A música transmitia um certo calor; a viola espanhola, o violino, o tempo lento que regia os compassos. Eu não era eu ao queimar daquele fogo. Eu não estava ali para matar nem para morrer. Não queria … more →
the silent heaverheaver wrote 1 month ago: A música transmitia um certo calor; a viola espanhola, o violino, o tempo lento que regia os compass … more →
heaver wrote 5 months ago: A marca no pescoço era de outrem. Os beijos, os carinhos, o corpo. Era tudo muito bom, era como se d … more →
heaver wrote 6 months ago: Um bilhete que dizia que estava melhor, imune, segura de si. Eu ri, mas eu ri, porque era de fato a … more →
heaver wrote 7 months ago: - Teve delírios – disse o médico a dois amigos que acabavam de chegar. – Passou a noite … more →
heaver wrote 7 months ago: E de súbito uma frieza – como que a frieza dos assassinos – me surpreendeu. Era como se … more →
heaver wrote 7 months ago: Abril, a neve já devia estar derretendo, mas os flocos finos quase invisíveis ainda grudam no meu ca … more →
heaver wrote 8 months ago: Não consigo ler. Larguei meu marcador de páginas no meio do capítulo – coisa que detesto fazer … more →
heaver wrote 1 year ago: Não vejo graça em ser, se estar não é ao seu lado. Me dei conta disso hoje, quando dirigia de volta … more →
heaver wrote 1 year ago: Espera por uma, espera por outra. Espera. Até onde a paciência é uma virtude? Conta os méritos, ensi … more →
heaver wrote 1 year ago: E eu me imaginei me despedindo dela… agora, quem era ela? Uma figura sem rosto, uma das minhas … more →