<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>xinto &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/xinto/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "xinto"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 06:15:26 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Sincretismo e tolerância ]]></title>
<link>http://sadame.wordpress.com/2008/08/16/sincretismo-e-tolerancia/</link>
<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 23:26:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nishikigoi</dc:creator>
<guid>http://sadame.wordpress.com/2008/08/16/sincretismo-e-tolerancia/</guid>
<description><![CDATA[Texto de Ronan Alves Pereira O Xintoísmo (Shintô) e o Budismo (Bukkyô) são os principais protagonist]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://sadame.files.wordpress.com/2008/08/buda-religiao.jpg"><img class="size-full wp-image-119 aligncenter" src="http://sadame.wordpress.com/files/2008/08/buda-religiao.jpg" alt="" width="208" height="182" /></a><strong>Texto de Ronan Alves Pereira</strong></p>
<p>O <strong>Xintoísmo (Shintô) </strong>e o <strong>Budismo (Bukkyô)</strong> são            os principais protagonistas do cenário religioso japonês.            Porém, séculos antes dessas tradições religiosas            tomarem corpo no arquipélago, inúmeras manifestações            do sagrado já se faziam presentes &#8212; achados arqueológicos            (como clavas de pedra e figuras de barro) sugerem ritos de fertilidade            e práticas mágicas; com a introdução da            rizicultura surgem as cerimônias religiosas ligadas a cada aspecto            do cultivo do arroz; escritos chineses antigos falam de práticas            xamânicas, mediúnicas e adivinhatórias entre os            japoneses do começo da era cristã.<br />
Até o século VI, as crenças autóctones não            se encontravam organizadas teologicamente ou centralizadas numa única            instituição. Nessa época, em que fora introduzido            oficialmente o Budismo no Japão, via Coréia, sacerdotes            ligados à corte começaram a organizar as crenças            nativas, para distinguí-las do ensinamento budista, sob as denominações            alternativas Shintô, <strong>Kami-no-michi</strong> ou ainda <strong>Kannagara-no-michi</strong> (shin/kami/kan, “deus”, “espírito”; tô/dô/michi,            “via”, “caminho”). Se, por um lado, a tradição            proto-xintoísta, para sobreviver ao impacto da introdução            do Budismo, teve de organizar-se tomando emprestado da religião            importada termos, doutrinas, iconografia etc; por outro, o Budismo,            sendo uma religião originária da Índia, também            teve de “japonizar-se” e fazer empréstimos da tradição            religiosa dos japoneses para conquistar seus corações.</p>
<p>Essas duas tradições religiosas mantiveram uma duradoura            e frutífera relação simbiótica ao longo            dos séculos e desenvolveram uma espécie de divisão            de trabalho, particularmente no que tange a ritos de passagem. Enquanto            o Xintoísmo se relaciona mais freqüentemente com ritos de            nascimento, matrimônio, inauguração de edifícios            etc, o Budismo mantém-se na esfera do culto aos antepassados            e rituais fúnebres.<br />
Além do Budismo, cumpre ainda citar o papel do Confucionismo            (<strong>Jukyô</strong>), do Taoísmo(<strong>Dôkyô</strong>) e do Cristianismo            (<strong>Kirisutokyô</strong>) no mosaico da religiosidade nipônica. O Taoísmo,            ensinamento de origem chinesa que enfatiza práticas místicas            e a ordenação do Universo, foi adotado oficialmente no            Japão no ano 702, como Repartição Governamental            de Adivinhação (<strong>Onmyôryô</strong>). O Confucionismo,            escola filosófica chinesa que enfatiza a ação social            e a ordem política, tornou-se o fundamento moral e ideológico            da elite governante no período <strong>Tokugawa</strong> (1600-1868). Embora ambos            não tenham-se tornado religiões formais no Japão,            as práticas adivinhatórias e certos conceitos taoístas            foram perpetuados na religiosidade popular, enquanto a ética            confucionista passou a reger as relações sociais e influenciou            praticamente todas as religiões no Japão. O Cristianismo            foi introduzido no país em 1549 por São Francisco Xavier            e obteve ampla aceitação no primeiro século de            prosetilismo cristão. No entanto, ele ficou proibido de 1639            até o final do século 19, e não se tornou uma religião            “naturalizada” como foi o caso do Budismo.<br />
Essas tradições religiosas não ficaram separadas,            diferenciadas ou livres de influência recíproca na história            multi-milenar do país, resultando numa cultura onde a afiliação            exclusiva a determinada religião é uma exceção,            e onde o sincretismo é uma constante. De fato, o Japão            é um dos raros países no mundo onde as pessoas veneram            divindades de religiões diferentes sem maiores constrangimentos;            onde há capelas de uma religião no espaço sagrado            de outra; ou um sacerdote de uma religião conduza cerimônias            em outra religião.</p>
<p>Tal atitude flexível e pragmática frente à religião            pode ser creditada como um dos elementos que facilitou, por um lado,            a integração dos imigrantes japoneses no universo religioso            brasileiro; por outro, a difusão das religiões japonesas            fora da colônia nikkei.</p>
<p><em><span class="textoGuiaSmall">Ronan Alves Pereira, Ph.D. Professor          de cultura e língua japonesas na Universidade de Brasília.          Mestre em Antropologia Cultural pela Universidade de Tóquio e doutor          em Ciências Sociais (Antropologia) pela Universidade Estadual de          Campinas (Unicamp). Atualmente é pesquisador-visitante do Centro          de Estudos Japoneses da Universidade da Califórnia em Berkeley.</span></em></p>
<p style="text-align:right;">
<p style="text-align:right;">Fonte: Japanfoundation</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Xintoísmo]]></title>
<link>http://involucao.wordpress.com/2008/04/09/xintoismo/</link>
<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 18:31:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Douglas d'Aquino</dc:creator>
<guid>http://involucao.wordpress.com/2008/04/09/xintoismo/</guid>
<description><![CDATA[Uma das crenças menos conhecidas pela população ocidental que tem sua origem no período Juntou do Im]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma das crenças menos conhecidas pela população ocidental que tem sua origem no período Juntou do Império do Japão. Sua origem exata é desconhecida, pois provém de uma época onde não haviam documentos escritos, sendo provavelmente a religião tribal japonesa, antes da difusão do budismo.</p>
<p>O Xintoísmo é definido como uma crença Animista, ou seja, uma crença que se baseia em manifestações da natureza e do cosmos, como rios, florestas, árvores, rochas, animais, lua, sol e estrelas.</p>
<p>Mesmo não sendo uma religião propriamente dita, o Xintoísmo influenciou a sociedade e cultura japonesa de forma a deixar marcas até os dias atuais. Ao invés de ser voltada para práticas sociais, a essência do Xintoísmo permanece na cultura familiar e no respeito aos ancestrais e mais velhos.</p>
<p>Esses traços são hoje em dia característicos da cultura japonesa como sociedade (apesar, claro, de haver exceções).</p>
<p>Apesar de não ter uma definição de Deus como nas religiões ocidentais, o Xintoísmo pode ser classificado como uma religião politeísta pelo seu conceito de Kami, que pode ser traduzido como deus ou deuses, mas se refere diversos tipos de manifestações mitológicas, como gênios ou espíritos. O exemplo mais conhecido seria Amaterasu, Kami que representa o sol. Por essa característica única, o termo Kami não deve ser traduzido diretamente como deus ou deuses, pois perderia parte de seu significado, sendo o mais correto preservar a palavra original em japonês, Kami.</p>
<p>Por ser uma crença naturalmente nacionalista, a difusão do Xintoísmo fora do Japão foi pequena, mas ele influênciou as outras religiões que se tornaram conhecidas em outros países, como o Budismo Terra Pura e o movimento Seicho-No-Ie.</p>
<p>Durante o período Meiji, ouve uma revitalização do nacionalismo japonês e o Xintoísmo foi despido de seu caráter religioso para se tornar um dever cívico de reverência ao Estado e ao Imperador. Com o fim do Império do Japão após a Segunda Guerra Mundial, o Imperador passa a ser apenas um símbolo da unidade nacional, algo semelhante ao que acontece na Inglaterra.</p>
<p>A característica mais importante e impressionante desta crença é seu caráter filosófico de prática por essência, não por obrigação, medo ou punição. Pelo menos é o que se pode dizer do Xintoísmo Popular, que se refere às ações éticas ensinadas pela cultura japonesa praticadas pelo indivíduo, sem doutrinas específicas ou organização, algo bastante diferente do Xintoísmo Imperial e das Seitas.</p>
<h2>Xintoísmo Imperial</h2>
<p>É constituido de ritos e cerimônias das casas imperiais, sendo uma importante característica social e cultural das raízes japonesas.</p>
<h2>Xintoísmo das Seitas</h2>
<p><img style="border:0;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b9/Hoeisya_Ichinichi-Shinryomin.jpg" alt="" width="500" height="374" /></p>
<p>Remanescentes das 13 seitas oficiais da Era Meiji (antes da 2ª Guerra) compõem esta vertente do Xintoísmo. Após a declaração da liberdade religiosa, algumas se tornaram instituições independentes e passam adiante a cultura do &#8220;caminho dos kami&#8221;.</p>
<h2>Xintoísmo dos Santuários</h2>
<p><img style="border:0;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e1/Geku_01.JPG/800px-Geku_01.JPG" alt="" width="500" height="373" /></p>
<p>Espalhados pelo Japão, os santuários Xintoístas marcam a cultura japonesa com suas festividades, cerimônias e venerações aos Kami. Em diferentes épocas do ano, o povo tradicionalista japonês mantém o costume de seus ancestrais através de seus santuários. As festividades condizem no calendário com as épocas de colheitas de arroz, como é comum em muitas religiões antigas mesmo no ocidente, pois os povos ancestrais costumavam agradecer os kami pela boa colheita ou venerar os kami da natureza na época de plantação para ter uma boa safra.</p>
<p>Uma das mais conhecidas tradições do Xintoísmo é a colheita do primeiro arroz, em Outubro, pelo próprio Imperador. As manifestações culturais não param por aí&#8230; ao longo do ano são feitos torneios de Sumô, ofertas diárias de alimento para Amaterasu e até mesmo recitais de músicas e poesias tradicionais (haiku) durante o Kangetsukai (&#8220;Admiração da Lua Cheia&#8221;) em Setembro.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Realmente um marco na cultura japonesa desde tempos remotos, uma religião fascinante que influenciou vários aspectos do povo japonês e também do povo ocidental, dada a grande abrangência do Budismo nos tempos atuais.</p>
<p>A maioria das coisas que eu escrevi aqui hoje sobre o Xintoísmo, eu não sabia antes de começar o artigo, por isso se você souber de outras informações relevantes e quiser colaborar com a troca de conhecimentos, fique à vontade, informações de contato podem ser encontradas na página &#8220;Sobre&#8221;. Aproveite para opinar sobre os temas dos próximos artigos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
