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	<title>vihsida &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/vihsida/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "vihsida"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 12:52:33 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Sida: idosos pensam que só acontece aos jovens]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/sida-idosos-pensam-que-so-acontece-aos-jovens/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:27:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Responsáveis por acções de prevenção da sida dirigidas aos idosos mostram-se preocupados perante com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p id="NewsSummary">Responsáveis por acções de prevenção da sida dirigidas aos idosos mostram-se preocupados perante comentários como &#8220;a sida não quer nada comigo&#8221; ou &#8220;agora já não engravido, não preciso do preservativo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Assiste-se a uma desvalorização desta doença na população de meia-idade e nos idosos, que pensam que a sida só acontece aos mais novos&#8221;, disse à Lusa a presidente da Liga Portuguesa Contra a Sida (LPCS), a propósito do Dia Mundial de Luta contra a Sida, que se celebra terça-feira.</p>
<p>Para levar informação aos mais velhos sobre prevenção e transmissão da infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), a LPCS criou o projecto &#8220;Conviver com Segurança e Prazer&#8221;, que é levado às universidades sénior, mas também a locais de lazer, como os bailes no Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré, em Lisboa. Estes bailes são frequentados, na sua maioria, por pessoas com mais de 45 anos.</p>
<p>Aqui, os técnicos ouvem comentários que os deixam apreensivos, como o de uma mulher de 53 anos que afirmava: &#8220;Eu até estou na menopausa, isso [o preservativo] não é para mim, é para os jovens&#8221;. &#8220;Eu não sei explicar, mas não apanho nada dessas doenças.</p>
<p>Acho que o meu organismo tem defesas. Quando estive no Ultramar, um colega meu apanhou e eu também tinha estado com a mesma mulher. Fui ao médico e não tinha nada&#8221;, acrescentou um homem de 63 anos, que não quis revelar o nome, assim como todos os outros que frequentavam o baile.</p>
<p>Apesar de aparentar não ter receio de contrair a doença, o mesmo homem questionou os técnicos sobre o local onde podia fazer o teste do VIH/sida. &#8220;Sabe, envolvi-me há cerca de duas semanas com uma mulher casada e não usei preservativo.</p>
<p>Eu confio nela, é uma pessoa saudável e foi só uma vez, agora tenho usado sempre preservativo&#8221;, desabafou. Para Eugénia Saraiva, &#8220;mais do que dizer a uma pessoa com mais de 50 anos como se coloca um preservativo, é importante dizer-lhe para fazer o diagnóstico&#8221; e explicar-lhe que se estiver infectado há tratamento para a doença.</p>
<p>&#8220;Está ainda muito presente na sociedade a ideia de que as pessoas com mais idade não têm uma vida sexualmente activa, o que sabemos não ser verdadeiro. É uma população vulnerável, pois não está consciente dos riscos que corre&#8221;, alertou. Recentemente, um estudo dos Hospitais da Universidade de Coimbra revelava que uma em cada oito pessoas infectadas pelo VIH em Portugal tem mais de 50 anos, uma percentagem que tende a aumentar.</p>
<p>&#8220;O aparecimento de novos fármacos que promovem uma vida sexual activa contribui largamente para este facto, além de que os idosos pertencem a uma faixa etária muito pouco informada acerca dos perigos de contágio devido à ausência de campanhas de sensibilização que visem uma atitude defensiva, como o uso do preservativo&#8221;, referem os autores do estudo.</p>
<p>Apesar de algum desconhecimento sobre a doença, há pessoas mais velhas que manifestam ter cuidado nas suas relações. &#8220;Há cerca de um ano tive uma senhora, lá em França, e só depois de ter acabado com ela é que comecei a pensar se teria apanhado alguma coisa. Enquanto não fiz o teste, não descansava, não vivia&#8221;, começou por contar um idoso (68 anos). &#8220;Disse a uns amigos que ia à médica de família e eles disseram para eu não ir porque ela contava a outras pessoas. Mas fui e foi o melhor que podia ter feito, porque ela mandou fazer os testes e quando soube que não estava infectado, senti um alívio muito grande&#8221;, recordou.</p>
<p><strong>Diário de Notícias &#8211; 30.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Empresas de restauração exigem mais testes de VIH"]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/empresas-de-restauracao-exigem-mais-testes-de-vih/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:24:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[A decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que considerou legítima a dispensa de um cozinheiro infec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A decisão do Tribunal da Relação de Lisboa que considerou legítima a dispensa de um cozinheiro infectado com HIV, e foi há cerca de ano confirmada pelo Supremo Tribunal de Justiça, teve muitas repercussões, constata Andreia Pinto Ferreira, coordenadora da Associação SER+, em Cascais. &#8220;As empresas de restauração passaram a exigir cada vez mais a realização testes de VIH&#8221; &#8211; uma prática que é ilegal.</p>
<p>&#8220;Se já vivíamos na idade das trevas, com o impacto que a decisão teve, ainda recuámos mais. Se os juízes dizem que há perigo de contágio é porque [para as empresas] há perigo&#8221;, diz Andreia Pinto Ferreira. A vice-presidente da Abraço, Paula Policarpo, considera que &#8220;a decisão do juiz desembargador&#8221; que fala &#8220;em suor e lágrimas&#8221; como potenciais formas de contágio [apenas o sangue, sémen, fluidos vaginais e sangue materno podem contagiar] &#8220;veio estragar anos e anos de formação. É natural que as pessoas se baralhem. Quando o exemplo não vem de cima&#8221;.</p>
<p>Recorde-se que foi dado como &#8220;facto provado&#8221; que um cozinheiro a trabalhar num hotel poderia transmitir o vírus HIV &#8220;no caso de haver derrame de sangue, saliva, suor ou lágrimas sobre alimentos&#8221; &#8211; algo que a comunidade científica contesta por estarem apenas comprovadas como formas de contágio o sexo desprotegido, sangue contaminado (transfusões), partilha de seringas e de grávida para o feto.</p>
<p>&#8220;Os testes estão a ser usados como forma de exclusão profissional. A maior parte fica pela entrevista. Se não fizeram testes, não entram&#8221;, sublinha Andreia Pinto Ferreira.</p>
<p>O coordenador nacional para a Infecção VIH/Sida, Henrique Barros, reitera que &#8220;essa prática é ilegal. Agora se as pessoas aceitarem e calarem, não podemos fazer nada&#8221;, nota, queixando-se que não lhes chegam casos de denúncias concretas que lhes permitam agir. &#8220;É preocupante não conseguirmos ter a dimensão do problema. Conhecemos todos os mesmos casos: uma senhora num infantário, o cozinheiro, o cirurgião.&#8221; O <em>VIH no local de trabalho</em> vai ser hoje debatido no Museu do Oriente (em Lisboa), véspera do Dia Mundial da Sida, que tem como tema mundial <em>Acesso universal e direitos humanos</em>.</p>
<p>Um dos compromissos das cerca de 100 empresas que assinaram o Código de Conduta Empresas VIH prevê precisamente esta questão: &#8220;a realização do teste é insusceptível de comprometer o ingresso e a progressão na carreira de cada trabalhador&#8221;, lê-se. &#8220;Estas empresas assinaram por cima e assumiram este compromisso. Consideram-no importante para a sua imagem&#8221;. Se transgredirem, &#8220;a questão torna-se mais grave&#8221;, nota. Da lista fazem parte, entre outros, o grupo Accor Hospitality-Hotéis e Serviços, o Grupo Pestana Hotels &#38; Resorts, a Auchan, a Nestlé, a Sonae.</p>
<p>A coordenadora da Associação SER+ diz que &#8220;há uma intervenção que tem que ser feita com urgência: tem que estar escrito em algum lado as tarefas, e não as actividades profissionais, que um seropositivo pode desempenhar. Tem que se chamar a Ordem dos Médicos à pedra&#8221;, sublinha. A responsável critica a situação &#8220;de diferenciação social&#8221; que se verificou entre o caso do cirurgião seropositivo que foi dado apto para operar e funções menos qualificadas, como a do cozinheiro.</p>
<p>Quanto à necessidade de denunciar, responde que &#8220;as pessoas não têm força para entrar numa luta destas. Estas pessoas não sabem mais da doença do que os outros. Eles discriminam-se a eles próprios: eles acham mesmo que não podem fazer algumas tarefas&#8221;, constata Andreia Pinto Ferreira. Quando lhes dizem que não podem trabalhar numa cozinha ou lidar com crianças &#8220;eles pensam que têm razão&#8221;, diz a coordenadora, notando que a população com quem a associação lida tem baixa escolaridade e problemas económicos graves. &#8220;A prioridade é ter dinheiro para comer.&#8221;</p>
<p><strong>Catarina Gomes/Público &#8211; 30.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Muitos seropositivos ficam à porta de lares de idosos ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/muitos-seropositivos-ficam-a-porta-de-lares-de-idosos/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:22:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Ao medo de prestar cuidados&#8221; junta-se &#8220;o medo da reacção dos outros doentes e dos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Ao medo de prestar cuidados&#8221; junta-se &#8220;o medo da reacção dos outros doentes e dos seus familiares&#8221;, diz assistente social.</p>
<p>Elizabete (nome fictício) demora pelo menos duas horas de transportes públicos a ir visitar a mãe de 74 anos ao único lar que a aceitou. Por ser seropositiva, não foi possível encontrar uma unidade no concelho onde vive, Cascais, diz a filha, por mais que se tentasse. Só consegue ir visitá-la &#8220;duas vezes por mês&#8221; e &#8220;ela sente-se mais só, lá do outro lado do rio&#8221;, na Charneca da Caparica (Almada). Com o avolumar de problemas de saúde &#8211; cataratas, dificuldade em andar -, esta auxiliar de acção educativa conta que se tornou impossível mantê-la em casa, um terceiro andar sem elevador.</p>
<p>As associações que trabalham na área do VIH/Sida sentem cada vez mais o problema que dizem ser de discriminação de utentes seropositivos na entrada em lares. O problema tende a agravar-se, já que, com a melhoria dos tratamentos, aumentou a esperança de vida de doentes, nota Sara Carvalho, assistente social da associação Abraço, em Lisboa. &#8220;Chegam-nos cada vez mais dependentes&#8221;.</p>
<p>Os números oficiais não nos permitem saber qual é a distribuição etária da patologia. Apenas se sabe que o grosso das notificações acontece quando os doentes têm menos de 45 anos, diz o coordenador nacional para a Infecção VIH/Sida, Henrique Barros. Amanhã é Dia Mundial da Sida.</p>
<p>Situação típica: &#8220;Ligo para um lar, digo que tenho um utente para colocar, aceitam, acerto preços. Quando digo que de onde estou a ligar a vaga deixa de existir, a pessoa que era para sair afinal não saiu&#8221;, afirma Sara Carvalho, notando que só contactam unidades com alvará da segurança social. Ao longo dos últimos três anos viram cerca de 20 utentes ser recusados. A solução de recurso acaba por ser dar apoio domiciliário &#8220;a utentes que estão em casa mas não deviam estar&#8221;. Em 40, têm cinco a seis nesta situação, &#8220;incluindo uma utente em estado vegetativo há três anos&#8221;, nota Sara Carvalho.</p>
<p>Chama-se &#8220;centro de alojamento temporário&#8221; porque era suposto que as pessoas ali estivessem de passagem, mas a verdade é que &#8220;muitas vezes as pessoas vão ficando, às vezes até morrerem&#8221;, constata Cidália Rodrigues, coordenadora do Movimento de Apoio à Problemática da Sida, no Algarve. As camas são só nove, não são articuladas, sem vigilância nocturna. &#8220;Nós damos uma resposta não qualificada&#8221;, notando que, &#8220;em dez anos, não tenho um único caso de um seropositivo inserido num lar, nem pago nem comparticipado&#8221;. Normalmente, dizem-lhes que fica &#8220;em lista de espera&#8221;.</p>
<p>A falta de equipamentos é um problema nacional, ressalva Maria Eugénia Saraiva, presidente da Liga Portuguesa Contra a Sida, em Lisboa. &#8220;Mas se há duas pessoas em lista de espera, uma com VIH e outra sem, optam pela não seropositiva. Os lares que aceitam são uma minoria. As negas são diárias&#8221;.</p>
<p>Por também sentir cada vez mais esta dificuldade, a Associação SER+, em Cascais, fez há cerca de um ano um exercício: uma técnica vestiu a personagem de uma filha que estava à procura de um lar que recebesse o pai, idoso e seropositivo, conta a coordenadora, Andreia Pinto Ferreira. Em 14 lares contactados por telefone na região, oito disseram que não. Justificações? &#8220;Os utentes não estão em quartos sozinhos e há o perigo de a pessoa se cortar ou magoar&#8221;, &#8220;já tiveram um utente infectado e surgiram problemas com as funcionárias, que tinham muito medo&#8221;, &#8220;no regulamento está explícito que não podem ter ninguém com doenças infecto-contagiosas&#8221;. Três disseram que &#8220;não têm condições para acolher este tipo de utentes&#8221;.</p>
<p><strong>Não há respostas por escrito</strong></p>
<p>Mas todas as respostas são dadas pelo telefone. &#8220;Pedimos que nos mandem documentos. Se alguém pusesse isso por escrito, os lares fechavam. Já ninguém cai nessa&#8221;, constata Paula Policarpo, vice-presidente da Abraço e jurista, que diz que mesmo que gravassem as conversas estas não serviriam &#8220;de meio de prova&#8221;, notando que têm dado conta da situação à Coordenação Nacional para a Infecção VIH/Sida.</p>
<p>Há quatro anos que Henrique Barros ocupa o cargo de coordenador nacional e afirma que só teve conhecimento oficial de uma situação, comunicada por um hospital há dois anos, num lar do Norte, onde uma doente foi abandonada. A coordenação interveio, a doente acabou por regressar ao lar e foi posto um processo na Ordem dos Médicos contra o clínico que recusou a integração. &#8220;Não fomos informados de mais nada. Denunciem casos! Não tenho provas. Perante casos reais, averiguamos.&#8221;</p>
<p>Edmundo Martinho, presidente do Instituto de Segurança Social, queixa-se do mesmo. Diz que receberam &#8220;dois a três casos que são antigos e foram resolvidos. Não temos mais nenhum caso reportado, o que não quer dizer que não existam. É importante que os sinalizem&#8221;.</p>
<p>Inês Carreira, assistente social do Hospital de Egas Moniz, em Lisboa, nota que &#8220;há dificuldades ao integração&#8221;, mais ao nível de lares particulares e casas de repouso, mas que mesmo aí pensa que &#8220;a rejeição não é tão grande&#8221;.</p>
<p>Andreia Alcântara, assistente social do serviço de doenças infecciosas do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, diz que as recusas ocorrem sobretudo em lares privados com alvará. &#8220;[Na cidade] de Lisboa, é muito difícil encontrar lares que aceitem pessoas infectadas&#8221;. Acaba por aceitar um grupo muito restrito de unidades fora da cidade. A assistente social conta que não são recusas explícitas, &#8220;encontram formas de dificultar a integração: dizem que não reúnem condições para ter um doente seropositivo, que não têm vagas, inflacionam preços&#8221;.</p>
<p>No caso das instituições particulares de solidariedade social, &#8220;que não podem negar a integração, referem a inexistência de vagas, dizem que têm listas de espera&#8221;. &#8220;Ao medo de prestar cuidados&#8221; junta-se &#8220;o medo da reacção dos outros doentes e dos seus familiares, de que o lar fique estigmatizado como unidade que recebe seropositivos&#8221;. O presidente adjunto da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, Eugénio da Cruz Fonseca, afirma não conhecer situações de discriminação, mas, mesmo que isso acontecesse, não podiam agir. &#8220;As instituições são autónomas, não as podemos levar a mudar de comportamentos.&#8221;</p>
<p>O coordenador nacional para a Infecção VIH/Sida, Henrique Barros, diz que as respostas sociais são cada vez mais, com a rede de cuidados continuados. A assistente social Andreia Alcântara concorda que na rede não há problemas de recusa mas trata-se &#8220;de soluções temporárias&#8221; e &#8220;demoram muito tempo. Às vezes os doentes ficam à espera quatro, cinco meses, o que é péssimo, porque correm o risco de apanhar infecção sobre infecção&#8221;.</p>
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<p><strong>Doentes hospitalizados sem resposta social</strong></p>
<p>Meia centena está à espera de uma alternativa</p>
<p>Num universo de 1012 doentes com VIH/Sida carenciados, eram 50 (cinco por cento) os que se encontravam internados em hospitais não por razões clínicas mas &#8220;porque aguardavam resposta social&#8221;, o que tanto inclui a sua integração em lares, em unidades da rede de cuidados continuados ou regresso à família, refere Margarida Lobão, técnica da Coordenação Nacional para a Infecção VIH/Sida. O levantamento foi feito no ano passado junto dos serviços sociais de 28 hospitais.O objectivo do inquérito, enviado para 40 hospitais, era conhecer o universo de doentes infectados com dificuldades económicas e que, por isso, precisaram da intervenção da assistência social dos hospitais. Margarida Lobão nota que 12 unidades hospitalares não responderam &#8211; entre elas encontram-se alguns dos grandes, como o Santa Maria e o Curry Cabral, ambos em Lisboa.</p>
<p>Ainda assim, é possível constatar que a maioria dos 1012 doentes é homens, apenas 36 por cento são mulheres. A maioria tem entre 30 e 49 anos (64 por cento), apenas 4,8 por cento têm mais de 65 anos. Nove por cento são imigrantes ilegais e a maioria não tem mais do que o ensino básico ou o segundo ciclo.</p>
<p>O grosso dos doentes diz viver em casa familiar (69 por cento), 12 por cento em pensões e sete por cento em instituições, enquanto dois por cento dizem viver em barracas e seis cento serão pessoas sem abrigo. Para sobreviver, dependem, em larga medida, das suas pensões ou reformas (23 por cento), 18 por cento recebem o Rendimento Social de Inserção e 17 por cento auferem salários. C.G.</p>
<p><strong>Catarina Gomes/Público &#8211; 30.11.2009</strong></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobreviver para morrer de outra coisa: a SIDA é uma causa de morte rara em pessoas idosas que vivem com VIH]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/sobreviver-para-morrer-de-outra-coisa-a-sida-e-uma-causa-de-morte-rara-em-pessoas-idosas-que-vivem-com-vih/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:16:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um estudo francês efectuado num grupo de pessoas seropositivas, com idade superior a 60 anos, conclu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um estudo francês efectuado num grupo de pessoas seropositivas, com idade superior a 60 anos, concluiu que durante um período de quatro anos, uma em cada sete pessoas do grupo morreu – contudo, nenhuma das mortes foi atribuída a uma das doenças definidoras de SIDA.</p>
<p>As conclusões da coorte francesa COREVIH, apresentadas durante a conferência <em>European AIDS Clinical Society</em>, realizada em Colónia, sublinham os enormes progressos da TARc que levam a que os doentes mais idosos medicados há vários anos, enfrentem problemas de saúde que estão directamente relacionados com o envelhecimento e não propriamente com as doenças definidoras de SIDA. A última revisão das orientações sobre tratamento do EACS reconheceu este factor – <a href="http://www.aidsmap.com/en/news/8A952DC4-07CF-4EFD-B82F-F532BF0DF2F1.asp">consulte o relatório</a>.</p>
<p>Outros estudos de coorte de pessoas seropositivas para o VIH que estão a envelhecer tiveram tendência para considerar os 50 anos como idade mínima, contudo, iniciar o estudo com este valor poderá diluir a prevalência das condições relacionadas com a idade.</p>
<p>A <em>coorte</em> COREVIH é, por enquanto, um grupo pequeno, que começou a ser constituído em 2004, com a participação de 149 doentes recrutados em seis clínicas da região de Paris. A idade média seleccionada situou-se nos 65 anos. Catorze doentes do grupo base (9%) encontravam-se na casa dos 80, tendo o doente mais idoso, 86 anos. A média de tempo desde o diagnóstico da doença era de oito anos e meio, contudo, esta média variava entre dois meses a 19 anos. Mais de um terço tinham tido, no passado, uma doença definidora de SIDA.</p>
<p>O grupo está bem equilibrado em termos de constituição (grupos populacionais), com pouco mais de três quartos do sexo masculino, pouco mais de metade heterossexual e dois terços de franceses e outros europeus de origem caucasiana. O outro terço era principalmente composto por igual número de africanos subsaharianos e de magrebinos (norte de África), reflectindo a diversidade étnica francesa.</p>
<p>Na altura do seguimento, em 2008, a média de idade do grupo era de 71 anos. Dezassete doentes (11%) não foram localizados. Dos restantes, 21 doentes (14% da coorte) tinham morrido. Onze – mais de metade – tinham falecido de cancros não definidores de SIDA; quatro de doenças cardiovasculares; três de doenças hepáticas em estado terminal; os restantes três morreram devido a outras causas, incluindo um caso de demência.</p>
<p>Mais em termos de morbilidade, do que propriamente de mortalidade, muitos participantes da <em>coorte</em> tinham vários problemas de saúde. Metade dos restantes doentes apresentava manifestações de alguma doença cardiovascular. Um quarto tinha problemas renais, um em cada cinco tinha artrite ou problemas ósseos, um em cada seis tinha problemas cognitivos ou neurológicos, pouco menos de um em cada seis enfrentava problemas relacionados com algum tipo de cancro, 15% tinha diabetes e 9% problemas de fígado.</p>
<p>A contrastar com este quadro de vários problemas de saúde, os casos tipicamente relacionados com o VIH eram muito poucos. No início da <em>coorte</em>, 70% tinha uma carga viral abaixo das 50 cópias/ml, mas esta percentagem tinha actualmente subido para os 96%, e a média de contagem das células CD4 era agora de 494 células/mm<sup>3</sup>, tendo subido em relação às 372 células CD4 iniciais.</p>
<p>Notavelmente, nenhum participante da <em>coorte</em> desenvolveu uma condição definidora de SIDA durante os quatro anos de acompanhamento que se seguiram e, apenas dois apresentaram recidivas (um doente com sarcoma de <em>Kaposi</em> no pulmão e outro com a doença de <em>Castleman</em> (Hiperplasia linfóide angiofolicular do mediastino, que previamente tinha tido um linfoma não-Hodgkin).</p>
<p>Os investigadores comentam que “o melhoramento clínico e imunológico foi contínuo nestes doentes mas as co-morbilidades são frequentemente observáveis”.</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p>Flexor G et al. <em>Long-term evolution of a cohort of HIV-infected patients older than 60 years (COREVIH-IDF-Ouest, France)</em>. 12th European AIDS Conference, Cologne, Abstract BPD2/5, 2009.</p>
<p><strong>Gus Cairns/nam &#8211; 30.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Espaço que receberia exposição sobre Sida teve que ser concedido para reunião do Ministério da Juventude e Desporto e actividade foi cancelada]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/espaco-que-receberia-exposicao-sobre-sida-teve-que-ser-concedido-para-reuniao-do-ministerio-da-juventude-e-desporto-e-actividade-foi-cancelada/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:13:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/espaco-que-receberia-exposicao-sobre-sida-teve-que-ser-concedido-para-reuniao-do-ministerio-da-juventude-e-desporto-e-actividade-foi-cancelada/</guid>
<description><![CDATA[Uma exposição com imagens e depoimentos de pessoas vivendo com HIV, que integra parte das actividade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma exposição com imagens e depoimentos de pessoas vivendo com HIV, que integra parte das actividades que o Ministério da Função Pública programou para o Dia Mundial de Combate à Sida não foi realizada porque a sala que seria usada para essa finalidade, no prédio do Centro de Processamento de Dados, na Cidade de Maputo, teve que ser concedida a uma reunião de membros do Ministério da Juventude e Desporto, o que inclui o chefe da pasta, Fernando Sumbana Júnior.</p>
<p>Convidada para fazer a cobertura jornalística desse evento, a equipa de redacção da <strong>Agência de Notícias de Resposta ao SIDA </strong>foi informada acerca dessa objecção pela Chefe do Departamento de Relações Públicas do Ministério da Função Pública, Celia Matavele.</p>
<p>A exposição <em>Vida Positiva</em>, organizada com apoio do Programa SEDE (Saúde e Desenvolvimento Empresarial), da organização PSI, seriam complementares aos serviços de aconselhamento e testagem em saúde para os funcionários do Ministério da Função Pública, que foram realizados numa outra sala do mesmo prédio.</p>
<p>“O Ministério da Função Pública e seus parceiros aprovaram uma estratégia para o combate deste flagelo que acentua na prevenção, e uma das componentes da prevenção é a testagem. É nessa vertente que estamos a promover esse serviço com o intuito de ajudar nossos funcionários a viverem com mais saúde”, disse Matavele.</p>
<p>Para Souza Chilaule, paciente escolhido para dar o seu testemunho acerca da doença e aconselhar as pessoas neste evento, “a iniciativa de promover testes para funcionários é boa na medida em que se eles aderirem, pode-se minimizar a situação da Sida no Ministério e no país porque sabendo do seu estado serológico eles podem viver positivamente.”</p>
<p>A exposição <em>Vida Positiva</em> e os serviços de aconselhamento e testagem estão programados também para terem lugar no Edifício Sede do Ministério da Função Pública neste 1º de Dezembro, das 8h às 15h. Av. Julius Nyerere, 03-Maputo.</p>
<p><strong>Enia Mananze/Agência de Notícias de Resposta ao Sida &#8211; 30.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Movimento de Acesso ao Tratamento em Moçambique diz que vai embaraçar o Governo em eventos internacionais, queixando-se da fraca resposta contra a Sida no país]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/movimento-de-acesso-ao-tratamento-em-mocambique-diz-que-vai-embaracar-o-governo-em-eventos-internacionais-queixando-se-da-fraca-resposta-contra-a-sida-no-pais/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:11:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na véspera do Dia Mundial de Combate à Sida, 1º de Dezembro, o Movimento de Acesso ao Tratamento em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na véspera do Dia Mundial de Combate à Sida, 1º de Dezembro, o Movimento de Acesso ao Tratamento em Moçambique (MATRAM) anunciou que em resposta à posição do Ministro da Saúde, Paulo Ivo Garrido, que afirma que não volta atrás quanto à ordem para o encerramento dos Hospitais de Dia, a sociedade civil também considera irreversível a ideia de embaraçar o Governo em eventos internacionais.</p>
<p>“O povo moçambicano não pode ficar hipotecado por causa de um Ministro que está a exercer um cargo que devia ser de defesa da saúde do próprio povo”, disse o Coordenador do MATRAM, César Mufanequiço, durante uma conferência de imprensa, ocorrida nessa segunda-feira, 30 de Novembro, na Cidade de Maputo.</p>
<p>Desde o princípio de 2007, quando Garrido passou a dizer em entrevistas que os Hospitais de Dia deveriam ser fechados porque são desencorajadores aos seropositivos pois, ao atenderem os doentes separadamente, trazem mais estigma, o assunto se tornou alvo de crítica das pessoas vivendo com HIV e Sida.</p>
<p>Hoje, quase que totalmente extintos, os Hospitais de Dia tiveram seus pacientes transferidos para outros centros públicos de saúde, mas que, segundo relatos de activistas, causou ainda mais discriminações.</p>
<p>“Antes éramos estigmatizados porque íamos a um hospital diferente, mas agora sofremos a discriminação directa quando somos separados em bichas diferentes no mesmo hospital. Seropositivos de um lado e os ditos normais de outro. Seropositivos assinam o prontuário e aqueles que não têm HIV e Sida não assinam. É assim nosso dia-a-dia nos centros de saúde agora”, contou Victoria Chembene, de 39 anos, referindo-se ao atendimento no Centro de Saúde da Polana Caniço, em Maputo.</p>
<p>Através de um documento, produzido pelo MATRAM e que traz outros casos de estigma após o encerramento dos Hospitais de Dia, Gilda Alfeu Macuácuá, de 45 anos, conta que, no Hospital Militar de Maputo, os pacientes seropositivos são isolados e os últimos a serem atendidos.</p>
<p>“Sem falar dos outros gravíssimos problemas como de roturas constantes de medicamentos, falta de médicos nos dias de consulta, ausência de informação sobre o tratamento e cuidados de saúde e falta de análise clínicas.”</p>
<p>Por conta desses e outros relatos que foram adicionados a um dossier assinado por 15 mil pessoas e entregue à Presidência da República, ao Gabinete da Primeira Ministra, ao Ministério da Saúde e ao Conselho Nacional de Combate à Sida, o MATRAM garante que terá que se utilizar de medidas mais drásticas.</p>
<p>“Quando alguém do nosso Governo estiver a participar de eventos internacionais, vamos interromper e mostrar como é a realidade aqui em Moçambique”, disse Mufanequiço.</p>
<p>Segundo o activista, o problema não é simplesmente o encerramento dos Hospitais de Dia, mas da continuidade das boas práticas que esses centros proviam, como grupo de adesão ao tratamento e acompanhamento psico-social.</p>
<p>“Queremos nos actuais centros de saúde que fazem o tratamento antiretroviral a mesma qualidade que os Hospitais de Dia tinham”, afirma.</p>
<p>Das aproximadamente 1.6 milhão de pessoas que vivem com HIV e Sida em Moçambique, cerca de 450 mil precisariam estar em tratamento, mas pouco mais de 130 mil estão.</p>
<p>O encerramento dos Hospitais de Dia, segundo o Ministério da Saúde, teve por objectivo descentralizar o serviço, aumentando a quantidade de pessoas em tratamento, mas a actual qualidade do serviço piorou, informam os activistas e pacientes.</p>
<p>“Por enquanto, temos a certeza que acabar com os Hospitais de Dia foi uma decisão política e não técnica, já que o serviço está pior”, finalizou Mufanequiço.</p>
<p>O MATRAM critica ainda a escassez de financiamento para as associações baseadas nas comunidades e a maneira que é feita a resposta nacional à epidemia, que segundo esta organização, não contempla alguns grupos vulneráveis, como homens que fazem sexo com homens, deficientes físicos e trabalhadores do sexo.</p>
<p>Esta organização é membro dos Movimentos Global e Africano contra o HIV e Sida.<br />
<strong><br />
Agência de Notícias de Resposta à Sida &#8211; 30.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Freis Capuchinhos comemoram 10 anos de atividades no combate á aids]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/30/freis-capuchinhos-comemoram-10-anos-de-atividades-no-combate-a-aids/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:04:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Casa Fonte Colombo – Centro de Promoção da Pessoa Soropositiva-HIV, entidade mantida pela Associaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Casa Fonte Colombo – Centro de Promoção da Pessoa Soropositiva-HIV, entidade mantida pela Associação Literária São Boaventura, pertencente à Ordem dos Frades Menores Capuchinhos do RS, comemora 10 anos de atividade na área da prevenção, acompanhamento das pessoas vivendo com HIV/Aids, estruturação dos laços familiares e reinserção social.</p>
<p>Para comemorar a data, Nesta segunda-feira, dia 30, será realizado o Painel sobre os desafios da epidemia em Porto Alegre, com a participação de representante do Departamento de DST e Aids do Ministério da Saúde; Dra. Nêmora Barcellos, profissional da saúde do Hospital Sanatório Partenon; Márcia Leão, do Fórum Ong/Aids RS, Frei Luiz Carlos Susin, Frei Luiz Carlos Lunardi coordenador da Casa Fonte Colombo e Frei Álvaro Morés, Provincial dos Freis Capuchinhos do RS. Na ocasião haverá o lançamento da Revista de 10 anos da Casabr&#62; Fonte Colombo.</p>
<p>A Casa Fonte Colombo também é sede da Pastoral da Aids da CNBB e da Rede tatólica frente ao HIV/Aids, hoje presente em 9 países, e Tem se tornado referência no combate à aids.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Comemoração de 10 anos dos Freis Capuchinhos no combate à aids<br />
Quando: dia 30/11<br />
Horário: 18h<br />
Onde: Rua Hoffmann, 499, bairro Floresta, em Porto Alegre</p>
<p><strong>Agência de Notícias da Aids &#8211; 29.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Consellería de Sanidade destacou a importancia de non baixar a garda na loita contra o VIH/Sida]]></title>
<link>http://sadaendigital.wordpress.com/2009/11/30/a-conselleria-de-sanidade-destacou-a-importancia-de-non-baixar-a-garda-na-loita-contra-o-vihsida/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:15:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>sadadigital</dc:creator>
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<description><![CDATA[Así o destacou Pilar Farjas, na presentación da campaña denominada: Contra a sida ponlle corazón”, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Así o destacou Pilar Farjas, na presentación da campaña denominada: Contra a sida ponlle corazón”, d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Militares informados sobre o VIV/Sida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/militares-informados-sobre-o-vivsida/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:58:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ndalatando  &#8211; Efectivos do Comando do grupo de artilharia reactiva 218, das Forças Armadas Ang]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ndalatando  &#8211; Efectivos do Comando do grupo de artilharia reactiva 218, das Forças Armadas Angolanas (FAA), receberam hoje, sábado, em Ndalatando, Kwanza Norte, instruções sobre o perigo que representa o VIH/Sida, forma de contágio e prevenção da doença.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Na palestra participaram oficiais, sargentos, praças e trabalhadores civis da unidade militar, estacionada na cidade de Ndalatando, província do Kwanza Norte.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Os militares, em um documento lido na actividade, mostraram-se satisfeitos pelo facto do núcleo de luta contra o VIH/Sida, da direcção provincial da saúde, ter promovido a acção formativa.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Mateus Manuel Gaspar, responsável do referido núcleo, apelou aos militares a adesão aos testes voluntários para se informarem sobre o seu estado serológico, assim como influenciarem os seus familiares a participarem também.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Lembrou que a província controla cerca de 500 cidadãos infectados  residentes, principalmente, nos municípios do Cazengo e Kambambe.</p>
<p><strong>Angop &#8211; 28.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ministra defende educação sexual]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/ministra-defende-educacao-sexual/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:56:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[A ministra da Saúde, Ana Jorge, defendeu este sábado a introdução da educação sexual nas escolas com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A ministra da Saúde, Ana Jorge, defendeu este sábado a introdução da educação sexual nas escolas como forma de sensibilizar os jovens para os perigos do vírus HIV e travar o crescimento de novos casos.</p>
<p>A sexualidade é algo que faz parte da vida humana e deve ser falada nas escolas, com os professores, e em casa com os pais&#8221;, afirmou a governante, à margem da inauguração do Centro de Apoio Domiciliário e Aconselhamento Psicossocial da Associação Abraço, no Porto.</p>
<p>Para Ana Jorge, &#8220;no dia em que se deixe de ser tabu falar da sida, as pessoas ficam mais atentas e aderem mais ao processo de prevenção primária&#8221;.</p>
<p>A ministra destacou que &#8220;Portugal tem vindo a ter uma grande evolução do problema, mas ainda há muito trabalho a fazer&#8221;. &#8220;Temos que intensificar esse trabalho de acções concertadas para sensibilizar as crianças e os jovens&#8221;, sustentou.</p>
<p>&#8220;Hoje, morre-se menos, mas não se pode descuidar a prevenção primária. O facto de a sida ser uma doença crónica levou a que muitas pessoas com comportamentos de risco a desvalorizem e não se protejam&#8221;, concluiu Ana Jorge.</p>
<p>Esta semana, através de um relatório da Organização Mundial de Saúde, ficou a saber-se que Portugal é o país da Europa Ocidental e Central com mais novos casos de infecção do vírus HIV. O mesmo estudo concluiu que a epidemia está mais concentrados nos grupos de risco, como homossexuais, toxicodependentes e imigrantes.</p>
<p><strong>Correio da Manhã &#8211; 28.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Açores: Duzentas pessoas infectadas com o HIV/SIDA]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/acores-duzentas-pessoas-infectadas-com-o-hivsida/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:54:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde os últimos cálculos efectuados até 2008, de acordo com os dados da Direcção Regional da Saúde,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde os últimos cálculos efectuados até 2008, de acordo com os dados da Direcção Regional da Saúde, de Janeiro até 31 de Julho surgiram 15 novos casos de infectados pelo HIV na região, sendo que quatro foram na Terceira e onze em São Miguel.</p>
<p>Até há pouco tempo, a Terceira era a ilha com maior número de infectados com o vírus da SIDA. No entanto, houve um crescimento acentuado na ilha de São Miguel de pessoas infectadas pela doença nos últimos dois anos.</p>
<p>Os primeiros casos de infectados com HIV começaram a surgir na Terceira no final da década de 80, quando ainda havia uma grande ignorância sobre o vírus em causa e se fazia o tratamento apenas com um medicamento.</p>
<p>Na altura, Alberto Rosa era o director clínico do hospital e viu-se obrigado a encarar o assunto que se ia agravando aos poucos.</p>
<p>Segundo o mesmo, não existe uma especialidade para tratar esta doença. Quando a SIDA chegou a medicina tratou-a como podia na época.</p>
<p>De acordo com as declarações do médico, a SIDA é uma doença crónica, como a Diabetes, em que os portadores dela não se podem esquecer dos cuidados que têm a ter. O doente infectado sabe que tem de evitar transmitir essa doença a outros e para isso deve cumprir as recomendações que lhe são dadas pelos médicos e seus orientadores.</p>
<p>Há minorias que tem comportamentos de risco e que se expõem a apanhar a doença com facilidade. Contudo, as pessoas não se interessam nem querem saber da doença. É necessário atraí-las e conquistá-las para as sessões e campanhas que se têm realizado.</p>
<p>Alberto Rosa acrescenta também que desde que os detentores de HIV aderiram à terapêutica HART fortemente activa não têm tido problemas oriundos da doença.</p>
<p>Pode-se viver muitos anos graças a um tratamento e tendo os cuidados necessários.</p>
<p>Só se conhecem na região dois casos de portadores de HIV que faleceram e isso deveu-se ao facto de estes terem abandonado o tratamento e o acompanhamento que tinham.</p>
<p>Existem também os exemplos de pessoas que não sobreviveram à doença pelo facto de esta ter sido diagnosticada muito tarde. Deste modo, nunca é demais apelar para que as pessoas façam os testes de diagnóstico que se encontram nos Centro de Saúde Regionais ou mesmo em rastreios de rua ou em escolas como se promove regularmente.</p>
<p>Os rastreios são feitos a milhares de pessoas pelas mais diversas razões. Sejam dadores de sangue, mulheres grávidas, pessoas que são sujeitas a cirurgias e muitas outras. Mesmo assim, ainda existem muitos que podem ser portadores da doença mas que não se sujeitam a fazer os normais rastreios.</p>
<p>Neste momento na ilha Terceira, o grupo que se encontra mais vulnerável a contrair a doença são mesmo os heterossexuais, onde as mulheres ocupam 40% dos infectados, seguidos dos toxicodependentes e por último os homossexuais que, quando houve o ímpeto da doença, esta minoria começou por ser a principal atingida, o que se veio alterando ao longo dos tempos.</p>
<p>Como prevenção para a contracção desta doença, Alberto Rosa aconselha que se faça exactamente o que se tem vindo a fazer até agora: “é preciso insistir com campanhas principalmente nas escolas, porque os jovens têm tendência para começar a sua actividade sexual cada vez mais cedo, mas não só. É preciso fazer rastreios e, acima de tudo, é preciso que as pessoas adiram a estes”, termina.</p>
<p>Comemorando-se o Dia Mundial da Luta Contra o HIV a 1 de Dezembro, a Direcção Regional da Saúde afirma que não vão assinalar este dia e defende que é mais importante realizar rastreios e fazer debates sobre a doença durante todo o ano como têm feito, por exemplo, nas escolas, do que realçar a importância dos cuidados a ter com a mesma apenas nesse dia.</p>
<p><strong>A União &#8211; 28.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ARS Algarve assinala Dia Mundial de Luta contra a Sida com rastreios do VIH/Sida em toda a região]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/ars-algarve-assinala-dia-mundial-de-luta-contra-a-sida-com-rastreios-do-vihsida-em-toda-a-regiao/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:50:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Administração Regional de Saúde do Algarve promove até 21 de Dezembro a realização de rastreios do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Administração Regional de Saúde do Algarve promove até 21 de Dezembro a realização de rastreios do VIH/Sida em todos os Centros de Saúde e Hospitais da região, sendo estas acções realizadas no âmbito das Comemorações do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, 1 de Dezembro.</p>
<p>O Centro de Aconselhamento e Detecção Precoce do VIH/Sida da ARS Algarve pretende proporcionar aos utentes a possibilidade de em todos os Centros de Saúde e hospitais da região fazerem um teste rápido, cujo resultado é disponibilizado em 20 minutos, ficando o utente a conhecer a sua situação perante a infecção VIH/Sida.</p>
<p>O Rastreio, realizado pelas equipas de técnicos dos próprios Centros de Saúde, é gratuito e anónimo, não sendo necessária marcação prévia nem estar em jejum.</p>
<p>Assim, o primeiro rastreio terá lugar no Centro de Saúde de Silves no dia 2 das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00, seguindo-se no dia 3 a mesma acção à mesma hora em Portimão, Monchique, Vila do Bispo, S. Brás de Alportel, Castro Marim, Alcoutim, Tavira, Faro, Olhão, Albufeira, Loulé e Extensão de Quarteira, enquanto das 16h00 às 20h00 será a vez do Centro de Saúde de Vila Real de Sto. António.</p>
<p>A 7 de Dezembro será a vez de Aljezur, 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00, sendo que o mesmo horário será utilizado nos dias 14 em Lagoa e 21 em Lagos.</p>
<p>No Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, o rastreio será realizado no dia 3 de Dezembro, também das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00, no Hospital de Dia de Medicina Interna &#8211; Piso 0.</p>
<p><strong>Rastreios serão feitos também na Unidade Móvel:</strong></p>
<p>No mesmo âmbito, será feito um reforço da intervenção com as unidades móveis, em parceria com a APF (Associação para o Planeamento da Família) no sotavento e com o IDT (Instituto de Prevenção da Droga e Toxicodependência) no barlavento.</p>
<p>No sotavento, a Unidade Móvel da APF estará nos dias 28 de Novembro e 1 de Dezembro na Baixa de Faro, enquanto no dia 29 de Novembro, a unidade irá deslocar-se a Albufeira, estando disponível junto ao Hotel Paraíso das 15h00 às 19h00.</p>
<p>No barlavento, a Unidade Móvel do IDT estará nos dias 26 e 27 de Novembro, das 14h00 às 17h00, no recinto do Hospital de Faro. No dia 28 de Novembro a mesma unidade irá encontrar-se das 9h30 às 13h00 junto ao Mercado de Lagos. No dia 1 de Dezembro a mesma unidade estará das 10h00 às 22h00 em frente ao Centro Comercial Continente de Portimão, enquanto a 5 de Dezembro, a unidade irá encontrar-se junto ao Mercado de Portimão das 9h30 às 13h00.</p>
<p><strong>Região Sul &#8211; 29.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Repórter TVI aborda luta contra a sida em «Ser Positivo»]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/reporter-tvi-aborda-luta-contra-a-sida-em-%c2%abser-positivo%c2%bb/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:47:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esta segunda-feira, na véspera do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, a TVI conta-lhe a história do D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a>Esta segunda-feira, na véspera do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, a TVI conta-lhe a história do Daniel, um seropositivo de 26 anos, infectado por um vírus altamente resistente aos medicamentos disponíveis. </a></p>
<p><a>«Ser  Positivo» é uma grande reportagem da jornalista Conceição Queiroz, com imagem de Nuno Quá e montagem de Ana Alcobia. Segunda-feira, a seguir ao Jornal Nacional, em Repórter TVI.</a></p>
<p><strong>IOL Diário &#8211; 27.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hospital central realiza testes voluntários de VIH/Sida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/hospital-central-realiza-testes-voluntarios-de-vihsida/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:41:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/hospital-central-realiza-testes-voluntarios-de-vihsida/</guid>
<description><![CDATA[Cabinda &#8211; O hospital central de Cabinda realiza, a partir desta sexta-feira, testes voluntário]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>Cabinda &#8211; O hospital central de Cabinda realiza, a partir desta sexta-feira, testes voluntários de VIH/Sida, medição da tensão arterial e colheita de sangue, em saudação ao Dia Mundial da Luta contra a Sida, a assinalar-se a 1 de Dezembro.</div>
<div>O director daquela unidade hospitalar, Damas Macaia, explicou à Angop  que o objectivo desta campanha é o de sensibilizar os cidadãos sobre a necessidade de efectuarem os testes para saberem do seu estado serológico e saberem como está a sua tensão arterial.</div>
<div>“Pensamos que é uma grande oportunidade para as pessoas saberem sobre o seu estado de saúde no tocante ao VIH/Sida, tensão arterial, hepatite-B e outras doenças. As campanhas servem para estes objectivos, pelo que apelamos a comparência de todos&#8221;, reiterou.</div>
<div></div>
<div><strong>Angop &#8211; 27.11.2009</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jovens gays cariocas pedem mais políticas públicas contra aids]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/jovens-gays-cariocas-pedem-mais-politicas-publicas-contra-aids/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:34:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/jovens-gays-cariocas-pedem-mais-politicas-publicas-contra-aids/</guid>
<description><![CDATA[O aumento da Aids entre homossexuais de 13 a 24 anos é resultado da falta de campanhas e ações públi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O aumento da Aids entre homossexuais de 13 a 24 anos é resultado da falta de campanhas e ações públicas direcionadas especificamente para adolescentes e jovens, segundo estudo divulgado ontem (26) pelo Ministério da Saúde. O alerta é do integrante do grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, Cléber Gonçalves, que participou hoje (27) do 1<sup>o</sup> Encontro Carioca de Jovens LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais).</p>
<p>&#8220;A principal diferença  <em>na abordagem entre as faixas etárias</em> é a linguagem e as estratégias que se utilizam para a prevenção. Pessoas mais velhas têm uma taxa de infecção declinante, enquanto que os jovens têm esse índice ascendente. Isso exige metodologias alternativas e inovadoras que revertam esse quadro&#8221;, afirmou Cléber.</p>
<p>Para ele, os adolescentes e jovens estão mais suscetíveis ao contágio porque a maioria não presenciou o drama do início da epidemia, na década de 80, além de cultivar a crença de que os novos medicamentos, em forma de coquetel, tornaram a doença quase inofensiva.</p>
<p>&#8220;Nós acreditamos que esse fenômeno tenha ocorrido por uma ruptura geracional. As pessoas mais velhas sofreram o pior aspecto da Aids. Viram muitas pessoas se infectarem e morrerem por conta do HIV. Os jovens surgem pós-coquetel e começam a ver a Aids com uma certa naturalidade. Existe uma banalização da doença e, com isso, uma maior negligência em relação ao uso do preservativo&#8221;, alertou Cléber, que dentro do grupo Arco-Íris coordena o projeto Entre Garotos, direcionado especificamente para jovens gays e bissexuais.</p>
<p>Ele lembrou que embora o coquetel anti-Aids realmente prolongue a vida do portador de HIV, existem efeitos colaterais severos, que comprometem a qualidade de vida.</p>
<p>A contaminação por HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis também está aumentando entre as mulheres jovens, segundo alertou Marcelle Esteves, coordenadora do projeto Laços e Acasos, que reúne lésbicas e bissexuais, também ligado ao grupo Arco-Íris.</p>
<p>&#8220;Existe essa falácia de que lésbicas e bissexuais são super-mulheres, que não transam com homens na maioria das vezes, e se sentem livres de todas as doenças. Isso não é verdade, porque elas também se contaminam&#8221;, disse Marcelle.</p>
<p>O encontro foi realizado na sede da prefeitura do Rio, cidade considerada como um dos principais destinos gays do mundo, por sua diversidade e tolerância. Para o representante da coordenadoria de Saúde municipal, Fernando Zikan, isso aumenta ainda mais a responsabilidade do poder público na questão.</p>
<p>&#8220;O prefeito Eduardo Paes, na última Parada Gay, propôs a criação de um comitê de atenção ao público LGBT, ligado ao gabinete dele&#8221;, lembrou Fernando. Segundo a assessoria da prefeitura, no entanto, ainda não há prazo definido para a criação do novo comitê.</p>
<p><strong>Agência Brasil &#8211; 27.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A proposta ugandesa sobre a legislação do VIH enfraquece os direitos humanos]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/a-proposta-ugandesa-sobre-a-legislacao-do-vih-enfraquece-os-direitos-humanos/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:29:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[A proposta do projecto de lei que será apresentada aos deputados ugandeses inclui cláusulas sobre a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A proposta do projecto de lei que será apresentada aos deputados ugandeses inclui cláusulas sobre a realização do teste obrigatório do VIH em mulheres grávidas, utilizadores de droga e trabalhadores de sexo, dando aos médicos, ao mesmo tempo, poderes vagamente definidos para divulgar o estatuto serológico das pessoas.</p>
<p>Num relatório apresentado no início de Novembro, o <em>Human Rights Watch</em> condenou o projecto de lei por promover abordagens perigosas, desacreditadas e repressivas, que ameaçarão os progressos rumo à meta do acesso universal à prevenção, cuidados de saúde e tratamento.</p>
<p>“Sabemos o que resulta e o que não resulta na luta contra a SIDA”, afirmou Beatrice Were da <em>Uganda Network on Law, Ethics &#38; HIV/AIDS</em>. “Esta proposta de lei, infelizmente, está cheia de abordagens ineficazes que violam os direitos humanos e irão atrasar os nossos esforços para combater a epidemia da SIDA e o alargamento dos programas a nível nacional.</p>
<p>A proposta de lei inclui as seguintes cláusulas:</p>
<p>&#160;</p>
<ul>
<li>Considerando que, em geral, uma pessoa deve dar o seu consentimento informado para fazer o teste ao VIH, este consentimento pode ser dispensado se for “injustificadamente recusado”.
<p>&#160;</p>
</li>
<li>Além disso, as mulheres grávidas, os seus parceiros ou vítimas de abuso sexual “serão sujeitos a um teste de rotina para o VIH”. Para estes grupos, o consentimento, confidencialidade e aconselhamento não são mencionados.
<p>&#160;</p>
</li>
<li>Indivíduos acusados de prostituição, consumo de drogas ou detentores de seringas, bem como indivíduos acusados de crimes sexuais, serão igualmente sujeitos ao teste obrigatório para o VIH.
<p>&#160;</p>
</li>
<li>O pessoal médico poderá revelar o estatuto serológico dos doentes aos seus parceiros sexuais e a contactos próximos, caso acredite que existe “um perigo real e iminente de transmissão da infecção para estas pessoas”.
<p>&#160;</p>
</li>
<li>Quer a transmissão intencional quer a tentativa de transmissão do VIH constituem ofensa criminal.
<p>&#160;</p>
</li>
<li>Uma pessoa seropositiva para a infecção pelo VIH que falhe em “cumprir as instruções de prevenção e de tratamento” comete um crime.
<p>&#160;</p>
</li>
</ul>
<p>O relatório do <em>Human Rights Watch</em>, aprovado por uma ampla gama de organizações no Uganda e no mundo, aponta que as disposições sobre testes obrigatórios, muitas vezes, ameaçam a saúde das pessoas testadas, especialmente as mulheres. “O meu medo é que a obrigatoriedade do teste e a divulgação do estatuto serológico conduza a perseguições e violência, em vez de tratamentos e cuidados de saúde necessários”, comentou Joseph Amon, do <em>Human Rights Watch</em>.</p>
<p>A organização acredita que o teste obrigatório feito aos trabalhadores de sexo e a utilizadores de droga será mais um acréscimo à repressiva lei criminal no Uganda (incluindo <a href="http://www.aidsmap.com/pt/news/2543D31C-5EFA-4BC8-89CA-A6591F743187.asp">a recente legislação que incide nos homens que têm sexo com homens</a>), o que fará com que os cuidados de saúde para estes grupos marginalizados constituam um desafio particular.</p>
<p>Além disso, o relatório ressalta que muitas das disposições estão elaboradas de maneira imprecisa, excessivamente ampla, e falta de salvaguardas ou procedimentos claros. Isto poder levar à aplicação da lei de forma selectiva ou abusiva.</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p><a href="http://www.hrw.org/sites/default/files/related_material/Comments%20to%20Uganda%E2%80%99s%20Parliamentary%20Committee%20on%20HIVAIDS%20and%20Related%20Matters%20about%20the%20HIVAIDS%20Control%20Bill_0.pdf">Human Rights Watch. Comments to Uganda’s Parliamentary Committee on HIV/AIDS and Related Matters about the HIV/AIDS Prevention and Control Bill, 2009</a>.</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Roger Pebody/nam &#8211; 27.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo da USP contesta boletim epidemiológico da aids divulgado pelo Ministério da Saúde, destaca O Estado de S.Paulo]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/29/estudo-da-usp-contesta-boletim-epidemiologico-da-aids-divulgado-pelo-ministerio-da-saude-destaca-o-estado-de-s-paulo/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:19:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Segundo matéria publicada no jornal O Estado de S.Paulo, estudo realizado pela USP (Universidade de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Segundo matéria publicada no jornal <em>O Estado de S.Paulo</em>, estudo realizado pela USP (Universidade de São Paulo) e financiado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais indica que, ao contrário do que divulgou o Ministério da Saúde, a aids continua concentrada nos grandes centros urbanos. A pesquisa foi coordenada por Alexandre Grangeiro, que já esteve à frente do programa brasileiro de combate à doença. Leia a matéria na íntegra a seguir.</p>
<p><strong>Estudo rejeita tese de que aids avança para o interior</strong></p>
<p>Pesquisa da USP contraria dados divulgados pelo governo; doença continuaria nos grandes centros</p>
<p>Lígia Formenti</p>
<p>Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) contraria a tese defendida pelo governo de que a epidemia de Aids caminha para o interior do País. A pesquisa &#8211; financiada pelo próprio departamento de DST-Aidse Hepatites Virais do Ministério da Saúde &#8211; mostra que a doença continua concentrada nos grandes centros urbanos e em locais onde com Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) mais elevados.</p>
<p>&#8220;Só posso atribuir a interpretação feita pelo programa de Aids a um obscurantismo de enfoque. Eles analisam os dados no automático, com conceitos de 15 anos atrás&#8221;, acusa o pesquisador do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP Alexandre Grangeiro, que já esteve à frente do departamento de Aids do ministério. Semana passada, durante a divulgação do Boletim Epidemiológico de Aids, o governo destacou o crescimento de casos de Aids em municípios com menos de 50 mil habitantes e a redução das infecções nas cidades com mais de 500 mil moradores.</p>
<p>O trabalho de Grangeiro mostra que apenas 36 municípios com até 50 mil habitantes apresentaram mais de 50 casos da doença entre 2003 e 2007. E, neste grupo, 35% eram de municípios com características peculiares: abrigavam presídios, estavam encravados em regiões metropolitanas ou em zonas portuárias. Em 67,1% das cidades com até 50 mil municípios, as estatísticas não ultrapassaram 19 casos confirmados num período de cinco anos.</p>
<p>Mais do que uma simples discussão teórica, o assunto tem implicações diretas na condução dos programas e no desenho de ações de combate à doença. &#8220;Ao se olhar para a direção incorreta, lógico que a prevenção terá eficácia muito menor do que a desejada. Corre-se o risco de se desperdiçar recursos para essa área, que já são bem poucos&#8221;, confirma o presidente do grupo Pela Vidda, Mário Scheffer. Os reflexos vão além. &#8220;Nas grandes cidades, passa-se a falsa sensação de segurança, fazendo com que população relaxe nas medidas de prevenção &#8220;, diz o pesquisador.</p>
<p>Antes de interpretar os dados do boletim, a equipe do departamento de DST-Aidsjá conhecia os dados da pesquisa de Grangeiro. &#8220;Não sei o que levou a equipe a desconsiderar os dados da pesquisa e insistir na velha tese da interiorização&#8221;, admitiu o pesquisador. Procurado, o Departamento de DST-Aids e Hepatites Virais não se manifestou sobre a pesquisa.</p>
<p>A pesquisa mostra que nas pequenas cidades, o aparecimento de casos de Aids não implica o surgimento de epidemias que se consolidam com o tempo. Para que isso ocorra, diz Grangeiro, é preciso que haja na cidade várias formas de transmissão da doença (por drogas injetáveis, transfusão, profissionais de sexo, relações homossexuais) e que os grupos se comuniquem. Quando tais elementos estão presentes, diz o estudo, há maior risco de epidemias de grande magnitude &#8211; mais de 50 casos em um período de quatro anos.</p>
<p>O trabalho diz ainda que a redução ou estabilização apresentada em algumas das grandes cidades deve ser analisada com muita cautela. Em primeiro lugar, porque as taxas continuam ainda muito elevadas e também porque a redução está ainda muito ligada à redução de casos por uso de drogas injetáveis, que por sua vez, é provocada por dois fatores: a morte dos usuários ou a substituição da dependência pelo crack.</p>
<p><strong>Teoria mudou foco das ações </strong></p>
<p>teoria de que a epidemia de Aids no Brasil migra para o interior e atinge pessoas cada vez mais pobres e um número maior de mulheres é sustentada pelo governo há mais de 10 anos. Desde que a tendência começou a ser divulgada, maior atenção passou a ser dada para ações voltadas à população em geral. Grupos até então considerados como de risco acrescido, como profissionais do sexo e gays, ficaram em segundo plano, dizem integrantes de movimentos sociais.</p>
<p>&#8220;Sofremos ainda com a mudança no formato de financiamento, que passou a ser feita de forma descentralizada. O resultado foi desastroso: a prevenção entre grupos vulneráveis caiu em quantidade e qualidade. Fomos praticamente esquecidas&#8221;, afirma Lurdes Barreto, do Grupo de Mulheres Prostitutas do Estado do Pará. Mário Scheffer, do Grupo Pela Vidda, tem avaliação semelhante. &#8220;É preciso diversificar os mecanismos de prevenção: fazer campanhas gerais, mas sem descuidar da população com maior risco&#8221;, avalia.</p>
<p>O chefe da unidade de prevenção do departamento de Aids do Ministério da Saúde, Ivo Brito, garante que os grupos não foram esquecidos. &#8220;O que é preciso é fazer uma mudança na forma de abordagem. Os comportamentos mudaram, as estratégias de prevenção também precisam se adaptar&#8221;, disse.</p>
<p>Alexandre Grangeiro concorda neste ponto com Brito. &#8220;É preciso inovar. Mas, antes de tudo, garantir que prevenção seja feita de forma contínua, com base em análises atuais, voltadas tanto para o público em geral quanto para setores específicos.&#8221;</p>
<p><strong>O Estado de S.Paulo &#8211; 28.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Menos novas infecções mas mais pessoas a viver com o VIH]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/26/menos-novas-infeccoes-mas-mais-pessoas-a-viver-com-o-vih/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 08:08:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Boas notícias: prevenção e medicamentos fizeram cair os números da doença. Menos boas: a prevenção e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Boas notícias: prevenção e medicamentos fizeram cair os números da doença. Menos boas: a prevenção está a perder fôlego.</p>
<p>Globalmente, nos últimos oito anos, as novas infecções pelo vírus da sida diminuíram 17 por cento. Esta foi uma das principais boas notícias ontem anunciadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para o VIH/Sida (OnuSida). Tanto mais quanto essa descida também se verifica nas regiões do planeta mais atingidas pela doença. Mais precisamente, desde 2001, o número de novas infecções na África subsariana desceu 15 por cento; no mesmo período, no Leste asiático as novas infecções caíram quase 25 por cento, enquanto no Sudeste asiático caíram 10 por cento.</p>
<p>&#8220;A boa notícia é que temos provas de que os declínios que estamos a ver são devidos, em parte, à prevenção&#8221;, disse num comunicado Michel Sidibé, director executivo da OnuSida.</p>
<p>Os dados também mostram que, actualmente, há mais pessoas do que nunca no mundo a viver com o VIH, graças às terapias anti-retrovirais. Mais: as mortes por doenças relacionadas com a sida diminuíram mais de 10 por cento nos últimos cinco anos, devido a um maior acesso das pessoas aos tratamentos. No Botswana, por exemplo, onde a cobertura terapêutica é de 80 por cento, as mortes relacionadas com a sida desceram mais de 50 por cento.</p>
<p>A OnuSida e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam que, desde 1996, altura em que esses medicamentos ficaram disponíveis, terão sido salvas quase três milhões de vidas humanas.</p>
<p>Porém, isso não chega, como sa-lientou Sidibé em declarações à Reuters, &#8220;porque os avanços no tratamento e na prevenção do VIH continuam a ser muito inquinados&#8221;.</p>
<p>Teguest Germa, director do depar-tamento VIH/Sida da OMS, frisou por seu lado, numa conferência de imprensa simultânea em Genebra, que embora no final de 2008 mais de quatro milhões de pessoas estivessem a receber medicamentos contra a sida, &#8220;mais de cinco milhões precisam de tratamento e não têm acesso a ele&#8221;.</p>
<p>Do lado da prevenção &#8211; e apesar dos progressos agora vindos a público -, o panorama também deixa a desejar. &#8220;Os resultados mostram que os programas estão frequentemente desfasados&#8221;, diz Sidibé. Existem muito poucos programas de prevenção para pessoas com mais de 25 anos de idade ou casais (casados ou que vivem em relações estáveis), já para não falar em divorciados e viúvos.</p>
<p>Por exemplo, na Suazilândia, onde 26 por cento da população adulta está infectada pelo VIH (o recorde mundial), mais de dois terços dessas pessoas têm mais de 25 anos. <strong>O papel das redes sociais</strong></p>
<p>O desfasamento é tanto mais preocupante quanto a &#8220;face&#8221; da epidemia está a mudar em regiões como a Europa do Leste ou a Ásia Central. Antes, a população mais atingida eram os utilizadores de drogas injectáveis, mas a epidemia alastrou para os parceiros dessas pessoas. E noutras zonas da Ásia, onde as vias de infecção eram as drogas injectáveis e a prostituição, a doença está a afectar cada vez mais os casais heterossexuais.</p>
<p>O financiamento dos programas de prevenção também está a definhar: no Gana, por exemplo, o orça-mento destinado à prevenção da sida diminuiu em 43 por cento por comparação ao de 2005.</p>
<p>Mas a interligação das próprias pessoas envolvidas poderá contribuir para colmatar estas falhas. Sem dúvida a pensar nisso, a OnuSida anunciou também uma outra novidade: o lançamento, há semanas, de uma rede social <em>on-line</em>, a AIDSspace.org, &#8220;para ligar entre si os 33,4 milhões de pessoas que vivem com o VIH e os milhões de pessoas que fazem parte da resposta contra a sida&#8221;, salienta ainda o comunicado.</p>
<p>&#8220;O pressuposto por detrás do AIDSspace é simples: se centenas de milhões de pessoas têm a possibilidade de se ligar através de redes sociais como Facebook, LinkedIn, MySpace, Twitter e YouTube para trocar ideias e informações [de todo o tipo], também podem fazer a mesma coisa com conteúdos relacionados com a sida, tais como estudos, material multimédia, relatórios, recursos essenciais, etc.&#8221;.</p>
<p><strong>Portugal é o país europeu com mais novos casos</strong></p>
<p>Portugal é o país da Europa Ocidental e Central com mais notificações de VIH/Sida. O relatório da OnuSida/OMS diz que nesta região e na América do Norte a epidemia se concentra em populações de risco elevado, como homens que têm sexo com homens, utilizadores de drogas injectáveis e imigrantes, e os EUA e Portugal são os países com mais novas infecções.</p>
<p>Apesar disto, diz a Lusa, tem descido o número de casos em Portugal, segundo o documento <em>HIV/AIDS surveillance in Europe 2007</em> da OMS e do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças. Em 2004, houve 1764 novos casos, 1573 no ano seguinte, 1510 em 2006 e 894 em 2007.</p>
<p>&#8220;Não se pode confundir notificações com diagnósticos. O elevado número de notificações resulta de um esforço para conhecer os casos diagnosticados em anos anteriores e tardiamente reportados às autoridades&#8221;, diz uma nota da Coordenação Nacional para a Infecção VIH/Sida.</p>
<p>A OnuSida diz que, embora a incidência do VIH tenha estabilizado ou aumentado um pouco nos países ricos, os padrões epidemiológicos evoluíram: as novas infecções entre homens que têm sexo com homens aumentaram na década passada e baixaram nos consumidores de drogas.</p>
<p><strong>Ana Gerschenfeld/Público &#8211; 25.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portugal nega dados da ONU]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/26/portugal-nega-dados-da-onu/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 08:05:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Portugal é apontado no relatório anual das Nações Unidas como o país da Europa Ocidental com a mais ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p id="NewsSummary">Portugal é apontado no relatório anual das Nações Unidas como o país da Europa Ocidental com a mais alta taxa de novas infecções com o vírus VIH. Mas a Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida desmente estes dados.</p>
<div>
<p>A informação do relatório da ONUSida e da Organização Mundial de Saúde (OMS) coloca Portugal no topo dos países com mais infecções na Europa Ocidental em 2008, à semelhança do que acontece com os Estados Unidos na América do Norte. Mas a informação é desmentida pela Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida que, em comunicado, garante que &#8220;Portugal tem uma taxa de novos diagnósticos inferior a países como a Suíça, Reino Unido, Estónia e Letónia&#8221;.</p>
<p>A coordenação nacional garante que &#8220;não há qualquer razão para afirmar que a incidência da infecção está a aumentar em Portugal&#8221; e acusa a ONU e a OMS de terem &#8220;confundido&#8221; notificações com diagnósticos. Segundo a coordenação nacional, o documento em que a ONUSida se baseia apresenta dados sobre as infecções notificadas em 2007, &#8220;o que implica a acumulação de infecções diagnosticadas em anos anteriores&#8221; e que corresponde a um &#8220;esforço&#8221; para conhecer os casos diagnosticados anteriormente e que &#8220;são tardiamente reportados às autoridades&#8221;.</p>
<p>Em contraponto, a coordenação nacional aponta o relatório &#8220;HIV/AIDS Surveillance in Europe 2007&#8243;, elaborado pela OMS e pelo Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), onde Portugal aparece com uma taxa de infecção de 84,3 casos por milhão de habitantes (em 2007 foram diagnosticados 894 novos casos). Muito à frente de Portugal estão a Estónia (com uma taxa de 471,8), a Letónia (153,8), o Reino Unido (126,8) e a Suíça (101,7).</p>
<p>De acordo com esta tabela, entre 2004 e 2007, o número de novos casos de sida desceu consecutivamente em Portugal, passando de 1764 para 894 em 2007. No entanto, a verdade é que o último relatório do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge revela um aumento de casos em 2008: os dados do Núcleo de Vigilância Laboratorial de Doenças Infecciosas mostram que foram diagnosticados 1201 novos casos de infecção por VIH, o que corresponde a um aumento de 307 novos casos relativamente a 2007.</p>
<p>A maioria dos casos diagnosticados em 2008 em Portugal diz respeito a pessoas heterossexuais (57,6%), seguida de toxicodependentes (21,9%) e pessoas homossexuais e bissexuais (16,8%). O relatório da ONU, ontem revelado em Genebra, indica que nos países ricos a sida está a crescer entre os grupo de risco, designadamente homossexuais e toxicodependentes.</p>
<p><strong>Radiografia de uma doença que afecta 33,4 milhões de pessoas em todo o mundo</strong></p>
<p><strong>Mais 20% de infectados</strong></p>
<p>O número de pessoas em todo o mundo infectadas com o vírus HIV aumentou 20% nos últimos oito anos: em 2008, segundo o relatório anual da Organização Mundial de Saúde e da ONUSida havia cerca de 33,4 milhões de pessoas em todo o mundo infectadas com o vírus. Um sinal de que as novas infecções continuam a ocorrer, mas também um efeito das terapias antiretrovirais que prolongam e dão qualidade de vida aos doentes.</p>
<p><strong>Novas infecções baixam 17%</strong></p>
<p>Segundo a ONUSida, o número de novas infecções baixou 17% nos últimos oito anos, um decréscimo que se verificou sobretudo na África Subsariana, que regista menos 15% de infecções. Ainda assim, é aquela região do globo que continua a ser mais martirizada pela doença: concentra 71% das 2,7 milhões de novas infecções registadas em todo o mundo em 2008. No mapa das regiões mais infectadas seguem-se os países do Sul e Sudeste Asiático, com cerca de 280 mil infectados, Europa de Leste e Ásia Central, com 110 mil infectados, e a América Latina, com 170 mil infectados.</p>
<p><strong>Pico da infecção foi em 1996</strong></p>
<p>O relatório da ONUSida indica que o pico da infecção e da proliferação do vírus terá ocorrido em 1996 quando se estima que houve 3,5 milhões de infecções. Em 2008, as estimativas indicam que houve menos 30% de infecções do que há 12 anos: aponta-se para 2,7 milhões de novos casos.</p>
<p><strong>Morre-se cada vez menos</strong></p>
<p>O pico da mortalidade por VIH terá ocorrido em 2004 quando foram contabilizadas 2,2 milhões de mortes em todo o mundo relacionadas com a doença. Em 2008, a ONUSida aponta para um descréscimo de 10% em relação a 2004, contabilizando cerca de dois milhões de mortes.</p>
<p><strong>Uma epidemia em mutação</strong></p>
<p>O relatório da ONUSida aponta para alterações na forma de transmissão do vírus. Na Europa de Leste e Ásia Central, por exemplo, se a transmissão era antes sobretudo associada ao consumo de drogas intravenosas está agora a ser mais frequente a transmissão sexual.</p>
<p><strong>Alerta para os grupos de risco</strong></p>
<p>A ONUSida alerta que nos últimos anos tem havido um crescimento da infecção entre os grupos de risco (homossexuais e consumidores de drogas) por todo o mundo e apela a programas de prevenção específicos para estes grupos.</p>
<p><strong>Gina Pereira/Jornal de Notícias &#8211; 25.11.2009</strong></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais novos casos de sida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/26/mais-novos-casos-de-sida/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 08:03:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Portugal é o país da Europa Ocidental e Central com mais novos casos de infecção pelo VIH/Sida, segu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Portugal é o país da Europa Ocidental e Central com mais novos casos de infecção pelo VIH/Sida, segundo o relatório da ONUSida e da Organização Mundial da Saúde.</p>
<p>De acordo com este estudo, na América do Norte e na Europa Central e Ocidental, na qual se inclui Portugal, a epidemia está mais concentrada nas populações de risco, nomeadamente em homens que têm sexo com homens, utilizadores de drogas injectáveis e imigrantes. Apesar destes dados, Portugal tem reflectido ao longo dos anos uma descida no número de casos, passando de 1510 em 2006 para 894 em 2007.</p>
<p><strong>Correio da Manhã &#8211; 25.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As falências terapêuticas múltiplas ocorrem com menos frequência, mas continuam associadas a taxas elevadas de mortalidade num coorte da América do Norte]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/26/as-falencias-terapeuticas-multiplas-ocorrem-com-menos-frequencia-mas-continuam-associadas-a-taxas-elevadas-de-mortalidade-num-coorte-da-america-do-norte/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 07:56:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[De acordo com um estudo publicado na 15a edição de Novembro do Clinical Infectious Diseases, num coo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>De acordo com um estudo publicado na 15<sup>a</sup> edição de Novembro do <em>Clinical Infectious Diseases</em>, num <em>coorte</em> alargado de adultos da América do Norte, em terapêutica anti-retroviral, as falências terapêuticas múltiplas diminuíram drasticamente entre 1996 e 2005. No entanto, as taxas de mortalidade continuaram elevadas entre os membros do coorte com múltiplas falências terapêuticas.</p>
<p>Enquanto que a terapêutica anti-retroviral diminui, incontestavelmente, a velocidade da progressão da infecção pelo VIH, a sua eficácia tem sido investigada principalmente em ensaios clínicos. Sobre os resultados terapêuticos do “mundo real&#8221; sabe-se menos.</p>
<p>Cientistas afiliados à NA-ACCORD (North American AIDS Cohort Collaboration on Research and Design) tentaram perceber o impacto clínico da falência terapêutica, analisando dados de mais de 36.000 pessoas em tratamento com regimes de combinações anti-retrovirais, em mais de 60 centros no Canadá e nos Estados Unidos.</p>
<p>Um subconjunto de 7 159 membros da coorte teve duas ou mais falências terapêuticas durante o período do estudo, sendo a falência terapêutica definida como. pelo menos. uma medição da carga viral&#62; 1.000 cópias/ml.</p>
<p>Na análise do subconjunto, foram apenas incluídas pessoas que mudaram para um segundo regime de combinação anti-retroviral.</p>
<p>Entre 1996 e 2005, a taxa bruta de incidência da segunda falência terapêutica desceu de 56 para 16 casos por cada 100 pessoas-ano (intervalo de confiança [IC] 95%, 50-63 e IC 95%, 14-18, respectivamente).</p>
<p>As pessoas que se mantiveram mais de quatro anos no primeiro regime de terapêutica anti-retroviral, antes de mudar para outro, apresentavam um risco menor de uma segunda falência terapêutica do que os que tiveram de mudar mais cedo (risco relativo 0,72; IC 95%, 0,64-0,82).</p>
<p>Uma contagem das células CD4 mais elevada na altura da primeira mudança de tratamento também estava associada a um risco menor de uma segunda falência terapêutica (risco relativo 0,94; IC 95%, 0.93-0.95), enquanto que uma carga viral mais elevada neste período estava associada a um risco mais elevado de uma segunda falência terapêutica (risco relativo 1,21, IC 95%, 1.18-1.25).</p>
<p>O tipo de regime anti-retroviral inicial não era preditivo de uma segunda falência terapêutica. Quando a análise foi restringida a pessoas naïve para o tratamento na altura em que iniciaram o primeiro regime de combinação, os resultados foram semelhantes.</p>
<p>Os investigadores examinaram também a mortalidade depois da segunda falência terapêutica em 6 698 pessoas cujos dados estavam disponíveis. A taxa de mortalidade cumulativa no período de um ano foi de 5% e a taxa no período de cinco anos foi de 26%. A taxa bruta de incidência da mortalidade desceu de 6,5 mortes por 100 pessoas-ano em 1996-1997 para 5 mortes por 100 pessoas-ano em 2003. No entanto, isto continua a estar em forte contraste com o prognóstico para todos os membros naïve para o tratamento da coorte NA-ACCORD a iniciarem a terapêutica anti-retroviral; o grupo mais alargado teve entre 1,3 e 1,6 mortes por 100 pessoas-ano.</p>
<p>Constataram-se três factores significativamente associados a um risco acrescido de mortalidade: uma contagem das células CD4 mais baixa na altura da segunda falência terapêutica, bem como uma carga viral mais elevada e uma história de SIDA neste período. Do mesmo modo, constataram-se resultados semelhantes nos membros da coorte <em>naïve</em> para o tratamento anti-retroviral.</p>
<p>Os autores do artigo concluem, que &#8220;Colectivamente, estes dados indicam que a eficácia da combinação terapêutica anti-retroviral continua a melhorar, mesmo entre os doentes que tiveram falência de um regime inicial. No entanto, entre as pessoas com falência virológica em pelo menos dois regimes distintos, o prognóstico clínico global continua pouco animador.”</p>
<p>Os autores também observam que o declínio nas falências terapêuticas de segunda linha provavelmente resultou de uma combinação de factores, incluindo regimes anti-retrovirais mais eficazes, início mais precoce da terapêutica anti-retroviral e melhor adesão à medicação.</p>
<p>Dado que o último ano do período de estudo foi o 2005, os resultados não reflectem o impacto de novos medicamentos que proporcionam opções adicionais às pessoas com múltiplas falências terapêuticas. Como os autores realçam, “uma das questões mais importantes nesta área é se a eficácia do darunavir, raltegravir, maraviroc e etravirina, que foi observada em ensaios clínicos, se traduzirá em níveis comparáveis de eficácia no uso mais alargado destes medicamentos.”</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p>Deeks SG et al. <em>Trends in multidrug treatment failure and subsequent mortality among antiretroviral therapy-experienced patients with HIV infection in North America</em>. Clin Infect Dis 49: 1582–1590, 2009.</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Kelly Safreed-Harmon/nam &#8211; 24.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fala Maputo: Você já fez o teste de HIV?]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/26/fala-maputo-voce-ja-fez-o-teste-de-hiv/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 07:41:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Olha para o futuro e faça o teste” será o lema utilizado por Moçambique este ano nas celebrações do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>“Olha para o futuro e faça o teste” será o lema utilizado por Moçambique este ano nas celebrações do Dia Mundial de Combate ao Sida, 1 de Dezembro.</p>
<p>Em 2007, a importância do aconselhamento e testagem para o HIV e Sida também recebeu destaque nos eventos governamentais.</p>
<p>A equipa de redacção da <strong>Agência de Notícias de Resposta ao SIDA</strong> saiu às ruas de Maputo para saber o que as pessoas percebem sobre esse lema e como reagem a essa campanha.</p>
<p>Um jovem estudante de 23 anos, de nome Zacarias, disse fazer o teste de HIV a cada três meses, o que considera essencial para o momento em que o país passa, cuja epidemia de Sida está a aumentar entre os jovens.</p>
<p>“Esse lema quer dizer que já é tempo de cada um saber o seu estado serologico de modo a planear melhor o futuro”, disse o estudante.</p>
<p>O vendedor ambulante Arlindo, de 29 anos, disse que já fez o teste uma vez e que com a nova campanha nacional, pretende procurar novamente por uma unidade de Aconselhamento e Testagem em Saúde.</p>
<p>“Fazer o teste é muito bom porque ajuda a pessoa a se prevenir e a se cuidar melhor”, comentou.</p>
<p>Yunisse, sul africana de 28 anos e residente em Maputo há dois anos, apesar de afirmar que o teste de HIV seria muito importante para garantir a sua saúde, nunca fez o exame.</p>
<p>Ela disse que as campanhas não influenciam-lhe, justificando que faria o teste apenas se apresentasse alguma doença.</p>
<p>Para Nelso, estudante de Direito, o facto de ser “chefe de família”, o obriga a fazer o teste de HIV regularmente.</p>
<p>“Preciso garantir a minha boa saúde e a da minha família”, comentou. “E sei que se eu tivesse com Sida, seria possível fazer tratamento.”, acrescentou.</p>
<p>O trabalhador ambulante António contou que fez o teste pela primeira vez quando tinha 17 anos, porque achava que as borbulhas que tinha no rosto, sinais da adolescência, pudessem ser uma doença relacionada ao HIV.</p>
<p>“Hoje tenho 23, mas nunca mais fiz o teste, apesar de achar importante para saber meu estado de seroprevalência e planear minha vida, como diz o lema da campanha”, comentou.</p>
<p>O Impacto Demográfico do HIV e Sida em Moçambique estima que 1.6 milhão de pessoas vivem com esse vírus, mas que a grande maioria não sabe porque nunca fez o teste.</p></div>
<p><strong>Enia Mananze/Agência de Notícias de Resposta ao Sida &#8211; 25.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Desigualdade de gênero ainda é um dos principais fatores de infecção pelo HIV em mulheres jovens, acreditam ativistas]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/26/desigualdade-de-genero-ainda-e-um-dos-principais-fatores-de-infeccao-pelo-hiv-em-mulheres-jovens-acreditam-ativistas/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 07:38:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Para a pesquisadora da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e membro do Instituto Cultural Bar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para a pesquisadora da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e membro do Instituto Cultural Barong, Regina Figueiredo, por motivos culturais a sociedade evita passar informações sobre sexo para adolescentes. “A principal preocupação delas é a gravidez”, disse.</p>
<p>Um segundo fator apontado por ela, também cultural, é a confiança das mulheres no parceiro. “As meninas, quando iniciam a vida sexual, geralmente usam o preservativo, mas logo quando começam a namorar já negociam com o não uso da camisinha. Ou seja, os dois sexos são vulneráveis, porém os meninos acabam se relacionando com mais de uma jovem, por isso o número maior em mulheres infectadas”, explica Figueiredo.</p>
<p>”Outro ponto importante é incluir a sexualidade como uma das disciplinas nas escolas. O programa SPE (Saúde e Prevenção nas Escolas) é do governo federal, mas as escolas são dos Estados e Municípios, por isso nem todas aderiram ao programa. Na pesquisa que realizei, pude observar que em São Paulo o SPE atinge apenas 43% das escolas”, disse Regina Figueiredo.</p>
<p>Micaela Carolina Cyrino da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS (RNAJVHA) também acredita em fatores culturais. “As meninas depositam muita confiança no parceiro e as mulheres sempre foram desvalorizadas perante os homens na decisão de escolha de usar o preservativo ou até mesmo se querem ou não fazer sexo”, disse.</p>
<p>Para ela, o Brasil precisa realizar um trabalho de prevenção que vá além da questão do preservativo. “É preciso promover mais a confiança e autonomia das mulheres, além do uso do preservativo feminino”, destacou a ativista.</p>
<p>A tendência crescimento do número de mulheres infectadas também foi destacada no relatório do Programa das Nações Unidas para HIV e AIDS (UnAids), divulgado ontem. Ele mostra que dos 2,7 milhões de novos casos da doença estimados para 2008, 48% foram em mulheres.</p>
<p><strong>Rodrigo Vasconcellos e Talita Martins/Agência de Notícias da Aids &#8211; 25.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisas em DST/Aids serão destaques de seminário que acontecerá nesta quinta-feira com realização da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/26/pesquisas-em-dstaids-serao-destaques-de-seminario-que-acontecera-nesta-quinta-feira-com-realizacao-da-secretaria-municipal-da-saude-de-sao-paulo/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 07:36:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acontece amanhã (26/11), em São Paulo, a 6ª edição do Seminário de Pesquisa da Rede Municipal Especi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acontece amanhã (26/11), em São Paulo, a 6ª edição do Seminário de Pesquisa da Rede Municipal Especializada em DST/Aids realizado pelo Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo. Durante o evento também será lançado o VII Inventário de Pesquisa em DST/Aids de São Paulo.</p>
<p>Um dos objetivos do encontro é promover o contato entre pesquisadores e orientadores e o intercâmbio entre a vida cotidiana dos serviços especializados na produção de trabalho e a reflexão com consistência acadêmica necessária para o aprimoramento da qualidade da atenção à saúde da população.</p>
<p>Durante o Seminário serão apresentadas alguns estudos realizados com a participação da Rede Municipal Especializada (RME DST/Aids), tanto de pesquisadores que trabalham na RME quanto de pesquisadores externos. Entre as apresentações merece destaque algumas temas como: a ética em pesquisas, HPV em genitália e cavidade oral, revelação de diagnóstico, qualidade de vida dos idosos portadores de HIV/Aids, busca precoce e tardia, a distribuição espacial da infecção e da mortalidade por HIV, disfunções sexuais em homens heterossexual e a relação do HIV/Aids e trajetória reprodutiva de mulheres brasileiras.</p>
<p>O VII Inventário de Pesquisas em DST/Aids será lançado durante o evento. A publicação, que reúne 28 resumos, submetidos a uma classificação que possibilita conhecer a origem do pesquisador, fases das pesquisas, vínculos com instituições, produtos e apresentações em eventos científicos, documenta e socializa o andamento e os resultados das pesquisas desenvolvidas ou em desenvolvimento na RME DST/Aids no ano de 2009.</p>
<p>&#8220;A produção de conhecimento científico é uma importante ferramenta para formulação de políticas de saúde. Os dados e informações obtidos por meio das pesquisas são essenciais no enfrentamento da epidemia de HIV/Aids e outras DST&#8221;, afirma o Secretário Municipal da Saúde, Januario Montone.</p>
<p>A realização deste evento e a publicação do Inventário atendem a um dos itens da Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa e do Ministério da Saúde, que determina a necessidade de devolução dos resultados das pesquisas a todos os envolvidos e interessados.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Data: 26/11/2009<br />
Local: Instituto de Tratamento do Câncer Infantil &#8211; ITACI<br />
Endereço: Rua Galeno de Almeida, 148 &#8211; Sumaré &#8211; São Paulo/SP<br />
Horário: 8h30 às 17h</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p>8h30 &#8211; Credenciamento</p>
<p>8h45 &#8211; Mesa de abertura</p>
<p>9h &#8211; &#8220;Ética nas pesquisas em DST/Aids e o Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo &#8211; CEP/SMS&#8221; &#8211; Iara Coelho Zito Guerriero</p>
<p>9h30 &#8211; &#8220;Correlação e diagnóstico de manifestações de papiloma vírus humano (HPV) em genitália e cavidade oral&#8221; &#8211; Elcio Magdalena Giovani</p>
<p>10h &#8211; &#8220;Revelação de diagnóstico de HIV a parceiros(as) sexuais na perspectiva da humanização do Cuidado&#8221; &#8211; Neide Emy Kurokawa e Silva</p>
<p>10h30 &#8211; &#8220;Qualidade de Vida dos Idosos Portadores de HIV/Aids&#8221; &#8211; Ana Cláudia Bonilha</p>
<p>11h &#8211; Debate</p>
<p>12h30 &#8211; Almoço</p>
<p>13h30 &#8211; &#8220;Fatores que interferem na busca precoce e tardia do acompanhamento assistencial do usuário soropositivo para o vírus HIV&#8221; &#8211; Zarifa khoury</p>
<p>14h &#8211; &#8220;A dinâmica da distribuição espacial da infecção por HIV e da mortalidade por Aids no Município de São Paulo de 1996 a 2008&#8243; &#8211; Danilo Rodrigues de Oliveira</p>
<p>14h30 &#8211; &#8220;Análise do estudo exploratório sobre disfunções sexuais em homens com orientação assumida heterossexual portadores de HIV/Aids&#8221; &#8211; Monica Gonçalves de Melo Teixeira</p>
<p>15h &#8211; &#8220;HIV/Aids e trajetórias reprodutivas de mulheres brasileiras&#8221; &#8211; Regina Maria Barbosa</p>
<p>15h30 &#8211; Debate</p>
<p>16h30 &#8211; Encerramento</p>
<p><strong>Fonte: Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo</strong></p>
<p><strong>Agência de Notícias da Aids &#8211; 25.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portugal contesta dados da ONU sobre Aids, informa Rádio Renascença]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/26/portugal-contesta-dados-da-onu-sobre-aids-informa-radio-renascenca/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 07:32:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Coordenação Nacional para a Infecção VIH/SIDA desmente os dados das Nações Unidas, segundo os quai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Coordenação Nacional para a Infecção VIH/SIDA desmente os dados das Nações Unidas, segundo os quais Portugal é o país europeu com mais alta taxa de novas infecções.</p>
<p>O relatório da ONU/Sida e da Organização Mundial de Saúde (OMS) foi divulgado na terça-feira e coloca Portugal no topo dos países com mais infecções na Europa Ocidental em 2008, à semelhança do que acontece com os Estados Unidos na América do Norte.</p>
<p>A Coordenação Nacional para a Infecção VIH/SIDA garante, contudo, em comunicado, que &#8220;Portugal tem uma taxa de novos diagnósticos inferior a países como a Suíça, Reino Unido, Estónia e Letónia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não há qualquer razão para afirmar que a incidência da infecção está a aumentar em Portugal&#8221;, afirma a entidade portuguesa, que acusa a ONU e a OMS de terem &#8220;confundido&#8221; notificações com diagnósticos.</p>
<p>O documento em que a ONU/Sida se baseia, sustenta a Coordenação, apresenta dados sobre as infecções notificadas em 2007, &#8220;o que implica a acumulação de infecções diagnosticadas em anos anteriores&#8221; e que corresponde a um &#8220;esforço&#8221; para conhecer os casos diagnosticados anteriormente e que &#8220;são tardiamente reportados às autoridades&#8221;.</p>
<p>A entidade portuguesa destaca a informação contida no relatório &#8220;HIV/AIDS Surveillance in Europe 2007&#8243;, elaborado pela OMS e pelo Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), no qual Portugal aparece com uma taxa de infecção de 84,3 casos por milhão de habitantes, muito atrás da Estónia, da Letónia, do Reino Unido e da Suíça.</p>
<p><strong>Rádio Renascença &#8211; 25.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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