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	<title>washington-rodrigues &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "washington-rodrigues"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 10:30:27 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Entrevista Exclusiva com Washington Rodrigues, o Apolinho da Rádio Tupi]]></title>
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<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 15:44:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Morgado</dc:creator>
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<description><![CDATA[Apolinho, o que se garante sozinho! Líder de audiência no rádio, Washington Rodrigues também é suces]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Apolinho, o que se garante sozinho!</strong><br />
Líder de audiência no rádio, Washington Rodrigues também é sucesso na TV</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://televisionado.wordpress.com/files/2008/03/divulgacao_radio_tupi.jpg" alt="Divulgação - Rádio Tupi/RJ" /></div>
<p>Entrevista publicada com exclusividade pela edição de março do jornal &#8220;Grande Tijuca&#8221;</p>
<p>Sinônimo de futebol e bom humor, Washington Rodrigues, o Apolinho, é um dos poucos comentaristas esportivos que consegue ser respeitado por todas as torcidas, mesmo sem nunca esconder de ninguém o amor que sente pelo Flamengo. Seu grande sucesso no rádio acabou por levá-lo à televisão, tendo a oportunidade de trabalhar em todas as emissoras e estar em atrações que, muitas vezes, nem eram essencialmente esportivas, como quando participava da equipe de produção do programa de Abelardo “Chacrinha” Barbosa. Nessa entrevista concedida ao <strong>Grande Tijuca</strong> – e que também faz parte de uma pesquisa para a ESPM/RJ sobre a história da Rede Tupi de Televisão –, Washington Rodrigues fala sobre seu começo de carreira, suas histórias na telinha e sua paixão pelo rádio e pelo futebol.</p>
<p><strong>Vamos começar falando sobre o seu trabalho em televisão, mas, antes dele, veio seu trabalho em rádio&#8230;</strong></p>
<p>É. Eu comecei na Rádio Guanabara, que hoje é a Rádio Bandeirantes. Logo em seguida, comecei já a participar de programas esportivos na TV. Trabalhei em todas as emissoras: Globo, Tupi, Rio, Excelsior, Educativa, Manchete, CNT, enfim, trabalhei em todas elas, à exceção das de cabo.</p>
<p><strong>Você lembra qual foi seu primeiro programa de televisão?</strong></p>
<p>Foi na TV Excelsior. Era transmissão de futebol. Eu fazia reportagem de campo. Depois, participei de várias mesas redondas, da <em>Revista Facit</em>, na TV Globo, junto com (João) Saldanha, (José Maria) Scassa, Armando Nogueira&#8230; Apresentei, na TV Tupi, um programa logo depois da saída do Flávio Cavalcanti, que se chamava <em>Domingo é Dia de Show</em>. Eram cinco apresentadores e eu era um deles. No final só ficaram dois: eu e o Albino Pinheiro. Eu também apresentei uma das primeiras visitas do Jonny Mathis ao Brasil, foi um especial muito bonito&#8230;</p>
<p><strong>Essa versatilidade você acabou levando para o rádio, não é?</strong></p>
<p>No rádio, eu sempre tive programas variados. O <em>Show do Apolinho</em> (de segunda à sexta, de 17h às 19h, na Rádio Tupi/RJ), por exemplo, que eu estou apresentando há nove anos, não é um programa só de futebol. Tem muita notícia, tem música, tem brincadeira e tem o futebol. Futebol é o carro-chefe, mas não é só futebol, até porque segmentando você só fala com aquele tipo de público, e a minha intenção era abrir um pouco mais, e deu certo porque nós estamos liderando a audiência aí já tem alguns anos.</p>
<p><strong>Conte um pouco mais sobre sua experiência na Tupi.</strong></p>
<p>Na Tupi, eu fiz várias resenhas, vários programas esportivos ao meio-dia, à noite&#8230; E fiz esse <em>Domingo é Dia de Show</em>, que eu apostei muito nesse programa, achei que podia entrar numa briga com o Faustão, que veio numa mesma linha e fazia um programa de madrugada (<em>Perdidos na Noite</em>)&#8230; Eu imaginava que pudesse emplacar, mas aí a Tupi parou e o programa parou junto.</p>
<p><strong>E os programas esportivos da Tupi?</strong></p>
<p>Ah, tinham muitos! A Tupi foi a primeira a transmitir futebol. Transmitia futebol aos sábados. O patrocínio era dos Sapatos Fox. O Ademir Menezes, que era o centro-avante do Vasco, do Fluminense, era o garoto-propaganda. Ele entrava fazendo embaixada de sapato aí o cara dizia: “Pés que valem milhões calçam Fox”. E abria a transmissão. Nunca mais me esqueço disso!</p>
<p><strong>Você participou também de muitos programas diários&#8230;</strong></p>
<p>Na TV Rio tinha o <em>Jornal do Futebol</em>, às 18h30min; na TV Manchete, eu participava como colunista do <em>Jornal da Manchete</em>; na CNT, também participei do jornal (<em>CNT Jornal</em>) com a Leila Richards. Aliás, eu tenho uma passagem com ela fantástica. Ela é muito bonita, né? Uma pessoa muito inteligente e muito bonita. E o jornal tinha que obedecer aquele padrão, você não podia rir, não podia fazer nada&#8230; E ela dava uma notícia e passava para mim, em seguida, fazer a coluna de futebol. E a última notícia que ela deu é que o cientista descobriu que o uso contínuo do Viagra fazia as pessoas verem as coisas em azul. E ela estava toda de marrom. Então quando ela terminou, eu não resisti e falei: “Leila, como você está linda toda de azul, com esses olhos azuis&#8230;”. Aí ela começou a rir, levamos um breque do diretor do jornal e depois a vida seguiu&#8230; Ela é uma pessoa fantástica, gosto muito dela.</p>
<p><strong>Por que você prefere o rádio?</strong></p>
<p>Eu gosto muito do rádio. O rádio é muito mais ágil, permite que você faça uma análise mais completa do jogo, você tem tempo para desenvolver&#8230; Eu não gosto nem de assistir futebol na televisão, assisto sempre, mas tiro o som às vezes, boto o som do rádio. Comentário de futebol pra mim é no rádio, e no estilo que eu faço, quer dizer, sem interferência.</p>
<p><strong>Como é que você consegue organizar a sua agenda, hein? Você faz participações o dia inteiro&#8230;</strong></p>
<p>Eu chego aqui na rádio seis e meia da manhã, todo dia. Eu faço duas inserções no programa do Clóvis (Monteiro), às 7h45min e às 8h45min. Faço minha coluna do “Meia Hora” aqui mesmo (no seu escritório na Rádio Tupi) e depois começo a organizar o programa da tarde (<em>Show do Apolinho</em>). O programa da tarde dá um pouco mais de trabalho, porque tem o “Robetão”&#8230;</p>
<p><strong>Então, para encerrar, uma última pergunta: o que você acha que um comentarista esportivo deve ter, ou que você tenha, para conseguir ser respeitado por todas as torcidas, mesmo tendo uma grande paixão por um time?</strong></p>
<p>Posso falar por mim. Eu chego logo de cara e falo: “Olha, eu sou Flamengo!”, porque se eu disser “não, eu não tenho clube&#8230;”, tudo o que eu disser depois você vai ter o direito de achar que é mentira, porque já comecei mentindo na primeira. E eu procuro ser isento, mas ninguém consegue 100%. Isso é difícil de você administrar, mas, com o tempo eles (os torcedores) foram descobrindo que, quando eu erro, é porque eu erro. Não sou infalível. Tem a rejeição, que isso é natural, assim como eu também tenho minhas rejeições a vários colegas que são meus amigos até pessoais, mas que como comentarista eu tenho algumas diferenças disso ou daquilo, mas o que não quer dizer que eu tenha algum tipo de antipatia. Assim é que eu espero que eles hajam comigo também, quer dizer, respeitem a minha preferência. Não sou inimigo deles, só sou um eventual adversário, até porque se não houvesse essa rivalidade, não haveria futebol. Acho que foi por aí que eles me aceitaram.</p>
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