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	<title>vih &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "vih"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:47:27 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[1er décembre 2009: journée mondiale de lutte contre le SIDA]]></title>
<link>http://ongenlive.wordpress.com/2009/11/30/1er-decembre-2009-journee-mondiale-de-lutte-contre-le-sida/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 21:36:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Souad</dc:creator>
<guid>http://ongenlive.wordpress.com/2009/11/30/1er-decembre-2009-journee-mondiale-de-lutte-contre-le-sida/</guid>
<description><![CDATA[L&#8217;équipe du Sidaction: &#8220;Le 1er décembre est une occasion pour se mobiliser, penser à ceu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://ongenlive.wordpress.com/files/2009/11/images.jpeg"><img class="size-full wp-image-217 aligncenter" title="Sidaction 2009" src="http://ongenlive.wordpress.com/files/2009/11/images.jpeg" alt="" width="150" height="170" /></a></p>
<p><a href="http://ongenlive.wordpress.com/files/2009/11/images.jpeg"></a>L&#8217;équipe du Sidaction: &#8220;Le 1<sup>er</sup> décembre est une occasion pour se mobiliser, penser à ceux et à celles qui ne sont plus là, à ceux et à celles qui n&#8217;ont pas accès aux traitements ou qu&#8217;on ne regarde plus de la même façon car vivant avec le VIH. Comme chaque année, à l&#8217;occasion de la journée mondiale de lutte contre le sida, Sidaction organise une série de manifestions et d&#8217;événements&#8221;.</p>
<p><strong>Des animations dans toute la France:</strong></p>
<p>De Mulhouse à Dijon, de Rennes à Nice, dans de nombreuses villes en France seront organisées des actions au profit du Sidaction.</p>
<p>Des événements sportifs, ludiques, culturels et des animations dont l&#8217;objectif est d&#8217;informer le public sur les <strong>réalités et les risques du virus du sida</strong> aujourd&#8217;hui dans notre pays et dans le monde.<br />
Ces manifestations sont chaque année de plus en plus nombreuses et permettent à Sidaction de <strong>collecter des fonds.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Site web de la journée: <a href="http://2009.sidaction.org/index.php" target="_blank">http://2009.sidaction.org/index.php</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vacina contra HIV/aids? Particularidades]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/vacina-contra-hivaids-particularidades/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:07:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/vacina-contra-hivaids-particularidades/</guid>
<description><![CDATA[Em artigo publicado nesta segunda-feira, 30, no jornal O Estado de S.Paulo, os médicos e professores]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em artigo publicado nesta segunda-feira, 30, no jornal <em>O Estado de S.Paulo</em>, os médicos e professores universitários Vicente Neto e Jacyr Pastermark consideram fundamental a criação de uma vacina para prevenir a infecção pelo HIV. Segundo eles, não basta promover o uso do preservativo e a mudança de condutas para prevenir a infecção pelo vírus. Leia o artigo na íntegra a seguir.</p>
<p>A infecção pelo HIV/aids é o tipo de evento que requer vacina preventiva. Estamos cansados de saber que trabalhar com preservativo e mudança de condutas não basta para prevenir a disseminação dessa grave virose. Seria muito interessante e útil contar com vacina terapêutica a ser ministrada em infectados para prevenir ou atrasar a evolução para a doença franca.</p>
<p>Há aspectos éticos importantes e complexos no estudo da modalidade preventiva. Na terapêutica não são tão críticos, dá para trabalhar com o clássico modelo de estudo cego randomizado, dividindo aleatoriamente os pacientes, após o devido consentimento informado, em dois grupos: um que toma a vacina e outro que não, sendo então comparada a evolução de ambos. No caso de vacina profilática a coisa é mais complexa: o ensaio não pode levar a que a pessoa, por se achar protegida, fique exposta ao vírus. Isso significa que esse modelo deve ser executado eticamente, após todos os sujeitos da pesquisa serem devidamente informados e educados para não se arriscarem, mas contando com a famosa natureza humana: alguns vão fraquejar e aventurar-se&#8230; Como a maioria de pessoas informadas e lógicas não vai desproteger-se, serão precisos número muito grande e comparações por fases mais longas até concluir se a vacina testada funciona ou não.</p>
<p>Vacinas contra retrovírus essencialmente inexistem no momento, incluindo o HIV e os vários outros que causam infecções em animais. Eles têm enorme capacidade de variação, pois na replicação não corrigem os erros de transcrição do seu RNA. O local de ligação do vírus no receptor é muito bem protegido e pouco acessível a anticorpos. Há poucas vacinas com serventia quando a infecção natural não dá imunidade, e o HIV permite infecções por mais de uma cepa viral, ou seja, não defende contra outros vírus HIV.</p>
<p>Até este ano ocorreram diversas tentativas vacinais fracassadas, mas agora foi divulgada a obtenção da primeira (na verdade, o uso simultâneo de duas vacinas) que propiciou alguma proteção. O conseguido, porém, é pouco: apenas 30% de auxílio, que, vale não esquecer, configura algo mostrando possibilidade de sucesso. Estamos no começo de um longo caminho: até a devida concepção, a testagem em campo, a avaliação em populações etnicamente diferentes e a confirmação da segurança há tarefa para os próximos 20 anos, no mínimo. Mesmo neste primeiro resultado bem-sucedido a diferença de infecções entre vacinados e não-vacinados é pequena. Qualquer estaticista demonstra que com um pouco mais de casos no grupo vacinado ou um pouco menos de infectados no não-vacinado a significância estatística desapareceria. Importante reforçar que explicação estatística com p menor que 0.05 quer dizer, em termos práticos, que a chance de ocorrer por acaso aquele resultado se situa abaixo de 1 em 20 &#8211; o que não mostra em absoluto que isso não possa acontecer por pura perversidade do acaso.</p>
<p>Gostaríamos de fazer nossas as opiniões de Anthony Fauci: aprendemos muito do funcionamento do sistema imune, principalmente depois que apareceu a infecção pelo HIV, mas ignoramos muito mais e os conhecimentos necessários para obter vacina efetiva para infecção por esse vírus exigem aprofundamento quanto aos mecanismos de defesa e seus detalhes biológicos, celulares e moleculares. O sistema imune é muito complexo &#8211; talvez tanto, em alguns aspectos, quanto o nervoso. Também é de memória que trabalha com princípios, além de lógicas completamente diferentes das pertinentes ao sistema nervoso e a comunicação entre ambos, que deve existir, é ainda mais complicada para ser analisada e compreendida. O investimento em pesquisa básica é tão ou mais importante do que em investigações propriamente clínicas. É por meio dele que será possível chegar à lógica da solução de produzir vacinas profiláticas ou terapêuticas. Não é que não se deva seguir tentando dentro do que já conhecemos: de repente dá sorte e encontramos alguma coisa prestimosa.</p>
<p>Sorte, porém, acontece muito de vez em quando na história da medicina e quando sobrevém tem vínculo com pessoas preparadas para perceber o que está ocorrendo. Como se deu com Jenner, que antes de se conhecerem microrganismos como causa de doenças percebeu que as moças que ordenhavam vacas com a varíola da vaca eram imunes à varíola humana e, a partir daí, desenvolveu a única vacina que extinguiu, na natureza, a enfermidade contra a qual protege. Não cremos que ocorra sucesso dessa natureza no caso da vacina contra a infecção pelo HIV e toda a sua complexidade. Essencialmente, todas as vacinas &#8220;fáceis&#8221; de criar já foram feitas, e agora desejamos as que precisam de mais informação biológica para se viabilizarem. Estamos animados com a perspectiva de alguma vacina contra a infecção pelo HIV e cremos ser possível obtê-la, mas num futuro não muito próximo.</p>
<p>Impõe-se frisar que as modalidades de prevenção da infecção pelo HIV têm sido apenas parcialmente eficazes, mesmo em lugares onde há esforço para divulgá-las. A aids é controlada bastante parcialmente, até onde há interesse de gestores de saúde pública e alguma estrutura para enfrentar o mal. Todavia, em relação a certos ambientes, afigura-se correto admitir que a situação beira o descontrole. Programas de redução de riscos, viáveis, ainda são insuficientes, se bem que apoiáveis hoje. Convém igualmente usar de criatividade para ampliação do que se recomenda agora.</p>
<p>A propósito de doença infecciosa e transmissível, quando os fatores influentes são vários ou de implantação difícil, a profilaxia eficaz esbarra em obstáculos. Citamos como exemplos mais conhecidos, berrantes, a dengue e a malária. Daí sonhar com vacina para coibi-las. Disseminação por relacionamento sexual, com frequência irresponsável, ou por toxicômanos desobedientes é forte empecilho se considerado o HIV. Portanto, que surja vacinação valorosa e dotada de indispensável respaldo científico no confronto com o HIV. Assim poderemos parar de implorar por mudanças de comportamento.</p>
<p><strong>Vicente Amato Neto e Jacyr Pasternak*/</strong><strong><strong>O Estado de S.Paulo &#8211; 30.11.2009</strong></strong></p>
<p>*Vicente Amato Neto e Jacyr Pasternak são médicos e professores universitários</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vacina sob medida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/vacina-sob-medida/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:02:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/vacina-sob-medida/</guid>
<description><![CDATA[Cientistas canadenses criaram, em fase de testes, uma vacina para o tratamento da aids. É o que info]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cientistas canadenses criaram, em fase de testes, uma vacina para o tratamento da aids. É o que informou o jornal <em>Correio Braziliense</em>. Leia a matéria na íntegra a seguir.</p>
<p>Alguns soropositivos contaminados há mais de 10 anos conseguem controlar o vírus HIV, causador da Aids, sem a necessidade de tomarem medicamentos. Se depender dos esforços de cientistas canadenses do Centro de Saúde da McGill University (MUHC, pela sigla em inglês), a condição de &#8220;lentos progressores&#8221; pode se estender a quase todos os pacientes, em breve. Os especialistas obtiveram uma &#8220;vacina individualizada&#8221;, a primeira potencializada com o próprio vírus HIV do infectado. O novo tratamento é uma espécie de imunoterapia customizada, feita &#8220;sob medida&#8221; para cada caso.</p>
<p>A imunoterapia utiliza células dendríticas &#8211; presentes nos glóbulos brancos &#8211; removidas de doentes e depois multiplicadas in vitro, em um laboratório da Argos Therapeutics, em Durham, na Carolina do Norte. Essas células &#8220;abrigam&#8221;, sobre suas superfícies, partes do HIV invasor, permitindo ao resto do sistema imunológico identificar e atacar o vírus. &#8220;Elas estimulam o sistema imunológico, em todas as suas funções, ao mesmo tempo. Aumenta a força das células assassinas que destruirão as células imunológicas devastadas pelo HIV, as CD4&#8243;, explicou ao Correio, por email, Jean-Pierre Routy, da Divisão de Hematologia do MUHC e principal autor da pesquisa publicada pela revista científica Clinical Immunology. A exposição dessas células ao ácido ribonucleico (RNA) do HIV encorajou o desenvolvimento de defesas bastante específicas contra aquela cepa viral.</p>
<p>Em tese, o que os cientistas fizeram foi &#8220;instruir&#8221; o sistema de defesa do corpo humano a combater o inimigo invasor.</p>
<p>A expectativa é de que a imunoterapia seja uma arma ainda mais eficiente contra o vírus do que os coquetéis antirretrovirais da atualidade. Os primeiros resultados clínicos são animadores. &#8220;O estudo mostrou que, ao menos no laboratório, as células dos pacientes ficaram mais fortes depois da vacinação. A segunda fase dos testes, praticamente completa, avaliou se o HIV pode ser controlado depois da descontinuação do tratamento corrente&#8221;, afirmou Routy.</p>
<p>&#8220;Nós observamos um controle parcial do vírus em 13 dos 16 pacientes, que apresentaram um vírus 10 vezes mais fraco do que antes da terapia&#8221;, comemorou o cientista. A eficácia da técnica foi provada em oito locais diferentes do Canadá.</p>
<p>Diferença Segundo Routy, a diferença da &#8220;vacina individualizada&#8221; para as vacinas comuns é que as últimas não evitam a modificação do vírus ao longo do tempo.</p>
<p>&#8220;Conseguimos burlar esse problema ao usar o último vírus detectado antes do início da terapia antirretroviral&#8221;, comentou o canadense. Questionado sobre o motivo da preferência pelas células dendríticas, ele citou sua multifuncionalidade.</p>
<p>&#8220;Elas aumentam todos os aspectos da resposta imunológica, tornandoa mais potente. As limitações estão no fato de a técnica ser muito complexa, e no preço&#8221;, acrescentou.</p>
<p>As células dendríticas modificadas, chamadas de AGS-004, têm ainda a vantagem de provocar efeitos colaterais mínimos, em comparação com os medicamentos atuais. Os pesquisadores também constataram níveis aumentados de linfócitos CD-8 nos pacientes, as células de ataque do sistema imunológico. Routy prefere não estabelecer cronogramas para a disponibilização da imunoterapia nos hospitais. No momento, os cientistas iniciam nova fase de testes, agora utilizando um placebo (substância inócua, sem fins medicinais), nos Estados Unidos e no Canadá &#8211; por meio de um acordo firmado com a FDA, a agência reguladora de alimentos e drogas nos EUA, e com os Institutos Nacionais de Saúde (NIH, pela sigla em inglês). &#8220;A intenção é associar o aumento da resposta imunológica a um melhor controle do vírus. Mas o objetivo global de nossa pesquisa é permitir que certos pacientes sejam capazes de interromper o tratamento com antirretrovirais e controlar o HIV&#8221;, concluiu o líder do estudo.</p>
<p><strong>Correio Braziliense &#8211; 29.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Día Internacional de la lucha contra el Sida]]></title>
<link>http://cajondesastres.wordpress.com/2009/11/30/dia-internacional-de-la-lucha-contra-el-sida/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:45:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danae</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mañana es el día mundial contra el SIDA. Recordemos, que se trata de una enfermedad, que en sus inic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mañana es el día mundial contra el SIDA. Recordemos, que se trata de una enfermedad, que en sus inic]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Journée mondiale contre le sida 2009 - la Commission européenne dépasse le cap du milliard d'euros ]]></title>
<link>http://nethumanitaires.wordpress.com/2009/11/30/journee-mondiale-contre-le-sida-2009-la-commission-europeenne-depasse-le-cap-du-milliard-deuros/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:40:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>nethumanitaires</dc:creator>
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<description><![CDATA[À la veille de la journée mondiale contre le sida 2009 (1 er décembre), la Commission européenne est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[À la veille de la journée mondiale contre le sida 2009 (1 er décembre), la Commission européenne est]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le sida.]]></title>
<link>http://rannemarie.wordpress.com/2009/11/30/le-sida/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 09:37:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>raannemari</dc:creator>
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<description><![CDATA[la Belgique a enregistré en 2008 1079 nouveaux cas de contamination, soit le niveau le plus élevé de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>la Belgique a enregistré en 2008 1079 nouveaux cas de contamination, soit le niveau le plus élevé depuis le début de l&#8217;épidémie. On dénombre aussi 128 nouveaux cas de Sida déclaré et 11 décès liés à la maladie.</p>
<p><a href="http://www.espace-citoyen.be/dossiers/69-le-sida-ne-se-guerit-toujours-pas/">http://www.espace-citoyen.be/dossiers/69-le-sida-ne-se-guerit-toujours-pas/</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fYyQ-VB6D-4">http://www.youtube.com/watch?v=fYyQ-VB6D-4</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zuHyda6UwRE">http://www.youtube.com/watch?v=zuHyda6UwRE</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=aVxwGq1c8Aw">http://www.youtube.com/watch?v=aVxwGq1c8Aw</a></p>
<p><a href="http://www.arte.tv/fr/2956190.html">http://www.arte.tv/fr/2956190.html</a></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É permitido sonhar]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/e-permitido-sonhar/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:03:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/e-permitido-sonhar/</guid>
<description><![CDATA[Novo procedimento permite que homens com HIV tenham filhos livres da contaminação pelo vírus. Poucos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Novo procedimento permite que homens com HIV tenham filhos livres da contaminação pelo vírus.</p>
<p>Poucos tratamentos avançaram tanto quanto o da aids nas últimas duas décadas. Os antirretrovirais praticamente igualaram a expectativa de vida de soropositivos à da população em geral.</p>
<p>– O coquetel não impede que as pessoas desenvolvam outros tipos de doenças que elas teriam mesmo se não fossem portadoras do vírus. Existem enfermidades ligadas à presença do HIV no organismo, mas elas são controladas com terapias já existentes – explica o chefe do setor de Infectologia do Hospital Conceição, Breno Riegel dos Santos.</p>
<p>Por trás dos avanços da ciência, um novo cenário ainda desconhecido da maior parte da população se descortina. Saudáveis, os portadores de HIV começam agora a perder o medo de retomar a vida afetiva. Os mais de 150 voluntários da pesquisa do Hospital Conceição têm em comum o fato de estarem em um relacionamento estável em que um dos parceiros é soropositivo. Mesmo temerosos de assumir a doença publicamente, eles acalentam sonhos semelhantes aos de qualquer casal, como o de ter filhos. E encontram apoio dos médicos.</p>
<p>– Em uma das primeiras consultas, perguntamos se era possível ter uma criança sem o risco de eu me infectar ou de transmitir o vírus para o bebê. Os médicos disseram que sim, mas que precisávamos esperar pelo menos um ano até que os exames do Antonio melhorassem – conta Ana, cujo namorado é soropositivo.</p>
<p>A esperança se ampara em um procedimento novo, chamado de lavagem de esperma. Em laboratório, os médicos conseguem eliminar o HIV do líquido seminal – no caso de o homem ser o portador – antes de utilizá-lo em uma inseminação artificial. A concentração de espermatozoides férteis e livres do vírus é introduzida no útero da mulher no período fértil. A cada consulta no Conceição, o casal sai mais esperançoso de que a gravidez sem riscos seja uma recompensa para um relacionamento que passou por tantas provações. Enquanto aguardam o melhor momento para a chegada do filho, eles cumpre à risca o mandamento de usar sempre o preservativo.</p>
<p>– É a parte mais  chata, mas o preço pelo risco é muito alto. Com o tempo, acaba virando um hábito como escovar os dentes – diz Antonio.</p>
<p>A naturalidade para lidar com os entraves só é alcançada com intimidade e compreensão. Quem convive com o vírus há mais de uma década reconhece o papel do apoio do parceiro. A advogada Beatriz Pacheco, 60 anos, decidiu assumir a condição de soropositiva há quase 13 anos, quando seu companheiro, Carlos Aleixo, que não pegou o HIV, disse a ela:</p>
<p>– Vamos gritar aos quatro ventos que a aids está dentro de todas as casas, que não escolhe idade, nível social e raça e dizer que é perfeitamente possível amar uma pessoa com o vírus.</p>
<p>Antes de morrer, em 2006, vitimado por um câncer, Aleixo esteve sempre ao lado de Beatriz nas palestras e oficinas sobre sexualidade que ministrou pelo país. Ana e Antonio ainda não se sentem preparados para sair do anonimato, mas reconhecem a mudança na relação depois do diagnóstico.</p>
<p>– Nosso  relacionamento amadureceu. Temos um novo  entendimento da vida, das coisas, da humanidade – diz Antonio.</p>
<p><strong>Zero Hora &#8211; 28.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AGIR e Discoteca Espíritos assinalam Dia Mundial de Luta Contra a Sida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/agir-e-discoteca-espiritos-assinalam-dia-mundial-de-luta-contra-a-sida/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:44:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/agir-e-discoteca-espiritos-assinalam-dia-mundial-de-luta-contra-a-sida/</guid>
<description><![CDATA[Na noite de 30 de Novembro, o projecto AGIR e a Discoteca Espíritos realizam uma acção de sensibiliz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na noite de 30 de Novembro, o projecto AGIR e a Discoteca Espíritos realizam uma acção de sensibilização alusiva à transmissão do HIV/Sida.</p>
<p>Pelo terceiro ano consecutivo e com a colaboração da ABRAÇO e HARMONY, a discoteca Espirítos, em Oliveira do Hospital, acolhe uma acção alusiva à comemoração do Dia Mundial da Luta Contra a Sida.</p>
<p>Organizada pelo projecto AGIR, no âmbito das acções de Educação para a Saúde, a iniciativa terá lugar a partir da 01h00, e visa sensibilizar e informar a população local frequentadora de espaços de diversão nocturna, sobre as mais diferentes formas de transmissão do HIV/SIDA. Para o efeito será distribuído material informativo, cedido gratuitamente pela Comissão Nacional da Luta contra a SIDA e pela ABRAÇO.</p>
<p>No mesmo dia, nos períodos da manhã e tarde, o projecto AGIR desafia os jovens que frequentam os Agrupamentos de Escolas e Secundária, a realizarem slogans de prevenção, alusivos à temática “O Amor é para dar vida e não para dar Sida”&#8221;.</p>
<p>Com esta iniciativa, a equipa do AGIR pretende envolver os jovens de forma dinâmica, sensibilizando-os, consciencializando-os e responsabilizando-os na adopção de estilos de vida saudáveis, porque “a sida existe”.</p>
<p><strong>Liliana Lopes/Correio da Beira_Serra &#8211; 29.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Yao Ming em campanha contra a SIDA]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/yao-ming-em-campanha-contra-a-sida/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:40:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/yao-ming-em-campanha-contra-a-sida/</guid>
<description><![CDATA[A estrela chinesa de basquetebol Yao Ming vai ser o protagonista de uma nova campanha de consciencia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A estrela chinesa de basquetebol Yao Ming vai ser o protagonista de uma nova campanha de consciencialização contra a SIDA lançada pelo programa das Nações Unidas ONUSIDA, apresentada hoje em Pequim.</p>
<p>O poste dos Houston Rockets, clube que participa na NBA, vai repartir o cenário desta campanha com um grupo de cidadãos chineses seropositivos, o qual surgiu hoje pela primeira vez em público, no âmbito de uma campanha nacional de luta contra a doença neste país asiático.</p>
<p>O jogador chinês esteve ausente por estar a convalescer de uma intervenção cirúrgica ao pé esquerdo que o manterá afastado de toda a época da NBA, mas enviou uma mensagem de agradecimento a partir dos Estados Unidos.</p>
<p>A campanha contará com a afixação de painéis em lugares públicos e com a emissão de vídeos nos quais se vê Yao Ming a relacionar-se com fãs chineses, alguns dos quais portadores da doença.</p>
<p><strong>Record &#8211; 27.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viver com sida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/viver-com-sida/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:38:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/viver-com-sida/</guid>
<description><![CDATA[Cada vez mais, a doença passa despercebida. Mas persiste &#8211; e de que maneira: Portugal está no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cada vez mais, a doença passa despercebida. Mas persiste &#8211; e de que maneira: Portugal está no topo europeu da prevalência do VIH. Seguem-se histórias de quem finta a morte. E é discriminado.</p>
<p>Horácio é nome de poeta romano, mas assenta bem a este contemporâneo português que também reconhece a brevidade da vida. Aprendeu-a em Angola, logo em 1968, na Guerra Colonial, quando teve de saltar de um jipe emboscado e, olhando à sua volta, verificou que ele e outro camarada eram os únicos sobreviventes de uma secção de nove atiradores. Há 15 anos, reviu a morte. Estava estampada na cara de um médico ao anunciar-lhe que o teste ao vírus da sida dera positivo.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Agora, próximo dos 66 anos, Horácio continua a fintar a maldita. Este alentejano, da zona de Portalegre, de estatura baixa e seca, não se deixou levar. À medida que vai conversando, tira uma das gavetas do pequeno armário de parede, na sua exígua casa &#8211; cozinha e quarto &#8211; e coloca-a sobre a mesa para mostrar um documento, como se as suas palavras precisassem de ser autenticadas. Volta a pô-la no sítio, para daí a um bocado a ir buscar novamente e pegar noutra prova. É ali que tem arquivada parte da sua vida, incluindo uma caixa de comprimidos de reserva &#8211; toma cinco por dia, assistido por uma das operacionais da Associação Ser +, uma ONG de Cascais. Horácio já esteve muito doente, acamado em hospitais. &#8220;Mas, graças a Deus, sempre debaixo de médicos. Pensei que morria.&#8221;</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Agora, que se sente bem, está sempre pronto para uma ironia: &#8220;Vamos ver se chego ao Natal.&#8221;</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Horácio contraiu a doença depois de enviuvar, não faz bem ideia onde nem com quem. Mas sabe que não usou preservativo nos encontros fortuitos de viúvo solitário. Faz parte de um grupo de pessoas no qual dificilmente se suspeitaria encontrar portadores de VIH. Não é homossexual ou &#8220;bi&#8221;, nem toxicodependente, nem jovem. O seu caso comprova que não há grupos de risco e que a sida está em todo o lado.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_h2 -->Maldito Viagra</p>
<p><!-- end st_tag_h2 --> <!-- begin st_tag_p -->Aos olhos de quem, como Fausto Amaro, director do Centro de Estudos da Família do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, estuda o fenómeno há mais de 20 anos, as complicações surgem quando se associa a sida a certos grupos. E exemplifica: &#8220;Mais de metade dos infectados tem menos de 35 anos e as pessoas mais velhas tendem a associar o problema aos jovens. Pensam &#8211; &#8216;Sou experiente, corro menos riscos&#8217;. Não, correm os mesmos que os outros.&#8221;</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->A expressão do perigo na faixa etária acima dos 50 anos encontra-se nos últimos números do Instituto Nacional de Saúde: um em cada oito infectados já virou o meio século. Fausto Amaro, que também é da direcção do Centro de Estudos Sócio-Antropológicos da Sida, da Fundação do Bom Sucesso, não dissocia daquele número o chamado &#8220;efeito Viagra&#8221;. Muitos homens mais velhos têm agora, graças aos medicamentos, a possibilidade de uma maior actividade sexual e não se protegem devidamente durante as facadas que dão no matrimónio, levando o perigo para a cama das suas companheiras. Há cerca de dez anos, Fausto Amaro concluiu, num estudo, que 45,5% dos homens entre os 49 e os 50 anos nunca usavam preservativo em situações de parceiros múltiplos.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Em Portugal, o número de infectados tem vindo a diminuir desde o final da década de 1990. Mesmo assim, os 113,3 casos em cada milhão de habitantes (dados de 2008) são tidos como teimosamente elevados, no contexto europeu. E já esta terça-feira, 24, Portugal foi apontado pela ONU e pela Organização Mundial de Saúde como o país da Europa ocidental e central com mais novos casos de infecção. Desde o início da actual década, o principal modo de transmissão é a relação heterossexual, seguida pela injecção de drogas, embora, a partir de 2006, se tenha vindo a verificar um ligeiro aumento da proporção de homossexuais, no conjunto dos portadores do vírus.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_h2 -->O suposto olho clínico</p>
<p><!-- end st_tag_h2 --> <!-- begin st_tag_p -->&#8220;Ainda prevalece muito a ideia de que o bom aspecto não acarreta riscos&#8221;, continua Fausto Amaro. Atesta-o outro trabalho da sua equipa, de 2004, em que um terço dos inquiridos respondeu que o risco, ao ter relações sexuais com uma pessoa de aspecto saudável, sem preservativo, é pequeno ou mesmo nulo. &#8220;As pessoas acham que têm olho clínico&#8221;, ironiza Amílcar Soares, presidente da Associação Positivo. E alerta, num tom grave de voz: &#8220;As novas terapêuticas permitem um ar muito standard e bom look.&#8221;</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Aos 55 anos, Amílcar sabe do que fala. Afinal, são mais de duas décadas a viver com o vírus dentro do corpo. Com a doença diagnosticada desde 1986, é um típico sobrevivente de longa duração. A sua história é a de quem viu o mundo desabar à sua volta, mas se recusou a baixar os braços. É uma história de desgostos e discriminação, mas também de resistência, de lutas e alegrias, porque o que é preciso é andar para a frente. &#8220;Quando o mal está feito e estamos infectados &#8211; também não vale a pena perguntar ao nosso parceiro quem infectou quem &#8211; há que resolver o assunto.&#8221; Ao fazer desfiar as recordações arrumadas na gaveta da memória, Amílcar fica com os olhos rasos de água.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Mas a voz não lhe treme quando fala de si e de como ele e Fernando se mantiveram juntos, até à morte do companheiro, em 1994.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_h2 -->A epidemia da marginalização</p>
<p><!-- end st_tag_h2 --> <!-- begin st_tag_p -->Se Amílcar admite que sabe muito bem o que andou a fazer, já o mesmo não se pode dizer de Teresa, que, aos 42 anos, mantém uma aparência normal. &#8220;Quando se anda à chuva e se aparece molhada, é muito complicado&#8221;, desabafa. A doença, deve tê-la contraído ainda em Angola, de onde é natural &#8211; por via do marido, que morreu na guerra civil, ou de uma transfusão. Está há dez anos em Portugal e, há seis, foi-lhe diagnosticado o VIH.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Ao estigma da cor da pele, que sente sob a forma de olhares nos transportes públicos, acrescentou a doença maldita. Para se defender, só desvendou o seu segredo às filhas e às técnicas da Ser +, que a ajudaram a reorganizar a vida. Andreia Ferreira, coordenadora daquela associação, recebe diariamente queixas. O tratamento preconceituoso ocorre nas instituições públicas e em todas as classes sociais e profissionais, a começar pelos especialistas de Saúde, e até na família. Com a longevidade proporcionada pelos novos medicamentos, há doentes que precisam de ingressar em lares de idosos. Arranjar-lhes um lugar, porém, é uma missão praticamente impossível. &#8220;Quando perguntamos se têm vaga, dizem que sim&#8221;, conta Andreia Ferreira. &#8220;Mas quando especificamos que se trata de pessoas seropositivas, fecham-se as portas.&#8221;</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Fausto Amaro corrobora: &#8220;A discriminação é outra epidemia.&#8221; E o caso da angolana Teresa é disso emblemático. Quando lhe foi diagnosticado o vírus, trabalhava em casa de uma médica. E, como lhe tinham recomendado manter os medicamentos no frigorífico, guardou alguns no da patroa, para os poder ter à mão e tomar à hora certa. A médica descobriu-os e identificou-os, num domingo. Na segunda-feira, despediu Teresa, com o pretexto de que a empregada lhe omitira a doença.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->De seguida, a angolana conseguiu trabalho num refeitório. Mas quando, em 2007, veio a lume o caso de um cozinheiro despedido de um hotel lisboeta por ser portador do vírus, a empresa para a qual Teresa trabalhava sujeitou os funcionários a análises. O médico da entidade patronal colocou-a perante duas opções: faria o teste e seria impossível manter o segredo ou desistia daquela consulta. Teresa escolheu a segunda hipótese e também desistiu do emprego. &#8220;Tive medo de que se soubesse. Ainda por cima, tinha familiares a trabalhar no mesmo sítio.&#8221; Há 16 meses que está desempregada. Para trás, ficaram os planos para mudar de vida, que incluíam um regresso a Angola.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Mais de um quarto de século depois de, em Portugal, ter sido diagnosticado o primeiro caso, o estigma continua a corroer as relações sociais, laborais e familiares. Por isso, ocultamos o verdadeiro nome da nossa interlocutora angolana. Pelo mesmo motivo, chamámos Horácio ao alentejano com nome de poeta. Até porque o vírus não tem cara. Só vítimas.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_h2 -->Desafio &#8216;Votaria em mim se eu fosse seropositivo?</p>
<p><!-- end st_tag_h2 --> <!-- begin st_tag_p -->A pergunta em epígrafe será feita pelo deputado Bernardino Soares (PCP) e pelo presidente da Câmara de Cascais, António Capucho (PSD), numa campanha anti-sida que está a ser preparada pela Associação Ser +. Prevê-se que ocorrerá em Fevereiro o arranque desta iniciativa que foi buscar inspiração a uma campanha feita em França, há dois anos, e que, entre outras figuras de relevo, envolveu os então candidatos às presidenciais &#8211; a socialista Ségolène Royal e o conservador Nicolas Sarkozy.</p>
<p><strong>Francisco Galope/Visão &#8211; 27.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[“Cada um devia se sentir obrigado a tomar como atitude positiva, ir e fazer o teste”, afirma o músico Stewart Sukuma]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/%e2%80%9ccada-um-devia-se-sentir-obrigado-a-tomar-como-atitude-positiva-ir-e-fazer-o-teste%e2%80%9d-afirma-o-musico-stewart-sukuma/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:27:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Recentemente, a imprensa internacional divulgou que o Presidente da África do Sul Jacob Zuma viria a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>Recentemente, a imprensa internacional divulgou que o Presidente da África do Sul Jacob Zuma viria a público fazer o teste de HIV, no Dia Mundial de Combate à Sida, como forma de incentivar o povo do seu país a adoptar a mesma iniciativa.</p>
<p>Em Moçambique, activistas e representantes das pessoas vivendo com HIV e Sida elogiaram a decisão de Zuma e sugeriram o mesmo ao Presidente Armando Emílio Guebuza. (<a href="http://www.agenciasida.co.mz/noticias/interna.php?id=177"><strong>Saiba mais</strong></a>)</p>
<p>Reconhecido como influente na formação das opiniões dos jovens moçambicanos, o músico Stewart Sukuma fez o teste em público no ano passado e disse, em entrevista exclusiva à <strong>Agência de Notícias de Resposta ao SIDA</strong>, que aceitaria fazer novamente.</p>
<p>Para ele, a ideia de o Presidente da República vir a fazer o teste seria bem-vinda, na medida em que como líder é fundamental que mostre acções positivas.</p>
<p>“As pessoas não deviam ser obrigadas a fazer o teste, mais cada um devia se sentir obrigado a tomar como atitude positiva, ir e fazer o teste. Pois o teste é pessoal e ninguém deve ser obrigado a divulgar o resultado”, comentou.</p>
<p>Sukuma ressaltou que a luta contra a Sida deve ser feita ao longo dos trezentos e sessenta e cinco dias do ano.</p>
<p>Nas suas acções do dia a dia, o músico tem organizado, nas escolas, palestras e workshop sobre o tema.</p>
<p>“O contacto directo é mais importante, pois é onde as pessoas sentem a presença física”, comentou.</p>
<p>Acerca do lema da campanha deste ano no Dia Mundial de Combate ao Sida, “Olha para o futuro e faça o teste”, Sukuma disse:</p>
<p>“Se sabermos que somos seropositivos, a nossa atitude muda completamente, se não tivermos o vírus também mantemos uma atitude mais defensiva por isso é sempre bom conhecermos o nosso estado”, finalizou.</p>
<p>Aos 46 anos, Stewart Sukuma, nome artístico de Luís Pereira, nasceu em Quelimane, Província da Zambézia.</p>
<p>Autor dos álbuns musicais Afrikiti, Nkuvu, entre outros, Sukuma combina a música moçambicana tradicional e contemporânea com uma instrumentação revolucionária para criar um som enérgico e dançante que pode ser chamado de Afro/Pop/Jazz.</p>
<p><strong>Olívia Mapute/Agência de Notícias de Resposta ao Sida &#8211; 28.11.2009<br />
</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Dia Mundial de Combate à Sida: Cerimónia Central vai divulgar novos dados nacionais da epidemia e contará com a presença de Guebuza]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/dia-mundial-de-combate-a-sida-cerimonia-central-vai-divulgar-novos-dados-nacionais-da-epidemia-e-contara-com-a-presenca-de-guebuza/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:24:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[No próximo 1º de Dezembro, Dia Mundial de Combate à Sida, o Ministério da Saúde divulgará os dados m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>No próximo 1º de Dezembro, Dia Mundial de Combate à Sida, o Ministério da Saúde divulgará os dados mais recentes sobre a prevalência do HIV em Moçambique.</p>
<p>Prevista para acontecer, às 8h, na Presidência da República, durante a Cerimónia Central alusiva ao dia em questão, a divulgação da Ronda de Vigilância Epidemiológica-2009 contará com a presença do Presidente Armando Emílio Guebuza, além de alguns ministros e outras autoridades relacionadas à saúde.</p>
<p>Os dados da última Ronda (2007), realizada a partir de uma pesquisa com mulheres grávidas, apontaram para uma prevalência nacional do HIV de 16 por cento, com indicativos de aumento da epidemia no Sul do País, onde foi registado 21 por cento de seropravalência, e estabilização no Centro e Norte, com, respectivamente, 18 e 9 por cento.</p>
<p>Entretanto, o Impacto Demográfico do HIV e Sida em Moçambique, publicado em Setembro do ano passado, revelou que a prevalência nacional entre homens e mulheres, dos 15 e 49 anos, é de 14 por cento, o que se enquadra dentro da pequena margem de erro que essas pesquisas nacionais estão sujeitas.</p>
<p>Este mesmo documento, que assim como a Ronda é produzido pelo Governo, estima para 2009 e 2010 uma estabilização da prevalência nacional do HIV em 14 por cento, na população em geral, e 16 por cento entre as mulheres grávidas.</p>
<p>Durante a Cerimónia Central do Dia Mundial de Combate à Sida, está previsto também a participação do músico Moreira Chonguiça, que fará a apresentação de uma música em homenagem às pessoas que vivem com HIV e Sida, assim como para todos os esforços que estão a ser feitos para mitigar a epidemia.</p>
<p>Em todo o país, vários eventos lembrarão esta data, que desde 1987, por uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde e apoio das Organizações Nações Unidas passou a ser o dia internacional de solidariedade, tolerância, compaixão e compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV.</p>
<p>O lema da campanha nacional para o 1º de Dezembro desta ano é “Olha para o futuro e faça o teste.”</p></div>
<p><strong>Outros eventos nacionais<br />
</strong><br />
<strong>30 de Novembro:<br />
</strong>- Conferência de Imprensa com a Sociedade Civil de luta contra a Sida.<br />
10h, na sede do Matram. Av. Romão Fernandes Farinha, 1123 – Maputo.</p>
<p>- Aconselhamento e Testagem para o Ministério da Função Pública.<br />
Das 8h às 15h, no CPD. Av Guerra Popular, 20 – Maputo.</p>
<p>- Marcha Noctura à luz de velas com populares e líderes religiosos.<br />
19h, na Praça dos Heróis – Maputo.</p>
<p><strong>1º de Dezembro:</strong><br />
- Ciclo de Cinema sobre o serviço dos adolescentes e jovens.<br />
17h, Centro Cultural Franco Moçambicano – Maputo.</p>
<p>- Nações Unidas celebra Dia Mundial de Combate ao Sida com a participação de Moreira Chonguiça.<br />
16h, no ISPU &#8211; Maputo.</p>
<p><strong>Agência de Notícias de Resposta ao Sida &#8211; 27.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profissionais de saúde se recusam a atender pessoas com aids na China, informa Estadão Online ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/profissionais-de-saude-se-recusam-a-atender-pessoas-com-aids-na-china-informa-estadao-online/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:17:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pesquisa realizada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) revelou que é comum funcionários de saúde]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pesquisa realizada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) revelou que é comum funcionários de saúde se recusarem a atender pessoas com aids na China .As informações são do <em>Estadão Online</em>. Leia a matéria na íntegra a seguir.</p>
<p><strong>Vítima de Aids é amplamente discriminada na China, diz OMS</strong></p>
<p>Segundo pesquisa, recusa de tratamento médico é um dos problemas que os portadores do vírus HIV sofrem</p>
<p>REUTERS</p>
<p>PEQUIM &#8211; Os portadores do vírus HIV que moram na China enfrentam discriminação frequente e estigma, até mesmo com funcionários da saúde por vezes recusando-se a tocá-los, de acordo com uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgada nesta sexta-feira, 27. O Ministério da Saúde da China e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) estimam que o país tenha entre 97 mil e 112 mil pessoas infectadas com a Aids.</p>
<p>Mais de 40% das pessoas pesquisadas no novo relatório da Unaids, porém, disseram ter sofrido discriminação em razão do HIV. Mais de um décimo deles afirmaram que tiveram tratamento médico recusado ao menos uma vez.</p>
<p>Na entrevista coletiva para o lançamento do relatório, o ativista de Aids chinês Yu Xuan recontou a história de uma amiga que teve uma cirurgia de urgência recusada porque era HIV-positiva e, como consequência, acabou morrendo. &#8220;Não quero que as pessoas tenham o tipo de experiências que tive&#8221;, disse Yu, que também tem Aids.</p>
<p>A China enfrenta um problema antigo no combate à doença. As autoridades já se recusaram a reconhecê-la e no país os tabus em torno do sexo permanecem fortes para muitas pessoas, limitando a discussão pública e até mesmo privada.</p>
<p>O vice-ministro da Saúde da China, Huang Jeifu, afirmou que o governo trabalharia de forma mais intensa para tratar das questões ligadas ao estigma e à ignorância com relação à Aids, mas admitiu que seria difícil.</p>
<p>&#8220;O maior obstáculo é que não há educação nem publicidade suficiente sobre a Aids. A sociedade não sabe o bastante sobre a doença e as pessoas acham que é possível contraí-la apenas pelo toque, falando, apertando as mãos ou comendo junto&#8221;, disse Huang. &#8220;Esse é um problema enorme.&#8221;</p>
<p>O governo lançará uma campanha de vídeo para romper com o estigma da Aids com a participação do jogador de basquete Yao Ming, estrela da NBA e da seleção chinesa, que aparecerá em 20 grandes outdoors em 12 cidades.</p>
<p>A pesquisa descobriu que algumas crianças com pais infectados, mas não necessariamente elas próprias infectadas, foram forçadas a abandonar a escola.</p>
<p>&#8220;Muitos dos pesquisados sabiam a quem recorrer para obter apoio contra a discriminação e agir contra os que violam seus direitos,&#8221; lê-se no relatório. &#8220;Infelizmente, o índice de sucesso quando os problemas foram reclamados é muito baixo.&#8221;</p>
<p><strong> Estadão Online &#8211; 28.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CRS - Swaziland: la Croix-Rouge vient en aide aux orphelins du sida]]></title>
<link>http://nethumanitaires.wordpress.com/2009/11/29/crs-swaziland-la-croix-rouge-vient-en-aide-aux-orphelins-du-sida/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:08:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>nethumanitaires</dc:creator>
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<description><![CDATA[Au Swaziland, de nombreux enfants sont confrontés au sida dès leur naissance. Le coordinateur local ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Au Swaziland, de nombreux enfants sont confrontés au sida dès leur naissance. Le coordinateur local ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Institut Pasteur -  Aujourd'hui, plus de 25 ans après la découverte du VIH-1 par Françoise Barré-Sinoussi et Luc Montagnier]]></title>
<link>http://nethumanitaires.wordpress.com/2009/11/29/institut-pasteur-aujourdhui-plus-de-25-ans-apres-la-decouverte-du-vih-1-par-francoise-barre-sinoussi-et-luc-montagnier/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 16:11:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>nethumanitaires</dc:creator>
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<description><![CDATA[chercheurs pasteuriens récompensés en 2008 par le Prix Nobel de médecine, le sida reste un fléau ina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[chercheurs pasteuriens récompensés en 2008 par le Prix Nobel de médecine, le sida reste un fléau ina]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El derecho al acceso universal – Día Mundial del SIDA 2009]]></title>
<link>http://esiglesialuterana.wordpress.com/2009/11/28/el-derecho-al-acceso-universal-%e2%80%93-dia-mundial-del-sida-2009/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:17:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Poeta Rojo.</dc:creator>
<guid>http://esiglesialuterana.wordpress.com/2009/11/28/el-derecho-al-acceso-universal-%e2%80%93-dia-mundial-del-sida-2009/</guid>
<description><![CDATA[Por FLM. Observador Juvenil/El Esplendor. El 1 de diciembre la comunión luterana está llamada a unir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="content">
<div id="content-main">
<div id="post-1221">
<div>
<div>
<p><em><strong>Por FLM</strong></em>.</p>
<div>
<div>
<p><em><strong>Observador<span style="color:#ff6600;"> </span></strong></em><span style="color:#ff6600;"><em><strong>Juvenil</strong></em></span><em><strong>/</strong></em><span style="color:#008000;"><strong><em>El Esplendor.</em></strong></span></p>
</div>
</div>
<p>El 1 de diciembre la comunión luterana está llamada a unirse al resto del mundo para mantener la promesa de detener el sida.</p>
<table width="224" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="222" valign="top"><a href="http://www.lutheranworld.org/Images/LWF_Photos/Home/HIV-candles_big.jpg" target="_blank"> <img src="http://www.lutheranworld.org/Images/LWF_Photos/Home/HIV-candles.jpg" border="0" alt="HIV footwashing" width="220" height="150" /></a>El culto en ocasión del Día Mundial del SIDA © Sidney Traynham</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4>El VIH y los derechos humanos</h4>
<p>Este año, el Día Mundial de la Lucha contra el SIDA pone el acento en el VIH y los derechos humanos, en particular, el derecho de acceso universal a la prevención, el tratamiento y la asistencia.<!--more--></p>
<p>La violación de estos derechos humanos alimenta la propagación del VIH; defenderlos es luchar contra la epidemia global del VIH y el sida, y reducir el estigma, la discriminación y las tasas de infección.</p>
<h4>El VIH y la iglesia</h4>
<p>El Día Mundial del SIDA nos recuerda que el VIH aún no fue derrotado.</p>
<p>En 2007, ONUSIDA estimaba que en todo el mundo 33,2 millones de personas, incluidos/as 2,7 millones de niños/as, vivían con el virus que causa el sida. Cada año se registran 2,5 millones de nuevas infecciones por VIH.</p>
<p>La mayoría de quienes viven con el VIH habita en países de bajos y medianos ingresos. Las mujeres representan casi el 50 por ciento. El África Subsahariana es la región del mundo más duramente afectada por el VIH y el sida, pues contabiliza 22 millones de personas seropositivas.</p>
<p>Tanto si se vive con el VIH y el sida o se está afectado/a por la pandemia como si no, en la iglesia todos/as pertenecemos a la misma comunión y, en ese sentido, la propia iglesia tiene VIH y sida.</p>
<h3>Actuemos</h3>
<p>En el Día Mundial del SIDA 2009, pasemos de las palabras y las promesas a la acción para proteger los derechos humanos y contribuir a lograr las metas globales de prevención, tratamiento, asistencia y apoyo en materia de VIH y sida.</p>
<ul>
<li>Usemos la liturgia propuesta por la Alianza Ecuménica de Acción Mundial para organizar un culto el Día Mundial del SIDA o en ocasión del mismo.</li>
<li>Informémonos sobre el VIH y el sida, los derechos humanos y el acceso universal, e informemos a otros/as.</li>
<li>Pongámonos el lazo rojo en signo de solidaridad con todas las personas infectadas y afectadas por el VIH y el sida, y para recordar la necesidad de sensibilizar y apoyar.</li>
<li>Participemos en las actividades locales del Día Mundial del SIDA.</li>
<li>Instemos a nuestras iglesias a contraer el compromiso de luchar contra la propagación del VIH y el sida o a renovar su promesa de hacerlo.</li>
<li>Exhortemos al liderazgo eclesial a responsabilizar a los gobiernos por las leyes discriminatorias y las restricciones para viajar impuestas a personas seropositivas.</li>
<li>Aboguemos ante nuestros gobiernos por la ampliación del asesoramiento y las pruebas voluntarias de VIH y el tratamiento antirretroviral como servicios de salud pública.</li>
</ul>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Siga leyendo para averiguar más, o póngase en contacto con la Secretaría del VIH y SIDA:</strong></p>
<p><a href="mailto:Veikko.Munyika@lutheranworld.org">Rev. Dr. Veikko Munyika</a>, coordinador</p>
<p><a href="mailto:Claudia.Hoffmann_Denarie@lutheranworld.org">Sra. Claudia Hoffmann-Denarié</a>, auxiliar administrativa</p>
<p>&#160;</p>
<p><a rel="#someid24" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/es/"><img src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/es/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a></p>
<p>Esta obra está bajo una <a rel="#someid25" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/es/">licencia de Creative Commons</a>.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El derecho al acceso universal – Día Mundial del SIDA 2009]]></title>
<link>http://elesplendor.wordpress.com/2009/11/28/el-derecho-al-acceso-universal-%e2%80%93-dia-mundial-del-sida-2009/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:15:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Poeta Rojo.</dc:creator>
<guid>http://elesplendor.wordpress.com/2009/11/28/el-derecho-al-acceso-universal-%e2%80%93-dia-mundial-del-sida-2009/</guid>
<description><![CDATA[Por FLM. Observador Juvenil/El Esplendor. El 1 de diciembre la comunión luterana está llamada a unir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>Por FLM</strong></em>.</p>
<div>
<div>
<p><em><strong>Observador </strong></em><span style="color:#ff6600;"><em><strong>Juvenil</strong></em></span><em><strong>/</strong></em><span style="color:#008000;"><strong><em>El Esplendor.</em></strong></span></p>
</div>
</div>
<p>El 1 de diciembre la comunión luterana está llamada a unirse al resto del mundo para mantener la promesa de detener el sida.</p>
<table width="224" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="222" valign="top"><a href="http://www.lutheranworld.org/Images/LWF_Photos/Home/HIV-candles_big.jpg" target="_blank"> <img src="http://www.lutheranworld.org/Images/LWF_Photos/Home/HIV-candles.jpg" border="0" alt="HIV footwashing" width="220" height="150" /></a></p>
<p>El culto en ocasión del Día Mundial del SIDA © Sidney Traynham</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4>El VIH y los derechos humanos</h4>
<p>Este año, el Día Mundial de la Lucha contra el SIDA pone el acento en el VIH y los derechos humanos, en particular, el derecho de acceso universal a la prevención, el tratamiento y la asistencia.<!--more--></p>
<p>La violación de estos derechos humanos alimenta la propagación del VIH; defenderlos es luchar contra la epidemia global del VIH y el sida, y reducir el estigma, la discriminación y las tasas de infección.</p>
<h4>El VIH y la iglesia</h4>
<p>El Día Mundial del SIDA nos recuerda que el VIH aún no fue derrotado.</p>
<p>En 2007, ONUSIDA estimaba que en todo el mundo 33,2 millones de personas, incluidos/as 2,7 millones de niños/as, vivían con el virus que causa el sida. Cada año se registran 2,5 millones de nuevas infecciones por VIH.</p>
<p>La mayoría de quienes viven con el VIH habita en países de bajos y medianos ingresos. Las mujeres representan casi el 50 por ciento. El África Subsahariana es la región del mundo más duramente afectada por el VIH y el sida, pues contabiliza 22 millones de personas seropositivas.</p>
<p>Tanto si se vive con el VIH y el sida o se está afectado/a por la pandemia como si no, en la iglesia todos/as pertenecemos a la misma comunión y, en ese sentido, la propia iglesia tiene VIH y sida.</p>
<h3>Actuemos</h3>
<p>En el Día Mundial del SIDA 2009, pasemos de las palabras y las promesas a la acción para proteger los derechos humanos y contribuir a lograr las metas globales de prevención, tratamiento, asistencia y apoyo en materia de VIH y sida.</p>
<ul>
<li>Usemos la liturgia propuesta por la Alianza Ecuménica de Acción Mundial para organizar un culto el Día Mundial del SIDA o en ocasión del mismo.</li>
<li>Informémonos sobre el VIH y el sida, los derechos humanos y el acceso universal, e informemos a otros/as.</li>
<li>Pongámonos el lazo rojo en signo de solidaridad con todas las personas infectadas y afectadas por el VIH y el sida, y para recordar la necesidad de sensibilizar y apoyar.</li>
<li>Participemos en las actividades locales del Día Mundial del SIDA.</li>
<li>Instemos a nuestras iglesias a contraer el compromiso de luchar contra la propagación del VIH y el sida o a renovar su promesa de hacerlo.</li>
<li>Exhortemos al liderazgo eclesial a responsabilizar a los gobiernos por las leyes discriminatorias y las restricciones para viajar impuestas a personas seropositivas.</li>
<li>Aboguemos ante nuestros gobiernos por la ampliación del asesoramiento y las pruebas voluntarias de VIH y el tratamiento antirretroviral como servicios de salud pública.</li>
</ul>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Siga leyendo para averiguar más, o póngase en contacto con la Secretaría del VIH y SIDA:</strong></p>
<p><a href="mailto:Veikko.Munyika@lutheranworld.org">Rev. Dr. Veikko Munyika</a>, coordinador</p>
<p><a href="mailto:Claudia.Hoffmann_Denarie@lutheranworld.org">Sra. Claudia Hoffmann-Denarié</a>, auxiliar administrativa</p>
<p>&#160;</p>
<p><a rel="#someid24" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/es/"><img src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/es/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a></p>
<p>Esta obra está bajo una <a rel="#someid25" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/es/">licencia de Creative Commons</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Journée mondiale de lutte contre le Sida]]></title>
<link>http://inseecdoit.wordpress.com/2009/11/28/journee-mondial-de-lutte-contre-le-sida/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:05:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>inseecdoit</dc:creator>
<guid>http://inseecdoit.wordpress.com/2009/11/28/journee-mondial-de-lutte-contre-le-sida/</guid>
<description><![CDATA[Mardi 1er décembre 2009 La journée mondiale de lutte contre le Sida ! - En 2005, 2.3 millions d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://inseecdoit.wordpress.com/files/2009/11/siteon03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-58" title="siteon0" src="http://inseecdoit.wordpress.com/files/2009/11/siteon03.jpg" alt="" width="219" height="155" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Mardi 1er décembre 2009</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>La journée mondiale de lutte contre le Sida !<br />
</strong></p>
<p>- En 2005, 2.3 millions d&#8217;enfants de moins de 15 ans vivent avec le VIH/SIDA dans le monde.</p>
<p>- En 2006, le SIDA a tué 380 000 enfants et 2.6 millions d&#8217;adultes (ONUSIDA).</p>
<p>- Toutes les 3mn à peu près, 4 enfants meurent du SIDA.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Devant ces faits, il y a la nécessité d&#8217;agir, de se tenir informé, d&#8217;être solidaire et de rejoindre la lutte !</strong></p>
<p>Pour celà, notre association informe et distribue gratuitement des préservatifs. N&#8217;oubliez pas que nous sommes à votre disposition pour toute information ou demande de préservatifs !</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Sida o SIDA o VIH?]]></title>
<link>http://comunicarbien.wordpress.com/2009/11/28/%c2%bfsida-o-sida-o-vih/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 16:07:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Jiménez</dc:creator>
<guid>http://comunicarbien.wordpress.com/2009/11/28/%c2%bfsida-o-sida-o-vih/</guid>
<description><![CDATA[Las lenguas disponen de mecanismos para crear nuevas palabras. Uno de ellos se llama acronimia. Grac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://comunicarbien.wordpress.com/files/2009/11/aids_20034.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-500" title="AIDS_20034" src="http://comunicarbien.wordpress.com/files/2009/11/aids_20034.gif" alt="" width="89" height="52" /></a></p>
<p>Las lenguas disponen de mecanismos para crear nuevas palabras. Uno de ellos se llama <em>acronimia</em>. Gracias a este mecanismo, en español hemos creado la palabra <span style="color:#0000ff;">informática</span> (que procede de los extremos de estas dos palabras: <span style="color:#0000ff;"><strong>info</strong>rmación</span> <span style="color:#0000ff;">auto<strong>mática</strong></span>), entre muchas otras.</p>
<p>Otra palabra, creada por <em>acronimia</em>, es <span style="color:#0000ff;"><em>sida</em></span>. El &#8220;vigilante del faro&#8221; nos recuerda cómo se escribe.</p>
<div>
<p>Se escribe en minúscula: <em><span style="color:#0000ff;">sida</span>, </em>y no debe confundir con la sigla <em><span style="color:#0000ff;">VIH</span></em>.</p>
<p>&#8220;La palabra <em><span style="color:#0000ff;">sida</span></em> se formó como <em>acrónimo</em> de «síndrome de inmunodeficiencia adquirida». Debido al uso, ya se ha convertido en un sustantivo común, por lo que la Fundéu BBVA aconseja que se escriba con minúsculas, y no <em>SIDA</em>&#8220;, apunta.</p>
<p>Asimismo, la Fundación del Español Urgente (&#8220;el vigilante del faro&#8221;) recuerda que no debe <span style="color:#0000ff;">emplearse </span><em><span style="color:#0000ff;">sida</span></em> como sinónimo de <em><span style="color:#0000ff;">VIH</span></em><span style="color:#0000ff;">,</span> pues <em><span style="color:#0000ff;">sida</span></em> es el nombre de la enfermedad, y la sigla <em><span style="color:#0000ff;">VIH</span></em> (virus de inmunodeficiencia humana) designa al virus que la causa.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El SIDA: una polémica a la sombra]]></title>
<link>http://pocamadrenews.wordpress.com/2009/11/28/el-sida-una-polemica-a-la-sombra/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 12:00:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>PoKaMa</dc:creator>
<guid>http://pocamadrenews.wordpress.com/2009/11/28/el-sida-una-polemica-a-la-sombra/</guid>
<description><![CDATA[Sí, la polémica allí está, sobre todo entre los investigadores, no se oye mucho de ella en la calle ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sí, la polémica allí está, sobre todo entre los investigadores, no se oye mucho de ella en la calle ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[México: Arrancará gobierno federal campaña contra homofobia y VIH ]]></title>
<link>http://noticieroalternativo.com/2009/11/28/mexico-arrancara-gobierno-federal-campana-contra-homofobia-y-vih/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 09:54:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticieroalternativo</dc:creator>
<guid>http://noticieroalternativo.com/2009/11/28/mexico-arrancara-gobierno-federal-campana-contra-homofobia-y-vih/</guid>
<description><![CDATA[En México tres de cada mil mexicanos viven con VIH/Sida y más del 80 por ciento desconoce padecer di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://noticieroalternativo.wordpress.com/files/2009/11/solidaridad.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2873" title="solidaridad" src="http://noticieroalternativo.wordpress.com/files/2009/11/solidaridad.jpg" alt="" width="299" height="242" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">En México tres de cada mil mexicanos viven con VIH/Sida y más del 80 por ciento desconoce padecer dicha enfermedad, informó la Secretaría de Salud, tras anunciar que el próximo lunes arranca toda campaña contra la homofobia, discriminación y el estigma que impiden prevenir y detectar a tiempo la pandemia.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more-->El subsecretario de Prevención y promoción de la Salud, Mauricio Hernández explicó que en la actualidad existe un estimado de que existen al menos 220 mil personas que son portadoras de dicha pandemia, es decir, 30 mil más que hace seis años.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero el 80 por ciento, esto es, tres de cada cuatro personas desconocen que son portadoras del virus y, por ello, no forma parte del registro, no se protegen ni protegen a los demás, ni tienen acceso a los tratamientos de control como son los antivirales.</p>
<p style="text-align:justify;">En la actualidad, las estadísticas señalan, de acuerdo al funcionario, que el 63 por ciento de las personas infectadas son hombres que tienen sexo con hombres; el 22 por ciento son mujeres heterosexuales y el 7 por ciento trabajadoras sexuales, casi toda son heterosexuales. “La mayoría de ellas no saben que viven con el VIH. Esto es tres de cada mil personas viven con el virus lo sepan o no lo sepan”, aseguró.</p>
<p style="text-align:justify;">“La situación epidemiológica en mujeres trabajadoras sexuales indica un aumento moderado en el promedio nacional de la prevalencia por VIH. Pero se mantiene abajo del 1 por ciento, sin embargo existe una variabilidad geográfica”.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde que se descubrió y llegó la pandemia a México, en 1993, han fallecido alrededor de 70 mil personas y muchas a causa de que la discriminación y la homofobia les impidieron acceder a los servicios de salud.</p>
<p style="text-align:justify;">Asimismo, en cuatro ciudades del país se concentra la mitad de usuarios de drogas inyectables, y la prevalencia de infección por VIH es mayor al 5 por ciento y en ocasiones hasta cerca del 60 por ciento.</p>
<p style="text-align:justify;">En el 2009, se registraron 8 mil nuevos casos de contagios, es decir, más de 2 mil con respecto al año pasado.</p>
<p style="text-align:justify;">Por lo mismo, el gobierno federal, refirió, amplio el financiamiento para disponibilidad de pruebas CD4 y de carga viral al protocolo de atención, esto significa tres por año por cada paciente..</p>
<p style="text-align:justify;">Pero aun cuando se trata de un grupo vulnerable y que incrementó su mortalidad a causa de la aparición del virus de la influenza humana A/H1N1, la campaña de vacunación hacia este sector iniciará formalmente hasta el mes de enero de 2010.</p>
<p style="text-align:justify;">Ayer, el funcionario federal, inauguró en medio de gritos de “fuera, fuera” por “incumplir” con el compromiso de distribuir condones y de actualizar la Norma Oficial 010-SSA2 para la Prevención y Control de la Infección por Virus de Inmunodeficiencia Humana, el XI Congreso Nacional sobre VIH/Sida.</p>
<p style="text-align:justify;">Apenas Hernández hacía uso de la palabra, cuando grupos de activistas y de Organizaciones No Gubernamentales desplegaron dos sendas mantas que rezaban “Fuera hipocresía y doble moral del gobierno federal. No al desacato de tratados internacionales” y “Alto al concubinato PRI, PAN, Iglesia a violaciones a grupos vulnerables, VIH/Sida, mujeres, diversidad sexual. Queremos estado laico”.</p>
<p style="text-align:justify;">Y de inmediato representantes de organizaciones defensoras de los derechos de los portadores de VIH/Sida, exigieron al funcionario que se fuera porque hace dos años, en la pasada edición del Congreso Nacional celebrado en León, “nos dijo que en menos de 20 días se iba a publicar las adecuaciones de la NOM 010, que tiene 8 años de rezago”, aseguró Luis Enrique Quiroz, de la Organización de Derechohabiente viviendo con VIH/Sida del IMSS.</p>
<p style="text-align:justify;">De acuerdo al activista, las adecuaciones resultan fundamentales para trabajar con grupos claves para evitar el contagio y la propagación en México, como son los gays, transexuales, trabajadoras sexuales y mujeres casadas.</p>
<p style="text-align:justify;">“Sin este tipo de herramientas, las ONG no podemos tener incidencia en los estados y menos aún en las instituciones, y la verdad es que no le quieren entrar al tema, manejan un doble discurso”, aclaró.</p>
<p style="text-align:justify;">Además, las organizaciones civiles denunciaron públicamente que en los estados conservadores se niega la distribución del condón y de manera específica señalaron al estado de Jalisco y de Guanajuato, donde además, se han blindado legalmente contra los derechos de las mujeres de acceder a un aborto legal y seguro.</p>
<p>Fuente: Milenio.com</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El uso del condón no ha frenado el Sida ni las ITS]]></title>
<link>http://educacionyjuventud.wordpress.com/2009/11/27/el-uso-del-condon-no-ha-frenado-el-sida-ni-las-its/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:52:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>educacionyjuventud</dc:creator>
<guid>http://educacionyjuventud.wordpress.com/2009/11/27/el-uso-del-condon-no-ha-frenado-el-sida-ni-las-its/</guid>
<description><![CDATA[Así lo revela una investigación de la Universidad de San Pablo (España) A partir de los resultados d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Así lo revela una investigación de la Universidad de San Pablo (España)</strong></p>
<p>A partir de los resultados de la investigación,  se ha lanzado la campaña &#8220;Yo freno el sida&#8221;, para promover la abstinencia sexual y la fidelidad como &#8220;métodos infalibles&#8221; para frenar la enfermedad.</p>
<p>La iniciativa gira en torno a la publicación en internet de un vídeo en el que varios jóvenes lanzan mensajes como &#8220;vale la pena esperar&#8221;, &#8220;con la salud no se juega&#8221;, &#8220;así soy más feliz&#8221;, &#8220;mis actos son importantes&#8221; y &#8220;tienen consecuencias&#8221;, &#8220;no hago caso a cualquiera&#8221; o &#8220;por la pareja que dura&#8221;.</p>
<p>Según el estudio, las distintas campañas que desde el Ministerio de Sanidad y desde comunidades autónomas como han promovido como &#8220;único medio válido&#8221; el uso del preservativo &#8220;no funcionan&#8221;, ya que no han aumentado el uso del condón entre los jóvenes ni han frenado la tendencia alcista del aborto. <em>&#8220;Muestran el sexo desde la perspectiva del placer, cuando la </em><em>mayoría de los jóvenes quieren conocer el amor y la felicidad&#8221;.</em></p>
<p>La campaña del CEU, que va dirigida a jóvenes de entre 14 y 20 años -la franja de edad donde más aumenta el aborto provocado, especialmente entre inmigrantes, que copan ya el 60 por ciento de las intervenciones-, también quiere vincular el sexo a la vida, ya que &#8220;olvidarlo lleva al embarazo no deseado&#8221;, y también a la vida en pareja, al respeto y la fidelidad,   &#8220;pues así se frenan las enfermedades de transmisión sexual&#8221;.<br />
<a href="http://educacionyjuventud.wordpress.com/files/2009/11/grupo-de-adolescentes.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-354" title="grupo de adolescentes" src="http://educacionyjuventud.wordpress.com/files/2009/11/grupo-de-adolescentes.jpg" alt="" width="240" height="360" /></a><br />
La promoción pública del condón no ha reducido la incidencia del VIH y de infecciones como el sífilis  y la gonorrea, que duplicaron y hasta cuadruplicaron su incidencia en comunidades como la madrileña entre 2000 y 2006, lo que hace temer a los epidemiólogos que se produzca un fenómeno paralelo con el VIH.</p>
<p>La mayoría de los diagnósticos por el virus del sida se dan en personas de 30 años que  tuvieron prácticas arriesgadas hace 10 años. Aunque las infecciones venéreas no tienen por qué ir acompañadas de VIH, &#8220;podría darse un repunte&#8221;, aseguró Jokin de Irala, profesor de Medicina Preventiva de la Universidad de Navarra. La incidencia del virus en España es relativamente baja, pero se mantiene estable, lo cual &#8220;es muy preocupante&#8221;, señaló De Irala, ya que &#8220;significa que no se está combatiendo correctamente&#8221;. Problema añadido es que los tests &#8220;no dan positivo hasta pasado un mes de la infección&#8221;. &#8220;Se está haciendo un gran esfuerzo&#8221; para fomentar la prueba, pese a lo cual &#8220;muchos siguen sin hacerse la prueba tras mantener relaciones de riesgo&#8221;.</p>
<p><strong>Tres armas para luchar contra el VIH<br />
</strong>Ya en 1989, el Centro de Control de Enfermedades de Estados Unidos lanzó el &#8220;ABC&#8221; de la lucha contra el sida. A, por abstinencia; B, por fidelidad (&#8220;Be faithful&#8221;) y C, por condón. <strong>&#8220;Retrasar la edad de inicio sexual, la abstinencia y la fidelidad son las claves&#8221;,</strong> explica Jokin de Irala, que pone énfasis en que el condón &#8220;reduce, pero no elimina&#8221; el riesgo de contraer enfermedades o quedar embarazada. <strong>El informe anual ONUsida, sobre el estado de la pandemia en el mundo, &#8220;ya recoge el sexo antes de los 19 y las relaciones esporádicas entre jóvenes como indicadores del riesgo</strong>&#8220;. &#8220;Ningún país ha logrado bajar el sida con campañas basadas sólo en el preservativo&#8221;. &#8220;¿Por qué en España no se oye nada de la A y la B, cuando países como Alemania o Reino Unido lo incluyen en sus campañas institucionales?&#8221;, se cuestiona.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VIHsion - festival du film sur le VIH/sida]]></title>
<link>http://entraidepositive.wordpress.com/2009/11/27/vihsion-festival-du-film-sur-le-vihsida/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:27:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Entraide positive</dc:creator>
<guid>http://entraidepositive.wordpress.com/2009/11/27/vihsion-festival-du-film-sur-le-vihsida/</guid>
<description><![CDATA[Les 28 et 29 novembre 2009 au Comité social Centre-Sud , 1710 rue Beaudry, Montréal http://www.vihsi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Les 28 et 29 novembre 2009 au Comité social Centre-Sud , 1710 rue Beaudry, Montréal</p>
<p><a href="http://www.vihsion.com/appel_call.html">http://www.vihsion.com/appel_call.html</a></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hogar de Vida de niños con VIH y Tuberculosis]]></title>
<link>http://matrimoniosporsiempre.wordpress.com/2009/11/27/casa-hogar-vida-de-ninos-con-vih-y-tuberculosis/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:14:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>zona7matrimonios</dc:creator>
<guid>http://matrimoniosporsiempre.wordpress.com/2009/11/27/casa-hogar-vida-de-ninos-con-vih-y-tuberculosis/</guid>
<description><![CDATA[Ayudemos a la Casa Hogar de Vida - niños con VIH y Tuberculosis Por estas fiestas navideñas, nuestra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ayudemos a la Casa Hogar de Vida - niños con VIH y Tuberculosis Por estas fiestas navideñas, nuestra]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nota de prensa de COGAM para el Día Mundial de la Lucha contra el Sida]]></title>
<link>http://republicachueca.wordpress.com/2009/11/27/nota-de-prensa-de-cogam-para-el-dia-mundial-de-la-lucha-contra-el-sida/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:25:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amigos de República Chueca</dc:creator>
<guid>http://republicachueca.wordpress.com/2009/11/27/nota-de-prensa-de-cogam-para-el-dia-mundial-de-la-lucha-contra-el-sida/</guid>
<description><![CDATA[COGAM, Colectivo de Lesbianas, Gays, Transexuales y Bisexuales de Madrid, celebrará con motivo del 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[COGAM, Colectivo de Lesbianas, Gays, Transexuales y Bisexuales de Madrid, celebrará con motivo del 1]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
