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	<title>vygotsky &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/vygotsky/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "vygotsky"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:18:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O que faz um colégio ser bom no ENEM?]]></title>
<link>http://germinai.wordpress.com/2009/11/12/o-que-faz-um-colgio-ser-bom-no-enem/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 00:20:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Antonio Küller</dc:creator>
<guid>http://germinai.wordpress.com/2009/11/12/o-que-faz-um-colgio-ser-bom-no-enem/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Em post anterior, discutindo uma tabela publicada no jornal Folha de São Paulo em: Melhores c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p>Em post anterior, discutindo uma tabela publicada no jornal Folha de São Paulo em: <span style="color:#0000ff;"><strong><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj1309200901.htm">Melhores colégios tem até 50 candidatos por vaga</a>,</strong></span> concluímos  que os colégios são bem colocados porque selecionam os melhores alunos já no início do Ensino Médio. A seleção se faz por meio de exames de admissão e/ou através da condição sócio-econômica dos candidatos. Os colégios são tão bons quanto os alunos que os frequentam.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Em outro post, <span style="color:#0000ff;"><strong><a href="http://germinai.wordpress.com/2009/09/16/resultados-do-enem-e-mudancas-no-ensino-medio/">Resultados do ENEM e Mudanças no Ensino Médio</a></strong></span> , perseguindo a relação entre a inovação na arquitetura escolar e os resultados do ENEM, fizemos uma busca no google/imagens e nos sites dos 10 colégios mais bem classificados no Brasil, tendo como referência o ENEM de 2008. Constatamos que eles não inovam na arquitetura escolar e que provavelmente também não são inovadores na metodologia de ensino que adotam.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Usando os mesmos recursos de pesquisa vamos investigar os 10 “melhores” colégios paulistas. Nesta busca, estamos tentendo responder à seguinte pergunta: os colégios paulistas mais bem classificados no ENEM inovam na arquitetura escolar ou na metodologia que adotam,</p>
<p>&#160;</p>
<p>Inicialmente, estudamos os dois primeiros colocados: <span style="color:#0000ff;"><strong><a href="http://germinai.wordpress.com/2009/09/30/o-que-faz-um-colgio-ser-melhor-no-enem/">Vértice e Bandeirantes</a></strong></span>. Neste post vamos investigar os colégios classificados em terceiro e quarto lugares: O<span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><strong> <a href="http://www.escolamobile.com.br/">Colégio Móbile</a> </strong></span></span>e o CEFET/SP, hoje <span style="color:#0000ff;"><strong><a href="http://www.ifsp.edu.br/lwp/workplace/!ut/p/.cmd/cs/.ce/7_0_A/.s/7_0_B7D/_th/J_0_9D/_s.7_0_A/7_0_B7D/_s.7_0_A/7_0_B7D">IFSP</a> </strong></span>(Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia).</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Colégio Móbile</strong></p>
<p>Apresentamos abaixo o que de mais significativo encontramos no Colégio Móbile sobre arquitetura escolar e e metodologia de ensino.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Externamente, o prédio do Colégio Móbile é  muito bonito. O prédio do Ensino Médio foi projetado pelo arquiteto Paulo Sofhia e premiado na III Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O projeto pedagógico é tratado de forma mais extensiva do que o comum dos projetos de escolas particulares. Entretanto, sobre metodologia ele é meio evasivo. O textos citados abaixo, retirados do site do colégio, são os mais representativos que encontramos sobre metodologia e sobre a arquitetura esolar interna.</p>
<p>&#160;</p>
<p><img style="display:inline;margin:5px 15px 0 0;" src="http://www.escolamobile.com.br/Imagens/ilustracoes/proposta01.jpg" alt="" align="left" />“Crianças e adolescentes se convertem em sujeitos ativos do processo de aprendizagem quando despertados para o prazer e a responsabilidade de aprender. Essa atitude participativa é o ponto de partida indispensável para desenvolver a capacidade de pensar, de discriminar valores, de cooperar, de ter a habilidade de se adaptar às novas exigências do grupo e do meio.”</p>
<p>&#160;</p>
<p>“O conceito básico das salas de aula é o de sala-ambiente. Os alunos &#8211; e não os professores &#8211; mudam de espaço, conforme o horário de cada série. Isso possibilitará que cada sala tenha a melhor estrutura para o ensino das disciplinas. Da mesma forma, as disciplinas de Química, Física e Biologia têm seus próprios laboratórios, com aproximadamente 100 metros quadrados de área cada um. A sala de Informática com equipamentos modernos, uma sala de artes, um teatro, uma biblioteca multimídia e uma quadra poliesportiva completam os recursos disponíveis para o aluno do Ensino Médio.”</p>
<blockquote><p> <img class="alignright" src="http://www.escolamobile.com.br/plano_diretor/img/laboratorio_01.jpg" alt="" width="365" height="365" align="right" /></p></blockquote>
<p>As fotos a seguir mostram dois desses ambientes.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Observe que este primeiro, na foto ao lado, não está organizado de forma a estimular a referida atitude participativa.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.escolamobile.com.br/plano_diretor/img/laboratorio_04.jpg" alt="" width="365" height="365" align="left" /></p>
<p>Uma  segunda foto de uma  dessas salas ambientes mostra um arranjo físico mais compatível com a atitude participativa prevista na proposta pedagógica do Colégio.</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.escolamobile.com.br/atualizacao_julho2007/img_2007/119.jpg" alt="" align="right" /></p>
<p>Não vimos fotos de salas convencionais ou pelo menos fotos de salas denominadas assim.</p>
<p>&#160;</p>
<p>No entanto, a foto com o professor conversando com o aluno, também extraída do site, mostra um arranjo (em auditório) convencional e deixa uma dúvida. Não seriam todas as salas de aula convencionais organizadas dessa maneira<strong>.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>IFSP (unidade da capital)</strong></h4>
<p>Ao contrário das escolas privadas, a única escola pública na lista dos dez colégios mais bem classificados no ENEM, em seu site, não dá muita importância às fotos. Assim, não temos foto de sala de aula a mostrar. A pequisa de imagens no Google também não permitiu identificar fotos que fossem de salas de aula da antiga Escola Técnica Federal de São Paulo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Também ao contrário das escolas particulares, o site dedica 15 páginas de texto à proposta pedagógica da instituição de ensino. É a primeira vez que vemos textos claros e detalhados sobre a metodologia de ensino proposta. Como exemplo:</p>
<blockquote><p>“Assim, o estudante é estimulado, via rotineiras e diversificadas metodologias problematizadoras, mediadas pelo outro e pela cultura, aprende a ser, aprende a conviver, aprende a fazer e aprende a aprender.</p>
<p><img style="display:inline;margin:0 0 0 25px;" src="http://www.cursinhofeausp.org/imagens/cefet-sp_clip_image002.jpg" alt="" width="350" height="263" align="right" /> Esse paradigma de aprendizagem se ancora também nos pressupostos vygotskyanos, quer por considerar o aprendizado como um processo eminentemente social, quer por ressaltar a influência da cultura e das relações sociais na formação dos processos mentais superiores.</p>
<p>Opondo-se às teorias inatistas e ambientalistas, crê num sujeito histórico interferente e produtivo, onde:<br />
- A consciência nasce da atividade prática e é construída pela interação homem-mundo, mudando de acordo com as mudanças sociais.<br />
- A interação sujeito-objeto é mediada pelo uso de signos.<br />
- A internalização dos signos desenvolve as funções mentais superiores.<br />
- A apropriação do conhecimento se dá por um processo ativo do indivíduo em suas relações de trocas com o meio e o outro.<br />
- A aprendizagem é processo social, caracterizada pelas multi inter-relações entre o sujeito e o meio.<br />
- A linguagem no interior dos grupos é básica por exercer a função mediadora, ampliando as relações sociais e da apreensão da experiência humano- social.”</p>
<p>&#160;</p>
<p>Na ausência de fotos, postamos uma tabela que resume a infra-estrutura do IFSP (unidade da capital):</p></blockquote>
<table style="height:474px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="473">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-left:60px;" colspan="2" width="576" valign="top">NFRA-ESTRUTURA FÍSICA &#8211; UNIDADE SÃO PAULO</td>
</tr>
<tr style="padding-left:90px;">
<td width="336" valign="top">Ambientes Didáticos</td>
<td width="240" valign="top">Quantidade</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Salas de Aula Tradicionais</td>
<td width="240" valign="top">59</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Auditório</td>
<td width="240" valign="top">03</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Salas de Projeção</td>
<td width="240" valign="top">05</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Biblioteca Multi-Área</td>
<td width="240" valign="top">01</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratórios de Informática Integrados em Rede Internet</td>
<td width="240" valign="top">16</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Salas de Desenho</td>
<td width="240" valign="top">07</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratórios de Física, Química e Biologia</td>
<td width="240" valign="top">06</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratórios de Geografia e Redação</td>
<td width="240" valign="top">06</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratórios de Construção Civil</td>
<td width="240" valign="top">08</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratórios de Eletrotécnica</td>
<td width="240" valign="top">07</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratórios de Eletrônica e Telecomunicações</td>
<td width="240" valign="top">07</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratórios de Mecânica:</td>
<td width="240" valign="top">10</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratórios de Automação</td>
<td width="240" valign="top">04</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Célula de Manufatura</td>
<td width="240" valign="top">01</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Oficinas de Praticas Profissionais de Eletrônica, Eletrotécnica e Telecomunicações.</td>
<td width="240" valign="top">03</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Oficinas de Produção Mecânica de Tornearia, Frenagem, Retificadora e Maquinas Especiais</td>
<td width="240" valign="top">04</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Oficinas de Produção Mecânica de Soldas Elétricas e Oxiacetileno</td>
<td width="240" valign="top">02</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratórios de Turismo</td>
<td width="240" valign="top">01</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Laboratório de Educação Musical</td>
<td width="240" valign="top">01</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Ateliê de Artes</td>
<td width="240" valign="top">01</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Estúdio de Rádio e TV</td>
<td width="240" valign="top">01</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Pista de Atletismo</td>
<td width="240" valign="top">01</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Campo de Futebol</td>
<td width="240" valign="top">01</td>
</tr>
<tr>
<td width="336" valign="top">Quadras Poli &#8211; Esportivas</td>
<td width="240" valign="top"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal" style="margin:5pt 0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:5pt 0;">Observe-se que a tabela informa a existência de 59 salas tradicionais. Quase apostamos que elas estão, na maior parte do tempo, no formato de auditório. Somadas ao auditório propriamente dito e às 5 salas de projeção temos  um total de 65 salas em formato de auditório. As demais, ao todo 88, certamente não estão organizadas assim.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:5pt 0;"> </p>
<p>Pela primeira vez encontramos um colégio, dentre os que vão bem no ENEM, que valoriza a metodologia ativa e que tem a maioria das salas de aula organizadas em formatos não-tradicionais.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Poderíamos concluir que metodologias e espaços mais modernos de ensino não são incompatíveis com o sucesso no ENEM. Infelizmente nos lembramos a tempo que, nos exames seletivos para o ingresso IFSP, concorrem 50 candidatos por uma vaga. Também nos recordamos que a mensalidade no Ensino Médio do Móbile supera os R$ 1.700,00. Isso repesenta muito mais que o salário médio no Brasil.</p>
<p>&#160;</p>
<p>De fato o ENEM não discrimina nem seleciona. Quanto ele acontece na vida escolar da população estudantil brasileira a seleção já foi feita.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agradecimento]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/11/10/agradecimento/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:26:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/11/10/agradecimento/</guid>
<description><![CDATA[Publiquei uma série de 5 artigos sobre o pensamento de Vigotski. Houve uma participação muito grande]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jobertosales.wordpress.com/files/2009/11/imagem-1-0031.jpg"><img src="http://jobertosales.wordpress.com/files/2009/11/imagem-1-0031.jpg?w=216" alt="" title="imagem 1 003" width="216" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-518" /></a></p>
<p>Publiquei uma série de 5 artigos sobre o pensamento de Vigotski. Houve uma participação muito grande das pessoas, comentando diferentes aspectos abordados por esses artigos.</p>
<p>Quero agradecer a todos - também os que fizeram leitura, mas não comentaram - que participaram, muitos dos quais tendo que fazer um esforço extra para participar pois não possuem acesso à internet.</p>
<p>Com toda essa participação construímos um grande diálogo virtual muito interessante.</p>
<p>Obrigado a todos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zona de Desenvolvimento Proximal (I)]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-i-2/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 23:33:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-i-2/</guid>
<description><![CDATA[Introdução Dando seqüência à série de artigos sobre o pensamento de Vygotsky, falaremos hoje sobre d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jobertosales.wordpress.com/files/2009/10/esquema-da-aprendizagem.jpg"><img src="http://jobertosales.wordpress.com/files/2009/10/esquema-da-aprendizagem.jpg" alt="" title="esquema da aprendizagem" width="350" height="279" class="aligncenter size-full wp-image-493" /></a></p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Dando seqüência à série de artigos sobre o pensamento de Vygotsky, falaremos hoje sobre dois importantes conceitos desse autor: a Aprendizagem e a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP). Além disso, desenvolveremos algumas idéias sobre o papel do professor em uma perspectiva vigotskiana.</p>
<p>Vigotski compreende que a escola é uma instituição chave no desenvolvimento do indivíduo, justamente porque é nela que ele dá o passo fundamental para a formação de sua consciência semiótica ao aprender com o professor o conhecimento acumulado pela experiência humana, de forma sistemática (“conceitos científicos”), superando, assim, pré-conceitos adquiridos na interação social cotidiana e pré-escolar.</p>
<p>Para Vygotsky, a aprendizagem é condição para o desenvolvimento. Se na escola ele supera pré-conceitos e aprende novos conceitos, então o indivíduo se desenvolve intelectualmente na medida em que expande sua capacidade de memória, de atenção, de percepção, de pensamento e de linguagem, enfim, expande sua consciência semiótica, qualificando-se mais para a interação social. Portanto, a tarefa central da escola é a aprendizagem.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zona de Desenvolvimento Proximal (II)]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-ii/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 23:30:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-ii/</guid>
<description><![CDATA[Conceito Mas o que é a aprendizagem? E como ela ocorre? Para responder a essas perguntas Vigotski fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Conceito</strong></p>
<p>Mas o que é a aprendizagem? E como ela ocorre? Para responder a essas perguntas Vigotski formulou o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP). Segundo esse autor, é preciso considerar que todo indivíduo, numa situação de aprendizagem, já possui um certo nível de desenvolvimento, que lhe dá uma capacidade de resolver um problema de forma autônoma, sem o auxílio de outra pessoa. Significa dizer que ele tem uma <strong>Capacidade Real (CR),</strong> “já sabe alguma coisa”. Ao mesmo tempo, ele possui também alguma capacidade de resolver um problema com auxílio de outra pessoa, tem uma <strong>Capacidade Potencial (CP)</strong>. Seria parecido com a seguinte situação: um bebê engatinha. Ele já tem uma capacidade real de se movimentar sozinho. Não anda, mas é óbvio que possui um potencial para tal. A mãe, sabendo disso, o auxilia, agarrando suas mãos, colocando-o de pé e estimulando-o a andar, o que acaba ocorrendo.  </p>
<p>A Zona de Desenvolvimento Proximal é a ‘diferença’, o ‘espaço’, a ‘distância’, entre esses dois níveis de capacidade do indivíduo. Nas palavras de Vygotsky: “Em qualquer área, a criança tem um nível evolutivo <span style="text-decoration:underline;">real</span> que pode ser avaliado quando ela é individualmente testada, e um <span style="text-decoration:underline;">potencial</span> imediato para o desenvolvimento naquela área. A diferença entre os dois níveis é a zona de desenvolvimento proximal.”</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zona de Desenvolvimento Proximal (III)]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-iii/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 23:27:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-iii/</guid>
<description><![CDATA[A Aprendizagem Uma vez definida a ZDP, pode-se conceituar a aprendizagem como um processo de aquisiç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>A Aprendizagem</strong></p>
<p>Uma vez definida a ZDP, pode-se conceituar a aprendizagem como um processo de aquisição de conhecimento que ocorre na ZDP e somente nela, pois não há aprendizado daquilo que já se sabe, que já faz parte do repertório de conhecimento do indivíduo; assim como ninguém aprende o que está muito além de seu potencial.</p>
<p>A aprendizagem, necessariamente, envolve a relação entre o aprendiz (o aluno) e o professor, numa <strong>interação social dialógica</strong>, que deve ter o seguinte resultado: aquilo que, em certo momento, o aluno somente consegue fazer com o auxílio do professor, num momento posterior será capaz de fazer sozinho. Em outras palavras, o aluno transforma, com a assistência do professor, sua capacidade potencial de aprender em capacidade real, passando a dispensar a ajuda do assistente, ou do suporte.</p>
<p>Conforme Vygotsky: “A idéia central é a seguinte: o que hoje se realiza com assistência, ou com auxílio de pessoas mais especializada no domínio em questão, no futuro se realizará com autonomia sem necessidade de dita assistência”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zona de Desenvolvimento Proximal (IV)]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-iv/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 23:24:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-iv/</guid>
<description><![CDATA[Professor: Assitente/Suporte e características O professor, como está claro, exerce um papel chave n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Professor: Assitente/Suporte e características</strong></p>
<p>O professor, como está claro, exerce um papel chave nesse processo: ele dá assistência, auxilia, enfim, promove o <span style="text-decoration:underline;">desempenho assistido</span> do aluno na Zona de Desenvolvimento Proximal. Alguns autores falam dessa assistência como suporte, que teriam as seguintes características:</p>
<p>1) ajustável – o suporte ou a assistência deve estar de acordo com o nível de competência do sujeito menos especializado;</p>
<p>2) Temporal – A assistência ocorre em um lapso temporal. Se o suporte/assistência for constante (crônica) não proporciona a autonomia do desempenho.</p>
<p>3) Audível e visível – para que se desenvolva um controle gradual de resolução das atividades no sujeito menos especializado, ele deve ser consciente de que é assistido ou auxiliado na execução da atividade. Deve conhecer que os avanços aos quais tem acesso são produto de uma atividade intersubjetiva, que, assim, passa a fazer sentido para ele.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zona de Desenvolvimento Proximal (V)]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-i/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 23:07:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/10/21/zona-de-desenvolvimento-proximal-i/</guid>
<description><![CDATA[Assimetria e base dialógica Finalmente outra característica muito importante: Reconhece-se existir n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Assimetria e base dialógica</strong></p>
<p>Finalmente outra característica muito importante: Reconhece-se existir na assistência e/ou suporte, uma assimetria na relação professor aluno. Isso é algo inevitável na ZDP. Mas, é próprio do ensino, também, o compartilhamento do conhecimento que acontece sempre com base no diálogo. Como diz um autor:</p>
<p>A participação em diálogos produz um modelo que permitirá aos novatos adotar os objetivos e os valores próprios da aprendizagem.<span id="_marker"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:11pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PACOTÃO PEDAGÓGICO (O IIº)!!!]]></title>
<link>http://guethosdosol.wordpress.com/2009/10/17/pacotao-pedagogico-o-ii%c2%ba/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 21:34:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Francisco Mattos</dc:creator>
<guid>http://guethosdosol.wordpress.com/2009/10/17/pacotao-pedagogico-o-ii%c2%ba/</guid>
<description><![CDATA[Já estou enviando aos companheiros blogados no &#8220;guethosdosol&#8221; o IIº pacote pedagógico. E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Já estou enviando aos companheiros blogados no &#8220;guethosdosol&#8221; o IIº pacote pedagógico. E]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Assistance in Learning: Scaffolding and Modeling]]></title>
<link>http://otjourney.wordpress.com/2009/10/05/assistance-in-learning-scaffolding-and-modeling/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 05:59:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>christiekiley</dc:creator>
<guid>http://otjourney.wordpress.com/2009/10/05/assistance-in-learning-scaffolding-and-modeling/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Well-meant protectiveness gradually undermines any autonomy.&#8221; * In occupational therapy]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Well-meant protectiveness gradually undermines any autonomy.&#8221; *</p>
<p>In occupational therapy, it is our job to help people reach their goals of becoming more independent in every day life.  I think the above quote is important because it reminds us that if we help people for too long, without allowing them a chance to try for themselves because we want to protect them from failure, we may actually end up doing them more harm than good.</p>
<p>While I&#8217;m sure there are many techniques out there that instructors can use to assist learners without undermining their autonomy, I have two favorites: scaffolding and modeling.</p>
<p>(1) <a href="http://projects.coe.uga.edu/epltt/index.php?title=Scaffolding" target="_blank"><strong>Scaffolding</strong></a> is a technique that gets a lot of attention in the realms of education and child development.  Essentially, it acts as <strong>a </strong><strong>bridge between what learners can already do and what they can&#8217;t yet do on their own.</strong> The instructor is encouraged to offer assistance to a learner only in the area that is not yet mastered.  Mistakes are expected, and the instructor can respond to them with positive feedback about how to improve.  Once the skill is nearly mastered, then the instructor can begin to fade out the assistance being given so that the learner can proceed to perform the newly learned skill on his or her own.  There are many strategies for effectively facilitating a scaffolded approach, and both the learner and instructor need to make sure that the target skill is neither too easy nor too hard, so that they will be presented with the &#8220;just right&#8221; challenge.  The concept of scaffolding relates to Vygotsky&#8217;s &#8220;Zone of Proximal Development&#8221; (ZPD).  The ZPD is the distance between what a learner can actually do by him/herself, and what the learner can do with the help of a more knowledgeable adult or peer.  As people learn, their ZPD is constantly shifting to adjust to their newly learned skills.</p>
<p>It seems obvious how scaffolding relates to occupational therapy, but I think it is something that is easy to lose sight of as life moves forward at a rapid pace.  Whether it is an OT who is teaching a child how to properly hold a pencil and write his name, or who is helping a stroke survivor learn how to independently feed herself, scaffolding is one of those concepts that I believe will never get old.  It is meant to enable people&#8217;s abilities, and if our job as occupational therapists is to give power to those who are working to gain it, then I believe scaffolding can be one of our most potent tools.</p>
<p>(2) <a href="http://psychology.about.com/od/developmentalpsychology/a/sociallearning.htm" target="_blank"><strong>Modeling</strong></a> is a concept taken from Albert Bandura&#8217;s Social Learning Theory in the 1970&#8217;s.  Without going into too much detail, Social Learning Theory has been one of the most influential theories about learning, and it states that <strong>learning through observation is one of the most powerful ways in which we learn</strong>, and that it can account for many types of behavior.  This theory informs many fields, including sport psychology (to which I devoted much of my undergraduate experience), where some observational learning techniques may include watching a coach or another athlete perform a skill well (either in person or on video), watching a video of oneself performing a skill well, or visualizing oneself doing a skill perfectly.  These are all techniques that lend themselves to learning through observation (real or imagined).   Additionally, my pediatric development class in OT school has taught me that, in the second year of life, children learn mostly through observation and imitation (as opposed to exploration, as they do in their first year of life).  I&#8217;m sure you could think of several other instances &#8211; as could I &#8211; in which observational learning is a viable mode of attaining or improving a new skill.</p>
<p>In the world of occupational therapy, I think that modeling can be used as part of a scaffolding approach to teaching new skills.  Perhaps, if you as an occupational therapist are trying to teach someone how to use a walker, and he or she is having a difficult time following verbal instructions, modeling can be used to show the proper technique.  Or if you want to teach someone a safer position in which to sleep due to recent hip surgery, and it&#8217;s too complicated to describe with words, simply modeling the appropriate position can be a powerful teaching tool.  Simply stated, modeling can succeed where words fail.  That&#8217;s not to say that verbal instructions are useless.  But modeling proper behavior is a powerful technique that can be used as the foundation for many important teaching moments.</p>
<p>As an OT student, in my eagerness to learn how to help people become more independent in their everyday lives, I know it will be important to remember that well-meant protectiveness can gradually undermine autonomy.  This doesn&#8217;t mean that I have to resist temptation to help people when it seems that they&#8217;re struggling.  It simply means that I need to be mindful of the process through which they are moving as well as the strategies that I am implementing in order to help them attain their goal.</p>
<p>*The opening quote was taken from page 87 of Ellen J. Langer&#8217;s 1989 book, <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.amazon.com/Mindfulness-Ellen-J-Langer/dp/0201523418/ref=sr_1_2?ie=UTF8&#38;s=books&#38;qid=1254722480&#38;sr=1-2" target="_blank">Mindfulness</a></span>.  A Harvard psychologist, she explores the definitions and implications of living both mindlessly and mindfully.  Because of its detrimental effects, well-meant protectiveness which gradually undermines autonomy, then, is seen to be an indication of mindlessness.  More to come on this topic.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vigotski: a sociabilidade primária]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/28/vigotski-a-sociabilidade-primaria/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 18:15:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/28/vigotski-a-sociabilidade-primaria/</guid>
<description><![CDATA[Em continuação à divulgação do pensamento de Vigotski publicamos hoje o tema da ‘sociabilidade primá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jobertosales.wordpress.com/files/2009/09/vygotsky1.jpg"><img src="http://jobertosales.wordpress.com/files/2009/09/vygotsky1.jpg?w=227" alt="" title="vygotsky" width="227" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-499" /></a></p>
<p>Em continuação à divulgação do pensamento de Vigotski publicamos hoje o tema da ‘sociabilidade primária’ que deve ser lido junto com os seguintes textos: <a title="Link Permanente para O alfabeto vigotskiano – introdução" rel="bookmark" href="http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/o-alfabeto-vigotskiano-%e2%80%93-introducao/">O alfabeto vigotskiano – introdução</a>, <a title="Link Permanente para Cultura e consciência humana" rel="bookmark" href="http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/cultura-e-consciencia-humana/">Cultura e consciência humana</a>, <a title="Link Permanente para Funções psicológicas superiores e interação social" rel="bookmark" href="http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/funcoes-psicologicas-superiores-e-interacao-social/">Funções psicológicas superiores e interação social</a>, <a title="Link Permanente para O pensamento prático" rel="bookmark" href="http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/o-pensamento-pratico/">O pensamento prático</a>, <a title="Link Permanente para O pensamento simbólico" rel="bookmark" href="http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/o-pensamento-simbolico/">O pensamento simbólico</a>, <a title="Link Permanente para A linguagem" rel="bookmark" href="http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/a-linguagem/">A linguagem</a>, <a title="Link Permanente para Linguagem e cultura, aprendizagem e desenvolvimento" rel="bookmark" href="http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/linguagem-e-cultura-aprendizagem-e-desenvolvimento/">Linguagem e cultura, aprendizagem e desenvolvimento</a>.</p>
<p>“Para Vigotski o ser humano se caracteriza por uma sociabilidade primária”. Essa proposição encontra-se no artigo <em>Teoria do desenvolvimento mental e problemas da educação</em>, (publicado pela Revista Perspectivas, vol.XXIV, 1994 – Unesco), disponível no site <a href="http://www.centrorefeducacional.com.br/vydesmen.htm">http://www.centrorefeducacional.com.br/vydesmen.htm</a>.</p>
<p>Mas, o que significa &#8217;sociabilidade primária&#8221;? O mesmo artigo dá uma pista quando diz que o psicólogo Henri Wallon compartilha dessa idéia ao dizer: “o indivíduo é geneticamente social” [idem].</p>
<p>Podemos dizer, então, que ‘sociabilidade primária’ é a orientação inata do indivíduo para a convivência social resultante da própria evolução humana, da filogênese.</p>
<p>Segundo o mencionado artigo, essa orientação é geneticamente determinada:</p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:115%;font-family:&#34;">&#8220;Atualmente, pode-se afirmar que a tese de uma sociabilidade primária, e, em parte, geneticamente determinada, possui quase um estatuto de fato científico estabelecido como resultado da convergência de duas correntes de investigação: por um lado, as investigações biológicas, como as relativas ao papel que desempenha a sociabilidade na antroprogênese; por outro lado, as recentes investigações empíricas sobre o desenvolvimento social da primeira infância que demonstram amplamente a tese de uma sociabilidade primária e precoce&#8221; (idem, idem).</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:115%;font-family:&#34;"> </span>Essa sociabilidade primária ‘conduz’ a criança para a interação social, ‘desejada’ também pelo adulto <strong>que tem interesse </strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>em possibilitar a sua aprendizagem e o seu desenvolvimento</strong>. Assim, conclui-se que, </span></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 -.05pt 0 2cm;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>Por origem e por natureza o ser humano não pode existir nem experimentar o desenvolvimento próprio de sua espécie como uma ilha isolada, tem necessariamente seu prolongamento nos demais; de modo isolado não é um ser completo (idem, idem).</strong></span></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 -.05pt 0 0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 -.05pt 0 0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Integrated Approach to Learning ]]></title>
<link>http://ed470fall2009.wordpress.com/2009/09/18/integrated-approach-to-learning/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 16:18:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>literacies314</dc:creator>
<guid>http://ed470fall2009.wordpress.com/2009/09/18/integrated-approach-to-learning/</guid>
<description><![CDATA[&quot;scaffolding&quot; &quot;formal instruction&quot; Pappas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_25" class="wp-caption alignleft" style="width: 113px"><img class="size-full wp-image-25" title="images-1" src="http://ed470fall2009.wordpress.com/files/2009/09/images-1.jpg" alt="&#34;scaffolding&#34;" width="103" height="130" /><p class="wp-caption-text">&#34;scaffolding&#34;</p></div>
<div id="attachment_26" class="wp-caption alignleft" style="width: 101px"><img class="size-full wp-image-26" title="images" src="http://ed470fall2009.wordpress.com/files/2009/09/images.jpg" alt="&#34;constructivism&#34;" width="91" height="122" /><p class="wp-caption-text">&#34;formal instruction&#34;</p></div>
<div id="attachment_27" class="wp-caption alignleft" style="width: 117px"><img class="size-full wp-image-27" title="images-3" src="http://ed470fall2009.wordpress.com/files/2009/09/images-32.jpg" alt="Pappas" width="107" height="137" /><p class="wp-caption-text">Pappas</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Society Represented by the gift of the Venn Diagram]]></title>
<link>http://worldofsheds.wordpress.com/2009/09/07/society-represented-by-the-gift-of-the-venn-diagram/</link>
<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 21:34:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Doctor Angel</dc:creator>
<guid>http://worldofsheds.wordpress.com/2009/09/07/society-represented-by-the-gift-of-the-venn-diagram/</guid>
<description><![CDATA[A Diagram to represent attitudes towards innovation Diagrams are handy ways to understand things wit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_94" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><img class="size-large wp-image-94 " title="Venn diagram" src="http://worldofsheds.wordpress.com/files/2009/09/venn-diagram.jpg?w=1024" alt="A Diagram to represent attitudes towards innovation" width="614" height="434" /><p class="wp-caption-text">A Diagram to represent attitudes towards innovation</p></div>
<p>Diagrams are handy ways to understand things with few words.  I like to scaffold, with the clever use of diagrams, the public&#8217;s view of modern soceity using Vygotsky&#8217;s idea of the Zone of Proximal development.  Vygotsky was a crazy cat.  He spent most of his time larking around on building sites and not enough time being a psychologist.  He became obsessed with builders, and more importantly, scaffolding.  We&#8217;ve all been there.  we&#8217;ve all known that desperate feeling on a saturday night when we find ourselves intoxicated, and locked in a steely embrace with an item related to the construction industry.  When will society learn?  NOW!</p>
<p>Here, I present to you a Venn Diagram depicting attitudes towards the industrial revolution&#8217;s major innovations.  As you can see, the majority of society own a ped-egg. Fewer own a JML flameless candle, and even fewer own a Rap&#8217;tou. However, a large amount of Rap&#8217;Tou owners own BOTH a ped-egg and a JML Flameless candle.  This shows Rap&#8217;tou owners, whilst being a minority, are the most forward thinking of folk.  The diagram also clearly depicts that neither Ped-Egg owners, JML Flameless candle owners and Rap&#8217;Tou owners DO NOT own the Ottoman Empire.</p>
<p>I trust that has cleared things up for you.  Any questions?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Which theory are you?]]></title>
<link>http://primarypgce.wordpress.com/2009/09/04/which-theory-are-you/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 17:33:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>steppers</dc:creator>
<guid>http://primarypgce.wordpress.com/2009/09/04/which-theory-are-you/</guid>
<description><![CDATA[Been looking at learning theories today and discussing the affects they have on children in schools ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-33" title="Vygotsky" src="http://primarypgce.wordpress.com/files/2009/09/vygotsky4.jpg?w=108" alt="Vygotsky" width="108" height="150" />Been looking at <strong>learning theories</strong> today and discussing the affects they have on children in schools and how it has shaped teachers.<!--more--><strong>Vygotsky, Piaget, Gardner and Skinner;</strong> no it is not the panel from Mock The Week but the most influential theorists in the last 120 years.  We discussed how theories like Behaviourist, Humanist, Constructivism and Social Constructivism can be seen in todays classrooms and at home but how much should we each take form them when it comes to developing our own pedagogies?  I had little knowledge of all 4 of these, as they were only briefly touched on during my degree at university (don&#8217;t get me started!), however the session today really opened up my mind to the beliefs, advantages and disadvantages to each.  Certainly each one of these has their own positives and negatives, as no system is perfect, however, I can see the modern Humanist view really opens up to the curriculum to cross-curricular lessons and believes strongly in providing children with the vital aspects of a healthy well-being,which can lead to a good education.  The ECM (Every Child Matters) document is also aimed towards improving a child&#8217;s well-being, health and learning environment, creating access to education for all children.</p>
<p>In Scandinavia I was amazed to hear that it is the teachers and the learning environment itself which are assessed and not the children.  The government try to ensure if the learning environment is at its best then the children will gain the most out of their education. FANTASTIC!  Why add pressure to our own children with SATS and other 11+ exams when their education is likely affected by cramped schools, no access to nature, not enough resources to enjoy sports and the arts.</p>
<p>What do you think?  Are you in favour of any particular theory? Use pieces from all of them?  Let me know.  Have a &#8216;rant&#8217; if necessary!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O alfabeto vigotskiano – introdução ]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/o-alfabeto-vigotskiano-%e2%80%93-introducao/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:40:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dedicado à Tânia R. C. O pensamento de Vigotski foi forjado na década de 20 e metade da década de 30]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>Dedicado à Tânia R. C.</em></p>
<p>O pensamento de Vigotski foi forjado na década de 20 e metade da década de 30 do século XX e, provavelmente, seja o mais discutido nesse inicio do século XXI, no âmbito da psicologia da educação. Ele morreu em 1934 e seu livro mais importante, <span style="text-decoration:underline;">Pensamento e Linguagem</span>, passou cerca de 35 anos sem ser publicado na URSS, por razões políticas. No inicio dos anos 60 do século passado, esse livro foi publicado nos EUA e, a partir daí, iniciou-se uma série de estudos e pesquisas baseados em sua obra que fizeram dos EUA, talvez, o país mais avançado na temática vigotskiana. No Brasil, suas obras somente foram publicadas na década de 80. A partir de então, o pensamento de Vigotski passou a fazer parte do debate sobre a educação em geral e a aprendizagem em particular. Mas, o conhecimento profundo das questões formuladas por ele ainda está sendo construído em nosso país. Pode-se perceber que, nas escolas, poucos são os professores que trabalham com a visão desse pedagogo, muito embora ele ofereça muitas idéias essenciais à prática do professor. A seguir, procuramos articular um breve resumo de alguns de seus principais conceitos. Dedico à Tânia, porque foi ela que me ajudou a conhecer Vigotski. Mas ela não tem responsabilidade  (inteiramente minha) sobre eventuais erros.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cultura e consciência humana ]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/cultura-e-consciencia-humana/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:36:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/cultura-e-consciencia-humana/</guid>
<description><![CDATA[A Cultura não é propriamente um conceito vigotskiano. No entanto, é sabido que a idéia de cultura es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>A Cultura </strong>não é propriamente um conceito vigotskiano. No entanto, é sabido que a idéia de cultura está inteiramente presente no contexto do pensamento desse autor. Sua teoria é conhecida como teoria ‘histórico-cultural’ ou teoria ‘sócio-cultural’. Mais ainda, para Vigotski o ser humano se desenvolve segundo duas linhas básicas: uma linha biológica do desenvolvimento e uma linha cultural do desenvolvimento. Sua ênfase na cultura decorre de seu entendimento de que somente nos tornamos verdadeiramente humanos ao internalizarmos aspectos primordiais da cultura na qual estamos inseridos. Penso que o conceito de cultura que melhor se amolda à perspectiva vigotskiana é o conceito do antropólogo americano Clifford Geertz. Ele propõe um conceito semiótico de cultura: “O homem é um animal amarrado a uma teia de significados que ele mesmo teceu. A cultura é essa teia”(Geertz). A palavra ‘significado’ nessa definição é a chave. São os significados que transformam nossa vida psicológica, amoldando-nos à cultura a que cada um de nós pertence. A cultura ajuda-nos a construir uma <strong>Consciência</strong> enquanto uma organização psicológica do indivíduo que resulta do funcionamento sistêmico dos processos psicológicos superiores como memória lógica, atenção voluntária, percepção, linguagem e pensamento (Wertsh, J.).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Funções psicológicas superiores e interação social]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/funcoes-psicologicas-superiores-e-interacao-social/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:35:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por isso mesmo Vigotski cria o conceito de Funções Psicológicas Superiores, também chamadas de proce]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por isso mesmo Vigotski cria o conceito de <strong>Funções Psicológicas Superiores, </strong>também chamadas de processos psicológicos superiores, funções características do ser humano. Quando a criança nasce ela possui funções psicológicas básicas – ou elementares. No processo de interação social da criança com os adultos e com as outras crianças, as funções elementares se transformam em funções superiores. Essa transformação foi profundamente estudada por Vigotski. I<strong>nteração social</strong> é a relação comunicativa e significativa entre duas ou mais pessoas. Na teoria vigotskiana, a interação entre a criança e o adulto é vista como assimétrica e primordial. Assimétrica porque a experiência e a vivência do adulto são diferentes da experiência e da vivência da criança. No entanto, essa diferença é primordial para o desenvolvimento da criança na infância pois os adultos, como portadores de mensagens da cultura, possibilitam que as crianças internalizem essas ‘mensagens’, e se transformem</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O pensamento prático]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/o-pensamento-pratico/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:33:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma dessas transformações é a que faz a criança evoluir do Pensamento prático para o pensamento verb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma dessas transformações é a que faz a criança evoluir do <strong>Pensamento prático </strong>para o<strong> pensamento verbal (simbólico). </strong>A criança, até mais ou menos os dois anos, possui uma forma bem simples de pensamento que Vigotski chama de pensamento ou inteligência prática. Se a criança vê uma caixa de biscoito em cima da mesa e um banco perto dessa mesa ela vai tentar subir no banco para pegar os biscoitos. Traduzindo: ela vê os biscoitos e os deseja. Mas não tem altura para pegá-los. Está diante de um problema, portanto. No entanto, vendo o banco ela consegue solucionar o problema. O mesmo ocorre com um chimpanzé que de dentro de uma jaula não consegue alcançar um prato de frutas do lado de fora. Se tiver uma vara no seu campo visual e à sua disposição, ele vai pegá-la e tentar puxar as frutas. Em ambos os casos podemos perceber a mesma capacidade prática de resolução de problemas. Em ambos os casos problemas são solucionados se um instrumento estiver no campo visual da criança ou do chimpanzé (o banco ou a vara). Vigotski conclui dessas experiências que tanto a criança quanto o chimpanzé não conseguem pensar de forma simbólica. Falta-lhes a capacidade representacional só possível com a aquisição da linguagem em sua função simbólica. Assim, o pensamento prático diz respeito à capacidade de a criança resolver problemas de sua experiência imediata, quando ainda não domina a atividade psicológica representacional.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O pensamento simbólico ]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/o-pensamento-simbolico/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:32:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/o-pensamento-simbolico/</guid>
<description><![CDATA[Daí a importância do Pensamento verbal (simbólico). Veja-se o seguinte exemplo: suponha que algum ad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Daí a importância do <strong>Pensamento verbal (simbólico)</strong>. Veja-se o seguinte exemplo: suponha que algum adulto vá de carro a um médico no Rio de Janeiro, em Copacabana. Digamos que ele conheça bem o Rio de Janeiro. Quando já estiver no centro do Rio de Janeiro, essa pessoa percebe a ocorrência de uma passeata na Av. Presidente Vargas, por onde ela deveria passar. Como pouco tempo para chegar ao consultório médico, ela constata estar diante de um problema. O que pode fazer? Bem, essa pessoa pode imaginar um caminho alternativo. Ela faz um mapa mental das ruas que terá de passar, dos bairros, até chegar ao meu destino. Ora, essa atividade mental é totalmente simbólica. A pessoa <span style="text-decoration:underline;">representa</span> o roteiro na sua cabeça, com base no nome das ruas que conhece, ruas essas que não estão em seu campo visual. Ora, a solução encontrada para o problema constituiu numa atividade de pensamento simbólico, totalmente diferente do pensamento prático. Esse é apenas um exemplo que mostra que nós, os adultos, desenvolvemos uma atividade mental, um pensamento altamente simbólico. E isso nos diferencia de todos os animais. Pensamento verbal (simbólico) é um pensamento representacional, que usa os signos culturais para imaginar, refletir, solucionar problemas, enfim, pensar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A linguagem ]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/a-linguagem/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:30:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
<guid>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/a-linguagem/</guid>
<description><![CDATA[Como é perceptível, para a solução desse problema a pessoa usou a Linguagem (representando na mente ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como é perceptível, para a solução desse problema a pessoa usou a <strong>Linguagem</strong> (representando na mente os nomes das ruas, bairros, etc). A chave para que a criança possa deixar para trás o pensamento prático e desenvolver o pensamento verbal é a linguagem, cuja função simbólica (representacional) é caracteristicamente humana. Quando Vigotski diz linguagem, quer dizer fala, discurso. Ou melhor ainda, a capacidade de falar. Por volta dos dois anos, mais ou menos, a criança começa a falar. Esse é o fato da maior importância. Quando isso ocorre seu pensamento prático começa a se transformar, progressivamente, em pensamento verbal (simbólico). A aquisição da capacidade de falar, portanto, vai permitir à criança desenvolver-se até se tornar um ser humano completo, culturalmente definido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linguagem e cultura, aprendizagem e desenvolvimento]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/09/03/linguagem-e-cultura-aprendizagem-e-desenvolvimento/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:29:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dá para perceber, portanto, que Linguagem e Cultura estão intimamente associadas. As mensagens trans]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dá para perceber, portanto, que <strong>Linguagem e Cultura</strong> estão intimamente associadas. As mensagens transmitidas pelos adultos, no processo de interação social, essas mensagens são, na realidade, os significados e os sentidos presentes na cultura em que os adultos estão inseridos. Significados e sentidos da cultura na qual a criança também está inserida. Por isso que não dá para separar o aparato psicológico do indivíduo do seu contexto cultural. A ‘teia’ de que fala Geertz, começa a nos amarrar desde o início de nossas vidas. Essas teias são sígnicas, formadas por <strong>Signos</strong> – o que serve para comunicar e significar para os adultos e que, com a transmissão, passam a servir para a comunicação e a significação para as crianças. Internalizamos os signos é o preço que pagamos para entrarmos na cultura. Mas, um preço que vale a pena, pois só há liberdade na cultura. A aquisição da linguagem permite a construção de um aparato psicológico inteiramente semiótico (pleno de signos) que nos define como humanos. Esse aparato é a nossa consciência semiótica (Bakhtin). Em resumo, podemos dizer que a aprendizagem ocorre com a <strong>Interação social. </strong>A leitura atenta desses conceitos nos permite concluir o seguinte: o processo de aquisição das funções psicológicas superiores, em particular a linguagem e o pensamento é, essencialmente, um processo de aprendizagem. O que ocorre na interação social entre a criança e o adulto nada mais é do que um processo de aprendizagem. Uma aprendizagem da maior importância, pois nos possibilita o <strong>desenvolvimento da nossa consciência semiótica, </strong>ou seja, do aparato psicológico humano, da consciência integralmente humana. Sem a interação social, portanto, não há aprendizagem cultural ou humana, o que significa a mesma coisa eis que não existe ser humano sem cultura. Por isso Vigotski entende que a aprendizagem precede ao desenvolvimento: o ser humano aprende e, com isso, se desenvolve, visão essa que é totalmente diferente da visão de Piaget, para quem, primeiro ocorre o desenvolvimento para depois haver a aprendizagem.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Thinking about development theories- why do we still make people sit through standard “inductions” or “training programs?”]]></title>
<link>http://hrclubsydney.com/2009/09/03/thinking-about-development-theories-why-do-we-still-make-people-sit-through-standard-%e2%80%9cinductions%e2%80%9d-or-%e2%80%9ctraining-programs%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 00:02:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>hrclubsyd</dc:creator>
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<description><![CDATA[From an adult educator’s standpoint, one of the first theorist’s who grabbed my attention was Vygots]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>From an adult educator’s standpoint, one of the first theorist’s who grabbed my attention was Vygotsky, with his ‘Social Development Theory’.  Vygotsky believed that development is a lifelong process and that it is dependent on social interaction, as this directly leads to an individual’s cognitive development (Riddle and Dabbagh. 1999 [Online]). </p>
<p>He proposed that learning occurs in the ‘Zone of Proximal Development’ and described it as ‘the distance between the actual development level as determined by independent problem solving and the level of potential development as determined through problem solving under adult guidance or in collaboration with more capable peers’ (Vygotsky. 1978). </p>
<p>So what does that all mean? In terms of learning and change as development, this means an individual is able to best develop with the guidance, encouragement and/or collaboration of others in a socially interactive setting. </p>
<p>What? So this means a new starter won’t develop by sitting in a room being read information by someone else? Who would have thought!</p>
<p>Vygotsky’s theory says that learning and development needs to be a collaborative experience as opposed to the more traditional learning methods. For example, rather than a facilitator lecturing information to the group, the learner and facilitator should work in partnership in order to create meaning in ways that students can make their own (Hausfather. 1996). </p>
<div id="attachment_470" class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><img src="http://hrclubsyd.wordpress.com/files/2009/09/collaboration.jpg" alt="Meaning making is an important part of the learning process" title="collaboration" width="230" height="230" class="size-full wp-image-470" /><p class="wp-caption-text">Meaning making is an important part of the learning process</p></div>
<p>In thinking about this in the context of my own workplace, I recalled a conversation I had with an adult learner in my previous job who said that she found her initial induction training experience to be ‘dry, boring and almost transactional’ as each speaker came in, spoke to the group about a designated topic and then left without inviting any interaction or stimulation of ones thinking about the presentation. It became monotonous and she found it was hard to recall the information presented because it was hard to remain focussed and engaged for long periods of time. </p>
<p>In contrast, she found the customer service training to be highly engaging due to its interactive nature. It involved group brainstorming and presentation of their ideas, role plays and quizzes. Moreover, learners were from a range of backgrounds and experiences so she also learned from listening to their customer service stories and how they dealt with particular situations. She felt that she learned much more and was able to demonstrate more key skills in this form of interactive training than when she was lectured to. </p>
<p>Now this isn’t rocket science, so why are we still using the same old techniques in our in-house programs?</p>
<p>More pertinent to my workplace, is this change in learning delivery a result of generational change i.e. Gen Y expect training to be interactive and engaging where as the boomers are happy with more traditional classroom style ‘listen and learn’ sessions? Keen to hear your thoughts. </p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A divulgação do pensamento de Vygotsky revaloriza o professor.]]></title>
<link>http://jobertosales.wordpress.com/2009/08/28/a-divulgacao-do-pensamento-de-vygotsky-revaloriza-o-professor/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 14:36:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>jobertoluiz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quarta-feira assisti uma aula em vídeo (DVD) da professora Martha Kholl de Oliveira sobre Lev Vygots]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quarta-feira assisti uma aula em vídeo (DVD) da professora Martha Kholl de Oliveira sobre Lev Vygotsky, em uma exposição muito clara e didática. Essa iniciativa de expor as idéias desse pedagogo em DVD mostra que está se abrindo uma nova fase no processo de divulgação das idéias desse autor, duas décadas após seus livros terem sido publicados no país.</p>
<p>Essa nova fase, de ampla massificação dessas idéias, parece surgir com uma característica bem marcante: a qualidade de cada trabalho de divulgação, de que é exemplo o próprio trabalho que comentamos.</p>
<p>O que mais me chamou a atenção na aula da professora foi um trecho da exposição em que ela fala o seguinte: “na área da Psicologia da Educação Piaget tem sido a nossa principal referência, historicamente. Então, o aparecimento do Vygotsky trouxe uma alternativa e o Piaget não é um autor que se preocupe particularmente com a escola, com o professor e com a intervenção pedagógica”. Logo a seguir, diz o seguinte: “o aparecimento do Vygotsky atrai os educadores porque é um autor que fala da escola, fala do professor e valoriza a ação pedagógica e a intervenção”.</p>
<p>De fato, Piaget centrou suas pesquisas no desenvolvimento infantil, procurando definir as várias fases que a criança atravessa no processo de construção de seu desenvolvimento psicológico. Não focaliza tanto o papel da escola e, em particular, do professor nesse processo.</p>
<p>Vygotsky, no entanto, acentua o papel chave da escola no processo de desenvolvimento da criança por que é nela que é ensinado o conhecimento acumulado e organizado pelas gerações passadas que, ao ser transmitido, elimina a necessidade de o indivíduo ter de começar tudo do zero, possibilitando o próprio desenvolvimento.</p>
<p>E, justamente nesse ponto, se coloca a importância do professor. O conhecimento está na cabeça das pessoas e não na escola enquanto instituição. É o professor que detém esse conhecimento e os instrumentos técnicos necessários à transmissão, no complexo e insubstituível processo de interação professor/aluno que acontece na zona do desenvolvimento proximal.</p>
<p>O professor é, portanto, o personagem central no processo de aprendizagem. Verdade antiga, mas um pouco esquecida, e que a mais ampla divulgação das idéias vigotskianas vai recolocá-la em toda sua plenitude no cenário educacional brasileiro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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