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	<title>ventre &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ventre/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ventre"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 06:00:40 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Dicas Furadas]]></title>
<link>http://humorsex.wordpress.com/2009/11/30/dicas-furadas/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:28:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>elenteus</dc:creator>
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<description><![CDATA[Certo dia estava aguardando minha vez de ser atendido pelo dentista, enquanto isso via na tv da sala]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Certo dia estava aguardando minha vez de ser atendido pelo dentista, enquanto isso via na tv da sala de espera um desses programas que passam a tarde. No programa estavam dando dicas de como mulheres casadas poderiam dar um &#8220;up&#8221;, uma apimentada no casamento.  Basicamente, a suposta especialista dava as seguintes dicas;  1º Faça algumas aulas de dança do ventre &#8211; 2º compre uma lingerie sexy- 3º prepare o ambiente com velas ou incensos aromáticos e musica romatica.</p>
<p>Não me perguntem por que, mas lembrei dos comentários de uma amigo que me revelou que o seu casamento estava meio morno e naquele momento tive uma revelação. Comecei a imaginar a mulher do cara, ela deve ter uns 120 kilos e é feia pra caramba. Foi quando ousei imaginar essa cena dantesca;</p>
<p>a mulher do cara com um fio dental que não da pra ver apenas imaginar que esta ali até ela levantar a banha da frente,</p>
<p>dançando dança do ventre com aquela gordura toda aparentando ter vida própria,</p>
<p>aquele odor de incenso de 1,99 &#8230; e embalando toda essa insanidade, como tema romântico&#8230;Calypso.</p>
<p>Confesso a vocês, soube na mesma hora o que é o inferno.</p>
<p>Cara, nunca fui religioso, mas se existe inferno essa mulher seria o Capeta.</p>
<p>Esses programas e suas especialistas que me perdoem, mas nesse caso é melhor viver na ignorância do quanto essa mulher pode ser sexy ou sedutora.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vivre (Guillevic)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/29/vivre-guillevic/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 05:53:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/29/vivre-guillevic/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Vivre c’est pour apprendre A bien poser la tête Sur un ventre de femme. Et pour savoir tenir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-10041" title="galet" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/galet.jpg" alt="" width="455" height="341" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>Vivre c’est pour apprendre<br />
A bien poser la tête<br />
Sur un ventre de femme.</p>
<p>Et pour savoir tenir<br />
Dans la paume entr’ouverte<br />
Un galet qui traînait<br />
Sur les sentiers du sol.</p>
<p>(Guillevic)</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há vida pós-espetáculo]]></title>
<link>http://yallah.wordpress.com/2009/11/27/ha-vida-pos-espetaculo/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 03:02:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberta Salgueiro</dc:creator>
<guid>http://yallah.wordpress.com/2009/11/27/ha-vida-pos-espetaculo/</guid>
<description><![CDATA[Cheeeeio de teias de aranhas esse blog aqui, hein? Empoeirado, coitado. Então vamos faxinar. Primeir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cheeeeio de teias de aranhas esse blog aqui, hein? Empoeirado, coitado. Então vamos faxinar. Primeiro, contando o que andei fazendo nesses últimos dias.</p>
<p>Vamos lá. O que fiz todo esse tempo? Fiquei estressada, claro. E produzi mais um espetacular &#8220;petáculo&#8221;. Que canseira! Uma vez por ano, de agora em diante. Sim, Brasília é uma cidade tão alucinada que fazem esses cansativos eventos duas vezes ao ano. E dá um desconforto extra essa coisa de olhar data para não chocar com o espetáculo da colega e tal e coisa¹.</p>
<p><strong>Impressão geral</strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/success_1923_12_a.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-470" title="success_1923_12_a" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/success_1923_12_a.jpg?w=212" alt="" width="212" height="300" /></a></p>
<p>Esse último espetáculo promete ter sido o melhor de todos os 11 promovidos pelo Ayuny desde sua fundação. Tenho a impressão que foi, e assim me contaram várias pessoas, entre professoras, alunas e convivas. O tema era a relação entre os universos divino e humano; cada professora inspirou-se em uma divindade do antigo Egito para compor seu próprio personagem e as coreografias das alunas. A minha, claro, foi Bastet. Depois conto com detalhe. O lance é que esse foi o espetáculo mais bem produzido que já fizemos: as coreografias tiveram iluminação especial e foram antecedidas de narrações poéticas cuidadosamente pesquisadas. Tive a ajuda da Laura, que dividiu a direção comigo e, estudante de cênicas e garota espertíssima, ajudou, entre outras coisas, a compor a iluminação (feita por Daniela Diniz, sua irmã), a narração e a cenografia da dança das professoras.</p>
<p><strong>A dança das professoras</strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/vitoria.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-466" title="vitoria" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/vitoria.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Pois é, as professoras dançaram todas juntas. Foi um processo criativo loooouco, mas proveitoso como poucas experiências de dança podem ser. Todas competentíssimas e poderosas, precisando comprimir técnica e energia criativa em 3 minutos de música. Foram oito professoras juntas, veja só. E a coreo foi construída em conjunto meeesmo. Isso é uma vitória. Claro que o clima fica tenso às vezes: já estão todas esgotadas de coreografar, ensinar e ensaiar suas próprias turmas; preocupadas com o próprio figurino e com o figurino das alunas. Ou seja, vitória ao cubo termos feito uma coreografia bonita, elaborada e bem executada.</p>
<p><strong>As minhas alunas</strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/0.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-465" title="0" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/0.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Sou uma megera. Às vésperas do espetáculo (isto é, 1 mês antes), me transformo. Igual ao médico bonzinho do Pernalonga. Sou um poço de paciência ao longo do ano; repito e repito e repito tudo; detalho cada movimento, traduzo a música, mostro as camadas sonoras. Vai chegando perto do espetáculo cobro tudo. Não grito com ninguém, claro; mas mando melhorar a cara, cobro presença, corto perguntas impertinentes, fico ríspida mesmo. Claro, só com alunas mais avançadas. As macacas-véias, como gosto de chamar. &#8220;Credo, Roberta, que coisa horrorosa, pra que tudo isso?&#8221; Para que elas sempre &#8211; sempre &#8211; se saiam bem sobre o palco. Como fizeram mais uma vez. Elogiadas, lindas e maravilhosas. Dançaram absurdamente bem, mais uma vez uma coreo nada simples. Tiveram que coreografar algumas partes elas mesmas. E foi um sucesso; todas fizeram jus à confiança. A expressão estava ótima, a leitura musical apurada, o alinhamento, perfeito. Ai ai. Orguuuuulho!</p>
<p><strong>A minha dança</strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/success_1902_06_a.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-467" title="success_1902_06_a" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/success_1902_06_a.jpg?w=213" alt="" width="213" height="300" /></a></p>
<p>Improvisada, simplésima, mas emocionante. Três queridas alunas me acompanharam no solo. O trocar de olhares sobre o palco é algo de arrepiar; é como trapacear: a expressão, coisa das mais complicadas de se conseguir sobre um palco, vem pronta, quentinha como o pãozinho da manhã. E elas também improvisaram. Ainda que minha dança não tenha sido inesquecível para o público, o foi para nós quatro.</p>
<h6>1. Essa cidade é um ovinho. De codorna, não de quadril. Ha ha ha. Que piadista.</h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ricerchiamo Artisti(Pittori e fotografi) per mostre e live performance]]></title>
<link>http://dreamingblue.wordpress.com/2009/11/26/ricerchiamo-artistipittori-e-fotografi-per-mostre-e-live-performance/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 07:06:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>artfinephotography</dc:creator>
<guid>http://dreamingblue.wordpress.com/2009/11/26/ricerchiamo-artistipittori-e-fotografi-per-mostre-e-live-performance/</guid>
<description><![CDATA[  Ricerchiamo artisti (pittori/fotografi ecc) Stiamo ricercando artisti, sia nel settore delle arti ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong> <a href="http://it.fotolia.com/partner/213380"><br />
<img src="http://static.fotolia.com/pics/it/banners/static/468x60.gif" alt="MENU Fotolia" width="468" height="60" /><br />
</a></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Ricerchiamo artisti (pittori/fotografi ecc)</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Stiamo ricercando artisti, sia nel settore delle arti visive come fotografi, pittori e grafici, sia nel settore del arti performative come attori cantanti e quant’altro, per organizare una serie di eventi espositivi, lo spazio espositivo sarà messo a disposizione Gratuitamente dalla Fine art photography.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Questo evento può essere un’ottimo trampolino di lancio per tutti gli artisti che si trovino agli inizi per presentare i propri lavori, sia per Artisti che sono gia operano nel settore sia per presentare nuovi lavori che per raggiungere nuovi contatti.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Stiamo proponendo eventi espositivi della durata di una settimana, con inaugurazione/vernisage al venerdi, le mostre avranno frequenza quindicinale o settimanli  la dove il numero di  richieste lo consenta, lo spazio sarà messo a disposizione di singoli artisti o associazioni, sia per mostre personali  che per mostre colletive.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Durante le inaugurazioni per dare maggior risalto all’evento saranno presentate perfomace live di vario tipo, sia musicali che teatrali, o addiritura dimostrazioni dal vivo di body painting pittura ed altro.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Tutti gli eventi saranno presentati dalla  Galleria d’arte Fine Art Photography di Morgan Capsso in collaborazione con il Centro Arte di Enzo Ventre.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Per maggiori informazioni e prenotazioni contattateci a: </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Galleria d’arte Fine art Photography</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Via Paolo Zacchia 20 00161 Roma.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Tel:0695214163 cell:3336304964</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Email: </strong><a href="mailto:artdirector@artfinephotography.net"><strong>artdirector@artfinephotography.net</strong></a></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Morgan Capasso e Enzo Ventre</strong></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<div id="attachment_196" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.artfinephotography.net"><img class="size-full wp-image-196" title="Under skin di Morgan Capasso e micaela Barbarossa," src="http://dreamingblue.wordpress.com/files/2009/11/mg_8491.jpg" alt="Micaela Barbarossa Morgan Capasso" width="450" height="675" /></a><p class="wp-caption-text">Micaela Barbarossa Morgan Capasso</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[beau gosse et douches communes]]></title>
<link>http://jereve.wordpress.com/2009/11/24/beau-gosse-et-douches-communes/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:26:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>elisala</dc:creator>
<guid>http://jereve.wordpress.com/2009/11/24/beau-gosse-et-douches-communes/</guid>
<description><![CDATA[Rêve de début mai 2009 Je croise un homme que je trouve absolument séduisant. Je fais une analyse tr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Rêve de début mai 2009</strong></p>
<p>Je croise un homme que je trouve absolument séduisant. Je fais une analyse très sérieuse des raisons qui me le rendent séduisant : les traits bien dessinés, un peu marqués mais pas trop, sans doute les phéronomes adéquats, etc.  le tout signalant aux femmes une bonne disposition à la reproduction, de bons gènes tout comme il faut.</p>
<p>(nota: seul le visage est vu et analysé et définit sa beau-gosse-itude)</p>
<p>je rejoins ensuite un groupe de nanas qui doit justement juger des hommes, dont celui-là, je me mets à fantasmer un peu sur une possible union en regardant des photos du mec dans des magazines de greluche (ou type GQ peut-être), mais je garde un visage neutre, je n&#8217;en montre rien à personne.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Je suis dans la salle de douches communes d&#8217;un hôpital, maman n&#8217;est pas loin. C&#8217;est des douches communes, mais c&#8217;est en fait au top de ce qui se fait pour un hôpital, les différents postes de douche (ce ne sont pas des cabines) étant adaptés aux différents handicaps, hyper modernes, avec des jets d&#8217;eau bien placés pour les personnes en fauteuil roulant, par exemple.</p>
<p>Je me douche sans trop me déshabiller, j&#8217;hésite à enlever le t-shirt, je n&#8217;ai pas tellement envie de montrer mes seins à toute la salle (sachant que c&#8217;est en plus une salle de douches mixtes), je me douche donc sous le t-shirt.</p>
<p>Je parle ensuite avec une nana, brune aux jolis traits, qui a un problème à son ventre, qu&#8217;elle ne peut plus rentrer comme il faut, c&#8217;est apparemment assez grave. ça me rappelle ingrid qui se plaint de ne s&#8217;être pas encore débarrassée de son bedon de grossesse.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La ménopause]]></title>
<link>http://chiroenergie.wordpress.com/2009/11/23/la-menopause/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:44:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julien Lévesque</dc:creator>
<guid>http://chiroenergie.wordpress.com/2009/11/23/la-menopause/</guid>
<description><![CDATA[Mesdames, êtes-vous incommodées par des bouffées de chaleur? Dr. Julien Lévesque, chiropraticien ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2><strong>Mesdames, êtes-vous incommodées par des bouffées de chaleur?</strong></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> <a href="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/jlevesquevignette3.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-85" title="JLevesqueVIGNETTE" src="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/jlevesquevignette3.jpg?w=150" alt="" width="137" height="137" /></a>Dr. Julien Lévesque, chiropraticien &#8212; La ménopause. </strong>Au fil des années, le corps ne cesse de se modifier et de se transformer. Cela fait partie de notre évolution bien que plusieurs personnes s’en passeraient bien. À partir de la mi-quarantaine, le corps féminin exprime une série de symptômes qui est spécifique à la ménopause. Trois phases se succèdent; la pré-ménopause, la ménopause et la post-ménopause.<strong> </strong></p>
<p>La transition vers la ménopause, c&#8217;est-à-dire la pré-ménopause, peut se reconnaître aux signes suivants: chaleurs, sensibilité des seins, accentuation du syndrome prémenstruel, diminution de la libido, fatigue, règles irrégulières, sécheresse vaginale et inconfort pendant les relations sexuelles, fuites urinaires, changements abrupts d&#8217;humeur, etc. La sévérité des symptômes et leurs conséquences sur la qualité de vie peuvent être en étroite relation avec le niveau de stress et l&#8217;état de santé général.</p>
<p><strong>Voici quelques signes et symptômes spécifiques à la ménopause;</strong></p>
<p><strong>Les bouffées de chaleur:</strong> Il s&#8217;agit du symptôme le plus fréquent, dû à l&#8217;arrêt de la production d&#8217;estrogène par les ovaires. Les bouffées de chaleur se manifestent par une sensation de chaleur parfois accompagnée d&#8217;une rougeur de la peau, qui commence au niveau du visage et du cou, puis s&#8217;étend vers le thorax et les épaules, et éventuellement se généralise. Chez certaines femmes, les bouffées de chaleur s&#8217;accompagnent de sueurs intenses (notamment des sueurs nocturnes). Elles sont sans danger mais peuvent être très incommodantes. <a href="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/bouffee-chaleur2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-88" title="bouffee-chaleur" src="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/bouffee-chaleur2.jpg" alt="" width="180" height="135" /></a></p>
<p>- <strong>Les troubles vaginaux:</strong> La carence en estrogène peut rendre la paroi vaginale plus fine, plus sèche et moins &#8220;élastique&#8221;. Les rapports sexuels peuvent ainsi devenir inconfortables.</p>
<p>- <strong>Les troubles urinaires</strong>: Le contrôle de la vessie peut être moins bon, ce qui peut provoquer de petites fuites urinaires, en particulier lors d&#8217;efforts (éternuements, rires, etc.). Il est important de s&#8217;occuper de ce problème d&#8217;incontinence dès qu&#8217;il apparaît afin qu&#8217;il ne s&#8217;accentue pas.</p>
<p>- <strong>La prise de poids:</strong> Souvent, au moment de la ménopause, les femmes prennent du poids et trouvent qu&#8217;il est plus difficile qu&#8217;auparavant de perdre ces kilos. La ménopause entraîne une modification dans la répartition des graisses : elles s&#8217;accumulent plus fréquemment au niveau du ventre qu&#8217;au niveau des cuisses et des fesses.</p>
<p>- <strong>Les troubles du sommeil</strong> (insomnie; difficulté à s’endormir ou longues épisodes de réveil au cours de la nuit).</p>
<p>- <strong>Les changements d&#8217;humeur</strong>, l&#8217;irritabilité, l&#8217;anxiété, les affects dépressifs.</p>
<p>- <strong>Une diminution de la libido</strong><a href="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/comedie.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-89" title="comédie" src="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/comedie.jpg?w=150" alt="" width="182" height="118" /></a></p>
<p><strong>- Modifications de la peau</strong>; la structure et la texture de la peau sont influencées par les hormones sexuelles et par des modifications biologiques plus générales liées au vieillissement. Après la ménopause, la peau devient plus fine et plus fragile.</p>
<h3><strong>Comment votre chiropraticien peut-il vous aider?</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p>Votre chiropraticien peut vous aider à diminuer ces symptômes par les conseils alimentaires, les ajustements chiropratiques, l’écoute et par la communication. Par exemple, si vous voulez réduire la fréquence et l’intensité des bouffées de chaleur, il faut réduire la consommation de viandes, d’alcool, de caféine et privilégier des produits laitiers faibles en gras. De plus, si vous voulez réduire l’intensité du stress dans votre vie, réduire les tensions musculaires et augmenter votre niveau d&#8217;énergie, les ajustements chiropratiques Network sont une solution très efficace et naturelle. Si vous avez des questions, parlez-en avec votre professionnel de la santé en chiropratique et il se fera un plaisir de vous venir en aide.</p>
<p>Le Dr. Julien Lévesque est chiropraticien à la Clinique MainTenant située au 1477 boul. St-Joseph Est, Montréal, (Québec) H2J 1M6. Vous pouvez communiquer avec lui au  514-910-7644. Si vous désirez en savoir s&#8217;il peut vous aider et sur sa pratique, visitez <a title="Dr. Julien Levesque, chiropraticien" href="http://www.chiroenergie.ca">www.chiroenergie.ca</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'oiseau (André Frédérique)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/21/loiseau-andre-frederique/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 16:05:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/21/loiseau-andre-frederique/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; L&#8217;oiseau fait une ombre immense de plumes sur ma table Je lui donne à manger des graine]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9426" title="l'oiseau bleu" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/loiseau-bleu.jpg" alt="" width="799" height="831" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>L&#8217;oiseau<br />
fait une ombre immense de plumes<br />
sur ma table</p>
<p>Je lui donne à manger<br />
des graines<br />
qui tombent dans son ventre<br />
avec le bruit des sous<br />
dans la tire-lire<br />
et le voilà qui s&#8217;envole</p>
<p>mais il reviendra<br />
demain soir.</p>
<p>(André Frédérique)</p>
<p><a href="http://bridgetispainting.blogspot.com/2009_09_01_archive.html">Illustration</a></p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gacela de l'amour imprévu (Federico Garcia Lorca)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/18/gacela-de-lamour-imprevu-federico-garcia-lorca/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:55:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/18/gacela-de-lamour-imprevu-federico-garcia-lorca/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Nul ne comprenait le parfum du magnolia sombre de ton ventre. Nul ne savait que tu martyrisai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9142" title="olbinski-3" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/olbinski-3.jpg" alt="" width="614" height="937" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>Nul ne comprenait le parfum<br />
du magnolia sombre de ton ventre.<br />
Nul ne savait que tu martyrisais<br />
un colibri d&#8217;amour entre tes dents.</p>
<p>Mille petits chevaux perses s&#8217;endormaient<br />
sur la place baignée de lune de ton front,<br />
tandis que moi, quatre nuits, j&#8217;enlaçais<br />
ta taille, ennemie de la neige.</p>
<p>Entre plâtre et jasmins, ton regard<br />
était un bouquet pâle de semences.<br />
Dans mon coeur je cherchais pour te donner<br />
les lettres d&#8217;ivoire qui disent toujours,</p>
<p>toujours, toujours: jardin de mon agonie,<br />
ton corps fugitif pour toujours<br />
le sang de tes veines dans ma bouche,<br />
ta bouche sans lumière déjà pour ma mort.</p>
<p>(Federico Garcia Lorca)</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Grenouille (Maurice Fombeure)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/14/la-grenouille-maurice-fombeure/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:41:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/14/la-grenouille-maurice-fombeure/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; La lune file sa quenouille pour les gre- -nouilles du château. Quand il mouille, la grenouill]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><a rel="attachment wp-att-8727" href="http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/14/la-grenouille-maurice-fombeure/grenouille-3/"><img class="aligncenter size-large wp-image-8727" title="grenouille" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/grenouille1.jpg?w=800" alt="grenouille" width="800" height="600" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>La lune<br />
file sa quenouille<br />
pour les gre-<br />
-nouilles du château.</p>
<p>Quand il mouille,<br />
la grenouille rouge<br />
chante à tra-<br />
-vers les écluses d&#8217;eau;</p>
<p>avec<br />
son ventre d&#8217;argent,<br />
son dos vert, nageant<br />
au fil de la lune.</p>
<p>La grenouille songe&#8230;</p>
<p>Les grenouilles sont<br />
les chantres des songes.</p>
<p>(Maurice Fombeure)</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Je dis: je t'aime (Maurice Fombeure)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/11/je-dis-je-taime-maurice-fombeure/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 08:14:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/11/je-dis-je-taime-maurice-fombeure/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Je dis: je t&#8217;aime Comme le lierre l&#8217;arbre, Je dis: je t&#8217;aime Comme la rose ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><a rel="attachment wp-att-8251" href="http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/11/je-dis-je-taime-maurice-fombeure/aimerlamer/"><img class="aligncenter size-full wp-image-8251" title="AimerLaMer" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/aimerlamer.jpg" alt="AimerLaMer" width="658" height="559" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Je dis: je t&#8217;aime<br />
Comme le lierre l&#8217;arbre,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Comme la rose l&#8217;eau,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Comme le vents les marbres,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Comme l&#8217;eau le sanglot.<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Comme le vent du galop,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Comme le héron l&#8217;eau,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
La liré léronlo.<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Comme les astres l&#8217;or,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Sur le velours des morts,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Sur la pédale d&#8217;ombre,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Sur les Champs-Elysées,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Sur ton ventre frisé,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Au coeur des verts farouches,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Sur les monts alizés,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
Sur les miroirs brisés,<br />
Je dis: je t&#8217;aime<br />
La rose de ta bouche</p>
<p>Je dis: je t&#8217;aime<br />
Un peu plus que toi-même.</p>
<p>(Maurice Fombeure)</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nocturne (Philippe Garnier)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/10/nocturne-philippe-garnier/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:03:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/10/nocturne-philippe-garnier/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Tu hantes la nuit dans les rues tu rentres ce soir il a plu tu penses à celle qui t&#8217;aim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><a rel="attachment wp-att-8128" href="http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/10/nocturne-philippe-garnier/hotel/"><img class="aligncenter size-full wp-image-8128" title="hotel" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/hotel.jpg" alt="hotel" width="600" height="450" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Tu hantes la nuit dans les rues<br />
tu rentres<br />
ce soir il a plu tu penses<br />
à celle qui t&#8217;aime</p>
<p>Sonores<br />
plus bas tes pas crissent<br />
l&#8217;aurore<br />
déjà roucoule le ciel glisse<br />
y a d&#8217;l'or</p>
<p>Une femme passe en courant dans<br />
la flamme<br />
d&#8217;un phare un instant<br />
le charme<br />
descend</p>
<p>Tu rentres<br />
entre les poubelles<br />
au ventre<br />
les mots t&#8217;appellent et te hantent<br />
tu penses à celle qui t&#8217;aime</p>
<p>(Philippe Garnier)</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La grossesse (partie 2 de 2)]]></title>
<link>http://chiroenergie.wordpress.com/2009/11/09/la-grossesse-partie-2-de-2/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:53:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julien Lévesque</dc:creator>
<guid>http://chiroenergie.wordpress.com/2009/11/09/la-grossesse-partie-2-de-2/</guid>
<description><![CDATA[La grossesse (partie 2 de 2) Le pourquoi des examens au cours de la grossesse Une grossesse normale ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1>La grossesse (partie 2 de 2)</h1>
<p><strong>Le pourquoi des examens au cours de la grossesse</strong><img class="alignright size-thumbnail wp-image-65" title="echographie" src="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/echographie.jpg?w=150" alt="echographie" width="177" height="145" /></p>
<p>Une grossesse normale fait l’objet d’un certain nombre d’examens. Certains de ces examens doivent être pratiqués dans des périodes précises du développement de l’embryon. L&#8217;objectif de la surveillance régulière est le dépistage précoce de pathologies obstétricales (retard de croissance intra-utérin, hypertension artérielle gravidique, trisomie 21, toxoplasmose, …). Des sérologies sont faites de façon régulière pour dépister certaines maladies infectieuses pouvant entraîner une embryopathie ou une fœtopathie, en particulier chez les femmes non immunisées. Recherche des agglutinines (anticorps) irrégulières tous les mois chez les femmes de rhésus négatif(pour éviter le rejet de l’embryon lorsque celui-ci est rhésus positif). La prévention de certaines anomalies du système nerveux central passe par la prise de vitamines plusieurs semaines avant la fécondation et par une visite périodique chez le chiropraticien.</p>
<p><strong>Les avantages de la chiropratique</strong></p>
<p>Le chiropraticien peut vous conseiller en nutrition (garder une alimentation variée, équilibrée en glucides-protides-lipides et à forte teneur en fruits/légumes) et vous expliquer pourquoi certains aliments sont déconseillés (tabac, alcool, drogues) alors que d’autres sont à préconiser (poissons gras, folate au premier trimestre, fer, calcium). De plus, par sa formation le chiropraticien peut s’assurer que l’enfant est bien positionné dans le ventre de la mère et ainsi éviter des complications à l’accouchement.<img class="alignright size-thumbnail wp-image-67" title="femme_enceinte_grossesse" src="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/femme_enceinte_grossesse.jpg?w=150" alt="femme_enceinte_grossesse" width="202" height="135" /></p>
<p>Les entrainements chiropratiques Network, au cours de la grossesse, visent une bonne mobilité des os du bassin et du corps, une réduction du stress dans la région du bas de dos (réduisant ainsi les inconforts), une réduction de la fatigabilité physique et psychologique, et une grande satisfaction de soi.</p>
<p>Selon les dernières études, les femmes enceintes recevant régulièrement des soins chiropratiques voient leur temps de travail lors de l’accouchement réduit à 6-8 heures alors que le temps de travail de celles n’étant pas suivie en chiropratique s’échelonnerait de 13 à 24 heures de travail. On observe également, une réduction des complications à la naissance et de l’utilisation d’épidural, de ventouses, de forceps ou de césariennes. De plus, les femmes suivies en chiropratique ont remarqué une réduction des inconforts lombaires, un enfant ayant un sommeil et un tempérament plus calme.</p>
<p><strong>Après l’accouchement</strong></p>
<p>La période du post-partum est comprise entre la délivrance placentaire et  le retour des règles. C&#8217;est une période de nouveaux bouleversements à la fois psychiques et familiaux (période clé pour la mise en place de la relation mère-enfant, de la découverte du nouveau-né, de mutations familiales), mais aussi physique avec la perte brutale des repères physiologiques et anatomiques liés à la grossesse. Il s’agit d’une période à risque de complications psychologiques liées aux bouleversements de tous les repères d&#8217;une femme, en particulier lorsqu&#8217;il s&#8217;agit d&#8217;un premier enfant. On parle notamment de « <em>baby blues</em> » et de dépression post-natale. Le chiropraticien peut encore vous aider en cette période. L’écoute, les ajustements, les conseils, les recommandations et le support du chiropraticien jouent un rôle clé dans cette période de transition.</p>
<p>Les étud<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-69" title="bebe-rigole" src="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/bebe-rigole1.jpg?w=111" alt="bebe-rigole" width="111" height="150" />es démontrent que les soins chiropratiques réduisent les risques de syndrome de mort subite du nouveau-né et stabilisent l’humeur des nouvelles mamans. Étant donné que la naissance représente l’expérience la plus traumatisante et la plus brutale de notre vie, la chiropratique Network aide à libérer ce stress, à réguler la croissance, à calmer l’enfant et ainsi l’aider à faire ses nuits plus rapidement. Ceci au grand plaisir des parents.</p>
<p>Si vous avez des questions, des inquiétudes ou vous planifiez une grossesse, vous pouvez communiquer avec moi et je vous conseillerez au meilleur de mes connaissances.</p>
<p>Le Dr. Julien Lévesque, chiropraticien, pratique à la Clinique MainTenant, au 1477 boul. Saint-Joseph Est, Montréal, Qc, H2J 1 M6. Vous pouvez téléphoner pour réservations au (514) 670-0446 ou au (514) 910-7644 ou par courriel; <span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;"><a href="mailto:drjulienlevesque@gmail.com">drjulienlevesque@gmail.com</a> </span></span>Vous pouvez également visiter le <a title="Dr. Julien Lévesque, chiropraticien" href="http://www.chiroenergie.ca">http://www.chiroenergie.ca</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La grossesse (partie 1 de 2)]]></title>
<link>http://chiroenergie.wordpress.com/2009/11/09/la-grossesse-partie-1/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:28:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julien Lévesque</dc:creator>
<guid>http://chiroenergie.wordpress.com/2009/11/09/la-grossesse-partie-1/</guid>
<description><![CDATA[Dr. Julien Lévesque, DC La Grossesse (partie 1 de 2) Dr. Julien Lévesque, chiropraticien &#8212; Que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_57" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><img class="size-thumbnail wp-image-57" title="JLevesqueVIGNETTE" src="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/jlevesquevignette1.jpg?w=150" alt="JLevesqueVIGNETTE" width="160" height="160" /><p class="wp-caption-text">Dr. Julien Lévesque, DC</p></div>
<h2>La Grossesse (partie 1 de 2)</h2>
<p><strong>D</strong><strong>r. Julien Lévesque, chiropraticien &#8212; </strong>Quel événement merveilleux que d’apprendre que l’on va devenir mère ou père, surtout lorsque l’enfant à venir est grandement désiré. Le corps de la femme va s’adapter à plusieurs changements physiques, psychologiques et hormonaux. Il est très important que la femme soit accompagné au cours du processus de la grossesse par son conjoint, sa famille, ses amis et son chiropraticien.</p>
<p>Par l’entremise de cet article, je vise à vous présenter un résumé du déroulement de la grossesse; les principaux changements, les principales étapes, les divers services offerts par un chiropraticien ainsi que les nombreux avantages que procurent les soins chiropratiques lors de la grossesse et de l’accouchement.</p>
<p>La grossesse est le processus physiologique au cours duquel la progéniture de la femme se développe dans son utérus. Chez l’être humain, la grossesse dure en moyenne 39 semaines, elle s’amorce lors de la fécondation jusqu’à l’accouchement. On la sépare généralement en trois périodes de 3 mois chacune, que l’on nomme trimestre. Examinons d’abord les changements corporels retrouvés chez les femmes enceintes.</p>
<p><strong>Métamorphose du corps</strong></p>
<p>Au cours de la grossesse, le corps de la femme subit de nombreuses  modifications physiologiques, il y a bien sûr les changements physiques apparents (prise de poids, œdème, cicatrices, décolorations, …) et aussi ceux plus discrets. On retrouve des</p>
<ul>
<li><strong>adaptations cardio-vasculaire;</strong> il y a augmentation du débit vasculaire de 30-40% avec une augmentation du volume sanguin de 1 à 2 litres;<img class="alignright size-thumbnail wp-image-60" title="grossesse 1" src="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/grossesse-1.jpg?w=150" alt="grossesse 1" width="150" height="141" /></li>
<li><strong> adaptations immunitaires;</strong> une production d’anticorps pour le fœtus et aussi pour l’adaptation à celui-ci ( la moitié provenant de la mère (l’ovule) et l’autre du père (le spermatozoïde));</li>
<li><strong>adaptations de l’hémostase;</strong> il y a léger éclaircissement du sang ainsi qu’une réduction des plaquettes sanguines;</li>
<li><strong>adaptations endocriniennes;</strong> une augmentation de la production des hormones afin d’assurer le bon développement et la bonne croissance du fœtus, expliquant les possibles sautes d’humeur de la femme enceinte;</li>
<li><strong>adaptations du système digestif;</strong> une augmentation de l’hormone gonadotropine chorionique (essentiel pour le bon développement du fœtus) durant le premier trimestre, entraînent ainsi les nausées matinales.</li>
</ul>
<p><strong>Les principales étapes de la grossesse</strong></p>
<p>Tel que relevé précédemment, la gestation se compose de trois trimestres. Chacune des périodes de 3 mois est spécifique à certains processus de croissance  du fœtus.</p>
<ul>
<li>Au cours du  <strong>premier trimestre </strong>(de la fécondation au 3<sup>e</sup> mois), il est normal que le poids de la nouvelle maman augmente de 2 à 9 livres. Durant cette période, il y a formation, chez l’embryon, du tube neural (cerveau, moelle épinière et colonne vertébrale), des bras, des jambes et des organes internes tels que le cœur.</li>
</ul>
<p>Pour éviter les malformations chez l’embryon, il est important d’avoir une alimentation riche en acide folique (supplément alimentaire), en oméga-3 (poissons gras et huiles), potassium (légumineuses, légumes feuillus vert), fer (viande, volaille, poisson, légumes verts foncés), calcium et vitamine D (lait et substituts, jaune d’œuf, boisson de soja enrichie). Puisqu’il s’agit du  principal trimestre développemental chez l’enfant, il est important pour la mère d’éviter la consommation de tabac (cigarette), d’alcool, de drogue et de dose massive de caféine (boissons énergétiques).</p>
<ul>
<li>Le <strong>second trimestre</strong> (du 3<sup>e</sup> au 6<sup>e</sup> mois) est accompagné d’un gain de poids de la mère d’environ une livre par semaine et de la croissance de l’embryon. Le ventre commence à se faire remarquer, l<img class="alignright size-thumbnail wp-image-59" title="alimentation" src="http://chiroenergie.wordpress.com/files/2009/11/alimentation.jpeg?w=150" alt="alimentation" width="150" height="105" />a fatigue du début s’estompe ainsi que les nausées et vomissements. Chez le fœtus, il y a la formation des cheveux, le début des mouvements (bras et jambes), le passage de la position courbée à la position assise, le développement des organes génitaux et du système auditif, la maturation du cerveau, et il  est sensible à l&#8217;environnement externe (bruit, lumière, activité). La formation de son système auditif le fait apprécier la voix de ses parents, la musique, et l&#8217;environnement sonore qui lui devient familier.</li>
</ul>
<p>Cette étape demande un apport énergétique supplémentaire, alors il faut augmenter ses portions  alimentaires. Les besoins alimentaires demeurent encore les mêmes au niveau vitaminique, mais supérieures en calories.</p>
<ul>
<li>Le<strong> troisième</strong> <strong>trimestre </strong>(6<sup>e</sup> mois à l’accouchement) ressemble assez au deuxième en ce qui concerne le gain de poids pour la maman (environ 1 livre/semaine).  C’est durant les derniers mois que le bébé prend le plus de poids et il est normal de se sentir fatiguée. L’enfant commence à entendre et à percevoir les mouvements de maman. Plusieurs changements s’effectuent chez l’enfant; les os durcissent,  l’enfant bat des paupières, l’enfant va gagner les 2/3 de sa masse graisseuse, coloration rosée de la peau et développement complet des poumons.</li>
</ul>
<p>L’alimentation doit être riche en calcium (produits laitiers, légumes verts foncés), en oméga-3 et 6 (poissons gras et huiles) et en matières grasses insaturées (huile de canola, olive, soja, margarine non-hydrogénée). L’hydratation est aussi essentielle puisqu’il est important de boire plus de 9 tasses d’eau par jour tout au long de la grossesse.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inútil!]]></title>
<link>http://yallah.wordpress.com/2009/11/06/inutil/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 02:06:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberta Salgueiro</dc:creator>
<guid>http://yallah.wordpress.com/2009/11/06/inutil/</guid>
<description><![CDATA[Daí que minha amiga Lu tava contando dos mil gadgets que ela tem em casa. Ela tem uma máquina de faz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Daí que minha amiga <a href="http://nacoqueteleira.wordpress.com/">Lu</a> tava contando dos mil gadgets que ela tem em casa. Ela tem uma máquina de fazer coxinhas, por exemplo. Faz cem coxinhas de uma vez só. E contei a ela de um dos melhores artigos de jornal que li nos últimos tempos. O caderno Vitrine, da Folha de, sei lá, três sábados atrás, fez uma <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/vitrine/vi2410200902.htm">relação das compras mais ineficientes</a> que as pessoas podem fazer. Entre os produtos listados constavam iogurteira, cortador de pelo de nariz, conjuntos de facas e aquela mega poderosa máquina de suco que é um inferno de limpar (a Lu confirmou). Sugeri a ela que escrevesse sobre sua cozinha tecno-psicodélica e me empolguei também: por que não relacionar os acessórios bellydance mais trambolhudos e/ou inúteis que já adquiri nos últimos 13 anos de dança? Quer sabersh? Yallah:</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">1. Snujs de um furo só.</span></strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/snujruim1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-448" title="snujruim" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/snujruim1.jpg" alt="snujruim" width="148" height="148" /></a></p>
<p>Snujs, quando não se pratica, já são uma tralhinha. Mesmo um <a href="https://turquoiseintl.com/">turquoise</a>. Um par de objetos que fica guardado, coitado, sem uso. O negócio vira tralha meeesmo é quando se compra aquele par de snujs com som de lata. Siiiim, aquele que só tem um furinho, coitado. Que só serve pra te constranger nos workshops de snujs.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333399;">2. Touquinha </span></strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/toucaruim.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-449" title="toucaruim" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/toucaruim.jpg" alt="toucaruim" width="178" height="178" /></a></p>
<p>Quem, em sã consciência, usa as touquinhas? Claro, elas podem até ter seu charme em algumas performances folclóricas. Mas nunca consegui usar. Tipos, tenho uma. Ocupando espaço em gaveta, claro.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">3. Abaya exagerada</span></strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/abayaruim.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-450" title="abayaruim" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/abayaruim.jpg?w=225" alt="abayaruim" width="177" height="236" /></a></p>
<p>Tive uma abaya dourada enoooorme, com capuz e mangas, brilhosa, exuberante. E queeeente. Imagine-se saindo do palco (ou retornando aos exíguos &#8220;camarins&#8221; &#8211; tô tão generosa hoje &#8211; dos restaurantes) e vestindo um troço de tecido brilhoso e pesado&#8230; aaaaaaaaahhhhhhhhh&#8230;.. Mo-hy. Eu e algumas alunas nos deparamos com uma abaya de morrer de inveja no último espetáculo. É de uma colega professora. Glamourosa, de veludo e gola de pele. Agora pense em vestir isso depois de dançar por uma hora inteira em restaurante. Ou depois de descer de um palco onde o foco de luz era todinho seu. Gostoso, né? Não.</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">4. Cd&#8217;s da Khan el Khalili e do Tony Mouzayek</span></strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/cdruim.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-451" title="cdruim" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/cdruim.jpg?w=300" alt="cdruim" width="224" height="196" /></a></p>
<p>Antigamente internet não era fonte de música. Só hacker ou gente muito rica baixava música. Conexão discada, sacomé. Daí Tony Mouzayek e os cd&#8217;s da KK eram uma constante nas fitinhas da galera. O Tony fazia versões das músicas pop mais legais e tem inclusive gravações maneiríssimas das clássicas (como a onipresente &#8220;Exotismo&#8221;, que tá naquele cd em cuja capa a Soraia veste a roupa mais unbelievable de todas). Com o maior acesso das pessoas aos originais, ficou difícil usar os cds do Tony. Ou seja, Tony datou, mas era a melhor fonte de muita gente. Só que os cd&#8217;s da KK, ao mesmo tempo em que eram bons para aulas (ritmos constantes e tal e coisa), sempre foram insuportáveis de ouvir de dançar. E a gente comprava altos nas bancas. E agora ficam encostados. Porque é difícil jogar fora algumas coisas. Porque a gente se apega, né? E eu sou tipo aquela véia cheia de gatos e tralha pra todo lado. Ê, leiê.</p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>5. 15.000 lenços de quadril</strong></span></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/lenco.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-452" title="lenço" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/lenco.jpg?w=274" alt="lenço" width="196" height="214" /></a></p>
<p>Não sei por que a gente compra tanto lenço de quadril. Um só basta. Tenho um monte. Compulsiva mesmo. Dei alguns para algumas amigas. O pior é que me arrependi. Só que lenço de quadril, pra mim, que sou uma desorganizada, só serve pra ficar jogado pela casa. Porque a faxineira não sabe onde colocar. E eu deixo tudo largado. Daí na hora de arrumar a sacolinha pra ir dar aula, nunca encontro o que eu quero e me atraso pra aula. Sim, a culpa dos atrasos é todinha do excesso de lenços de quadril. Alguns, coitados, não são usados nunca. Os de moedinha são os piores; as moedinhas cortam a linha, daí, ao usar, espalha aquelas contas todas pelo chão. E pisar nelas dói. Por que não ter apenas, sei lá, oito?</p>
<p><strong><span style="color:#333399;">6. Kohl</span></strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/kohl.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-453" title="kohl" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/kohl.jpg?w=300" alt="kohl" width="223" height="177" /></a></p>
<p>Alguém já conseguiu usar isso sem ficar parecendo a Cleópatra de ressaca?</p>
<p>***</p>
<p>Bonus:</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Candelabro</span></strong></p>
<p><a href="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/candelabro.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-460" title="candelabro" src="http://yallah.wordpress.com/files/2009/11/candelabro.jpg?w=300" alt="candelabro" width="218" height="163" /></a></p>
<p>Não. Nunca tive um. Jamais dancei com um. É tradicional, pois é. Só que pra ter um objeto desses em casa, você precisa ter um armário embutido muito espaçoso. Porque o candelabro é a mãe de todos os trambolhos. Espada a gente enfia no fundo do armário (ou, se a bailarina é uma exibicionista, pendura na parede); pandeiro fica lindo dentro da cristaleira, bastão a gente deixa em qualquer canto. Mas candelabro, baby&#8230; candelabro é de amargar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dissection de lapins]]></title>
<link>http://blog.dessine-moi-un-lapin.com/2009/11/02/dissection-de-lapins/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 19:37:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Monsieur Lapin</dc:creator>
<guid>http://blog.dessine-moi-un-lapin.com/2009/11/02/dissection-de-lapins/</guid>
<description><![CDATA[Monsieur Lapin poursuit sa série sur le thème de la dissection. Un dessin de lapin avec couteaux et ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Monsieur Lapin poursuit sa série sur le thème de la dissection. Un dessin de lapin avec couteaux et boyaux, ventre ouvert et ventre recousu. Espérons que ces lapins n&#8217;oublieront pas un couteau à l&#8217;intérieur !</p>
<div id="attachment_692" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-692" title="Monsieur Lapin poursuit sa série sur le thème de la dissection. Un dessin de lapin avec couteaux et boyaux, ventre ouvert et ventre recousu. Espérons que ces lapins n'oublieront pas un couteau à l'intérieur !" src="http://dessinemoiunlapin.wordpress.com/files/2009/11/couteau2.jpg" alt="Il fait chaud là-dedans." width="480" height="360" /><p class="wp-caption-text">Il fait chaud là-dedans.</p></div>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La luxure (Bernard Dimey)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/02/la-luxure-bernard-dimey/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:36:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/02/la-luxure-bernard-dimey/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Vivre Avec le parfum de ta peau Tes cheveux sous mes doigts La douceur de ton ventre Et desce]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><a rel="attachment wp-att-7267" href="http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/02/la-luxure-bernard-dimey/la-luxure-jb-valadie-2002/"><img class="aligncenter size-full wp-image-7267" title="la luxure JB valadie 2002" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/la-luxure-jb-valadie-2002.jpg" alt="la luxure JB valadie 2002" width="479" height="372" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Vivre<br />
Avec le parfum de ta peau<br />
Tes cheveux sous mes doigts<br />
La douceur de ton ventre<br />
Et descendre<br />
Et descendre<br />
Et chercher le corail à l&#8217;intérieur de toi.</p>
<p>S&#8217;apprivoiser cruellement<br />
D&#8217;un sexe à l&#8217;autre et d&#8217;une bouche à l&#8217;autre<br />
Jusqu&#8217;à l&#8217;épanouissement magique<br />
Au centre de ta croix<br />
D&#8217;anémones de mer.</p>
<p>Vivre<br />
avec au coeur des nuits<br />
Cette rose effeuillée qui gémit<br />
Qui se plaint<br />
Qui rêve qui délire<br />
Qui mélange en un cri<br />
Le Paradis, l&#8217;Enfer,<br />
L&#8217;éternité, l&#8217;instant,<br />
Les couleurs jamais vues?</p>
<p>L&#8217;explosion, soudain, des artères et des veines,<br />
Et le silence après<br />
Qui pleure une chanson de source.</p>
<p>Vivre<br />
Et que le poignard de ma joie<br />
T&#8217;ouvre et te fende comme un fruit,<br />
Comme une grenade éclatée.</p>
<p>Je t&#8217;aime je t&#8217;aime je t&#8217;aime<br />
Et le péché n&#8217;existe pas.</p>
<p>(Bernard Dimey)</p>
<p><a href="http://images.google.fr/images?gbv=2&#38;hl=fr&#38;q=Jean-Baptiste+Valadie&#38;sa=N&#38;start=0&#38;ndsp=21">Illustration</a></p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ancora una volta le onde]]></title>
<link>http://fernirosso.wordpress.com/2009/10/31/ancora-una-volta-le-onde-2/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 11:22:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>fernirosso</dc:creator>
<guid>http://fernirosso.wordpress.com/2009/10/31/ancora-una-volta-le-onde-2/</guid>
<description><![CDATA[. ripartono da zero riportano la storia all’inizio srotolano la molla dell’igegnosa spirale dal buio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/gQmodTbaAGg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/gQmodTbaAGg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
<div>.</div>
<div>ripartono da zero</div>
<div>riportano la storia all’inizio</div>
<div>srotolano la molla dell’igegnosa spirale</div>
<div>dal buio di quell’attimo che nessuno ha visto</div>
<div>là       dentro l’orbita nell’occhio ancora chiuso</div>
<div>azzurro  il ricordo se ne stava cieco</div>
<div>muto dentro il cielo</div>
<div>una cometa con la coda accesa</div>
<div>tutte le storie fino a qui bruciate.</div>
<div>Solo notte e paura</div>
<div>per calarci dal ventre</div>
<div>umido della  madre</div>
<div>sigillati nella pancia del cosmo</div>
<div>un’altra       madre</div>
<div>giardino     mare    eden del tempo che semina</div>
<div>le età dell’essere</div>
<div>in luci di stelle e pianeti orbitanti</div>
<div>gallassie  nebulose</div>
<div>abiti da forgiare      segno di innumerevoli        soli</div>
<div>noi       filo della notte.</div>
<div>Dentro</div>
<div>questo oscuro</div>
<div>mistero    abbracciato alla vigilia</div>
<div>ogni altro nato</div>
<div>muove i suoi  natali</div>
<div>come passi nel cerchio dei viventi.</div>
<div>Da qui</div>
<div>ancora una volta le onde</div>
<div></div>
<div><a href="http://pallaroni-pavia.blogautore.repubblica.it/files/2008/07/maree-mont-saint-michel-gd1.jpg"><img class="alignnone" src="http://pallaroni-pavia.blogautore.repubblica.it/files/2008/07/maree-mont-saint-michel-gd1.jpg" alt="" width="377" height="518" /></a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dans le ventre un noeud (Antoine Emaz)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/10/28/dans-le-ventre-un-noeud-antoine-emaz/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 21:24:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/10/28/dans-le-ventre-un-noeud-antoine-emaz/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; dans le ventre un noeud et beaucoup trop de mots illisibles dans le noeud (Antoine Emaz)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><a rel="attachment wp-att-6789" href="http://arbrealettres.wordpress.com/2009/10/28/dans-le-ventre-un-noeud-antoine-emaz/mal-au-ventre-t14948/"><img class="aligncenter size-large wp-image-6789" title="mal-au-ventre-t14948" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/10/mal-au-ventre-t14948.jpg?w=416" alt="mal-au-ventre-t14948" width="481" height="693" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>dans le ventre<br />
un noeud</p>
<p>et beaucoup trop de mots<br />
illisibles<br />
dans le noeud</p>
<p>(Antoine Emaz)</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Non multa sed multum. Qualità della vita, qualità letteraria - 1]]></title>
<link>http://scrittoriprecari.wordpress.com/2009/10/16/non-multa-sed-multum-qualita-della-vita-qualita-letteraria-1/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 22:01:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>scrittoriprecari</dc:creator>
<guid>http://scrittoriprecari.wordpress.com/2009/10/16/non-multa-sed-multum-qualita-della-vita-qualita-letteraria-1/</guid>
<description><![CDATA[Non multa sed multum. Qualità della vita, qualità letteraria Questo testo è la seconda parte di un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:center;"><strong><em>Non multa sed multum</em>. Qualità della vita, qualità letteraria</strong></p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><em><span style="font-size:x-small;">Questo testo è la seconda parte di un&#8217;introduzione alla collana di narrativa <a title="Novevolt" href="http://novevolt.wordpress.com/" target="_blank">Novevolt</a>, curata da Enrico Piscitelli e Alessandro Raveggi, a partire dal 2011, per la casa editrice Zona. Il primo testo può essere letto <a title="qui" href="http://novevolt.wordpress.com/cura/" target="_blank">qui</a>, ed ha il carattere di un&#8217;apertura violenta del vaso di Pandora. Questo secondo testo, dopo l&#8217;apertura del vaso, ci guarda circospetto dentro, e si interroga sul futuro e la possibilità di scardinarne le pareti, o almeno distanziarle.</span></em></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-size:x-small;"><em>La collana Novevolt, oltre a proporsi come soggetto culturale nell&#8217;organizzazione di un festival letterario nazionale (<a title="ULTRA - Festival della letteratura, in effetti" href="http://novevolt.wordpress.com/ultra/" target="_blank">ULTRA-Festival della letteratura, in effetti</a>) e di altri progetti collaterali, auspicherà una promozione, attraverso piccoli libretti, romanzi brevissimi e racconti lunghi di autori affermati e giovani promesse, di luoghi quali la qualità, la densità e il rischio nella letteratura italiana. Le prime due uscite saranno gli autori Enzo Fileno Carabba e Franz Krauspenhaar.</em> [Enrico Piscitelli e Alessandro Raveggi]</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p style="margin-bottom:0;" align="justify"><img class="alignleft" src="http://novevolt.files.wordpress.com/2009/10/lacura2.jpg?w=152&#038;h=162" alt="" width="152" height="162" />Viviamo, oggi, in una condizione in cui le nostre parole sono un nodo, una <em>tag</em> associata a un&#8217;informazione, verso le quali e dalle quali si irradia una rete, alcune reti, nella Rete. La Rete è un modello di autonomia relativa, di libertà limitata e temporanea, meravigliosamente anarchico e labirintico (per i fanatici del labirinto), ma anche ambiguamente accessibile. Siamo completamente accessibili, siamo completamente visibili, purtroppo, ovvero: vulnerabili. La Rete ha le sue falle e i suoi pescecani, che navigano a vista con i propri specchietti per le allodole tra i denti. La possibilità di essere fregati, di essere illusi, di perdere la nostra libertà, è paradossalmente maggiore. Dal Sistema anarco-capitalistico in crisi, dal mainstream che pur sta cercando di mimetizzarsi nella nostre forme di resistenza vitale, quasi biologica – per rinascere quando forse rinasceremo – si è sempre delusi.</p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">Il diffondersi della letteratura nel mezzo partecipativo delle comunità-web italiane e mondiali ha moltiplicato quantitativamente i luoghi dove la qualità <em>può</em> (ma non necessariamente <em>deve</em>) essere rintracciata. Al di là della possibilità che le forme rapide di pubblicazione del weblog ci stanno offrendo, e del ricrearsi blando della comunità in una simulazione gioco in cui possiamo pur sempre mascherarci da <em>avatar</em>, bisogna preservarsi dal rischio del consenso qualitativo, ovvero dalla pretesa di valutare un testo come qualitativamente letterario, dipendendo dalla quantità di frequentazioni del testo, di apprezzamenti, di click, poll e commenti telematici. La letteratura qui viene spesso classicamente mercificata, anzi mercificata al secondo grado. “Non è merce, <em>questa</em> è letteratura, un nuovo modo <em>cool</em> di farla”, ma è sempre paradossalmente merce, termometro di consenso. Quello che vogliamo dalla qualità non è consenso, è <em>diffusione</em> e <em>differenziazione</em>, movimento di visione e divisione, non partecipazione da prova d&#8217;acquisto.</p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">Bisogna comunque fare un tentativo per togliere uno strato immancabile di spocchia dalla nozione di qualità letteraria.</p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">Cosa è allora questo richiamo alla qualità, in un mondo felice e utopico in cui Tutti scrivono Tutto, e in un mondo infelice e distopico in cui nessuno pare comprare i libri? Facciamo un parallelo. Cosa intendiamo con l&#8217;espressione <em>qualità della vita</em>? Il semplice adeguamento al gusto della massa (o della massa al suo gusto preconfezionato), la semplice capacità di possedere e dominare ammennicoli tecnologici, divani confortevoli e televisori al plasma, di essere <em>oggi</em> up-to-date e <em>domani</em> chissà&#8230;? Questa concezione non è più proponibile, visto che il modello economico che l’ha portata in auge sta crollando, o rientrando nel proprio guscio protezionistico (anche se forse lì dentro marcirà). La qualità della vita è ora molte cose assieme, un vettore di tante variabili in rapporto al nostro Welfare State individuale, ma sicuramente è una condizione in rapporto a una gittata, a una potenzialità futura. Appunto: la gittata delle nostre azioni future. Vivo qualitativamente bene se quello che faccio oggi potrà durare domani, senza per questo andare in cancrena, ma vivendo nella metamorfosi, nell&#8217;apertura, non in un eterno presente insipido. E questo vale sia per la classe media italiana in lenta fissione, che per i <em>Paria</em> dei paesi in via di sviluppo. Vivo qualitativamente bene non necessariamente se oggi possiedo un divano di lusso (o un libro in prima fila sullo scaffale), ma se potrò permettermi un divano anche domani, magari più piccolo, anche per i miei figli. La qualità della vita è così poter pensare alla propagazione, e metamorfosi, della mia vita, e della mia opera, domani. Ed è qualcosa che ha a che fare dunque con la possibilità (non l&#8217;obbligo) di fare figli, di riconoscersi in un&#8217;alterità che nasce dal nostro ventre.</p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">Il disprezzo per i giovani che le generazioni che ci precedono dimostrano e hanno dimostrato, un disprezzo che si è caratterizzato come spettacolarizzazione della gioventù, almeno dal Dopoguerra a oggi – e che è uno dei nostri faticosissimi compiti annullare – ci fa capire che la loro visione di qualità della vita era necessariamente <em>contraria</em> alla nostra possibilità di propagarci, era in qualche modo castrante. Il benessere borghese è ed è rimasto un concetto statico e ottocentesco basato sull&#8217;accumulazione, l&#8217;appropriazione, l&#8217;accatastamento di beni, entrato in crisi proprio nell&#8217;era del consumo e della sovrapproduzione. Dall’accumulazione si è passati, linearmente, alla mercificazione della cultura. Questo dobbiamo ripensarlo. Sono le nostre discariche vicine e lontane che ce lo chiedono. Persino tutta questa discarica del senso che ci ha consegnato il cosiddetto post-moderno dimostra in fondo una mancanza, un dolore nascosto, anestetizzato più che esorcizzato, annullato più che ritualizzato.</p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">Questo per dire che qualità non è possesso, una <em>eudemonia</em>: la qualità non si possiede, ma si produce, si narra, si propaga, si consegna e si perpetua, potendo guardare al di là del presente. Adesso speriamo che il parallelismo sia chiaro, anche se il rapporto vita/letteratura è obliquo, necessariamente inclinato, mai verisimile: la qualità letteraria è un insieme di forze che producono un effetto d&#8217;intensità, una durata che garantisce la possibilità di trasmissione. Effetto sul lettore, effetto sulla comunità, effetto sul futuro. Non è solo una questione di stile, ma di efficacia di stile. Per questo, la qualità letteraria <em>sta</em>, e a un tempo <em>non sta</em>, nella forma libro. Forma che molti (non noi) sono pronti a demolire o sorpassare, senza riuscire a pensare alla <em>transmedialità</em> originaria della letteratura, dalla lingua schioccante degli aedi alle USB roventi dei piccoli editori.</p>
<p style="margin-bottom:0;" align="justify">La qualità è così la capacità del libro, del romanzo, del poema, di prefigurare il futuro, uscendo da se stesso, uscendo dal proprio presente statico e cristalizzato del linguaggio e del desiderio. Qualcosa di molto vecchio e di molto nuovo. Senza per questo dimenticare il passato, anzi, rinnovando il desiderio di comprenderlo in quello che chiamiamo memoria. Già, la <em>memoria</em>: in Italia pare solo il nome dato al tour di un gruppo di partigiani, che vanno affaticati, di liceo in liceo, a rammentare i combattimenti su per i monti, le rupi e le brumose vallate. Già, l&#8217;Italia&#8230; Oggi più che mai, parlare di qualità letteraria in Italia, ancora senza snobismo e pretese decadenti, esotico-esoteriche, significa enucleare una serie di topic-salvagente non del tutto inutili anche per quello che si chiamerebbe condizione di vita (almeno nel <em>Bel</em> Paese). Il parallelo qualità letteraria-qualità della vita potrebbe diventare un&#8217;istruzione. Visto che paiono saltati da tempo i parametri di distinzione tra reale e finzionale, almeno dobbiamo trovare una strategia sostenibile per muoverci in queste ambiguità, un efficacia che ci permetta di distinguere. Non opere efficienti, che fanno il loro bravo lavoro di decalcomania feticistica della realtà, che rispettano il lettore e il suo mondo di agi e ombrelloni, ma opere efficaci.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:right;"><a title="Alessandro Raveggi" href="http://nellavascadeiterribilipiranha.wordpress.com/" target="_blank"><em>Alessandro Raveggi</em></a> e <a title="Enrico Piscitelli" href="http://milanoromatrani.wordpress.com/" target="_blank"><em>Enrico Piscitelli</em></a></p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">* La seconda parte del testo sarà pubblicata venerdì 23 ottobre 2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Navajo Lutheran Mission 2009 Installation: Bishop Talmage says humble approach best]]></title>
<link>http://navajolutheranmission.wordpress.com/2009/10/15/navajo-luthean-mission-2009-installation-bishop-talmage-says-humble-approach-best/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 21:32:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>yoopernewsman</dc:creator>
<guid>http://navajolutheranmission.wordpress.com/2009/10/15/navajo-luthean-mission-2009-installation-bishop-talmage-says-humble-approach-best/</guid>
<description><![CDATA[Installation of Rev. Dr. Rev. Dr. Lynn Hubbard and Rev. Deborah Haffner Hubbard at Navajo Lutheran M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--blip.tv pattern not matched in posts_id=2745733&#38;dest=52940--></p>
<div class="blip_description"><span style="font-weight:bold;">Installation of Rev. Dr. Rev. Dr. Lynn Hubbard and Rev. Deborah Haffner Hubbard at Navajo Lutheran Mission</span><span style="font-weight:bold;"> </span></div>
<div class="blip_description"><span style="font-weight:bold;">ELCA Grand Canyon Bishop Steve Talmage calls for humble approach in working with tribe</span></div>
<div class="blip_description">
<p><span style="font-weight:bold;">Bishop Talmage acknowledges God was at work with Navajo long before missionaries arrived</span></p>
<p>(Rock Point, Arizona) &#8211; The fourth video on the Installation of Rev. Dr. Lynn Hubbard and Rev. Deborah Haffner Hubbard at the Navajo Evangelical Lutheran Mission (NELM) in Rock Point, Arizona by Bishop Steve Talmage of the Evangelical Lutheran Church in America (ELCA) Grand Canyon Synod.</p>
<p>Bishop Talmage installed the Hubbards on Sun., June 7, 2009.</p>
<p>In this video, Bishop Steve Talmage talks Navajo medical milestones like Dr. Lori Arviso Alvord, who in 1994 was the first Navajo woman to be board certified in surgery. (See photo collage below)</p>
<p>I believe there is a need to maintain Jesus&#8217;s spirit of humility in seeking to discover the bridges that can be made and even crossed between the cultures and histories that exist in this place, Bishop Talmage told those gathered for the Installation Service.</p>
<p>In our less than perfect history of over 50 years of ministry at Rock Point, those who have come from the outside have struggled to be humble, patient and willing to recognize the need to discover how God has already been at work among the people here, Bishop Talmage said.</p>
<p>Love the stranger, love the neighbor and a friend with an open heart &#8211; with the open heart that Jesus has for all of God&#8217;s children,&#8221; said Bishop Talmage of the effect of the mission and school on those who do not know Jesus.</p>
<p>Bishop Talmage&#8217;s message of humility and realization that God has long been a part of the Navajo culture even before missionaries resonates with Rev. Dr. Lynn Hubbard, who became executive director of the Navajo Lutheran Mission in the spring of 2009 and has a been an outspoken advocate for Christian respect for the American Indian culture and traditions.</p>
<p>While still following the original goals of the mission, Rev. Hubbard is taking a respectful and humble approach to the mission&#8217;s work in the Navajo community.</p>
<p>He believes the purpose of the mission is to minister with the Navajo not for the Navajo.</p>
<p>With the century-long horrors of the Christian boarding lasting to mid 1900s still fresh in elders&#8217; minds, Hubbard believes we need to practice healing and reconciliation, not judge people whose path to the divine life might be different than ours.</p>
<p>Rev. Dr. Lynn Hubbard, who sings and plays guitar, is planning a series of concerts starting in the fall of 2009 at churches and other venues in Arizona, New Mexico, Nevada, Colorado, California.</p>
<p>The free fundraising concerts are to raise awareness about mission projects and the new Mission in Reverse model that the mission is operating under since he arrived in the Spring of 2009.</p>
<p>Navajo Evangelical Lutheran Mission<br />
House of Prayer Lutheran Church<br />
Rock Point, Arizona</p>
<p>1-928-659-4201 (Office)<br />
1-928-659-4202 (School)</p>
<p><span style="font-weight:bold;">2009 Board of Directors</span></p>
<p><span style="font-weight:bold;">Navajo Evangelical Lutheran Mission</span></p>
<p>Ron Augustson, Chair</p>
<p>Janice Lee Jim</p>
<p>Roger Johnsen</p>
<p>Jerry Thomas</p>
<p>Bill Heincke</p>
<p>Richard Wixom</p>
<p>David Ulibarri</p>
<p>Jeannie M. Harvey</p>
<p>Christel Badey</p>
<p>Clarence Begay</p>
<p>Sue Vogel-Herrera</p>
<p>Alice Natale<br />
<a href="http://s894.photobucket.com/albums/ac141/NavajoLutheranMission/?action=view&#38;current=NELMBannerTopcopy.jpg" target="_blank"><img src="http://i894.photobucket.com/albums/ac141/NavajoLutheranMission/NELMBannerTopcopy.jpg" border="0" alt="Navajo Evangelical Lutheran Mission,Navajo Lutheran Mission,Navajo,Native American,American Indian,Arizona,Rock Point,Rev. Deborah Hubbard,Rev. Dr. Lynn Hubbard,Evangelical Lutheran Church in America,ELCA,Navajo Nation,Navajo Reservation,Navajo youth,school,Holy Supreme Wind,God,Jesus,church,children,culture" width="467" height="77" /></a><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Links related to the <a href="http://www.nelm.org" target="_blank">Navajo Evangelical Lutheran Mission</a> (NELM):</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>NELM on <a href="http://www.facebook.com/pages/Navajo-Lutheran-Mission/162194916280">facebook</a></strong><strong></strong></p>
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<strong><br />
<a href="http://www.elca.org" target="_blank">Evangelical Lutheran Church in America</a> (ELCA)</strong></p>
<p><strong> </strong><a href="http://s894.photobucket.com/albums/ac141/NavajoLutheranMission/?action=view&#38;current=GrandCanyonSynodlogoheader.jpg" target="_blank"><img src="http://i894.photobucket.com/albums/ac141/NavajoLutheranMission/GrandCanyonSynodlogoheader.jpg" border="0" alt="ELCA Grand Canyon Synod,Grand Canyon Synod,Evangelical Lutheran Church in America,Grand Canyon,Arizona,Lutheran,church,Church Services,Navajo Evangelical Lutheran Mission,Navajo Lutheran Mission,Navajo Reservation,Navajo Nation,mission,Rev. Dr. Lynn Hubbard,Rev. Deborah Hubbard,Rock Point,Rev. Steve Talmage,Bishop Steve Talmage,Grand Canyon Synod Bishop Steve Talmage,Phoenix" width="347" /></a><strong><strong><a href="http://www.gcsynod.org"></a></strong></strong></p>
<p><strong><strong><a href="http://www.gcsynod.org">Grand Canyon Synod</a> (ELCA)</strong></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.youtube.com/gcsynod"><span style="font-weight:bold;"><strong>youtube channel of the </strong></span></a><span style="font-weight:bold;"><strong><a href="http://www.youtube.com/gcsynod">Grand Canyon Synod</a> (ELCA)</strong></span><span style="font-weight:bold;"><strong> </strong></span></strong></p>
<p><span style="color:#3333ff;"><strong><strong>Navajo &#38; Medical Milestone: Dr. Lori Arviso Alvord:</strong></strong></span></p>
<p><strong><strong><a href="http://s894.photobucket.com/albums/ac141/NavajoLutheranMission/?action=view&#38;current=Redux-CollageDrLoriArvisoAlvord.jpg" target="_blank"><img style="width:371px;height:277px;" src="http://i894.photobucket.com/albums/ac141/NavajoLutheranMission/Redux-CollageDrLoriArvisoAlvord.jpg" border="0" alt="Dr. Lori Arviso Alvord,Robert Cupp,first Navajo female surgeon,Surgeon Lori Arviso Alvord,Lori Arviso Alvord,M.D.,surgeon,board-certified surgeon,National Library of Medicine,National Institutes of Health,Changing the Faces of Medicine,Navajo Evangelical Lutheran Mission,Navajo Lutheran Mission,Navajo,Navajo Nation,medical milestone,Bishop,Bishop Steve Talmage,Grand Canyon Synod Bishop Steve Talmage" /></a></strong></strong></p>
<p><strong><strong>National Library of Medicine &#38; National Institutes of Health: <a href="http://www.nlm.nih.gov/changingthefaceofmedicine/physicians/biography_7.html">Dr. Lori Arviso Alvord &#8211; Changing the faces of Medicine</a></strong></strong></p>
<p><strong><strong></strong><span style="font-weight:bold;"><strong>Dr. Lori Arviso Alvord: <a href="http://www.nlm.nih.gov/hmd/about/exhibition/travelingexhibitions/pdf/ctfomtext.pdf">Changing the Faces of Medicine traveling exhibition</a><br />
</strong></span><span style="font-weight:bold;"><strong><br />
<a href="http://www.nlm.nih.gov/changingthefaceofmedicine/gallery/photo_7_1.html">Photo Gallery of Dr. Lori Arviso Alvord</a></strong></span></strong></p>
<p><strong><strong>Captions to the photos of </strong><strong>Dr. Lori Arviso Alvord and her family that are used in video and in above collage:</strong></strong></p>
<p><strong><strong></strong><strong>Dr. Lori Arviso Alvord, the first Navajo woman physician to be board-certified in surgery. courtesy: Lori Arviso Alvord, M.D.<br />
Lori Arviso Alvord in High School in 1975<br />
Lori Arviso Alvord&#8217;s father and paternal grandmother at her graduation from Stanford Medical School, 1985<br />
Lori Arviso Alvord at age 1 with her father, Robert Cupp in 1959<br />
Lori Arviso Alvord (rear, center) with five generations of her family<br />
Dr. Lori Arviso Alvord performing surgery</strong></strong></p>
<p><strong><strong>The Scalpel and the Silver Bear (Widener Universigty): <a href="//www.widener.edu/womensstudies/whm07.asp">A Navajo Woman&#8217;s Surgeon&#8217;s Story</a></strong></strong></p>
<p><strong><strong></strong><strong>Dr. Lori Arviso Alvord: </strong><strong><a href="http://www.sheshines.org/content/view/392/411/">She Shines</a> &#8211; YMCA of Rhode Island:</strong></strong></p>
<p><strong><strong>University of Nebraska Medical Center: </strong><a href="http://app1.unmc.edu/PublicAffairs/TodaySite/sitefiles/today_full.cfm?match=5588"><span style="font-weight:bold;"><strong>Dr. Lori Arviso Alvord</strong></span></a><span style="font-weight:bold;"><strong></strong></span></strong></p>
<p><strong><strong>You can <a href="http://www.nelm.org/support.htm">support the Navajo Lutheran Mission</a> through financial donations, volunteering and many other national programs.</strong></strong></p>
<p><strong><strong><a href="http://www.labelsforeducation.com">Campbell&#8217;s Labels for Education</a></strong></strong></p>
<p><strong><strong><a href="http://www.boxtops4education.com">General Mills Boxtops for Education</a></strong></strong></p>
<p><strong><strong><a href="http://www.facebook.com/pages/Navajo-Lutheran-Mission/162194916280">Navajo Lutheran Mission</a> on Facebook</strong></strong></p>
<p><strong>Navajo Lutheran Mission on Zimbio:<br />
<strong><a href="http://www.zimbio.com/member/EarthKeeper"><img title="My Zimbio" src="http://www.zimbio.com/images/badges/badgeBlue.png?u=EarthKeeper" border="0" alt="My Zimbio" /></a></strong></strong></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XVIII - Dança do Ventre, Inv(f)erno e Cólicas Menstruais]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/14/beneficios-da-danca-do-ventre-xviii-colicas-menstruais/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 19:05:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
<guid>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/14/beneficios-da-danca-do-ventre-xviii-colicas-menstruais/</guid>
<description><![CDATA[BENEFÍCIOS DA DANÇA DO VENTRE PARA CÓLICAS MENSTRUAIS Creio que para desfrutarmos de qualquer benefí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>BENEFÍCIOS DA DANÇA DO VENTRE PARA CÓLICAS MENSTRUAIS</strong></p>
<blockquote><p><strong><em>Creio que</em></strong><em> para desfrutarmos de qualquer benefício que a dança do ventre possa nos oferecer, precisamos ter consciência de como nos cuidar.</em></p></blockquote>
<p><strong> </strong><a href="http://vindarr.wordpress.com/files/2009/06/colica-menstrual-alivie-esse-problema.jpg"><img class="alignleft" title="Luciaurea-colica-menstrual-alivie-esse-problema" src="http://vindarr.wordpress.com/files/2009/06/colica-menstrual-alivie-esse-problema.jpg" alt="Cólica menstrual - alivie esse problema com a prática da dança do ventre" width="200" height="217" /></a><strong>Tornou-se comum </strong>o crescente índice de reclamações femininas sobre as <em>cólicas menstruais</em>. E os homens também reclamam, pois as mulheres simplesmente &#8220;piram&#8221; com a TPM.</p>
<p><strong>Vivendo em meio a uma cultura </strong>que ensina a detestar os fenômenos femininos do corpo como um <em>dogma</em> que não deve ser questionado, o resultado só pode ser o aumento do sofrimento da mulher.</p>
<p><strong>O que nós</strong><strong>, mulheres,</strong><strong> precisamos aceitar,</strong> é a nossa condição feminina a nível físico, pois a negação e rejeição de qualquer fenômeno orgânico que envolva a nossa natureza é também responsável pela dor que sentimos por termos nascido mulheres.</p>
<p><strong>No plano sintomático,</strong> nos comportamos como se estivéssemos num campo de batalha, travando guerras com <em>obstáculos metafóricos</em> de nosso subconsciente, que mês a mês, a cada ciclo lunar, se renova e fisicamente se reoganiza para receber uma nova vida. Aprendemos a considerar <em>nossos ciclos</em> uma abominação.</p>
<p><strong>Abominação</strong> é para mim, ouvir mulheres amaldiçoando a menstruação, projetando mais raiva sobre seus úteros já enfraquecidos por drogas e conceitos depreciativos sobre <em>o ser mulher</em>.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>UMA LENTE DE AUMENTO SOBRE &#8220;OS CONTOS DE FADAS&#8221;</strong></p>
<blockquote><p><strong>O que você precisa saber</strong> sobre cólicas menstruais está dentro de você: no seu útero. E saiba que quanto mais raiva você assumir internamente sobre esse tema, mais dor você irá sentir&#8230; Infelizmente isso é <em>cientificamente comprovado</em>.</p></blockquote>
<p><strong>Em se tratando de arquétipos</strong> (C.G.Jung, Joseph Campbell, Jean Shinoda Bolen, Cristina Cairo), carregamos através da <em>construção histórica de nossas ancestrais</em>, a &#8220;imagem da mulher que obedece mas que precisa ser uma guerreira no lar&#8221;, herança da <em>consciência machista</em> de clãs e povos colonizadores que deturparam <em>culturas femininas de poder</em>. A única maneira de realizarem tal feito foi &#8220;<em>massacrificando&#8221; as crenças</em> sobre o <em>sagrado feminino</em>. O hábito de arquivar registros históricos nos mostra claramente esse <em>resumo</em>.</p>
<p><strong>Eu costumo dizer </strong>que <em>a dança do ventre nos faz pensar como mulheres</em>.<strong> </strong>Como mulheres somos responsáveis por atacar nossos corpos, nossas formas, nossa psicologia e nossa <em>identidade</em>, em troca de paz e aceitação social, ao invés de desvendar os bloqueios psicológicos projetados sobre nós desde a vida intra-uterina. Paz porque nos consideramos &#8220;mulheres modernas&#8221;, e não podemos perder nosso tempo, dando mais atenção ao diálogo da dor e à sua cura, porque precisamos trabalhar/ganhar dinheiro/pagar as contas; e aceitação social porque apreciar a própria menstruação é sinônimo de &#8220;estranhismo&#8221;. Afinal, <em>&#8220;sangue é nojento&#8221;</em>, <em>&#8220;sangue é feio&#8221;</em>, sangue é <em>&#8220;coisa do diabo&#8221;</em>. Uma &#8220;coisa do diabo&#8221; que nos dá vida.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>FISIOLOGIA DA DOR</strong></p>
<blockquote><p><strong>A dor da cólica menstrual </strong>é causada pela <em>contração muscular</em> e <em>má oxigenação do útero</em>. A <em>prostaglandina</em> é a substância que age na ovulação e no sangramento menstrual. Quando a taxa de prostaglandina aumenta, aumenta também a <em>concentração de cálcio</em> dentro da musculatura do útero, e este passa a se contrair. Esta contração por sua vez, <em>dificultará a circulação sanguínea</em> e provocará a <em>diminuição de oxigênio</em> no útero.</p></blockquote>
<p><strong>Imagine isso: </strong>o útero está <em>cheio de cálcio</em>, contraído e quase <em>sem ar</em>. Sua única alternativa á gritar por SOCORRO!!!!!!! Acrescente à ocorrência, o aumento de <em>vasopressina</em>, que <em>elevará a pressão </em>dos vasos uterinos, <em>reduzindo o espaço</em> <em>para o oxigênio </em>ser conduzido. Com certeza isso vai gerar mais dor.</p>
<p><strong>Quer saber mais?</strong> Tudo isso é somado a um fenômeno que se chama <em>couraça muscular</em>.</p>
<p><strong>Para que serve uma armadura? </strong>Para nos <em>proteger</em>. O subconsciente <em>cria sistematicamente</em> diversas armaduras e <em>as armazena pelo corpo</em> afim de nos proteger de situações <em>consideradas desagradáveis</em>. O <em>sinal de estímulo</em> para <em>ativar</em> uma couraça é a<em> emoção</em>. Cada emoção é associada a um tipo de couraça diferente.</p>
<p><strong>Sabendo disso,</strong> pense a partir de agora, <em>três vezes antes</em> de proferir uma palavra que <em>menospreze teu útero</em> &#8211; até nas entrelinhas! Faça uma <em>programação neurolinguística</em> em você mesma!</p>
<p><strong>A dança do ventre</strong> promove <em>exercícios salutares</em> que <em>diminuem a dor das cólicas menstruais </em>porque<em> estimulam a oxigenação no útero</em>, juntamente com <em>exercícios de abandono</em> das couraças musculares que construímos nele &#8211; algumas vezes de maneira dolorosa para algumas mulheres.</p>
<p><strong>As ondulações abdominais</strong> são um forte <em>&#8220;chamariz&#8221;</em> e marca registrada da dança do ventre. São também, <em>exercícios renovadores da auto estima</em> da mulher moderna, que tende a projetar sobre seu ventre, toda a <em>idéia de feiúra</em> que a cultura de mídia ensina como verdade massificada, para fazê-la aceitar paradigmas como se fossem suas verdades pessoais.</p>
<p><strong>Não estrague </strong>sua felicidade. Fique de Olho!</p>
<p style="text-align:center;"><strong>DANÇA DO VENTRE, INVERNO E CÓLICAS MENSTRUAIS</strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">Um cuidado prático</span>!</p>
<blockquote><p>Eu posso dizer que com a experiência, fui adquirindo alguns hábitos que atualmente me protegem e espero que a sugestão possa nos dar algo para pensar a respeito para as épocas de frio.</p></blockquote>
<p><strong><span style="font-weight:normal;"><strong>1- Diminua a friagem ambiente</strong>. Feche janelas e se a aula esquentar em função dos exercícios prefira um <em>ventilador à distância</em> com <em>circulação indireta</em>;</span></strong></p>
<p><strong>2- Faça uso de meias e sapatilhas</strong> &#8211; e <em>não dispense o agasalho</em>. <em>Cubra seu ventre</em> se for preciso, para não tomar friagem no ventre e lombar, pois épocas frias intensificam não somente cólicas, mas lombalgias e fribromialgias também;</p>
<p><strong>3- Aquecimento prévio</strong>, de longa duração, com <em>muita respiração abdominal</em> e alongamento. Não se trata de aquecimento rápido de academia &#8211; mas um <em>carinho</em>, um cuidado e uma <em>mensagem para o corpo</em> de que <em>você está dando atenção ao diálogo</em> dele: toda cólica é um sinal de diálogo do corpo;</p>
<p><strong>4- Bom humor</strong>. Não o deixe guardado na gaveta! Coloque um sorriso em seu rosto <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:center;"><strong>Boa Dança!</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/volumes/volume-ii/" target="_self">Votar para Volume II</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comme un rêve (Monsieur Cinq saules)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/10/14/comme-un-reve-monsieur-cinq-saules/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 04:58:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/10/14/comme-un-reve-monsieur-cinq-saules/</guid>
<description><![CDATA[Toute la nuit, ils ont joué aux nuages et à la pluie, leur désir est violent, ils ignorent le temps ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><a rel="attachment wp-att-5221" href="http://arbrealettres.wordpress.com/2009/10/14/comme-un-reve-monsieur-cinq-saules/les_amants/"><img class="aligncenter size-full wp-image-5221" title="Les_amants" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/10/les_amants.jpg" alt="Les_amants" width="447" height="656" /></a></p>
<p>Toute la nuit, ils ont joué aux nuages et à la pluie,<br />
leur désir est violent, ils ignorent le temps qui passe.</p>
<p>La rosée inonde le cœur de sa Pivoine<br />
elle sent son corps fondre, se dissoudre comme du lait caillé</p>
<p>l’amour pèse dans son ventre, l’amour est lourd<br />
le rêve des immortels sous le règne d’une mère arc-en-ciel.</p>
<p>(Monsieur Cinq saules)</p>
<p><a href="http://www.france-art-realisation.com/artists_createurs/gillet_peinture_fantastic/hugues_gillet.php">Illustration</a></p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Book - Grupo de Dança - Kalua]]></title>
<link>http://greisferreira.wordpress.com/2009/10/13/book-grupo-de-danca-kalua/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 18:24:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>greisferreira</dc:creator>
<guid>http://greisferreira.wordpress.com/2009/10/13/book-grupo-de-danca-kalua/</guid>
<description><![CDATA[Book realizado paro o grupo de dança Kalua de BH. Els irão realizar um evento dia 12 DE NOVEMBRO, Ka]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Book realizado paro o grupo de dança Kalua de BH.<br />
Els irão realizar um evento dia 12 DE NOVEMBRO, Kalua Fest 2 com a estréia de Thalita Menezes na trupe.<br />
Para informações do show entrem em contato no telefone 4102-4190 ou pelo site http://www.nandanajla.com/nandanajla/index.htm</p>

</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Laisse ta main, là]]></title>
<link>http://philippelazare.wordpress.com/2009/10/11/laisse-ta-main-la/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 07:48:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>philippelazare</dc:creator>
<guid>http://philippelazare.wordpress.com/2009/10/11/laisse-ta-main-la/</guid>
<description><![CDATA[Accepter la tendresse avec le vertige du sexe Je pensais qu&#8217;avec une phrase comme &#8220;Tu ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-237" title="mainlà" src="http://philippelazare.wordpress.com/files/2009/10/mainla2.jpg?w=300" alt="Accepter la tendresse avec le vertige du sexe" width="300" height="122" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Accepter la tendresse avec le vertige du sexe</dd>
</dl>
</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Je pensais qu&#8217;avec une phrase comme &#8220;Tu veux bien laisser ta main, là.&#8221;, on peut se raconter toute une histoire. Alors, avec mon faux-fils Romain Capdepon, nous relevons le défi de ce ping-pong littéraire et affectif. C&#8217;est lui qui débute et il met la barre très haut. &#8220;«Tu veux bien laisser ta main». Margot venait de prononcer cette ultime demande avec une difficulté si douce et ces mots avaient retenti si fort en lui qu’il revint sur ses pas. Margot avait besoin de lui, il avait besoin d’elle. Et pour la première fois en trente années de bonheur, ils venaient d’évoquer leur séparation. Inévitable, douloureuse, définitive. Cette fois, c’est la mort qui avait endossé ces habits de maîtresse, d’amant, et de routine que le couple avait évité sans heurt. Cette mort que Margot avait tutoyé dans ce banal accident sur la route des vacances. Cette phrase était leur phrase. La première fois, la toute première fois, c’est Marc qui l’avait dite. Dans ce petit restaurant parisien de la rue du Faubourg St Martin. Le soir de leur rencontre. Ce soir-là, alors qu’il commandait une seconde bouteille de champagne, elle avait pris les devants. A l’époque les femmes ne prenaient pas les devants. Mais ce soir-là, celle qui deviendra la mère de ses deux fils posa délicatement sa main sur la sienne. Surpris, il la retira. Vexée, elle feint de devoir aller se repoudrer le nez. Et il lâcha ces mots magiques…</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Mais cette fois, point de bistroquet parisien, point de bouteille de champagne. Margot vivait ses dernières heures sur ce lit d’hôpital. Et Marc allait laisser sa main, là.&#8221;</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Surtout ne pas flancher devant ce beau texte. Faire du Larue comme du Capdebon. Différent et pareil.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Mais il se demandait pourquoi il avait si peur de la tendresse. Pourquoi sa main avait tant de mal à consoler, à apaiser à l&#8217;approche de la mort quand il avait tant d&#8217;aisance à caresser, à surprendre encore Margot d&#8217;une paume balladeuse, de doigts fureteurs. Il se rendait compte combien il était un handicapé de la douceur. Il ne savait pas étreindre, embrasser comme une mère, comme ces hommes qui savaient prendre dans leurs bras un enfant qui a peur ou une femme qui souffre. Il savait que c&#8217;était un héritage familial, que son père ne savait pas faire une bise sur les joues, qu&#8217;il donnait une sorte d&#8217;accolade de ministre remettant une décoration. Mais là, Margot avait besoin de lui, car la peur, même si elle n&#8217;en laissait rien sentir, la tenaillait. Il ne fallait pas être un héros dans ces moments-là car n&#8217;importe quel humain a envie de fuir devant la mort. Mais on reste par pur instinct animal. Parce qu&#8217;on s&#8217;imagine soi-même face à cette immense solitude et qu&#8217;on a besoin de quelqu&#8217;un qui se roule en boule autour de vous. Ne pas laisser Margot et convoquer dans son esprit tous les moments forts de leur vie. Et avant tout le plaisir brut, le sexe qui le rendait joyeux et légers. Un instant il pensa à ce film de Guédiguian, &#8220;Marius et Jeannette&#8221;, quand une des héroïnes raconte que les prisonniers et les prisonnières d&#8217;un camp de concentration se donnent rendez-vous aux grillages et font l&#8217;amour sur les barbelés en jetant une couverture dessus pour ne pas se blesser. Oui l&#8217;amour et le désir comme une négation furieuse du temps qui s&#8217;arrête. Il se souvenait de cette grille qui donnait sur les calanques, de Margot collé à lui.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Joli, faux père&#8230;.je continue.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Soudain, Margot fut prise de spasmes. De spasmes d&#8217;une rare violence. Son corps entier sursautait, ses sublimes yeux verts anis étaient révulsés. Marc paniquait, criait, pleurait. Les infirmières, prises de court, en appelaient aux médecins bien occupés dans cet hôpital niçois où le manque de personnel était visiblement criant. L&#8217;une d&#8217;entre elles, plus expérimentée, reprit tout de même ses esprits et injecta dans les veines de Margot assez de calmants pour que son corps s&#8217;immobilise, enfin. Ces quelques secondes d&#8217;anarchie physique avaient duré un siècle. Marc, en observant l&#8217;amour de sa vie attirée par cette fameuse lumière blanche, s&#8217;était vu passé le film de leur histoire. Il avait revu les sourires, les rires, les cris, les crises. Il avait vu les noëls en famille, les vacances au ski, en corse, les nuits torrides, leur rencontre, ce verre qu&#8217;elle lui avait offert au beau milieu d&#8217;une incroyable après-midi de mai, dans les jardins du Luxembourg. A l&#8217;époque, les femmes n&#8217;offraient pas de verre aux hommes. Mais Margot n&#8217;était pas les autres. Elle était de celles qui ne laissent pas une miette de la vie, qui savourent chaque seconde. C&#8217;est sans doute pour cette raison qu&#8217;elle était si peu impressionnée par la mort. Elle avait tout de même besoin de lui, elle voulait qu&#8217;il laisse sa main, là&#8221;.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Continuer donc le texte de Romain. Etre Larue mais surtout Lazare.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">&#8220;Il se souvenait de cette phrase murmurée alors qu&#8217;il entrait dans la chambre : &#8220;J&#8217;ai froid, je veux la peau de loup&#8221;. Il avait pu emmener cette incroyable pelisse où couraient les fantômes d&#8217;un troupeau de loups chinois alors que l&#8217;asepsie était plutôt de règle dans un hôpital. Mais là, les infirmières lui avaient laissé étendre sur elle cette couette digne d&#8217;un porno des années 1970 avec Brigitte Lahaye. Quand il la sentait souffrir, il parvenait enfin, après toutes ses années, à lui prendre la main. Mais son regard était attiré par les infirmières qui entraient dans la chambre, maquillées comme des voitures volées. Alors il repensait à son désir pour elle, à cet incroyable cadeau qu&#8217;est le ventre d&#8217;une femme. Il se souvenait qu&#8217;un jour une amie lui avait raconté qu&#8217;un amant italien l&#8217;avait quitté sans faire de bruit à l&#8217;aube et qu&#8217;elle avait couru après lui dans la rue. &#8220;Je l&#8217;ai attrapé dans la rue et je lui dit que je pouvais bien lui offrir un café et des tartines, l&#8217;accueillir dans ma cuisine après lui avoir accueilli en moi&#8221;, lui avait-elle raconté. Cela coulait de source, si l&#8217;on peut dire. Il aimait le solide bon sens féminin, les femmes qui ne faisaient pas de détour. C&#8217;est pour cela qu&#8217;il aimait Margot la guerrière. Margot la parleuse au lit qui parfois, l&#8217;éblouissait d&#8217;une phrase. &#8220;Tenir ton sexe, lui avait-elle glissé à l&#8217;oreille en le faisant, c&#8217;est un peu tenir à toi.&#8221; C&#8217;était juste. Comme lorsqu&#8217;il posait la main sur son sexe et qu&#8217;il disait : &#8220;C&#8217;est rien une vie, cela tient dans une paume&#8221;. Il se souvenait de lui avoir demandé un jour une lettre de sexe et de l&#8217;avoir obtenu facilement, comme un gamin qui reçoit la panoplie dont il rêvait à Noël. La lettre disait : &#8220;J&#8217;ai donc mis Jeannot dans ma chatte et j&#8217;ai marché dans l&#8217;appartement à petits pas pour qu&#8217;il ne glisse pas hors de moi. Je portais une jupe droite très femme fatale et des talons hauts qui me font une démarche chaloupée. Je me sentais soumise, geisha, esclave de tes désirs et en même temps, femelle libre et arrogante de luxure. Je me suis regardée dans toutes les glaces de la maison, sous tous les angles, tour à tour soumise et aguichante. Pendant tout ce temps j&#8217;imaginais ta voix qui ordonnait, exigeait. A certains moments, c&#8217;était ma voix qui prenait le dessus et qui disait &#8220;tu me vois, regarde moi bien, regarde comme je suis belle et brûlante, je suis a toi, je suis ton amazone; insatiable et prète à tout, ivre de désir&#8221;. Il se mit à dire à haute voix : &#8220;Alors, tu veux bien laisser ta main, là&#8221;. Et il tenta de penser de revoir Margot d&#8217;avant, d&#8217;avant l&#8217;accident. Il se souvenait comment elle l&#8217;avait apprivoisé, converti à la tendresse. &#8220;La douceur des hommes, ce n&#8217;est pas une faiblesse&#8221;, lui répétait-elle en souriant. Avec elle, il avait appris à sortir de lui toute cette adrénaline qui l&#8217;empêchait de contempler, de goûter le moment. Elle aimait nager longuement sur les plages d&#8217;arrière-saison. Elle aimait parler au coeur de nuit, quand l&#8217;amour les avait épuisé. Elle avait inventé au début de leur histoire un jeu avec lui : &#8220;Une cicatrice, une histoire&#8221;. Amusé, il lui avait conté cette trace au bout du majeur, souvenir d&#8217;une boîte de conserve de confiture où il avait mis le doigt alors que sa mère s&#8217;affolait, en poussant du mauvais côté. Ce large trait sous le menton, quand, pour son premier rasage, il n&#8217;avait pas compris qu&#8217;on ne poussait pas sur le côté un Gillette sous peine de s&#8217;égorger. Ou de paraître devant sa mère effrayé le visage ensanglanté. Elle lui avait montré sa marque sur le tibia, souvenir d&#8217;un détestable danceur, sa cicatrice sur le menton, elle aussi, témoin de la poussée de colère d&#8217;un petit cousin qui l&#8217;avait renversée alors qu&#8217;elle faisait du vélo. Elle lui avait parlé, avec un sourire triste, de cette blessure dans son ventre, de ces enfants perdus, loin d&#8217;elle. Et il avait désiré fort combler ce manque, lui faire des minots beaux, joueurs et malins. Quand il parlait de ça et qu&#8217;il était en elle, elle prenait sa main, la posait sur son ventre et lui disait : &#8220;Tu veux bien la laisser, là ?&#8221;. Avec Margot, il avait fait bien des apprentissages. La douceur, la sincérité, la tendresse, même si c&#8217;est cela qui lui était le plus difficile. Il disait toujours à ses rares amis hommes -il n&#8217;aimait pas la compagnie masculine- que les femmes étaient les meilleures des profs. Il se souvenait que jeune homme il sortait toujours avec des &#8220;dames&#8221;, comme il disait alors, de dix ou vingt ans plus âgées que lui. Elles l&#8217;avaient &#8220;débourré&#8221; à l&#8217;instar des cavaliers pour un cheval. Ch. lui avait appris à s&#8217;habiller alors qu&#8217;il aurait pu vivre la malédiction du cake marseillais. &#8220;Fais sobre, lui répétait-elle, du noir, de la simplicité italienne. Des chemises blanches bien repassées et surtout cire tes chaussures.&#8221; J., elle, l&#8217;avait amené au théâtre. Elle lui avait évité ainsi quelques soirées dans des boîtes à la con et des discussions vaines entre potes. Il était méfiant au début quand il entrait dans une salle où les spectateurs étaient assis sur scène au lieu d&#8217;être sur les gradins. Mais il avait aimé ces pièces qui ressemblaient parfois à la vie comme &#8220;Le banquet&#8221; ou les lectures d&#8217;Italo Calvino avec son singulier personnage, Monsieur Palomar. Il avait toujours gardé le goût de cela : les lectures dépouillés d&#8217;un texte, sans l&#8217;artifice d&#8217;une mise en scène. Et il se souvenait du petit livre de cet auteur que lui avait offert J. : &#8220;Le château des destins croisés&#8221;. Quand ils pénétraient dans le château, les personnages du livre perdaient l&#8217;usage de la parole et n&#8217;échangeaient qu&#8217;avec des cartes de tarot. En fait, la vie ce n&#8217;était que cela. Tirer la bonne carte et surtout en faire bonne usage. Margot, c&#8217;était la plus belle de ses cartes. Son atout majeur et il se demandait comme il allait continuer à jouer en la perdant. Il avait avec elle la meilleur des mains, comme disait Jean, son pote amoureux de poker. Alors, &#8220;Laisse ta main, là&#8221;, suppliait-il.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Passage de relais Romain. C&#8217;est drôle, c&#8217;est un jeu dangereux.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Margot s&#8217;endormait très tôt chaque soir, assommée sous les doses de morphine bombardées par ces guerrières d&#8217;infirmières tentant une sorte de putsch à sa douleur latente. Lui, somnolait dès le soleil couché. Entre deux rêves furtifs et cette réalité cauchemardesque, il ressassait cette peur de la perdre. Il était tenaillé. L&#8217;angoisse le faisait délirer. Comment Louis et Arthur, leurs jumeaux, allaient-ils supporter le départ de cette maman si aimante ? Allaient-ils, comme des ados de base, se réfugier dans l&#8217;alcool, la drogue, le sexe, la dépression ? Marc était au bord du gouffre et prenait conscience qu&#8217;il avait appris à être deux. Qu&#8217;elle lui avait appris à être deux. Mais était il encore capable de n&#8217;être qu&#8217;un ? Parviendrait-il un jour à poser les mains sur un autre corps ? Vivrait-il dans le passé, ou deviendrait-il au contraire un épicurien soudainement amputé de tous sentiments amoureux ? Il ne restait plus que quelques heures de vie à Margot. La veille, elle avait remis une lettre à Marc. Plusieurs pages noircies. Une très longue lettre d&#8217;adieu. Comme un testament amoureux. Un coup de poignard en plein coeur. Elle lui confiait cette haine de ne pas pouvoir vieillir à ses côtés, la chance qu&#8217;elle avait eu de croiser son chemin, elle lui ordonnait de faire de leurs deux fils des hommes droits comme l&#8217;est leur père. Elle aurait adoré être la mamie gâteau de quelques petits enfants. Et surtout elle demandait à Marc de refaire sa vie, elle confiait ne pas supporter l&#8217;idée que son souvenir soit un frein dans l&#8217;horizon de celui qu&#8217;elle dit aimer plus qu&#8217;elle ne s&#8217;aime elle même. Elle terminait avec leur signature amoureuse : &#8220;Laisse ta main, là&#8221;.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Aller au plus loin de la douleur, du souvenir, des sensations, attraper la perche de Romain pour me dénuder, moi, Philippe Larue.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Il pensait souvent à cela : l&#8217;amour c&#8217;est de la géologie. Ceux que l&#8217;on aime laissent des strates en nous, déposent leur tendresse et leurs empreintes. Et puis d&#8217;autres caresses, d&#8217;autres mots les recouvrent. Notre mémoire amoureuse est faire d&#8217;un immense charriage. Parce que parfois, les plaisirs et les émotions se répondent. Rien ne s&#8217;oublie, la peau est un palimpseste. Alors Margot lui demandait de déposer un autre amour sur le sien, de la faire vivre ainsi. Comme dans ce film avec Yves Montand et Romy Schneider, &#8220;Clair de Femme&#8221;. Mais pour l&#8217;instant, il traînait dans les couloirs de l&#8217;hôpital, déroulant leur vie commune et tentant d&#8217;imaginer la sienne à venir. Veuf : quel drôle de mot. Il y a des veuves de guerre. Il allait falloir qu&#8217;il s&#8217;invente veuf d&#8217;amour. Il marcha jusqu&#8217;à la salle de repos des infirmières. Il y avait là Gourjia, une jeune beurette dont il appréciait l&#8217;énergie douce au chevet de Margot. &#8220;Ça va? lui demanda-t-elle. Asseyez-vous, j&#8217;ai des gâteaux de ramadan de ma mère.&#8221; Il sourit, la remercia et s&#8217;assit. Il choisit une corne de gazelle et l&#8217;engloutit dans un bol de café. &#8220;Vous avez fait le bon choix, ce sont les plus lights du plateau&#8221;, se moqua-t-elle gentiment. &#8220;C&#8217;est bizarre, lui confia-t-il soudain sans raison. Je n&#8217;ai pas peur. Je devrais pourtant. C&#8217;est insupportable la mort. Injuste. Personne ne nous y prépare. Mais je suis là. J&#8217;attends, simplement. C&#8217;est sans doute la torpeur de l&#8217;hôpital. &#8221; Il s&#8217;aperçut que des larmes coulaient sur ses joues et qu&#8217;il ne les avaient pas sentis tout de suite. Gourjia donna du temps au silence et se mit à parler de sa voie de miel. &#8220;Nous sommes tous des baliseurs de désert. Nous mettons des repères au milieu du sable. Ce sont les hommes et les femmes les plus beaux repères. Et puis une tempête de sable les recouvrent et notre paysage change. Mais nous continuons à baliser notre vie, à peupler notre désert. &#8221; Princesse de salle de garde. Mille et une nuit à affronter la détresse et ses propres peurs sans se brûler de l&#8217;intérieur. Elle posa sa main sur la sienne saupoudrée de sucre glace. &#8220;Laisse ta main là&#8221;, entendit-il en lui comme un murmure. C&#8217;était la voix de Margot. Gourjia lui dit : &#8220;Ce sont mes parents qui m&#8217;ont appris l&#8217;amour physique, le besoin absolu de l&#8217;autre. Je me souviens que petite, je me cachais dans le couloir près de la salle de bain. Je revois mon père enlever le peignoir blanc de ma mère, je le devine se mettre à ses genoux pendant qu&#8217;elle dénouait ses longs cheveux et les peignaient. Il la traitait comme un déesse. Quand il me surprenait, il me grondait en disant : &#8220;C&#8217;est quoi qui va laver les pieds blancs de ta mère ? C&#8217;est toi qui va brosser sa chevelure ? C&#8217;est toi qui va la rendre plus belle encore ? Non, ma fille, cela c&#8217;est ma tâche&#8221;. Alors je partais en courant dans ma chambre. Mais je ne pouvais pas me coucher. J&#8217;avais une sorte de feu en moi. Alors, j&#8217;attendais qu&#8217;ils aillent dans leur chambre. La porte restait un moment entrouverte. Je voyais encore mon père, sans hâte, caresser les longs cheveux de maman. Elle laissait tomber de ses épaules son peignoir et s&#8217;allongeait comme une odalisque sur le ventre. Il prenait une huile parfumée et il lui massait le dos. Et puis, à un moment, il poussait la porte, mettant fin au spectacle. Il n&#8217;y avait plus que les soupirs et les &#8220;Mais qu&#8217;est ce que tu fais ?&#8221; avec un petit rire gêné de ma mère. Je devais inventer le reste, me recréer leur amour. Ce que mes parents m&#8217;ont appris, c&#8217;est que l&#8217;amour a besoin de rituels, de célébrer son partenaire. Je ne l&#8217;ai jamais oublié dans mes histoires de coeur et de peau. J&#8217;ai balayé les hommes qui n&#8217;avaient pas ce goût de l&#8217;autre. Et je sais que Margot et vous, vous vous êtes aimés à cette aune.&#8221; Marc aimait sa voix de Shéhérazade, cette manière qu&#8217;elle avait d&#8217;enrouler une histoire dans l&#8217;autre. Et il s&#8217;imaginait comme un personnage de son histoire, un acteur perdu qui cherche ses marques et parle trop, pour occuper l&#8217;espace. Comme elle si le sentait déjà sous le charme, enchanté, Gourjia reprit. &#8220;Vous savez Marc -vous permettez que je vous appelle Marc- l&#8217;amour cela doit être aussi un jeu. C&#8217;est tout de même le plus beau des loisirs. Alors on peut y mettre des sentiments, de la passion, s&#8217;y perdre mais il faut toujours jouer. Faire l&#8217;amour, c&#8217;est comme jouer au foot à la manière de Zidane. Fluide, léger, enfantin. Double roulette sur le ventre et sombrero par-dessus les fesses.&#8221; Il sourit franchement en rougissant un peu. Lui qui n&#8217;était finalement pas si extrême en matière de sexe ni très explorateur, il avait souvent rencontré des initiatrices tout à fait délurées. Comme Marie-Jeanne, sa dépuceleuse, qui le faisait jouir dans sa chambre en jouant la &#8220;Lettre à Elise&#8221; d&#8217;un main sur son piano pour éviter que ses parents entendent dans la pièce d&#8217;à-côté. N. à qui il avait fait parcourir à coups de reins tout le couloir à tomettes d&#8217;une grande maison bourgeoise et qui lui racontait ce qu&#8217;elle voyait dans la rue. M. qui lui envoyait des textes en pleine réunion qui disaient : &#8220;Tu es le roi du cunnilingus&#8221; quand, ma foi, le titre de baron lui aurait suffi. C. avec qui il avait décidé de faire l&#8217;amour simplement parce qu&#8217;elle avait un manteau rouge avec une capuche et que cela lui faisait penser à un conte de fée. S. qui le recevait dans son cabinet de psychiatre, et qui jouissait très vite de sa main quand les patients attendaient derrière la porte. M. avec qui il avait été surpris en pleine levrette par une femme de chambre dans un joli hôtel du Campo di Fiori et qui avait crié en italien : &#8220;No disturbi, vous ne nous dérangez pas, venez profiter&#8221;. C&#8217;est drôle, tous ces jeux très sérieux et très gamins défilaient en lui mais il n&#8217;avait pas vraiment envie d&#8217;en parler avec Gourjia. &#8220;Venez avec moi prendre l&#8217;air sur la terrasse&#8221;, lui proposa-t-il. Quelques minutes après, ils étaient sur le toit de ce grand hôpital au nord de Nice, face aux premiers sommets des Alpes, comme des passagers sur le pont d&#8217;un paquebot endormi. Il s&#8217;avança vers la &#8220;proue&#8221; du bâtiment, ouvrit les bras et cria : &#8220;Je suis le maître du monde&#8221;. &#8220;Titanic ta mère&#8221;, répliqua Gourjia en riant. Et puis il la prit dans ces bras, en un geste évident dont il ne se croyait pas capable. &#8220;Je ne peux pas vous embrasser, princesse&#8221;, confessa-t-il. &#8220;Alors faites-moi l&#8217;amour très vite, répondit-il dans un souffle, sans vous préoccuper de moi, prenez ce plaisir qui vous fuit, sauvez-vous de la mort.&#8221; Il la retourna contre la rambarde, souleva sa blouse et sa jupe et lui demanda : &#8220;Je peux venir dans vos fesses?&#8221; &#8220;Oui, mais laisse-ta main, là&#8221;, lui murmura Gourdjia.</h2>
<h2 style="text-align:justify;"> </h2>
<h2 style="text-align:justify;">Il écarta son joli shorty ivoire et l&#8217;encula tendrement en lui mordant la nuque. Elle soupira en le recevant en elle. &#8220;Tu es dur, je suis humide, nous nous complétons&#8221;, murmura-t-elle. Il se sentait vivant, il aimait son cul cambré d&#8217;Arabe. Il s&#8217;y amarrait comme à une île. C&#8217;est drôle comme l&#8217;amour est toujours un palimpseste. Il se souvenait comment Margot s&#8217;est donné à lui un 15 août à Paris. Allongé sur son lit en plein après-midi, il l&#8217;avait sodomisé en riant parce qu&#8217;elle était d&#8217;humeur taquine. &#8220;Je t&#8217;ai clouée. Tu es mon papillon&#8221;, lui avait-il soufflé. Et puis ils s&#8217;étaient endormis sans se désunir.<br />
Il pensait aussi à ce poster incroyable montrant une fille nue aux incroyables fesses à la salle de boxe où il frappait pour tuer le temps qui passe. On aurait presque pu poser un verre de champagne dessus telle était leur cambrure. Il avait inventé un poème en boxant devant :<br />
&#8220;Quelle chute de rein<br />
A damner tous les saints<br />
A faire mâchoire se décrocher<br />
Comme après un beau crochet.<br />
Dos tourné<br />
Comme si elle craignait de te succomber<br />
Que tes coups de reins soient aussi violents<br />
Que tes coups de poings sont percutants.<br />
Faire qu&#8217;au coeur de la nuit ses cris résonnent<br />
Comme sur le sac les poings de Tyson<br />
Laisser la chambre d&#8217;hôtel en plein chaos<br />
Après l&#8217;ultime assaut et le divin KO.<br />
Qu&#8217;elle se déleste de son string<br />
Quand tu apparais sur le ring<br />
Qu&#8217;elle se sente un peu ta &#8220;pute&#8221;<br />
Quand tu descends les rivaux d&#8217;un uppercut.&#8221;<br />
C&#8217;était un peu facile et prétentieux mais il aimait bien le déclamer sur le rythme de rap de la musique de son entraînement. Gourjia lui attrapa le cou en se tendant en arrière. &#8220;Je vais jouir, viens aussi.&#8221; Il trembla, eut presque mal en jouissant dans son cul. Ils se laissèrent aller sur le sol chaud, face aux montagne. Ils se récroquevillèrent l&#8217;un contre l&#8217;autre. &#8220;Regarde les étoiles, choisis en une, Marc. Dis-lui un secret.&#8221;<br />
&#8220;Je prends la deuxième à droite dans la Grande Ourse. Depuis la première fois où j&#8217;ai fait l&#8217;amour, je crois que je gagne des années de vie à chaque érection, chaque éjaculation. Je me dit peut-être que je serais immortel à force.&#8221; Gourjia éclata de rire. &#8220;Alors nous règnerons longtemps sur le monde, comme deux Highlander.&#8221; Il lui raconta sa première fois très rapide dans les toilettes d&#8217;une boîte, au &#8220;Campus&#8221;, assise sur son amant maladroit. &#8220;On peur rêver plus glamour, c&#8217;est vrai&#8221;, sourit-elle. Et puis d&#8217;autres &#8220;pinailleries&#8221;, comme elle disait joliment sur une plage de Sausset, une autre du phare de l&#8217;Espinette, en Camargue et une autre dans l&#8217;eau profonde des calanques de Cassis où elle avait failli se noyer avec son partenaire. Il s&#8217;assoupit dans son cou, brisé par le plaisir, bercé par ses mots.<br />
Elle se dégagea et le regarda un moment. Elle savait pourquoi elle avait choisi cet homme, dans ces conditions. Elle le sentait solide, tout d&#8217;une pièce et plein d&#8217;enfance en même temps, pas brûlé par la souffrance. Elle pensait à Margot, à qui elle avait parlé pendant ses quelques moments de lucidité. &#8220;Mon homme c&#8217;est un cyprès, disait-elle. Un repère dans le paysage, une odeur reconnaissable. Et il me protège du vent.&#8221; Elle avait aimé la comparaison. Elle aimait aujourd&#8217;hui profiter de ce cyprès qui s&#8217;était fiché en elle, &#8220;bien profond&#8221;, comme elle lui avait sussurré. Elle ne se sentait pas coupable. Le sexe n&#8217;est pas moral, expliquait-elle souvent à des copines. Il est nécessaire. Elle posa sa main là, sur le vier récroquevillé de Marc. &#8220;Je te berce, homme cassé&#8221;, chantonna-t-elle.<br />
 Elle le laissa dormir un moment et le réveille d&#8217;un baiser. &#8220;Il faut redescendre Marc, je n&#8217;ai pas été bipé mais je suis seul à l&#8217;étage. Et puis Margot a encore besoin de toi.&#8221; Il se rembrailla, comme disait sa mère. Et ils reprirent l&#8217;escalier de secours main dans la main pour rejoindre l&#8217;étage de la réanimation.<br />
Ils se séparèrent dans le couloir, pour ne pas être vu par les autres infirmières et médecins. Deux enfants pris en faute. Un homme et une femme qui vivent dans la parenthèse de la souffrance. Il entra dans la chambre de Margot. Les premières lueurs de l&#8217;aube l&#8217;éclairait. Elle avait les yeux ouverts. Elle le regardait. &#8220;Marc, dit-elle avec difficulté, je t&#8217;attendais. Je crois que je veux plus souffrir. Ne m&#8217;en veux pas, je vais te laisser. Mais s&#8217;il te plaît. Mets la main, là, sous ma tête.&#8221; Il prit dans sa main droite sa tête légère comme celle d&#8217;un mandarin dont il aimait tant les cheveux fins.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Il pleurait sans bruit. Il la regardait en se demandant s&#8217;il pourrait saisir son dernier instant de vie. Il se demandait comme on peut accepter de mourir, quitter les siens. Il se disait qu&#8217;il n&#8217;y aurait que peur en lui s&#8217;il devait y passer. Il tenait toujours sa tête. Il pensait stupidement : &#8220;Bientôt elle sera froide&#8221;. Il pose ses lèvres sur les siennes, pour y capter son souffle. Elle murmura : &#8220;Je t&#8217;aime petit phacochère&#8221;. Sans doute à cause de la fatigue, de ses tendres efforts avec Gourjia, de toutes ses nuits de veille, il s&#8217;endormit sur sa poitrine.<br />
Il se mit à rêver. Il était dans un immense chambre du &#8220;Royal Pita Maha&#8221;, à Bali. Il se levait de l&#8217;immense lit et ouvrait la baie qui donnait sur une piscine à débordement. Margot se baignait nue et chantait : &#8220;Dansez sur moi&#8221;. Le jour tombait. Il la regardait en se disant : &#8220;Je ne la regarde pas assez. Il faut que je me souvienne de chaque partie de son corps&#8221;. Il pensait au &#8220;Mépris&#8221; de Godard et aux questions de Bardot : &#8220;Et mes genoux, tu aimes mes genoux? Et mes fesses, tu aimes mes fesses?&#8230;&#8221;. De Margot, il aimait particulièrement les salières au-dessus de ses seins tendres. Il se damnait pour la douceur de ses aisselles, il était en admiration devant son ventre avec un minuscule arrondi, pour ses jambes musclées, ses fesses parfaitement séparées et haut perchées, pour les petits cheveux de sa nuque. Il était capable de dessiner avec précision son sexe, ses grandes et petites lèvres. Parce qu&#8217;il en avait souvent une vision macroscope. Dans la lumière déclinante, il la fixait sur le papier sensible de son cerveau, il l&#8217;imprimait en poster. Il se disait qu&#8217;elle était parfaitement à sa place dans ce décor de luxe, que son corps l&#8217;épousait parfaitement. Lui il arpentait l&#8217;immense chambre et son salon, se laisser glisser dans la piscine comme un enfant qui n&#8217;y croit pas. Il avait toujours peur que cela ne soit pas vrai, que quelqu&#8217;un vienne le réveiller. Il la rejoint en quelques brasses et l&#8217;entoura du V de ses bras. &#8220;Mon bel amour exotique, ma femme tropicale, lui glissa-t-il exotique. Je veux t&#8217;aimer comme une mangue.&#8221; Elle sourit en lui murmurant : &#8220;Tu crois que ce n&#8217;est pas dangereux d&#8217;être heureux comme cela ? Tu crois qu&#8217;on va nous laisser nous aimer aussi fort dans ce paradis&#8221;. Il mordit sa nuque et lui fit l&#8217;amour comme un chat repu. Un corbeau vient se percher sur le fauteuil d&#8217;osier au bord de la piscine. Etrangement, il se dit que l&#8217;oiseau allait lui parler.&#8221;<br />
&#8220;Monsieur, monsieur, il faut vous relever&#8221; : une voix insistante, une main douce mais ferme le tira de la piscine balinaise, le ramena à la surface de la réalité. Il regarda le visage de Margot. Ses yeux étaient fermées. Elle dormait peut-être. Mais l&#8217;infirmière insistait. Il mit sa main devant la bouche de sa femme. Aucun souffle. Il toucha sa joue. Elle était déjà froide. Le visage désolé de la fille en blouse blanche lui dit tout ce qui ne s&#8217;énonçait pas. &#8220;Monsieur, vous ne pouvez pas rester contre elle&#8221;. Si, il pouvait. Il pouvait se fondre dans ses aisselles, s&#8217;enfoncer dans ses salières, se réfugier dans son ventre et s&#8217;enfoncer dans son sexe. Il pouvait être elle. La mort ça n&#8217;existe pas. Ce n&#8217;est qu&#8217;un manque de savoir-vivre comme disait Pierre Dac. Et elle et lui, ils savaient vivre. Fort.<br />
Dans les hôtels de Bali, au marché de la Plaine, sur les routes de Haute-Provence, les plages de Camargue hors saison, le musée Guggenheim au bout d&#8217;un long voyage en voiture, les bistrots de pays dans la vallée du Toulourenc. Ils aimaient les odeurs qui racontent des histoires, les textes que l&#8217;on se laisse sur la table pour partager son bonheur.<br />
&#8220;Elle est morte, elle n&#8217;est plus. Elle est mort, elle n&#8217;est plus&#8221;, se répétait-il pour s&#8217;habituer. Il ne sentait pas de douleur. Juste un soudaine envie d&#8217;accélérer. De vivre tout de suite les obsèques, les condoléances, la gentillesse des familles, les vêtements de Margot à donner ou jeter, le besoin soudain de vide et de solitude. Et les insomnies dans la maison vide, la sensation qu&#8217;elle est encore là quand le rideau de perles bouge avec le vent. Ou encore ces filles qui viennent lui offrir leur corps comme un baume.<br />
Un infirmier entra et le releva pour le pousser gentiment dehors. Le jour s&#8217;était levé. Il sortit sur la terrasse où il avait aimé Gourjia. Il s&#8217;avança vers le vide, eut la tentation de basculer. Mais non, comme disait Margot, il fallait &#8220;aimer cette putain de vie plus qu&#8217;elle ne nous aime parfois&#8221;. Il pensait à ses deux fils, Arsène et Louis. Il se dit qu&#8217;il allait devoir leur apprendre à boxer, surtout ce direct latéral qui pouvait couper en deux un adversaire. Il regarde le soleil grimper au-dessus des montagnes. Il se retourna. Gourjia était là. &#8220;Baliseur du désert, il va te falloir marquer un nouveau territoire&#8221;, dit-elle en souriant. &#8220;Je ne laisserais pas le sable s&#8217;écouler&#8221;, répondit-il. Il lui prit la main. Il allait devoir quitter ce lieu clos où il avait vécu ces derniers jours. Il s&#8217;était fait un monde de cet hôpital. Un bateau de croisière.<br />
&#8220;Pars dès que tu peux, dit Gourjia. Dès que Margot sera en terre. Vas en Corse. Marche sur la plage de l&#8217;Ostriccone. Vas au-dessus de Speloncato, là où la route domine toute la mer. Sois seul et fort. Nourris-toi de figues et de lait de chèvre. Prends du papier et écris, à l&#8217;ancienne, toute ta peine, toute ta haine, toutes tes envies pour demain. Quand tu seras vierge de ta douleur, quand elle sera toute sur le papier, appelle-moi. Je viendrais.&#8221;<br />
Elle lui donna un livre : &#8220;Un bonheur parfait&#8221;, de James Salter. &#8220;Il t&#8217;accompagnera, c&#8217;est mon bouquin fétiche&#8221;. Et elle lui glissa un &#8220;komboloï&#8221; grec dans la main. &#8220;Pour que tu puisses jouer avec, te raconter une histoire à chaque grain&#8221;. Il était armé pour sa vie de veuf. &#8220;Avant de partir, laisse ta main, là&#8221;, murmura Gourjia en la posant sur ses reins.</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Voilà, merci Romain. Donc continuer. Sur le fil, toujours.</h2>
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<title><![CDATA[Fora da ordem]]></title>
<link>http://coloraturas.wordpress.com/2009/10/11/fora-da-ordem/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 01:55:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Esli-Nie Fiaes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em 09 de outubro às 17:29H, um soluço: As coisas estão deixando de fzer sentido. É como regredir ao ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em><span style="color:#81b91c;">Em 09 de outubro às 17:29H, um soluço:</span><br />
</em></p>
<p>As coisas estão deixando de fzer sentido. É como regredir ao ventre.</p>
<p>Diminuir até caber lá mais uma vez, retrocedendo até não existir mais</p>
</div>]]></content:encoded>
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