofia.es/index.html" target="_blank">Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía </a>dedica hasta el 11 de enero de 2010, la primera exposición que se realiza en España a <span style="font-weight:bold;">Francesco Lo Savio </span>(Roma, 1935 &#8211; Marsella, 1963) un artista prácticamente desconocido en nuestro país que fue el precursor del <span style="font-weight:bold;"><a href="http://arte.suite101.net/article.cfm/minimalismo_conceptos_bsicos" target="_blank">minimalismo</a> americano </span>que marcó los años 60.</p>
<p>La muestra cuenta con 120 piezas realizadas por el artista en sus cinco años de actividad, entre las que se encuentran pinturas, piezas de metal y estudios sobre papel relacionados con la arquitectura.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crítica: DEIXA ELA ENTRAR (2008)]]></title>
<link>http://oembasbacado.wordpress.com/2009/10/18/critica-deixa-ela-entrar-2007/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 17:33:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>oembasbacado</dc:creator>
<guid>http://oembasbacado.wordpress.com/2009/10/18/critica-deixa-ela-entrar-2007/</guid>
<description><![CDATA[Deixa Já escrevi um pouco sobre esta obra-prima que é Deixa Ela Entrar em uma das postagens sobre o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_478" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-478" title="Deixa Ela Entrar" src="http://oembasbacado.wordpress.com/files/2009/10/deixa-01.jpg?w=300" alt="Deixa" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Deixa</p></div>
<p style="text-align:justify;">Já escrevi um pouco sobre esta obra-prima que é <em>Deixa Ela Entrar</em> em uma das postagens sobre o Festival Internacional de Terror, no qual assisti ao filme pela primeira vez. Graças ao sucesso nos festivais, o longa chegou aos cinemas e tem repetido a onda de elogios. A temática do vampirismo, em alta graças a <em>Crepúsculo</em> e <em>True Blood</em>, certamente impulsionou o filme que, no entanto, supera o modismo e se sobressai como um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. E não estou exagerando.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Deixa Ela Entrar</em> é puro lirismo e prova cabal que o gênero terror produz pérolas que se imortalizam como filmes de primeira grandeza. O longa nos apresentar a Oskar, um retraído garoto de 12 anos que sobre bullying e a Eli, uma garota que tem 12 anos há muito tempo. Sim, ela é uma vampira mirim (que de inocente não tem nada&#8230;) recém-chegada  à vizinhança e que acaba por se tornar amiga de Oskar. Assim, enquanto a pacata cidade se assusta com uma série de crimes e Oskar enfrenta os valentões da escola, o menino e a vampira desenvolvem uma relação ambigua.</p>
<p style="text-align:justify;">O ponto forte do longa é investir nas sutilezas, tão esquecidas pelo gênero ultimamente. A fotografia estática, o clima frio, as tomadas comtemplativas, o ritmo lento mas constante. Tecnicamente, <em>Deixa Ela Entrar</em> cumpre a cartilha ao dar vida a um roteiro brilhante, comandado pela direção competente do diretor Thomas Alfredson. Comandar dois atores tão jovens que atuam de forma tão singela e madura exige um talento que o diretor destila sagazmente.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_479" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-479" title="Deixa Ela Entrar" src="http://oembasbacado.wordpress.com/files/2009/10/deixa-02.jpg?w=300" alt="Ela Entrar" width="300" height="188" /><p class="wp-caption-text">Ela Entrar</p></div>
<p style="text-align:justify;">Mas é a construção da história que culmina na perfeição alcançada pelo filme. A quantidade de detalhes e sutilezas torna impossível a compreensão da obra em uma única sessão ou por uma única pessoa. Muito do que apreciei do filme veio das conversas nas filas do festival após a sessão. Vou dar um exemplo que terá alguns <em>spoilers,</em> se não quiser ler, pule para o próximo parágrafo. Se repararmos bem no senhor que acompanha Eli, veremos que talvez não se trate de seu pai, como alguns críticos da grande mídia têm entendido, mas de seu amante, que possivelmente a conheceu na mesma idade de Oskar e envelheceu a seu lado. Várias sutilezas o denunciam. Os olhares de amor que desfere a Eli, o ciume que notadamente sente ao ver que a vampira está se relacionando com Oskar e a maneira que Eli o trata quando ele falha (o que também pode denunciar que a vampira não é um poço de bondade como se mostra a Oskar&#8230;)</p>
<p style="text-align:justify;">Outro ponto forte do longa é apostar no vampirismo como uma grande metáfora de um humanisno profundo. Se superarmos o asco inicial à temática, com uma boa dose de alteridade, podemos notar que muitas das questões que se desenvolvem sob o foco do vampirismo são, na verdade, conflitos demasiadamente humanos. Para ficar em apenas um exemplo, cito a cena em que Oskar observa Eli trocar de roupa e olha rapidamente para suas genitálias, que simboliza todas angústias sexuais que envolvem a passagem da infância para a adolescência.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Deixa Ela Entrar </em>é um acerto monumental, é poesia, é arte no estado puro, é algo que só o cinema pode nos entregar. Assistir ao filme é estar embasbacado por 110 minutos e sair do cinema com uma sensação de que a sétima arte ainda tem muito a oferecer para este mundo cinza em que vivemos. Só me lembro de Nietzsche nessas horas, afinal <em>a Arte existe para que a verdade não nos destrua.<br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Súcubo]]></title>
<link>http://katsuto251.wordpress.com/2009/10/18/sucubo/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:44:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>katsuto251</dc:creator>
<guid>http://katsuto251.wordpress.com/2009/10/18/sucubo/</guid>
<description><![CDATA[  Súcubo     Sobre mi cabeza tú sombra. La musical sombra de tu ocre Mirada.   La inquietud que me n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://katsuto251.wordpress.com/files/2009/10/cornelia-bayley-the-great-chamber-plas-teg-clwyd-wales.jpg?w=203" alt="Cornelia Bayley, the Great Chamber, Plas Teg, Clwyd, Wales" title="Cornelia Bayley, the Great Chamber, Plas Teg, Clwyd, Wales" width="203" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-28" />
<p>
 </p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Súcubo<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">
 </p>
<p style="text-align:center;">
 </p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Sobre mi cabeza tú sombra.<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">La musical sombra de tu ocre<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Mirada.<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">
 </p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">La inquietud que me nace del alma<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Al verte así tan sobre mí<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Disponiendo la noche,<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">A un grito no llega.<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">
 </p>
<p style="text-align:center;">
 </p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Y tu pálida sonrisa que no es placentera,<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Ilumina para mí sobresalto,<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Tu cruel rostro de piedra.<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">
 </p>
<p style="text-align:center;">
 </p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Vendrás sigilosa,<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Amparada siempre en la noche,<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">A deleitarte rugiente en mi carne sabrosa.<br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Y yo seré, no otra cosa, que tu cáliz de sangre.<br />
</span></p>
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<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Simón Irgened<br />
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<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;">Martes, 21 de septiembre de 2004<br />
</span></p>
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<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Garamond;font-size:16pt;"><br />
		</span> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Maquilagem: Vampira Sedutora]]></title>
<link>http://ciberverso.wordpress.com/2009/10/13/maquiagem-vampira-sedutora/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 22:12:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clio Museu de Cultura Material</dc:creator>
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<description><![CDATA[Videoaula demonstrativa de como fazer uma Vampira Sedutora para vestuário Gótico, Dramaturgia ou vis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Videoaula demonstrativa de como fazer uma Vampira Sedutora para vestuário Gótico, Dramaturgia ou vis]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carmilla]]></title>
<link>http://sweetfreak.wordpress.com/2009/10/05/carmilla/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 22:30:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>sweetfreak</dc:creator>
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<description><![CDATA[Escrita por Joseph Sheridan Le Fanu en 1872, este pequeño cuento nos relata, a través de una de sus ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Escrita por Joseph Sheridan Le Fanu en 1872, este pequeño cuento nos relata, a través de una de sus protagonistas, la joven Laura, el terror vivido durante su juventud a causa de la hermosa Carmilla, quien en realidad es un vampiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Laura, una joven que vive con su padre y unos cuantos criados en un castillo alejado del pueblo y que carece de vecinos cercanos, conoce a la joven Carmilla gracias a un accidente montado, el cual compromete al padre de Laura a brindarle techo y cobijo a la bella joven durante 3 meses.</p>
<p style="text-align:justify;">En esos 3 meses, Laura será objeto de la pasión que le proclama Carmilla, situación que la excita y asquea a la vez. Así como a los extraños modos de su huésped, quien no sale de su habitación hasta pasado el medio día y que se cierra a piedra y lodo en ella, con la argucia de que puedan entrar ladrones  Sin embargo, Laura está fascinada por aquella joven de hermosa figura y mirada embelesante.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo que hace recomendable a este cuento corto son sus tintes de terror gótico, el erotismo –que aunque leve y fino, es bueno– y su toqueslésbicos, que Sheridan Le Fantu supo llevar de forma admirable sobre todo en una época con tantos prejuicios, y que a pesar de ello cautivó tanto en su obra.</p>
<p style="text-align:justify;">Vale la pena leerla por ser de las primeras historias vampíricas y ser precursora de otras exitosas obras como Drácula de Bram Stoker.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.fileurls.com/jllikn">Descargar aquí</a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">PD. Vence el 12 de octubre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fetiche por Sangue]]></title>
<link>http://rainhascarlet.wordpress.com/2009/10/05/fetiche-por-sangue/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 20:34:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>rainhascarlet</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este fetiche ocorre quando uma pessoa obtém satisfação em assistir alguém sangrar, ou simplesmente v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://rainhascarlet.wordpress.com/files/2009/10/imagem-de-lamina-c-sangue.jpg?w=150" alt="imagem de lâmina c sangue" title="imagem de lâmina c sangue" width="150" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-334" />Este fetiche ocorre quando uma pessoa obtém satisfação em assistir alguém sangrar, ou simplesmente vendo sangue o corpo nu. Existe uma grande comunidade em torno deste fetiche, no entanto, devido à sua natureza controversa, ele permanece um pouco escondido.Tem pessoas que gostam de se cortar, conheci um Rapaz que uma vez assumiu que ele fazia isso, quando ele ficava muito nervoso ele se cortava, então com isso aliviava o estresse dele e lhe dava um certo prazer. Outros tem fetiche por menstruação, não pode ver uma mulher menstruada, saber que ela está assim e que está usando um absorvente esterno, já sente um desejo louco dentro. O fetiche de sangue é muitas vezes acompanhado pelo ato de lamber ou beber sangue através de sangria. Muitas vezes isto é feito por mordida, embora não seja uma regra, devido ao risco potencial de um dano mais grave ou de infecção. Na maioria das vezes é utilizada uma lâmina.</p>
<p><img src="http://rainhascarlet.wordpress.com/files/2009/10/vampiro.jpg?w=210" alt="vampiro" title="vampiro" width="210" height="300" class="alignright size-medium wp-image-335" />O Movimento Vampírico</p>
<p>Todo ano surge alguém em algum lugar acusado de atacar pessoas para lhes sugar o sangue.Segundo alergistas americanos da universidade de Idaho, a ânsia por sangue é causada por dependência alérgica de alimentos ricos em proteínas. </p>
<p>Na psicologia diz-se que sofrem de Hematomânia, um fetiche de sangue onde o prazer sexual entre outras necessidades psicilógicas dos indivíduos são atendidos por um consumo regular de sangue humano (por vezes também consome-se carne humana). Muitas pessoas que chupam o sangue das outras dizendo-se vampiros acabam em hospícios onde são tratadas com entortas &#8211; injeções de tranqüilizantes que as deixam literalmente tortas enquanto dura o efeito. Outras vão para a cadeia. Não se sabe quantas nunca foram capturadas ou quantas ainda continuam mandando pessoas para a lista dos desaparecidos. De qualquer forma, é provável que a maioria das pessoas que bebem sangue o obtém por meios legais, geralmente de um ou mais doadores que sejam propensos a tal. Em 1996, por exemplo, Catharyne Press, uma americana de 28 anos, disse numa entrevista à imprensa que existem 8 mil vampiros nos Estados Unidos e confessou: &#8220;Eu sou um vampiro&#8221;. Ela garante que tem muitos amigos e que todos conhecem seu vício. Toma uma dose diária de sangue mas também garante que nunca matou ninguém para não &#8220;secar a fonte&#8221;. Quando acha que não bebeu o suficiente complementa com sangue de vaca.</p>
<p>Esse Fetiche particularmente não me atrai, não é que não goste de ver sangue, até acontece em algumas sessões, mas não sou sádica a este ponto, não é algo que me excita ver sangue, não me dá prazer algum, o meu prazer é de provocar dor, se por acaso sangrar um pouquinho tudo bem, mas não tanto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[filme] Deixa ela Entrar (Låt den rätte komma in, 2008)]]></title>
<link>http://xcine.wordpress.com/2009/10/03/filme-deixa-ela-entrar-lat-den-ratte-komma-in-2009/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 20:27:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>xcine</dc:creator>
<guid>http://xcine.wordpress.com/2009/10/03/filme-deixa-ela-entrar-lat-den-ratte-komma-in-2009/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Isso sim é adaptação, isso sim é romance vampírico, isso sim é Cinema&#8221; Oskar tem 12 ano]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-1244" title="deixaelaentrar" src="http://xcine.wordpress.com/files/2009/10/deixaelaentrar.jpg" alt="deixaelaentrar" width="485" height="145" /></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1247" title="deixaelaentrar_imagem1" src="http://xcine.wordpress.com/files/2009/10/deixaelaentrar_imagem1.jpg" alt="deixaelaentrar_imagem1" width="330" height="430" />&#8220;Isso sim é adaptação, isso sim é romance vampírico, isso sim é Cinema&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Oskar tem 12 anos, pais divorciados, colegas maldosos e uma melancolica solidão. Eli tem 12 anos há algum tempo, sede de sangue e uma eterna solidão.</p>
<p style="text-align:justify;">Em uma gelada noite de inverno na Estocolmo dos anos 70, menino e menina se conhecem, resistem um pouco e acabam se envolvendo. O sentimento que nutrem um pelo outro não é amor ou paixão, é algo que além de complexo é muito mais sincero e puro que qualquer sentimento pré-fabricado em Hollywood. Um se enxerga no outro.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso é o terror sueco Deixa Ela Entrar, que estreia com muito atraso nas salas do país. Digo “isso” porque a relação entre os dois é a base de toda a trama e o que move a mesma.</p>
<p style="text-align:justify;">É um terror vampírico assim como um romance sútil e um drama pesado. E tudo ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">O roteiro escrito pelo autor do livro em que o filme se baseia, John Ajvide Lindqvist, exclui todo tipo de clichê, não deixando a densidade dar lugar a algo superficial (Alô, Crepúsculo?). O texto exigia pleno entendimento por parte do diretor, há muito a ser respeitado e traduzido com fidelidade para as telas. Felizmente, caiu nas mãos de Tomas Alfredson, diretor com uma filmografia relativamente extensa mas que nunca havia sido reconhecido antes. Dificil de entender porque. Sua direção eleva o filme a nível de excêlencia, projetando toda a genialidade contida no roteiro sem explicitar nada, conferindo um só tom aos distintos eventos que pipocam ao longo dos 110 minutos filmados. Quase que contemplativo, Alfredson busca algo genuíno e conta com a ajuda dos dois protagonistas mirins, Lina Leandersson e Kåre Hedebrant. Ambos dão um show, ainda que a menina roube muitas das cenas.</p>
<p style="text-align:justify;">Algo recorrente no cinema nórdico é essa busca pela captura de algo real, cru e tangível, onde os atores são peça fundamental para tanto. Alfredson realiza essa captura com dois elementos que seriam agravantes para qualquer diretor: uma premissa fantástica e crianças no elenco.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, o diretor se mostra um esteta de mão cheia, um verdadeiro mestre da linguagem visual. Prova disso é o take da piscina no final do filme: inenarrável.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, direção aliada as pretensões do roteiro, temos, como Oskar tem, apenas uma noção dos atos de Eli, jamais presenciando um ataque da menina como algo animalesco. É Alfredson pincelando Eli na tela da forma mais romantizada e sútil possível, a partir da visão repleta de encanto de Oskar. O que não significa que o menino não a aceite como realmente é. O que também não significa que não haja gore, sanguinolência e sequencias apavorantes, pelo contrário.</p>
<p style="text-align:justify;">Deixa Ela Entrar é carregado de pontos tão sensíveis em sua estrutura que por vezes tem-se a impressão de que houve um deslize – quando na verdade os realizadores só estavam tecendo algo maior e reservando isso, com coragem, para o final. O ponto de intersecção da infância para a vida adulta de Oskar encontra na menina, congelada no tempo, um último afago. E é a partir desse evento que Alfredson faz da brilhante obra literária de Lindqvist, uma brilhante obra de Cinema. Isso sim é adaptação, isso sim é romance vampírico, isso sim é Cinema. O resto é no máximo malhação com caninos afiados.</p>
<p><strong>Ficha do filme com informações, trailers, críticas, curiosidades e etc : </strong><a href="http://www.xcine.com.br/filme_deixaelaentrar.html" target="_blank"><span style="color:#00ff00;">www.xcine.com.br/filme_deixaelaentrar.html</span></a></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1253" title="promodeouroxcine2" src="http://xcine.wordpress.com/files/2009/10/promodeouroxcine2.jpg" alt="promodeouroxcine2" width="154" height="134" /> <br />
(Obra Prima)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Erzsébet Báthory]]></title>
<link>http://sweetfreak.wordpress.com/2009/10/01/erzsebet-bathory/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 04:13:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>sweetfreak</dc:creator>
<guid>http://sweetfreak.wordpress.com/2009/10/01/erzsebet-bathory/</guid>
<description><![CDATA[Nacida en 1560 dentro de una familia de nobles húngaros, Erzsébet nació con gracia y encanto, sin em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nacida en 1560 dentro de una familia de nobles húngaros, Erzsébet nació con gracia y encanto, sin embargo era ambiciosa, algo que provenía de familia-Segismundo II, rey de Polonia, formaba parte de ella- y que ésta le enseñó a ganarse y ejercer.</p>
<p>Siendo quinceañera se unió en matrimonió con Ferencz Nadasdy, conocido por su lucha contra los turcos como “El caballero negro de Hungría”, un hombre mucho mayor que ella. Una vez casada fue a vivir al castillo de Csejthe, donde pasó un tiempo sola debido a las batallas que enfrentaba su marido. Se cuenta que cuando Nadasdy regresaba a Csejthe terminada alguna batalla, se entretenía torturando a los prisioneros de guerra, sin embargo mientras él vivió a Erzsébet sólo se le conoció por torturar a sus criadas, con lo cual ganó el sobrenombre de “La condensa sangrienta”. A la muerte de Ferencz las cosas cambiaron radicalmente, puesto que Báthory comenzó a volverse más perversa gracias a su tía, que la fue introduciendo en la flagelación y otras técnicas de tortura, a las cuales les agarró gusto. Para 1604, cuando su esposo falleció es cuando los verdaderos crímenes empezaron.</p>
<p>La historia cuenta que su sed de sangre comenzó el día que una de sus sirvientas le cepillaba el cabello y sin querer le dio un jalón. Erzsébet reaccionó con inusual furia y le propinó una bofetada tan fuerte que le sacó sangre y ésta fue a caer sobre el brazo de la condesa. El resultado que notó al contacto de la sangre con su piel fue tan embelesante que creyó que ésta le permitiría conservarse joven y bella, a fin de cuentas en esos momentos se veía tan tersa y lozana que no quedaba duda alguna para ella.</p>
<p>Darvulia, una mujer entrada en años conocida como “La hechicera del bosque” se mudó al castillo para ayudar a la condesa, junto con Dorkó-una de sus sirvientas- a reunir a jovencitas de entre 12 y 18 años que serían las encargadas de proveer los baños de sangre que se daba Erzsébet. Dorkó ayudó a su ama tanto a torturar como a matar a muchas de las jovencitas reclutadas por Darvulia.</p>
<p>Uno de los artefactos utilizados en las torturas propinadas a las jóvenes fue la “Virgen de hierro”, un artefacto de forma humana en donde se colocaba a las jovencitas, sujetas de los brazos, y de donde salían varios puñales que atravesaban el cuerpo de la víctima. Entre otras cosas se encontraban el marcarlas a hierro o el coserles la boca para que no gritasen; todo valía con tal de disfrutar de la sangre de las jóvenes.</p>
<p>Pero con el tiempo la sangre de las jóvenes comenzó a perder el efecto rejuvenecedor y Erzsébet consideró que era necesario cambiar a jóvenes de sangre azul. Cuando se comenzaron a presentar las muertes de jóvenes de clase pudiente las autoridades esta vez sí entraron en acción, encontrando restos de cuerpos en el reino subterráneo de Erszébet.</p>
<p>La condesa documentó en sus escritos cómo mató a 610 jóvenes, sin embargo se sospecha que en realidad fueron más de 650 las que fueron ultimadas por ella.</p>
<p>Su final no fue la muerte, debido a que por ser noble no podía correr tal suerte, así que su castigo fue pasar el resto de sus días encerrada en una habitación del castillo. La condesa sangrienta de Transilvania murió el 21 de agosto de 1614.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1270" title="elisabeth20bathory" src="http://sweetfreak.wordpress.com/files/2009/10/elisabeth20bathory.jpg" alt="elisabeth20bathory" width="497" height="622" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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