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	<title>veiga &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/veiga/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "veiga"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 00:20:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[VEIGA: 4 MESES APÓS A MORTE...]]></title>
<link>http://boliche.wordpress.com/2009/09/16/veiga-4-meses-apos-a-morte/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 23:40:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bira Teodoro</dc:creator>
<guid>http://boliche.wordpress.com/2009/09/16/veiga-4-meses-apos-a-morte/</guid>
<description><![CDATA[JL Veiga Ontem completaram-se quatro meses do falecimento de José Luiz Veiga, vítima de complicações]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1619" class="wp-caption alignleft" style="width: 152px"><img class="size-thumbnail wp-image-1619" title="veiga_a_lenda_200px" src="http://boliche.wordpress.com/files/2009/09/veiga_a_lenda_200px.jpg?w=142" alt="JL Veiga" width="142" height="150" /><p class="wp-caption-text">JL Veiga</p></div>
<p>Ontem completaram-se quatro meses do falecimento de<strong> José Luiz Veiga</strong>, vítima de complicações cardíacas, aos 64 anos, na capital paulista. Veiga foi um grande campeão no passado e o maior e melhor organizador de eventos de boliche no Brasil nas últimas décadas. Foi o responsável direto pelo reconhecimento do Boliche como Esporte no Brasil, em 18 de julho de 1980,<!--more--></p>
<p>após uma luta que durou 16 anos, iniciada em 30 de agosto de 1966. Participou ativamente da fundação da CBBOL (Confederação Brasileira de Boliche) e da FPBOL (Federação Paulista de Boliche).</p>
<p>Janice Couto, atleta paulista do E. C. Pinheiros, enviou, faz algum tempo, o link de uma poesia que JB Xavier escreveu em homenagem ao Veiga, a qual transcrevo abaixo:</p>
<p align="center"><strong><a href="http://boliche.wordpress.com/wp-admin/nota_veiga.htm">A UM AMIGO QUE SE FOI</a></strong></p>
<blockquote><p>A José Luiz Veiga</p>
<p>Partiste, e és agora uma saudade,<br />
E te foste sem alarde, tal como viveste,<br />
E de todos os dons que recebeste<br />
Dividiste o maior deles – a amizade&#8230;</p>
<p>Sei que estás a dividir o mesmo espaço<br />
Com os anjos que em suas asas te levaram,<br />
E há palavras que em meu peito não se calam<br />
Por não tê-las dito a tempo, num abraço&#8230;</p>
<p>Da tua voz ainda ouço os sons da vida<br />
Tua paz interior ainda me ensina,<br />
Tu fizeste do amor tua doutrina,<br />
Na candura navegaste a tua lida.</p>
<p>Mas o premio bem maior que tu mereces<br />
Deixo aqui nesta poesia, meu amigo:<br />
O prazer de ainda conviver contigo<br />
Na saudade e no ardor de minhas preces.<br />
* * *<br />
JB Xavier (01.06.2009)<br />
<a href="http://recantodasletras.uol.com.br/poesiasdetristeza/1627033" target="_blank">Original publicado no Recanto das Letras em 01/06/2009</a></p></blockquote>
<p>Na <strong>Missa do 7.º dia</strong> do Veiga, foi distribuído um belo texto, atribuído a Santo Agostinho, como segue:</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A morte não é nada</strong></p>
<p>Eu somente passei para o outro lado do caminho</p>
<p>Eu sou eu, vocês são vocês,<br />
O que eu era para vocês,<br />
Eu continuarei sendo.</p>
<p>Me dêem o nome que vocês sempre me deram,<br />
Falem comigo como vocês sempre fizeram.</p>
<p>Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas,<br />
Eu estou vivendo no mundo do Criador.</p>
<p>Ao falarem de mim não utilizem um tom solene ou triste,<br />
Continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos.</p>
<p>Sorriam, falem, pensem em mim.<br />
Orem por mim.</p>
<p>Que meu nome seja pronunciado como sempre foi,<br />
Sem ênfase de nenhum tipo.<br />
Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.</p>
<p>A vida significa tudo o que ela sempre significou,<br />
O fio não foi cortado.</p>
<p>Porque eu estaria fora de seus pensamentos,<br />
Agora que estou apenas fora de suas vistas.</p>
<p>Eu não estou longe,<br />
Apenas estou do outro lado do Caminho&#8230;</p>
<p>Você que aí ficou siga em frente,<br />
A vida continua, linda e bela como sempre foi.</p></blockquote>
<p>(In Memoriam de José Luiz Veiga)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una silla especial dará acceso a personas con discapacidad a las nuevas piscinas municipales de la localidad gallega de Carballiño]]></title>
<link>http://deportesinbarreras.net/2009/08/21/una-silla-especial-dara-acceso-a-personas-con-discapacidad-a-las-nuevas-piscinas-municipales-de-la-localidad-gallega-de-carballino/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 09:06:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Manu González</dc:creator>
<guid>http://deportesinbarreras.net/2009/08/21/una-silla-especial-dara-acceso-a-personas-con-discapacidad-a-las-nuevas-piscinas-municipales-de-la-localidad-gallega-de-carballino/</guid>
<description><![CDATA[By X.A.R. &#8211; CARBALLINO &#8211; www.laregion.com / Manu González Las nuevas piscinas municipale]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-2478" href="http://deportesinbarreras.net/2009/08/21/una-silla-especial-dara-acceso-a-personas-con-discapacidad-a-las-nuevas-piscinas-municipales-de-la-localidad-gallega-de-carballino/carballino-ourense-escudo/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2478" title="Carballino Ourense Escudo" src="http://deportesinbarreras.wordpress.com/files/2009/08/carballino-ourense-escudo.jpg" alt="Carballino Ourense Escudo" width="199" height="220" /></a></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><em>By X.A.R. &#8211; CARBALLINO &#8211; www.laregion.com / Manu González</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>Las nuevas piscinas municipales de Carballino, en Ourense, han pensado en el baño de las personas con discapacidad, que gracias a una silla especial podrán disfrutar del baño en ellas.</strong></span><br />
<!--more--></p>
<div id="attachment_2477" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><a rel="attachment wp-att-2477" href="http://deportesinbarreras.net/2009/08/21/una-silla-especial-dara-acceso-a-personas-con-discapacidad-a-las-nuevas-piscinas-municipales-de-la-localidad-gallega-de-carballino/carballino-ourense-piscinas-2/"><img class="size-full wp-image-2477" title="Carballino Ourense Piscinas" src="http://deportesinbarreras.wordpress.com/files/2009/08/carballino-ourense-piscinas1.jpg" alt="Foto by www.laregion.com" width="220" height="146" /></a><p class="wp-caption-text">Foto by www.laregion.com</p></div>
<p>Un numeroso grupo de representantes de asociaciones vecinales, empresariales, culturales y recreativas de la localidad ourensana de Carballino fueron los encargados de comprobar en persona las obras de remodelación integral de las piscinas municipales, ubicadas en la parroquia de Veiga. Y todos ellos, se llevaron gratas sorpresas.</p>
<p>Una de ellas, tal vez la más importante es que el Concello, ha pensado en el baño de las personas con discapacidad, que podrán acceder al agua gracias a una silla especial que les permitirá pegarse un baño sin ningún tipo de barreras, de igual manera que una persona sin discapacidad. Además, a las bañeras se podrá acceder sin ningún tipo de escaleras lo que facilitará la movilidad de los bañistas.</p>
<p>Con todo ello, los asistentes al acto, que fueron invitados por la Concejalía de Turismo y Deportes, se quedaron<em> &#8220;sorprendidos y encantados con el nuevo aspecto que presentan las instalaciones&#8221;</em>, según declaró a <a href="http://www.laregion.es/noticia/100247/Carballi%F1o/silla/minusv%E1lido/acceso/piscina/Veiga/">www.laregion.es</a>, Manuel Dacal, Concejal del ramo en esta localidad de Ourense. Unas instalaciones, que está previsto se inauguren durante el próximo mes de septiembre coincidiendo con las Fiestas Patronales.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desilusão por completo…]]></title>
<link>http://ptvagabundo.wordpress.com/2009/03/17/desilusao-por-completo%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 14:02:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ptvagabundo</dc:creator>
<guid>http://ptvagabundo.wordpress.com/2009/03/17/desilusao-por-completo%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[Nem estava para escrever este post. O último fim-de-semana foi negro para os lados da Luz e a forma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nem estava para escrever este post. O último fim-de-semana foi negro para os lados da Luz e a forma de como foi derrotado deixou-me furioso, sem vontade de escrever algo sobre o clube do meu coração. Vergonha e raiva foram dois sentimentos que me atravessaram o corpo de cima a baixo. Sinto-me em baixo, tudo por causa da performance demonstrada dentro e fora das quatro linhas. Tentei descobrir os verdadeiros culpados, mas não cheguei a conclusão nenhuma.</p>
<p>Os jogadores jogam mal, mas a culpa será deles? Ou de quem os coloca em campo? Então o treinador é culpado? E quem é que escolhe o treinador? O presidente? E quem elege o presidente? São os sócios obviamente… Mas não pensem que esta merda toda que acontece domingo a domingo é inteiramente da responsabilidade dos sócios, longe disso…</p>
<p>O primeiro a ser atingido é claramente Quique, o verdadeiro obreiro dentro das quatro linhas, mas não só… O Sr. Rui Costa (não duvido do seu Benfiquismo) tem a quota-parte da culpa, sendo ainda um ingénuo no meio de tanta merda que existe no futebol. Vejo o sofrimento do Rui Costa, mas ele, terá que aprender que o futebol não se joga só dentro do campo. Lembram-se de José Veiga? Claro que sim, o homem que às 7 da matina já se encontrava na Luz para tomar o pequeno-almoço com os atletas, o homem que controlava meio mundo, a noite, o futebol e enfrentava de peito feito os “champanhes” da Sra. Carolina Salgado, na altura, mulher de Pinto da Costa. Sei que o Benfica foi campeão e teve jogos de glória contra o Liverpool e Man UTD. Vocês conseguem rever o Benfica actual a jogar contra esses dois clubes? Nah…<br />
Quique Flores, um treinador mediano e espero bem que vá para o Sevilla já na próxima temporada e um verdadeiro desastre. A gestão feita no decorrer da partida é realmente assustadora e principalmente na escolha dos seus meninos para defrontarem o Vitória. 19 Jogadores convocados e Mantorras fica de fora? Deixando no banco Bynia, Jorge Ribeiro e Sidney… jogando em casa!</p>
<p>Depois, ver Miguel Vitor como titular deixa-me algo confuso, quando vejo Sidnei no banco fico arrepiado. Vejam e re-vejam o golo do Vitória. Conseguem ver o sprint do jogador Vitoriano e Miguel Vitor completamente perdido atrás dele. Assim, Luisão foi forçado a interceptar ficando Roberto completamente sozinho. Sidnei é exemplar na antecipação e duvido muito que o Vitória marcasse nesse lance com Sidnei em campo. São situações pontuais, mas Quique não percebe ou não quer perceber…</p>
<p>Aimar, já não comento, recuso-me!</p>
<p>Reyes, pode voltar para o Atl. De Madrid onde vai ser emprestado outra vez. Não tem lugar! Ou acham que ele vinha para o Benfica tendo lugar no Atl Madrid. É uma gestão que não entendo.</p>
<p>Onde para Adu? Emprestado ao Mónaco, tendo o Mónaco a possibilidade de o comprar!</p>
<p>Fábio Coentrão? Também não serve…</p>
<p>Temos sim que buscar jogadores com nome, SÓ COM NOME, pois assim jogam no Benfica.</p>
<p>É uma vergonha, a gestão continua a mesma e nos últimos 14 anos, o Benfica foi campeão 1 vez, nada mau para o maior clube Português Já não espero grandes mudanças, não decido nada, apenas opino.</p>
<p>E já me estou alongar muito para quem não queria escrever…</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LO QUE VIENE PARA LAS SELECCIONES JUVENILES SUB 15 EN EL ARGENTINO]]></title>
<link>http://prensanecochea.wordpress.com/2008/11/18/lo-que-viene-para-las-selecciones-juveniles-sub-15-en-el-argentino/</link>
<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 12:27:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Bolado</dc:creator>
<guid>http://prensanecochea.wordpress.com/2008/11/18/lo-que-viene-para-las-selecciones-juveniles-sub-15-en-el-argentino/</guid>
<description><![CDATA[Los rivales de Necochea en el Campeonato Argentino Sub 15 a disputarse en Resistencia &#8211; Chaco.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Los rivales de Necochea en el Campeonato Argentino Sub 15 a disputarse en Resistencia &#8211; Chaco.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[«O profesor de vegliota», crítica en «Culturas»]]></title>
<link>http://xerais.wordpress.com/2008/09/23/%c2%abo-profesor-de-vegliota%c2%bb-critica-en-%c2%abculturas%c2%bb/</link>
<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 09:05:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>xerais</dc:creator>
<guid>http://xerais.wordpress.com/2008/09/23/%c2%abo-profesor-de-vegliota%c2%bb-critica-en-%c2%abculturas%c2%bb/</guid>
<description><![CDATA[Ramón Nicolás publicou o pasado 2 de agosto no suplemento Culturas de La Voz de Galicia unha crítica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Ramón Nicolás publicou o pasado 2 de agosto no suplemento <em>Culturas</em> de <em>La Voz de Galicia</em> unha crítica sobre <a href="http://xerais.wordpress.com/tag/o_profesor_de_vegliota/"><em>O profesor de vegliota</em></a>, a novela de <a href="http://xerais.wordpress.com/tag/veiga/">Manuel Veiga</a> publicada en Xerais Narrativa. reproducimos o texto:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:left;"><a href="http://xerais.files.wordpress.com/2008/09/img006.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-898" style="margin-left:5px;margin-right:5px;" title="img006" src="http://xerais.wordpress.com/files/2008/09/img006.jpg?w=201" alt="" width="201" height="300" /></a><strong>METÁFORA DA DESTRUCIÓN. MANUEL VEIGA OFRECE UNHA PROPOSTA, A ABALAR ENTRE A NOVELA E O ENSAIO, QUE NOS ACHEGA A CONCEPTOS COMO  IDENTIDADE, RESISTENCIA OU  ASIMILACIÓN COA LINGUA COMO OBXECTO DE REFLEXIÓN</strong></p>
<p style="text-align:left;">Manuel Veiga (Monforte de Lemos, 1960), tras dúas anteriores novelas publicadas hai pouco tempo -<em>O exiliado e a primavera</em>, novela coa que obtivo o Premio Xerais 2004 e  <em>Lois e Helena buscándose un día de tormenta</em>, premio Manuel García Barros  no 2006-, volve transitar polo xénero mais mestizado agora cun inconfundible arrecendo a novela de tese.</p>
<p style="text-align:left;">Incorporando unha homenaxe implícita a Reimundo Patiño a través da figura do falante de vegliota -dialecto dalmático extinguido en 1898 ao morrer o seu último falante- como se testemuña na ilustración da cuberta, Veiga opta polo recurso de construír un universo literario que se alicerza na viaxe en tren realizada polo protagonista, un profesor depurado e perseguido, posuidor de dous manuscritos de corte ensaístico sobre o vegliota que titula significativamente «Klemperer» e «Ferrer i Gironès»; unha viaxe, por certo, cargada tamén de intención, pois nada hai gratuíto nesta entrega, de xeito que se trata da derradeira que realiza ese tren chamado “arrancatravesas”, por aproveitar o seu percorrido para ir arrincando as trabes que conforman a vía pola que circula.</p>
<p style="text-align:left;">Esta estraña e simbólica viaxe permitirá que o profesor de vegliota vaia afondando nas personalidades e opinións dos seus acompañantes de vagón; mais tamén posibilitará que retrate a súa traxectoria vital ao tempo que describirá a paisaxe desolada e erma que atravesa devagar –doadamente identificable por outra parte-, de xeito que aos poucos vaian acrecentándose os elementos de filiación estritamente ensaística –talvez, por outro lado, os máis interesantes- e esmorecendo aqueloutros que alimentan a aparencia novelística da proposta: que fai o personaxe nese tren?, porque desconfía dos seus compañeiros?, por que o tren incorpora unha mercadoría estraña en forma de libros en vegliota, amarelecidos e poeirentos? Velaí  a faciana máis achegada ao ámbito do misterio que partilla con tintes de certa ficción científica.</p>
<p style="text-align:left;">O protagonista, a través tanto do soliloquio que mantén consigo mesmo como do exercicio da escrita, reflicte, alén da súa situación persoal extrema –o afastamento da súa muller Lhos e a preocupación polo futuro da súa filla Mra son dúas constantes-  os trazos que rodean esa viaxe, en certa maneira, cara a ningures, cara ao baleiro e á aniquilación individual, mais tamén colectiva ao incorporar, como auténtica personaxe central,  o presente do propio vegliota. É a bagaxe «intelectual» do profesor a que facilita que nos asomemos  aos seus argumentos vinculados con conceptos de resistencia, desarraigamento, rebelión, identidade, asimilación ou morte da lingua e das linguas, establecendo un rico e interesante diálogo con citacións ou socalcos biográficos dunha pléiade de autores que van de Dante a Proust, de Amos Oz a Sebald, de Monterroso a Shaw, de Magris a Bradbury, de Gombrowicz a Handke, de Bolaño ao poeta cigano Eslam Drudak entre moitos outros&#8230;, referencias que xorden ou se asocian ao discurso con naturalidade, ao fío dun aceno, dun dito, dunha lembranza&#8230;</p>
<p style="text-align:left;">Por fin, capítulos como o que aborda a infelicidade dos escritores, o dedicado á resaltar a relevancia da obra de «R.» –Rosalía-, ou as páxinas  que expoñen con realismo experiencias persoais que talvez haxa alguén que lle soen a ficción mais que abofé non o son, fan que esta sexa unha novela na que tamén paira moito de sentimento a dar forma a unha alegoría que tamén é un estarrecedor berro, berro que debería oírse e diante do que non é doado manterse incólume. <strong>Ramón Nicolás</strong>.</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un mundo e unha lingua que están a desaparecer]]></title>
<link>http://xerais.wordpress.com/2008/09/04/un-mundo-e-unha-lingua-que-estan-a-desaparecer/</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 18:09:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>xerais</dc:creator>
<guid>http://xerais.wordpress.com/2008/09/04/un-mundo-e-unha-lingua-que-estan-a-desaparecer/</guid>
<description><![CDATA[Manuel Rodríguez Alonso publica no Cartafol de Vieiros unha crítica sobre O profesor de vegliota, a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Manuel Rodríguez Alonso publica no <em>Cartafol de Vieiros</em> unha <a href="http://vello.vieiros.com/publicacions/nova.php?Ed=38&#38;id=57051">crítica</a> sobre <a href="http://www.xerais.es/cgigeneral/ficha.pl?codigo_comercial=1331250&#38;origen=2&#38;obrcod=1849394&#38;id_sello_editorial_web=13"><em>O profesor de vegliota</em></a>, a novela de <a href="http://xerais.wordpress.com/tag/veiga/">Manuel Veiga</a>. Recollemos os dous derradeiros parágrafos do texto:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:left;"><a href="http://xerais.files.wordpress.com/2008/09/xg00145901.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-773" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" title="xg00145901" src="http://xerais.wordpress.com/files/2008/09/xg00145901.jpg" alt="" width="100" height="154" /></a>Neste mundo de alleados, que desprezan a súa lingua e cultura, que destrúen a súa paisaxe, o profesor de vegliota defende a lingua das sete vogais ou ponlle un nome galego á filla. É un elemento perigoso. Só o espera a morte social e, o que é peor, a morte social tamén da súa filla. O mellor para os seres queridos é desaparecer nese misterioso tren.</p>
<p style="text-align:left;">Con todo, a novela non é derrotista, pois como reflexión final da longa viaxe en tren o profesor de vegliota decide que, aínda que sexamos poucos e sen poder, os vegliotas temos que seguir adiante, como ben di a derradeira frase da novela: <em>Rabexo por unha oportunidade, por sobrevivir entre eles.</em> Xa que logo, unha chamada á resistencia vegliota fronte á asfixia dos do pensamento único e lingua tamén única, especialmente se é a deles.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:left;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E a data está MARCADA!]]></title>
<link>http://9fmuva.wordpress.com/2008/08/27/e-a-data-esta-marcada/</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 13:51:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>9fmuva</dc:creator>
<guid>http://9fmuva.wordpress.com/2008/08/27/e-a-data-esta-marcada/</guid>
<description><![CDATA[Bom dia amigos! É com prazer que anuncio que o 9º Fórum de Marketing já está com data marcada! O eve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bom dia amigos!</p>
<p>É com prazer que anuncio que o 9º Fórum de Marketing já está com data marcada!</p>
<p>O evento acontecerá no dia <strong>13 de Novembro</strong>. O local de realização será no Auditório do Campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida às <strong>19 horas</strong>.</p>
<p>Anotem aí:</p>
<p><strong>Evento: 9º Fórum de Marketing &#8211; Promovendo o Desenvolvimento Sustentável<br />
Data: 13/11/2008<br />
Local: Auditório da Universidade Veiga de Almeida &#8211; Campus Tijuca<br />
Endereço: Rua Ibituruna, 108 &#8211; Campus Tijuca &#8211; Bloco B &#8211; 3 º andar &#8211; Tijuca &#8211; RJ<br />
Horário de Início: 19:00</strong></p>
<p>Como Chegar:<br />
<a href="http://9fmuva.files.wordpress.com/2008/08/big_localizcao_tijuca1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-13" src="http://9fmuva.wordpress.com/files/2008/08/big_localizcao_tijuca1.jpg" alt="" width="360" height="198" /></a><br />
<em>(clique na imagem para ampliar)</em></p>
<p>Contamos com a presença de todos! Será de grande valia não só para os que vivenciam e respiram o Marketing todos os dias, como para toda a sociedade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["O profesor de vegliota", crítica en Protexta]]></title>
<link>http://xerais.wordpress.com/2008/08/25/o-profesor-de-vegliota-critica-en-protexta/</link>
<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 19:18:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>xerais</dc:creator>
<guid>http://xerais.wordpress.com/2008/08/25/o-profesor-de-vegliota-critica-en-protexta/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://xerais.wordpress.com/files/2008/08/vegliotaprotexta.jpg?w=449"><img class="aligncenter size-large wp-image-714" src="http://xerais.wordpress.com/files/2008/08/vegliotaprotexta.jpg?w=449" alt="" width="449" height="530" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["O profesor de vegliota", escrita no límite]]></title>
<link>http://xerais.wordpress.com/2008/07/06/o-profesor-de-vegliota-escrita-no-limite/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:36:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>xerais</dc:creator>
<guid>http://xerais.wordpress.com/2008/07/06/o-profesor-de-vegliota-escrita-no-limite/</guid>
<description><![CDATA[Manuel Veiga confesou na presentación d&#8217; O profesor de vegliota que escribiu esta novela no lí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><a href="http://xerais.files.wordpress.com/2008/07/xg00145901.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-527" style="margin-left:10px;margin-right:10px;" src="http://xerais.wordpress.com/files/2008/07/xg00145901.jpg?w=100" alt="" width="100" height="154" /></a><a href="http://www.xerais.es/cgi-bin/html_generados/aut_ilus_100008998_44.pl">Manuel Veiga</a> confesou na <a href="http://xerais.wordpress.com/2008/06/25/xerais-na-feira-do-libro-de-vigo/">presentación</a> d&#8217; <a href="http://www.xerais.es/cgigeneral/ficha.pl?codigo_comercial=1331250&#38;origen=2&#38;obrcod=1849394&#38;id_sello_editorial_web=13"><em>O profesor de vegliota</em></a> que escribiu esta novela no límite, na fronteira do que se podía dicir ou do que se podía pensar sobre a cuestión da desaparición da lingua. &#8220;Creo que os grandes libros nacen cando o autor explora os límites, cando trata de chegar aos límites e facer as preguntas máis extremas sobre a sociedade e sobre as súas propias ideas e crenzas. Creo que a mellor literatura nace para explorar o extremo.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista a Manuel Veiga]]></title>
<link>http://xerais.wordpress.com/2008/07/04/entrevista-a-manuel-veiga/</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 06:39:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>xerais</dc:creator>
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<description><![CDATA[Faro da cultura publica unha longa entrevista con Manuel Veiga, a raíz da presentación d&#8217; O pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://xerais.files.wordpress.com/2008/07/veigafarodacultura.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-517" src="http://xerais.wordpress.com/files/2008/07/veigafarodacultura.jpg?w=192" alt="" width="192" height="300" /></a></p>
<p>Faro da cultura publica unha longa entrevista con Manuel Veiga, a raíz da presentación d&#8217; <a href="http://www.xerais.es/cgigeneral/ficha.pl?codigo_comercial=1331250&#38;origen=2&#38;obrcod=1849394&#38;id_sello_editorial_web=13"><em>O profesor de vegliota</em></a>, que terá lugar o sábado 5 de xullo na Feira do libro de Vigo.</p>
<p><a href="http://xerais.files.wordpress.com/2008/07/veigafarodacultura.jpg">Premendo</a> sobre a imaxe, pode lerse u imprimirse o texto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rectificamos]]></title>
<link>http://xerais.wordpress.com/2008/05/22/rectificamos/</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 11:13:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>xerais</dc:creator>
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<description><![CDATA[Comunícannos os amigos de Lg3 que na súa páxina xa saíra unha crítica, feita por Anxos García Fonte,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Comunícannos os  amigos de <a href="http://www.culturagalega.org/lg3/">Lg3</a> que na súa páxina xa saíra unha crítica, feita por <a href="http://www.culturagalega.org/lg3/extra_recension_imp.php?Cod_extrs=1673&#38;Cod_prdccn=1306&#38;">Anxos García Fonte</a>, de <a href="http://www.xerais.es/cgigeneral/ficha.pl?codigo_comercial=1331250&#38;origen=2&#38;obrcod=1849394&#38;id_sello_editorial_web=13"><em>O profesor de vegliota</em> </a> de Manuel Veiga  o pasado 28 de abril. Non coñeciamos tampouco as críticas aparecidas sobre <a href="http://www.xerais.es/cgigeneral/ficha.pl?codigo_comercial=1345094&#38;origen=2&#38;obrcod=1520126&#38;id_sello_editorial_web=13"><em>A cultura do pan</em> </a>de Xosé Lois Ripalda, esta a cargo de <a href="http://www.culturagalega.org/lg3/extra_recension.php?Cod_extrs=1681&#38;Cod_prdccn=1328">Xurxo M. Ayán</a> o 5 de maio. A cadaquén, o seu.</p>
<p>Aproveitamos esta rectificación para manifestar o noso agradecemento e admiración polo traballo desenvolvido por este grupo de persoas que, dende o <a href="http://consellodacultura.org/">Consello da Cultura Galega</a>, fan este labor de promoción tan necesario.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["O profesor de vegliota", primeira crítica]]></title>
<link>http://xerais.wordpress.com/2008/05/22/o-profesor-de-vegliota-primeira-critica/</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 06:20:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>xerais</dc:creator>
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<description><![CDATA[Armando Requeixo publica en Faro da Cultura a primeira critica d&#8217; O profesor de vegliota, a no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:middle;margin:10px;" src="http://xerais.files.wordpress.com/2008/05/vegliota.jpg?w=377&#038;h=1123" alt="" width="377" height="1123" /></p>
<p>Armando Requeixo publica en <em>Faro da Cultura</em> a primeira critica d&#8217; <a href="http://www.xerais.es/cgigeneral/ficha.pl?codigo_comercial=1331250&#38;origen=2&#38;obrcod=1849394&#38;id_sello_editorial_web=13"><em>O profesor de vegliota</em></a>, a novela de <a href="http://www.xerais.es/cgi-bin/html_generados/aut_ilus_100008998_44.pl">Manuel Veiga</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornadas]]></title>
<link>http://mividaengeriatria.wordpress.com/2008/04/08/jornadas/</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 19:00:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jose Luis Valiño Castedo</dc:creator>
<guid>http://mividaengeriatria.wordpress.com/2008/04/08/jornadas/</guid>
<description><![CDATA[  Estáis todos invitados http://www.serge.es/documentos/27.pdf]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Estáis todos invitados http://www.serge.es/documentos/27.pdf]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Les armèniques I]]></title>
<link>http://vestigis.wordpress.com/2008/02/12/lloanca-dels-armenis/</link>
<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 23:00:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>suberna</dc:creator>
<guid>http://vestigis.wordpress.com/2008/02/12/lloanca-dels-armenis/</guid>
<description><![CDATA[Crec que el meu deler pels assumptes armenis va florir gràcies a Els laberints bizantins de Joan Per]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>     <img src="http://farm3.static.flickr.com/2168/1847942530_4db1d8e0e4_m.jpg" border="3" height="230" width="150" />    <img src="http://www.armenica.org/collection/khatchkar/Hayravank-Gavar/hayravank-kk04-vgn-m.jpg" border="3" height="226" width="150" /></p>
<p><font face="Tahoma" size="2">Crec que el meu deler pels assumptes armenis va florir gràcies a <i>Els laberints bizantins</i> de Joan Perucho. Però en els darrers temps he vist créixer-ne notablement l’interès per arreu. Sospito que la invectiva de <b>Robert Fisk</b> a <i>The Great War for Civilisation</i> hi té alguna cosa a veure. A <b>Fum i estalzí</b> i a <a href="http://focsfollets.wordpress.com/2007/11/04/the-long-journey-towards-democracy/" target="_blank"><b>Focs Follets</b></a> s’hi han publicat sengles reflexions amb aquest rerafons. També <b>Francisco Veiga</b> al seu vibrant bloc, <a href="http://elveiga.blogspot.com/2006/10/el-contencioso-armenio-turco-1-un.html" target="_blank">amb una perspectiva molt crítica</a> (<a href="http://elveiga.blogspot.com/2006/10/el-contencioso-armenio-turco-2-fisky.html" target="_blank">II</a> i <a href="http://elveiga.blogspot.com/2006/10/el-contencioso-armenio-turco-3-el.html" target="_blank">III</a>) de la feina del periodista anglès i de la <a href="http://elveiga.blogspot.com/2007/10/controversia-o-instrumento.html" target="_blank">utilització geopolítica del genocidi armeni,</a> ha contribuït a aquest debat.</font></p>
<p><font face="Tahoma" size="2">Sigui com sigui, la història d&#8217;Armènia em resulta commovedora per la tossuderia amb la qual no s’ha resignat a desaparèixer malgrat l’afany maníac dels seus veïns per a sotmetre-la. Presoners del parany caucàsic que ha estat la seva fortuna i el seu turment, els armenis han patit invasions, persecucions, diàspores i genocidis en un grau molt superior al de la majoria de nacions de la terra. Clau de pas i pedra a la sabata dels poderosos imperis que sempre l&#8217;han envoltat (bizantins, perses, mongols, àrabs, turcs, russos) Armènia gairebé no ha conegut la pau i han estat estranys els seus períodes de segura independència. En aquestes circumstàncies, no és estrany que els armenis s&#8217;hagin refugiat en alguns símbols de la seva continuïtat cultural i de la seva supervivència: la seva llengua, la seva música o la seva església, amb el <i>Katholikós</i> al capdavant, autoritat espiritual que ha desenvolupat durant molt de temps el paper d&#8217;una referència política que els era negada. Però com explica Ryszard Kapuscinski a <i>L’imperi</i> (Sant tornem-hi: sense traducció catalana) s&#8217;han aferrat no menys significativament a dos testimonis de la seva antiga i amenaçada presència al món: els<b> llibres</b> i les <b>jatxkars</b>.</font></p>
<p><font face="Tahoma" size="2">L&#8217;extraordinària tasca dels torsimanys i copistes armenis es xifra avui en més de vint-i-cinc mil volums salvats de la destrucció. D’ençà de la mateixa invenció del seu alfabet al segle IV, els monjos d&#8217;Armènia s&#8217;entesten tenaçment en la missió de produir manuscrits . I en qualsevol refugi precari, enmig de situacions extremadament adverses, es consagren a salvar la memòria de la seva civilització. Tradueixen, abans que ningú, els clàssics grecs i llatins i tot autor antic que tenen al seu abast. Tampoc fan escarafalls a les aportacions dels seus successius dominadors, ja siguin àrabs o turcs. I quan la violència d&#8217;alguna ocupació els força a exiliar-se o a amagar-se a les muntanyes, els armenis prefereixen salvar els seus llibres abans que cap altre bé. Els enterren o els transporten milers de quilòmetres, a tots els racons del món, custodiant-los de generació en generació. En la història de la humanitat no es coneix cap exemple de fidelitat i lliurament a la cultura escrita de semblants dimensions. Avui molts d&#8217;aquests manuscrits i incunables es guarden en la <b>Biblioteca Nacional de</b> <b>Matenadaran</b>, però també en dipòsits de Jerusalem, Viena, París o Venècia, nodrits per les cessions de les famílies i comunitats armènies que els havien preservat.</font></p>
<p><font face="Tahoma" size="2"><b><a href="http://www.armenica.org/cgi-bin/armenica.cgi?=2=h" target="_blank">Les jatxkars</a> </b>són l&#8217;altre receptacle en el qual aboquen la seva necessitat d&#8217;afirmació. Es tracta de creus de pedra cisellades i decorades amb dissenys de fulles, fruits i altres patrons abstractes. Les tallen per arreu, en esglésies i en làpides, en creuers i en els mollons dels camins, en muntanyes i en obres civils. A l&#8217;origen, tenen un caràcter de devoció religiosa i s&#8217;erigeixen com a homenatges a hom o com a memorials d&#8217;algun fet històric o donació eclesiàstica. Però es diria que, per damunt de tot, aviat adquireixen un altre paper simbòlic de més importància: són fites, pedres mil•liars que assenyalen els llocs en els quals han viscut els armenis; fragments que puguin recordar el seu pas per la terra davant la gens aventurada possibilitat d’ésser-ne esborrats. Però ni tan sols aquest valor testimonial és consentit. Quan, després de la demarcació de fronteres dels anys vint, bona part del sud d&#8217;Armènia queda englobada en el naixent estat turc, tot el patrimoni d&#8217; una població abocada a la dispersió i a l’èxode queda virtualment condemnat. Lliurat a la ruïna de l&#8217;abandonament, quan no a l’ensorrament planificat. Una agonia que per a vergonya turca encara perdura. I pel seu caràcter emblemàtic, l&#8217;animositat contra les jatxkars ha estat la més assenyalada. També en altres antics enclavaments armenis: el 1998 l&#8217;exèrcit de l&#8217;Azerbaidjan va començar la demolició del cementiri medieval de<b> Djulfa</b> a la província de Nakhitxevan, amb les seves més de quatre mil tombes gravades. Unes intervencions criminals que han tingut diversos rebrots; l&#8217;últim i més ferotge de tots a desembre de 2005.</font></p>
<p><font face="Tahoma" size="2">No voldria que aquest elogi passes per una hagiografia. No tinc la ingènua pretensió que els armenis siguin millors que altres pobles o que posseeixin virtuts de tolerància, generositat i bondat en major proporció que altres col•lectivitats. Segurament, si la sort hagués estat una altra, i haguessin pogut exercir la força i el domini sobre territoris conquerits, no s&#8217;haguessin mostrat més magnànims que els qui els han arraconat. Però els fets són uns altres, i en el repartiment d&#8217;atzars i vicissituds, els ha tocat la pitjor part: la persecució i l&#8217;opressió. I en aquestes circumstàncies, val a dir-ho, s&#8217;han comportat amb dignitat, amb respecte per si mateixos i amb un coratge que els honora: oferint un alt exemple de la vàlua de la resistència i del seu gairebé indomable poder.</font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Veigarista]]></title>
<link>http://recurso.wordpress.com/2006/11/15/veigarista/</link>
<pubDate>Wed, 15 Nov 2006 11:51:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Germano</dc:creator>
<guid>http://recurso.wordpress.com/2006/11/15/veigarista/</guid>
<description><![CDATA[Depois de ser arrestado em directo na TVI, Veiga foi fazer a sua despedida do SLB na televisão. Mas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois de ser arrestado em directo na TVI, Veiga foi fazer a sua despedida do SLB na televisão. Mas o ex-funcionário da loja do FCP no Luxemburgo pensou que não poderia fazê-lo sem deixar a sua marca com mais uma pérola linguistíca. Com a lágrima no canto do olho, disse: &#8220;Portugal não é um país de construção mas de destrunção&#8221;. Veiga vai fazer falta ao País e ao Mundo&#8230; vou ter saudades.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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