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	<title>we-media &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/we-media/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "we-media"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 10:18:36 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[marketing to the social web]]></title>
<link>http://msoma.wordpress.com/2009/11/18/marketing-to-the-social-web/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:28:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>msoma</dc:creator>
<guid>http://msoma.wordpress.com/2009/11/18/marketing-to-the-social-web/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[vamos conviver com os princípios complementares da comunicação]]></title>
<link>http://msoma.wordpress.com/2009/10/18/vamos-conviver-com-os-principios-complementares-da-comunicacao/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 01:16:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>msoma</dc:creator>
<guid>http://msoma.wordpress.com/2009/10/18/vamos-conviver-com-os-principios-complementares-da-comunicacao/</guid>
<description><![CDATA[[ilustração by dalehugo] Qual a relação entre Yin/Yang e o momento da comunicação que vivemos hoje? ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1528" title="yin yang" src="http://msoma.wordpress.com/files/2009/10/yin-yang.jpg" alt="yin yang" width="300" height="300" /></p>
<pre style="text-align:center;">[ilustração by dalehugo]</pre>
<p>Qual a relação entre <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yin-yang">Yin/Yang</a> </strong>e o momento da comunicação que vivemos hoje? O conceito dos <strong>Princípios Complementares</strong> prega que duas forças compõem tudo o que existe. E a partir do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Equil%C3%ADbrio">equilíbrio</a> dinâmico entre elas surge o <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento">movimento</a></strong> e a <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muta%C3%A7%C3%A3o">mutação</a></strong>.</p>
<p>Pois bem, mídia social é uma novidade e, ao mesmo tempo, o dilema para o mundo corporativo. Existem barreiras culturais, tecnológicas e de infraestrutura separando o desejo em se experimentar com o medo de um projeto ser frustrante e não atender às expectativas do board de diretores.</p>
<p>À medida que o mercado evolui, fica cada vez mais difícil distinguir as “ondas voláteis” das “tendências”. Afinal, as duas ganham destaque na mídia e quando não estudadas deixam uma sensação de perda de oportunidade e atraso.</p>
<p>Tenho vivido situações curiosas. Em reuniões, por exemplo,  seguido do primeiro aperto de mão, troca de cartões e dos minutos iniciais para matar a curiosidade sobre a <a href="http://www.wordreference.com/enpt/hype"><strong>hype</strong></a> que é tal da “mídia social”, vem a etapa – por vezes antecipada &#8211; do “não faz sentido”:</p>
<ul>
<li>[1] Não faz sentido convencer que o boca-a-boca (<strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Word_of_mouth">WOM</a></strong>) é parte da evolução da comunicação num mercado onde predomina a guerra (<strong>WAR</strong>) dos empurrões e domínios, pressão por posicionamento de marcas, ofertas e metas de vendas desafiadoras ano após ano.</li>
<li>[2] Não faz sentido valorizar as redes sociais, se os contatos de cada uma das pessoas da rede de interesse podem ser adquiridos num mailing list de empresas especializadas.</li>
<li>[3] Não faz sentido trocar o certo (tradicional) pelo duvidoso (leia-se mídia social).</li>
<li>[4] Não faz sentido misturar negócios com coisas informais (redes sociais).</li>
<li>[5] Não faz sentido trocar ações de curto prazo e “centenárias” por outras de médio e longo prazos, ainda incipientes.</li>
</ul>
<p>De forma alguma eu cobro um alinhamento de percepções. Esse período deve chegar nos próximos anos. Mas quero sim compartilhar alguns aprendizados, relacionados aos tópicos acima.</p>
<ul>
<li>A <a href="http://aquintaonda.blogspot.com/2009/10/54-das-empresas-americanas-proibem-que.html">sociedade</a> ainda não amadureceu o suficiente para perceber que as mídias sociais vieram para ficar, mesmo que a proposta seja de liberdade no sentido de ver, ouvir, aprender e conversar, independente do formato ou do meio.</li>
<li>Como decorrência dessa cultura, vivemos o momento do P2P (Pessoas-Pessoas), onde o B2B e o B2C ainda predominam, mas todos os três elementos se misturam e a influência importa mais do que o domínio.</li>
<li> Sendo o P2P algo tão atraente e encantador, nada melhor do que as redes sociais para proporcionar tal relacionamento, ainda mais porque elas existem de acordo com o perfil do público.</li>
<li>Apesar da liberdade e variedade dos meios, o P2P criou etiquetas tão naturais e sérias como aquelas aplicadas em rodas de conversa: peça licença para entrar, mantenha-se no tema da turma e não force a barra para que os outros te escutem. E, ao contrário dos mailings comprados, cada pessoa que gostar do papo, será atraída e sua marca (CPF ou CNPJ) inserida de forma legítima, sem linguagens fora de contexto ou materiais promocionais empurrados.</li>
<li>Agora, tudo isso dá mais trabalho sim, pois nenhum relacionamento é mantido sem contato, sem trocas de conhecimento e sem valor agregado. Nada frio é duradouro. Nós mesmos estamos cansados de jogar malas diretas no lixo e email marketing de produtos, marcas, promoções e eventos na pasta de spams.</li>
</ul>
<p>As coisas centenárias merecem toda a nossa gratidão pelos bons serviços prestados. Agora é o momento de renovação gradativa, onde o tradicional e o novo compõem um mix. Falar em revolução ainda considero prematuro e radical. E nesse momento, volto ao conceito dos <strong>Princípios Complementares</strong>. Um não elimina o outro, mas juntos criam uma sinergia sem precedentes na história da comunicação. Vivemos o desafio de gerar resultados num cenário <strong>WAR</strong>, mas aposto no <strong>WOM</strong>, como forma predileta do relacionamento humano.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[a medicina no olho do furacão da web]]></title>
<link>http://msoma.wordpress.com/2009/10/09/a-medicina-no-olho-do-furacao-da-web/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 10:16:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>msoma</dc:creator>
<guid>http://msoma.wordpress.com/2009/10/09/a-medicina-no-olho-do-furacao-da-web/</guid>
<description><![CDATA[Esq:Roberto Camara Jr, Eduardo Sales, Eduardo Pelosi e Yuri Almeida foram os debatedores blogueiros ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-1479" title="fotoblogueiros salvador" src="http://msoma.wordpress.com/files/2009/10/fotoblogueiros-salvador.jpg" alt="fotoblogueiros salvador" width="510" height="382" /></p>
<pre>Esq:<a href="http://metiredesteocio.com/2009/10/08/paciente-informado-saude-conectada/">Roberto Camara Jr</a>, <a href="http://www.papodegordo.com.br/">Eduardo Sales</a>, <a href="http://www.eduardopelosi.com/blog/">Eduardo Pelosi</a> e <a href="http://herdeirodocaos.com/">Yuri Almeida</a> foram os debatedores blogueiros</pre>
<p>A <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/2130.html">pesquisa</a> realizada pela revista Veja SP, com 1119 clínicos e cirurgiões que atendem em 21 hospitais públicos e privados da cidade de São Paulo mostrou que apenas 23% deles estão inseridos em redes sociais, tais como Orkut e Facebook ou fazem uso do Twitter. Essa poderia ser uma das várias razões para os médicos ficarem surpresos com algumas indagações feitas por seus pacientes que investem algumas horas do dia para garimpar suas “pepitas” (boas ou ruins) de informação, ávidos por uma discussão mais encorpada com os doutores.</p>
<p>No decorrer do <a href="http://msoma.wordpress.com/2009/10/01/saude-conectada-amplia-os-seus-horizontes/">debate <strong>#saudeconectada</strong></a>, que levou o tema <strong>Paciente Informado</strong> para um segundo round de questionamentos, surgiu uma suposição curiosa por parte do Dr. André Pereira, pesquisador da FioCruz: “o Dr. Google está substituindo a conversa entre medicos e pacientes?” Considerando que o tempo médio de atendimento de uma consulta médica pública mais comum, segundo a Veja SP, é feita em 15 minutos (41,5% dos respondentes), essa hipótese não poderia ser descartada.</p>
<p>Apesar da baixa adesão dos médicos às redes sociais, existe um outro grupo de profissonais com olhos bem abertos para o alto valor na web como forma de promover informações e diálogos. Ciente desse cenário, a FENAM (Federação Nacional dos Médicos) está começando a se movimentar no sentido de identificá-los por meio de um “selo”. Na visão de <a href="http://twitter.com/meduardosantana">Eduardo Santana</a>, Vice-Presidente da entidade,  e um dos debatedores, a implementação desse projeto faria o link necessário para associar o médico ao conteúdo gerado, transferindo inclusive a responsabilidade pela autoria e integridade dos seus registros.</p>
<p>A FENAM tem bons motivos para se preocupar. “Poder mudar a história de uma doença, tirar a dor  ou abreviar o sofrimento mexe com o ego e a sensibilidade dos médicos”, foi uma das frases mencionadas em Veja SP, na questão: “O exercício da medicina lhe dá sensação de poder?” Um verdadeiro abacaxi para descascar, caso alguém tenha pensamentos e atitudes maléficas no exercício de uma profissão tão respeitada e admirada, ao ponto da veneração.</p>
<p>Agora, cá entre nós, como argumentar o valor das mídias sociais, efetivamente quebrar tabus junto à classe médica, se entre uma ou outra clicada caímos em destaques como este <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u630727.shtml">aqui</a> ou este <a href="http://aeiou.visao.pt/medicos-quebram-dever-de-sigilo-na-internet=f530374">aqui. </a></p>
<p>Na função de mediador do evento eu concordei e arrisquei prever que a sociedade médica, espero que munida da <a href="http://andradfoot.vox.com/library/post/matar-o-dr-google-nuncased%C3%A1-lo-talvez.html">certificação médica</a>, a médio prazo, tenderá a se organizar em portais, assim como são feitos em seus formatos tradicionais, com sedes, membros devidamente identificados e certificados por especialização.</p>
<p>O ponto colocado teria na web um paralelo sem precedentes de metodologia e estrutura, elevando o grau de exigência para um tripé fundamental, na opinião do pesquisador da FioCruz: “navegabilidade do ambiente, para que as informações sejam facilmente encontradas; legibilidade para que tudo seja entendido de maneira transparente e qualidade do conteúdo, por razões óbvias.”</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1480" title="debatedores salvador" src="http://msoma.wordpress.com/files/2009/10/debatedores-salvador.jpg" alt="debatedores salvador" width="510" height="382" /></p>
<pre>Esq: <a href="http://www.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm">Dr.André Pereira</a>, <a href="http://blog.marcelomatos.com/">Dr.Marcelo Matos</a>, <a href="http://www.saotomazdeaquino.com.br/colegio/vestibular.htm">Felipe Rocha</a>, <a href="http://saudeconectada.com.br/2008/11/13/papel-e-coisa-do-passado/">Dr.Claudio Freitas</a> e
<a href="http://www.abo-ba.org.br/usuario/exibir_pagina.php?cod=31">Dr.Antístenes Albernaz</a></pre>
<p>Fernando Vogt, diretor da <a href="http://saudeconectada.com.br/2009/10/01/evento-paciente-informado-em-salvador/">InterSystems</a>, colocou em perspectiva um novo paradigma que merece reflexão: “revolução não é o <strong>paciente informado</strong>, mas a <strong>informação do<a href="http://saudeconectada.com.br/2008/11/13/papel-e-coisa-do-passado/"> paciente disponibilizada em meio digital</a></strong>”. Eu vejo a verdade nas duas vertentes em discussão. Em termos de agilidade na movimentação, o retrato atual, bem desenhado pela Veja SP, está jogando &#8220;contra&#8221; médicos e pacientes, enquanto, na prática, as boas soluções são adotadas lentamente, sendo que algumas permanecem na fila da boa intenção.</p>
<p>E como não poderia faltar, destaco o olhar/alerta precioso que Yuri Almeida,  <a href="http://herdeirodocaos.com/?p=439">Herdeiro do Cao</a>s, passou para as instituições médicas e àquelas ligadas ao setor da Saúde:</p>
<blockquote><p><strong>“…A grande questão para os profissionais da área de saúde é: ocupar espaço no ciberespaço antes que os “não-médicos”, munidos de técnicas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otimiza%C3%A7%C3%A3o_para_motores_de_busca#Surgimento_do_termo_SEO_.28Search_Engine_Optimization.29">SEO</a> e soluções milagrosas dominem a Web. Para isso, enxergar a Internet apenas como um meio de transmitir informação é pueril. Vale lembrar que a Web, sobretudo é espaço para interação, logo é preciso que os médicos se preocupem com seus pacientes além do consultório, estejam nas redes sociais, mantenham blogs ou pelo menos entendam que o Dr. Google é um aliado para o exercício de uma medicina mais humana e eficiente.”</strong></p></blockquote>
<p>Vale também visitar o post e os comentários feitos no <a href="http://metiredesteocio.com/2009/10/08/paciente-informado-saude-conectada/">blog</a> de <strong>Roberto Camara Jr</strong>.<strong>, Me Tire Deste Ócio!!!<br />
</strong></p>
<blockquote><p><strong><br />
</strong></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da Piazza del Popolo alla Rete il passo è....?]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/10/05/da-piazza-del-popolo-alla-rete-il-passo-e/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 13:32:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/10/05/da-piazza-del-popolo-alla-rete-il-passo-e/</guid>
<description><![CDATA[Il mondo del giornalismo italiano ha avuto l’atteso e dovuto scatto d&#8217;orgoglio. Mescolati tra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Il mondo del giornalismo italiano ha avuto l’atteso e dovuto scatto d&#8217;orgoglio. Mescolati tra centinaia di migliaia di cittadini, finalmente <a href="http://fnsi-libera-informazione.blogspot.com/">i giornalisti sono scesi in piazza </a> a difesa della libertà d’informazione, con l’annessa varietà di petizioni <a href="http://partecipativo.info/democrazia-partecipata/per-la-liberta-di-stampa/">a zonzo per la Rete</a>. Iniziativa legittima e sacrosanta di fronte alle concrete minacce di bavagli al libero fluire della comunicazione in senso lato.</p>
<p>C’è semmai da chiedersi se questa calata in campo del sindacato dei giornalisti (iscritti all’albo) non voglia piuttosto ribadire anacronistiche divisioni tra la libertà che spetterebbe alla <a href="http://www.stampalternativa.it/libri.php?id=978-88-6222-001-9"> Casta dei giornali</a> (o comunque al <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Quarto_potere_%28sociologia%29">quarto potere</a> rappresentato dai mass media tradizionali) e non invece a anche a molti cittadini che in producono e partecipano, grazie agli strumenti digitali, di quel “fare informazione” che è patrimonio della società tutta. Nel senso che, se è vero come è vero quanto si legge nel <a href="http://fnsi-libera-informazione.blogspot.com/"> comunicato della FNSI</a> &#8211; “ogni ferita che il sistema dei media subisce determina un forte contraccolpo alla libertà di tutti” – non è forse lecito attendersi analoga manifestazione nazionale di piazza per dire NO al <a href="http://partecipativo.info/tag/ddl-pecorella-costa/"> bavaglio previsto anche per l’informazione in Rete</a>?</p>
<p>In altri termini, come confutare certi dubbi sul fatto che quando si tratti di Internet <a href="http://pennedigitali.libero.it/2009/giornalismo-e-post-giornalismo/">esistano due pesi e due misure</a>? E che la difesa di una certa libertà d’informazione rimanga in fondo una <a href="http://www.agoravox.it/Liberta-di-informazione-o-lotta.html">lotta tra caste e poteri</a>?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[saúde conectada amplia os horizontes]]></title>
<link>http://msoma.wordpress.com/2009/10/01/saude-conectada-amplia-os-seus-horizontes/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 22:17:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>msoma</dc:creator>
<guid>http://msoma.wordpress.com/2009/10/01/saude-conectada-amplia-os-seus-horizontes/</guid>
<description><![CDATA[[O primeiro Paciente Informado foi realizado dia 19 de maio de 2009 em São Paulo] Em maio deste ano ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-1454" title="foto pacienteinformado2" src="http://msoma.wordpress.com/files/2009/10/foto-pacienteinformado2.jpg" alt="foto pacienteinformado2" width="510" height="382" /></p>
<p><em>[O <a href="http://msoma.wordpress.com/2009/05/23/medicos-pesquisadores-blogueiros-e-jornalistas-debatem-o-paciente-informado/">primeiro Paciente Informado</a> foi realizado dia 19 de maio de 2009 em São Paulo]</em></p>
<p>Em maio deste ano organizei, juntamente com a minha equipe, o evento<strong> <a href="http://msoma.wordpress.com/?s=paciente+informado">Paciente Informado</a></strong> pautado pela tese de mestrado – que leva o mesmo nome &#8211; da pesquisadora da <a href="http://www.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=4551&#38;query=simple&#38;search%5Fby%5Fauthorname=all&#38;search%5Fby%5Ffield=tax&#38;search%5Fby%5Fheadline=false&#38;search%5Fby%5Fkeywords=any&#38;search%5Fby%5Fpriority=all&#38;search%5Fby%5Fsection=all&#38;search%5Fby%5Fstate=all&#38;search%5Ftext%5Foptions=all&#38;sid=113&#38;text=pacient+expert">Fiocruz</a>, a doutoranda <a href="http://www.parana-online.com.br/canal/tecnologia/news/367473/">Helena Beatriz da Rocha Garbin</a>. Em agosto eu participei, em companhia de médicos e representantes da entidade de classe, de uma discussão com a <a href="http://portal.fenam2.org.br/">FENAM (Federação Nacional dos Médicos)</a> sobre o tema <a href="http://andradfoot.vox.com/">“Certificação Médica</a>” para sites e blogs de saúde.</p>
<p>Pois bem, agora em outubro completo um ano de inserção no segmento médico na web. Desde o início da minha jornada, eu tinha bem clara uma integração lógica e natural de todo o <strong>Sistema de Saúde: Público, Privado e Suplementar</strong>. Lógica esta traduzida num engano meu ao estudar com mais profundidade os conflitos de DNA de cada “ser” do setor da <strong>Saúde</strong>.</p>
<p>Ao longo desses 12 meses, convivendo com <a href="http://ldiamante.blogspot.com/">médicos</a>, pacientes, <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=paciente-expert-deve-ter-cuidado-com-informacoes-na-internet">pesquisadores</a>, professores, <a href="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/">gestores</a>, <a href="http://www.linkedin.com/ppl/webprofile?action=vmi&#38;id=16712219&#38;pvs=pp&#38;authToken=rxho&#38;authType=name&#38;trk=ppro_viewmore&#38;lnk=vw_pprofile">jornalistas</a>, <a href="http://lilianeferrari.com/2009/07/18/paciente-informado/">blogueiros</a> e <a href="http://www.linkedin.com/profile?viewProfile=&#38;key=443531&#38;authToken=zvHT&#38;authType=name">empresários</a>, enxerguei uma luz no final do túnel para esse paradigma, que realmente fosse capaz de transformar os três sistemas em pessoas, representantes legítimos. Melhor ainda, proporcionar o diálogo entre diferentes DNAs, mixando experts e leigos, sem crachás.</p>
<p><strong>No dia 8 de outubro</strong>, das 14hs às 16hs, todo esse esforço será colocado à prova durante o evento <strong>Paciente Informado</strong>, em Salvador. Para a minha surpresa, confirmaram presença os representantes da <a href="http://portal.fenam2.org.br/">FENAM</a>, <a href="http://www.abo-ba.org.br/usuario/index.php">ABO-BA</a>, <a href="http://metiredesteocio.com/">blogueiros</a>, <a href="http://www.linkedin.com/ppl/webprofile?action=vmi&#38;id=3082050&#38;pvs=pp&#38;authToken=wANt&#38;authType=name&#38;trk=ppro_viewmore&#38;lnk=vw_pprofile">jornalistas</a>, médicos, odontologistas e empresários, debatedores em torno dos seguintes temas:</p>
<ul>
<li><strong>Paciente</strong><strong> Informado</strong> &#8211;      como a Internet pode ajudar ou <a href="http://www.samshiraishi.com/pielonefrite-e-o-paciente-expert/">prejudicar</a> pacientes e profissionais a se      informar sobre saúde.</li>
<li><strong>Médico Informado </strong>- quais são os recursos disponíveis para tornar o médico melhor informado sobre seus pacientes.</li>
<li><a href="http://falamedico.wordpress.com/2009/09/22/certificacao-medica-nos-sites-e-blogs-garantia-de-qualidade/"><strong>Certificação Médica</strong></a> &#8211; como <a href="http://andradfoot.vox.com/library/post/matar-o-dr-google-nuncased%C3%A1-lo-talvez.html#comments"> identificar o médico na web</a> e passar a acompanhar a qualidade do conteúdo      publicado.</li>
<li><strong>Odontologista na web </strong>- como os <a href="http://blog.marcelomatos.com/a-internet-e-o-paciente-informado/"> profissionais</a> do setor podem se adaptar aos tempos de web 2.0 na mesma      linha dos médicos.</li>
</ul>
<p>Você poderá acompanhar a discussão pelo twitter <a href="http://saudeconectada.com.br/2009/10/01/evento-paciente-informado-em-salvador/">#saudeconectada</a>. Participe! Alguns dos temas a serem debatidos foram amplamente pesquisados em uma reportagem de capa da revista Veja SP.</p>
<blockquote>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#0000ff;"><a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2130/eles-eles-497797.html">O que os médicos tem na cabeça</a></span></h2>
<h3 style="text-align:center;">&#8220;Uma pesquisa com 1119 clínicos e cirurgiões que atendem em 21 hospitais públicos e privados da cidade.&#8221;</h3>
<h2 style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1464" title="relacao-med05" src="http://msoma.wordpress.com/files/2009/10/relacao-med05.jpg" alt="relacao-med05" width="338" height="744" /></h2>
<pre style="text-align:center;">ilustração: Veja SP</pre>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Anzianità" e media literacy nell'era di Internet]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/20/anzianita-e-media-literacy-nellera-di-internet/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 05:41:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/20/anzianita-e-media-literacy-nellera-di-internet/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;One of the roles of elder is the keeper of history and the revealer of the big picture.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;One of the roles of elder is the keeper of history and the revealer of the big picture.&#8221; Così <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Howard_Rheingold">Howard Rheingold</a> in una recente <a href="http://www.onlinesocialjustice.com/interviews/">intervista</a> per il neonato progetto canadese <a href="onlinesocialjustice">OnlineSocialJustice.com</a>, in replica alla domanda su come ci si senta a essere diventato uno degli &#8220;anziani dell&#8217;epoca di internet&#8221;, per aver illustrato al meglio gli scenari (presenti e futuri) della tecnologia moderna prima con <em>Tools for Thought</em> nel 1985 e poi con altri tomi cruciali sulle <em>Virtual Community</em> e le <em>Smart Mobs</em>. E per chi, come il sottoscritto, lo segue variamente fin dall&#8217;epoca di <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Whole_Earth_Review">Whole Earth Review</a> e poi ovviamente su <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_WELL">The WELL</a>, fine anni &#8216;80, tale sua funzione di &#8216;anziano e saggio&#8217; acquista perfino maggior senso nel magma digitale odierno. Non a caso Howard è un utente tanto assiduo quanto accorto di <a href="http://twitter.com/hrheingold">Twitter</a> e di altri tool analoghi, soprattutto per i suoi corsi di <a href="http://socialmediaclassroom.com/">Social Media</a> alle università di Stanford e Berkeley, oltre che per i vari progetti techno-cultural-sociali in <a href="http://www.rheingold.com/">cui è coinvolto</a>.</p>
<p>Perchè il punto è che oggi, come e più di 20+ fa, anni occorre fare attenzione al contesto generale, praticare la media literacy e condividere le idee &#8211; se si vuole trarre giovamento dai new media e dare il proprio contributo a cambiare il mondo, un computer e una persona alla volta. Come chiarisce, ad esempio, <a href="http://www.sfgate.com/cgi-bin/blogs/rheingold/detail?blogid=108&#38;entry_id=39948">questo suo lungo e ottimo articolo proprio sulla Twitter Literacy</a> &#8211; dove alcuni punti appaiono scontati e altri perfino pedissequi, ma è proprio quest&#8217;attenzione ai dettagli e alle implicazioni nell&#8217;uso dello strumento che fanno la differenza. E ciò aiuta certamente a creare meno rumore, per favorire invece di riflessioni di ampio respiro e scambi proficui &#8211; a &#8216;fare cultura&#8217; in senso generale. </p>
<p>Ovvero, insiste Howard, &#8220;if we are to make decisions based on our values, I am of the school of belief that values gained through introspection, dialogue, learning, and debate are more authentic than values believed at face value&#8221;. Valori e qualità che, insieme alla  <a href="http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/15/sulla-trasparenza-del-giornalismo/">trasparenza del fare informazione</a>, rappresentano uno degli obiettivi e delle pratiche che personalmente provo a seguire da sempre, e che vieppiù oggi tornano utilissimi a giovani, anziani e chiunque partecipi variamente del e al pianeta digitale&#8230; prelibato e necessario <em>food for thought</em>, insomma <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[19 September: Software Freedom Day 2009]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/18/software-freedom-day-2009/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 19:47:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/18/software-freedom-day-2009/</guid>
<description><![CDATA[An international celebration of free software! Here is the main website and here a Google Map with t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://bernyblog.wordpress.com/files/2009/09/fs.png" alt="Software Freedom Day 2009" align="left">An international celebration of <a href="http://www.fsf.org/events/sfd2009">free software</a>! Here is the <a href="http://softwarefreedomday.org/Home">main website</a> and here a <a href="http://cgi.softwarefreedomday.org/2009/map.shtml">Google Map</a> with teams &#38; events scheduled around the world. And to learn how to run a new event, read this <a href="http://softwarefreedomday.org/StartGuide">easy  StartGuide</a>. Have fun! </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[social media ROI]]></title>
<link>http://msoma.wordpress.com/2009/09/18/social-media-roi/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 10:57:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>msoma</dc:creator>
<guid>http://msoma.wordpress.com/2009/09/18/social-media-roi/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sulla trasparenza del giornalismo]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/15/sulla-trasparenza-del-giornalismo/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 03:21:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/15/sulla-trasparenza-del-giornalismo/</guid>
<description><![CDATA[Se, paragonando il giornalismo con gli scacchi, il contenuto è re e la collaborazione regina, la tra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Se, paragonando il giornalismo con gli scacchi, il contenuto è re e la collaborazione regina, la trasparenza è la scacchiera stessa. E quindi va perseguita ad ogni livello della catena, soprattutto nell&#8217;era di Internet. <a href="http://bit.ly/hVXys">Riflette così l&#8217;amico David Cohn</a>, fra l&#8217;altro animatore dell&#8217;ottimo <a href="http://www.spot.us">Spot.us</a>, esperimento di giornalismo collaborativo basato nella Bay Area. Oppure come <a href="http://www.hyperorg.com/blogger/2009/07/19/transparency-is-the-new-objectivity/">spiegava recentemente David Weinberger</a>, &#8220;transparency is the new objectivity: it is now fulfilling some of objectivity’s old role in the ecology of knowledge&#8221;.  In un caso e nell&#8217;altro, ciò conferma come nei mille rivoli che oggi danno forma alle varietà di giornalismi in giro,  &#8220;more than our finished product must be revealed.&#8221; E quindi, insiste David, il &#8220;freelancing is outdated&#8221;:</p>
<blockquote><p>Thirty years ago, I would probably snail mail my pitches to editors with a self-addressed envelope inside so editors could write me back. Today the Internet allows freelancers to email pitches. But that seems to be the ONLY evolution in the process. Our communication in the process of procuring work, writing stories and editing stories is faster, but fundamentally happens in one-to-one relationships. The public never sees this. Nor do they see the pain of waiting for responses, edits, or checks.</p></blockquote>
<p>D&#8217;altronde non è una novità che la parte &#8220;sporca&#8221; per i cosidetti lavoratori della conoscenza (già, ci sporca anche a fare informazione e condividere conoscenza) non viene mai lontanamente rivelata o immaginata dal grande (o piccolo) pubblico, ormai abituato dai media mainstream a sorbirsi copertine luccicanti e titoloni spiccioli, foto spregiudicate e articoletti velinari. Analogo percorso viene per lo più proposto online, spesso come ulteriore modalità per chiudere spazi e impedire la partecipazione dal basso.</p>
<p>Certo, <a href="http://www.digidave.org/2009/09/news-organizations-how-transparent-can-we-be.html">conclude David</a>, ci sono dei validi contro-punti alla pratica della trasparenza assoluta &#8211; The process of journalism (editing, re-writing, etc.) is boring, It takes energy to be transparent &#8211; ma resta il fatto che non possiamo sfuggirvi, meno che mai nell&#8217;era di Internet e con la miriade di progetti collaborativi in ballo. Ergo, non resta che praticare e praticare. (Peccato che, ancora una volta, tutto ciò non riguardi nè interessi minimamente la scena italiana, old o new media che siano).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OneWebDay: your web, your day]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/14/onewebday-your-web-your-day/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 03:28:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/14/onewebday-your-web-your-day/</guid>
<description><![CDATA[OneWebDay 2009: One Web. For All. 9/22/09 For the last three years, OneWebDay has attracted a global]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://bernyblog.wordpress.com/files/2009/09/oneday.png" alt="OneWebDay09" align="left"><em><strong>OneWebDay 2009:<br />
One Web.  For All.<br />
9/22/09</strong></em></p>
<p>For the last three years, <a href="http://onewebday.org/">OneWebDay</a> has attracted a global network of partner organizations and individual activists committed to broadening the public’s awareness of Internet and Web issues while deepening a culture of participation in building a Web that works for everyone. In 2008, OneWebDay organizers documented volunteer-driven events in 34 different cities across the world. </p>
<p><a href="http://onewebday.org/read-our-blog/">OneWebDay</a> leaders seek to build an organization that looks, feels, and works like the Web – a diverse, decentralized engine of human creativity that delivers value by pushing power to the edges of its network of organizers and partners. OneWebDay will offer sustained support and development to its network and create an annual event that makes the power of the Web and the threats it faces tangible to a wide audience. We believe that through this effort, the <a href="http://onewebday.org/read-our-blog/">OneWebDay</a> network can become a strong global community of advocates for the future of the Web. We hope you will <a href="http://onewebday.org/">get involved.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Twestival 2009 SP vale o seu "retwit"]]></title>
<link>http://msoma.wordpress.com/2009/09/05/twestival-2009-evento-que-vale-o-seu-retwit/</link>
<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 02:50:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>msoma</dc:creator>
<guid>http://msoma.wordpress.com/2009/09/05/twestival-2009-evento-que-vale-o-seu-retwit/</guid>
<description><![CDATA[O ser humano, por natureza, tem o costume de pensar muito, expressar suas idéias matutadas na mesma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1433 aligncenter" title="twestival" src="http://msoma.wordpress.com/files/2009/09/twestival1.jpg" alt="twestival" width="509" height="279" /></p>
<p>O ser humano, por natureza, tem o costume de pensar muito, expressar suas idéias matutadas na mesma proporção, porém, infelizmente são poucos aqueles que transformam as boas intenções em atitudes. Por esta razão, eu gradualmente fui sendo atraído pelo projeto <strong><a href="http://twestival.com/">Twestival</a></strong>, a união de <a href="http://www.twitteiros.com.br/">twitteiros</a> em prol de uma causa.  Se a proposta é ajudar, de minha parte, o mínimo que eu poderia fazer é divulgar o evento. Dar o meu <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2008/04/28/o_que_e_twitter/">retwit</a>. Decidi fazer isso batendo um papo com <strong>Fernando Souza</strong>, responsável pelo <strong><a href="http://saopaulo.twestival.com/">Twestival São Paulo</a></strong> e editor do blog <a href="http://www.twitterbrasil.org">Twitter Brasil.</a></p>
<blockquote><p><img class="alignleft size-medium wp-image-1435" title="fernandosouza" src="http://msoma.wordpress.com/files/2009/09/fernandosouza.jpg?w=175" alt="fernandosouza" width="175" height="300" /><strong>Quando você resolveu adotar a causa Twestival SP? Qual o critério para apoiar a entidade local?</strong></p>
<p>Fui convidado pelos idealizadores em janeiro deste ano, devido ao meu envolvimento com o Twitter e dada a visibilidade do blog Twitter Brasil. A ONG escolhida foi a <strong><a href="http://www.doutoresdaalegria.org.br/">Doutores da Alegria</a> </strong>por conhecer e confiar no trabalho e dedicação deles, que atendem, principalmente, o público infantil.</p>
<p><strong>Como é organizar um evento de forma colaborativa, tendo o twitter como mídia tema?</strong></p>
<p>Eu, como organizador, do evento venho mobilizando algumas pessoas para auxiliar na execução do evento e, conseqüentemente , na captação de recursos. Dessa forma estabeleço uma equipe de apoiadores para que tenhamos no final um evento agradável a todos e o resultado final que é a mobilização de pessoas em prol de uma causa.</p>
<p><strong>Quais foram os resultados de 2008?</strong></p>
<p>Em 2008 o evento foi realizado apenas em Londres, porém ainda sem o titulo <a href="http://twestival.com/">“Twestival”</a>, onde conseguiram reunir aproximadamente 300 pessoas. Era apenas um evento onde a comunidade local do Twitter pudesse se encontrar, assim como os tantos <a href="http://nerdsonbeer.ning.com/">NOBs (NerdsOnBeer)</a>. Na versão de fevereiro de 2009, o <strong>Twestival Global</strong>, em São Paulo,  reuniu mais de 400 pessoas e arrecadou R$ 2.879,50. Porém, para a produção do evento, foi feito um investimento de R$ 2.216,50. O restante, R$ 683,00,  foi doado para a  ONG Charity:Water.</p>
<p><strong>Além de participar do evento e divulgar, como as pessoas podem ajudar?</strong></p>
<p>Colocamos um post no dia 03 (setembro), falando exatamente sobre a doação. Todos podem doar via PagSeguro. Estamos esperando  cerca de 500 pessoas nesta edição. Se cada um doar R$ 10,00 teremos um valor significativo . O evento será no Espaço PIX/Gafanhoto onde estaremos efetuando a venda de camisetas cuja renda será revertida em prol da ONG.   É bacana ressaltar que a entidade escolhida, <strong>Doutores da alegria</strong>, desde  1991, já visitou mais de 650 mil crianças e adolescentes hospitalizados, atingindo também cerca de 700 mil familiares, e envolvendo mais de 15 mil profissionais de saúde.</p>
<p><strong>Se você tem alguma sugestão para ajudar o Twestival nesta edição e nas próximas, deixe o seu comentário.</strong></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adios Facebook?]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/02/adios-facebook/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 05:30:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/09/02/adios-facebook/</guid>
<description><![CDATA[From The New York Times: Things fall apart; the center cannot hold. Facebook, the online social grid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>From <a href="http://www.nytimes.com/2009/08/30/magazine/30FOB-medium-t.html?_r=1&#38;em">The New York Times</a>: Things fall apart; the center cannot hold. Facebook, the online social grid, could not command loyalty forever. If you ask around, as I did, you’ll find quitters. One person shut down her account because she disliked how nosy it made her. Another thought the scene had turned desperate. A third feared stalkers. A fourth believed his privacy was compromised. A fifth disappeared without a word. &#8230; Many seem to have just lost their appetite for it: they just stopped wanting to look at other people’s photos and résumés and updates, or have their own subject to scrutiny. Some ex-users seemed shaken, even heartbroken, by their breakups with Facebook. “I primarily left Facebook because I was wasting so much time on it,” my friend Caroline Harting told me by e-mail. “I felt fairly detached from my Facebook buddies because I rarely directly contacted them.” Instead, she felt as if she stalked them, spending hours a day looking at their pages without actually saying hello. &#8230; Is Facebook doomed to someday become an online ghost town, run by zombie users who never update their pages and packs of marketers picking at the corpses of social circles they once hoped to exploit? Sad, if so. Though maybe fated, like the demise of a college clique.</p>
<p>Read <a href="http://www.nytimes.com/2009/08/30/magazine/30FOB-medium-t.html?_r=1&#38;em">full article</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[a síndrome da bola de cristal persiste]]></title>
<link>http://msoma.wordpress.com/2009/08/28/a-sindrome-da-bola-de-cristal-persiste/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 09:27:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>msoma</dc:creator>
<guid>http://msoma.wordpress.com/2009/08/28/a-sindrome-da-bola-de-cristal-persiste/</guid>
<description><![CDATA[Alguns paradigmas do mundo corporativo ainda não foram quebrados. Persiste em reuniões de prospecçõe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Alguns paradigmas do mundo corporativo ainda não foram quebrados. Persiste em reuniões de prospecções e workshops aquela ladainha de meados de 2006:</p>
<ul>
<li>Em mídia social tudo é freeware;</li>
<li>Faz um viralzinho baratinho e aí a coisa pega fogo;</li>
<li>Basta dar brindes e pagar pouco para blogueiros que as coisas acontecem;</li>
<li>Vamos fazer &#8220;assim&#8221;&#8230; que as pessoas vão clicar &#8220;por aqui&#8221; e as coisas se converterão &#8220;por ali&#8221;.</li>
</ul>
<p>Se não existe <strong>&#8220;bala de prata&#8221;</strong> em projetos de mídia social, não faz sentido a <strong>síndrome da bola de cristal </strong>continuar viva.  Quando eu desmonto  todos esses (e mais alguns) mitos vem a expressão: &#8220;nooossa, não é assim então?!&#8221;</p>
<ul>
<li>Muita coisa em mídia social é freeware sim, mas e o profissional que investiu horas pesquisando, navegando e estudando tecnologias, plataformas, interfaces, plugins? Vale muito e eu sei o quanto as pessoas varam madrugadas para isso, numa obsessão pela resposta para o cliente.</li>
<li>Viralzinho baratinho até pode existir, mas espero que os &#8220;carinhos&#8221; e bem feitos prevaleçam.</li>
</ul>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6m3xHUZpsqk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6m3xHUZpsqk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<ul>
<li>Nos últimos meses, a mídia tem dado bastante destaque à evolução da blogosfera. Bom por um lado, para o lado daqueles que batalharam para chegar lá. Por outro, pode ter criado uma percepção deturpada da dura realidade. <span style="color:#ff0000;"><strong>Aguardo os seus comentários sobre esse polêmico fenômeno.</strong></span></li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-1424" title="revista epoca" src="http://msoma.wordpress.com/files/2009/08/revista-epoca.jpg?w=227" alt="revista epoca" width="269" height="355" /><a href="http://colunas.epoca.globo.com/files/592/2009/03/capa31.jpg">fonte</a><br />
</strong></span></p>
<ul>
<li>Enfim, a <strong>bola de cristal </strong>do &#8220;faz isso&#8221; que &#8220;acontece aquilo&#8221; é prejudicial a qualquer campanha. É preciso estudar, mapear, mas principalmente, conversar com as pessoas para saber o que elas realmente desejam. Aí sim a &#8220;lógica&#8221; vira &#8220;prática&#8221;.</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Getting started]]></title>
<link>http://laingb.wordpress.com/2009/08/28/getting-started/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 03:26:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>laingbeth</dc:creator>
<guid>http://laingb.wordpress.com/2009/08/28/getting-started/</guid>
<description><![CDATA[Summer is over and it seems like everything is getting started at once. Things kicking in for We Med]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Summer is over and it seems like everything is getting started at once.  Things kicking in for We Media 2010 planning, school underway, soccer and swimming, girl scouts and <a title="Leadership Dekalb" href="http://www.leadershipdekalb.org/">Leadership Dekalb</a> is underway.   All 52 of us met for an orientation at Agnes Scott last week and did some quick introductions.  It sounds like a lot of interesting people and, for once, I don&#8217;t know a single person in the whole room!  Obviously that will change soon but it&#8217;s both exciting and  bit intimidating.  Our <a href="http://www.leadershipdekalb.org/LeadershipDekalb/schedule.php">schedule</a> looks good and I&#8217;m looking forward to getting started.</p>
<p>We had several speakers who gave a good idea of the value of the program and their ongoing support for LD.  Makes me anxious to get started on the &#8220;real&#8221; stuff.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[social media revolution]]></title>
<link>http://msoma.wordpress.com/2009/08/20/social-media-revolution/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 20:38:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>msoma</dc:creator>
<guid>http://msoma.wordpress.com/2009/08/20/social-media-revolution/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Il team di Global Voices Italia sul mensile <em>Linus</em>]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/08/13/il-team-di-global-voices-italia-sul-mensile-linus/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 15:40:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/08/13/il-team-di-global-voices-italia-sul-mensile-linus/</guid>
<description><![CDATA[Attenzione attenzione: il numero di agosto &#8211; ora in edicola (vedi copertina a lato) &#8211; de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://bernyblog.wordpress.com/files/2009/08/linus.png" alt="Linus magazine, Agosto 2009" align="left" vspace="4">Attenzione attenzione: il numero di agosto &#8211; ora in edicola (vedi copertina a lato) &#8211; della storica <a href="http://linus.net/il-numero-in-edicola/">rivista Linus</a> contiene due belle pagine interamente dedicate alla redazione italiana di <a href="http://it.globalvoicesonline.org">Global Voices Online</a>. Nella sua rubrica <em>DuePuntoZero</em>, Gabriele Lunati condensa al meglio una serie di interviste ai vari collaboratori/traduttori, offrendo un ottimo spaccato delle diverse tematiche e interessi che si coagulano intorno al progetto. Senza mancare di proporre una scelta dei post (italiani) più interessanti pubblicati negli ultimi mesi. Thanx much a Gabriele, e a <a href="http://linus.net">Linus</a>!</p>
<p>L&#8217;articolo non è (ancora) disponibile sul <a href="http://linus.net/il-numero-in-edicola/">sito del mensile</a>, ma ne abbiamo realizzato un <a href="https://dl.getdropbox.com/u/215828/Linus.pdf">veloce pdf</a> &#8211; invitando ad acquistarlo in edicola e&#8230;. a far girare la voce! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Altri percorsi di confronto e integrazione tra mainstream e citizen media]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/08/08/altri-percorsi-di-confronto-e-integrazione-tra-mainstream-e-citizen-media/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 02:56:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/08/08/altri-percorsi-di-confronto-e-integrazione-tra-mainstream-e-citizen-media/</guid>
<description><![CDATA[Fra gli strumenti ad hoc per seguire al meglio il mix dell&#8217;informazione online creato oggi dai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fra gli strumenti ad hoc per seguire al meglio il mix dell&#8217;informazione online creato oggi dai mainstream media e dalla varietà di produzioni autonome, arriva ora il promettente <a href="http://www.mediacloud.org">Media Cloud</a>, progetto del <a href="http://cyber.law.harvard.edu/">Berkman Center for Internet &#38; Society</a> presso la Harvard University. Cosa sarebbe? Be&#8217;, spider e algoritmi che scandagliano la Rete creando poi automaticamente degli archivi in base alle impostazioni di ciascun utente, estrapolandoli da centinaia di testate e migliaia di siti e blog, consentendo così allo stesso utente di visualizzare e analizzare tali dati.  </p>
<p>Basta fare una prova per conoscere, ad esempio, i <a href="http://www.mediacloud.org/visualizations/?tagset=13&#38;chart_is_log=true&#38;viz_type=top10&#38;pivotterm&#38;media_source[1]=Talking+Points+Memo&#38;media_source[2]=New+York+Times&#38;media_source[3]=Pajamas+Media&#38;media_id[1]=113&#38;media_id[2]=1&#38;media_id[3]=116&#38;submit=Submit+Query">10 termini più usati in testate assai diverse tra loro</a> quali NYT, Talking Points Memo e Pajama Media: al primo posto hanno tutte &#8220;United States&#8221;, mentre poi rispettivamente troviamo Obama e Washington, Iraq e Senate, America e Canada. Volendo, si possono poi creare mappe globali ragionate, fare altri tipi di ricerche incrociate e quant&#8217;altro &#8211; per ora sono coperti solo materiali in inglese ma di ogni parte del mondo. </p>
<p>Media Cloud è ancora in fase iniziale e non mancano certo <a href="http://www.mediacloud.org/2009/01/15/what-are-your-research-ideas/">idee e apporti degli utenti</a> per il suo arricchimento, senza contare che il codice è interamente open source. Come spiega in un articolo apparso un paio di giorni fa sul <a href="http://www.nytimes.com/2009/08/05/arts/05cloud.html?_r=1">New York Times</a> Yochai Benkler, co-animatore del progetto, questo fa parte degli “strumenti di prossima generazione capaci di seguire quel dice effettivamente la gente, un miglior microscopio&#8221; della conversazione online. Qualcosa di simile a quanto già fanno <a href="http://memetracker.org">memetracker.org</a> (Cornell University) o il team tutto umano del <a href="http://pewresearch.org/">Pew Research Center</a>. </p>
<p>Ci sarà sempre più da divertirsi, insomma, e da imparare &#8211; pur senza cadere nell&#8217;illusione di voler portare ordine massimo nel Web. Piuttosto, la conferma di pratiche utile e necessarie per dare maggior senso a quella commistione a <a href="http://bernyblog.wordpress.com/2009/08/01/se-linformazione-e-in-crisi-anche-economica-non-mancano-mix-alternativi-e-praticabili/">livello di produzione, fruizione e business</a> (tenendo ovviamente ben divisi i fatti da chiacchiere e congetture) che resta caposaldo inevitabile dell&#8217;odierno fluire mediatico online. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Il futuro del giornalismo è (sempre più) non-profit?]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/08/05/il-futuro-del-giornalismo-e-sempre-piu-non-profit/</link>
<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 20:16:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;I nuovi modelli di aggregazione del pubblico e le nuove forme di finanziamento guideranno il ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://bernyblog.wordpress.com/files/2009/08/media1.png" alt="The Future of Nonprofit Journalism" align="left" vspace="4">&#8220;I nuovi modelli di aggregazione del pubblico e le nuove forme di finanziamento guideranno il giornalismo su strade inesplorate. E ci stupiranno&#8221;, <a href="http://www.lsdi.it/2009/07/25/il-futuro-misterioso-del-giornalismo/">spiegava recentemente Clay Shirky</a>. Ed è proprio proseguendo sui tali percorsi (tutt&#8217;altro che teorici) che torna assai utile un elenco di risorse e segnalazioni sul <a href="http://www.poynter.org/column.asp?id=132&#38;aid=163553">The Future of Nonprofit Journalism</a>. Proposto dall&#8217;autorevole Poynter Institute, il cui sito offre un marea di strumenti e info di prima qualità, la lista copre una varietà di fonti e cita articoli dal 2007 ad oggi in cui si sottolinea, fra l&#8217;altro, la<br />
<a href="http://www.hks.harvard.edu/presspol/publications/papers/working_papers/2007_03_lewis.pdf">Growing Importance of Nonprofit Journalism</a> o si dettaglia il <a href="http://www.cjr.org/feature/open_for_business.php">Case for a free/paid hybrid model</a>. Ancora, un <a href="http://www.poynter.org/column.asp?id=131&#38;aid=166916">recente pezzo del New York Times</a> svela come il quotidiano stia meditando addirittura di bussare alalporta di fondazioni ed enti filantropici: &#8220;We&#8217;ve begun to ask ourselves whether it would be possible to get the kind of support that NPR does from foundations for its journalism.&#8221;</p>
<p>Si tratta cioè di trovare soluzioni concrete tanto creative quanto partecipatorie, e non solo in senso business:  &#8220;One possible solution to rescuing the watchdog function of the press is to allow newspapers to operate as nonprofits. &#8230; If the IRS and Congress pave the road for media hybrids, it will then be up to readers and foundations to provide the resources to power these nonprofit watchdogs&#8221;, <a href="http://www.newsobserver.com/opinion/columns/story/1593690.html">propone il NewsObserver</a> puntando a un futuro fatto di &#8220;low profit newspapers&#8221;. Scenari ben esaminati alla <a href="http://www.pubpol.duke.edu/nonprofitmedia/">Nonprofit Media Conference</a>, svoltasi nel maggio scorso al Sanford Institute of Public Policy della Duke University, il cui report finale si concentra nuovamente su <a href="http://www.pubpol.duke.edu/nonprofitmedia/documents/DWC_Conference_Report.pdf">The Road Ahead for Media Hybrids</a>.</p>
<p>Se insomma questo è lo state-of-the-art dello scenario statunitense (sempre seguito in Italia dagli addetti ai lavori e assai meno dai singoli, purtroppo), appaiono più che valide le iniziative qui delineate nei post precedenti — dai <a href="http://bernyblog.wordpress.com/2009/08/01/se-linformazione-e-in-crisi-anche-economica-non-mancano-mix-alternativi-e-praticabili/">mix alternativi praticabili</a> al senso di certi <a href="http://bernyblog.wordpress.com/2009/07/27/sul-senso-e-lutilita-di-certi-contenuti-a-pagamento-ma-dal-basso/">contenuti a pagamento</a>. Purché in entrambi i casi si creino sinergie tra i vari progetti di citizen media (non-profit per definizione) oggi attivi anche in Italia, e soprattutto tra questi e le grandi testate tradizionali.</p>
<p>Se, come sembra, non c&#8217;è via di scampo a simili commistioni per il futuro stesso del bene-informazione nonchè per il relativo business allo stremo, cosa si aspetta ancora? Vogliamo perdere un altro treno in corsa sui binari digitali? Perché negare spazi e opportunità a cittadini motivati e competenti, riservandoli solo ai &#8216;giornalisti&#8217;? E a chi converebbe poi ritardare o bloccare questi esperimenti lungo le &#8220;strade inesplorate&#8221; cui accennava Shirky &#8211; percorsi socialmente irrinunciabili e sorprendenti?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Se l'informazione è in crisi (anche economica) non mancano mix alternativi e praticabili]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/08/01/se-linformazione-e-in-crisi-anche-economica-non-mancano-mix-alternativi-e-praticabili/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 19:27:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
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<description><![CDATA[Non è certo un mistero che, in questi tempi di crisi economica e di information overload, ogni entit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Non è certo un mistero che, in questi tempi di crisi economica e di information overload, ogni entità attiva nel mondo dell&#8217;informazione, dalle testate mainstream ai citizen media, debba darsi da fare in maniera creativa e innovativa per le modalità di autosostentamento. È quanto va facendo nel suo  piccolo anche <em>Global Voices Online</em>, il cui <a href="http://it.globalvoicesonline.org/2009/08/global-voices-e-i-modelli-alternativi-di-sostentamento-economico/">post odierno (in italiano)</a> illustra i passi attivati in questa direzione. &#8220;Siamo lieti di annunciare che, nonostante la crisi economica in corso, quasi tutte le nostre spese per il 2009 sono coperte, grazie al supporto delle organizzazioni filantropiche<a href="http://globalvoicesonline.org/special-thanks/"> elencate qui</a>. Per assicurare una sostenibilità a lungo termine, stiamo tuttavia cercando di raggiungere un equilibrio fra supporto filantropico, commissioni editoriali, partnership e redistribuzioni di contenuti, buttandoci dentro un pizzico di pubblicità&#8221; &#8211; spiega la managing director di GV, <a href="http://globalvoicesonline.org/author/georgia-popplewell/">Georgia Poppelwell</a> (traduzione di <a href="http://it.globalvoicesonline.org/author/eleonora-panto/">Eleonora Pantò</a>). A ribadire insomma che i modelli possibili sono interconnessi, variegati e flessibili, piuttosto che mettersi alla vana ricerca del Sacro Graal, cioè dell&#8217;unico business model buono per tutti &#8211; così come non esiste &#8220;la&#8221; killer application del giro high-tech e/o online.</p>
<p>Ovviamente questo <em>mix creativo</em> ha ancora più senso quando si parla dell&#8217;opportunità di <a href="http://bernyblog.wordpress.com/2009/07/27/sul-senso-e-lutilita-di-certi-contenuti-a-pagamento-ma-dal-basso/">contenuti (anche) a pagamento prodotti dal &#8220;giornalismo dal basso&#8221;</a>. Pensando appunto a pratiche integrative tra old &#38; new media, in cui a questi ultimi venga commissionata la copertura più approfondita di determinate aree o argomenti. Dalle (contro)inchieste sul territorio agli aggregatori umani ragionati, dagli editoriali di qualità alle contestualizzazioni mirate, da contenuti iper-locali e rilavorati &#8211; situazioni sicuramente alla portata dei <a href="http://bernyblog.wordpress.com/2009/06/27/rilanci-e-materiali-dopo-lincontro-romano-dei-citizen-media/">soggetti italiani attualmente attivi</a>. Ovvero, riprendendo ancora <a href="http://it.globalvoicesonline.org/2009/08/global-voices-e-i-modelli-alternativi-di-sostentamento-economico/">il post di GV</a>: &#8220;Enti e organizzazioni che abbiano interesse a fare informazione su un tema preciso possono finanziare in modo specifico certi contenuti, con il chiaro accordo che non avranno voce in capitolo sulla produzione di tali contenuti. Questo tipo di finanziamento caratterizza il modello delle testate d&#8217;informazione a carattere pubblico [in Usa e altri Paesi]. Questa tipologia di entrate è probabilmente destinata a diventare una significativa fonte alternativa di finanziamento.&#8221; </p>
<p>Peccato, appunto, che simili inter-azioni e pratiche non facciano parte della tradizione informativo-culturale nostrana, dove neppure enti pubblici come la RAI hanno mai provato a offrire spazi e attenzione in tal senso alla collettività competente, a cittadini motivati e capaci. [Almeno, da quanto mi risulta e in base a esperienze personali con varie testate in questi 10+ anni]. Salvo poi scopiazzare a destra e a manca online, riproporre tranquillamente i video di YouTube e i messaggini di Twitter,  appropriandosi al volo di quanto viene prodotto dai citizen media &#8211; non di rado senza neppure l&#8217;esplicita attibuzione della fonte. </p>
<p>Non che si debba arrivare a commissionamenti o partnership con fior fiore di agenzie, testate e fondazioni cui si riferisce GV, per carità. Sarebbe un passo dal taglio fin troppo anglofono e nord-europeo (moderno?). Come pure eccessivo è sperare in qualche forma di <a href="http://www.lsdi.it/2009/06/24/sostegni-pubblici-per-le-esperienze-di-giornalismo-partecipativo/">fondi pubblici</a> per (stimolare e sviluppare) progetti e aggregazioni di <a href="http://groups.google.com/group/citizenmediait?hl=it">media partecipativi di base</a>. Eppure, mi sbaglierò, ma oggi questi modelli che vanno emergendo un po&#8217; ovunque sono non solo possibili ma auspicabili e finanche inevitabli &#8211; sia per risollevare le sorti del giornalismo (non delle testate in quanto entità commerciali) sia per dare giustamente spazio all&#8217;innovazione, alla libera circolazione di cultura e agli stessi giovani motivati in cerca di occupazione. Sempre che, ovvio, si vogliano trovare davvero risposte concrete a questi tempi di crisi&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[teoria, prática ou atitude: qual é o seu estágio de maturidade? ]]></title>
<link>http://msoma.wordpress.com/2009/07/28/teoria-pratica-ou-atitude-qual-e-o-seu-estagio-de-maturidade/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 22:33:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>msoma</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Após três intensos anos de workshops e oficinas em mídias sociais, em que estágio você está? Teoria]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1405" title="slide ppt grupo rma treinamento" src="http://msoma.wordpress.com/files/2009/07/slide-ppt-grupo-rma-treinamento.jpg?w=300" alt="slide ppt grupo rma treinamento" width="300" height="225" /></p>
<p>“Após três intensos anos de workshops e oficinas em mídias sociais, em que estágio você está? <strong>Teoria, Prática ou Atitude?</strong>” Esta foi a pergunta que eu fiz na introdução do módulo “Entrando em Campo” da <a href="http://pt-br.wordpress.com/tag/academia-20/">Academia 2.0</a>, realizado há três semanas no <a href="http://pt-br.wordpress.com/tag/academia-20/">Grupo RMA</a>.</p>
<p>Desde o início, a missão de mergulhar no mundo da mídia social não foi fácil. Digo sem medo de errar que a referência abundante e os conceitos bem diferentes, tanto culturais quanto conceituais, tornaram o trabalho de quebrar paradigmas bem árduo. O lado gratificante foi o de compartilhar estruturadamente o conhecimento adquirido com os demais interessados, em contatos pessoais ou via web, e trocar conhecimentos de maneira aberta.</p>
<p>Somente neste último workshop me dei conta que nos últimos <strong>30 meses </strong>foram desenvolvidos <strong>24 módulos</strong>, uma carga superior a <strong>80 horas</strong> de dedicação em educação e cultura para mídia social.  Percorrido todo esse caminho eu resumiria como essencial aprendizado os <a href="http://www.fastcompany.com/blog/lon-safko/ten-commandments-social-media/five-p-s-social-media-where-do-you-start">5P’s de Lon Safko</a> registrados na Fast Company: <strong>perfil bem feito nos canais sociais; produção de conteúdo com valor;  propagação adequada dos conteúdos; promoção do diálogo e progressão de tudo isso</strong>. É algo simples, direto e básico, mas bem interpretados e estudados, direcionam qualquer indivíduo para o mundo da mídia social. Seguido os preceitos, basta ter <strong>atitude </strong>para estar inserido, cá entre nós, a parte mais difícil .</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sul senso e l'utilità di certi contenuti a pagamento - ma dal basso!]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/07/27/sul-senso-e-lutilita-di-certi-contenuti-a-pagamento-ma-dal-basso/</link>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 17:23:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
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<description><![CDATA[Crescono i segnali verso l&#8217;avvio in grande scala (o il ritorno) dei contenuti online a pagamen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://tbn3.google.com/images?q=tbn:r6unAhYJEyYMhM:http://wwwdelivery.superstock.com/WI/223/1555/PreviewComp/SuperStock_1555R-121013.jpg" alt="$$$ &#38; newspaper" align="left">Crescono i segnali verso l&#8217;avvio in grande scala (o il ritorno) dei contenuti online a pagamento, o meglio: &#8220;quality content matters, and people will pay for it&#8221;, spiega in un motivato editoriale Sharon Waxman rilanciando la <a href="http://news.google.com/news?pz=1&#38;ned=us&#38;hl=en&#38;q=Fortune+Brainstorm+conference">Fortune Brainstorm conference</a> svoltasi nei giorni scorsi a Pasadena. Certo, ancora una volta è un approccio &#8220;top-down&#8221; <a href="http://www.lsdi.it/2009/07/24/entro-un-anno-contenuti-a-pagamento-per-tutte-le-testate/">proposto dai Big Media</a> come potenziale tappabuchi per la perdurante e diffusa crisi in cui continuano a navigare. Ma è indubbio che quando si tratti di versare l&#8217;obolo per accedere a valore aggiunto e contenuti di qualità, i citizen media non sono certo da meno, avendo al proprio arco frecce valide e voci più che legittime nell&#8217;ennesimo business model aperto a tutti. </p>
<p>Non è dunque il caso di abboccare all&#8217;amo di chi prova a imporre tale tesi per &#8220;<a href="http://www.guardian.co.uk/media/2009/feb/23/digital-media-online-content/">force people to pay online</a>&#8221; o per farci dimenticare <a href="http://bernyblog.wordpress.com/2009/06/10/%e2%80%9cthe-day-the-media-died%e2%80%9d/">la strada senz&#8217;uscita volutamente imboccata</a> da gran parte dell&#8217;industria dell&#8217;informazione. E neppure basta addurre pseudo-motivazioni per cui i giornali a pagamento online sarebbero la naturale estensione di quanto gia&#8217; paghiamo sul web, film, TV shows, musica, etc.: è evidente, puntuallza Jeff Jarvis, come le online news siano &#8220;<a href="http://www.buzzmachine.com/2009/02/23/guardian-column-whack-a-mole-with-micropayments/">different for many reasons</a>&#8220;, cioè un bene di rapido consumo e disponibilità.</p>
<p>Ancor più e meglio, <a href="http://bernyblog.wordpress.com/2009/06/06/il-patto-suicida-dei-giornalisti/">giova ripeterlo</a>: assurdo addossare oggi a lettori e utenti online la responsabilità di “trovare insieme” nuovi modelli commerciali, quando soprattutto in Italia le &#8220;grandi&#8221; testate hanno fatto e continuano a fare i loro comodi. E se proprio si volesse far loro un favore, e quindi per riflesso &#8220;migliorare&#8221; il panorama generale anche per (i sempre meno affezionati) lettori, l&#8217;unica è incalzarle dal basso tali testate, proporre nuove modalità operative, offrire capacità innovative nel fare informazione, sperimentare con <a href="http://groups.google.com/group/citizenmediait">piattaforme di giornalismo partecipato</a>, qui e ora. Smettendola una volta per tutte di occuparci di robe insensate, come il <a href="http://punto-informatico.it/2681498/PI/Commenti/contrappunti-futuro-delle-notizie-carta.aspx">futuro della carta stampata in quanto tale</a>.</p>
<p>Ergo, il trend verso certi contenuti a pagamento non va inteso come mirato ad azzerare la comune pratica dell&#8217;informazione libera e condivisa ormai dato di fatto in ogni angolo del pianeta digitale &#8211; da Wikipedia all&#8217;Open Access. Anzi. Ciò s&#8217;incastra bene perfino nel marketing model del &#8220;tutto aggratis&#8221; con cui molti vorrebbero rapidamente liquidare le <a href="http://www.thewrap.com/ind-column/video-chris-anderson-explains-economics-free_4373">tesi di Mr. Chris Anderson</a>, che invece sono ben più articolate includendo fra l&#8217;altro quanto segue: &#8220;If you give away a large quantity of good content, you can then charge money for the premium content.&#8221; Un po&#8217; come per la favoletta della &#8220;long tail&#8221;, le cose sono (e saranno) un tantinello più complesse di quanto certe fonti vorrebbero farci credere. </p>
<p>Insomma, non si può non essere d&#8217;accordo sul fatto che: &#8220;The world of content is beginning to be divided into two parts &#8212; the broad, &#8220;commoditized&#8221; stuff that you can find anywhere (celebrity shots, the bloggerhead in his pajamas commenting on events) and premium content that people will pay for&#8221;. L&#8217;importante però è non lasciare nuovamente in mano ai grandi nomi (dal Wall Street Journal e Bloomberg a FT ed Economist) l&#8217;egemonia di queste pratiche e del relativo dibattito, ribadendo piuttosto senso e utilità di certi contenuti a pagamento  anche e soprattuto quando &#8220;prodotti dal basso&#8221;. Dalle inchieste sul territorio agli aggregatori umani ragionati, dagli editoriali di qualità alle contestualizzazioni mirate, da contenuti iper-locali e rilavorati all&#8217;attento ripescaggio delle conversazioni globali &#8211; queste ed altre le pratiche su cui i citizen media possono (devono?) imparare a capitalizzare onde proporsi al pubblico in quanto vera e propria fonte d&#8217;informazione. Senza contare che oggigiorno, dovendo metter mano al portafogli, molti di noi preferiscano sostenere progetti indipendenti piuttosto che i (presunti) Big Media, giusto? <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EFF: Google must respect reader privacy!]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/07/23/eff-google-must-respect-reader-privacy/</link>
<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 20:02:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/07/23/eff-google-must-respect-reader-privacy/</guid>
<description><![CDATA[An important message from the Electronic Frontier Foundation: With help from a proposed class action]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>An important message from the <a href="https://secure.eff.org/site/Advocacy?cmd=display&#38;page=UserAction&#38;id=433">Electronic Frontier Foundation</a>: With help from a proposed class action settlement, Google is planning to dramatically expand its Book Search service so that millions of books will be available for browsing, reading, and purchasing online.</p>
<p>But in designing this new service, Google is leaving reader privacy behind. Without strong privacy protections, all of your browsing and reading history may be collected, tracked, and turned over to the government or third parties without your knowledge or consent.</p>
<p>Email Google CEO Eric Schmidt and demand that Google Book Search protect your freedom to read privately. You should be able to read about anything &#8212; from politics to health &#8212; without worrying that someone is looking over your shoulder.  Demand that Google pledge it will not stockpile information about who you are and what you read and will not become a one-stop shop for government fishing expeditions into the reading habits of Americans.</p>
<p>More details: <a href="https://secure.eff.org/site/Advocacy?id=433&#38;pagename=homepage">https://secure.eff.org/site/Advocacy?id=433&#38;pagename=homepage</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parte la mailing list dei media partecipativi italiani]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/07/17/parte-la-mailing-list-dei-media-partecipativi-italiani/</link>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 18:52:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/07/17/parte-la-mailing-list-dei-media-partecipativi-italiani/</guid>
<description><![CDATA[Per quanti hanno preso parte e/o seguito variamente il primo evento italiano dedicato ai media parte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Per quanti hanno preso parte e/o seguito variamente il primo evento italiano dedicato ai <a href="http://bernyblog.wordpress.com/2009/06/27/rilanci-e-materiali-dopo-lincontro-romano-dei-citizen-media/">media partecipativi</a> (23 giugno a Roma), è appena partita l&#8217;apposita <a href="http://groups.google.com/group/citizenmediait">mailing list</a> per discutere e coordinare alcune proposte emerse in quell&#8217;incontro. In particolare, l&#8217;auspicata creazione di un mini-circuito, con piattaforma condivisa, dei soggetti italiani attivi in quest&#8217;ambito onde acquisire maggior visibilità e spessore del panorama più ampio dell&#8217;informazione e del citizen journalism. Ovviamente la lista è aperta a chiunque sia interessato/a a simili dinamiche e (soprattutto) voglia dare una mano concreta per questi obiettivi primari. Basta <a href="http://groups.google.com/group/citizenmediait">andare qui</a>: <em>everybody is warmly welcome!</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evviva il WiFi (free &amp; fast) della Provincia di Roma]]></title>
<link>http://bernyblog.wordpress.com/2009/07/12/evviva-il-wifi-free-fast-della-provincia-di-roma/</link>
<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 06:24:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>berny</dc:creator>
<guid>http://bernyblog.wordpress.com/2009/07/12/evviva-il-wifi-free-fast-della-provincia-di-roma/</guid>
<description><![CDATA[Chi l&#8217;avrebbe mai detto che il wifi veloce e gratuito stesse penetrando alla grande nei Castel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://bernyblog.wordpress.com/files/2009/07/wifiroma2.jpg" align="left" vspace="2" hspace="4">Chi l&#8217;avrebbe mai detto che il <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Wifi">wifi veloce e gratuito</a> stesse penetrando alla grande nei Castelli Romani? Ottima perciò la sorpresa oggi in quel di Lariano (50Km a est di Roma), nella cui piazza centrale mi sono imbattuto in un hot-spot da fare invidia a quelli di San Francisco dei &#8216;vecchi tempi&#8217;. Ovvio, grazie al notorio Decreto &#8220;antiterrorista&#8221; Pisanu qui c&#8217;è prima da fornire dati personali, estremi del documento e codice fiscale, confermando al volo tramite cellulare, ma è anche prevista la residenza/utenza estera. </p>
<p>Comunque sia, proprio l&#8217;altro giorno leggevo del progetto voluto da Nicola Zingaretti, Presidente della <a href="http://www.provincia.roma.it">Provincia di Roma</a>, di portare ai cittadini tutti <a href="http://www.provincia.roma.it/wifi">Internet gratuito e senza fili</a>. Progetto che prevede, entro fine 2010, l&#8217;installazione di 500 hot-spot nella capitale e dintorni, di cui un&#8217;ottantina già attivi &#8216;a pieno regime&#8217;. Spesa complessiva 2,5 milioni di euro. Il maggior progetto italiano per la diffusione del wifi, sembra, interessando 4 milioni di persone, 121 comuni e 5mila Kmq. Insomma,  trovandomi nei paraggi, non potevo non avventurarmi per verificare di persona. Risultato? Tutto vero, verissimo.</p>
<p>Lo conferma fra l&#8217;altro la mia foto di cui sopra. Anzi, il gentile barista della Piazza del Municipio di Lariano mi ha assicurato che lì&#8217; il <a href="http://www.provincia.roma.it/wifi">wifi funziona</a> addirittura da quasi un anno e che diversa gente è solita farne uso, inclusi gli abitanti dei palazzi intorno che hanno così disdetto ogni canone. Oltre che altri utenti seduti al bar o sulle panchine al fresco, come ho fatto io oggi. Lo stesso gestore mi ha poi offerto una presa di corrente per ricaricare la batteria allo stremo del mio vecchiotto iBook (domani mi organizzo meglio con una bella prolunga). E fra una email e un sito mi è pure capitato di assistere al festoso arrivo di ospiti e protagonisti di un matrimonio nella chiesa del paese, posizionata nella medesima piazza, oltre al passeggio pomeridiano di &#8216;paesani&#8217; di ogni età e inclinazione. <em>Not bad at all</em>!</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Moving to the head of the class]]></title>
<link>http://oldvista.wordpress.com/2009/07/07/moving-to-the-head-of-the-class/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 06:48:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>oldvista</dc:creator>
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<description><![CDATA[It is a huge room, perhaps 80 feet long and 60 wide. We were directed to move to the rear and line u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>It is a huge room, perhaps 80 feet long and 60 wide. We were directed to move to the rear and line up with our backs to the wall. There was plenty of space to spread out, side by side.</p>
<p>&#8220;If you grew up in a family with both a mother and father, take one step forward.&#8221;</p>
<p>I advanced.</p>
<p>&#8220;If either of your parents are college graduates, take one step forward.&#8221;</p>
<p>I moved another pace toward the front of the room. Without turning my head, I sensed that many of my two-dozen colleagues were already at least one step behind me.</p>
<p>&#8220;If you never went to bed hungry because your family couldn&#8217;t afford to buy food, step forward.&#8221;</p>
<p>What was this about, anyway? I somewhat reluctantly advanced again. In most &#8220;exercises&#8221; I enjoy taking the lead, I&#8217;m competitive and I like to win. But this didn&#8217;t feel at all like a contest and I was uncomfortable being distinguished from so many of my new friends in this way.</p>
<p>&#8220;If your family owned the house you grew up in, move ahead.&#8221;</p>
<p>I stepped forward and could see only one other person standing abreast of me. I was hanging my head, now, ashamed of myself for leaving my comrades behind.</p>
<p>The directions continued. They were delivered in a matter-of-fact tone; there was nothing about them that could be labeled as accusatory. But I wanted to ignore the rules, to pretend that I was not the fortunate one. I wanted to hold back, to be with the rest.</p>
<p>Nevertheless, the &#8220;game&#8221; played on and I continued to advance after every new criterion was announced. At the end, two of us were within a few yards of our inquisitor and my peripheral vision revealed no one else in range.</p>
<p>&#8220;Now, look around you.&#8221;</p>
<p>I reluctantly turned to face the now-distant rear wall and my fears were realized. Most of our team were still near the back wall, just a few paces from where they began. </p>
<p>&#8220;How do you feel about what you see?&#8221;</p>
<p>I was numb. I was shaken. I felt sadness and an unexplainable sense of shame. I couldn&#8217;t shake the feeling that I had left so many great people behind, that I had advanced without regard for their plight, that I had been oblivious to the obstacles in their path as I moved easily forward.</p>
<p>&#8220;OK, back to your seats.&#8221;</p>
<p>We were given a chance to react to the exercise, and I know I rose and said something. But I&#8217;m not sure what I may have said. I was filled with emotion, tears were welling up and I couldn&#8217;t look anyone in the eyes.</p>
<p>Later, I asked another participant about her reaction and realized that many of those who had not advanced had also felt shame and embarrassment. They felt that they were somehow lacking.</p>
<p>The impact of that simple exercise was, for me, the most telling aspect of two days of training. I felt separate from friends I had come to respect and admire. I wondered whether the differences between us &#8212; &#8220;cultural distinctions&#8221; that were revealed by the exercise &#8212; were  so great that we just couldn&#8217;t feel like real team mates.</p>
<p>And then, during the drive home, while my two companions were each engaged in separate cell phone conversations, the answer came to me. </p>
<p>The differences that caused us to occupy separate strata on the horizontal axis of that room were significant and it was important to recognize them.</p>
<p>But, in the context of our team, those distinctions are more a measure of how much some have overcome and managed in order to get to the Central California Volunteer Infrastructure Program &#8212; and how little a small minority, including I, have had to deal with.</p>
<p>And now, we are all committed to helping many others to do just what my teammates have already done themselves: to overcoming setbacks and roadblocks and to achieve lofty goals despite daunting challenges.</p>
<p>At the end of the day &#8212; and at the end of our fabulous preservice training program &#8212; we were all together at the front of the class.</p>
<p>We stood shoulder to shoulder before a judge and took the oath. Each of us declared, &#8220;I am an AmeriCorps member and I will get things done!&#8221;</p>
<p>I am a proud VIP &#8212; I believe we are an elite group of equals with unlimited potential to get things done. I admire my colleagues and feel honored to be a part of this great adventure.</p>
</div>]]></content:encoded>
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