<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>versos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/versos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "versos"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 19:44:37 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O TAL DO TÃO DO "X" DA QUESTÃO]]></title>
<link>http://prosaempoema.wordpress.com/2009/11/27/o-tal-do-tao-do-x-da-questao/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 14:36:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>prosaempoema</dc:creator>
<guid>http://prosaempoema.wordpress.com/2009/11/27/o-tal-do-tao-do-x-da-questao/</guid>
<description><![CDATA[queridos,   aqui,   abaixo,   o tal do tão do &#8220;x&#8221; da questão: linhas que se indagam sobr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>queridos,</div>
<div> </div>
<div>aqui,</div>
<div> </div>
<div>abaixo,</div>
<div> </div>
<div>o tal do tão do &#8220;x&#8221; da questão: linhas que se indagam sobre o <span style="text-decoration:underline;">desejo</span>. deste, qual a sua procedência? de que natureza?</div>
<div> </div>
<div>o desejo: do que sobrevive? e, da substância que o inventa, seja ela o que for, do quanto precisa para fazer valer-se, para firmar-se (pés rijos em terreno movediço)?</div>
<div> </div>
<div>há quem não deseje? tudo o que vive deseja? existe maneira de evitá-lo? como estancá-lo?</div>
<div> </div>
<div>por conta e graça do desejo, remove-se montanhas? vira-se o mundo de cabeça para baixo?</div>
<div> </div>
<div>com que olhos o desejo enxerga? com que ouvidos escuta? são os nossos os seus olhos? o desejo nos ouve? possui vida própria ou vida conjugada à nossa? </div>
<div> </div>
<div>o &#8220;não&#8221;, uma espécie de seta em negação, o &#8220;não&#8221;, um tipo de flecha fechada em si, consegue matar o desejo? consegue aniquilá-lo? extirpá-lo do ser? ou ao contrário?: o não, esta espécie de farpa, que incomoda, que atormenta, será que incita o desejo de ainda mais desejo ao invés de acalmá-lo, de domá-lo?</div>
<div> </div>
<div>são tantas as perguntas, tantas as incertezas e tantas as respostas não conhecidas, não sabidas para esta questão &#8212; para as perguntas suscitadas pelo desejo &#8212;, que não vale o esforço qualquer pesquisa a seu respeito.</div>
<div> </div>
<div>daí, a matéria que compõe a poesia que segue: poesia feita de matéria leve, muito frágil, sensível, tênue, um &#8220;poema-pluma&#8221;, assim como as questões levantadas por drummond em seus versos intitulados &#8220;tristeza no céu&#8221;    <a href="http://prosaempoema.wordpress.com/2009/08/05/sobre-plumas-que-sustentam-um-mundo/" target="_blank"><span style="color:#000000;">(</span>http://prosaempoema.wordpress.com/2009/08/05/sobre-plumas-que-sustentam-um-mundo/</a>):</div>
<div> </div>
<div><em>Todas as hipóteses: a graça, a eternidade, o amor</em></div>
<div><em>caem, são plumas.</em></div>
<div> </div>
<div>saibam-se não sabedores dos caminhos maquinados pelo desejo e, vida afora, desejem! </div>
<div> </div>
<div>um ótimo dia para todos nós é o que desejo neste momento.</div>
<div> </div>
<div>beijo bom,</div>
<div>o preto,</div>
<div>paulo sabino / paulinho. </div>
<div>___________________________________________</div>
<div> </div>
<div>(do livro: <strong>Rua do mundo</strong>. autor: <strong>Eucanaã Ferraz</strong>. Editora: <strong>Companhia das Letras</strong>)</div>
<div> </div>
<div><strong>A questão</strong></div>
<div> </div>
<div>Como decidir do desejo?</div>
<div>Algum padrão diz do que</div>
<div>e de quanto vive?</div>
<div> </div>
<div>Ele vive do que deseja?</div>
<div>É uma necessidade?</div>
<div>Subsiste no fundo do tempo?</div>
<div> </div>
<div>Faz-se num minuto? Morre</div>
<div>no outro? Perdura uma existência inteira?</div>
<div>O desejo nos ouve?</div>
<div> </div>
<div>É cego? É doido? O desejo vê</div>
<div>mais que tudo? São os nossos</div>
<div>os seus olhos? Se os fecharmos,</div>
<div> </div>
<div>ele finda? Quem pôs o desejo em nós?</div>
<div>Onde está posto? E onde não?</div>
<div>Penetra o sonho, o trabalho, infiltra</div>
<div> </div>
<div>nos livros, no óbvio, nos óculos,</div>
<div>na cervical, na segunda-feira e os versos</div>
<div>não sabem outro tema.</div>
<div> </div>
<div>Há quem não deseje?</div>
<div>Tudo o que vive deseja?</div>
<div>Faça-se o exercício: não desejar,</div>
<div> </div>
<div>por um mês, uma semana,</div>
<div>um dia. O desejo fabrica-se</div>
<div>de nenhum aval? Ele não teme?</div>
<div> </div>
<div>Não receia o sal à face da razão?</div>
<div>Não teme a dor, decerto, que dela</div>
<div>parece, por vezes, primo-irmão.</div>
<div> </div>
<div>E perguntamos, perplexos. O desejo</div>
<div>é uma forma oblíqua de alegria? Brinca</div>
<div>conosco? Mas, brincarmos com ele,</div>
<div> </div>
<div>ai de nós, é de seus truques</div>
<div>o mais fatal. Morremos de desejo?</div>
<div>Com ele removemos pedras?</div>
<div> </div>
<div>Por ele removemos montanhas?</div>
<div>Pode o desejo mover o não?</div>
<div>(O não: esta seta o mata?</div>
<div> </div>
<div>Ou esta farpa fomenta o que nele nos ultrapassa</div>
<div>e que, sem nome nem fim, não desistirá</div>
<div>senão quando tudo morto em nós?)</div>
<div> </div>
<div>Química tão secreta,</div>
<div>não vale a pena qualquer pesquisa,</div>
<div>uma pluma, este poema.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Y si ya no escribo, no es por falta de inspiración, es que me niego, escribir tu nombre en cada oración.]]></title>
<link>http://yorshparedes.wordpress.com/2009/11/27/y-si-ya-no-escribo-no-es-por-falta-de-inspiracion-es-que-me-niego-escribir-tu-nombre-en-cada-oracion/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:24:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>yorshparedes</dc:creator>
<guid>http://yorshparedes.wordpress.com/2009/11/27/y-si-ya-no-escribo-no-es-por-falta-de-inspiracion-es-que-me-niego-escribir-tu-nombre-en-cada-oracion/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Le escribo a ella que no conozco, Le escribo a su hermoso rostro, Ojos verdes poéticos except]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://yorshparedes.wordpress.com/files/2009/11/ojos-verdes.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-106" title="ojos-verdes" src="http://yorshparedes.wordpress.com/files/2009/11/ojos-verdes.jpg?w=300" alt="" width="300" height="204" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Le escribo a ella que no conozco,</p>
<p>Le escribo a su hermoso rostro,</p>
<p>Ojos verdes poéticos exceptivos,</p>
<p>Y a su voz, es única aunque tiene dos.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Le escribo mientras me ella me ve,</p>
<p>¡Si! ella me ve, ¡Si! a ella la observo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Me marche sin un hola y sin un adiós,</p>
<p>Me fui con los que nos dijimos</p>
<p>Entre miradas rosadas</p>
<p>Entre el cielo naranja</p>
<p>Y sus ojos verdes hicieron la noche purpura oscura.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Jorge L. Paredes G.</p>
<p>(Musas ebrias)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entre Tus Sombras]]></title>
<link>http://kazablankaz.wordpress.com/2009/11/27/entre-tus-sombras/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:17:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>kazablankaz</dc:creator>
<guid>http://kazablankaz.wordpress.com/2009/11/27/entre-tus-sombras/</guid>
<description><![CDATA[Una letra que bien podria ser de despecho pero pues cada quien siente algo diferente al leer. Que di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Una letra que bien podria ser de despecho pero pues cada quien siente algo diferente al leer.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Que difícil es dejarte de lado</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Olvidarme de lo que vivimos</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Lanzarte al olvido me cuesta tanto</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Qué ya no sé si sigo vivo.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>El ruido de la madrugada</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Adormece lo que queda de mi</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Es tu eco en mis palabras</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Lo que hace que me sienta así.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Fué el silencio un distractor</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>El único que vió la muerte</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>No hubo que pedir perdón</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Ya nada parecía tan urgente.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>¿Sabes lo que es dormitar</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Pensando en que hacer</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>No distinguir entre despertar</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Y no saber si querer volver?</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Me siento tan perdido</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Aventé al cielo las estrellas</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Cubrí el mar enrojecido</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Con lo poco que nos queda.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Que difícil es dormir sin ti</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Con tu aliento en mis sueños</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Se que podria sonar infantil</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Pero me muero por que te quiero.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Te dejaré en claro que sigo herido</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Dejarte me pegó demasido fuerte</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Tu perfume embriaga mis sentidos</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Que es algo que nadie siente.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>No encuentro la manera de salir</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Las cuatro paredes me acorralan</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Como si no hubiera que decir</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Mis brazos dicen que te extrañan.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Si me pierdo entre tus sombras</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Se que podria estar mejor</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Estoy seguro que si detengo las horas</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Podria arrancarte sin dolor.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Desea estar en otro lugar</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Donde jamás te haya conocido</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Que núnca te llegue a amar</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Y que esta letra quede en el olvido.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En los tiempos de la Gripe A (en construcción)]]></title>
<link>http://generacionbocapocista.wordpress.com/2009/11/26/en-los-tiempos-de-la-gripe-a-en-construccion/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 20:41:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>generacionbocapocista</dc:creator>
<guid>http://generacionbocapocista.wordpress.com/2009/11/26/en-los-tiempos-de-la-gripe-a-en-construccion/</guid>
<description><![CDATA[En los tiempos de la Gripe A la gente iba con mocos en el codo y no resultaba tan vulgar. Se acabaro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>En los tiempos de la Gripe A<br />
la gente iba con mocos en el codo<br />
y no resultaba tan vulgar.</p>
<p>Se acabaron las vergüenzas,<br />
todos eramos más que sospechosos<br />
y los hombres dejaron de arrimar<br />
sus caras para los dos besos<br />
sus órganos de contenido sexual.<br />
Una fiebre que es el miedo;<br />
su estigma, la letra A.</p>
<p>Pese a su origen cerdícola, aviar,<br />
de cualquier lugar,<br />
en los tiempos de la gripe A<br />
no era nada glamuoroso<br />
pillarse una estacional.</p>
<p>Los ojos, la boca,<br />
los zupos, los papos.<br />
Nada se podía tocar,<br />
en los tiempos de la gripe A</p>
<p>Ah! “A” Oh! “A”, Gripe “A”<br />
exclamaciones de susto y horror<br />
en tiempos de la Gripe A.</p>
<p>Cuanto sufrimiento contagiarla<br />
cuanto dolor padecerla<br />
cuanto terror pillarla<br />
para luego acabar igual.</p>
<p>En los tiempos de la gripe A,<br />
el alcohol, adquirió usos alocados<br />
algunos lo empleaban para lavarse las manos.</p>
<p>Muchos excusaron su borrachera<br />
alegando higiene intestinal<br />
Estar ebrio es consecuencia de la gripe A</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[POESÍA DE  VERSOS  AUSENTES  por Fabianni Belemuski]]></title>
<link>http://niramart.wordpress.com/2009/11/25/poesia-de-versos-ausentes-por-fabianni-belemuski/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 22:55:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>niramart</dc:creator>
<guid>http://niramart.wordpress.com/2009/11/25/poesia-de-versos-ausentes-por-fabianni-belemuski/</guid>
<description><![CDATA[El titular escogido no es un declaración de principios, no es un llamamiento para leer el artículo y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El titular escogido no es un declaración de principios, no es un llamamiento para leer el artículo y tampoco es una visión fatídica del panorama poético actual. No es nada de eso, aunque guarda parecido con cada una de las características enumeradas; es sobre todo la definición del libro Con Versos, fragmentos de una antología futura, publicado por Ediciones Antígona en el 2006.  Catorce poetas desconocidos pintan con letras de plomo pesadas unos pensamientos nada desconocidos, pero olvidados por el hombre inmobiliario de la sociedad española, aquel hombre preocupado por pagar sus deudas, su hipoteca, preocupado en definitiva por el olvido de su propia existencia.</p>
<p>Los versos de estos poetas devuelven al oído que se atreve a recitarlos en voz baja la poesía que creíamos perdida: he aquí la poesía actual, la tendencia moderna, la evolución y los rasgos identificativos del arte más sancionado por la modernidad, el arte desgraciado y aparcado. Los poetas son seres miserables y deplorables que no consiguen efectos financieros, seres que se han quedado para siempre bloqueados en el romanticismo y que desconocemos y sobre todo no reconocemos, parecen clamar las voces ávidas de trabajo, suerte, dinero y diversión.</p>
<p>Pero se equivocan. Para aquellos que hace mucho tiempo que han dejado de leer poesía, les invito a echar un vistazo no exhaustivo a la poesía de Ivan de la Casa, Ana García de Polavieja o Hector Martínez Sanz, poetas de Con Versos.</p>
<p>El lenguaje poético de Ana García es sublime, su feminidad, marcada por la fragilidad de su existencia, sus miedos (recordemos, siempre irracionales) se plasman en obras como “La mujer” donde la sutileza de su pensamiento hace la poesía. En poesía no encontramos “te echo de menos” sino “la espera casi oxidada de los objetos”, en poesía no encontramos certezas sino solamente sospechas, intuiciones. Creía perdida esta definición de la poesía y la reconozco de nuevo leyendo los versos de Ana García: “La sospecha / del inicio leve de otros pasos / hacia dentro.</p>
<p>Pero la muestra siempre se queda pequeña en relación con el universo poético estudiado, en este caso los versos ausentes, de la colección presentada. Ausentes porque nadie hace ya la presencia, nadie llama por su nombre a la poesía que existe y se manifiesta aquí.</p>
<p>El verso reivindicativo de Hector Martínez Sanz busca el sitio que le corresponde a la poesía, incitando a su lectura. El poeta se encuentra “sujeto al poema sin sustancia y que sin embargo celebro”. Pero él declama la poesía con versos y rimas, aún cuando esa triste soledad que nos acecha a todos, le vence: “Entre mis brazos y mi almohada ya no queda nada”.</p>
<p>Los temas de la poesía, por mucho que cambien los tiempos son siempre los mismos. Las desventuras del ser humano cada vez más tecnologizado, más preparado para vivir la paradoja de la soledad en la era de la globalización, se hacen patentes en estos intentos poéticos, que son a la vez manifestaciones poéticas y declaraciones de amor. Amor a la vida, amor al amor, al dolor, al sufrimiento, al pecado, al error, amor a lo humano. Son declaraciones de guerra.</p>
<p>Carlos G. Torrico expresa irónicamente su visión del mundo al que, para concluir el libro, describe así: “el humano pensante / y lascivo al tiempo / que nada teme al futuro / de su razón. / que hace mirando su escenario / mientras gira. / consumirse con su método / vacío de la vida / …y de mundo / salud.”</p>
<p>Xurde Portilla arroja más optimismo al futuro de la poesía: “Ten paciencia. La vida te rescatará / En el recuerdo más inesperado”.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha da rosa]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/quadrinha-da-rosa/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:14:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/quadrinha-da-rosa/</guid>
<description><![CDATA[Ó rosa, nobre e bonita, que encantamento trazeis! Em vossa beleza, habita a majestade dos reis! ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/rosa-cartao-postal-19091.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6068" title="rosa cartão postal 1909" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/rosa-cartao-postal-19091.jpg" alt="rosa cartão postal 1909" width="390" height="248" /></a></p>
<p>Ó rosa, nobre e bonita,</p>
<p>que encantamento trazeis!</p>
<p>Em vossa beleza, habita</p>
<p>a majestade dos reis!</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8212;</span></p>
<p>(Eno Teodoro Wanke)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SABER-SE UM NÃO SABEDOR]]></title>
<link>http://prosaempoema.wordpress.com/2009/11/25/saber-se-um-nao-sabedor/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:13:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>prosaempoema</dc:creator>
<guid>http://prosaempoema.wordpress.com/2009/11/25/saber-se-um-nao-sabedor/</guid>
<description><![CDATA[pessoas,   o que vejo pode ser considerado uma verdade? como reter a verdade no olhar? por que nasci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="mb_0">
<div>pessoas,</div>
<div> </div>
<div>o que vejo pode ser considerado uma verdade? como reter a verdade no olhar? por que nasci brasileiro? por que moro no rio de janeiro? para onde a gente vai, andando pelo mundo? para onde o mundo vai? por que estou, sou, aqui e agora? a que fins atenderia?</div>
<div> </div>
<div>são perguntas que, como a cantora e responsável pelas linhas que seguem, não sei responder. simplesmente <em>não sei</em>.</div>
<div> </div>
<div>gosto de cantar esta perspectiva, a de não saber, a de não entender inúmeras coisas, porque é um tapa na cara de quaisquer grandes arrogância ou prepotência que tentem aproximação.</div>
<div> </div>
<div>clarice lispector diz no seu livro <em>a paixão segundo g.h.</em>:</div>
<div> </div>
<div><em>Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo.</em></div>
<div><em></em> </div>
<div>deste modo, em meio a tantas incertezas, neste breu, afirmo, certo, claro: vou sem rumo, vou seguindo, vou vivendo.</div>
<div> </div>
<div>e que cada um de nós viva a sua própria vida, procure-a: cada um sabe dos gostos que tem, sabe das suas escolhas, das suas curas, dos seus jardins.</div>
<div> </div>
<div>sejamos felizes e façamos felizes!</div>
<div> </div>
<div>beijo bom e terno,</div>
<div>o preto.</div>
<div> </div>
<div><em>(se puderem, procurem e conheçam a canção. é lindíssima.)</em> </div>
<div>________________________________</div>
<div> </div>
<div>(extraído do cd: <strong>Vanessa da Mata</strong>. artista: <strong>Vanessa da Mata</strong>. gravadora: <strong>Sony Music</strong>.)</div>
<div> </div>
<div><strong>Onde ir</strong> (versos: <strong>Vanessa da Mata</strong>)</div>
<div> </div>
<div>Eu não sei o que vi aqui</div>
<div>Eu não sei para onde ir</div>
<div>Eu não sei por que moro ali</div>
<div>Eu não sei por que estou</div>
<div> </div>
<div>Eu não sei para onde a gente vai</div>
<div>Andando pelo mundo</div>
<div>Eu não sei para onde o mundo vai</div>
<div>Neste breu vou sem rumo</div>
<div> </div>
<div>Só sei que o mundo vai de lá pra cá</div>
<div>Andando por ali</div>
<div>Por acolá</div>
<div>Querendo ver um sol que não chega</div>
<div>Querendo ter alguém que não vem</div>
<div>Não vem</div>
<div> </div>
<div>Cada um sabe dos gostos que tem</div>
<div>Suas escolhas, suas curas</div>
<div>Seus jardins</div>
<div>De que adianta a espera de alguém?</div>
<div>O mundo todo reside</div>
<div>Dentro, em mim</div>
<div>Cada um pode com a força que tem</div>
<div>Na leveza e na doçura</div>
<div>De ser feliz</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crece la noche...]]></title>
<link>http://elperfumedemujer.wordpress.com/2009/11/25/crece-la-noche/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 07:19:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>El perfume de mujer</dc:creator>
<guid>http://elperfumedemujer.wordpress.com/2009/11/25/crece-la-noche/</guid>
<description><![CDATA[  Crece la noche en su fragor secreto de resinas, como un hilo de sangre en la espesura, crece la no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#5f9ea0;"> </span><a rel="attachment wp-att-1722" href="http://elperfumedemujer.wordpress.com/2009/11/25/crece-la-noche/_cla_r_lna/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1722" title="_cla_r_lna" src="http://elperfumedemujer.wordpress.com/files/2009/11/cla_r_lna.jpg" alt="" width="542" height="506" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#5f9ea0;"><em>Crece la noche<br />
en su fragor secreto de resinas,<br />
como un hilo de sangre en la espesura,<br />
crece la noche<br />
sin otra voz que el sordo murmurar<br />
del tiempo.<br />
La luna eclipsa su presencia<br />
y como sombra tenue<br />
se posa entre las ramas desoladas,<br />
en los oscuros quicios de las puertas,<br />
en los senderos olvidados<br />
donde la luz naufraga de nostalgia.<br />
Un preludio de alas<br />
anuncia el vuelo de la tarde<br />
y mientras crece la noche,<br />
yo escucho la canción de los crepúsculos,<br />
la voz oscura del misterio<br />
que enreda sueños<br />
en el telar vicioso de las horas<br />
y mece entre los mágicos follajes,<br />
las larvas del silencio.</em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#5f9ea0;"><em>Cristina Maya</em></span></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nhá Carola, poesia Ricardo Gonçalves para uso escolar]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/nha-carola-poesia-ricardo-goncalves-para-uso-escolar/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:16:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/24/nha-carola-poesia-ricardo-goncalves-para-uso-escolar/</guid>
<description><![CDATA[Fundo de quintal, 2009 Daniel Penna ( Brasil, 1951) óleo sobre tela/ sobre madeira 18 cm x 24 cm www]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/daniel-penna-sp-1951-fundo20quintal-osm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6050" title="Daniel Penna ( SP, 1951) Fundo%20Quintal, osm" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/daniel-penna-sp-1951-fundo20quintal-osm.jpg" alt="Daniel Penna ( SP, 1951) Fundo%20Quintal, osm" width="510" height="375" /></a><strong><em>Fundo de quintal</em></strong>, 2009</p>
<p>Daniel Penna ( Brasil, 1951)</p>
<p>óleo sobre tela/ sobre madeira</p>
<p>18 cm x 24 cm</p>
<p><a href="http://www.pennart.com.br">www.pennart.com.br</a></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<h5>Nhá Carola</h5>
<p>                                                            <em>A .D. Olga</em></p>
<p>                                                          Ricardo Gonçalves</p>
<p>Arrepanhando o vestido</p>
<p>De chita azul, nhá Carola,</p>
<p>Põe feijão na caçarola</p>
<p>Para o almoço do marido.</p>
<p>Dorme um cachorro estendido</p>
<p>À porta da casinhola;</p>
<p>Gritam galinhas de Angola</p>
<p>No terreiro bem varrido.</p>
<p>Enquanto chia a panela,</p>
<p>A moça vai à janela,</p>
<p>A ver se o marido vem.</p>
<p>Mas entra logo zangada</p>
<p>Porque na volta da estrada</p>
<p>Não aparece ninguém.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8211;</span></p>
<p>Em: <em><strong>Poesia Brasileira para a Infância</strong></em>,  Cassiano Nunes e Maria da Silva Brito,  São Paulo, Saraiva:1968</p>
<p> &#8211;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ricardo-goncalves.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6051" title="ricardo gonçalves" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/ricardo-goncalves.jpg" alt="ricardo gonçalves" width="262" height="272" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">&#8211;</span></strong></p>
<p><strong>Ricardo</strong> Mendes <strong>Gonçalves  </strong>(SP, SP 1893 – SP, SP 1916)<strong> </strong>pseudônimos: Ricardo Gonçalves, Bruno de Cadiz, D. Ricardito.  Poeta, tradutor, jornalista, diplomado em Direito (1908), político, membro grupo Minarete.  Trabalhou para diversos jornais entre eles o <strong><em>Comércio de São Paulo e Estadinho</em></strong>. Foi também repórter do jornal <strong><em>O Correio Paulistano</em></strong>.</p>
<p>Obras:</p>
<p> <em>Ipês</em>, 1922</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tiempo, huellas]]></title>
<link>http://lacanciondelasirena.wordpress.com/2009/11/24/tiempo-huellas/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:36:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ea Pozoblock</dc:creator>
<guid>http://lacanciondelasirena.wordpress.com/2009/11/24/tiempo-huellas/</guid>
<description><![CDATA[Franz von Stuck Allí comienza el mundo: simiente y lava endurecida, lluvia y barro presagio, perdici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;"><a rel="attachment wp-att-6302" href="http://lacanciondelasirena.wordpress.com/2009/11/24/tiempo-huellas/franz-von-stuck-3/"><img class="alignnone size-large wp-image-6302" title="Franz von Stuck " src="http://lacanciondelasirena.wordpress.com/files/2009/11/franz-von-stuck-3.jpg?w=600" alt="" width="600" height="366" /></a></span></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;"><a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Franz_von_Stuck">Franz von Stuck</a></span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Allí comienza el mundo: simiente</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">y lava endurecida, lluvia y barro</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">presagio, perdición, un removerse </span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">de la nada</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">que la arena desgrana.</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Allí comienza el tiempo</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">en esa hoja asombrada de renacer</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">lentamente se despliega su designio.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Tiempo, nombre exacto de las estaciones</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">que yerguen en nosotros su morada</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">allí donde todo se detiene, tú pasas</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">y cada cosa irrigada por tus remolinos</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">toma su humilde y frágil medida.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Cuando no soplas, soplas</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">raíces y yemas, engendras una tierra</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">enseguida disuelta.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Bajo el cielo sombrío e inalcanzable </span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">avanzas sobre tus propias huellas.</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">¿De qué vértigo colmas mi alma?</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">¿Con qué fuego alimentas</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">el impulso mismo que te destruye?</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Cuando la luz agota el alba por la que sube</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">prosigues la incansable tarea</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">de devolver el mundo a su apacible agonía</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">y toda verdad incumplida se aloja en ti</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">como un destino, siembra y polvo.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Primero el aire, la llama herida </span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">después la dolorosa obstinación</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">de lo viviente entre el oleaje.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">¿Adónde llevas? ¿Hacia qué orilla</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">sin límite, sin medida</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">a qué recomienzo</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">conduces mis pasos uno a uno</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">abriendo la última brecha</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">en medio del tránsito?</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Mientras en mí, como árboles fríos</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">las edades se inclinan </span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">miro lo que prometen las mareas</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">en esos viajes de migrantes</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">despojos, deseos, de nuevo el tiempo</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">que agita cuanto toca.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Resuena el gong.</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Ya el tiempo se voltea </span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">y celebra en su movimiento</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">la imperfección de cada cosa:</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">arista, fractura, corte.</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Pero también el ínfimo temblor</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">al borde de la noche, fervor</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">en que nos reconocemos.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Fervor de la arcilla y de la piedra</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">fragmentos del tiempo</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">que horadan la travesía.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Descendemos, rasando el follaje</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">sin saber si hemos levantado un poco de tierra</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">y de ser, en ese impulso, lo más cerca</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">de nosotros mismos. Descendemos</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">como desciende el día, o el río.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Lo que nace pide morir.</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">La flecha irá a unirse a la Diana;</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">nada habré perdido, nada poseído.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">El tiempo, alrededor del eje de la vida</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">se enrolla. Y al enrollarse, se reanuda</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">con su misterio.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Sin tregua, sopla yemas y raíces.</span></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><strong><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Hélène Dorion</span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.de.-tener.]]></title>
<link>http://ag0nistika.wordpress.com/2009/11/24/965/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:44:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>ag0nistika</dc:creator>
<guid>http://ag0nistika.wordpress.com/2009/11/24/965/</guid>
<description><![CDATA[.kuand0 eL cieLo nada más que tiene nubes para d0rmir. .La Luna estreLLas para s0ñar. .eL aLma tact0]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><pre style="text-align:center;"><span style="color:#63b649;">.kuand0 eL cieLo nada más que tiene nubes para d0rmir.
.La Luna estreLLas para s0ñar.
.eL aLma tact0, oid0, vista, paLabras y La nada para voLar.
.y tú...tod0 Lo ke me kisieras.</span></pre>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Shell Shelter]]></title>
<link>http://cabezainquieta.wordpress.com/2009/11/23/shell-shelter/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:42:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>ElPixel</dc:creator>
<guid>http://cabezainquieta.wordpress.com/2009/11/23/shell-shelter/</guid>
<description><![CDATA[A cada paso que te acercas, te espero A cada palabra que me falta, te anhelo A cada mirada que te su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A cada paso que te acercas, te espero</p>
<p>A cada palabra que me falta, te anhelo</p>
<p>A cada mirada que te susurro, te necesito</p>
<p>A cada sueño que te dedico, te recuerdo</p>
<p>A cada vez que faltas, no puedo</p>
<p>A cada beso que pierdo, te busco</p>
<p>A cada lágrima, no resisto</p>
<p>A cada verso roto, te veo</p>
<p>A cada vez que pienso, ¿ debo?</p>
<p>A cada vez que te beso, te quiero.</p>
<p>Por cada vez que te quise y no pude hacerlo.</p>
<p>Por cada vez que te quiero, ¿ puedo hacerlo?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tan de noche que se llama madrugada]]></title>
<link>http://ulysshes.wordpress.com/2009/11/23/tan-de-noche-que-se-llama-madrugada/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:35:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>ulysshes</dc:creator>
<guid>http://ulysshes.wordpress.com/2009/11/23/tan-de-noche-que-se-llama-madrugada/</guid>
<description><![CDATA[Luz de luna &nbsp; Es de noche y solo de pensarte se dibuja una sonrisa, Es de noche, tan de noche q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_314" class="wp-caption aligncenter" style="width: 386px"><a href="http://ulysshes.wordpress.com/files/2009/11/noche_de_luna_llena.jpg"><img class="size-full wp-image-314" title="Noche_de_luna_llena" src="http://ulysshes.wordpress.com/files/2009/11/noche_de_luna_llena.jpg" alt="" width="376" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Luz de luna</p></div>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#000000;">Es de noche y solo de pensarte se dibuja una sonrisa,</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Es de noche, tan de noche que se llama madrugada</span></p>
<p><span style="color:#000000;">y los versos enamorados nacen y brotan tan deprisa,</span></p>
<p><span style="color:#000000;">¡Pareciera que tu cuerpo estuviera sobre mi almohada!.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Es de noche como aquella en la que esperábamos estrellas</span></p>
<p><span style="color:#000000;">A la luz de tus ojos que proyectaban tu mirada,</span></p>
<p><span style="color:#000000;">En esa noche tan oscura y fugaz como el paso del tiempo,</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Todavía siento tu cabeza apoyada sobre mi espalda.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Contabas emocionada cada estrella fugaz en el firmamento,</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Sentía vibrar tu voz ilusionada en el fondo de mi alma,</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Respiraba a través de tu respiración igual que ahora siento</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Mientras cierro los ojos para perderme en el azul de tu mirada.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Es de noche y la oscuridad se cierne inundando cada rincón,</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Cubriendo los relieves y las formas del sueño de mi Ilíada,</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Sí, es de noche y una lágrima se escapa entre el miedo y la ilusión,</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Porque es de noche mi amor, tan de noche que se llama madrugada.</span></p>
<p>﻿</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Juan Mosto interpretó con mucho sentimiento sus canciones en Las Tardes del Tío Ronco]]></title>
<link>http://cpntioronco.wordpress.com/2009/11/23/juan-mosto-interpreto-con-mucho-sentimiento-sus-canciones-en-las-tardes-del-tio-ronco/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:35:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>cpntioronco</dc:creator>
<guid>http://cpntioronco.wordpress.com/2009/11/23/juan-mosto-interpreto-con-mucho-sentimiento-sus-canciones-en-las-tardes-del-tio-ronco/</guid>
<description><![CDATA[Compositor e intérprete del criollismo, Juan Mosto El gran compositor de música criolla Juan Mosto r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Compositor e intérprete del criollismo, Juan Mosto El gran compositor de música criolla Juan Mosto r]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LIÇÃO DE UM GATO SIAMÊS]]></title>
<link>http://prosaempoema.wordpress.com/2009/11/23/licao-de-um-gato-siames/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:08:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>prosaempoema</dc:creator>
<guid>http://prosaempoema.wordpress.com/2009/11/23/licao-de-um-gato-siames/</guid>
<description><![CDATA[queridos e queridas,   quando bati os olhos neste poema, mais precisamente, depois de lê-lo e de rel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>queridos e queridas,<br />
 <br />
quando bati os olhos neste poema, mais precisamente, depois de lê-lo e de reler o seu título, cinco mulheres lindas surgiram-me de imediato.<br />
 <br />
tratam-se de grandes amigas, por quem possuo o mais alto sentimento de amor. são daquelas &#8220;para o que der e vier&#8221;, com suas peculiaridades, suas especificidades, todavia, com características bem semelhantes: mulheres fortes, ágeis, sempre solícitas, que &#8220;estão na chuva para se molharem&#8221;, no entanto, magicamente, também com um lado que me parece frágil, muy delicado, necessitado de cuidados, cuidados que este preto se disponibiliza a oferecer sempre que precisam, que precisarem; e todas as cinco &#8212; foi exatamente esta característica que me levou a elas em pensamento &#8212; são APAIXONADAS por gatos: maria cristina martins (a minha crisca), sabrina guerghe, lígia julianelli, cris alice resende e júlia selma. o título das linhas que lhes envio clarifica que a lição aprendida foi ensinada por um felino.<br />
 <br />
o poema trata da eternidade do tempo transitivo, ou seja, fala da eternidade do tempo que nos cabe, da eternidade do tempo que é nosso, que é eterno por perdurar EXATAMENTE a nossa existência, posto que vida, posto que caminho a caminhar, posto que trilha a trilhar, apenas, somente, enquanto vivo.<br />
 <br />
portanto:<br />
 <br />
vivamos as nossas eternidades!<br />
vivamos enquanto há tempo!<br />
vivamos enquanto vivemos!<br />
 <br />
esta é a nossa única possibilidade concreta, não se esqueçam.<br />
 <br />
beijo em vocês!<br />
o carinho de sempre,<br />
paulo sabino / paulinho.<br />
_________________</p>
<p>(autor: <strong>Ferreira Gular</strong>. livro: <strong>Muitas vozes</strong>. editora: <strong>José Olympio</strong>)<br />
 <br />
<strong>LIÇÃO DE UM GATO SIAMÊS</strong><br />
 <br />
Só agora sei<br />
que existe a eternidade:<br />
é a duração<br />
      finita<br />
      da minha precariedade<br />
 <br />
O tempo fora<br />
de mim<br />
            é relativo<br />
mas não o tempo vivo:<br />
esse é eterno<br />
porque afetivo<br />
&#8212; dura eternamente<br />
    enquanto vivo<br />
 <br />
E como não vivo<br />
além do que vivo<br />
não é<br />
tempo relativo:<br />
dura em si mesmo<br />
eterno (e transitivo)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uns versos de Thiago de Mello]]></title>
<link>http://mardehistorias.wordpress.com/2009/11/23/uns-versos-de-thiago-de-mello/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:19:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
<guid>http://mardehistorias.wordpress.com/2009/11/23/uns-versos-de-thiago-de-mello/</guid>
<description><![CDATA[Recebi a tarefa de escrever uma pequena resenha sobre uma coletânea de poemas de Thiago de Mello, es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Recebi a tarefa de escrever uma pequena resenha sobre uma coletânea de poemas de Thiago de Mello, es]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha, filosofia de vida]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/quadrinha-filosofia-de-vida/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:09:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/quadrinha-filosofia-de-vida/</guid>
<description><![CDATA[Bambu ao vento, aquarela chinesa.   Resiste ao vento o pinheiro, e a ramaria espedaça; mas o bambu, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bambu-ao-vento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5121" title="bambu ao vento" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bambu-ao-vento.jpg" alt="bambu ao vento" width="510" height="360" /></a><strong><em>Bambu ao vento, aquarela chinesa.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Resiste ao vento o pinheiro,</p>
<p>e a ramaria espedaça;</p>
<p>mas o bambu, mesureiro,</p>
<p>dobra o dorso, e o vento passa.</p>
<p>(Archimino Lapagesse)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rayo azul]]></title>
<link>http://fobosanzony.wordpress.com/2009/11/23/rayo-azul/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:27:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>fobosanzony</dc:creator>
<guid>http://fobosanzony.wordpress.com/2009/11/23/rayo-azul/</guid>
<description><![CDATA[Porque te vi y no fuiste más que un rayo azul. Un fulgor que me cruzó la vista. Una estela de celest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Porque te vi</p>
<p style="text-align:center;">y no fuiste más que un rayo azul.</p>
<p style="text-align:center;">Un fulgor que me cruzó la vista.</p>
<p style="text-align:center;">Una estela de celeste luminoso.</p>
<p style="text-align:center;">Estaba todo oscuro</p>
<p style="text-align:center;">y tú fulminaste mis ojos</p>
<p style="text-align:center;">con tus brillos de mar rabioso.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Pero ya estoy cansado</p>
<p style="text-align:center;">de nadar en ese oleaje tuyo</p>
<p style="text-align:center;">y de que cada vez que te vea</p>
<p style="text-align:center;">no seas nada más que eso,</p>
<p style="text-align:center;">un relampago fugaz e indiferente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[You're just a little child]]></title>
<link>http://intomywild.wordpress.com/2009/11/22/youre-just-a-little-child/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 00:02:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>June Smerth</dc:creator>
<guid>http://intomywild.wordpress.com/2009/11/22/youre-just-a-little-child/</guid>
<description><![CDATA[Me deixar levar assim Por um não futuro certo Bobagem infantil Erro certo consumado Não é nada extra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ff99cc;"><a href="http://intomywild.wordpress.com/files/2009/11/4588.jpg"><img class="size-full wp-image-266   alignright" src="http://intomywild.wordpress.com/files/2009/11/4588.jpg" alt="" width="203" height="197" /></a>Me deixar levar assim</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;">Por um não futuro certo</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;">Bobagem infantil</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;">Erro certo consumado</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;">Não é nada extra-físico</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;">Vontade passa</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;">Verdade volta</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;">Intensidade fica</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;">Você vai</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;">E eu&#8230; ?</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Santo guerrilheiro, Conselheiro, por Romério Rômulo]]></title>
<link>http://cachacaaraci.wordpress.com/2009/11/21/santo-guerrilheiro-conselheiro-por-romerio-romulo/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 22:01:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nivia de Oliveira Castro</dc:creator>
<guid>http://cachacaaraci.wordpress.com/2009/11/21/santo-guerrilheiro-conselheiro-por-romerio-romulo/</guid>
<description><![CDATA[GERRILHEIRO, BERRA “o estado da manhã é uma ausência a impetrar as cores mais cruéis. a pútrida face]]></description>
<content:encoded><![CDATA[GERRILHEIRO, BERRA “o estado da manhã é uma ausência a impetrar as cores mais cruéis. a pútrida face]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Versos irracionales]]></title>
<link>http://exopolis.wordpress.com/2009/11/21/poema-mnemotecnico/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 17:18:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lester_Burnham</dc:creator>
<guid>http://exopolis.wordpress.com/2009/11/21/poema-mnemotecnico/</guid>
<description><![CDATA[Hoy tengo el día especialmente freak: Voy a amar a solas, deprimido no sabrán jamás que sueño hallar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoy tengo el día especialmente <strong>freak</strong>:</p>
<blockquote><p>Voy a amar a solas, deprimido<br />
no sabrán jamás que sueño hallarte,<br />
perímetro difícil, escondido<br />
que en mis neuronas late&#8230;<br />
Oscuro el camino para ver<br />
los secretos que tú ocultas<br />
¿hallarlos podré&#8230;?</p></blockquote>
<p id="firstHeading">Estos versos esconden una rara, friki y curiosa (y quizás banal) <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltObtenerHtml?LEMA=mnemotecnia&#38;SUPIND=0&#38;CAREXT=10000&#38;NEDIC=No">regla mnemotécnica</a> para los 32 primeras cifras de <strong>Pi </strong>(a.k.a. π). El método en cuestión radica en que <strong>el número de letras de cada palabra es en realidad cada cifra</strong> del célebre número irracional&#8230; Podéis encontrar algún ejemplo más en <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_%CF%80#Reglas_nemot.C3.A9cnicas">su artículo</a> de la Wikipedia.</p>
<p>Por cierto que tanto <strong>Dios </strong>como el <strong>Profesor Frink</strong> no se complican la vida memorizando tanto decimal&#8230; Más bien afirman que <a href="http://erynus.blogspot.com/2009/01/es-3-exactamente.html">Pi es 3 exactamente</a>.</p>
<div id="attachment_2328" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://exopolis.wordpress.com/files/2009/11/pi-frink.jpg"><img class="size-full wp-image-2328" title="pi frink" src="http://exopolis.wordpress.com/files/2009/11/pi-frink.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">&#34;¡Pi es tres exactamente!&#34;</p></div>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mujer Cibaeña.]]></title>
<link>http://browndelacruz.wordpress.com/2009/11/21/mujer-cibaena/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 06:51:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>redbarcheta1</dc:creator>
<guid>http://browndelacruz.wordpress.com/2009/11/21/mujer-cibaena/</guid>
<description><![CDATA[Dios te bendiga mujer cibaeña, mujer de lucha, de mirada fresca como el agua. Alabada seas mujer de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dios te bendiga mujer cibaeña, mujer de lucha, de mirada fresca como el agua.</p>
<p>Alabada seas mujer de saman y amapola,  de tan alta bellesa, de tan frondosa figura.</p>
<p>Te amo mujer de mil batallas, que ganas a  diario con una sonrisa, con la frente en alto  bajo el sol que marchita.</p>
<p>Te admiro mujer cibaeña, rubia, blanca, negra, trigueña, de fuerte carácter y grácil cadencia.</p>
<p>Muero por tu corazón santiaguera, y por tus labios de ponche, dulce mocana, por tu piel de cacao macorisana, y los ojos buenos de una vegana.</p>
<p>Perdoname puerto plateña, si te has sentido olvidada, mi memoria de ti se embriaga, entre las taimascaradas tardes y las olas que te bañan.</p>
<p>Y como no amaite mujei cibaeña, poi que dende que te vide como jaiba entro e una lata, mi corazón empezó a lati, y si no es por nuestra I, como diferenciarte entre las dominicanas.</p>
<p>Mujer de campo a entro, mujer de flamboyan, mujer de merengue caminar y de cuerpo apambichao.</p>
<p>Arretá por demas, de celo intenso sin dudar, si me amas, a las doce nos vamo a fugá.</p>
<p>Bendita seas, cibaeña, esplendorosa, fertil, florida y espinosa, aguilucha desde chiquitica, romancera desde el valle hasta la loma .</p>
<p>Mujer cibaeña, mujer inteligente, mujer fiel, mujer compañera, mujer al fin, simpatica, conversadora, fascinante.</p>
<p>Cuando sea mi hora de morir, quiero morir a tu lado. Cuando haya de morir, que me entierren en tu tierra, cerca donde está tu corazón, junto al platanal, o en el pinar, pero de tu lado no me vayas a apartar.</p>
<p>&#160;</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 343px"><img title="Mujer Cibaeña" src="http://images.quebarato.com.br/photos/big/9/3/25D493_1.jpg" alt="Mujer Cibaeña" width="333" height="447" /><p class="wp-caption-text">Mujer Cibaeña</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La mosca.]]></title>
<link>http://browndelacruz.wordpress.com/2009/11/21/la-mosca/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 06:25:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>redbarcheta1</dc:creator>
<guid>http://browndelacruz.wordpress.com/2009/11/21/la-mosca/</guid>
<description><![CDATA[Jeff Goldblum, interpretando al Dr.Seth Brundle en la famosa cinta &quot;La Mosca&quot;. &nbsp; Ante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption alignnone" style="width: 378px"><img title="Jeff Goldblum, interpretando al Dr.Seth Brundle en la famosa cinta &#34;La Mosca&#34;." src="http://i43.tinypic.com/wk4rk9.jpg" alt="Jeff Goldblum, interpretando al Dr.Seth Brundle en la famosa cinta &#34;La Mosca&#34;." width="368" height="240" /><p class="wp-caption-text">Jeff Goldblum, interpretando al Dr.Seth Brundle en la famosa cinta &#34;La Mosca&#34;.</p></div>
<p>&#160;</p>
<p>Ante Murmullos y carcajadas, conversaciones y chanzas, mi mente dibaga mientras espero el almuerzo.</p>
<p>El irritante chirrido de una silla que entretiene a un comenzal mientras mueve sus piernas, es el mismo que me interrumpe y llama tanto mi atención como a la de los demas presentes.</p>
<p>Pero, la situación admite este tipo de comportamientos, como la esponja al agua. Así, hay quienes hablan de sus labores en la seguridad informatica de alguna empresa, tan solo para hacerse oir como grandes genios de su area, otros hablan de sus relaciones, sus problemas, y en fin de la vida.</p>
<p>Yo por mi parte estoy hambriento, molesto por el abuso que los demas hacen de su libertad de expresión, aun así a la espectativa de servirne del alimento que tan suculento llace servido sobre la Mesa del Buffett.</p>
<p>Algunas personas simplemente me espantan con su comportamiento, algunas hablan con la boca llena, otras tocen sobre las comidas, algunos ni siquiera miden el volumen de sus irritantes carcajadas, al momento que aplauden y gritan desenfrenadamente.</p>
<p>Las ordas de comensales siguen llegando, y cada vez más el ambiente se hace incomodo. La desesperación me invade como al resto de los demas, nos avalanzamos a la mesa como insectos chupa sangre a la victima a desangrar, al fin mi porción está lista.</p>
<p>La verdad es que el tiempo se desvanese al comer con la sensación de un hoyo negro en el vientre. Tal vez es por eso que un amigo dice que la vida no tiene sentido despues de comer, hehe, ahora todo vestigio de malestar se ha esfumado; solo queda un gran sentido de felicidad interior.</p>
<p>Creo que ya puedo marchar, no sin antes pasar a la proxima mesa por el postre, entonces, sacudo mis alas, limpio mi trompa, y empiezo a volar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Observando el mar.]]></title>
<link>http://browndelacruz.wordpress.com/2009/11/21/observando-el-mar/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 06:11:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>redbarcheta1</dc:creator>
<guid>http://browndelacruz.wordpress.com/2009/11/21/observando-el-mar/</guid>
<description><![CDATA[El tiempo le ha traicionado, el pelo de aquel hombre que llamaban Leon, se ha vuelto blanco como los]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El tiempo le ha traicionado, el pelo de aquel hombre que llamaban Leon, se ha vuelto blanco como los cumulos de paja en el granero celestial.</p>
<p>La vida huye ante sus ojos, mientras alli en la galeria, sentado en la mesedora, observa el mar.</p>
<p>Sus amigos, siguieron el camino que señalaba la sombra con la oz, el amor se desvaneció como el agua ante el calor de la vida, y el cielo oscurecio el futuro de tantos sueños soñados, hoy tortuosas pesadillas que le apartan del solemne premio del trabajo.</p>
<p>Pero aun asi permanece sentado en aquella galeria, viendo el aire llevarse el tiempo, recostado en la balanceante mecedora, observando el impavido mar, amplio, azul, salado, amargo mar.</p>
<p>Las siluetas de las sillas en la galeria, se alargan en el piso tras el paso indetenible del sol, testigo y complice de esta drámatica y patética escena. Alli el hombre cabeza abajo, termina de deliberar todas las cosas, en cuanto a si he de terminar esta nota, o permitirme que alguno de ustedes la termine&#8230;</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 429px"><img title="Antony Quinn, en escena de la cinta &#34;El Viejo y el mar&#34;" src="http://laperiodicarevisiondominical.files.wordpress.com/2009/01/sjff_03_img1291.jpg?w=419&#038;h=318" alt="Antony Quinn, en escena de la cinta &#34;El Viejo y el mar&#34;" width="419" height="318" /><p class="wp-caption-text">Antony Quinn, en escena de la cinta &#34;El Viejo y el mar&#34;</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A arte de Antonio Barreto: poeta, cordelista, cantador]]></title>
<link>http://cachacaaraci.wordpress.com/2009/11/20/a-arte-de-antonio-barreto-poeta-cordelista-cantador/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 16:34:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nivia de Oliveira Castro</dc:creator>
<guid>http://cachacaaraci.wordpress.com/2009/11/20/a-arte-de-antonio-barreto-poeta-cordelista-cantador/</guid>
<description><![CDATA[Um dos presentes mais tocantes que já recebi chegou da terra de Nosso Senhor do Bonfim, através de u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um dos presentes mais tocantes que já recebi chegou da terra de Nosso Senhor do Bonfim, através de u]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
