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	<title>viagem-com-bebesdocumentos-de-viagem-bebes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "viagem-com-bebesdocumentos-de-viagem-bebes"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 15:02:32 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Viagem com bebês: Triatlon no aeroporto!]]></title>
<link>http://giramundo.wordpress.com/2007/09/22/viagem-com-bebes-triatlon-no-aeroporto/</link>
<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 23:21:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Bernardes</dc:creator>
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<description><![CDATA[É difícil gastar menos de 3 horas entre sair de casa e entrar no avião. Quem tem bebê em casa sabe e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src='http://giramundo.wordpress.com/files/2007/09/embarque.JPG' alt='' /></p>
<p>É difícil gastar menos de 3 horas entre sair de casa e entrar no avião. Quem tem bebê em casa sabe exatamente o que isso significa: um intervalo de uma mamada.</p>
<p>Depois que a Clara nasceu, nós passamos a contar o tempo em uma unidade de tempo diferente: mamadas/dia.</p>
<p>No dia da viagem, estávamos cientes de que teríamos problemas se ela ficasse com fome entre o táxi e a poltrona do avião.<br />
Combinamos com o taxista o horário de saída com antecedência, observando o horário do nosso vôo e os horários de mamada da Clara. O esquema foi fazer uma conta de chegada para ajustar a última mamada em casa aos últimos instantes antes da partida. Para isso, deixamos tudo pronto, tudo mesmo, inclusive malas e chaves na porta, demos de mamar para o bebê nos instantes que antecederam à partida e&#8230; Fomos!</p>
<p>Foi mamar e correr para a prova de triatlon que nos aguardava: </p>
<p><strong>
<ol>
Check-in<br />
Imigração/controle de segurança<br />
Embarque</ol>
<p></strong><br />
<strong>Check-in </strong></p>
<p>Esta é uma prova traiçoeira porque apesar de parecer fácil, há um detalhezinho novo que pode acabar com a sua viagem logo ali, antes de começar.</p>
<p><a href="http://giramundo.wordpress.com/2007/06/11/as-aventuras-da-clara-com-o-novo-passaporte-brasileiro/">Quando fiz o passaporte da Clara</a>, já no novo formato do novo passaporte brasileiro, eu notei que o documento não apresenta mais a filiação do titular. Isso significa que o novo passaporte brasileiro da Clara não contém o meu nome, nem o da minha mulher. Lá na Polícia Federal, fui informado de que eu não precisaria me preocupar porque a filiação e “outros detalhes” (minha pergunta era: como provar que sou pai da Clara para alguma autoridade que me parar mundo afora?) estão codificados no campo hachurado logo abaixo da data de expedição e vencimento do passaporte. Entendeu a pegadinha?</p>
<p>Seria preciso que toda “otoridade” do mundo tivesse uma maquininha para ler o tal campo se precisasse comprovar que somos os pais da Clara. Será que alguém achava mesmo que isso funcionaria? Quem teve essa brilhante idéia? Por quê?</p>
<p>Se eu já não gostava da cor do novo passaporte brasileiro, eu havia encontrado um motivo sério para odiá-lo. Ele simplesmente não resolve como documento de viagem. Você precisa viajar com a certidão de nascimento do bebê se não quiser ter problemas. NÃO PODE ESQUECER. Ainda bem que não confiei na informação que recebi do oficial da Polícia Federal porque a certidão de nascimento foi a primeira coisa que o atendente do check-in pediu ao ver o novo passaporte brasileiro da Clara. Lógico, ele não tem maquininha nenhuma&#8230;</p>
<p>Com ou sem cartões de milhagem estrelados, viajando na classe econômica ou primeira classe, se você viajar com um bebê, você terá prioridade sempre. Aproxime-se do balcão e seja atendido prontamente, mas não deixe de levar a certidão de nascimento do bebê, hehehe.</p>
<p><img src='http://giramundo.wordpress.com/files/2007/09/sala-vip.JPG' alt='' /></p>
<p><strong>Imigração/Controle de segurança</strong></p>
<p>Essa prova é complicada, pois requer equilíbrio com o bebê, atenção com a bagagem, agilidade no abrir-fechar-colocar-tirar-do-raio-X e acima de tudo, muuuuuito jogo de cintura.</p>
<p>É também a etapa menos previsível. Os juízes da prova ou agentes de segurança aplicam as regras conforme o humor no dia, então, o nível de exigência varia muito ao redor do mundo:</p>
<p><em>Inexistente, condescendente, quase imprudente: Amsterdam</em>.<br />
O agente nos deixou embarcar com mais de 1 litro de água mineral, detergente, esponja, sucos, vários cremes e toda a sorte de itens “perigosos” que nós simplesmente havíamos esquecido de tirar da mala de mão. Ele me chamou de lado e me disse: “Olha, eu vi no Raio X que sua mala tem um monte de coisa que eu não poderia deixar você levar, mas como você está com um bebê e família, vou deixar você levar, mas disfarce, não deixe ninguém ver, pois posso ter problemas se alguém pegar que te deixei entrar assim”.</p>
<p><em>Profissional e simpático: Guarulhos e Viena. </em><br />
Os agentes foram exigentes na verificação da bagagem de mão mas, ao menos, todo mundo nos ajudou a carregar e segurar as mochilas, abrir e fechar as bolsas. A Clara conseguiu cativá-los facilmente; </p>
<p><em>Cômico, mas eficiente: Roma.</em><br />
Em Roma, o detector de metais disparou quando minha mulher passava com a Clara nos braços. Com isso, a agente quis revistá-la e eu achei que devia então segurar a Clara para colaborar. Mas não, eu não podia, a agente queria revistar as DUAS. Tadinha da Clara, tudo bem que a fotinho dela no passaporte com os olhos quase fechados parece mesmo de uma bebê “perigosa e procurada” mas, daí a achar que ela carregaria uma arma nas fraldas, foi hilário.</p>
<p><em>Cri-cri, antipático, ineficiente e sem bom senso: Lisboa.</em><br />
Os agentes de segurança nos fizeram abrir toda a bagagem de mão sozinhos, abriram até as pomadas “íntimas” da Clara e nos fizeram experimentar o resto de água da garrafinha térmica pra mamadeira que o agente suspeitava ser nitroglicerina.</p>
<p>O melhor é usar o bom senso e bom humor. Levar água, comida e mantimentos justificáveis para o tempo do seu vôo. Se for um vôo intercontinental, eu levaria o suficiente para até 24 horas de mamadas e trocas de fraldas. Dessa forma, problemas de verdade, você não vai ter, bastará agüentar os eventuais &#8220;malas&#8221;.</p>
<p>A etapa da imigração comprova a ineficiência do nosso novo passaporte brasileiro. O agente de imigração da Polícia Federal disse que ele não tinha a máquina de leitura do novo passaporte ali no balcão dele. <strong>Ele também pediu pra ver a certidão de nascimento!!!</strong></p>
<p><strong>Embarque</strong></p>
<p>Esta prova exige apenas paciência. Procure um canto próximo ao portão e só embarque no finalzinho quando todo mundo já estiver instalado lá dentro.</p>
<p>Para conforto dos papais não marombados, o carrinho pode ser levado até a porta do avião. Lá, o funcionário despacha para o bagageiro pra você e quando desembarcar é só pedir que eles te entregam de volta na porta também. Demora uns 5 ou 10 minutos, mas ajuda muito em aeroportos gigantes mundo afora.</p>
<p>Se você passou incólume pelas provas anteriores, esta só será difícil se o vôo atrasar. Se atrasar, como aconteceu conosco em Guarulhos e em Lisboa, corra para a sala VIP mesmo que você não esteja viajando na classe executiva ou não tenha um cartão de milhagens estrelado. </p>
<p>Na hora do aperto, vale apelar para “estou com o bebê precisando dormir um pouquinho, meu vôo está atrasado, posso usar seu sofá um pouquinho?” Afinal, se o vôo atrasou, provavelmente a culpa foi da própria companhia aérea, então use qualquer argumento para entrar. Só não vai falar que você quer trocar a fralda lá dentro &#8230; ainda que seja essa a primeira coisa que você tenha pensado em fazer lá.  <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
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