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	<title>violencia-contra-a-mulher &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/violencia-contra-a-mulher/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "violencia-contra-a-mulher"</description>
	<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 01:37:50 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Por que um dia especial?]]></title>
<link>http://liberdadeaqui.wordpress.com/2009/11/30/por-que-um-dia-especial/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:43:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Prof. Leandro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Da Agência Carta Maior &nbsp; Violência contra a mulher, um problema de saúde pública Um grande empe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong><span style="color:#ff6600;"><a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16269&#38;boletim_id=620&#38;componente_id=10369">Da Agência Carta Maior</a></span></strong></em></p>
<p>&#160;</p>
<h2><strong><span style="color:#ff00ff;">Violência contra a mulher, um problema de saúde pública</span></strong></h2>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_aGmzVCelT3Q/SbP50mQUzmI/AAAAAAAAF6o/SD3H8DCz-HY/s400/violencia+contra+a+mulher.jpg" alt="" /></p>
<blockquote><p>Um grande empecilho, por muito tempo, para a formulação e execução de programas e políticas que enfrentem o problema da violência contra mulheres é justamente a crença arraigada de que a violência no âmbito doméstico contra mulheres ou meninas era um problema da ordem do privado e familiar. Este problema, no Brasil, pode ser visto na expressão popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”. A violência contra a mulher é, na verdade, um problema de saúde pública. No Brasil, uma em cada cinco mulheres (20%) já sofreu algum tipo de violência física, sexual ou outro abuso praticado por um homem. O artigo é de Andréa Fachel Leal.</p></blockquote>
<p><em><strong>Andréa Fachel Leal</strong></em></p>
<p>Desde 1999, a Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou que 25 de Novembro é o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres.</p>
<p>Que importância tem essa data? Por que um dia especial?</p>
<p>É bom lembrar que esse é um problema de muitas pessoas. As mulheres constituem pelo menos metade da população mundial. Em algumas faixas etárias, como a dos idosos, são mais da metade das pessoas. Em todo o mundo, as mulheres têm maior expectativa de vida do que os homens. As mulheres sobrevivem aos homens, mas não podemos concluir que as mulheres tenham melhores condições de saúde do que eles.</p>
<p>Apesar de tantas mulheres no planeta, elas foram apenas muito recentemente reconhecidas como sujeitos plenos de direitos: na Conferência Mundial sobre Direitos Humanos, ocorrida em Viena em 1993, declarou-se que os direitos das mulheres são direitos humanos. Acabaram-se as fronteiras entre o espaço público e o espaço privado como resultado, por um lado, de uma forte atuação do movimento organizado de mulheres, e por outro, das atrocidades cometidas na Guerra da antiga Iuguslávia, onde o estupro sistemático e em massa de mulheres foi empregado como estratégia de guerra. A violência doméstica e o estupro, crimes cometidos majoritariamente contra mulheres, foram declarados como crimes contra os direitos da pessoa humana.</p>
<p>Na definição da Convenção de Belém do Pará (Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, adotada pela Organização dos Estados Americanos, OEA, em 1994), a violência contra a mulher é “qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada”.</p>
<p>A violência contra a mulher é um problema de saúde pública. É necessário que estudantes (e profissionais já atuantes) na área da saúde sejam instrumentalizados e capacitados a atenderem as mulheres que chegarem aos serviços de saúde, vítimas de violência. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), “as conseqüências do abuso são profundas, indo além da saúde e da felicidade individual e afetando o bem-estar de comunidades inteiras”. A violência de gênero é um problema que afeta a saúde física e mental das mulheres, e que tem consequências econômicas e sociais.</p>
<p>É importante salientar que a violência contra mulheres ocorre num contexto específico dado por relações de gênero. Não é por acaso que as mulheres são as maiores vítimas. Não é tampouco porque as mulheres naturalmente sejam mais frágeis ou submissas. A violência contra as mulheres ocorre no contexto social e histórico em que as mulheres são discriminadas, tendo menor acesso à educação, a recursos materiais e simbólicos e a poder, tanto no âmbito privado quanto no público.</p>
<p>Deve-se enfatizar que um grande empecilho, por muito tempo, para a formulação e execução de programas e políticas que enfrentem o problema da violência contra mulheres é justamente a crença arraigada de que a violência no âmbito doméstico contra mulheres ou meninas era um problema da ordem do privado e familiar. Este problema, no Brasil, pode ser visto na expressão popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”.</p>
<p>A lei promulgada no Brasil que trata especificamente sobre a violência contra a mulher, conhecida como a Lei Maria da Penha, é recente: data de 2006 (Lei 11.340, 7 de agosto de 2006). A partir da Lei Maria da Penha, foram criados Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher nos estados,pelos Tribunais, com o respaldo de recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de 2007 (Recomendação Nº 9, de 06 de março de 2007 do CNJ).</p>
<p>Vejamos alguns dados importantes sobre a violência contra mulheres, da Organização Mundial de Saúde (OMS), das Nações Unidas (UNFPA) e do Brasil:</p>
<p>* Todos os anos, mais de 1,6 milhões de pessoas morrem no mundo, vítimas de violência. Para cada pessoa que morre vítima da violência, muitas outras sofrem, sendo incapacitadas ou sofrendo por probelmas físicos, sexuais, reprodutivos ou de saúde mental. No mundo todo, a violência é uma das principais causas de mortalidade para pessoas com idade entre 15 e 44 anos. Isto significa que mais de 4400 pessoas morrem diariamente, vítimas de violência.</p>
<p>* No mundo todo, a violência praticada contra mulheres envolve uma série de violações aos seus direitos humanos: tráfico de mulheres e de meninas, estupro, abuso físico, abuso sexual de mulheres e de crianças e também práticas tradicionais que implicam problemas permanentes para a sua saúde sexual e reprodutiva de meninas.</p>
<p>* Uma das formas mais comuns de violência contra mulheres é a violência praticada pelo parceiro íntimo. Isto signifca que as mulheres sofrem violência dos maridos, namorados ou companheiros – atuais ou passados. Outros homens que também mantêm uma relação íntima ou próxima com as mulheres e que muitas vezes são os seus agressores incluem pais, irmãos, padrastos. O espaço doméstico, da casa, por isso mesmo, pode ser considerado um dos espaços mais perigosos para meninas e mulheres.</p>
<p>* As consequências da violência para a saúde das mulheres podem ser diretas ou de longo prazo. Incluem:</p>
<p>- danos e feridas por violência física ou sexual; morte (incluindo o suicídio e a mortalidade materna, resultado de abortos inseguros);</p>
<p>- contaminação por infecções sexualmente transmissíveis e HIV/AIDS;</p>
<p>- gravidez indesejada;</p>
<p>- problemas de saúde mental (depressão, stress, problemas de sono, problemas de alimentação, problemas emocionais, uso e abuso de substâncias psicoativas e álcool);</p>
<p>- problemas físicos de médio e longo prazo (dor de cabeça, dor lombar, dor abdominal, fibromialgia, problemas gastrointestinais, problemas de locomoção e mobilidade).</p>
<p>* Muitas das mulheres que recorrem aos serviços de saúde, com reclamações de enxaquecas, gastrites, dores difusas e outros problemas, vivem situações de violência dentro de suas próprias casas – é extremamente importante que profissionais de saúde sejam capacitados para identificar, atender e tratar pacientes que se apresentam com sintomas que podem estar relacionados a abuso e agressão.</p>
<p>* A dimensão mais trágica da violência contra as mulheres são os assassinatos. De cada duas duas mulheres que morrem vítimas de homicídio no mundo, uma delas é morta pelo seu parceiro íntimo (40 a 70%), homens, em geral no contexto de uma relação abusiva.</p>
<p>* Uma forma específica de violência contra mulheres é o abuso sexual. Uma em cada quatro mulheres do mundo sofrem abuso sexual, perpetrado por um parceiro íntimo, ao longo de suas vidas.</p>
<p>* A prevalência de abuso físico ou sexual sofrido ao longo da vida por mulheres varia de 15% a 71% mundialmente.</p>
<p>* Na América Latina e Caribe, a violência doméstica atinge entre 25% a 50% das mulheres.</p>
<p>* As causas externas são a terceira causa de mortalidade no Brasil como um todo, o que aponta para a violência como um grave problema de saúde pública. A violência em geral pode ser exercida por diferentes agentes (por exemplo, policiais), contra diversas populações (o racismo é um exemplo de violência contra uma determinada população com base na cor da pele ou etnia) e pode ocorrer em muitos espaços (como a escola ou o espaço doméstico).</p>
<p>* No Brasil, uma em cada cinco mulheres (20%) já sofreu algum tipo de violência física, sexual ou outro abuso praticado por um homem.</p>
<p>Quanto às consequências econômicas e sociais da violência contra mulheres, segundo dados do Banco Mundial (BM) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BIRD):</p>
<p>* Um em cada 5 dias de falta ao trabalho no mundo é causado pela violência sofrida pelas mulheres dentro de suas casas.</p>
<p>* A cada 5 anos, a mulher perde 1 ano de vida saudável se ela sofre violência doméstica.</p>
<p>* As mulheres com idade entre 15 e 44 anos perdem mais anos de vida saudável (<em>“disability- adjusted life year&#8221; ou DALY</em>) em função do estupro e da violência doméstica do que em razão de cancer de mama, cancer de colo de útero, problemas relacionados ao parto, doenças coronárias, AIDS, doenças respiratórias, acidentes de automóveis ou a guerra (<em>World Development Report of the World Bank</em>, 1993). O estupro e a violência doméstica são causas importantes de incapacidade e morte de mulheres em idade produtiva.</p>
<p>* Mulheres vítimas da violência podem sofrer com isolamento social, incapacidade para trabalhar, ficarem sem remuneração ou com menor remuneração, incapacidade para participar em atividades na comunidade e terem sua capacidade de cuidar de si mesmas e de seus filhos diminuída. Uma mulher que sofre violência doméstica geralmente ganha menos do que aquela que não vive em situação de violência.</p>
<p>* No Canadá, um estudo estimou que os custos da violência contra as mulheres superam 1 bilhão de dólares canadenses por ano em serviços, incluindo polícia, sistema de justiça criminal, aconselhamento e capacitação.</p>
<p>* Nos Estados Unidos, um levantamento estimou o custo com a violência contra as mulheres entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões ao ano.</p>
<p>* Segundo o Banco Mundial, nos países em desenvolvimento, estima-se que entre 5% a 16% de anos de vida saudável são perdidos pelas mulheres em idade reprodutiva como resultado da violência doméstica.</p>
<p>* Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento estimou que o custo total da violência doméstica oscila entre 1,6% e 2% do PIB de um país.</p>
<p>A violência pode ser física, psicológica, moral, sexual, patrimonial, institucional, social, econômica, política ou estatal. A violência física é definida como ação ou omissão que coloque em risco ou cause dano à integridade física de uma pessoa. A psicológica, como ação ou omissão destinada a degradar ou controlar as ações, comportamentos, crenças e decisões de outra pessoa por meio de intimidação, manipulação, ameaça direta ou indireta, humilhação, isolamento ou qualquer outra conduta que implique prejuízo à saúde psicológica, à autodeterminação ou ao desenvolvimento pessoal. A violência moral é aquela destinada a caluniar, difamar ou injuriar a honra ou a reputação de uma pessoa.</p>
<p>Violência sexual é o termo que se aplica a casos de estupro; abuso sexual denomina a violência sexual praticada principalmente contra crianças e adolescentes, por adultos. O assédio sexual é um ato de poder, onde uma pessoa se aproveita da condição de estar em posição superior no trabalho (ou escola, ou igreja, etc) para obrigar outra pessoa a aceitar suas propostas sexuais, mediante constante ameaça de demissão, rebaixamento salarial ou outra forma de perseguição; na maioria das vezes, ocorre por parte de homens contra mulheres. A violência patrimonial é qualquer ato de violência que implique dano, perda, subtração, destruição ou retenção de objetos, documentos pessoais, bens e valores.</p>
<p>A violência institucional é todo tipo de violência motivada por desigualdades (de gênero, étnico-raciais, econômicas etc.) predominantes em diferentes sociedades. Essas desigualdades se formalizam e institucionalizam nas diferentes organizações privadas e aparelhos estatais, como também nos diferentes grupos que constituem essas sociedades.</p>
<p>Qual a especificidade afinal da violência contra a mulher?</p>
<p>Há vários tipos ou formas de violência contra as mulheres. As mulheres podem sofrer violência física, psicológica, moral, sexual, patrimonial, institucional, entre outras. Para a Organização Mundial de Saúde são atos de violência:</p>
<p>* Estapear, sacudir, bater com o punho ou com objetos, estrangular, queimar, chutar, ameaçar com faca ou revólver, ferir com armas ou objetos e, finalmente, matar.</p>
<p>* Coerção sexual através de ameaças, intimidação ou uso da força física; forçar atos sexuais não desejados, com outras pessoas ou na frente de outras pessoas.</p>
<p>* Ciúme excessivo, controle das atividades da mulher, agressão verbal, destruição da propriedade, perseguição, ameaças, depreciação e humilhação.</p>
<p>* Violência de gênero – violência sofrida pelo fato de se ser mulher, sem distinção de raça, classe social, religião, idade ou qualquer outra condição, produto de um sistema social que subordina o sexo feminino. Envolve uma relação de poder, onde o homem é dominante e agressivo e a mulher deve estar em posição de submissão e ser dócil; os homens buscam controlar as mulheres no que diz respeito aos seus desejos, opiniões e corpos (inclusive a sua liberdade de ir e vir).</p>
<p>Violência contra a mulher é qualquer conduta – ação ou omissão – de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a vítima ser mulher e que cause dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda patrimonial. Essa violência pode acontecer tanto em espaços públicos como privados.</p>
<p>Por fim, é preciso mencionar duas formas de violência que se definem pelo espaço em que ocorrem ou pelos agentes que as praticam – a violência doméstica e a intrafamiliar.</p>
<p>Violência doméstica – forma de violência definida pelo espaço em que ocorre. Violência que ocorre em casa, no ambiente doméstico. Portanto, a violência doméstica pode ocorrer nas relações entre as pessoas da família. Esta denominação mascara o fato de que independente da faixa etária das pessoas que sofrem violência física ou verbal, as mulheres (crianças, adultas e idosas) são as principais vítimas na violência doméstica. O lar é um espaço extremamente perigoso para as mulheres. A violência e as ameaças de violência limitam as mulheres na sua capacidade de negociar o sexo seguro.</p>
<p>Violência intrafamiliar – forma de violência definida pelas relações violentas que ocorrem entre membros da própria família (pai, mãe, filhos, marido, esposa, sogro/a, padrasto, madrasta, etc.). Entre as vítimas da violência intrafamiliar estão mulheres, crianças, idosos e deficientes. Na maioria das vezes, essa forma de violência ocorre no espaço privado. Inclui abuso físico, sexual e psicológico, a negligência e o abandono. A violência conjugal é uma forma de violência intrafamiliar: é a violência nas relações de casais (ou ex-cônjuges). A crítica a essa terminologia está em que também esconde o fato de que a principal vítima dessa violência é a mulher.</p>
<p>Estudos organizados pelas Nações Unidas revelam que 98,4% das vítimas de violência intrafamiliar na Bolívia e 85% das vítimas no Chile são mulheres.</p>
<p>A violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial, doméstica, intrafamiliar, entre outras, são diferentes práticas que podem ser enquadradas como formas de violência de gênero. A violência é uma violação de direitos humanos das mulheres que atinge pessoas de as classes, grupos étnicos e faixas etárias.</p>
<p><strong>Fontes consultadas: </strong></p>
<p><em>Brasil. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), especialmente dados sobre a população e indicadores de saúde (cf.<a href="http://ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/indic_sociosaude/2009/indicsaude.pdf" target="_blank">http://ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/indic_sociosaude/2009/indicsaude.pdf</a>)</p>
<p>Brasil. Ministério da Saúde do Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação em Saúde. Saúde Brasil 2007. Uma análise da situação de saúde. Brasília, Ministério da Saúde: 2008.</p>
<p>Campbell JC. Health consequences of intimate partner violence. Lancet, 359: 1331–36, 2002.</p>
<p>Estados Unidos da América. United States Department of Justice. Office on Violence Against Women. <a href="http://www.ovw.usdoj.gov/" target="_blank">http://www.ovw.usdoj.gov </a></p>
<p>Fundo das Nações Unidas para as Populações. UNFPA: Violence againts girls and women: a public health priority.<a href="http://web.unfpa.org/intercenter/violence/index.htm" target="_blank">http://web.unfpa.org/intercenter/violence/index.htm </a></p>
<p>Garcia-Moreno C, Jansen HAFM, Ellsbert M, Watts CH. Prevalence of intimate partner violence: findings from the WHO multi-country study on women’s health and domestic violence. Lancet, 368: 1260-1269, 2006.</p>
<p>International Conference on Population and Development (ICPD), Cairo, 1994.</p>
<p>Nações Unidas. Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination Against Women. United Nations General Assembly, 1979.</p>
<p>Organização Mundial de Saúde. Guidelines for medico-legal care for victims of sexual violence. Gender and Women’s Health, Family and Community Health. Injuries and Violence Prevention, Noncommunicable Diseases and Mental Health. World Health Organization: Geneva, 2003. Disponível online no site da OMS (<a href="http://www.who.int/" target="_blank">http://www.who.int</a>)</p>
<p>Organização Mundial de Saúde. WHO Multi-country Study on Women’s Health and Domestic Violence against Women. Initial results on prevalence, health outcomes and women’s responses. Initial results on prevalence, health outcomes and women’s responses. World Health Organization, Geneva: 2005.</p>
<p>Organização Mundial de Saúde. Women and Health. Today’s Evidence, Tomorrow’s Agenda. World Health Organization: Geneva, 2009. Disponível online no site da OMS (<a href="http://www.who.int/" target="_blank">http://www.who.int</a>)</p>
<p>Organização Mundial de Saúde. World Report on Violence and Health. Edited by Etienne G. Krug, Linda L. Dahlberg, James A. Mercy, Anthony B. Zwi and Rafael Lozano. World Health Organization: Geneva, 2002. Disponível online no site da OMS (<a href="http://www.who.int/" target="_blank">http://www.who.int</a>)</p>
<p>REDE Interagencial de Informação para a Saúde. Indicadores Básicos para a Saúde no Brasil: Conceitos e Aplicações. Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS): 2008.</p>
<p>Rio Grande do Sul. Fundação de Economia e Estatística (FEE), especialmente estatísticas de população (cf.<a href="http://www.fee.tche.br/sitefee/pt/content/estatisticas/pg_populacao.php" target="_blank">http://www.fee.tche.br/sitefee/pt/content/estatisticas/pg_populacao.php</a>)</p>
<p>UN Fourth World Conference on Women, Beijing, 1995.</em></p>
<p><strong>Para saber mais:</strong></p>
<p>Agência Patrícia Galvão - <a href="http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/" target="_blank">http://www.agenciapatriciagalvao.org.br </a></p>
<p>AGENDE &#8211; Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento.<a href="http://www.agende.org.br/" target="_blank">http://www.agende.org.br/ </a></p>
<p>Anis &#8211; Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero.<a href="http://www.anis.org.br/" target="_blank">http://www.anis.org.br/</a></p>
<p>Articulação de Mulheres Brasileiras.<a href="http://www.articulacaodemulheres.org.br/" target="_blank">http://www.articulacaodemulheres.org.br/</a></p>
<p>Brasil. Presidência da República. Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. <a href="http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/" target="_blank">http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/</a></p>
<p>Católicas pelo Direito de Decidir. <a href="http://catolicasonline.org.br/" target="_blank">http://catolicasonline.org.br </a></p>
<p>CEPIA &#8211; Cidadania Estudo Pesquisa Informação e Ação. <a href="http://cepia.org.br/" target="_blank">http://cepia.org.br</a></p>
<p>CFEMEA &#8211; Centro Feminista de Estudos e Assessoria.<a href="http://www.cfemea.org.br/" target="_blank">http://www.cfemea.org.br/</a></p>
<p>Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde - <a href="http://www.mulheres.org.br/" target="_blank">http://www.mulheres.org.br/</a></p>
<p>CRIOLA. <a href="http://www.criola.org.br/" target="_blank">http://www.criola.org.br/</a></p>
<p>Gelédes Instituto da Mulher Negra. <a href="http://www.geledes.org.br/" target="_blank">http://www.geledes.org.br/</a></p>
<p>International Women’s Health Coalition - <a href="http://www.iwhc.org/index.php" target="_blank">http://www.iwhc.org/index.php</a></p>
<p>Maria Mulher &#8211; Organização de Mulheres Negras.<a href="http://www.mariamulher.org.br/" target="_blank">http://www.mariamulher.org.br/</a></p>
<p>Rede Feminista de Saúde - <a href="http://www.redesaude.org.br/" target="_blank">http://www.redesaude.org.br/</a></p>
<p>S.O.S. Corpo: Instituto Feminista para a Democracia.<a href="http://www.soscorpo.org.br/" target="_blank">http://www.soscorpo.org.br/</a></p>
<p>Saúde da Mulher - <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=152" target="_blank">http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=152</a></p>
<p>Secretaria Especial dePolíticas para Mulheres -<a href="http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/" target="_blank">http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/</a></p>
<p>Teles MAA, Melo M. O que é Violência contra a Mulher? Coleção Primeiros Passos, 314. São Paulo: Brasiliense, 2003.</p>
<p>Themis &#8211; Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero.<a href="http://www.themis.org.br/" target="_blank">http://www.themis.org.br</a></p>
<p><em>Andréa Fachel Leal é professora do curso de Medicina e do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Contato: DEA.LEAL@GMAIL.COM</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Redes sociais contra a violência e a favor da ciência]]></title>
<link>http://conversademenina.wordpress.com/2009/11/28/redes-sociais-contra-a-violencia-e-a-favor-da-ciencia/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 15:44:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
<guid>http://conversademenina.wordpress.com/2009/11/28/redes-sociais-contra-a-violencia-e-a-favor-da-ciencia/</guid>
<description><![CDATA[Independente da crença de cada um, existem iniciativas que transcendem a religião e buscam um objeti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/11/quebrando-silencio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3917" title="quebrando-silencio" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/11/quebrando-silencio.jpg" alt="" width="355" height="250" /></a>Independente da crença de cada um, existem iniciativas que transcendem a religião e buscam um objetivo comum, um benefício para toda a sociedade, não importando o credo. Uma dessas iniciativas que acredito vale a pena divulgar aqui no blog é o site <em>Quebrando o Silêncio</em>, que faz parte de uma campanha da igreja Adventista do Sétimo Dia em toda a América Latina para diminuir os índices da violência doméstica praticada contra mulheres, crianças e idosos. A página, embora tenha o seu lado doutrinário &#8211; e vai depender do interesse de cada um acessar ou não essa parte mais fortemente ligada a religião -, também oferece links para todos os Conselhos Tutelares do país e para outros sites como o Observatório da Infância, Sou da Paz e para a Ong Não Bata, Eduque, que já até citamos aqui no blog em outras ocasiões. Além disso, o <em>Quebrando o Silêncio </em>oferece diversos artigos com análises sobre a violência doméstica e suas causas, vídeos, espaço interativo para receber material dos internautas e até material da campanha para baixar e aplicar na comunidade ou na escola. Contra a violência toda ajuda é bem-vinda, porque independente da crença que seguimos, todos somos vítimas em potencial dela e cabe a nós sairmos dessa postura de vítimas e lutarmos para dar um basta a essa prática tão perversa. Para visitar o site da campanha <em>Quebrando o Silêncio</em>, o <a href="http://qs.portaladventista.org/pt/01.php">link é este</a>.</p>
<p><strong><a href="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/11/politica-espacial.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3918" title="politica-espacial" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/11/politica-espacial.jpg" alt="" width="355" height="250" /></a>Rede pela ciência</strong> &#8211; E já que a conversa hoje é sobre participação, cidadania e engajamento, a política espacial brasileira virou tema de comunidade virtual. A rede tem o objetivo de abrir os debates sobre a política espacial brasileira para a sociedade, contribuindo desta forma para os projetos avaliados pelo Conselho de Altos Estudos da Câmara Federal. É importante lembrar que política espacial, no mundo tecnológico em que vivemos, permite por exemplo a ampliação do número de satélites brasileiros no espaço. Esses satélites, por sua vez, ajudam a monitorar o meio ambiente (avanço do desmatamento na Amazônia, por exemplo), o clima (ocorrência de catástrofes naturais), ampliam as conexões de tv, internet, celular e etc. Com a rede social, a Comissão de Altos Estudos aguarda a contribuição de segmentos organizados, institutos de pesquisa e da comunidade científica nas discussões. Já estão envolvidos no debate, consultores de várias áreas, como Ciência e Tecnologia, Educação, Orçamento, Defesa, Economia e Meio Ambiente. Para participar da comunidade virtual, basta <a href="http://www.edemocracia.camara.gov.br/comunidades/politicaespacial/">acessar este link</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudante de Turismo (Geyse Arruda) é expulsa da Uniban]]></title>
<link>http://feminismosempre.wordpress.com/2009/11/08/estudante-de-turismo-geysi-de-arruda-e-expulsa-da-uniban/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 05:33:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Celina Fraga Rossi</dc:creator>
<guid>http://feminismosempre.wordpress.com/2009/11/08/estudante-de-turismo-geysi-de-arruda-e-expulsa-da-uniban/</guid>
<description><![CDATA[No dia 22 de outubro deste ano, presenciamos mais uma ofensiva do patriarcado contra a mulher, no ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 		A:visited { so-language: zxx } --></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><img class="alignright size-medium wp-image-88" title="Geysi de Arruda" src="http://feminismosempre.wordpress.com/files/2009/11/geysi-de-arruda.jpg?w=300" alt="Geysi de Arruda" width="300" height="187" /></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">No dia 22 de outubro deste ano, presenciamos mais uma ofensiva do patriarcado contra a mulher, no caso da estudante de Turismo da Universidade Bandeirante (Uniban) Geysi Arruda de 20 anos, que foi submetida a situações de violência por parte d@s estudantes, professores e funcionários da universidade em questão, que chegaram ao ponto de acuá-la e ameaçá-la de ser agredida e de ser estuprada, sob a alegação de estar usando um vestido muito curto. Geysi foi obrigada a acionar a polícia, pra escoltá-la para fora da Uniban, com um detalhe, ela teve que por um jaleco, emprestado, por cima da roupa, para não “provocar o ambiente acadêmico mais uma vez”. A universidade prometeu tomar medidas contra @s agressores/oras, mas no dia de hoje (8 de novembro), a Uniban lançou uma nota publicitária, informando o desligamento de Geysi do quadro discente da instituição, em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade”.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;">O informe diz que “foi apurado que a aluna tem frequentado as dependências da unidade em trajes inadequados, indicando uma postura incompatível com o ambiente da universidade e, apesar de alertada, não modificou seu comportamento”.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Contudo a estudante Geysi afirmou que está sem entender o que está acontecendo. “A faculdade não falou nada para mim e para os meus advogados. Estou lendo na internet e não estou acreditando”</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;">A Uniban demostrou total falta de ética ao garantir à estudante que @s culpad@s seriam punid@s e após sindicância, deliberar pelo deligamento da mesma, por considerá-la a culpada do acontecido, pois fora ela que provocou as bestas-feras guiadas exclusivamente por instintos básicos.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;">O que vemos nesse caso é um desrespeito ao direito de expressão dessa estudante (Geysi), que só queria usar uma vestimenta específica, que a faz se sentir bem e que a deixa feliz, porém um grupo de imbecis, moralistas, se acharam no direito de defenderem a pureza e inviolabilidade do espaço acadêmico, que estava sendo afrontado pelo vestido e para isso se utilizaram de formas brutais de violência, como as ameaças de estupro, pois afinal, segundo o opressor, o estupro é culpa da mulher que provoca e nunca do homem provocado. É inacreditável que ainda tenhamos que ouvir esse tipo de argumento preconceituoso e cruel.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Agora eu jogo algumas questões:</p>
<ul>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Até quando nossas 	meninas irão ter que conviver com esse tipo de situação, aonde 	elas são culpabilizadas por seu modo de vestir, de agir, de ser, 	sendo responsabilizadas até pelos crimes cometidos contra elas?</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Haverá uma 	resposta a essa ação, por parte dos movimentos feministas e de 	direitos humanos?</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">A Unibam será 	responsabilizada e punida por isso?</p>
</li>
</ul>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Beijos e Abraços!!!</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Referências:</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;">http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091108/not_imp462899,0.php</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;">http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1370691-5605,00-UNIBAN+ANUNCIA+EXPULSAO+DE+ALUNA+HOSTILIZADA+POR+USAR+MINIVESTIDO.html</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;">http://www.folhavitoria.com.br/site/?target=noticia&#38;cid=8&#38;ch=cf189adca51463ac4cc90ffb4397f957&#38;nid=148432</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">No dia 22 de outubro deste ano, presenciamos mais uma ofensiva do patriarcado contra a mulher, no caso da estudante de Turismo da Universidade Bandeirante (Uniban) Geysi Arruda de 20 anos, que foi submetida a situações de violência por parte d@s estudantes, professores e funcionários da universidade em questão, que chegaram ao ponto de acuá-la e ameaçá-la de ser agredida e de ser estuprada, sob a alegação de estar usando um vestido muito curto. Geysi foi obrigada a acionar a polícia, pra escoltá-la para fora da Uniban, com um detalhe, ela teve que por um jaleco, emprestado, por cima da roupa, para não “provocar o ambiente acadêmico mais uma vez”. A universidade prometeu tomar medidas contra @s agressores/oras, mas no dia de hoje (8 de novembro), a Uniban lançou uma nota publicitária, informando o desligamento de Geysi do quadro discente da instituição, em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade”.</p>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">O informe diz que “foi apurado que a aluna tem frequentado as dependências da unidade em trajes inadequados, indicando uma postura incompatível com o ambiente da universidade e, apesar de alertada, não modificou seu comportamento”.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Contudo a estudante Geysi afirmou que está sem entender o que está acontecendo. “A faculdade não falou nada para mim e para os meus advogados. Estou lendo na internet e não estou acreditando”</p>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">A Uniban demostrou total falta de ética ao garantir à estudante que @s culpad@s seriam punid@s e após sindicância, deliberar pelo deligamento da mesma, por considerá-la a culpada do acontecido, pois fora ela que provocou as bestas-feras guiadas exclusivamente por instintos básicos.</p>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">O que vemos nesse caso é um desrespeito ao direito de expressão dessa estudante (Geysi), que só queria usar uma vestimenta específica, que a faz se sentir bem e que a deixa feliz, porém um grupo de imbecis, moralistas, se acharam no direito de defenderem a pureza e inviolabilidade do espaço acadêmico, que estava sendo afrontado pelo vestido e para isso se utilizaram de formas brutais de violência, como as ameaças de estupro, pois afinal, segundo o opressor, o estupro é culpa da mulher que provoca e nunca do homem provocado. É inacreditável que ainda tenhamos que ouvir esse tipo de argumento preconceituoso e cruel.</p>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">Agora eu jogo algumas questões:</p>
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<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Até quando nossas 	meninas irão ter que conviver com esse tipo de situação, aonde 	elas são culpabilizadas por seu modo de vestir, de agir, de ser, 	sendo responsabilizadas até pelos crimes cometidos contra elas?</p>
</li>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">Haverá uma 	resposta a essa ação, por parte dos movimentos feministas e de 	direitos humanos?</p>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">Beijos e Abraços!!!</p>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">Referências:</p>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091108/not_imp462899,0.php</p>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1370691-5605,00-UNIBAN+ANUNCIA+EXPULSAO+DE+ALUNA+HOSTILIZADA+POR+USAR+MINIVESTIDO.html</p>
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<p class="western" style="margin-bottom:0;">http://www.folhavitoria.com.br/site/?target=noticia&#38;cid=8&#38;ch=cf189adca51463ac4cc90ffb4397f957&#38;nid=148432</p>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Toda nudez será castigada: o caso Uniban]]></title>
<link>http://outrastrilhas.wordpress.com/2009/10/31/toda-nudez-sera-castigada-o-caso-uniban/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 18:58:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>outrastrilhas</dc:creator>
<guid>http://outrastrilhas.wordpress.com/2009/10/31/toda-nudez-sera-castigada-o-caso-uniban/</guid>
<description><![CDATA[Vídeo mostrando estudante sendo expulsa na Uniban é incluído na área Entretenimento dos Mais popular]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_839" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-839" title="Imagem3" src="http://outrastrilhas.wordpress.com/files/2009/10/imagem3.png?w=300" alt="Imagem3" width="300" height="187" /><p class="wp-caption-text">Vídeo mostrando estudante sendo expulsa na Uniban é incluído na área Entretenimento dos Mais populares do YouTube</p></div>
<div class="mceTemp">Muito é discutido sobre a violência contra a mulher , mas nem sempre as pessoas identificam as formas menos óbvias de violação. A mais sutil, e nem por isso menos dilacerante, é a violência psicológica, ato que causa danos à auto-estima ou à identidade de uma pessoa. É uma violência que se materializa em insultos, humilhação ou ridicularização, apenas para citar alguns exemplos que se enquadram no episódio da estudante de turismo da Uniban expulsa por seus colegas por usar um diminuto vestido.</div>
<p>&#160;</p>
<p>Mais chocante que o fato em si é a perpetuação desse tipo da violência nos comentários feitos por homens e mulheres após a divulgação da notícia. Muitos corroboraram a opinião dos estudantes da Uniban e criticaram abertamente o comportamento da estudante hostilizada.</p>
<p>A seguir, apenas algumas amostras do que encontrei na rede:</p>
<p><em>Para a aluna de fisioterapia Renata Dangelo (da Uniban), 24, a estudante que saiu sob um coro de ofensas dos colegas poderia ter evitado a situação. &#8220;Não vi, mas muita gente disse que dava para ver até a calcinha dela quando estava subindo a escada. Aí não é questão de ser mulher ou de ser homem. Ela não precisava ter provocado as pessoas, vindo para a faculdade daquele jeito só para aparecer. Só de ver aquilo na internet eu fiquei com muita vergonha do que ela fez. Será que ela se esqueceu de que tem mãe?&#8221;, questionou. Sobre os colegas, foi mais econômica: &#8220;Eles não precisavam se expressar daquele jeito. Não se chama mulher nenhuma de prostituta&#8221;. (publicado no  UOL)</em></p>
<p><em>&#8220;Essa história tá pela metade, essa garota devia se achar a última coca cola do deserto, devia ter procurado briga com alguma garota de lá, não sei… Mas esse papinho de que foi hostilizada só por causa de um vestidinho curto não convence não… Eu também gosto de usar roupas curtas e todo mundo gosta de mim (pelo que eu saiba), não preciso ficar me auto afirmando toda hora&#8221;. (Comentário de &#8220;Monica&#8221; sobre post no blog do Nassif)</em></p>
<p>O que Renatas e Monicas não percebem é que, ao perpetuar esse tipo de preconceito, estão ameaçando seus próprios direitos e abrindo espaço para a violência contra elas mesmas. Talvez não usando uma roupa &#8220;indecente&#8221;, mas fazendo um escolha que, em uma perspectiva distorcida, pode ser considerada digna de humilhação generalizada. Afinal, quando a irracionalidade, o ódio e o preconceito prevalecem, qualquer decisão pode ser digna de rechaço da opinião pública. E é exatamente esse cenário sombrio que todos nós &#8211; homens e mulheres &#8211; precisamos evitar.</p>
<p><em><span style="font-style:normal;">Não é possível analisar o episódio da Uniban isoladamente. É ingênuo imaginar que aquele comportamento acontece apenas nos intramuros daquela instituição de ensino. O caso, na verdade, fala muito mais de nós, como sociedade, e serve como alerta. Se conseguimos aprovar leis como a Maria da Penha, ainda temos um longo caminho para garantir que os direitos de todas e cada uma das mulheres seja garantido.</span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mulheres espancadas – Uma reflexão sobre a violência doméstica no Brasil]]></title>
<link>http://blogprotecaosocial.wordpress.com/2009/11/01/mulheres-espancadas-%e2%80%93-uma-reflexao-sobre-a-violencia-domestica-no-brasil/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 18:57:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogpsocial</dc:creator>
<guid>http://blogprotecaosocial.wordpress.com/2009/11/01/mulheres-espancadas-%e2%80%93-uma-reflexao-sobre-a-violencia-domestica-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Por Ivete Batista dos Santos Elas são negras, brancas, ricas, pobres, analfabetas, pós-graduadas. El]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-52" title="bate-mulher" src="http://blogprotecaosocial.wordpress.com/files/2009/10/bate-mulher.jpg" alt="bate-mulher" width="263" height="310" /></p>
<p><strong><em>Por Ivete Batista dos Santos</em></strong></p>
<p>Elas são negras, brancas, ricas, pobres, analfabetas, pós-graduadas. Elas são vítimas da violência doméstica, um grupo heterogêneo que não pára de crescer. Dados recentes demonstram que, três anos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha, não há muito o que comemorar. Em 2008, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo registrou 91.128 ocorrências nas Delegacias de Defesa da Mulher. De cada 100 mulheres brasileiras, 15 sofrem ou já sofreram algum tipo de violência doméstica. No Brasil, a situação é mais grave na Região Norte, onde uma em cada cinco mulheres afirma que já foi vítima de violência doméstica.</p>
<p>Embora o Brasil conte com 387 Delegacias de Defesa da Mulher, relatório DataSenado de 08.03.05 aponta que apenas 40% das mulheres denunciam o agressor. Não é difícil entender o silêncio dessas mulheres. Sem ter para onde ir após a denúncia, elas voltam para o único território que conhecem, para reiniciar o ciclo de abusos. Os laços afetivos com o agressor, a dependência econômica, o medo de represália e a dificuldade de punir os agressores são alguns dos fatores que mantêm essas mulheres em silêncio.  Mais difícil é aceitar a indiferença dos meios de comunicação sobre o assunto. Apenas uma pequena porcentagem das notícias veiculadas tratam da questão, boa parte de maneira discutível. Num caso emblemático, o da garota Eloá, morta o ano passado após horas de terror nas mãos do ex-namorado, o enfoque beirava o burlesco. Como numa novela mexicana, a imprensa parecia justificar a violência do rapaz pela paixão que ele sentia pela moça. Numa atitude de absoluta falta de sensibilidade jornalística – para não dizer de extremo mau gosto –, um conhecido repórter chegou a questionar se a moça era virgem. É curioso verificar como, quase sempre, em casos semelhantes, a moral da vítima é sempre posta em questão. Isso não chega a ser novidade num país em que, não faz muito tempo, matar em defesa da honra era um argumento juridicamente aceitável.</p>
<p>Atitudes como a do repórter de alguma forma autorizam de maneira subliminar a violência contra a mulher na medida em que nos convocam a pensar que, de alguma forma, aquela mulher é co-responsável pela violência de que é vítima. O desafio intelectual aqui é romper com o raciocínio de que amor e ciúme justificam atos de violência como os cometidos contra Eloá. Impressa no nosso imaginário, a alegoria da mocinha casta faz parte do mesmo universo conceitual que justifica a violência contra a mulher de forma implícita ou explícita.</p>
<p>Mas esse fenômeno não é exclusivamente brasileiro. Basta acessar um site de celebridades para depararmos com notícias sobre mulheres famosas agredidas por seus parceiros às vezes nem tão famosos assim. O recente episódio Rihanna/Chris Brown chocou o público por pôr à mostra a cara da violência. A foto da cantora com o rosto deformado por hematomas foi estampada em todos os jornais, revelando a violência que todos nos recusamos a enxergar. A Organização Mundial da Saúde estima que 70% das mulheres assassinadas no mundo são mortas por seus parceiros. Entretanto, esses números contam uma história de terror que transcende o âmbito do privado. O impacto avassalador dessa violência sobre a sociedade contraria a máxima de que “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher”. Os dados a seguir, extraídos do Portal Violência Contra a Mulher, mostram o custo econômico da violência doméstica:</p>
<p>· Um em cada 5 dias de falta ao trabalho no mundo é causado pela violência sofrida pelas mulheres dentro de suas casas.</p>
<p>· A cada 5 anos, a mulher que sofre violência doméstica perde 1 ano de vida saudável.</p>
<p>· O estupro e a violência doméstica são causas importantes de incapacidade e morte de mulheres em idade produtiva.</p>
<p>· Na América Latina e Caribe<em>, </em>a violência doméstica atinge entre 25% e 50% das mulheres.</p>
<p>· Uma mulher que sofre violência doméstica geralmente ganha menos do que aquela que não vive em situação de violência.</p>
<p>· No Canadá, um estudo revela que os custos da violência contra as mulheres superam 1 bilhão de dólares canadenses por ano em serviços, incluindo polícia, sistema de justiça criminal, aconselhamento e capacitação.</p>
<p>· Nos Estados Unidos, um levantamento estima o custo com a violência contra as mulheres entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões ao ano.</p>
<p>· Segundo o Banco Mundial, nos países em desenvolvimento, estima-se que entre 5% e 16% de anos de vida saudável são perdidos pelas mulheres em idade reprodutiva como resultado da violência doméstica.</p>
<p>· Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento estima que o custo total da violência doméstica oscila entre 1,6% e 2% do PIB de um país.</p>
<p><strong>Luz no fim do túnel – O papel das ONGs e o Disque 180</strong></p>
<p>Três anos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha a impunidade dos agressores é um fato. Apenas 2% dos mais de 150 mil processos que tramitam na Justiça em decorrência da aplicação da Lei Maria da Penha resultaram em condenação de prisão. Mas diversas ONGs, assim como a Central de Atendimento à Mulher, que atende mulheres de qualquer lugar do Brasil vítimas de violência, vêm trabalhando no sentido de dar a essas mulheres o apoio necessário para que elas rompam com o ciclo de violência em que se encontram.  O link do Portal Violência contra a Mulher a seguir lista as organizações e centros de referência de apoio a mulheres vítimas de violência por estado. Se você é mulher e está vivendo uma situação de violência ou se conhece alguém que esteja passando por essa experiência, ligue 180 e informe-se sobre como proceder. <a href="http://patriciagalvao.tempsite.ws/joomla/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=1239&#38;Itemid=14" target="_blank">http://patriciagalvao.tempsite.ws/joomla/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=1239&#38;Itemid=14</a>. Romper com o silêncio é o primeiro passo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adventistas Dizem Não a Violência contra a Mulher]]></title>
<link>http://setimodia.wordpress.com/2009/10/22/adventistas-dizem-nao-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 15:27:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Seventh Day</dc:creator>
<guid>http://setimodia.wordpress.com/2009/10/22/adventistas-dizem-nao-a-violencia-contra-a-mulher/</guid>
<description><![CDATA[A Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) e o Departamento do Ministér]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://www.enditnow.org/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-3173 aligncenter" title="enditnow" src="http://setimodia.wordpress.com/files/2009/10/enditnow.jpg" alt="enditnow" width="468" height="233" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) e o Departamento do Ministério da Mulher da Conferência geral, se uniram para acabar com a violência contra as mulheres durante o lançamento de uma nova campanha de mobilização.</p>
<p style="text-align:justify;">Intitulada <strong>EndItNow</strong> (Acabe com Isso Agora), a campanha chama adventistas ao redor do mundo para trabalhar em suas comunidades para parar a violência contra mulheres e meninas, disseram os organizadores da campanha.</p>
<p style="text-align:justify;">A campanha EndItNow destaca o objetivo de recolher 1 milhão de assinaturas que representam cada um dos 200 países com presença adventista. As assinaturas serão apresentadas à Organização das Nações Unidas após a conclusão. &#8220;É uma crise global, e como Igreja precisamos estar envolvidos e ter consciência&#8221;, declarou Heather-Dawn Small, diretora dos Ministérios da Mulher.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma em cada três mulheres no mundo é vítima da repressão física ou psicológica, enquanto cerca de 135 milhões de meninas foram submetidas à mutilação genital feminina, disseram os líderes da ADRA durante a apresentação da campanha EndItNow.</p>
<p style="text-align:justify;">A ADRA e o Ministério da Mulher apresentou a iniciativa conjunta à representantes da igreja em 13 de outubro de 2009, durante as reuniões anuais do Conselho. Os Coordenadores pediram aos delegados para assinar a petição EndItNow para lançar a Campanha de assinatura. O Presidente Jan Paulsen, foi o primeiro a assinar.</p>
<h2 style="text-align:center;">Para Assinar a Petição online <a href="http://apps.facebook.com/causes/petitions/301" target="_blank">CLIQUE AQUI !</a></h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não se cale!]]></title>
<link>http://achonadaver.wordpress.com/2009/09/18/nao-se-cale/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 00:44:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>sushi</dc:creator>
<guid>http://achonadaver.wordpress.com/2009/09/18/nao-se-cale/</guid>
<description><![CDATA[Violência Doméstica e Violência contra a mulher são CRIMES. Se você conhece alguém que esteja sofren]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-162" title="violencia-domestica_trabalho-de-margarida-espinho" src="http://achonadaver.wordpress.com/files/2009/09/violencia-domestica_trabalho-de-margarida-espinho.jpg" alt="violencia-domestica_trabalho-de-margarida-espinho" width="346" height="231" /></p>
<p style="text-align:justify;">Violência Doméstica e Violência contra a mulher são CRIMES. Se você conhece alguém que esteja sofrendo tal violência ou alguém que a esteja causando,DENUNCIE.</p>
<p style="text-align:justify;">Por que nós só começamos a se importar com algum problema quando acontece com a gente ( definitivamente esse é um erro que não deveriamos cometer,por isso estou postando sobre tal assunto)</p>
<p style="text-align:justify;">Mais informações: http://www.violenciamulher.org.br/</p>
<p style="text-align:justify;">Denúncias : http://www.ssp.sp.gov.br/denuncias/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A crueldade do sistema de castas na Índia]]></title>
<link>http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/09/13/a-crueldade-do-sistema-de-castas-na-india/</link>
<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 03:55:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ebrael Shaddai</dc:creator>
<guid>http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/09/13/a-crueldade-do-sistema-de-castas-na-india/</guid>
<description><![CDATA[Alguns murmuradores poderão dizer que, com esse artigo, estou tentando me aproveitar da visibilidade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Alguns murmuradores poderão dizer que, com esse artigo, estou tentando me aproveitar da visibilidade de uma novela. Não nego que a novela <strong><span style="color:#0000ff;"><em>Caminho das Índias</em></span></strong> trouxe ao conhecimento do grande público elementos de uma cultura um pouco distante. E trouxe questionamentos e polêmicas, principalmente. Uma delas é a relacionada ao <span style="color:#0000ff;"><strong>sistema de castas</strong></span> da Índia.</p>
<p style="text-align:justify;">O sistema de castas é um mecanismo de estratificação social dos membros da sociedade hindu. É baseado na crença milenar hinduísta de que as pessoas nascem com destino e posição determinadas na sociedade. Nas castas nascem e nelas devem permanecer, para que se cumpra o <span style="color:#0000ff;"><strong><em>dharma</em></strong><strong> </strong><span style="color:#333333;">(a Justiça)</span></span> e se apague o <strong><span style="color:#0000ff;"><em>karma</em></span></strong>, ou os &#8220;nós&#8221; que o prendem na <span style="color:#0000ff;"><strong>Roda de </strong><strong><em>Samsara</em></strong></span> (encarnações no plano físico). Então, não há possibilidade de progresso e ascensão social por esforços próprios. É tirada a esperança aos miseráveis e desfavorecidos, como também a possibilidade aos mais ricos de ajudarem aos mais pobres também, por sofrerem intimidação de suas castas e ameaça de expulsão, o que equivale à exclusão da sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Estima-se que as castas tenham surgido com a invasão dos <strong><span style="color:#0000ff;">Árias</span></strong> à Índia. Os árias eram tribos indo-européias que conquistaram a Índia há alguns milhares de anos. O sistema de castas, propriamente dito, teria surgido por volta de 850 a.C., e as primeiras  referências documentais datam do  período entre 600 a.C. e 250 a.C. Se apresentou como uma forma de segregar os invasores árias (de pele branca, indou-europeus) dos nativos indianos, chamados de <em><strong><span style="color:#0000ff;">dasas</span></strong></em> (ou escravos, de pele escura). Poderia mesmo comparar o sistema de castas hindu ao de um <em>apartheid</em>, mas com muito mais poder, pois se fundamenta em tradições religiosas antiquíssimas, milenares. E todos sabem como o povo hindu é religioso e tradicional. Se trocarmos em miúdos, até na Índia os europeus mandam, e há muito mais tempo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">As castas são tidas como criadas de partes do corpo de <span style="color:#0000ff;"><strong><em>Brahm</em></strong><strong>a</strong></span>, o deus supremo do hinduísmo. Temos no alto da hierarquia os <span style="color:#0000ff;"><strong><em>Brâmanes</em></strong></span> (sacerdotes, religiosos e sábios), que representam a boca de Brahma. Originados dos braços, termos os <strong><span style="color:#0000ff;"><em>Shátrias</em></span></strong> (governantes, dignitários e militares). As pernas de Brahma teriam gerado os <strong><span style="color:#0000ff;"><em>Vaysias</em></span></strong> (comerciantes e artesãos), e dos pés teriam saído os <span style="color:#0000ff;"><strong><em>Sudras</em></strong></span> (agricultores e servidores pobres). E da poeira sob os pés de Brahma, começaram a existir (subsistir seria o certo) os <span style="color:#0000ff;"><strong><em>Dalit</em></strong><strong>s</strong></span> (os &#8220;intocáveis&#8221;), que era a parte da criação de Brahma que é subestimada como nem sendo humana.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de todas as manifestações de órgãos humanitários, ao longo da história recente, tendo como ícone pelo fim da discriminação de castas o grande <strong><span style="color:#0000ff;">Mahatma Ghandi</span></strong>, o povo, inclusive os marginalizados <em>Dalits</em>, são muito apegados às suas tradições religiosas, mesmo que tais tradições tenham sido trazidas por povos não-indianos. Preferem se resignar aos maus tratos de toda a sociedade do que correr o risco de, por exemplo, reencarnarem em uma árvore ou animal. Nem mesmo com a Constituição de 1947, logo após a independência da Grã-Bretanha, houve significativo avanço nos direitos dos <em>Dalits</em> excluídos da Índia. Muito pelo contrário: a resistência manifestada pelo povo em defesa das tradições, tão excessivamente rígida, criou um clima de maior tensão ainda contra os <em>Dalit</em>s.</p>
<p style="text-align:justify;">As <strong><span style="color:#0000ff;">escrituras védicas</span></strong> (livros sagrados dos hindus) contém os preceitos básicos para os membros de cada casta. O membro de uma casta já nasce sabendo o que pode comer, o que pode vestir, qual profissão pode seguir e com quem pode se casar. Não há como escapar às rédeas das castas. A filha de um comerciante que se atreva a desdenhar o noivo que lhe foi destinado (muitas vezes, desde a infância) pode ser expulsa de sua casta, o que equivale a se tornar uma <em>dalit</em>.</p>
<h3><span style="color:#0000ff;">E como vivem os </span><strong><span style="color:#0000ff;"><em>dalits</em></span></strong><span style="color:#0000ff;">??</span></h3>
<p style="text-align:justify;">Segundo a tradição hinduísta, os <em>dalits</em> são a sujeira da sociedade, impuros por natureza (talvez uma segregação velada pela cor da pele dos escravos). Eles são a escória segundo a religião. Até mesmo os próprios <em>dalits</em> nutrem essa crença e toleram os ultrajes e crimes cometidos em nome da tradição. Segundo eles, a esperança é de que, suportando os ultrajes e impropérios contra eles, pacientemente, poderão, numa próxima encarnação, merecer nascer numa casta mais elevada.</p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_IuA_vJOwJWo/SiKdROI7rgI/AAAAAAAAC4U/F-kkrtzDJJA/s400/dalits.jpg"><img class="aligncenter" title="Dalits" src="http://4.bp.blogspot.com/_IuA_vJOwJWo/SiKdROI7rgI/AAAAAAAAC4U/F-kkrtzDJJA/s400/dalits.jpg" alt="" width="350" height="320" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Os <em>dalits</em> não podem comer o mesmo tipo de alimento dos membros de outras castas, e devem se alimentar em louças quebradas. Suas vestes são as herdadas dos cadáveres ou de outros <em>dalits</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Não podem beber água da mesma fonte ou corrente dos outros, pois poderiam poluí-la. Só podem se casar com <em>dalits</em>, obviamente. Não podem tocar em ninguém de outra casta, nem mesmo a sua sombra pode &#8220;tocar&#8221; a sombra de outra pessoa.</p>
<p style="text-align:justify;">Não devem estudar. Não podem entrar em lugar algum onde esteja um membro de outra casta nem em templos onde haja um religioso (brâmane). Na prática, isso os impede de praticar a fé, pois sempre, em todos os templos, há um religioso em serviço.</p>
<p style="text-align:justify;">Como profissão, lhes são reservados os serviços considerados impuros, indignos e degradantes: lida com cadáveres (humanos e animais), limpeza de fossas e esgotos, varredura de ruas e acessos exteriores, coleta de lixo de todos os tipos. Resumindo: são tratados como lixo e devem ser mantidos em lugares próprios para o lixo, para o que é descartável, sujo e imundo. Vivem nas fossas e esgotos, pois são considerados a merda da sociedade, para os quais um &#8220;puro&#8221; não deve olhar, dos quais deve-se manter distância, em local seguro, dos quais precisam se esconder.</p>
<p style="text-align:justify;">Vários crimes são praticados e tolerados pelas autoridades, em nome dos costumes. Mulheres <em>dalits</em> são estupradas e depois queimadas vivas, por serem elas tidas por culpadas do próprio estupro. Em casos de calamidades públicas, como nas enchentes das monções, que anualmente castigam a Índia, os <em>dalits</em> não recebem qualquer ajuda, e isso é encorajado pela população. Hipocritamente, dizem que isso é por caridade, para que morram e tenham seus sofrimentos, ou <em>karm</em>a, abreviados.</p>
<p style="text-align:justify;">Este é um depoimento de um cidadão indiano ao <span style="color:#0000ff;"><a href="http://www.nationalgeographic.pt/articulo_texto_iframe.jsp?id=1212728" target="_blank">National Geographic</a></span>:</p>
<blockquote><p><em><span style="color:#666600;">&#8220;Girdharilal Maurya </span></em><em><span style="color:#666600;">acumula pecados. Tem um mau karma: por que outra razão teria nascido numa casta intocável se não fosse para pagar pelas vidas passadas? Reparem, ele é um curtidor de peles: segundo o direito hindu, os trabalhadores dos curtumes tornam-se impuros, e as outras pessoas devem evitá-los e ultrajá-los. A sua indecorosa prosperidade é um pecado. Quem este intocável pensa que é para comprar um pequeno lote de terreno nos arredores da aldeia? Ainda por cima, atreveu-se a reclamar junto da polícia e das outras autoridades, exigindo servir-se do novo poço. Teve o que merecem os intocáveis: uma noite, quando Girdharilal saiu da cidade, 8 homens da casta superior &#8216;rajput&#8217; foram à sua casa, derrubaram as vedações, roubaram o trator, espancaram a mulher e a filha e queimaram a casa.&#8221;</span></em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Em outro caso, recentemente, em junho de 2006, um repórter da revista Capricho publicou uma entrevista com um <em>intocável</em>. O entrevistado revelou que seu irmão, por ter invadido o quintal de um vizinho de casta <em>Vaysia</em>, foi castigado, sendo amarrado a uma árvore junto com seu pai: depois de uma tremenda surra, toda sua família foi obrigada a assistir as punições, enquanto o jovem era lentamente devorado por formigas selvagens.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#333333;"><a href="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:v_zumelYFqCvnM:http://4.bp.blogspot.com/_kK7wKMhvSeg/SZCzVIVpZQI/AAAAAAAAAGU/Gs9mpEWsDgg/s400/Dalit%2B2.jpg"><img class="aligncenter" style="border:2px solid black;" title="Menina dalit" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:v_zumelYFqCvnM:http://4.bp.blogspot.com/_kK7wKMhvSeg/SZCzVIVpZQI/AAAAAAAAAGU/Gs9mpEWsDgg/s400/Dalit%2B2.jpg" alt="" width="150" height="225" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Na prática, o Governo indiano se recusa a apurar e punir casos corriqueiros como esses, pois, como mostra um censo, 80% da população ainda apóia e pratica os preceitos para as castas, inclusive os <em>dalits</em>. Com a condescendência dos próprios <em>dalit</em>s, fica difícil haver qualquer mudança. Afinal, essa maioria constitui o contingente que vota. E sabem como são os políticos, não sabem?? Apenas de olho nos votos, e não no poder transformador que têm em mãos, capazes de legislarem que são para o bem-estar do povo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Falamos apenas das principais castas, mas estima-se que haja em torno de 6.400 castas, entre grupos rurais e regionais, cada qual com suas regras e rigores.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">E nós, hem?! E nós, e eu também, que ponho o dedo na ferida do fanatismo cristão, muitas vezes, tenho que admitir que o fanatismo cultural hindu, incrustado por idéias discriminatórias, até nas camadas mais empobrecidas, todas cristalizadas na mente de toda uma sociedade por milhares de anos, é uma barbárie, um sofrimento coletivo. Imagino a quantidade de gente nas castas que gostaria de se solidarizar e interagir com gente de outras castas e ajudar o povo <em>dalit</em> e não o faz pelos rigores das tradições, pela intimidação dos senhores de casta. Quanta gente gostaria de se libertar de tais crenças recalcadas e retrógradas, mas não o conseguem, pela força que as idéias religiosas exercem sobre suas mentes!!</span></p>
<p style="text-align:justify;">Reflitamos então!! Nada de inflexibilidade!! Nada de intolerância!! Devemos praticar a solidariedade e olhar no rosto do próximo sempre como nosso igual.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"><em>Namastê</em>!!</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">O Divino em mim saúda o Divino em você!!</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">*******</span></strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong><span style="color:#993300;">Leia mais:</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong><a href="http://artedartes.blogspot.com/2008/01/sistema-de-castas.html">http://artedartes.blogspot.com/2008/01/sistema-de-</a></strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong><a href="http://artedartes.blogspot.com/2008/01/sistema-de-castas.html">castas.html</a></strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong><a style="text-decoration:none;" href="http://www.esoterikha.com/grandes-misterios/triangulo-das-bermudas/invasao-arias.php">http://www.esoterikha.com/grandes-misterios/triangulo-das-bermudas/invasao-arias.php</a></strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong><br />
</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Moção de repúdio do Pão e Rosas frente às novas denúncias de assédio sexual na UFF]]></title>
<link>http://feminismosempre.wordpress.com/2009/09/03/mocao-de-repudio-do-pao-e-rosas-frente-as-novas-denuncias-de-assedio-sexual-na-uff/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 01:18:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Celina Fraga Rossi</dc:creator>
<guid>http://feminismosempre.wordpress.com/2009/09/03/mocao-de-repudio-do-pao-e-rosas-frente-as-novas-denuncias-de-assedio-sexual-na-uff/</guid>
<description><![CDATA[Abro espaço aqui no Blog, para repassar essa notícia absurda que recebi, sobre casos de violência co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nucleopaoerosas.blogspot.com/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-79" title="Pão e Rosas" src="http://feminismosempre.wordpress.com/files/2009/09/pao-e-rosas.jpg?w=300" alt="Pão e Rosas" width="300" height="98" /></a></p>
<p>Abro espaço aqui no Blog, para repassar essa notícia absurda que recebi, sobre casos de violência cometidos na Universidade Federal Fluminense (UFF), no Rio de Janeiro. A notícia foi publicada no Blog do coletivo feminista <a href="http://nucleopaoerosas.blogspot.com/">Pão e Rosas</a>, que é um Blog que conheci através dessa notícia e pude perceber que se trata de um Blog muito bem escrito, um dos melhores que eu vi até agora que trata sobre os temas envolvendo a situação das mulheres, bem como se mostra uma ferramenta de extremo valor na luta pela emancipação de todas as mulheres.</p>
<h3><a href="http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2009/08/mocao-de-repudio-do-pao-e-rosas-frente_31.html">Moção de repúdio do Pão e Rosas frente às novas denúncias de assédio sexual na UFF</a></h3>
<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_6LLn7z8uDUI/SpvtwcqAXMI/AAAAAAAAA-0/36l-H2smiHg/s1600-h/mulher+calada.jpg"></a></p>
<p>Em nosso último jornal denunciamos os recorrentes assédios, abusos sexuais e estupros que vem acontecendo no campus da UFF em Rio das Ostras e nos solidarizamos com as estudantes que “<em>vêm praticando uma importante e árdua tarefa de denunciar esses casos absurdos, onde as vítimas têm seus corpos violados da forma mais perversa possível</em>”. As autoridades, a reitoria e a burocracia acadêmica acabam sendo coniventes com uma estrutura de universidade que permite tamanha opressão contra as mulheres e, ao mesmo tempo, o silencio ensurdecedor das entidades estudantis e da comunidade em geral acabam sendo funcionais a essa situação.</p>
<p>Nessa semana, tomamos o conhecimento, pelos jornais O Globo, O Dia e Jornal do Brasil, entre outros, da denúncia feita de que estudantes foram assediadas sexualmente, também sofrendo coerção e discriminação machista na calourada da UFF Niterói. “<em>Caloura teria sido obrigada a fazer sexo oral em veteranos</em>”, esse é o subtítulo de notícia veiculada pelo G1. Entretanto, as notícias dos sites oficiais da UFF veiculam as denúncias como “trotes violentos”. A reitoria, a burocracia acadêmica e todas as instituições da universidade ignoram e tergiversam toda violência sofrida pelas mulheres estudantes, tentando englobá-la numa violência “geral e corriqueira”, também absurda ocorrida nos trotes universitários, mas não dizendo que se trata de uma brutal violência contra as mulheres, ignorando o fato de que no campus Rio das Ostras acontece o mesmo.</p>
<p>Nós do grupo de mulheres Pão e Rosas, repudiamos os trotes violentos e coercitivos, que inclusive já levaram alguns à morte. Entretanto, essa brutal violência contra as mulheres, não se restringe aos trotes. Nos colocamos ao lado das companheiras da UFF e acreditamos que é preciso romper o silêncio! As mulheres, estudantes, professoras e funcionárias, não podemos nos calar diante desse tipo de violência! Somente a partir de nossa organização e mobilização poderemos dar um basta! Chamamos as entidades e a comunidade a levantar suas vozes!</p>
<p><strong>Colocar de pé um comitê contra a violência sexual conformado por estudantes, trabalhadoras (efetivas e terceirizadas) e professoras em todos os <em>campi</em> da UFF!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Chega de violência sexual contra as mulheres!</strong></p>
<p><strong>Punição dos culpados já!</strong></p>
<p><strong>Que as entidades, CA´s, DCE´s,  sindicatos e associações ligadas às universidades levantem essa bandeira e essa Luta!</strong></p>
<p><strong>Essa notícia está no blog do Núcleo Pão e Rosas.<br />
</strong></p>
<p>Fonte:<strong> </strong>http://nucleopaoerosas.blogspot.com/2009/08/mocao-de-repudio-do-pao-e-rosas-frente_31.html</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amor bandido: Mulheres vítimas de violência]]></title>
<link>http://psicopauta.wordpress.com/2009/08/18/mulheres-levam-10-anos-para-sair-de-relacao-violenta/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 15:23:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopauta</dc:creator>
<guid>http://psicopauta.wordpress.com/2009/08/18/mulheres-levam-10-anos-para-sair-de-relacao-violenta/</guid>
<description><![CDATA[As mulheres demoram em média 10 anos para sair de uma relação violenta, segundo estatísticas mundiai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[As mulheres demoram em média 10 anos para sair de uma relação violenta, segundo estatísticas mundiai]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caso Abdelmassih: O médico estuprador  ]]></title>
<link>http://whothehelliscely.wordpress.com/2009/08/14/caso-abdelmassih-o-medico-estuprador/</link>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 16:18:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>whothehelliscely</dc:creator>
<guid>http://whothehelliscely.wordpress.com/2009/08/14/caso-abdelmassih-o-medico-estuprador/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Roger Abdelmassih, 65, o especialista em reprodução in vitro mais conhecido no país, foi indi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Roger Abdelmassih, 65, o especialista em reprodução in vitro mais conhecido no país, foi indiciado na manhã desta terça (23) pela Polícia Civil de São Paulo sob a acusação de estupro e atentado violento ao pudor. Mais de 60 pacientes acusam-no de abuso sexual.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Veja a cobertura completa do caso <a href="http://e-paulopes.blogspot.com/2009/01/caso-roger-abdelmassih.html" target="_blank">aqui</a>, que também é a fonte dos recortes apresentados.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-362" title="cretino" src="http://whothehelliscely.wordpress.com/files/2009/08/cretino.jpg?w=225" alt="cretino" width="221" height="294" /></p>
<p style="text-align:justify;">Roger Abdelmassih não é apenas um tarado cheio de dinheiro protegido por uma fortuna e uma coleção de rabos presos, ele é um médico pioneiro e respeitado em todo o mundo por sua carreira brilhante. E acima de tudo, o cretino é muito esperto.</p>
<p style="text-align:justify;">Como muitos estupradores, Abdelmassih sabe como se aproveitar do medo e do horror de uma mulher. Ele usa de todo o seu poder e prestígio para manter suas vítimas caladas e vulneráveis, e isso só é possível porque as mulheres já são inferiorizadas normalmente.</p>
<p style="text-align:justify;">As mulheres que procuram a clínica de fertilização do Dr. Abdelmassih sonham com a maternidade, estão no seu momento mais delicado e investem pesado para isso – porque podem. A maioria dos abusos cometidos pelo médico ocorreu no momento pós-sedação, em que as mulheres se encontravam absolutamente indefesas e confusas.</p>
<p style="text-align:justify;"><em> &#8220;Acordando, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis do doutor na mão. Tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse &#8216;calma, calma, calma&#8217; e saiu da sala. E fui chorando ao encontro do meu marido, que aguardava na recepção da clínica.&#8221;</em> Depoimento de Ivanilde Serebrenic</p>
<p style="text-align:justify;"><em>“[Ao acordar da sedação para retirada de óvulos] ele me deu um abraço e perguntou se podia me dar um beijo. Quando dei o rosto, ele veio com a língua e eu gritei: ’Para com isso, para!’. E ele disse: “Vai ser bom para você, você precisa relaxar.”</em> Relato de Crystiane Souza</p>
<p style="text-align:justify;">O quanto relaxante pode ser o beijo forçado de um velho violento? Abdelmassih sabe que as mulheres não desejam o contato sexual com ele, mas também se acha no direito de abusar delas apenas por serem mulheres. Ele sabe que sairá impune, por isso intimida suas vítimas e pede para que fiquem calmas, para que deixem o processo fluir já que é bastante comum sofrer abuso.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Sob efeito de medicamentos e se sentindo frágil, sem forças, a paciente não pôde reagir quando o médico Roger Abdelmassih, 65, aproximou-se, levantou a camisola dela, abaixou a sua calça, pôs o pênis para fora e a estuprou. &#8221; </em>Sobre depoimento de uma paciente que não quis se identificar.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-363" title="nojo" src="http://whothehelliscely.wordpress.com/files/2009/08/nojo1.jpg" alt="nojo" width="300" height="206" /></p>
<p style="text-align:justify;">O mais engraçado nessa história é que acusam o médico de mais de 60 “abusos”, porém apenas um “estupro”. Estupro no caso seria apenas penetração, todo o restante do comportamento sexual violento não figura estupro algum.</p>
<p style="text-align:justify;"><em> “[O médico] passou a mão nos meus seios, na minha vagina e chegou a colocar o pênis para fora [da calça]. Graças a Deus neste momento alguém tentou entrar no quarto. Ele me soltou e corri para o banheiro. Fiquei lá, chorando.”</em></p>
<div id="attachment_365" class="wp-caption alignright" style="width: 166px"><img class="size-full wp-image-365" title="Monika" src="http://whothehelliscely.wordpress.com/files/2009/08/monika1.jpg" alt="Monika" width="156" height="274" /><p class="wp-caption-text">Monika</p></div>
<p style="text-align:justify;">Porque chorar e não acabar com a raça do infeliz? O próprio médico usou em sua defesa o argumento de que as mulheres retornavam ao seu consultório, questionando “se você fosse vítima de um abuso, voltaria ao meu consultório?”. É conveniente acreditar que mulheres poderiam simplesmente reagir e abandonar o tratamento dos seus sonhos pelo qual pagaram muito dinheiro, ignorando toda a pressão que sofrem em uma situação como essa. Mesmo assim, algumas mulheres não suportaram e deixaram de freqüentar a clínica.</p>
<p style="text-align:justify;"><em> “[...]contei ao meu marido, que não acreditou. Ele disse: &#8220;A gente tem muito dinheiro lá [na clínica] e tem um objetivo, que é ter uma filha. Você é descolada, saberá se virar bem,&#8221;</em> contou Monika Bartkevitch.</p>
<p style="text-align:justify;">Monika não só sofreu nas mãos do médico estuprador, como também foi humilhada e acabou se separando de um marido machista, que por acaso pertencia ao meio médico e tinha medo de denunciar o “colega”.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>“[...]ainda tinha de enfrentar familiares e amigos que perguntavam se eu havia dado abertura. Isso quase me deixou louca. Eu me perguntava, será que fiz algo errado?”</em></p>
<p style="text-align:justify;">Culpe a vítima. Culpe a mãe. Culpe a mulher, a vagabunda eterna. Um estuprador nojento ataca uma mulher e ainda a culpam por não ter conseguido se defender, enchem-na de interrogatórios humilhantes e a fazem reviver cada momento de sofrimento procurando alguma evidência que a torne suja e imoral. Aliás, esta é uma grande arma do Dr. Abdelmassih, ele sabe que a pressão da imprensa, da justiça e de todo o público obrigarão suas vítimas a um constrangimento contínuo e desgastante.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>“Neste último mês passei por momentos horríveis, pois tive que falar com várias pessoas da imprensa e relatar com todos os detalhes para as autoridades.</em></p>
<div id="attachment_366" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-366" title="ivanilde[4]" src="http://whothehelliscely.wordpress.com/files/2009/08/ivanilde4.jpg?w=300" alt="ivanilde[4]" width="300" height="242" /><p class="wp-caption-text">Ivanilde</p></div>
<p style="text-align:justify;">Uma mulher que sofreu abuso, que foi tocada contra sua vontade por um homem, é vista como cúmplice e desafiada a confirmar sua história de horror milhares de vezes. Ivanilde, Crystiane e Monika são mulheres muito corajosas, que saíram do anonimato e vão enfrentar seu estuprador na justiça. Elas querem inspirar as outras 58 mulheres a fazer o mesmo, mas sabem que tomar a decisão de se expor publicamente em um caso como esse ainda é assustador para uma mulher. Nenhuma delas teria aparecido para depor se alguém não tivesse tomado a iniciativa, pois denunciar um homem poderoso representa um risco constante de derrota e mais humilhação.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>“Abdelmassih já atribuiu as acusações a um complô de médicos concorrentes, a uma campanha mobilizada pela internet por uma das ex-pacientes, às “alucinações sexuais” por causa do efeito da anestesia, às fofocas e mentiras e agora à frustração de mulheres que passaram pela clínica.”</em></p>
<p style="text-align:justify;">O argumento de que as mulheres teriam ficado frustradas por não engravidar já é totalmente inválido, porque em muitos dos casos a fertilização teve sucesso. Os anestesistas confirmaram que as alucinações sexuais não eram possíveis e parece que 61 mulheres não relatariam abusos por causa de um complô de médicos. O canalha é cara-de-pau.</p>
<div id="attachment_367" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-367" title="Abdelmassih_Lima_Vanni2_thumb[5]" src="http://whothehelliscely.wordpress.com/files/2009/08/abdelmassih_lima_vanni2_thumb5.jpg?w=300" alt="Abdelmassih_Lima_Vanni2_thumb[5]" width="300" height="145" /><p class="wp-caption-text">O monstro e seus comparsas, advogados do diabo</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">Apesar de todos os indícios, o monstro será defendido na justiça por dois advogados criminalistas ultra respeitados. Abdelmassih é um doutorzinho de merda escondido atrás de muito corporativismo e pronto para humilhar pela segunda vez todas as mulheres que estuprou. Não tenho dúvidas de que perante o juiz não faltarão argumentos para retratar as mulheres como verdadeiras “vadias”, culpadas pelos seus corpos libidinosos e por não carregarem uma Glock no bolso quando vão até a clínica de fertilização.</p>
<p style="text-align:justify;">Desejo que essas mulheres agüentem firmes e acabem com o desgraçado, façam isso por elas mesmas e por todas as outras. Não é por acaso que os índices de estupro ainda são gigantescos, que ainda temos que temer pela nossa integridade física cada vez que saímos de casa, que até mesmo em nossos lares somos vítimas do abuso, que nos culpam pela violência que sofremos e que tememos a figura de um homem poderoso que toma o direito sobre nossos próprios corpos e nos invade brutalmente.</p>
<p style="text-align:justify;">Reagir é a regra, lembrem-se que estamos nos defendendo, e para isso VALE TUDO (até a Glock na clínica não é uma má idéia).</p>
<p style="text-align:justify;">E é claro, terei minha própria visão reforçada quando entre os termos mais procurados do meu blog eu encontrar <strong>“vídeos de estupro”</strong>, <strong>“mulheres sendo estupradas”</strong>, <strong>“vadias sendo estupradas”</strong>. Acontecerá, acredite.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER! PARTICIPE!]]></title>
<link>http://jorgedaher.wordpress.com/2009/08/02/basta-de-violencia-contra-a-mulher-participe/</link>
<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 01:45:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>jorgedaher</dc:creator>
<guid>http://jorgedaher.wordpress.com/2009/08/02/basta-de-violencia-contra-a-mulher-participe/</guid>
<description><![CDATA[ Este excelente projeto realizado pela vereadora Gláucia Berenice merece nossos aplausos e apoio!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"> <strong>Este excelente projeto realizado pela vereadora Gláucia Berenice merece nossos aplausos e apoio!</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-1085" title="web_personalidades" src="http://jorgedaher.wordpress.com/files/2009/08/web_personalidades.jpg?w=530" alt="web_personalidades" width="477" height="922" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grupo de Estudos sobre o Amor promove palestra com Cecília Tannuri]]></title>
<link>http://violenciaemdebate.wordpress.com/2009/07/25/grupo-de-estudos-sobre-o-amor-promove-palestra-com-cecilia-tannuri/</link>
<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 03:14:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ane de Luxemburgo</dc:creator>
<guid>http://violenciaemdebate.wordpress.com/2009/07/25/grupo-de-estudos-sobre-o-amor-promove-palestra-com-cecilia-tannuri/</guid>
<description><![CDATA[Para o pessoal que tem fácil acesso à região, vai a indicação de um evento muito importante para a c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;margin:0;">Para o pessoal que tem fácil acesso à região, vai a indicação de um evento muito importante para a conscientização da população a debater para entender melhor o que é a violência, e mais do que isso, conhecer o conceito de não violência que a Cecília à frente do Violência Sem Rastros propõe por meio do trabalho belíssimo que realiza.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">
<p style="text-align:justify;margin:0;">Vale muito a pena ainda conhecer o trabalho que o <a href="http://www.blove.med.br/curriculo.php" target="_blank">Dr. Joaquim Zailton Bueno Motta</a> vem relaizando há 10 anos com o <a href="http://www.blove.med.br/conteudo.php?conteudo_id=17" target="_blank">Grupo de Estudos sobre o Amor</a> que tem como objetivo &#8220;Expandir e promover o amor entre todas as pessoas e sociedades, sem distinção de características ou níveis&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">
<p style="text-align:justify;margin:0;">Precisamos de mais iniciativas como estas no combate à violência e na propagação do respeito e da convivência pacífica entre as pessoas.</p>
<p style="text-align:center;margin:0;">
<p style="text-align:center;margin:0;">
<p style="text-align:center;margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;">Grupo de Estudos sobre o Amor promove palestra com Cecília Tannuri</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:Tahoma;"><br />
</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Tahoma;"> </span></em></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Tahoma;">GEA terá como palestrante a idealizadora da campanha Violência Sem Rastros</span></em></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">No próximo dia 27 (segunda-feira), o Grupo de Estudos sobre o Amor (GEA) receberá a palestra da terapeuta vibracional Cecília Tannuri, idealizadora da campanha Violência Sem Rastros. A palestra abordará temas como qualidade de vida, valores humanos, respeito, o poder do amor, entre outros.</span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">Cecília Tannuri lidera um movimento contra a violência, principalmente violência doméstica contra mulheres e crianças. Hoje, a violência é uma constante e por isso Cecília tem como principal objetivo em sua campanha promover a conscientização e prevenção por meio do conceito da não violência.</span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">De âmbito nacional e sem fins lucrativos, a campanha Violência Sem Rastros atende as vítimas de todo o Brasil gratuitamente. Isso é feito para que essas pessoas possam, mais tarde, estarem fortalecidas e multiplicar as ideias.</span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">A palestra no Grupo de Estudos sobre o Amor é aberta ao público e acontece no Tênis Clube de Campinas, às 20h. Cecília Tannuri, além de palestrante, é também escritora e já tem seis livros publicados. O último, intitulado Resgate Uma Vida, é parte integrante</span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;">
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><strong>Tema da palestra:</strong> <em>Respeito &#38; Paz &#8211; A violência e o antídoto da não violência</em></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">Serviço:</span></strong></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">Palestra da campanha Violência Sem Rastros</span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;">
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;"><strong>Tênis Clube de Campinas</strong></span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">Rua Coronel Quirino, nº 1346, Cambuí – Campinas</span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;">
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;"><strong>Informações:</strong></span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">Carla Carolina – Assessora de Comunicação da campanha Violência Sem Rastros</span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">19 3367-1342 / 19 9208-8548</span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;"> </span></p>
<p style="line-height:19px;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:19px;font-family:Tahoma;">Cecília Tannuri &#8211; 19 9125-7867</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As raízes históricas da violência contra a mulher]]></title>
<link>http://cogitamundo.wordpress.com/2009/07/22/as-raizes-historicas-da-violencia-contra-a-mulher/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 20:26:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>cogitamundo</dc:creator>
<guid>http://cogitamundo.wordpress.com/2009/07/22/as-raizes-historicas-da-violencia-contra-a-mulher/</guid>
<description><![CDATA[Três culturas e a (quase) mesma violência contra as mulheres: Alcorão (cultura islâmica) &#8220;24ª ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Três culturas e a (quase) mesma violência contra as mulheres: Alcorão (cultura islâmica) &#8220;24ª ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Drama esquecido das mulheres objeto de violência no Congo]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/07/21/drama-esquecido-das-mulheres-objeto-de-violencia-no-congo/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 20:24:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/07/21/drama-esquecido-das-mulheres-objeto-de-violencia-no-congo/</guid>
<description><![CDATA[KINSHASA, segunda-feira, 20 de julho de 2009 (ZENIT.org).- São dezenas de milhares de mulheres que s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="article">
<p>KINSHASA, segunda-feira, 20 de julho de 2009 (<a href="http://www.zenit.org/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;">ZENIT.org</span></a>).- São dezenas de milhares de mulheres que sofreram estupro na República Democrática do Congo. Sobre este problema, o arcebispo de Kinshasa, Dom Laurent Monsengwo Pasinya, chamou à mobilização do Governo e da sociedade. </p>
<p>O drama que afeta as mulheres violentadas esteve no centro das intervenções não apenas de Dom Monsengwo, mas também do secretário geral do Conselho Mundial das Igrejas (CMI), Samuel Kobia, por ocasião de um encontro ecumênico celebrado em Kinshasa, segundo informava este domingo o jornal vaticano <em>L’Osservatore Romano.</em></p>
<p>Sobre esta questão, o arcebispo de Kinshasa disse que “a fé cristã condena a violência, qualquer que seja sua origem, porque participa da maldade daqueles métodos que provocam diretamente a morte”.</p>
<p>“A violência contra o sexo feminino – recordou o prelado – contradiz a harmonia original querida por Deus entre o homem e a mulher. A mulher foi dada ao homem como uma ajuda que lhe fosse semelhante e uma companheira de sua mesma natureza, criada à imagem e semelhança de Deus, ou seja dotada da razão e do livre arbítrio”. </p>
<p>O arcebispo sublinhou que essas violências estão na contra-mão da cultura africana, &#8220;na qual a mulher é considerada como uma mãe e cuja missão é fortemente exaltada na sociedade, porque a mãe é fonte de vida. As violências denotam uma barbárie estranha à visão cristã e à sabedoria africana”. </p>
<p>O arcebispo concluiu que “é fundamental que as forças do Governo, a sociedade civil, as organizações de defesa dos direitos humanos e as confissões religiosas se mobilizem”. </p>
<p>Samuel Kobia exortou as comunidades eclesiais a que ponham no centro da atenção a questão em seus múltiplos aspectos, sublinhando que as mesmas “relegam ainda a violência à esfera privada e a consideram apenas do ponto de vista físico”. </p>
<p>O primeiro passo a dar, segundo o secretário geral do CMI, é o de “reconhecer que a violência realmente existe”. </p>
<p>“Isto significa – acrescentou – enfrentar o problema publicamente, em nossas comunidades, em nossa assembleia parlamentar e em nossas academias”. </p>
<p>O CMI denuncia que numerosas mulheres são sequestradas e tratadas de forma brutal pelos rebeldes. </p>
<p>Segundo dados do hospital de Panzi, em Bukavu, Kivu sul, apenas em 2008 foram 3.500 as mulheres assistidas pelos traumas sofridos. </p>
<p>A médica Christine Amisi, que trabalha no hospital sublinha: “estas mulheres estão traumatizadas e nós continuamos perguntando o que podemos fazer para colocar fim a violência”.</p>
<p> <strong>ZENIT &#8211; 20.07.2009</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atirar para matar, não há inocentes!! Assim é que ordenavam os generais de Israel em Gaza!!]]></title>
<link>http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/07/19/o-terror-em-gaza-israelenses-atiravam-para-matar/</link>
<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 00:10:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ebrael Shaddai</dc:creator>
<guid>http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/07/19/o-terror-em-gaza-israelenses-atiravam-para-matar/</guid>
<description><![CDATA[Quem, por acaso, lembrar das atrocidades cometidas por Israel no começo deste ano contra os palestin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quem, por acaso, lembrar das atrocidades cometidas por Israel no começo deste ano contra os palestinos, vai saber bem do que será falado aqui. Inclusive registrei, a título de comentário, o tema em um <strong><span style="color:#00ffff;"><a title="Casa da Morte em Gaza" href="http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/01/19/menino-relata-como-e-a-casa-da-morte-na-faixa-de-gaza/" target="_blank">post meu</a></span></strong>. Veio a público, recentemente, por meio do Jornal espanhol El País, os depoimentos anônimos (por razões óbvias) de 26 soldados israelenses sobre as ordens que receberam de seus superiores para matar indistintamente.</p>
<p>Em um dos testemunhos, um soldado diz: &#8220;Não era necessário nenhuma consideração em relação aos civis, disparávamos contra tudo o que víamos. Repetiam para nós que fatores humanitários não tinham cabimento.&#8221;</p>
<p>E ainda dizem que a população palestina não tem razões para hostilizar os judeus. Com um razão dessas debaixo dos braços, extremistas como Osama Bin Laden insuflam ainda mais violência. Será que as autoridades israelenses são neuróticas, são traumatizadas (leia-se doentes mentais, esquizofrênicas, etc.) com o holocausto?? Será que precisam de tratamento, de cadeia, exorcismo, ou o quê?? Precisam perder um de seus filhos em um bombardeio?? Necessitam que um de seus pais, ou a família inteira sucumba sob os escombros de um ataque a míssil, para darem valor à paz??  Pode ser, como um colega meu disse me disse ao telefone hoje, ao comentar a notícia: &#8220;É falta de um bom sexo, tenho certeza!!&#8221;</p>
<p><strong><span style="color:#00ffff;">*******</span></strong></p>
<p><span style="color:#00ffff;"><strong>Leia :</strong> </span><a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/habia/inocentes/Gaza/elpepuint/20090715elpepuint_6/Tes">http://www.elpais.com/articulo/internacional/habia/inocentes/Gaza/elpepuint/20090715elpepuint_6/Tes</a></p>
<p><strong><span style="color:#00ffff;">e</span></strong></p>
<p><a href="http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/01/19/menino-relata-como-e-a-casa-da-morte-na-faixa-de-gaza/">http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/01/19/menino-relata-como-e-a-casa-da-morte-na-faixa-de-gaza/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É o amor...]]></title>
<link>http://jeldim.wordpress.com/2009/06/30/e-o-amor/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 21:02:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>midlej</dc:creator>
<guid>http://jeldim.wordpress.com/2009/06/30/e-o-amor/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Correio*]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jeldim.wordpress.com/files/2009/06/jeldim-torturador.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-455" title="jeldim-torturador" src="http://jeldim.wordpress.com/files/2009/06/jeldim-torturador.jpeg" alt="jeldim-torturador" width="450" height="302" /></a></p>
<h6>Fonte: <a href="http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=29320&#38;mdl=50" target="_self">Correio*</a></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda a violência contra a mulher]]></title>
<link>http://conversademenina.wordpress.com/2009/06/30/ainda-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 03:37:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
<guid>http://conversademenina.wordpress.com/2009/06/30/ainda-a-violencia-contra-a-mulher/</guid>
<description><![CDATA[Gostaria de não precisar mais voltar a este tema, mas infelizmente, atos bárbaros continuam ocorrend]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Gostaria de não precisar mais voltar a este tema, mas infelizmente, atos bárbaros continuam ocorrendo e não posso deixar de manifestar minha indignação diante de fatos assim. Também não posso deixar de fazer campanha para a punição dos agressores. O que me motiva a abordar novamente no nosso blog o tema da violência contra mulher é um crime que nos últimos dias chocou Salvador. Uma  assistente social foi brutalmente torturada e espancada pelo marido, no último dia 25 de junho. Não satisfeito, ele ainda desferiu dois tiros contra sua vítima indefesa. O motivo: ciúme obsessivo, o que mais seria? O autor das barbaridades é professor de educação física e lutador de artes marciais, um homem, portanto, de compleição robusta. Motivado por desconfianças e na tentativa de arrancar à força da esposa a &#8220;confissão&#8221;  de traição, o marido levou quatro horas torturando-a, queimou-a com leite quente, cortou seus dedos, bateu, humilhou.</p>
<p>A jovem saiu da UTI nesta segunda-feira, 29, mesmo dia em que o agressor foi  finalmente capturado e preso pela polícia. Nos resta, mulheres indignadas com tamanha covardia, exigir que ele seja punido, que a justiça não faça concessões, que não haja atenuantes e que a Lei Maria da Penha seja fielmente cumprida. Essa moça merece ver seu agressor apodrecer na cadeia. Não vai apagar as marcas que ficarão no seu corpo e na alma pelas violências que sofreu, mas ao menos a justiça, de alguma forma, será feita. Assim, quem sabe, atenua-se o sofrimento da jovem e de sua família.</p>
<p>Casos como o dessa jovem precisam ser divulgados o máximo possível. Seja na grande mídia, seja entre as redes de relacionamento. Todo mundo precisa ficar sabendo que esse tipo de brutalidade ainda acontece no século XXI, na era da informação. Quanto mais gente souber, mais gente vai aderir a campanha para que as agressões cessem. Não é possível que um casal não consiga resolver suas diferenças dialogando, que não consigam ser francos e botar as cartas na mesa, falar das suas desconfianças, ouvir o que o outro tem a dizer, dar um voto de confiança à palavra do outro, exercitar a compreensão. Se nada disso funciona, então é melhor que a relação nem exista.</p>
<p>No seu depoimento à polícia, o agressor teve a coragem de dizer que a esposa confessou tê-lo traído. Mas quem, em sã consciência, na mira de uma arma, após ter sofrido tortura, não confessaria as coisas mais hediondas? Era assim, na base da tortura física e psicológica, que o Santo Ofício, na Idade Média, conseguia fazer pessoas inocentes confessarem heresias durante a Inquisição. Era assim que nos porões da Ditadura se arrancava confissões dos presos, apelando para a tortura. A dor enfraquece, confunde. Para fazer o sofrimento parar, uma pessoa esgotada pelo sofrimento diz qualquer coisa, assina qualquer coisa. É triste perceber que na nossa sociedade, ainda existem homens que se acreditam proprietários das esposas e se julgam no direito de as mutilar.</p>
<p>Vamos nos informar sobre a lei, vamos divulgar os casos de agressão e vamos exigir que a justiça cumpra seu papel. Que este professor, este monstro que nem merece ser chamado por uma profissão tão nobre, pague pelo crime que cometeu e que outros monstros como ele também paguem!</p>
<p>=====================================</p>
<p><strong>Leia as reportagens sobre a agressão à assistente social baiana:</strong></p>
<p><strong>&#62;&#62;<a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=1175510">Lutador foge após torturar esposa em Vilas do Atlântico</a></strong></p>
<p><strong>&#62;&#62;<a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=1176195">Lutador que agrediu a esposa continua foragido</a></strong></p>
<p><strong>&#62;&#62;<a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=1176353">Mulher torturada pelo marido deixa UTI</a></strong></p>
<p><strong>&#62;&#62;<a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=1176609">Polícia prende agressor de assistente social</a></strong></p>
<p><strong>=====================================</strong></p>
<p><strong>Saiba onde buscar ajuda contra a violência doméstica</strong></p>
<p><strong>&#62;&#62;<a href="http://conversademenina.wordpress.com/2009/03/20/violencia-e-covardia/">Violência e Covardia</a></strong></p>
<p><strong>&#62;&#62;<a href="http://conversademenina.wordpress.com/2008/12/13/violencia-contra-a-mulher/">Violência contra mulher - onde buscar apoio</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Denunciando a violência do governo iraniano]]></title>
<link>http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/06/27/denunciando-a-violencia-do-governo-iraniano/</link>
<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 15:12:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ebrael Shaddai</dc:creator>
<guid>http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/06/27/denunciando-a-violencia-do-governo-iraniano/</guid>
<description><![CDATA[Eu sei que muitos leitores e leitoras  meus, mais sensíveis, evitam de comentar posts desse teor, pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu sei que muitos leitores e leitoras  meus, mais sensíveis, evitam de comentar posts desse teor, principalmente o de toer político, Fotos e vídeos que chocam, nem sempre sçao agradáveis. Mas, me sinto no dever de. como blogueiro comprometido com a liberdade e a justiça, ajudar a conscientizar as pessoas de sua responsabilidade na internet como formadoras de opinião e provedoras de notícias. Decidi, e eu já disse isso, me juntar à corrente dos que não querem deixar os fatos que estão ocorrendo no Irã, passarem depercebidos, e serem ofuscados pelas novelinhas da Globo e seus programas de entretenimento, que ajdam muito mais a alienar e anestesiar a consciência do povo.</p>
<p>A seguir, mais vídeos do Youtube, que circlam também no Twitter, vindos de cidadãos iranianos, que querem dizer ao mundo o que não querem que o mundo fique sabendo. Cenas chocantes, barbáries. Ms é para chocar mesmo, para que todos que lerem e assistirem, se horrorizem, e se juntem a nós numa campanha mundial que ajude a derrubar aquele governo teocrático de merda.</p>
<p> Espalhem e divulguem em seus blogs, por e-mails, por Orkut, por Twitter. Façam alguma coisa para ajudar aquele povo!!! Tenhamos respnsabilidade!!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/5YSfpS3Gbq4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/5YSfpS3Gbq4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/EdFRF-dTz_M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/EdFRF-dTz_M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/_XMz92UjHDg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/_XMz92UjHDg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cJZcBZulB_o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cJZcBZulB_o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cultura brasileira: fator desencadeador da violência doméstica]]></title>
<link>http://indiraefel.wordpress.com/2009/06/25/cultura-brasileira-fator-desencadeador-da-violencia-domestica/</link>
<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 15:31:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Indira Efel Garin</dc:creator>
<guid>http://indiraefel.wordpress.com/2009/06/25/cultura-brasileira-fator-desencadeador-da-violencia-domestica/</guid>
<description><![CDATA[A sociedade legitima a violência através de pensamentos enraizados de sobreposição entre os sexos, o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>A sociedade legitima a violência através de pensamentos enraizados de sobreposição entre os sexos, onde os homens representam a força maior</em></p>
<p style="text-align:justify;">     Violência, segundo os dicionários, é qualquer comportamento que cause dano a outra pessoa. Ela é explícita quando há ruptura de normas ou moral estabelecidas a esse respeito, variando entre sociedades.  Mas, quando se trata de violência contra as mulheres, a sociedade costuma legitimar essas ações. Dessa forma, as rupturas das normas se camuflam e, muitas vezes, passam despercebidas. É o que conta a médica e coordenadora do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, Simone Diniz. “As pessoas precisam rever muitos valores. Por exemplo, há quem ache que violência contra as mulheres é legítima em certas situações. Isso precisa ser discutido. Toda violência é, por princípio, ilegítima”, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">     Conforme a Convenção Interamericana, adotada pela Organização dos Estados Americanos (OEA), em 1994, a violência doméstica é qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada. Atualmente, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), metade das mulheres assassinadas são mortas pelo marido ou namorado, atual ou ex. Essa violência representa 7% de todas as mortes de mulheres entre 15 e 44 anos, no mundo. E grande parte desses assassinatos são antecedidos de brigas e agressões que foram relevadas pelas vítimas.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">     Dentre os fatores que levam a essa relevância estão a vergonha, a dependência emocional ou financeira, o medo do sofrimento dos filhos e a utilização do argumento de que “foi só daquela vez”. Porém, o pensamento que mais chama atenção é o de “ruim com ele, mas, pior sem ele”, que é outro fator cultural arraigado na sociedade contemporânea. “Só quando fica insuportável é que a mulher quebra a barreira do silêncio”, diz Marta Rocha, delegada e presidente do Conselho da Mulher, no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">     Para erradicar a violência contra a mulher, algumas mudanças legislativas e judiciárias foram feitas. A mais importante e recente conquista das mulheres foi a Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva. Essa medida compreende um aumento no rigor das punições das agressões contra as mulheres, quando ocorridas no âmbito familiar ou doméstico. Essa norma possibilita que os agressores sejam presos em flagrante ou tenham prisão preventiva decretada. Nesses casos, o violentador não poderá receber pena alternativa. Outra conquista feminina foi a criação de delegacias especializadas em violência contra a mulher, o que direcionou melhor o atendimento às vítimas.</p>
<p style="text-align:justify;">     A principal causa desencadeadora dessa violência é a cultura. Assim pensa o coordenador de projeto do Instituto Promundo, Marcos Nascimento, que responsabiliza os pensamentos enraizados em nossa sociedade por essa normalização das agressões. “Acabamos criando uma cultura da violência. A violência fica tão banalizada, que determinadas atitudes violentas passam como não sendo”, afirma Nascimento.</p>
<p style="text-align:justify;">     Dessa forma, especialistas apontam que é necessário uma mudança de comportamento dentro da sociedade. Segundo a psicóloga do Pró-Mulher, Família e Cidadania, Malvina Muszkat, é importante que as duas partes envolvidas mudem a maneira de pensar e de se colocar. “Queremos que as mulheres se fortaleçam, saiam da posição de vitimização. E que os homens expressem suas fragilidades. Em geral, os homens não falam de seus sentimentos. Muitos consideram essa fala como sinal de falta de masculinidade. Trabalhamos com esses homens, estimulando a reflexão deles acerca de suas fraquezas e seus impulsos. Queremos que eles se conscientizem de que há outras formas para se resolver um conflito.”, finaliza a psicóloga.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O que pode ser feito </strong></p>
<p style="text-align:justify;">     Qualquer mulher que tenha sofrido ou sofra algum tipo de violência pode recorrer à lei para ter seus direitos reservados. Existem Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), preparadas para dar assistência psicológica e orientação jurídica.</p>
<p style="text-align:justify;">     Para procurar mais informações ou ajuda, a vítima pode recorrer as Defensorias Públicas, Juizados Especiais, ou buscar alguma Organização Não Governamental (ONG), destinada a este assunto.</p>
<p style="text-align:justify;">     No Distrito Federal, desde 2000, o Tribunal de Justiça criou o Núcleo Psicossocial Forense (NUPS). Ele oferece assessoramento psicossocial para os Juizados Especiais Criminais, nos casos que envolvem violência intrafamiliar. O projeto desenvolve um trabalho pioneiro no contexto jurídico e, atualmente, com a lei “Maria da Penha”, tem servido de referência para outros tribunais brasileiros.  </p>
<p style="text-align:justify;">     Há também como denunciar este crime através dos telefones de delegacias especializadas, mantendo o anonimato. “Além de aceitar como naturais algumas práticas de violência sexual, a sociedade tem medo de envolvimento no crime e não sabe que a denúncia pode ser anônima”, conclui a vice-coordenadora do Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria), Karina Figueiredo. </p>
<p style="text-align:justify;">     Endereços:</p>
<p style="text-align:justify;"> - Delegacia Especial de Atendimento à mulher</p>
<p style="text-align:justify;">EQS, 204/205 – Asa Sul Telefone: (61) 3244-9566 / 3244-3400</p>
<p style="text-align:justify;">- Núcleo Psicossocial Forense (NUPS) do Tribunal de Justiça do DF                  </p>
<p style="text-align:justify;">SRTVS, Quadra 701, Bloco N, Lote 08, 4º andar Brasília – DF</p>
<p style="text-align:justify;"> e-mail: <a href="mailto:sergio.maciel@tjdf.gov.br">sergio.maciel@tjdf.gov.br</a>            </p>
<p style="text-align:justify;">Reportagem escrita por Indira Efel e Rafaela Marrocos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grande Fênix (in memoriam de Neda Soltani)]]></title>
<link>http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/06/23/grande-fenix-in-memoriam-de-neda-soltani/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 02:47:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ebrael Shaddai</dc:creator>
<guid>http://ebraelshaddai.wordpress.com/2009/06/23/grande-fenix-in-memoriam-de-neda-soltani/</guid>
<description><![CDATA[  Vôe Neda,  Nas cinzas do esquecimento Não hás de ficar imersa; A Grande Fênix, Chamada Esperança, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Neda Soltani, mártir pela liberdade no Irã" src="http://image.examiner.com/images/blog/wysiwyg/image/Neda_Agha_Soltani(1).jpg" alt="" width="190" height="233" /></p>
<p> </p>
<h3><span style="color:#0000ff;">Vôe Neda,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;"> Nas cinzas do esquecimento</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Não hás de ficar imersa;</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">A Grande Fênix,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Chamada Esperança,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Persistente,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">A última remanescente</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">De toda Criança,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Te levará ao sublime firmamento,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Sobre um lindo tapete persa.</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;"> </span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Vôe Neda,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Não há buraco, não mais,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Em teu coração de diamante.</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Por ti seguimos, todos, adiante,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Lutando, gritando, pedindo paz.</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Ainda que esperemos a todo instante,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Pelo Navio da Liberdade, grande e possante,</span></h3>
<h3><span style="color:#0000ff;">Por toda a Vida, neste solitário cais.</span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Petição on line - Em defesa da Lei Maria da Penha - Assinem e Divulguem! ]]></title>
<link>http://sapatariadf.wordpress.com/2009/06/23/peticao-on-line-em-defesa-da-lei-maria-da-penha-assinem-e-divulguem/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 14:18:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>sapatariadf</dc:creator>
<guid>http://sapatariadf.wordpress.com/2009/06/23/peticao-on-line-em-defesa-da-lei-maria-da-penha-assinem-e-divulguem/</guid>
<description><![CDATA[Companheiras e compnheiros,   Uma das grandes conquistas do movimento feminista brasileiro nos últim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-style:italic;">Companheiras e compnheiros,</span></span></em><br />
<span style="color:#000000;"><span style="color:black;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-style:italic;">Uma das grandes conquistas do movimento feminista brasileiro nos últimos anos encontra-se ameaçada.</span></span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-style:italic;">A Lei Maria da Penha segue enfrentando dificuldades sérias para a sua implementação efetiva, apos quase três anos em vigor. Além de encontrarmos a barreira de que a criação dos juizados específicos para os julgamentos dos crimes,  desconsiderados como prioridade política na distribuição orçamentária dos estados nos deparamos também agora com a intolerância institucional da justiça criminal, por meio de diversos processos encaminhados ao STF que passam ao largo do texto da Lei 11.340 ao exigirem a representação condicionada das vítimas. </span></span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:inherit;"><span style="font-weight:bold;font-size:12pt;color:black;font-style:italic;font-family:inherit;">A exigência</span></span></em></strong><em><span style="color:#000000;"><span style="color:black;font-style:italic;"> </span></span></em><strong><em><span style="color:#000000;font-family:inherit;"><span style="font-weight:bold;color:black;font-style:italic;font-family:inherit;">da representação</span></span></em></strong><em><span style="color:#000000;"><span style="color:black;font-style:italic;"> nos casos de violência física contra as mulheres (lesão corporal qualificada pela violência doméstica), nega eficácia e desvirtua os propósitos da nova Lei, que considera as relações hierárquicas de gênero, o ciclo da violência e os motivos pelos quais as mulheres são </span></span></em><strong><em><span style="color:#000000;font-family:inherit;"><span style="font-weight:bold;color:black;font-style:italic;font-family:inherit;">obrigadas a “retirar”</span></span></em></strong><em><span style="color:#000000;"><span style="color:black;font-style:italic;"> a queixa: medo de novas agressões, falta de apoio social, dependência econômica, descrédito na Justiça, entre muitos.  </span></span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-style:italic;">Isto significa um enorme retrocesso e pode, paulatinamente, representar a perda destes direitos e um retorno á Lei 9.099, que consagrou a banalização da violência doméstica como crime de menor potencial ofensivo.</span></span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-style:italic;">Vamos assinar e divulgar, basta clicar no link abaixo:</span></span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;color:black;"><a href="http://gopetition.com/online/28830.html" target="_blank"><em><span style="font-style:italic;">http://gopetition.com/online/28830.html</span></em></a></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-weight:bold;font-size:12pt;color:black;"> </span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:small;color:#000000;font-family:Times New Roman;"><span style="font-weight:bold;font-size:12pt;color:black;">Não podemos permitir que nos destituam esta conquista!</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:12pt;">  </span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONVITE: Oficinas de Formação "Descobrindo Caminhos para o Enfrentamento da Violência Contra a Mulher no Distrito Federal"]]></title>
<link>http://sapatariadf.wordpress.com/2009/06/21/convite-oficinas-de-formacao-descobrindo-caminhos-para-o-enfrentamento-da-violencia-contra-a-mulher-no-distrito-federal/</link>
<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 15:31:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>sapatariadf</dc:creator>
<guid>http://sapatariadf.wordpress.com/2009/06/21/convite-oficinas-de-formacao-descobrindo-caminhos-para-o-enfrentamento-da-violencia-contra-a-mulher-no-distrito-federal/</guid>
<description><![CDATA[Carta CFEMEA 068-2009                                                                               ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Carta CFEMEA 068-2009                                                                                               Brasília, 15 de junho de 2009.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-weight:bold;font-size:12pt;font-family:Arial;"> </span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-weight:bold;font-size:12pt;font-family:Arial;">Prezadas Companheiras,</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Dando continuação às reuniões do movimento de mulheres sobre o problema da violência contra a mulher no Distrito Federal, <strong><span style="font-weight:bold;">o CFEMEA vem convidá-la para as Oficinas de Formação “Descobrindo Caminhos para o Enfrentamento da Violência Contra a Mulher no Distrito Federal”.</span></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">O objetivo dessas oficinas é formar um grupo de mulheres para compreenderem a problemática da violência contra a mulher, conhecer as políticas existentes para combatê-la e os caminhos pelos quais os movimentos podem atuar em busca de uma maior efetividade desses mecanismos.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Além disso, espera-se abrir espaço para diálogo com parlamentares atuantes nessa questão e com a mídia; fazer visitas aos serviços de enfrentamento da violência contra as mulheres e aos organismos responsáveis pelo seu desenvolvimento; fazer intercâmbio com organizações de mulheres de outras regiões do país que estão atuando neste campo. A metodologia das oficinas será participativa, com trabalhos em grupo, dinâmicas, jogos etc. e contará com o suporte de estudos sobre a violência no DF, o orçamento mulher no DF, dentre outros. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-weight:bold;font-size:12pt;font-family:Arial;">Serão realizadas três oficinas, cada uma com a duração de um final de semana. Às participantes será oferecido: ajuda para transporte, alimentação durante as oficinas e todo o material didático. Ao final do processo de formação, aquelas que tiverem participado das três oficinas receberão certificado.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Serão disponibilizadas <strong><span style="font-weight:bold;">40 vagas</span></strong>, e para participar nas oficinas é preciso:</span></span></p>
<ol type="1">
<li><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Ter concluído curso fundamental; </span></span></li>
<li><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Ter atuação no movimento popular; </span></span></li>
<li><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Ter 100% de presença nas três oficinas. </span></span></li>
</ol>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-weight:bold;font-size:12pt;font-family:Arial;">A primeira oficina está programada para os dias 3 a 5 de julho de 2009.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-weight:bold;font-size:12pt;font-family:Arial;">Solicitamos que as interessadas preencham a ficha de inscrição (anexa) e enviem para o endereço: <a href="mailto:cfemea@cfemea.org.br" target="_blank">cfemea@cfemea.org.br</a> até o dia 26 de Junho de 2009</span></span></strong><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;">, ou entreguem pessoalmente na sede do CFEMEA (SCS, quadra 02, Bloco C – Edifício Goiás, salas 602/4). </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;">Solicitamos também divulgação para esta convocatória.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;font-family:Arial;"> Saudações feministas,</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:small;font-family:Arial;"><span style="font-weight:bold;font-size:12pt;font-family:Arial;"> Equipe do CFEMEA.</span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diminuição da violência contra a mulher depende de homens e mulheres]]></title>
<link>http://marianaoreiro.wordpress.com/2009/06/18/diminuicao-da-violencia-contra-a-mulher-depende-de-homens-e-mulheres/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 00:11:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>marianaoreiro</dc:creator>
<guid>http://marianaoreiro.wordpress.com/2009/06/18/diminuicao-da-violencia-contra-a-mulher-depende-de-homens-e-mulheres/</guid>
<description><![CDATA[Psicólogos e ONGS acreditam no trabalho com casais para “desnaturalizar” agressões A Assembléia Gera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Psicólogos e ONGS acreditam no trabalho com casais para “desnaturalizar” agressões</em></p>
<p>A Assembléia Geral das Nações Unidas, em dezembro de 1993, apontou fatores culturais, preconceituosos e temporais como as principais causas da violência contra a mulher. “Relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres é que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres pelos homens”, diz a Declaração sobre a Eliminação da Violência contra as Mulheres desta assembléia.</p>
<p>Sérgio Barbosa, da ONG Pró-Mulher, Família e Cidadania, que trabalha na redução dos casos de agressão à mulher, também afirma que a cultura da sociedade gera e estabelece como normal a violência. “Nas oficinas com homens, percebemos que a ‘identidade masculina’ vê a violência como algo quase natural, quase como sinônimo de masculinidade. O objetivo do nosso trabalho é ‘desnaturalizar’ essa violência que vai desde obrigar a companheira a servir a comida até ter relações sexuais forçadas”, conta.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Em pesquisa realizada pelo Ibope e pelo Instituto Avon em 2009, a questão cultural e o álcool são apontados pela população como principais motivadores de agressões contra a mulher. Para 36% dos entrevistados, “o homem brasileiro é muito violento/se considera ‘dono da mulher’” e 38% indica o alcoolismo como impulsionador das agressões.</p>
<p>O pensamento também é seguido pelo psicólogo Fernando Acosta, que acredita haver uma geração de homens educados de uma maneira que banaliza um ato violento. “A violência é tão corriqueira que muitos homens não a identificam. É uma geração que foi criada para não levar desaforo para casa”, disse ele em entrevista à revista <em>Isto É</em> no ano de 2004.</p>
<p>A Lei Maria da Penha, ou Lei Federal n° 11.340, foi sancionada em 2006 pelo presidente Lula e tem como função “coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher”. Segundo a pesquisa Ibope/Avon, 44% das pessoas entrevistadas acreditam que a medida já está tendo efeito e ajudará no combate à violência doméstica. Mas a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) revela que, apesar da redução de 47% no número de lesões corporais contra as mulheres, a média de agressões se manteve a mesma desde a aprovação há três anos.</p>
<p>A nova regra leva o nome da farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes que, após seis anos sofrendo agressões e tentativas de assassinato por parte do marido, ficou paraplégica. A Lei garante mais segurança e proteção às mulheres e impõem penas mais severas aos agressores. “É vedada a aplicação, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, de penas de cesta básica ou outras de prestação pecuniária, bem como substituição de pena que implique o pagamento isolado de multa”, diz o artigo 17 da Lei.</p>
<p>Contudo, Sandra Unbehaum, da ONG Ecos – Comunicação em Sexualidade, fala que a prisão não é a única solução e crê no trabalho com homens e mulheres para redução dos casos. “Para prevenir as DSTs, a gente tem um instrumento: a camisinha. Para prevenir a violência, a gente faz o que? Não dá para pôr todo mundo na cadeia. Então temos que encontrar novas saídas. Uma delas é mostrar a violência doméstica na mídia. Isso irá estimular que as pessoas pensem. Homens e mulheres precisam encontrar caminhos para a resolução de conflito”, diz a socióloga e coordenadora da ONG, que defende os direitos sexuais e reprodutivos de mulheres, jovens e adolescentes.</p>
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