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	<title>vida-em-sociedade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/vida-em-sociedade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "vida-em-sociedade"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 07:06:26 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://probrasilia.wordpress.com/2009/09/27/3/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 22:23:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>probrasilia</dc:creator>
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<description><![CDATA[26/08/2009 &#8211; DIRETOR-EXECUTIVO DE ONG ANTI-ARMAS COLOCA DEZENAS DE VIDAS EM RISCO Veículo: Agê]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>26/08/2009 &#8211; DIRETOR-EXECUTIVO DE ONG ANTI-ARMAS COLOCA DEZENAS DE VIDAS EM RISCO</div>
<div>Veículo: <strong>Agência Viva Brasil</strong> / Veiculação: <strong>On-line</strong></div>
<div>link do veículo: <a href="http://www.movimentovivabrasil.com.br/">www.movimentovivabrasil.com.br</a></div>
<p>Não é de hoje que afirmamos que as <span style="color:#ff0000;font-weight:bold;">ONGs anti-armas</span> não se importam com o direito de ninguém, e o que é pior, não se importam em colocar outros em risco de morte.</p>
<p>Isso acontece quando, de todas as formas, estas pessoas tentam impedir que o cidadão honesto tenha uma arma para sua defesa. Acontece quando os mesmo defendem a liberação das drogas. Acontece quando tentam de qualquer forma impedir o trabalho da polícia contra os criminosos.</p>
<p>E isso aconteceu novamente quando o diretor executivo da principal <span style="font-weight:bold;color:#ff0000;">ONG anti-armas</span> desrespeita as regras de segurança e durante a decolagem do avião que saia do Rio de Janeiro com destino ao Distrito Federal, se nega a desligar o celular colocando em risco todos os passageiros. Para sorte dos mesmos estava no mesmo vôo o Deputado Bolsonaro que impediu um problema maior, obrigando o mesmo a desligar o celular.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amar é... querer compartilhar tudo com o ser amado]]></title>
<link>http://eugostodeumacoisaerrada.wordpress.com/2009/08/18/amar-e-querer-compartilhar-tudo-com-o-ser-amado/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 14:57:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rachel Juraski</dc:creator>
<guid>http://eugostodeumacoisaerrada.wordpress.com/2009/08/18/amar-e-querer-compartilhar-tudo-com-o-ser-amado/</guid>
<description><![CDATA[Estávamos Estrupício Mor e eu em casa quando ele teve de descer até a portaria do prédio para pegar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estávamos Estrupício Mor e eu em casa quando ele teve de descer até a portaria do prédio para pegar uma correspondência. Minutos depois ouvi ele gritando meu nome do hall do elevador.</p>
<p>Saio do apartamento e dou de cara com o Estrupício Mor parado na porta, &#8217;segurando&#8217; o elevador para que não descesse.</p>
<p>_ Vem ver uma coisa! Entra no elevador!</p>
<p>Entrei e senti um cheiro horrível. Tipo podre.</p>
<p>_ Que porra é essa? Você soltou um pum aqui?!</p>
<p>_ Não, foi o cara que desceu la no térreo! Ele peidou aqui dentro e me deixou subir com essa catinga!</p>
<p>_ Q (seguido de uma cara de total incompreensão estupefata)</p>
<p>_ Só queria que você também sentisse.</p>
<p>Meu namorado quis repartir um cheiro detestável de pum alheio comigo. Sacaram todo o amor?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Superoito e a questão do estacionamento]]></title>
<link>http://superoito.wordpress.com/2009/08/07/superoito-e-a-questao-do-estacionamento/</link>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 03:21:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Superoito</dc:creator>
<guid>http://superoito.wordpress.com/2009/08/07/superoito-e-a-questao-do-estacionamento/</guid>
<description><![CDATA[O apartamento onde moro fica no final de um corredor longo e estreito. Hoje fiz o cálculo: do elevad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O apartamento onde moro fica no final de um corredor longo e estreito. Hoje fiz o cálculo: do elevador à porta são quase 60 passos. Parece uma eternidade, um martírio, mas prefiro encarar a localização com algum otimismo. Meu quarto-e-sala fica grudado à lixeira do prédio (isto é: desovo minha bagunça quando e como bem entendo, de cueca amarela furada às três da madrugada, e tudo isso me dá uma sensação refrescante de liberdade), bem perto da saída de emergência (sou dos que preferem ficar bem perto das saídas de emergência) e, no mais, a caminhada até o elevador dá um belo de um exercício físico.</p>
<p>Gosto dele. Do corredor.</p>
<p>Morar no fundilho do prédio também traz outra vantagem: a janela da sala não dá para uma parede acinzentada, mas para a rua, para o horizonte, para o mais extraordinário e terrível vazio. Quando bato de frente com o cenário (tão plácido!), às vezes esqueço que vivo num cubículo. E isso melhora o meu dia, de alguma forma.</p>
<p>Quando me mudei para o apê, sem lenço e sem documento, pensei que seria só isso: eu e o apê, o apê e eu. Logo fui surpreendido por um elemento estranho: o vizinho.</p>
<p>Descobri num susto. Era sexta-feira, quase oito da manhã. O interfone tocou. E foi também aí quando descobri que eu tinha um interfone e, repare!, ele fazia barulho.</p>
<p>- É o Tiago?</p>
<p>- É. O Tiago.</p>
<p>- Está acordado?</p>
<p>- Um pouco.</p>
<p>- É da portaria. Parece que você bateu no carro do seu vizinho.</p>
<p>- Meu vizinho?</p>
<p>- O da frente. O seu vizinho da frente. Ele tem um carro preto. Parece que você bateu no carro preto do seu vizinho.</p>
<p>- Impossível.</p>
<p>E bati o interfone. Eu estava assustado. Meus sonhos são muito vívidos. Eu estava sonhando. Nada daquilo parecia real. Primeiro, um interfone. Depois, um vizinho. E um carro preto. Uma batida. Eu era o culpado. Eu era o culpado? A situação toda parecia extremamente irreal.</p>
<p>O interfone tocou novamente.</p>
<p>- Tiago, seu vizinho está na garagem. Ele mediu a batida com uma fita métrica e parece que foi você mesmo. Você bateu. Mesmo.</p>
<p>- Não lembro de ter batido em ninguém. Falo a verdade.</p>
<p>- Mas foi você. Eu desci até a garagem, eu vi a batida. Desci duas vezes. Foi você.</p>
<p>Em vez de prolongar a discussão, decidi vestir um trapo e ir à cena do crime. Eu realmente não lembrava de ter batido no carro de ninguém. As vagas da garagem são todas muito apertadas, mas sou cuidadoso.</p>
<p>Foi ali, naquela situação meio esdrúxula, que vi meu vizinho pela primeira vez. Um sujeito baixo, de rosto redondo, devia ter uns 28 anos, cabelo rigorosamente aparado e penteado para a direita. Usava uma camisa branca sem mangas por dentro da calça – e na camisa havia letras coloridas que formavam as palavras “Engenharia Mecânica”. Lembrei que eu nunca me dei bem com pessoas que usam camisa branca sem mangas por dentro da calça. Tomei aquele estranho como um inimigo e fui me irritando com ele pouco a pouco.</p>
<p>- Desculpe o incômodo, mas você bateu no meu carro.</p>
<p>- Eu bati no seu carro? Ontem é que não foi.</p>
<p>- Se não foi ontem, foi anteontem. Mas que bateu, bateu.</p>
<p>- E você vai provar?</p>
<p>- Veja. Aqui, uma fita métrica.</p>
<p>- Eu sei. Uma fita métrica.</p>
<p>- Então observe. A altura da batida no meu carro é exatamente a mesma desse arranhão aqui no seu carro (e, enquanto o sujeitinho explicava, eu só conseguia ler as palavras “Engenharia Mecânica”).</p>
<p>- Pode ter sido coincidência.</p>
<p>- Não pode. Olhe bem. O formato da batida. É redonda e pequena. Agora veja o arranhão no seu carro. É redondo e pequeno.</p>
<p>- Certo. Mas isso prova tudo?</p>
<p>- Isso prova tudo. A fita métrica. Você quer chamar a polícia?</p>
<p>- Não, óbvio que não. Polícia, meu deus. Entenda isso: eu não lembro de ter batido no seu carro. Não lembro. E você não me conhece. Não me conhece. Se você me conhecesse, saberia que não saio batendo nos carros dos meus vizinhos. Não sou desse tipo.</p>
<p>- Sei.</p>
<p>- É verdade.</p>
<p>- E então?</p>
<p>Decidi desistir da briga. Era manhã de sexta-feira, eu precisava vestir uma roupa decente e ir trabalhar.</p>
<p>- Olha&#8230; Você tem a prova de que eu bati. Eu não tenho provas de que não bati. Você venceu. Ponto seu. Leve o carro ao mecânico e veja o preço do conserto. Depois me ligue. No interfone. E é uma batida tão pequena que ninguém nem vê.</p>
<p>- É que comprei o carro mês passado e –</p>
<p>- Então faça o orçamento. Tem outra forma?</p>
<p>Ele guardou a fita métrica, provou o gostinho de uma vitória tola, deu um sorrisinho cruel e tudo o mais. Nesse momento, no entanto, notei que ele estava um pouco constrangido com a situação toda. Uma batida de nada, quase invisível, havia rendido uma discussão capaz de arruinar a relação entre dois vizinhos. Ficamos parados ali na garagem por alguns desconfortáveis minutos. Ele resolveu mudar de assunto. Mudar o tom. De thriller sanguinolento para um ameno buddy movie.</p>
<p>- Você mora aqui há muito tempo?</p>
<p>- Não. Poucos meses. Você?</p>
<p>- Dou aula. Engenharia.</p>
<p>- Certo. Certo.</p>
<p>- Que situação, hem?</p>
<p>- Pois é.</p>
<p>- Desculpe por ter ligado tão cedo, é que meu carro, o carro é novo, é meu, o meu carro, sabe como é&#8230;</p>
<p>- Sei como é. Tudo bem. Eu é que tenho que pedir desculpas. Bati no carro. Bati sem saber, mas bati. Acontece. Vivendo e aprendendo. E agora tenho que correr pro trabalho está tarde e outro dia a gente resolve tudo vai terminar bem vão consertar é só uma batidinha de nada você vai ver tchau e até mais prazer em conhecer abraço adeus.</p>
<p>Passei uns três meses sem falar com o meu vizinho. Falei com meus amigos sobre o vizinho, a camisa sem manga por dentro da calça, a fita métrica, a batida estupidamente minúscula, e eles acharam graça, que coisa, Tiago, que azar, que coisa, logo você, ninguém merece. Ele nunca comentou sobre o orçamento do conserto. Eu nunca perguntei. Ficamos assim. Outro dia, notei que ele recebia visita. Quando entrei no corredor, vi uma cena inusitada: o vizinho estava ao lado da lixeira, posando para uma foto, com a mãe e o pai e possivelmente a irmã de uns 16 anos. Notei que ele ficou envergonhado com a situação e tomei aquilo como uma espécie de vingança. Entrei no meu apê com um sorriso sádico pregado no meu rostinho diabólico.</p>
<p>O tempo passou. E, durante esse tempo, tentei contato com outros vizinhos. Mas é complicado. Não sei se isso acontece em outras cidades, mas existe em Brasília uma espécie de código social que dificulta as relações de vizinhança. É um estereótipo, sim, mas que sempre cercou a minha experiência brasiliense. Eu vivi o lugar-comum. Na pele. Desde que cheguei à cidade, aos 12, fiz amizade com pouquíssimos vizinhos. Um deles era um fã de heavy metal que me pedia para traduzir os versos do Iron Maiden. Ainda assim, era uma amizade apenas protocolar. Ele tentava me convencer de que a obra do Iron Maiden era uma forma superior de arte (eu fazia de conta que acreditava), eu tentava convencê-lo de que Billy Corgan era o messias (e ele fazia de conta que acreditava), e era isso.</p>
<p>Noto que, nesse ponto, nada mudou. Quando nos cruzamos no corredor, eu e meus vizinhos desviamos olhares, trocamos preguiçosos “ois” e respiramos fundo na torcida para que o elevador chegue rápido e nos livre do encontro incômodo com o desconhecido. Com o desconhecido que mora no apartamento ao lado. No prédio onde moro, não somos muito sociáveis. Não queremos ser incomodados. Somos terrivelmente individualistas e auto-suficientes. E estamos muito bem desse jeito, obrigado.</p>
<p>E poderia ser diferente?</p>
<p>Anteontem, por uma dessas coincidências que não significam coisa alguma, encontrei meu vizinho na garagem. Eu estava chegando de carro, ele também. O encontro seria inevitável. Pensei até em fazer um desvio, sair do prédio, tomar um sorvete e retornar em cinco, dez minutos. Mas decidi encarar a vida como ela é. Estacionei cuidadosamente o carro. Ele fez o mesmo. Acenei e ele, assustado, respondeu com um aceno desajeitado. Estávamos, veja isso!, nos comunicando – e desconfio que, com aqueles acenos típicos de uma vida social saudável, quebramos duas ou três regras definidas pela reunião do condomínio.</p>
<p>Eu tentei encerrar a aproximação ali. Saí do carro discretamente, abri a mala, tirei minha mochila e duas sacolas de supermercado. Notei que meu vizinho estava tirando do carro dele uma mochila e duas sacolas de supermercado. Percebi que a imagem do meu vizinho com uma mochila e duas sacolas de supermercado era um tanto patética, mas logo reparei que eu talvez parecesse igualmente patético. Fiquei um pouco perturbado com a comparação e apressei o passo para o elevador. Ele veio atrás. Apertei o botão do elevador com ansiedade. Mas o elevador não chegou e acabamos nós dois ali, eu e meu vizinho. Eu e o desconhecido. E o silêncio.</p>
<p>Eu devia ter feito um comentário engraçadinho. Mas não havia nada a comentar com o panaca que me acordou às oito da manhã por causa de uma batida idiota.</p>
<p>Para minha surpresa, ele resolveu puxar assunto.</p>
<p>- E então, está gostando de morar aqui?</p>
<p>- Sim, sim. Mais ou menos. Enfim. E você?</p>
<p>- É. Até que sim. É bom. É silencioso. É até muito bom.</p>
<p>- Mas aí vão construir o shopping e daqui a pouco&#8230;</p>
<p>- É. Vão construir o shopping e daqui a pouco&#8230;</p>
<p>O elevador chegou. Entramos.</p>
<p>- Dizem que o shopping fica pronto em novembro ou dezembro.</p>
<p>- Ouvi falar que é dezembro.</p>
<p>- Já disseram novembro.</p>
<p>- Vai ser um inferno.</p>
<p>E o corredor, longo que só ele. 60 passos.</p>
<p>- Vai ser um inferno.</p>
<p>- É. Vai ser um inferno.</p>
<p>- Vai ser um inferno.</p>
<p>20 passos. Na sacola de supermercado, ele levava alface e consegui notar umas latas amarelas de não-sei-o-que (talvez milho, ou mostarda).</p>
<p>- Só espero que resolvam a questão do estacionamento.</p>
<p>- A questão do estacionamento é importante. Espero que resolvam.</p>
<p>- Espero sim. A questão do estacionamento.</p>
<p>- Que resolvam a questão do estacionamento logo.</p>
<p>- É a mais importante.</p>
<p>Então chegamos. Nos despedimos sem deixar ganchos para próximos episódios. Com alívio. Estava encerrado o encontro. Um confronto difícil. Um épico de Hollywood. Mas nos saímos razoavelmente bem. Com palavras educadas e ocas, provamos para nós mesmos que podemos ser vizinhos até bastante civilizados. Em dois meses, estaremos jogando cartas e abrindo garrafas com os dentes na companhia de outros vizinhos educados e civilizados e tão ocos e tão desajeitados e tão trancados por dentro quanto eu e o desconhecido da porta à frente. Desmentimos a lenda urbana e fizemos de Brasília uma cidade calorosa, simpática e cortês. Viu só? Não é impossível.</p>
<p>No dia seguinte, quando eu estava prestes a sair para o trabalho, o interfone tocou. E tocou de novo. O barulho era mais estridente do que eu imaginava. Deixei tocar. Tocou de novo. Pensei em atender. Pensei duas vezes. O danado gritava. Num salto de dois metros, peguei minha mochila, arrumei meu cabelo, molhei as plantas, abri a janela (tão plácido!), meti a chave na porta. O bicho barulhento ficou gemendo na sala. Eu, que não sou bobo, parti.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da capacidade de acumular problemas]]></title>
<link>http://mardehistorias.wordpress.com/2009/07/26/da-capacidade-de-acumular-problemas/</link>
<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 00:47:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
<guid>http://mardehistorias.wordpress.com/2009/07/26/da-capacidade-de-acumular-problemas/</guid>
<description><![CDATA[Vida boa levam as sequóias. Pelo menos até o aparecimento da motosserra. O ser humano é gregário por]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vida boa levam as sequóias. Pelo menos até o aparecimento da motosserra. O ser humano é gregário por]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Experiência I]]></title>
<link>http://ralternativa.wordpress.com/2009/07/13/experiencia-i/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 20:48:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tilion</dc:creator>
<guid>http://ralternativa.wordpress.com/2009/07/13/experiencia-i/</guid>
<description><![CDATA[Preste bastante atenção às recomendações: - Quando estiver em um local com pessoas desconhecidas, pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Preste bastante atenção às recomendações:</p>
<p>- Quando estiver em um local com pessoas desconhecidas, prepare-se;</p>
<p>- No momento que você estiver com vontade de espirrar, não segure ou abafe o espirro;</p>
<p>- Espirre com toda vontade;</p>
<p>- Relaxe e olhe em volta as caras de <span style="color:#ff0000;">&#8220;Ah, meu Deus! Ele(a) tem gripe suína!&#8221;</span></p>
<p>Enjoy!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&quot;Índice Daniel Dantas de respeito ao próximo&quot;]]></title>
<link>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/04/03/indice-daniel-dantas-de-respeito-ao-proximo-2/</link>
<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 02:30:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Humberto Amadeu</dc:creator>
<guid>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/04/03/indice-daniel-dantas-de-respeito-ao-proximo-2/</guid>
<description><![CDATA[Não sei como poderia ser. A idéia parte de alguns acontecimentos que me tomam a atenção. Agressões a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="justify"><span style="font-family:arial;">Não sei como poderia ser. A idéia parte de alguns acontecimentos que me tomam a atenção. Agressões a professores, por exemplo:</span></div>
<div align="justify"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u544636.shtml"><span style="font-family:arial;"><strong>Professora sofre fratura em vértebra ao ser agredida por aluno na zona sul de SP</strong> </span></a><br /><span style="font-family:arial;"><strong>Professora sofre traumatismo craniano ao ser agredida por aluna em Porto Alegre (RS) </strong>. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Num caso ouvido, não sei se em algum destes, o pai de um [ a ] agressor [ a ] disse algo como &#8220;isso nunca aconteceu antes&#8221;, ou &#8220;é a primeira vez que isso acontece&#8221;. Na certa, esperava uma medalha.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Não, senhores, isso não é &#8220;The Wall&#8221;. Talvez &#8220;Colors&#8221;. Não. Acho que é uma coisa totalmente nova. Depois eu explico.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Houve, ainda, o caso daquele cidadão que, viu três sujeitos furarem a fila bem em sua frente, num supermercado, acho que em São Paulo. Segundo os jornais, o cara reclamou, os camaradas bateram boca com ele e, sem mais, ele esfaqueou um deles. Passou-lhe a Ginsu. Depois fugiu ou coisa parecida. Acho que o cara que sentiu o frio da lâmina no bucho foi entrevistado e saiu num outro jornal. Ele disse o seguinte [ não com essas palavras ]: &#8220;Nós estávamos errados, sim. Mas o cara extrapolou.&#8221;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Mmmm. Eles furaram a fila. Errados. O cara reclamou. Seja lá como tenha dito, ele tinha razão, certo? Os caras, não satisfeitos com a sacanagem que faziam, DISCUTIRAM com ele. Errados e discutiram com quem tava certo. Detalhe: estavam em três pessoas. O que será que disseram a ele? Que tal &#8220;Aê&#8230;Cada um, cada um, manô!!&#8221;. Ou então: &#8220;Os incomodados que se mudem!&#8221;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Talvez, por estarem em três caras, acharam que seria suficiente para intimidá-lo. Uma coisinha meio fascista da parte deles, não? Mmmm. Menos. Mau-caratismo puro, desses que basta a gente ter a visão razoável para notar que ocorrem corriqueiramente, como hábito, por isso, talvez nem mais cause espanto.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Não passou pela cabeça deles que o cara não iria deixar barato. Eu queria estar lá para ver. Ahahah!</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Quanto às agressões aos professores, acho que é sintoma de duas coisas ( ou três, se eu lembrar de algo até terminar de escrever isto ): a campanha de difamação pura, promovida pelo &#8211; agora refiro-me apenas ao, especificamente, Estado paulista &#8211; Governo de SP e espalhada por sua exclusiva assessoria de Imprensa ( ou seja: a própria Imprensa ); e a campanha de difamação pura, promovida pelo governo tucano de FHC e espalhada por sua exclusiva assessoria de Imprensa ( ou seja: a própria Imprensa ), a partir de 1995. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">[ EXPLICANDO DE FORMA meio tosca: depois de ter definido as empresas estatais e os funcionários públicos como sendo os inimigos do País, o FHC, seguindo as diretrizes do Consenso de Washington, passou a vender as empresas baratinha, baratinha, brima. Não deixaria de enfrentar resistências, por parte de sindicatos e outros personagens.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Porém, como o Plano Real ia "bem" ( a inflação estava derrotada, e o dólar "domado", entre outros resultados que podiam ser apresentados como "conquistas" ), pode-se dizer que "sua palavra seria a Lei". O brasileiro que tivesse algum dinheiro, poderia importar bens de consumo de Primeiro Mundo, como chicletes com embalagens em língua estrangeira, automóveis ou a nova moda, os telefones celulares. Também foi a gênese da difusão da informática pelos lares do país. Isso quer dizer que não deve ter sido muito difícil vender à opinião pública a idéia de que tudo o que havia aqui era obsoleto, incluindo, também as próprias empresas privadas, vejam vocês. Com os milhares de badulaques que maravilharam as pessoas daqui, percebeu-se o quanto estávamos atrasados em relação a, e - ATENÇÃO! -, fechados ao mundo maravilhoso que existia fora de nossa caverna. Achamos alguns culpados e, entre eles, estavam nossas empresas e bancos estatais, descritas como "ruins, atrasadas, ineficientes, corruptas, suscetíveis à intromissão política", além do próprio Estado que, além de também ser descrito como visto acima, também sofreria de um "inchaço" de servidores publicos e barnabés. Pronto! Acho que, como introdução ao espírito da época, até que isso ficou legal. Incompleto, claro. Se quiserem se aprofundar, leiam o </span><a href="http://www.freedrive.com/file/298351"><strong><span style="font-family:arial;">Brasil Privatizado</span></strong></a><span style="font-family:arial;">, oras! ]</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Portanto, o funcionalismo público passou a ser um &#8220;bode expiatório&#8221;, o Estado deveria ser &#8220;reduzido&#8221; e seu alcance idem. Deveria deixar de se intrometer na vida das pessoas. O Estado, e seus representantes. Tais como: os professores e os &#8220;marronzinhos&#8221;, cada qual em seu campo de atuação. A idéia de que o Estado não devia se meter na nossa vida ( como, por exemplo, nos cobrando impostos ), trouxe a reboque a idéia de que o Estado também não seria OBRIGADO A DAR NADA A NINGUÉM. Cada um, cada um, com suas correrias! Se você não consegue &#8220;atingir seus objetivos&#8221;, meu irmão, é o seguinte: ou você não é apto, como não o foram também os dinossauros, ou você é um &#8220;folgado&#8221; que não vai perecer porque o Estado vai te dar uma mão.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Por isso é que você ouve gente criticando coisas como o &#8220;Bolsa Família&#8221;. E tentando denegrir e, assim, destruir a escola pública &#8211; vou usar um detestável e torpe chavão &#8211; &#8220;de qualidade&#8221;. Pois é assim que começa o processo com o objetivo de privatizar alguma coisa.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"> Além de &#8220;criminalizar&#8221; o funcionalismo público, também passou-se a fazer o mesmo com relação aos despossuídos. Ah! E aos próprios trabalhadores, que teriam herdado &#8220;benesses&#8221; do Estado &#8211; vide as leis trabalhistas &#8220;paternalistas&#8221; &#8211; também se tornaram &#8220;aproveitadores&#8221;.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">A merda é que um monte de gente se viu &#8220;às portas da modernização&#8221; ( em relação ao consumo, pelo menos ), mas não se importou de verdade com o desenvolvimento social. Na verdade, me refiro à famigerada e detestável classe-média. Que se viu bem na fita durante um tempo. E comprou, mais uma vez, a idéia de que &#8220;ter&#8221; é &#8220;ser&#8221;. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Não tardou para que, exibindo suas conquistas consumistas, passasse as mesmas idéias para as classes mais baixas <em>[ e aqui, uma opinião pessoal: tenho certeza de que o RAP, e mais especificamente, o GANGSTA RAP, que passou a ser consumido em maior escala - já que o acesso se tornou mais fácil - AJUDOU a vender a mitologia do cara que, lá embaixo, "consegue as coisas" e "sobe na vida", só que de outra maneira ( não vou me estender ) ; o resultado seria visível: correntão de ouro, carrão, champagne, mulherada vagabunda - parece que estou lendo a lista de desejos de um colunista da revista VIP ]</em> que estariam desempregadas, envergonhadas por &#8220;depender&#8221; da ajuda do Estado mas ( ao mesmo tempo ) sendo sutilmente abandonadas por ele, e diante de riquezas e bens desejáveis e &#8220;obrigatórios&#8221;, sem os quais a felicidade não existiria. E haja frustração, já que &#8220;nem todos chegam lá&#8221;, o que significa ser &#8220;estigmatizado e humilhado por estar na condição de refém do Estado&#8221;. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Ficou assim: &#8220;Não tenho bens, com a crescente desunião entre as pessoas [ que tinham pelo menos, como elo em comum, a noção de país, representado pelo Estado que - bem ou mal - nos permitia pensar em objetivos comuns ], o negócio é &#8216;cada um, cada um&#8217; e, portanto, meu vizinho é meu inimigo. E o cara que disputa um emprego mal-remunerado comigo, ele também é inimigo.&#8221;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">E isso se tranformou em:</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;O Estado não pode me dizer o que fazer&#8221;; </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;Eu quero grana &#8211; muita! &#8211; e quero consumir &#8211; muito!&#8221;; </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;Tenho que passar pelos &#8220;desafios&#8221; [ um problema, uma pessoa ou UMA LEI ] de qualquer maneira&#8221;; </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;EU DEVO COMPETIR em todos os aspectos de minha vida&#8221;;<br />- &#8220;Mais é mais. Menos é menos&#8221;;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;Eu não posso ser contrariado&#8221;;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;Todas as anteriores, e algo mais, que não lembro agora&#8221;.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">E cada um vai fazer sua correria, deixando de lado certos princípios que têm servido para manter &#8211; bem ou mal &#8211; &#8220;cimentado&#8221; o agregamento humano que poderia se chamar de &#8220;sociedade&#8221;. Assim, cada um vai tentar chegar lá, no campo de atuação em que se encontre.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Claro que, sem o famosíssimo &#8220;jeitinho brasileiro&#8221; que herdamos, essas idéias de &#8220;competição, anti-Estado, &#8216;cada-um-cada-um&#8217;, atropelar os desafios, ter é ser e etc&#8221; não teriam nos levado a isso que vemos hoje. Vejam só: não é que o próximo nunca possa ou deva ser respeitado. Nada disso! AQUELES QUE CHEGARAM LÁ é que devem ser respeitados ( e invejados e/ ou temidos ). Que graça teria se &#8220;chegássemos lá&#8221; sem que, então, pudéssemos agir como aquelas megeras de novela mexicana, ruins prá burro? E sempre sendo respeitadas pelos subalternos, que são obrigados [ alguns, convenhamos, gostam disso ] a engolir sapos e humilhações [ não vemos fora daquilo que aparece na tela mas, apesar de humildes quando lidam com a megera ( uma "Dona Assumpción", por exemplo ), esses subalternos costumam se engalfinhar e tramar entre si. Eles "correm atrás"... ].</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Acho que, depois de todo esse blablabla confuso, longo e aborrecido ( ACORDEM! JÁ ESTOU ACABANDO! SACO! ), cheguei onde queria. A uma simples pergunta:</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Essas pessoas ( comuns é bom esclarecer, gente que vemos e com quem trombamos em nosso cotidiano ):</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- que agridem professores e marronzinhos;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- que furam a fila e depois tentam intimidar as outras pessoas;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- que agridem quem lhes pede para desligarem o som dentro do ônibus &#8211; é proibido! &#8211; ou pelo menos que usem os headphones;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- os pais dos alunos agressores de funcionários das escolas, que dizem que seus filhos nunca fizeram isso antes;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- e outros lixos que nem quero escalar aqui;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">elas fariam a mesma coisa com o banqueiro Daniel Dantas ou com o Fernandinho Beira-Mar, caso a situação lhes oferecesse a mesma oportunidade?</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Ou será que seu instinto de sujeição automática a &#8220;quem chegou lá independente do campo de atuação&#8221;, e o medo do provável resultado, os tornariam mais respeitadores ao próximo? Em resumo: a quantas anda a sua idéia pretensamente destemorizada de &#8220;cada um, cada um&#8221;? E a sua &#8220;competição contra quem quer que seja&#8221;? Ou há situações em que essa teoria não funciona?</span></div>
<div align="justify"> </div>
<div align="justify"> </div>
<div class="blogger-post-footer">NÓS QUEREMOS O MELHOR PARA VOCÊ.<br />
NÓS QUEREMOS O MELHOR PARA VOCÊ.<br />
NÓS QUEREMOS O MELHOR PARA VOCÊ.<br />
NÓS QUEREMOS O MELHOR PARA VOCÊ.<br />
NÓS QUEREMOS O MELHOR PARA VOCÊ.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&quot;Índice Daniel Dantas de respeito ao próximo&quot;]]></title>
<link>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/04/03/indice-daniel-dantas-de-respeito-ao-proximo/</link>
<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 02:30:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Humberto Amadeu</dc:creator>
<guid>http://humbertocapellari.wordpress.com/2009/04/03/indice-daniel-dantas-de-respeito-ao-proximo/</guid>
<description><![CDATA[Não sei como poderia ser. A idéia parte de alguns acontecimentos que me tomam a atenção. Agressões a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="justify"><span style="font-family:arial;">Não sei como poderia ser. A idéia parte de alguns acontecimentos que me tomam a atenção. Agressões a professores, por exemplo:</span></div>
<div align="justify"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u544636.shtml"><span style="font-family:arial;"><strong>Professora sofre fratura em vértebra ao ser agredida por aluno na zona sul de SP</strong> </span></a><br /><span style="font-family:arial;"><strong>Professora sofre traumatismo craniano ao ser agredida por aluna em Porto Alegre (RS) </strong>. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Num caso ouvido, não sei se em algum destes, o pai de um [ a ] agressor [ a ] disse algo como &#8220;isso nunca aconteceu antes&#8221;, ou &#8220;é a primeira vez que isso acontece&#8221;. Na certa, esperava uma medalha.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Não, senhores, isso não é &#8220;The Wall&#8221;. Talvez &#8220;Colors&#8221;. Não. Acho que é uma coisa totalmente nova. Depois eu explico.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Houve, ainda, o caso daquele cidadão que, viu três sujeitos furarem a fila bem em sua frente, num supermercado, acho que em São Paulo. Segundo os jornais, o cara reclamou, os camaradas bateram boca com ele e, sem mais, ele esfaqueou um deles. Passou-lhe a Ginsu. Depois fugiu ou coisa parecida. Acho que o cara que sentiu o frio da lâmina no bucho foi entrevistado e saiu num outro jornal. Ele disse o seguinte [ não com essas palavras ]: &#8220;Nós estávamos errados, sim. Mas o cara extrapolou.&#8221;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Mmmm. Eles furaram a fila. Errados. O cara reclamou. Seja lá como tenha dito, ele tinha razão, certo? Os caras, não satisfeitos com a sacanagem que faziam, DISCUTIRAM com ele. Errados e discutiram com quem tava certo. Detalhe: estavam em três pessoas. O que será que disseram a ele? Que tal &#8220;Aê&#8230;Cada um, cada um, manô!!&#8221;. Ou então: &#8220;Os incomodados que se mudem!&#8221;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Talvez, por estarem em três caras, acharam que seria suficiente para intimidá-lo. Uma coisinha meio fascista da parte deles, não? Mmmm. Menos. Mau-caratismo puro, desses que basta a gente ter a visão razoável para notar que ocorrem corriqueiramente, como hábito, por isso, talvez nem mais cause espanto.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Não passou pela cabeça deles que o cara não iria deixar barato. Eu queria estar lá para ver. Ahahah!</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Quanto às agressões aos professores, acho que é sintoma de duas coisas ( ou três, se eu lembrar de algo até terminar de escrever isto ): a campanha de difamação pura, promovida pelo &#8211; agora refiro-me apenas ao, especificamente, Estado paulista &#8211; Governo de SP e espalhada por sua exclusiva assessoria de Imprensa ( ou seja: a própria Imprensa ); e a campanha de difamação pura, promovida pelo governo tucano de FHC e espalhada por sua exclusiva assessoria de Imprensa ( ou seja: a própria Imprensa ), a partir de 1995. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">[ EXPLICANDO DE FORMA meio tosca: depois de ter definido as empresas estatais e os funcionários públicos como sendo os inimigos do País, o FHC, seguindo as diretrizes do Consenso de Washington, passou a vender as empresas baratinha, baratinha, brima. Não deixaria de enfrentar resistências, por parte de sindicatos e outros personagens.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Porém, como o Plano Real ia "bem" ( a inflação estava derrotada, e o dólar "domado", entre outros resultados que podiam ser apresentados como "conquistas" ), pode-se dizer que "sua palavra seria a Lei". O brasileiro que tivesse algum dinheiro, poderia importar bens de consumo de Primeiro Mundo, como chicletes com embalagens em língua estrangeira, automóveis ou a nova moda, os telefones celulares. Também foi a gênese da difusão da informática pelos lares do país. Isso quer dizer que não deve ter sido muito difícil vender à opinião pública a idéia de que tudo o que havia aqui era obsoleto, incluindo, também as próprias empresas privadas, vejam vocês. Com os milhares de badulaques que maravilharam as pessoas daqui, percebeu-se o quanto estávamos atrasados em relação a, e - ATENÇÃO! -, fechados ao mundo maravilhoso que existia fora de nossa caverna. Achamos alguns culpados e, entre eles, estavam nossas empresas e bancos estatais, descritas como "ruins, atrasadas, ineficientes, corruptas, suscetíveis à intromissão política", além do próprio Estado que, além de também ser descrito como visto acima, também sofreria de um "inchaço" de servidores publicos e barnabés. Pronto! Acho que, como introdução ao espírito da época, até que isso ficou legal. Incompleto, claro. Se quiserem se aprofundar, leiam o </span><a href="http://www.freedrive.com/file/298351"><strong><span style="font-family:arial;">Brasil Privatizado</span></strong></a><span style="font-family:arial;">, oras! ]</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Portanto, o funcionalismo público passou a ser um &#8220;bode expiatório&#8221;, o Estado deveria ser &#8220;reduzido&#8221; e seu alcance idem. Deveria deixar de se intrometer na vida das pessoas. O Estado, e seus representantes. Tais como: os professores e os &#8220;marronzinhos&#8221;, cada qual em seu campo de atuação. A idéia de que o Estado não devia se meter na nossa vida ( como, por exemplo, nos cobrando impostos ), trouxe a reboque a idéia de que o Estado também não seria OBRIGADO A DAR NADA A NINGUÉM. Cada um, cada um, com suas correrias! Se você não consegue &#8220;atingir seus objetivos&#8221;, meu irmão, é o seguinte: ou você não é apto, como não o foram também os dinossauros, ou você é um &#8220;folgado&#8221; que não vai perecer porque o Estado vai te dar uma mão.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Por isso é que você ouve gente criticando coisas como o &#8220;Bolsa Família&#8221;. E tentando denegrir e, assim, destruir a escola pública &#8211; vou usar um detestável e torpe chavão &#8211; &#8220;de qualidade&#8221;. Pois é assim que começa o processo com o objetivo de privatizar alguma coisa.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;"> Além de &#8220;criminalizar&#8221; o funcionalismo público, também passou-se a fazer o mesmo com relação aos despossuídos. Ah! E aos próprios trabalhadores, que teriam herdado &#8220;benesses&#8221; do Estado &#8211; vide as leis trabalhistas &#8220;paternalistas&#8221; &#8211; também se tornaram &#8220;aproveitadores&#8221;.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">A merda é que um monte de gente se viu &#8220;às portas da modernização&#8221; ( em relação ao consumo, pelo menos ), mas não se importou de verdade com o desenvolvimento social. Na verdade, me refiro à famigerada e detestável classe-média. Que se viu bem na fita durante um tempo. E comprou, mais uma vez, a idéia de que &#8220;ter&#8221; é &#8220;ser&#8221;. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Não tardou para que, exibindo suas conquistas consumistas, passasse as mesmas idéias para as classes mais baixas <em>[ e aqui, uma opinião pessoal: tenho certeza de que o RAP, e mais especificamente, o GANGSTA RAP, que passou a ser consumido em maior escala - já que o acesso se tornou mais fácil - AJUDOU a vender a mitologia do cara que, lá embaixo, "consegue as coisas" e "sobe na vida", só que de outra maneira ( não vou me estender ) ; o resultado seria visível: correntão de ouro, carrão, champagne, mulherada vagabunda - parece que estou lendo a lista de desejos de um colunista da revista VIP ]</em> que estariam desempregadas, envergonhadas por &#8220;depender&#8221; da ajuda do Estado mas ( ao mesmo tempo ) sendo sutilmente abandonadas por ele, e diante de riquezas e bens desejáveis e &#8220;obrigatórios&#8221;, sem os quais a felicidade não existiria. E haja frustração, já que &#8220;nem todos chegam lá&#8221;, o que significa ser &#8220;estigmatizado e humilhado por estar na condição de refém do Estado&#8221;. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Ficou assim: &#8220;Não tenho bens, com a crescente desunião entre as pessoas [ que tinham pelo menos, como elo em comum, a noção de país, representado pelo Estado que - bem ou mal - nos permitia pensar em objetivos comuns ], o negócio é &#8216;cada um, cada um&#8217; e, portanto, meu vizinho é meu inimigo. E o cara que disputa um emprego mal-remunerado comigo, ele também é inimigo.&#8221;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">E isso se tranformou em:</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;O Estado não pode me dizer o que fazer&#8221;; </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;Eu quero grana &#8211; muita! &#8211; e quero consumir &#8211; muito!&#8221;; </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;Tenho que passar pelos &#8220;desafios&#8221; [ um problema, uma pessoa ou UMA LEI ] de qualquer maneira&#8221;; </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;EU DEVO COMPETIR em todos os aspectos de minha vida&#8221;;<br />- &#8220;Mais é mais. Menos é menos&#8221;;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;Eu não posso ser contrariado&#8221;;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- &#8220;Todas as anteriores, e algo mais, que não lembro agora&#8221;.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">E cada um vai fazer sua correria, deixando de lado certos princípios que têm servido para manter &#8211; bem ou mal &#8211; &#8220;cimentado&#8221; o agregamento humano que poderia se chamar de &#8220;sociedade&#8221;. Assim, cada um vai tentar chegar lá, no campo de atuação em que se encontre.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Claro que, sem o famosíssimo &#8220;jeitinho brasileiro&#8221; que herdamos, essas idéias de &#8220;competição, anti-Estado, &#8216;cada-um-cada-um&#8217;, atropelar os desafios, ter é ser e etc&#8221; não teriam nos levado a isso que vemos hoje. Vejam só: não é que o próximo nunca possa ou deva ser respeitado. Nada disso! AQUELES QUE CHEGARAM LÁ é que devem ser respeitados ( e invejados e/ ou temidos ). Que graça teria se &#8220;chegássemos lá&#8221; sem que, então, pudéssemos agir como aquelas megeras de novela mexicana, ruins prá burro? E sempre sendo respeitadas pelos subalternos, que são obrigados [ alguns, convenhamos, gostam disso ] a engolir sapos e humilhações [ não vemos fora daquilo que aparece na tela mas, apesar de humildes quando lidam com a megera ( uma "Dona Assumpción", por exemplo ), esses subalternos costumam se engalfinhar e tramar entre si. Eles "correm atrás"... ].</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Acho que, depois de todo esse blablabla confuso, longo e aborrecido ( ACORDEM! JÁ ESTOU ACABANDO! SACO! ), cheguei onde queria. A uma simples pergunta:</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Essas pessoas ( comuns é bom esclarecer, gente que vemos e com quem trombamos em nosso cotidiano ):</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- que agridem professores e marronzinhos;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- que furam a fila e depois tentam intimidar as outras pessoas;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- que agridem quem lhes pede para desligarem o som dentro do ônibus &#8211; é proibido! &#8211; ou pelo menos que usem os headphones;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- os pais dos alunos agressores de funcionários das escolas, que dizem que seus filhos nunca fizeram isso antes;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">- e outros lixos que nem quero escalar aqui;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">elas fariam a mesma coisa com o banqueiro Daniel Dantas ou com o Fernandinho Beira-Mar, caso a situação lhes oferecesse a mesma oportunidade?</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Ou será que seu instinto de sujeição automática a &#8220;quem chegou lá independente do campo de atuação&#8221;, e o medo do provável resultado, os tornariam mais respeitadores ao próximo? Em resumo: a quantas anda a sua idéia pretensamente destemorizada de &#8220;cada um, cada um&#8221;? E a sua &#8220;competição contra quem quer que seja&#8221;? Ou há situações em que essa teoria não funciona?</span></div>
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</item>
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<title><![CDATA[Gente como a gente? Não como eu, eu diria...]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/10/03/gente-como-a-gente-nao-como-eu-eu-diria/</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 13:24:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/10/03/gente-como-a-gente-nao-como-eu-eu-diria/</guid>
<description><![CDATA[As vezes você conhece aquele cara e pensa logo: &#8220;nossa, que homão com H maiúsculo!&#8221; Mas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/10/photo-15.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-317" title="photo-15" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/10/photo-15.jpg" alt="" width="362" height="338" /></a></p>
<p>As vezes você conhece aquele cara e pensa logo: &#8220;nossa, que homão com H maiúsculo!&#8221;</p>
<p>Mas daí, dias se passam, atitudes são tomadas, palavras são ditas e você percebe que, no fundo, fulano não se tratava de nada daquilo que você imaginou.</p>
<p>Percebe que nego é um bosta.</p>
<p>Um verme, que só faz peso na terra.</p>
<p>Fulano é &#8220;jente&#8221;, e com j minúsculo!</p>
<p>E essa sensação de &#8220;perda&#8221; (sim, de perda! perda daquilo que vc julgava ser um algo mais na sua vida) dói.</p>
<p>E COMO.</p>
<p>É ruim perder a admiração por alguém.</p>
<p>Por um homem.</p>
<p>Por uma amiga.</p>
<p>Ruim perder tempo com algo que não merece.</p>
<p>Perder a chance de uma amizade.</p>
<p>É tão ruim quanto, na escola, perceber que passaram a mão naquele seu papel de carta da Hello Kity, com folha dupla, envelope e selinho. E com cheirinho!!</p>
<p>As mulheres sabem BEM do que eu estou falando&#8230;</p>
<p>Nos DOIS casos.</p>
<p>Tanto no do papel, quanto no do homem-bostão.</p>
<p>Tô mentindo? qua qua qua&#8230;.</p>
<p> </p>
<p>Conclusão: não é que os homens sejam todos iguais; a mulher é que é sempre a mesma!</p>
<p>E não adianta, posso apanhar de toalha molhada, que nem assim aprendo a identificar tipos como estes&#8230;</p>
<p>Ô sina mia, uAhuahuahuahuahuah!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["eu fico com a pureza da resposta das crianças!"]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/08/22/eu-fico-com-a-pureza-da-resposta-das-criancas/</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 16:31:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/08/22/eu-fico-com-a-pureza-da-resposta-das-criancas/</guid>
<description><![CDATA[Então eu tava lá, tentando me esconder entre brigadeiros e sanduíches, mas não teve jeito&#8230; Ela]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/08/kata_pinto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-222" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/08/kata_pinto.jpg" alt="" width="500" height="505" /></a></p>
<p>Então eu tava lá, tentando me esconder entre brigadeiros e sanduíches, mas não teve jeito&#8230;</p>
<p>Ela me chamou no palco pra animar a criançada no aniversário da sua filhota.</p>
<p>Vendo minha cara de &#8220;estou adorando isto&#8221;, ela tenta se justificar dizendo:</p>
<p>&#8220;Precisavam de alguém que desenhasse! Você é minha única amiga aqui que, quando desenha uma vaca, as pessoas sabem que não se trata de um coelho&#8230; Sacou?&#8221;</p>
<p>- Saquei, honey. Tá perdoadíssima! (Mesmo porque, o que eu não faria por ela &#8211; e por aquela coisinha sorridente vestida de princesa?!?)</p>
<p>Então lá estou eu com a monitora ao pé do meu ouvido cochichando o próximo bicho: &#8220;hipopótamo&#8221;!</p>
<p>&#8220;Cacete!!!&#8221; &#8211; penso eu &#8211; &#8220;que monitora mais safada!&#8221; (não podia pedir uma vaca?)</p>
<p>Como é mesmo?</p>
<p>Unh&#8230; Gordo,  narinas largas, hummmm, meio pra dentro, meio pra fora d&#8217;água&#8230;. Pronto, acho que é isso!</p>
<p>E eis que um capetinha abençoado adivinha meus rabiscos e ameniza meu tormento.</p>
<p>Próximo bicho, vamo lá: &#8221;ema&#8221;!</p>
<p>Meu deeeeus! Mas essa mulher não foi com a minha cara, ou o quê?</p>
<p>Não sei bem como uma ema é, mas acho que deve ser parecida com um avestruz.</p>
<p>E mesmo que não fosse beeeem isso, a menina &#8211; com o vestido sujo de brigadeiro e um dente faltando na linha da frente &#8211; pensa como eu.</p>
<p>&#8220;Voi-la&#8221;!</p>
<p>Acertou em cheio!</p>
<p>Próximo!</p>
<p>&#8220;Girafa&#8221;</p>
<p>Ahnnn, agora sim! Esse eu desenho de olhos fechados!</p>
<p>Traço vai, traço vem &#8211; eu JURO que eu não tava pensando em nada diferente daquilo &#8211; enfim, os rabiscos forma tomando forma e volume e&#8230;. de repente, M vira pra mim e grita: &#8220;Meu Deus, mas isso parece um PINTO!!!&#8221;</p>
<p>(ops!)</p>
<p>E para nosso alívio geral, a inocência infantil nos salvou como um gongo: &#8220;Que pinto que nada, mamãe, isso daí é uma girafa!&#8221; &#8211; grita a L enquanto mordisca um cachorro-quente.</p>
<p>Ufaaaa!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exclusão...]]></title>
<link>http://augustocvp.wordpress.com/2008/07/10/exclusao/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 21:43:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>augustocvp</dc:creator>
<guid>http://augustocvp.wordpress.com/2008/07/10/exclusao/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;A origem de toda a exclusão está no aceder a ser-se solidário com os que impõem idéias solitá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a class="img_thumb" href="http://augustocvp.wordpress.com/photo_2908689.html"><img class="img_thumb" src="http://us.123rf.com/168nwm/petrol/petrol0804/petrol080400013.jpg" alt="3d rendering of white men excluding a red man stock photo" /></a></p>
<div style="text-align:left;"><span style="font-weight:bold;font-size:100%;color:#666666;"><span style="font-family:courier new;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:xx-small;color:#fffff0;"><span style="font-size:xx-small;color:#fffff0;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:x-small;color:#000000;"><a href="http://alisenao.blogspot.com"><br />
</a></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div style="text-align:left;"><strong>&#8220;A origem de toda a exclusão está no aceder a ser-se solidário com os que impõem idéias solitárias&#8221;.</strong> A autora desta frase, triste mas verdadeira, é a <a href="http://alisenao.blogspot.com">Alice Valente</a>. Eu não conheço a Alice, apenas dei uma espiada em seu blog, que achei bem legal. A palavra exclusão tem sido irritantemente recorrente em minha mente. Pode ser um reflexo de minha idade (segredo pra quem não me conhece), ou apenas uma reflexão mais profunda. A frase da Alice me faz pensar em duas coisas:</div>
<div style="text-align:left;">
<ul>
<li>Todas idéias são solitárias, exceto para seu autor (maldita seja a vaidade e a inveja de todos os seres humanos,  <em>no exceptions to the rule</em>).</li>
<li>O único signo comum à  raça humana é a exclusão. Parece muito alienado? Nós somos. Abaixo vou compartilhar com vocês um pouco de minhas reflexões sobre a <strong>exclusão universal dos seres humanos.</strong></li>
</ul>
</div>
<div style="text-align:left;">Nós nascemos excluídos do mundo à nossa volta. Bebês simplesmente não compreendem o mundo em que vivem, apenas  o percebem. As crianças são excluídas do mundo dos adultos, por serem irrelevantes, imaturas, despreparadas, pouco contributivas. Jovens são excluídos pelos adultos, por razões muito semelhantes às crianças, mas já começam a dar o troco excluindo os adultos, que são &#8220;todos uns caretas&#8221;. De repente o jovem se torna adulto e imediatamente passa a excluir não apenas os jovens, mas também os  idosos (porque o seu tempo já passou).</div>
<div style="text-align:left;"></div>
<div style="text-align:left;">O fato é que nós excluimos intuitivamente tudo aquilo que não tenha como eixo nosso umbigo. Como mudar isso, ou seja, como se enturmar, ser aceito, ser incluído, que é o que todos nós queremos? Sorry, Alice, mas eu acho que a única forma de inclusão é sermos solidários com as idéias solitárias (dos outros)! Como assim? Ora pipocas, por mais estapafurdia que seja uma idéia, dando uma (ou duas, ou três&#8230;) voltas ela pode se tornar factível (não é esse o princípio do brainstorming &#8211; não existem idéias idiotas?). Para tanto basta que a gente consiga sugerir algo que convença o dono da idéia de que ela pode ser melhorada. Na verdade, não fui eu que inventei isso (Lavoisier: no mundo nada se cria, tudo se transforma).</div>
<div style="text-align:left;"></div>
<div style="text-align:left;">Assim, excluidos da vida (de certa forma, todos nós), adotem, suportem e ajudem a melhorar as idéias dos outros e não lutem contra elas. Eu acho que essa é a única via para a inclusão total e absoluta. Mas, eu próprio reconheço que vai ser duro pra caramba aceitar as idéias do MST!</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[contagem regressivaaaa]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/contagem-regressivaaaa/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 18:27:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/contagem-regressivaaaa/</guid>
<description><![CDATA[Em tempo de contagem regressiva para meu aniverário, peguei também a mania de contar as coisas. Só n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/07/712616601.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/07/712616601.jpg?w=260" alt="" width="260" height="300" /></a></p>
<p>Em tempo de contagem regressiva para meu aniverário, peguei também a mania de contar as coisas.</p>
<p>Só não conto dinheiro pq não tenho mais o que contar.</p>
<p>Mas conto.</p>
<p>Conto tudo &#8211; menos fofoca! (quá quá quá).</p>
<p>Conto histórias, conto novidades.</p>
<p>De passa-tempo, conto o tempo.</p>
<p>Conto passos.</p>
<p>Conto remadas.</p>
<p>Só não conto gotas &#8211; gotas de lágrimas que rolam gordas pela minha bochecha &#8211; pq são tantas!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[dias assim, noites assadas]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/dias-assim-noites-assadas/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 18:09:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/dias-assim-noites-assadas/</guid>
<description><![CDATA[  Meus dias são assim, curtos.  Ou melhor, eram.  Por isso, voltei a acordar às 5am.  Assim ganho ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<div><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/07/_0049575.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-81" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/07/_0049575.jpg?w=300" alt="" width="300" height="216" /></a></div>
<div></div>
<div>Meus dias são assim, curtos. </div>
<div>Ou melhor, eram. </div>
<div>Por isso, voltei a acordar às 5am. </div>
<div>Assim ganho mais horas de olhos abertos.</div>
<div>Mais tempo pra mim. </div>
<div>Pro remo. </div>
<div>Pro trabalho. </div>
<div>E para as minhas caraminholas.</div>
<div></div>
<div>Meus dias são assim, carregados.</div>
<div>São carregados de carga e repletos de cabides.</div>
<div>Cabides e sacos.</div>
<div>Sacos, marmitas e mochilas.</div>
<div></div>
<div>No cabide, roupa limpa.</div>
<div>No saco, roupa suja, a toalha molhada, o tênis suado.</div>
<div>Na marmita, combustível &#8211;  pra aguentar tudo isso. (na verdade verdadeira, tem BEM mais que o necessário pra aguentar tudo isso, pq tá é &#8220;sobrando combustível nos quadris&#8221;)</div>
<div>na mochila, o creme e o livro e a carteira e o fone de ouvido e a bala e o cigarro e o cartão e tudo o que mais eu conseguir enfiar na minha casa ambulante.</div>
<div></div>
<div>Meus dias são assim, doloridos.</div>
<div>Na minha vida a dor é uma constante.</div>
<div>Dor de estômago &#8211;  fiel companheira.</div>
<div>Dor nas mãos &#8211; pq os calos sempre voltam com bolhas.</div>
<div>Dor nas pernas &#8211; pq o skiff é matador.</div>
<div>Dor no traseiro &#8211; pq o &#8220;4 apoios&#8221; é cruel (não, meu caro &#8211; vc e sua mente suja!!-, não se trata de nada pornográfico, mas sim do famoso exercício de academia que nem sei mais pra que faço, já que beirando os 32 começo a perceber que &#8220;ela&#8221; não tem mais jeito)</div>
<div></div>
<div>E minhas noites?</div>
<div>Elas são curtas.</div>
<div>Mas cheias de bombons.</div>
<div>E filmes.</div>
<div>E recortes.</div>
<div>E colagens.</div>
<div>Só não são cheias de tempo. Pra dormir.</div>
<div></div>
<div>PS: Em breve, mais um quadrinho da rogéra. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </div>
<div></div>
<div></div>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chocolatrices]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/chocolatrices/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 17:25:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/chocolatrices/</guid>
<description><![CDATA[Acompanhe comigo. Siga minha linha de raciocínio e veja se não estou coberta de razão. A vida é curt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/07/choco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-77" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/07/choco.jpg?w=275" alt="" width="275" height="300" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Acompanhe comigo.</div>
<div>Siga minha linha de raciocínio e veja se não estou coberta de razão.</div>
<div>A vida é curta.</div>
<div>E &#8211; se vc não acredita em reencarnação &#8211; suponho que concorde comigo que a vida é uma só.</div>
<div>Então, se só se VIVE UMA VEZ, por que cargas d&#8217;água não comer TODO o chocolate que tenho vontade?</div>
<div>Se não, QUEM é que vai comê-lo por mim? </div>
<div>E QUANDO?</div>
<div>Os vermes do meu caixão serão vermes felizes!</div>
<div> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </div>
<div>Passa o Alpino, please?!</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EndoscoPIADA]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/endoscopiada/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 17:13:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/endoscopiada/</guid>
<description><![CDATA[  Ca-ca-ca-calma! Eu sei o que vc está pensando&#8230;  Parece&#8230; MAS NÃO É!!! Apresento-lhes,  ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<div>
<div><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/07/eca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-75" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/07/eca.jpg?w=300" alt="" width="300" height="230" /></a></div>
<div>Ca-ca-ca-calma!</div>
<div>Eu sei o que vc está pensando&#8230; </div>
<div>Parece&#8230; MAS NÃO É!!!</div>
<div>Apresento-lhes,  Magali!</div>
<div>Minha companheira de todos os dias, de todas as horas e de todas as laricas.</div>
<div>Mas como gosta de um doce essa menina! </div>
<div>Ela pede &#8211; e muito! </div>
<div>E depois fica reclamando.</div>
<div>Mas eu calei a boca dela. Com Nexium!</div>
<div>E de castigo, um mês sem bebidas alcoólicas, hehehe&#8230;</div>
<div>Mas o cala boca não é definitivo.</div>
<div>Entonces&#8230;.</div>
<div>Endoscopia. </div>
<div>De novo!</div>
</div>
<div>Alguns diriam: &#8220;ECA&#8221;!</div>
<div>Já eu, digo: &#8220;OBAAAAAAAAAAAA!!!&#8221;.</div>
<div>Afinal, é uma das únicas formas de usar drogas licitamente. </div>
<div>E com supervisão médica- o que, para medrosas como eu, é uma marvilha!!</div>
<div>Vai Doctor, vai fuuundo dentro de mim.</div>
<div>Aproveita e manda lembranças pra magali. </div>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SOBRE BANHEIROS PÚBLICOS]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/sobre-banheiros-publicos/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 17:05:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/sobre-banheiros-publicos/</guid>
<description><![CDATA[# Outro dia entrei num banheiro público e pensei:  &#8220;meu Deus&#8230; Se é assim hj, imagina na ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/07/maximiliano32.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-72" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/07/maximiliano32.jpeg" alt="" /></a></div>
<div># Outro dia entrei num banheiro público e pensei: </div>
<div>&#8220;meu Deus&#8230; Se é assim hj, imagina na idade média?!&#8221;</div>
<div>(fui clara?)</div>
<div></div>
<div></div>
<div># Repare: o volume de água liberada pelas torneiras com timer NUNCA é suficiente para enxaguar TODO o sabão das mãos.</div>
<div></div>
<div></div>
<div># Nunca &#8211; eu disse NUNCA!! &#8211; ouse levantar uma tampa de privada pública que está abaixada.</div>
<div>Vc nem imagina o que pode estar escondido embaixo dela.</div>
<div></div>
<div>Mas, se vc é daqueles curiosos compulsivos e incontroláveis &#8211; como eu &#8211; e quer pq quer descobrir este mistério, cubra as narinas e boa sorte &#8211; é só o que tenho a lhe desejar.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada!]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/cabelo-cabeleira-cabeluda-descabelada/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 16:57:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/07/02/cabelo-cabeleira-cabeluda-descabelada/</guid>
<description><![CDATA[Outro dia meu cabelo acordou assanhado.   Dei-lhe um corretivo. Uns tapas (químicos) pra ele tomar j]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/07/5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-70" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/07/5.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Outro dia meu cabelo acordou assanhado.</p>
<p> </p>
<div>Dei-lhe um corretivo.</div>
<div>Uns tapas (químicos) pra ele tomar jeito.</div>
<div>Agora tá que tá mansinho e obediente&#8230;</div>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ai que saudades do Zulu!]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/06/27/ai-que-saudades-do-zulu/</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 21:21:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/06/27/ai-que-saudades-do-zulu/</guid>
<description><![CDATA[Esses dias descobri (ou melhor, essas noites!) a vida com zero% de álcool no sangue. Nem é tão ruim ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/07/72918807.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-58" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/07/72918807.jpg?w=300" alt="" width="300" height="75" /></a></p>
<p>Esses dias descobri (ou melhor, essas noites!) a vida com zero% de álcool no sangue.</p>
<p>Nem é tão ruim assim.</p>
<p>E nem foi por causa da lei seca.</p>
<p>Foi por causa do meu estomago (acho que ele tá apaixonado pela enfermeira do pronto socorro, porque o que ele tem me levado a passar as noites lá, é uma coisa, viu?).</p>
<p>Enfim, soros e choros à parte, viver é bom.</p>
<p>Viver sem álcool não é tão ruim.</p>
<p>Mas, o bom MESMO é viver sem dor.</p>
<p>E pra isso, eu fecho a goela.</p>
<p>Pelo menos até o prazo &#8211; estipulado pelo médico &#8211; extinguir.</p>
<p>E ora, vejam só que coisa! O resguardo termina BEM no dia 15 de julho.</p>
<p>Presentaaaaço de aniversário, não? </p>
<p>Mas voltando ao álcool. Ou voltando à falta dele:</p>
<p>Sem a bebida, você &#8211; EU pelo menos! - acaba fazendo quase as mesmas coisas que faria se estivesse manguaçado.</p>
<p>A (&#8220;pequena&#8221;) diferença é que, &#8216;na seca&#8217;, vc se dá conta do ridículo que está passando ao fazê-las, ao passo que, movido a álcool, vc SEMPRE pensa que tá arrasando.</p>
<p>Tô mentindo?</p>
<p>Vai lá no seu arquivo ver &#8216;aquele&#8217; vídeo no dia do karaokê.</p>
<p>E &#8216;aquela&#8217; foto no casamento?</p>
<p>Você JU-RA-VA que seu cabelo tava lindo e o batom cintilante, e pensava: &#8220;hummm, essa vai pro orkut!&#8221;.</p>
<p>Repito: tô mentindo?</p>
<p>E já que o assunto é etílico, um brinde ao meu novo blog!</p>
<p><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/06/chapeu3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/06/chapeu3.jpg?w=206" alt="" width="206" height="300" /></a></p>
<p>(será que nessa eu tava bebendo?? rs&#8230;)</p>
<p> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Clube das noventonas encalhadas]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/06/25/clube-das-noventonas-encalhadas/</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 18:29:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/06/25/clube-das-noventonas-encalhadas/</guid>
<description><![CDATA[Então tá, lá estava eu, enfurnada atrás de 17 polegadas de mac, soterrada de jobs, entediada que só.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:left;"><a href="http://rogeriaceni.files.wordpress.com/2008/07/cartas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-57" src="http://rogeriaceni.wordpress.com/files/2008/07/cartas.jpg?w=300" alt="" width="300" height="270" /></a></h3>
<h3 style="text-align:left;">Então tá, lá estava eu, enfurnada atrás de 17 polegadas de mac, soterrada de jobs, entediada que só.   </h3>
<h3 style="text-align:left;"> </p>
<p>Eis que pula uma janela de messenger bem no meio do meu layout de reumatose. </p>
<p>Oba, (tô salva&#8230;) fofocas!! </p>
<p>Era a L. </p>
<p>Adoro conversar com ela. </p>
<p>Pra espairecer, sabe? </p>
<p>Tipo 4 da tarde, aquela hora que dá um faniquito que vc não sabe bem o que é, se é sono, fome ou vontade de fumar&#8230;</p>
<p>Então, no meio disso, entre uma bula e outra, entre uma embalagem nova e um email spam, ela me vem com a seguinte revelação: &#8221;sinto que não vou casar&#8221;.</p>
<p>C-c-c-c-c-como assim?</p>
<p>(a L é uma tremenda gata; gata mesmo, morena e magra, alta e inteligente, dotada daquele tipo de humor difícil de se encontrar por aí, páreo duro até pro Senfield!)</p>
<p>Calma, espera, repete? </p>
<p>Não vai casar? </p>
<p>Sente isso? </p>
<p>Como assim?!?!??!?!? &#8211; repito (digito) eu, indignada.</p>
<p>Ah, sei lá, acho que não vou. </p>
<p>Já tô me acostumando com a idéia desde já.</p>
<p>Até a velhice &#8211; humm &#8211; tenho bastante tempo pra isso! </p>
<p>Não deve ser difícil.</p>
<p>Então tá, mocinha, argumentos! Só trabalho em cima disso.</p>
<p>O que te faz ter tanta certeza?</p>
<p>Os caras estão malas, os namoros não duram, etc, e tal, bibibi, bobobó. Aquelas coisas, sabe?</p>
<p>Mas meu bem, que que é isso?!! Os meus casos também são assim! </p>
<p>Male male tenho foto a dois! Normal, né? ou não é?</p>
<p>Isso não é normal? Deve ser sim! Não? Não é?! </p>
<p>Tem certeza?! (xi&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;)</p>
<p>Acho que não, né?  </p>
<p>Repara bem, olha em volta&#8230; Até o D namora!</p>
<p>O D, do OB? </p>
<p>:-S</p>
<p>Sim sim, ele  mesmo!</p>
<p>Ah vááááá&#8230;.. Tá falando sério?</p>
<p>Seríssimo!</p>
<p>Então fodeu, nega&#8230;  Bora fundar um clube de carteado!</p>
<p>Pra quando a gente for idosa!</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sim sim, já tô até pensando no nome.</p>
<p>Pensa aí, que eu faço o logotipo.</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Algo tipo &#8220;Nonas Jogadoras&#8221;, que tal? </p>
<p>nona de avó, nona de noventa anos </p>
<p>e jogadoras de jogadoras de carta (óbvio, dard&#8230;).</p>
<p>Pera, pára tudo! </p>
<p>Esse nome não dá, não!</p>
<p>Se não casamos, não somos avós, <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>ao invés de jogadoras, eu diria jogadonas (às traças!), :-S</p>
<p>e na  boa meu&#8230; noventa anos? </p>
<p>Acha mesmo? </p>
<p>Se a gente ficar solteira, encalhada mesmo, </p>
<p>até os noventa a gente não chega! Nem ferrando!</p>
<p>Muita balada e muita vodka, sabe como é que é né? </p>
<p>Até os 90, pensa, até lá a gente tem muuuuito chão, </p>
<p>muito bar e muita festa pra aproveitar! Pelas casadas!</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ah&#8230; </p>
<p>E não é?</p>
<p>É vero!</p>
<p>Pensando assim&#8230; Ah.. Até que não é tão mal, ne?</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>É&#8230;.</p>
<p>E não é que não é mesmo!? <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>(ufa!)</p>
<p>Bora voltar pro layout, vá.. já são quase 17hs!</p>
<p>Rogéria Ceni  may not respond because his or her status is set to Away.</p>
<p> </p>
<pre>
<div><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong></div>

<strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong><strong></strong></pre>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rapidinhas (nem tão rápidas assim)]]></title>
<link>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/06/25/rapidinhas-nem-tao-rapidas-assim/</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 18:24:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogeria Ceni</dc:creator>
<guid>http://rogeriaceni.wordpress.com/2008/06/25/rapidinhas-nem-tao-rapidas-assim/</guid>
<description><![CDATA[MOMENTO REVOLTA: Como existem idiotas no mundo, não? Esses dias descobri que fulano é um verme ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<div><strong>MOMENTO REVOLTA:</strong></div>
<div>Como existem idiotas no mundo, não?</div>
<div>Esses dias descobri que fulano é um verme &#8211; só faz peso na Terra. </div>
<div>Fora isso, não serve pra mais nada.</div>
<div>Pra que vive então? </div>
<div>Pra gastar meu oxigênio?</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>MOMENTO REFLEXÃO:</strong></div>
<div>Na próxima encarnação, quero nascer CLIENTE.</div>
<div>E homem!</div>
<div>(é pedir demais?!)</div>
<div><strong>MOMENTO DESABAFO:</strong></div>
<div>
<div>Minha plantação de cataventos vai bem, obrigada.</div>
<div>O que não anda bem é o vento que por lá sopra.</div>
</div>
<div>Portanto, estou reconsiderando a fundação do &#8221;clube de carteado pra noventonas encalhadas&#8221;.</div>
<div>Estou abrindo as inscrições.</div>
<div>Alguém aí, vai?</div>
<div><strong>MOMENTO BIZARRO:</strong></div>
<div>(depois de ir à ópera&#8230;) Apresentei meu pai ao mundo da &#8220;vodka com energético&#8221;.</div>
<div>Tudo começou com: </div>
<div>PAIS: &#8220;vamos tomar um café depois dessa cantoria?!&#8221; </div>
<div>EU: &#8220;Café!?&#8221;</div>
<div>PAIS: &#8220;suco, talvez?! ou um refri? chocolate quente?!&#8221;</div>
<div>EU: &#8220;humpf&#8230; suco?! pode ser uma smirnoff com redbull?&#8221;</div>
<div>MAE: &#8220;réd bóul?! ma qui e éço, cóticó?!&#8221;</div>
<div>PAI (já com copo na mão): &#8220;não sei o que é&#8230; mas é boooom!&#8221; </div>
<div>&#8220;papi-highlander&#8221; agora na versão turbinada, hehehe&#8230;</div>
<div><strong>MOMENTO FASHION:</strong></div>
<div>Vermelho.</div>
<div>Eu adorava essa cor.</div>
<div>AdorAVA.</div>
<div>Até ela se tornar rotina no meu extrato bancário.</div>
<div>Enjoei.</div>
<div>Por favor, no dia 15 de julho, só presentes pretos &#8211; ou comestíveis.</div>
<div> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </div>
<div><strong>MOMENTO INFORMATIVO:</strong></div>
<div>Rebobine tá bombando, passa lá!</div>
<div>rebobine.wordpress.com</div>
<div>Lá, a &#8220;kagibrina&#8221; se esconde por trás do codi-nome Escrava Isaura.</div>
<div>MOMENTO ADEUS:</div>
<div>tchau!</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consegui passar imune por este linchamento midiático onipotente, que é o caso Isabella.]]></title>
<link>http://humbertocapellari.wordpress.com/2008/04/20/consegui-passar-imune-por-este-linchamento-midiatico-onipotente-que-e-o-caso-isabella/</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 14:45:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Humberto Amadeu</dc:creator>
<guid>http://humbertocapellari.wordpress.com/2008/04/20/consegui-passar-imune-por-este-linchamento-midiatico-onipotente-que-e-o-caso-isabella/</guid>
<description><![CDATA[Obviamente, não consegui ignorar, tanto a morte da menina como o que se seguiu daí, que foi esta ver]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="justify"><span style="font-family:arial;">Obviamente, não consegui ignorar, tanto a morte da menina como o que se seguiu daí, que foi esta vergonhosa cobertura de um crime estúpido. Só que, vitoriosamente, não sucumbi à vontade alheia que nos obriga a &#8220;ter uma opinião&#8221;. De ao menos comentar com quem fosse. Perguntado, apenas respondia, educada e polidamente: &#8220;Não tô nem aí!!&#8221;</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Serei didático, para mim mesmo: as pessoas que formariam a chamada &#8220;opinião pública&#8221;, seriam nada mais que nós mesmos, pessoas comuns, certo? Eu, você, ele, seu vizinho, confere? OK.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Nós &#8211; a &#8220;opinião pública&#8221;, não esqueçam &#8211; tentamos, no tempo livre em que não estamos matando o nosso leão diário, informarmo-nos sobre &#8220;o que está acontecendo&#8221;. Isso pode ser, desde a conversa com o vizinho para saber a quantas anda a obra do Metrô, ou a leitura do jornal do bairro para descobrir que a deputada eleita por outro município resolveu aportar em nosso pedaço para &#8220;liderar&#8221; uma reforma viária que visaria &#8220;melhorar&#8221; a circulação de automóveis. Confere? OK.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">O Metrô, a reforma viária, o salário mínimo, o Apagão Educacional Continuado tucano, a perseguição serrista-jornalística aos professores paulistas, os juros do Henrique Silvério, OPS!, Meirelles, etc., são assuntos que, de uma forma ou de outra, deveriam conseguir a nossa atenção ( diária ou permanente, inclusive! ) pois estão, de uma forma ou de outra, mesmo que aparentemente distantes, ligados a nosso cotidiano, a nossa vida. Ou seja, mesmo que não percebamos, dizem respeito a nós. Confere? OK.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">É muita coisa, né? Em conclusão: por mais que devamos conhecer as coisas, é impossível saber de tudo. Óbvio.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Com o restrito saber de que dispomos somos, então, chamados a decidir sobre as coisas da vida, desde as mais prosaicas, até outras mais complexas.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Das complexas, eu destaco o momento em que somos convocados a selecionar, dentre os milhões de perfis oferecidos, aqueles que irão administrar a nossa sociedade. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Para assumirem os cargos, os postulantes batalharão por nosso aval, chamado de &#8220;voto&#8221;. Diz-se que os eleitos nos representarão. A &#8220;opinião pública&#8221;, enfim.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Para que um sujeito assuma um posto, e faça com que a administração siga em frente, funcionando, mantendo a si, mantendo a nós e, por nós sendo mantida, ele tentará nos convencer da vantagem que teríamos &#8211; a &#8220;opinião pública&#8221; &#8211; se fosse, ele, um dos selecionados. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Os milhões que participam das disputas tentarão nos convencer. Sem entrar no mérito de que se esse seria, ou não, o melhor modo de se configurar um agregamento de seres humanos &#8211; uma sociedade &#8211; é assim que fazemos. Depositamos nossos votinhos preciosos, viramos as costas, e vamos pro bar. Deixemos o serviço sujo para quem conseguiu ser eleito.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Pois poucos de nós sabemos, de verdade, como funciona a administração da &#8220;coisa pública&#8221;. Sabemos que há um prefeito, um vereador, um deputado: &#8220;us pulíticus&#8221; ( não é latim, é o nosso jeito de falar ). E seguimos com a nossa vidinha. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Só que &#8220;us pulíticus&#8221; dão um jeito de nos encontrar na quebrada. Quando você fica mofando 50 minutos no ponto de ônibus, sem que ele apareça, isso é fruto de uma decisão sua e, ao mesmo tempo, alheia. Nós só percebemos que o tempo passou, e que ficamos 50 minutos mais velhos e cansados. Por que, às vezes, a partida é justamente de 50 em 50 minutos. Oficialmente. Goste você ou não, isso foi decidido, e você não foi escutado. E nem seria possível. Já que, se fosse consultado, você ia solicitar um ônibus só para você. Você e todos os que estão aí, nesse exato momento, junto a você, na fila. Sim, isso mesmo. A &#8220;opinião pública&#8221;. Cada um ia querer um ônibus para si. De improvável concretização, mas seria este o desejo da &#8220;opinião pública&#8221; naquele momento. Percebe? E nem considerei que o motorista e o cobrador também fazem parte da &#8220;opinião pública&#8221;. Assim como os donos das empresas de ônibus.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Já dá para ouvir a impaciência de vocês, na fila. Timidamente, começa o diz-que-diz. Cada um relatando uma agrura, repassando um boato, um &#8220;ouvi falar&#8221;. Dando uma informação que nem ao menos tem certeza comprovada de que seja aquilo mesmo. Outro tenta contar um caso que leu no jornal. Um outro afirma que leu a mesma matéria, e que é isso mesmo. E palpitam. E terminam por concluir, após essa demorada ( forçosamente ) confabulação de notáveis, que o ideal mesmo, para a sociedade &#8211; a &#8220;opinião pública&#8221; &#8211; se mover com mais rapidez, seria que cada cidadão com mais de 16 anos tivesse seu próprio carro. E concluem, nesse mesmo episódio, que um &#8220;pulíticu&#8221; bom mesmo é aquele que criará condições para que isso se concretize. A voz do povo é a voz de Deus. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Agora, o que influencia as decisões da &#8220;opinião pública&#8221;, isso é um mistério para mim. Eu jamais teria imaginado, nem mesmo remotamente, que uma claque ( espontânea? Mmm&#8230; ) se juntaria na frente de uma delegacia, ou de qualquer lugar que seja, exigindo punições &#8211; dolorosas, sádicas até &#8211; a pessoas que ainda sejam suspeitas por um crime cometido e ainda em fase de investigação, sem conclusões efetivas. E que, mesmo presas por este mesmo crime, ainda estejam exercendo seu direito à defesa, amparado pela Constituição, até o julgamento final e definitivo. Quando, aí sim, esgotadas todas as possibilidades de defesa, receberão a pena imposta pela Corte. A oficial.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Lendo, e assistindo a tudo isso ( o tempo todo, de forma massacrante é bom dizer ), a &#8220;opinião pública&#8221;, chocada, pensará que &#8220;algo precisa ser feito&#8221; ( sic ). Decisões deverão ser tomadas. Algumas destas decisões não são permitidas à &#8220;opinião pública&#8221; tomar. Isso é tarefa para outros. </span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">Mas, enquanto isso, nada impede-a de seguir discutindo, se informando, adquirindo cabedal, influenciando o pensamento dos que lhe são próximos. Para que, no momento concedido a que se dê sua opinião ( que será acatada, oficializada e posta em prática ), exija o que for melhor para a sociedade. O que fará, com toda a certeza, sem chance de erro. Sem influências alienígenas ou manipulações ( de informações ou, puramente, das emoções ). O caminho correto a seguir.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:arial;">A voz do povo é a voz de Deus.</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Software livre]]></title>
<link>http://moonlamb.wordpress.com/2008/03/07/software-livre/</link>
<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 16:37:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>moonlamb</dc:creator>
<guid>http://moonlamb.wordpress.com/2008/03/07/software-livre/</guid>
<description><![CDATA[Boas PPL De uns tempos para cá temos visto algumas evoluções extremamente interessantes a nivel de s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Boas PPL</p>
<p>De uns tempos para cá temos visto algumas evoluções extremamente interessantes a nivel de software livre. Falo de software livre para edição de raiz.</p>
<p>Hoje quero deixar aqui o meu coment em relação a programas livres.</p>
<p><b>Editor paginas web :</b><br />
Nvu ( <font size="2"><a href="http://www.nvu.com/">http://www.nvu.com</a> ) foi o primeiro editor web free k usei e achei muito bacano</font>;</p>
<p><b>Ferramentas utilitarios:</b><br />
<b>Openoffice</b> ( http://www.openoffice.org/ )  sistema livre de direitos de autor ao estilo microsoft office. Tem tb hipotese de salvar os seus artigos em .pdf. Uso e acho muito Bom.<br />
<b>GIMP</b>: ( <font size="-1"><span class="a"><b>gimp</b>-app.sourceforge.net/ ou </span></font><font size="-1"><span class="a">www.<b>gimp</b>.org/ ) editor de imagem gratis que ja testei e achei interessante ( mas aviso que sou noob em img editing). </span></font></p>
<p><b>Chat:<br />
amsn</b> ( <font size="-1"><span class="a">www.amsn-project.net/ ) uso regularmente e acho muito bacano. Tem o que precisas: nowplay mode, skins e outros utilitarios Bons.</p>
<p><b>Multimedia:<br />
</b>Mediaportal ( http://www.team-mediaportal.com/ ) kit multimedia que promete trasnformar o teu pc num centro multimedia. <b>-&#62; ainda não o testei</b>.</p>
<p><b>Browser:</b><br />
mozzila ou opera são duas opçoes seguras. uso regularmente o mozilla e acho-o muito bacano.</p>
<p>Por hoje é tudo. Quero ver se falo em breve de sistemas operativos também open source.</p>
<p>Até mais, FiKe beM</span></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As pessoas estão sempre atrapalhando a vida da gente]]></title>
<link>http://framos.wordpress.com/2008/02/28/as-pessoas-estao-sempre-atrapalhando-a-vida-da-gente/</link>
<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 18:34:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>framos</dc:creator>
<guid>http://framos.wordpress.com/2008/02/28/as-pessoas-estao-sempre-atrapalhando-a-vida-da-gente/</guid>
<description><![CDATA[Em post anterior, disponibilizei trechos do livro O apanhador no campo de centeio. A frase que encer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Em post anterior, disponibilizei <a href="http://framos.wordpress.com/2008/02/09/o-apanhador-no-campo-de-centeio/">trechos do livro O apanhador no campo de centeio</a>. A frase que encerrou o post foi a seguinte:</p>
<p align="center">&#8220;As pessoas estão sempre atrapalhando a vida da gente&#8221;.</p>
<p align="justify">Merece umas considerações a mais.</p>
<p align="justify">O ser humano é um animal social. Mas também político, conforme Aristóteles, o que implica interesses, conflito e identidade. Nesse sentido,  quando constituímos nossas identidades ao longo dos cotidianos (e o plural aqui é válido), constituímos um sistema de gostos e desgostos &#8211; coisas e pessoas que apreciamos e as que repudiamos. Cada pessoa tem o seu próprio sistema e, assim, cada pessoa diferencia-se das outras todas. Mas a diplomacia social nos faz con-viver (viver com) as diferenças dos outros e evitamos o rompimento pela dor moral que ele nos traria. A personagem do livro não estava imune à isso. Por ser uma narração em primeira pessoa, o desabafo é, na verdade, intimista e não significa um diálogo público. De fato, vivemos pensando coisas sobre outras pessoas as quais não poderíamos nem teríamos a coragem de dizer em público, mesmo à amigos próximos ou ao padre do confessionário.</p>
<p align="justify">Sim, Durkheim estava certo ao dizer que precisamos organicamente dos outros. Mas há o elemento interessado mesmo dentro da moral. Não rompemos a diplomacia social com as pessoas que &#8220;vivem atrapalhando a vida da gente&#8221; para evitar abalos maiores em nossa forma cotidiana de lidar com a vida.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ja tentou comprar um portatil sem sistema operativo ?]]></title>
<link>http://moonlamb.wordpress.com/2008/02/26/ja-tentou-comprar-um-portatil-sem-sistema-operativo/</link>
<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 18:36:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>moonlamb</dc:creator>
<guid>http://moonlamb.wordpress.com/2008/02/26/ja-tentou-comprar-um-portatil-sem-sistema-operativo/</guid>
<description><![CDATA[Boas, Hoje devido a um problema com o Windows Vista num portatil acabado de comprar na worten, lembr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Boas,</p>
<p>Hoje devido a um problema com o Windows Vista num portatil acabado de comprar na worten, lembrei-me ( ja em casa) de verificar uma coisa. Se seria possivel comprar um portatil sem sistema operativo ?</p>
<p>Hoje em dia só ves em todo lado windows Vista e andei a peskisar pela net o que passava para tal acontecer.</p>
<p>O que acontece, é que haver existe, mas ficam caladinhos para o consumidor pagar o imposto ( habitual em qualquer material com direitos de autor) de uso do windows vista. Mesmo que não queiras usar o windows vista, só ele surge no mercado regular. Achei isto um total controlo de mercado por parte da equipa principal de sistemas operativos. É estranho e é bom que se note este acontecimento:</p>
<p>Qualquer pessoa pode comprar um notebook sem SO, ficando assim mais barato!</p>
<p>Achei uns links interessantes que quero desde já partilhar com quem ler este &#8220;post&#8221;<br />
http://nao.quero.imposto.ms/<br />
http://nao.quero.imposto.ms/?page_id=23</p>
<p>E já agora seria positivo que as lojas online que têm notebooks a venda sem SO:<br />
<b>http://wiki.ansol.org/PortateisSemSO </b></p>
<p>&#8230; colocassem a opção de venda dos mesmos sem SO nos respectivos sites. Ja que têm o material para vender, que pelo menos o divulguem.</p>
<p>Acho que o consumidor ( especialmente o portugues sem dinheiro para esbanjar!! ) se tiver opção de comprar mais barato, compra. Ou pelo menos deveria ter a opção de comprar ou não&#8230; Não vivemos num mundo livre ? Ou a nivel informatica vivemos num &#8220;mundo Gates&#8221; ? Também não me parece&#8230;pelo menos da minha parte.</p>
<p>outra coisa positiva que o governo tuga podia fazer, em vez de vender os notebooks para as escolas ao preço habitual das lojas, serial conversar com as respectivas marcas fornecedoras dos notebooks (tmn, optimus e vodafone) para disponibilizarem a opção com Linux (ou sem sistema operativo), para o consumidor que preferisse esse aspecto. Será que os professores das areas de informatica iam preferir pagar por um notebook com windows ou linux ( sabendo que o sistema operativo linux é gratis e o notebook ficaria mais barato) ?? Talvez eles nem comprem pela opção governamental mas pelo menos havia a opção&#8230;<br />
PS.: uma chamada de atenção as lojas online de produtos informatica: <b>coloquem a opção de que sistema operativo o comprador quer colocar e o preço para cada a instalação de cada um.</b> E isto nem é questão de exploração de cliente &#8220;sem conhecimento&#8221;, é mais uma questão de clareza, liberdade e seriedade para com o cliente.</p>
<p>No mundo de hoje, somos livres de escolher o que quisermos. No entanto se não conhecermos o que queremos, se não procurarmos opções, se não peskisarmos bastante bem antes de perder dinheiro estamos FU*****.</p>
<p>Até mais, FiKeM BeM</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Kanguru isp internet provider Portugal...]]></title>
<link>http://moonlamb.wordpress.com/2008/02/18/kanguru-isp-internet-provider-portugal/</link>
<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 16:23:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>moonlamb</dc:creator>
<guid>http://moonlamb.wordpress.com/2008/02/18/kanguru-isp-internet-provider-portugal/</guid>
<description><![CDATA[Boas!! Tenho o kanguru fixo com happy hour entre as 9h e as 16h. No entanto, notei um problema: bast]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Boas!!</p>
<p>Tenho o kanguru fixo com happy hour entre as 9h e as 16h. No entanto, notei um problema: bastava não estar a navegar para a velocidade baixar de 3.5G para 3G. Isto a partir aí das 18h da tarde era constante a queda da net.</p>
<p>Durante a happy hour não havia problemas, mas quando acabava era sempre a mesma desgraça.</p>
<p>E comecei a topar que se estivesse a navegar, a net não baixava de velocidade, se estivesse só no msn e sem mais nada a &#8220;mexer&#8221; na linha, ela caia para 3G, até eu voltar a mexer na net e aí voltava a 3,5G. No entanto se não navegasse ( ou parasse de navegar) caia de novo. Durante a happy hour uso o Utorrent para fazer downs de algumas coisas de meu interesse. Esse programa tem um controle sobre os limites de down e upload.</p>
<p>Experimentei deixar o Utorrent ligado a uma velocidade de transferencia que me permitisse manter a linha sempre ocupada (e assim sempre em 3,5G) e não incomodasse minimamente o meu tráfego fora da happy hour.</p>
<p>Resultou em cheio comigo. Experimentem quem tiver problemas como o meu que pode ser útil.</p>
<p>Abraços a todos e espero ter resolvido o problema de alguns, como resolvi o meu.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
