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	<title>zizinho &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/zizinho/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "zizinho"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 12:31:46 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Brasil e México dividem ouro cassado pela FIFA]]></title>
<link>http://historiadaselecao.wordpress.com/2009/10/25/brasil-e-mexico-dividem-ouro-cassado-pela-fifa/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 11:50:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Presilli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Onde já se viu uma decisão do torneio de futebol de Jogos Pan Americanos terminar sem ter um vencedo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Onde já se viu uma decisão do torneio de futebol de Jogos Pan Americanos terminar sem ter um vencedor? No México, em 1975. Mais precisamente no dia 25 de outubro. O estádio era o lendário Azteca, onde há pouco mais de cinco anos, o Brasil conquistava o tri da Copa do Mundo.</p>
<p>Brasil e México se enfrentavam na decisão da medalha de ouro, mas algo estava diferente com relação à Copa do Mundo em 70. Naquela ocasião, o time brasileiro comandado por Zagallo dava show de bola com seus cinco camisas 10: Pelé, Rivellino, Tostão, Jairzinho e Gerson, além de Clodoaldo e Carlos Alberto Torres.</p>
<p>Desta vez, além de o Brasil não ter tanta qualidade técnica para dar show, o adversário eram os donos da casa e por isso, a torcida que se acostumou a torcer pela seleção de camisetas amarelas, passou a hostilizar, claro, em apoio ao seu país.</p>
<p>E empurrados pela torcida os mexicanos foram atrás do ouro contra aqueles que tanto admiravam. E saíram na frente, com Tapia. Já no final do segundo tempo, a promessa Claudio Adão, que já estava no Flamengo, empatou cobrando pênalti. Com este resultado, o jogo foi para a prorrogação.</p>
<p>Neste tempo extra para a definição da medalha de ouro, conta-se, que o Brasil jogava melhor e parecia mais próximo do gol, quando apagam-se as luzes. Estava o estádio Azteca completamente às escuras. O árbitro argentino Arthur Iturralde seguiu o bom senso, e esperou até 30 minutos para que a iluminação fosse restabelecida.</p>
<p>Como isso não aconteceu, ambas as equipes foram declaradas campeãs do torneio de futebol dos Jogos. Mais tarde, porém, a FIFA, entidade que precisa reconhecer inclusive as partidas de futebol disputadas nas olimpíadas, para que elas sejam oficiais, cassou a medalha, invalidando assim, o jogo.</p>
<p>A decisão da FIFA, porém, em nada mudou o quadro de medalhas, já que o México ficou com nove de ouro, contra 19 do Canadá. No entanto, vale salientar que tivesse o Brasil ganho essa decisão, e empataria com os donos da casa o número de medalha de ouro, mas não tomaria a quarta posição, já que empatou nas pratas e perdeu no bronze.</p>
<p>Ficha técnica: México 1 x 1 Brasil</p>
<p>México<br />
Gomez, Marquez, Viveros (V. Gomez), Garcia, Carrilo &#8211; Lugarini, Caballero, Cossio &#8211; Tapia, Rangel, Sanchez</p>
<p>Brasil<br />
Carlos [Ponte Preta]; Mauro [Guarani], Tecão [São Paulo], Edinho [Fluminense] e Chico Fraga [Internacional]; Batista I [Internacional] (Bianchi) [Santos]; Eudes [Portuguesa] e Rosemiro [Remo]; Luís Alberto [Fluminense] (Marcelo) [Atlético-MG], Cláudio Adão [Flamengo] e Santos [Santa Cruz]<br />
Técnico: Zizinho</p>
<p>Data: 25 de outubro de 1975<br />
Competição: Jogos Pan Americanos<br />
Local: estádio Azteca, na cidade do México<br />
Árbitro: Arthur Iturralde</p>
<p>Por Raoni David</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Brazil and Mexico split gold taken by Fifa later</p>
<p>When anybody ever saw a final game in a competition ending without a winner? At the Pan American Games of Mexico in 1975 that is exactly what happened. </p>
<p>Brazilians and Mexicans faced each other for the gold medal. Brazil returned to Mexico with a squad a lot different from the one that own their third title 5 years before in the same Stadium. In 1970 Zagallo’s team had among its stars, Pelé, Rivellino, Tostão, Gerson, Clodoald, and other great players. The 1975 team had a lot less quality and had to play against the home team, with the crowd in their favor. </p>
<p>With their supporters behind them Mexico scored first with Tapia, Brazil equalized late in the game with a goal from Claudio Adão, in a penalty kick conversion. The result led the game to an overtime.</p>
<p>History tells that Brazil was playing better in the overtime, when the lights were suddenly killed off, leaving the whole Stadium in the dark. The Argentinian referee Arthur Iturralde waited mandatory 30 minutes to the lights turn back on. However after that time the lights still out and both teams were declared winners. </p>
<p>A decision by Fifa later ruled that the game was not valid because it didn’t ended, that ruling didn’t have an effect in the medals board however, Mexico had other nine gold medals, against 19 conquered by Canadians for example.</p>
<p>Mexico 1 x 1 Brazil</p>
<p>Mexico<br />
Gomez, Marquez, Viveros (V. Gomez), Garcia, Carrilo &#8211; Lugarini, Caballero, Cossio &#8211; Tapia, Rangel, Sanchez</p>
<p>Brazil<br />
Carlos [Ponte Preta]; Mauro [Guarani], Tecão [São Paulo], Edinho [Fluminense] and Chico Fraga [Internacional]; Batista I [Internacional] (Bianchi) [Santos]; Eudes [Portuguesa] and Rosemiro [Remo]; Luís Alberto [Fluminense] (Marcelo) [Atlético-MG], Cláudio Adão [Flamengo] and Santos [Santa Cruz]<br />
Coach: Zizinho</p>
<p>Date: 25th October 1975<br />
Competition: Pan American Games<br />
Place: Azteca Stadium, Mexico City<br />
Referee: Arthur Iturralde</p>
<p>Tradução de Fabricio Presilli</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estreia vitoriosa no Pan que teve medalha de ouro cassada]]></title>
<link>http://historiadaselecao.wordpress.com/2009/10/14/estreia-vitoriosa-no-pan-que-teve-medalha-de-ouro-cassada/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:28:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Presilli</dc:creator>
<guid>http://historiadaselecao.wordpress.com/2009/10/14/estreia-vitoriosa-no-pan-que-teve-medalha-de-ouro-cassada/</guid>
<description><![CDATA[Com um time formado por jovens jogadores, que mais tarde se destacariam uns mais que outros, o Brasi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Com um time formado por jovens jogadores, que mais tarde se destacariam uns mais que outros, o Brasil disputou os Jogos Pan Americanos do México, com quem acabou dividindo a medalha de ouro da competição, já que a decisão fora interrompida. Mais tarde a FIFA cassaria essa medalha.</p>
<p>No entanto, em 14 de outubro de 1975, o Brasil estreou na competição diante da Costa Rica. Numa campanha em que o Brasil marcou 33 gols em oito jogos, o 3 a 1 da vitória sobre os costa-riquenhos foi pouco. Principalmente se comparado aos 6 a 0 na Bolívia, 7 a 0 em Trinidad e Tobago, ou ainda os 14 a 0 sobre a Nicarágua.</p>
<p>Fazia parte do elenco brasileiro comandado pela lenda Zizinho, jogadores que mais tarde se consagrariam no cenário nacional, como o goleiro Carlos, ainda na Ponte Preta, o lateral-direito Rosemiro, que atuava pelo Remo, o zagueiro-lateral-esquerdo Edinho, desde então no Fluminense, o volante Batista, que já atuava no Internacional e a eterna promessa Claudio Adão, que a essa altura já vestia a camisa flamenguista.</p>
<p>Outros tiveram algum sucesso, como Tiquinho, que jogou no Botafogo, mas foi ídolo de verdade da torcida do Ceará, ou Eudes, que se destacou com a camisa da Portuguesa, mas não deu tão certo no Cruzeiro. Marcelo Oliveira, atacante atleticano que neste novo século chegou a assumir o comando técnico da equipe, chegou a disputar a Copa América com a seleção principal no mesmo ano, mas também não virou tudo o que se imaginava dele. O zagueiro Tecão, dois anos depois, seria campeão brasileiro com o São Paulo</p>
<p>Alguns além de decepcionarem e viraram folclore, como o volante Alberto Leguelé. Quando disputou o Pan ainda estava no Bahia e seu futebol chamou a atenção do Flamengo, que começava a montagem do maior time da história do clube. Leguelé, porém, não jogou a mesma bola de antes, e acabou não fazendo parte daquele timaço.</p>
<p>Na partida, o Brasil contou com o rápido Tiquinho e com o habilidoso Cláudio Adão para marcar. Porém, talvez os adversários tenha achado que era pouco e resolveu ajudar, marcando gol contra com Vasques. O atacante Wanchope (seria o pai) foi quem diminuiu o placar.</p>
<p>Ficha técnica: Brasil 3 x 1 Costa Rica</p>
<p>Brasil<br />
Carlos [Ponte Preta]; Rosemiro [Remo], Tecão [São Paulo], Edinho [Fluminense] e Carlinhos [Fluminense]; Alberto Leguelé [Bahia] e Batista [Internacional], (Eudes) [Portuguesa de Desportos]; Tiquinho [Botafogo], Marcelo Oliveira [Atlético Mineiro], Cláudio Adão [Flamengo] (Luís Alberto) [Fluminense] e Pitta [Corinthians]<br />
Técnico: Zizinho.</p>
<p>Costa Rica<br />
Rojas; Stupiñan, Aguero, Watson e Vasquez; Barrantes e Villalobos (Pinagua); Alvorado, Camacho, Wanchope e Gimenez (Solano)<br />
Técnico: Desconhecido.</p>
<p>Data: 14 de outubro de 1975<br />
Competição: Jogos Pan Americanos do México<br />
Local: Estádio Azteca, na cidade do México<br />
Árbitro: E. Mendonza</p>
<p>Por Raoni David</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>A win in the first game of the Pan American Games</p>
<p>Brazil sent to Mexico a squad with young players, some of them would turn out to be regulars in the Seleção, and eventually won the gold medal at the final, a split decision with Mexico, that later got overturned by FIFA.</p>
<p>On the 14th of October in 1975 Brazil made his debut against Costa Rica. Considering that through the competition Brazil scored 33 goals in only eigth matches, the 3 scored in the Costa Ricans were just the start of a good campaign. After this game Brazil scored 6 goals against Bolivia, 7 in Trinidad and Tobago and amazing 14 over Nicaragua.</p>
<p>Coach Zizinho had with him some players that later would be stars locally, such as the keeper Carlos, the right back Rosemiro, left back Edinho and the forward Claudio Adão, already at Flamengo at that time.</p>
<p>Other players moved clubs later to be more sucessful, like Tiquinho that found love in Ceará after a passage in Botafogo, or Eudes that played well in Portuguesa after failing to make an impression in Cruzeiro. Marcelo Oliveira was a forward at Atlético Mineiro, some years ago he was hired to coach the same team, was at a Copa América roster in the 70’s, but never really prove to be what everybody thougth he could be. Leguelé is an example of a player with a good game in a small market, Salvador in Bahia, that shrinked after a transfer to powerhouse Flamengo, in Rio.</p>
<p>At that match, Brazil played with fast forward Tiquinho and skillful Claudio Adão, with a help from the oppponent that scored an own goal before Wanchope (the father of the one we know now) could score Costa Rica single goal of the game.</p>
<p>Brazil 3 x 1 Costa Rica</p>
<p>Brazil<br />
Carlos [Ponte Preta]; Rosemiro [Remo], Tecão [São Paulo], Edinho [Fluminense] and Carlinhos [Fluminense]; Alberto Leguelé [Bahia] and Batista [Internacional], (Eudes) [Portuguesa de Desportos]; Tiquinho [Botafogo], Marcelo Oliveira [Atlético Mineiro], Cláudio Adão [Flamengo] (Luís Alberto) [Fluminense] and Pitta [Corinthians]<br />
Coach: Zizinho.</p>
<p>Costa Rica<br />
Rojas; Stupiñan, Aguero, Watson and Vasquez; Barrantes and Villalobos (Pinagua); Alvorado, Camacho, Wanchope and Gimenez (Solano)<br />
Coach: Unknown.</p>
<p>Date: 14th october 1975<br />
Competition: Pan American Games<br />
Place: Azteca Stadium, Mexico City, México<br />
Referee: E. Mendonza   </p>
<p>Tradução de Fabricio Presilli</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Lá &amp; Cá" convida - Zizinho (Tomás Soares da Silva)]]></title>
<link>http://laecafc.wordpress.com/2009/09/22/la-ca-convida-zizinho-tomas-soares-da-silva/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:15:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bernardo Boelsums</dc:creator>
<guid>http://laecafc.wordpress.com/2009/09/22/la-ca-convida-zizinho-tomas-soares-da-silva/</guid>
<description><![CDATA[Foi o Alex, não o Orkut, que me avisou. Zizinho faria aniversário no dia 14 de setembro. Com atraso,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Foi o Alex, não o <em>Orkut</em>, que me avisou. Zizinho faria aniversário no dia 14 de setembro. Com atraso, prestamos homenagem a esse jogador, que me foi apresentado por Nelson Rodrigues. De forma misteriosa e instantânea, virou meu ídolo.  Bastaram poucas linhas sobre o craque para que eu suspeitasse: no ano seguinte à sua morte, calhou no meu time um camisa dez que se encaixa milimetricamente nas descrições rodrigueanas sobre Zizinho. Prova de sua imortalidade? Hoje, muitos dizem que esse tipo de jogador está em extinção.  Estarão os imortais sempre em extinção?<!--more--></p>
<p><strong>Meu personagem da semana: Zizinho</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Se é verdade que eu, como dramaturgo, tenho uma nítida e taxativa preferência pelos tipos monstruosos, devo escolher Zizinho para meu personagem da semana. É, incontestavelmente, um &#8220;monstro do futebol&#8221;, mesmo quando joga mal, mesmo quando joga pedrinhas. Por exemplo: ontem, contra o Canto do Rio, ele não fez nada. Minto, fez um gol. De fora da área, com uma autoridade indiscutível. Foi este talvez o único lampejo de sua altíssima classe. No mais, ele não lembrou o vistoso monumental. Mas o verdadeiro craque não precisa jogar bem. Quem precisa matar-se em campo é o perna-de-pau. Sim, amigos: que pode dar, de si, o perna-de-pau senão isto mesmo, ou seja, um esforço animal, que vara os noventa minutos, de ponta a ponta? Já o craque, não. Basta estar em campo. Essa simples e mesmo passiva presença física já implica, na pior das hipóteses, num apoio emocional, decisivo para os companheiros. Vejam o Bangu. É uma equipe inundada de novos. Mas estes se transfiguram com a proximidade de Zizinho. O mestre sem idade, isento de tempo, dá-lhes confiança, élan, otimismo. E mesmo quando não joga, Zizinho influi. Eis outra característica do monstro do futebol: atua também pela ausência. Como Cid que, mesmo depois de morto, ganhava batalhas, o craque ausente também decide a sorte dos jogos. A propósito, convém recordar uma batalha internacional do Brasil. Transcorreu todo o primeiro tempo e o placar escandalosamente em branco: 0 x 0. No intervalo para o segundo tempo, resolveram incluir Zizinho e o alto-falante anuncia que ele jogará. Foi o bastante. Antes de recomeçar a partida, o Brasil já era o vencedor &#8220;porque Zizinho ia jogar&#8221;. Dito e feito. Ziza mudou toda a fisionomia do </em>match<em>. Ao impacto de sua presença, o Brasil cresceu em campo e esmagou o adversário. E se acontece assim no escrete, imagine no Bangu. No Bangu, os outros se abrigam à sombra do fabuloso companheiro como autênticos pintinhos. Mas eu disse que ele influía também pela ausência. Exato. Até de casa, lendo jornal, ele parece teleguiar os jogadores mais jovens. Outra característica que faz de Zizinho um monstro: a idade. Sabe-se como é o tempo no futebol. Passa muito mais depressa que o do relógio e das folhinhas. Por exemplo: 35 anos. Fora do gramado, o sujeito que tem 35 anos é um ser em plenitude. Começa sua maturidade e ele trabalha, rende, ama como nunca. E, no entanto, os mesmos 35 anos representam, para o futebol, a velhice extrema e inimaginável. Que idade tem Zizinho? Uns 36. Acresce que, nessa altura dos acontecimentos, ele deve enganar, deve subtrair alguns anos. Seja como for, outro qualquer, aos 36 anos, estaria gagá de todo para o futebol e seria, mal comparando, uma Maria Cachuda. Mas Zizinho, pelo contrário. Ele sempre decide. Ontem jogou mal. Muito bem. Mas não tenhamos ilusões: estava lá e isso foi o bastante. Sua presença dinamizava a equipe tão jovem, tão imatura e lhe dava a necessária autoridade. Podia sentar em campo, podia abrir um jornal. E seria, do mesmo jeito, uma figura militante e irresistível. Hoje, só os bobos não percebem a eternidade de Zizinho. Não se trata de um craque que resiste ao tempo mais que os outros. Eis a verdade: ele independe do tempo. Outros que começaram com ele já sumiram até o último vestígio e hão de viver nalguma chácara suburbana, criando barrigas e galinhas. Eu, por mim, confesso: de vez em quando, penso que Zizinho já jogava ao tempo da vacina obrigatória, da febre amarela e do fuzilamento de Mata Hari. Não envelhece para o futebol. É eterno, amigos, é eterno. Por isso, merece que eu o escolha para meu personagem da semana.</em></p>
<p>Nelson Rodrigues, Manchete esportiva, 31 de agosto de 1957.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museu do Futebol II. Anjos barrocos.]]></title>
<link>http://futpopclube.wordpress.com/2009/05/17/museu-do-futebol-ii-anjos-barrocos/</link>
<pubDate>Sun, 17 May 2009 12:54:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Ricardo</dc:creator>
<guid>http://futpopclube.wordpress.com/2009/05/17/museu-do-futebol-ii-anjos-barrocos/</guid>
<description><![CDATA[Gilmar (ou Taffarel), Djalma Santos (80 anos), Carlos Alberto Torres, Nilton Santos, Roberto Carlos;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-1900" title="museu4" src="http://futpopclube.wordpress.com/files/2009/05/museu4.jpg" alt="museu4" width="270" height="198" />Gilmar (ou Taffarel), Djalma Santos (80 anos), Carlos Alberto Torres, Nilton Santos, Roberto Carlos; Falcão, Didi e Zizinho; Garrincha, Pelé e Ronaldo. Ou que tal um meio com Gérson (Zico), Sócrates e Rivellino (Zagallo)? E um ataque com Romário, Tostão e Rivaldo? Esse timaço virtual que  <em>joga</em> na sala <em>Anjos Barrocos</em>, do Museu do Futebol, ainda conta com Ronaldinho Gaúcho, Bebeto, Jairzinho, Julinho Botelho e Vavá.</p>
<p>Outra sala que emociona no percurso do torcedor é a dos gols. Depoimentos de craques da mídia sobre seus lances favoritos. E narrações de clássicos do rádio esportivo brasileiro.  Osmar Santos, o <em>Pai da Matéri</em>a, esmerilha num gol de Jorge Mendonça, o &#8220;Jojô Beleza&#8221;. Mesmo que você não seja palmeirense, não tem como não se arrepiar. Grande Osmar. Grande Jorge Mendonça!</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://futpopclube.wordpress.com/2009/05/22/sobre-bonde-de-200-contos/">http://futpopclube.wordpress.com/2009/05/22/sobre-bonde-de-200-contos/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não é o 0X0 que nos incomoda]]></title>
<link>http://opiodopovo.wordpress.com/2008/10/17/nao-e-o-0x0-que-nos-incomoda/</link>
<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 04:44:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>bernardo</dc:creator>
<guid>http://opiodopovo.wordpress.com/2008/10/17/nao-e-o-0x0-que-nos-incomoda/</guid>
<description><![CDATA[Tudo bem, foi o terceiro 0X0 da seleção este ano jogando no Brasil. Isso por si só já é um absurdo. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tudo bem, foi o terceiro <strong>0X0</strong> da seleção este ano jogando no Brasil. Isso por si só já é um absurdo.</p>
<p>Mas dos absurdos é o menor. Pois <strong>0X0</strong> é só um resultado, não mais que isso.</p>
<p>E o que nos incomoda, <strong>mais</strong>, não é o resultado. É o futebolzinho mesquinho que a seleção vem apresentando.</p>
<p>Um time lento, mal postado em campo e desorganizado. Sem vibração e, principalmente, sem poesia.</p>
<p>A seleção do Dunga é travada, joga um futebol antigo, retrógrado. E além de tudo feio.</p>
<p>Um time que tristemente não dribla.</p>
<p>E como nós gostamos da beleza. Em tudo. Não é a toa que nossos ídolos sejam <strong>Niemeyer</strong>, <strong>Drummond </strong>e <strong>João Gilberto</strong>. Todos eles são, em sua essência, defensores do belo.</p>
<p>Ao brasileiro pouco importa o placar, o que queremos ver é beleza, plasticidade. Isso sim é importante.</p>
<p>Amamos o plástico, o lindo. Preferimos o <strong>drible </strong>fantástico ao <strong>gol </strong>comum.</p>
<p>Por isso quando falamos em bom futebol ainda falamos de Zico, Zizinho, Sócrates, Pagão.</p>
<p>Falamos deles bem mais do que de Dunga e a <strong>Geração do Tetra</strong>, ironicamente campeões com um <strong>0X0</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zizinho, o Primeiro dos Gênios.]]></title>
<link>http://blogflamenguista.wordpress.com/2008/04/23/282/</link>
<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 00:48:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas Martins</dc:creator>
<guid>http://blogflamenguista.wordpress.com/2008/04/23/282/</guid>
<description><![CDATA[ZIZINHO, uma definição de meia perfeita. Nome: &#8211; Thomaz Soares da Silva Posição: &#8211; Ataca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-166" src="http://flamengooficial.wordpress.com/files/2008/04/blog-427.jpg" alt="" width="400" height="432" /></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal"><strong><span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>ZIZINHO, uma definição de meia perfeita.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Nome: &#8211; Thomaz Soares da Silva</p>
<p class="MsoNormal">Posição: &#8211; Atacante</p>
<p class="MsoNormal">Camisa: &#8211; 8</p>
<p class="MsoNormal">Origem: &#8211; Niterói (RJ)</p>
<p class="MsoNormal">Nascimento: &#8211; 14/09/1921</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span> </span>Era um apaixonado pelo América, mas foi recusado com o argumento que já havia muitos alas-direitas na equipe, e Zizinho era muito baixo e tinha pernas grossas.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Em 1939 procurou pelo técnico Flavio Costa, do Flamengo, para fazer um teste. Entrou no lugar de Leônidas da Silva, o Diamante Negro, em um amistoso contra o Independiente,<span> </span>do Chile.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Em 1940 se firmou como titular. Marcou seu primeiro gol no dia 11/05 na estréia do Flamengo contra o São Cristóvão, jogo válido pelo Campeonato Carioca, onde o Flamengo saiu-se vencedor pelo placar de 2 a 1.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Zizinho foi tri-campeão pelo Flamengo nos anos de 1942, 1943 e 1944.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>O time base do tri-campeonato era: Yustrich, Domingos da Guia, e Nilton; Biguá, Volante e Jaime; Valido, Zizinho, Pirilo, Perácio e Vevé. Técnico</p>
<p class="MsoNormal">Flávio Costa.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Zizinho ainda jogaria pelo flamengo até 1950 sem no entanto, ser campeão, mas deixou seus gols:</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>1940: ( l )</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>1942: ( 11 )</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>1943: ( 7 )</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>1944: ( 8 )</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>1945: ( 12 )</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>1948: ( 14 )</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>1949 ( 7 )</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Em 1950, transferiu-se pra o São Paulo, onde fora campeão com 24 gols. Na Copa América, pelo mesmo time, fora o maior artilheiro com 24 gols.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Em 1959, jogou no Uberaba, de Minas Gerais.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Em 1960, foi treinador do Bangu.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Em 1962, encerrou sua carreira no Italiano, do Chile.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Apelidado de ¨Mestre Ziza ¨por Leônidas da Silva e elogiado pela crítica esportiva: ( O futebol de Zizinho me faz recordar Da Vinci pintar alguma coisa rara ) .</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Morreu no dia 08/02/2002, vitima de infarto.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Fonte: &#8211; Zico na Rede</p>
<p class="MsoNormal">Revista Placar: abril de 1979.</p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal">Matéria Enviada por <strong>Kid Ferreira</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La maldición de Guttmann]]></title>
<link>http://oncecontraonce.wordpress.com/2008/03/06/la-maldicion-de-guttmann/</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 18:46:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>rocknrolldealer</dc:creator>
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<description><![CDATA[La historia del fútbol se ha formado a partir de leyendas, mitos, héroes caídos, bestias negras y un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">La historia del fútbol se ha formado a partir de leyendas, mitos, héroes caídos, bestias negras y un largo etcétera de términos de cariz casi místico. Pero dentro de la mística difícilmente hemos encontrado espacio para lo que podría denominarse las artes oscuras. Y no. No estamos hablando de sucios defensas centrales. No. Ni mucho menos. Ni tampoco hablamos de la superstición que habitualmente acompaña en mayor o menor grado a los jugadores y entrenadores. Hablamos de algo tan viejo como el mal de ojo. La maldición que Bela Guttman echó sobre el Benfica en el verano de 1962 cuando fue cesado en su cargo de entrenador de las <i>águilas</i> forma parte de esta serie de artes oscuras que en rara ocasión se ven mezcladas con el balompié.</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><img border="0" align="middle" width="297" src="http://usuarios.lycos.es/kalcaran/hpbimg/portugal-benfica.gif" height="397" /> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">El Benfica recibe esta noche –21.30 horas- al Getafe en el partido de ida de la eliminatoria de cuartos de final de la Copa de la Uefa. Un enfrentamiento en el que el conjunto lisboeta parte con la vitola de favorito ante todo un debutante en estas suertes europeas como es el cuadro azulón. Las <i>águilas</i> tienen ante sí la mejor manera de salvar la temporada. Están a 12 puntos de los <i>dragones</i> del Oporto. La Uefa es la tabla de salvación lisboeta. Por ello, el estadio benfiquista vivirá un buen ambiente para empujar a las <i>águilas</i> en esta nueva aventura europea. Pero seguro que esos mismos seguidores que sueñan con volver a ser grandes en Europa tendrán en su cabeza la llamada ‘maldición de Guttmann’. El entrenador húngaro, que llevó al Benfica a ganar dos Copas de Europa en el arranque de los sesenta, fue despedido por la entidad portuguesa debido a que pidió un aumento de sueldo. El día que se despidió del club lo hizo lanzando una sentencia que en aquel momento fue tomada de forma anecdótica pero que se ha convertido en toda una losa para el Benfica. “Sin mí, el Benfica no volverá a ganar una copa europea”. Desde entonces ha disputado seis finales y las ha perdido. Cinco de Copa de Europa y una de la Uefa.</span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><b><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><img border="0" align="left" width="230" src="http://www.jewishsports.net/BioImages/bookA_Page_142_Image_0002.jpg" alt="Bela Guttmann." height="322" /></span></b></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><b><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span></b></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><b><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">GUTTMANN, EL TROTAMUNDOS.</span></b><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> Bela Guttman [Budapest, 1900-Viena, 1981] fue un trotamundos como jugador y también lo fue como entrenador. En su etapa como jugador fue un destacado mediocentro húngaro de origen judío que conquistó dos títulos de Liga con el MKT Budapest, jugó con la selección en los Juegos Olímpicos de París de 1924, y marchó al Hakoah Viena. Este equipo austriaco se convirtió en uno de los más importantes de centroeuropa en la década de los años 20. Su popularidad le llevó a medirse con el West Ham United inglés. El primer partido se disputó en Viena y el resultado fue de empate. Los ingleses se comprometió a disputar el desempate en Londres. Allí, el Hakoah humilló a los <i>hammers</i> endosándoles un rotundo 0-5. </span>Bela Guttmann siempre fue inquieto. Tras una gira por Estados Unidos se quedó asombrado tras disputar un partido en el New York’s Polo Ground ante 46.000 espectadores. Por ello, y porque buena parte de los clubes eran de propiedad judía, decidió marcharse a la liga estadounidense donde jugó 176 partidos hasta su retirada a la edad de 32 años.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">Sus inicios en el banquillo estuvieron ligados al Hakoah Viena. Posteriormente marchó al Enschede holandés [actual Twente] y ganó la Liga. También ganó la Liga húngara en la temporada 1938/39 con el Ujpest. Tras la II Guerra Mundial siguió entrenando en Hungría. Se hizo cargo de las riendas del Kispest Honved, con el que ganó otros dos campeonatos. El Honved era propiedad del padre de Ferenc Puskas, detalle que podría ser anecdótico pero que fue crucial en su trayectoria en la institución. Su marcha se produjo tras un roce con Puskas hijo. Guttmann quiso cambiar a un defensa y Puskas se negó. El cambio no se produjo. Guttmann se había dado cuenta que acaba de perder el respeto de sus jugadores. Se sentó en el banquillo, ojeó una revista hasta la conclusión y presentó la dimisión. </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">Marchó a Italia. Tras pasar por los banquillos de Pádova y Triestina recaló en el AC Milan en 1953. El camino de Trieste a Milan no lo hizo solo. Se llevó a un prometedor defensa de la Triestina: Cesare Maldini. Se convirtió en uno de los jugadores históricos del club <em>rossonero</em>. Fue el encargado de <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=YwsfwSGp_F4" title="Al principio del v�deo se pueden ver imágenes de la final de 1963 y a Cesare Maldini recogiendo la Copa de Europa.">levantar</a> la primera Copa de Europa de los milanistas en 1963. Pero, sobre todo, fue uno de los mejores defensores de su época. Guttmann tuvo un gran equipo a sus órdenes. Contó con el trío ‘gre-no-li’. Es decir, con los delanteros suecos: Gunnar Gren, <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=y9QvXa7ZhTo">Gunnar Nordahl</a> y <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=2VmLZSep-KE" title="V�deo tributo a Nils 'Il Barone' Liedholm.">Nils Liedholm</a>. Los tres formaron parte del combinado nacional que había sido oro olímpico en los Juegos de Londres de 1948. Además, también contó con el uruguayo Juan Alberto Schiaffino. Uno de los autores de goles del llamado ‘<a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=D9HM7fgdKio">maracanazo</a>’. Con este plantel, el Milan ganó el título de 1955. Nordahl fue el máximo goleador del torneo. El sueco actualmente es el segundo máximo goleador de la historia del Scudetto. En 1956 salió por la puerta de atrás del Milan y se despidió de Italia tras entrenar al Vicenza. </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><b><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">SU LLEGADA A PORTUGAL.</span></b><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> De Bela Guttmann se dice que fue un gran estratega. La<span>  </span>leyenda dice que el fue el inspiró el 4-2-4 con el que Brasil se proclamó campeona en el Mundial de 1958. Se dice que Guttmann durante su etapa en el MTK decidió fortalecer el medio del campo y para ello comenzó a emplear un 4-2-4 que Bukovi y Sebes también empezaron a utilizar. En 1957 Guttmann volvió a dirigir al Honved. El mítico Honved en el que jugaban: <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=qU7LzHoCspU">Puskas</a>, <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=XPWE1g0bR9M" title="Gol de Czibor en la final de la Copa de Europa ante el Benfica.">Czibor</a>, Kocsis, Bozsik, Budai, Lorant y Grosics. </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">Con este 4-2-4 el Honved realizó una gira por Brasil. Allí se enfrentó a varios equipos. El conjunto húngaro maravilló y Guttmann se quedó en Brasil para hacerse cargo del Sao Paulo. Un Sao Paulo al que llevó al título en 1957. En este equipo formaron Dino Sani y Mauro Ramos, que ganaron el Mundial de 1958, y, sobre todo, destacaba la presencia del veterano Zizinho. Él fue el primer centrocampista brasileño que impactó a nivel mundial. </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">Tras su paso por Brasil, Guttmann puso rumbo a Portugal. En concreto a Oporto. Ganó la Liga con los <i>dragoes</i>. El Benfica se fijó en él y le contrató un año más tarde. Alrededor de este húngaro hay mucha mística y leyenda. Otra de esas leyendas dice que antes de firmar con el Benfica pasó por la barbería. En ella, coincidió con José Bauer, que en ese momento era el técnico del Sao Paulo. A lo largo de la conversación surgió el nombre de un joven mozambiqueño que tenía cautivado a Bauer. Guttmann decidió mandar a un ojeador y Eusebio Ferreira llegó a Lisboa a finales de 1960. Con <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=kuKTTxdTLRM" title="V�deo tributo a Eusebio.">la pantera negra</a>, Guttmann encontró lo que al Benfica le faltaba para aspirar a la corona continental. De hecho, el primer triunfo europeo de las <i>águilas</i> se remonta a 1960. La irrupción de Eusebio no pudo ser más estrepitosa. En la final del Torneo de París de 1961, el Benfica iba perdiendo 3-0 con el Santos de Pelé y tan sólo habían transcurrido 20 minutos de partido. Guttmann desesperado decidió poner a Eusebio en el campo. El mozambiqueño respondió a la confianza de su entrenador con tres goles que igualaron el partido y que provocaron la reacción de Pelé. El astro brasileño hizo dos goles y su equipo terminó ganando por 6-3. Pero el gran triunfador de la noche fue Eusebio. La crónica de France Football es fiel reflejo de ello: “Eusebio 3, Pelé 2&#8243;.</span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">El camino hasta la final de Berna fue relativamente cómodo para el Benfica. Eliminó al Hearts, Ujpest, AGF y Rapid de Viena. Pero el rival en la final iba a ser el todopoderoso FC Barcelona. El conjunto azulgrana había eliminado en primera ronda al Real Madrid, equipo que había ganado las cinco copas de Europa que se habían disputado hasta la fecha. Tenía un conjunto temible encabezado por los húngaros <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=1dCOXzwISTw">Kubala</a>, Kocsis y Czibor más Evaristo y <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=pi_ZIVQVlQk" title="Gol de Luis Suárez al Milan en la temporada 1966/67.">Luis Suárez</a>. El Barça partía como favorito. Pero no cumplió. Se estrelló con la madera. Hasta cuatro balones acabaron en los postes. El Benfica no pudo contar con Eusebio en la final debido a que no había podido de arreglar el contrato con el club lisboeta. A pesar de ello, las <i>águilas</i> se impusieron por <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=LxOYgVjRE00" title="Resumen del Benfica-Barça de 1961.">3-2 </a>en la prórroga.</span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">El título de campeón de Europa lo iba a <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=cYT2cA59cqY" title="Resumen de la final de Copa de Europa de 1961 entre el Benfica y el Real Madrid.">revalidar en la temporada siguiente</a>. Y lo iba a hacer ante el mismísimo Real Madrid que alcanzó la final y que quería sumar su sexto título en siete ediciones. El conjunto blanco tuvo una difícil eliminatoria de semifinales ante la Juventus. Di Estéfano firmó el tanto del triunfo madridista en Turín. Pero la Juve repitió resultado en Charmartín, infligiendo al Real Madrid la primera derrota europea en casa de su historia. Fue necesario un partido de desempate en París que concluyó con triunfo blanco por 3-1. Si el Real Madrid sufrió en cuartos, el Benfica lo hizo en las semifinales ante el Tottenham Hotspur. 3-1 en Lisboa y derrota por 2-1 en The Lane. La final de Ámsterdam iba a enfrentar a los dos únicos campeones de la competición. Y Guttmann iba a poder contar con Eusebio, que estaba maravillando al continente con el fútbol que tenía en sus botas. Además, Guttmann tenía la posibilidad de tomarse una pequeña revancha con Puskas. El jugador húngaro fue el mejor de los blancos. Firmó tres goles, todos los que hizo el conjunto de Charmartín en aquella tarde. Pero el Benfica hizo cinco, dos de ellos de Eusebio.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">Parecía que el Benfica iba a sustituir al Real Madrid en el trono continental. Si los blancos habían dominado la década de los 50 con Di Estéfano como gran abanderado, el Benfica se encomendaba a Eusebio y Guttmann para imponer su tiranía. El Benfica parecía un equipo imbatible. Con un poderío ofensivo notable y con un Eusebio al que ninguna defensa lograba frenar o, al menos, minimizar. Guttmann afrontaba su tercer año en la entidad. El húngaro pensaba que la tercera temporada era la más difícil para un entrenador. Por ello, durante el verano pidió un aumento de sueldo. Las negociaciones entre técnico y directiva no llegaron a buen puerto, hubo mucha tensión y el club decidió cesar Bela Guttmann. Tras el cese, el húngaro profirió la ya cita frase de “sin mí, el Benfica no volverá a ganar una copa europea”. La frase comenzó a tener sus efectos en ese mismo 1962. A finales de año, en la disputa de la <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=-5Dw8TWMJik" title="Resumen de la Intercontinental de 1962 entre el Santos y el Benfica.">Intercontinental</a> que se llevó el Santos de Pelé.</span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><b><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">SEIS DECEPCIONES.</span></b><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> Con la derrota en la Intercontinental no se quiso dar mayor importancia a la frase de Guttmann. Normal. Al fin y al cabo, la Intercontinental no era una competición europea y, por supuesto, ¿quién iba a creer esa amenaza cuando se tenía un equipo tan potente?. En 1963 el Benfica alcanzó la <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=9w3PrK3yG60" title="V�deo con goles de varias finales europeas. La primera de ellas es el Milan vs. Benfica de 1962.">final de la Copa de Europa</a> que se iba a disputar en Wembley. El rival era el AC Milan de Nereo Rocco que contaba con <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=TqcQJgb8_gg" title="Tributo a Gianni Rivera.">Gianni Rivera</a>, Cesare Maldini, Giovanni Trapattoni y <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=VUXw1c0sW8M" title="Tributo a Jose Altafini">José Altafini</a>, que se convirtió en el máximo realizador del torneo con 14 dianas. La final también era el escenario en el que se iban a enfrentar dos de las más grandes figuras futbolísticas del momento: Altafini y Eusebio. Ambos fueron los encargados de inaugurar el marcador. Altafini adelantó al Milan y Eusebio igualó la contienda. Pero Altafini iba a decantar el título con otro gol, logrado a pase de Rivera. </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">En 1964, el Benfica cayó eliminado en primera ronda por el Borussia de Dortmund. Iba a ser un año después cuando las <i>águilas</i> alcanzasen su <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=9w3PrK3yG60" title="Goles de varias finales de Copa de Europa. La tercera de ellas es el Inter vs. Benfica de 1963.">cuarta final</a> de la máxima competición continental. De nuevo iba a enfrentarse a un conjunto italiano de la ciudad de Milán, pero esta vez su rival iba a ser el Internazionale, que era el vigente campeón de la competición. El Inter acrecentó la leyenda. Los elementos se aliaron con los neroazurri. El Inter<span>  </span>jugaba en San Siro. La climatología no acompañó, llovió y el agua impidió que el Benfica practicase su estilo ofensivo. El Inter defendió con orden y rigor y, además, consiguió golpear primero gracias al tanto que Jair logró al filo del descanso. Este gol sirvió a los neroazurri para ganar su segunda y última Copa de Europa hasta la fecha. El Benfica perdía por segunda ocasión aunque firmaba un quinquenio de excepción: cuatro finales con dos títulos. </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">La carrera de Eusebio tocó techo en 1968 y la del Benfica también. La <em>pantera negra</em> fue elegido Balón de Oro por France Football. Fue la primera ocasión en la que se otorgó este premio y el galardón recayó sobre el mejor jugador del momento. El Benfica estaba considerado como el mejor equipo de Europa. Tras eliminar a Gletoran [se deshizo de este rival gracias al valor doble de los goles en campo contrario, primera vez que se utilizó este sistema para decidir una eliminatoria igualada], Saint Etienne, Vasas y Juventus, el Benfica <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=qwJSNlpGsUM" title="Resumen de la final de la Copa de Europa de 1968 entre el Manchester United y el Benfica. Partido disputado en Wembley.">regresó a Wembley</a>. No era un escenario que le traía buenos recuerdos y, además, iba a tener que jugar contra un equipo inglés: el Manchester United de Matt Busby. Un detalle nada anecdótico ya que los <i>diablos rojos</i> no habían conseguido ganar ningún partido fuera de casa durante las eliminatorias previas. En Wembley iban a contar con el <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=9dc6Kk9sKIg" title="V�deo en el que se puede o�r a los aficionados del ManU cantando el 'We Shall Not Be Moved' durante la final de 1968. ">apoyo de sus seguidores</a>. Hibernian, Sarajevo, Gornik y Real Madrid fueron sus obstáculos para llegar a Wembley. La final no registró goles hasta la segunda mitad. Bobby Charlton, en el 54’, inauguró el marcador. Jaime Graça igualó minutos después. Se llegó a la prórroga. En ella, <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=A9TYmocoNJY" title="V�deo sobre cinco grandes goleadores en la historia del ManU. Bobby Charlton es el primero.">Charlton</a>, <a target="_blank" href="http://youtube.com/watch?v=hBPGxE62sR0" title="Gol de George Best al Benfica.">Best</a> y Kidd hicieron los tantos del United. 4-1. Tercera final perdida para el Benfica. </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">15 años iba a tardar el Benfica en regresar a una final europea. No fue en la Copa de Europa, sino en <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=SbScs0G77vA" title="Resumen de la final de la Copa de la Uefa de 1983.">la Copa de la Uefa de la temporada 1982/83</a>. El Benfica contaba en el banquillo con la dirección de un entrenador sueco: Sven-Göran Ericksson. Eliminó a Betis, Waasland, Zürich, AS Roma y Universidad de Cracovia. El equipo a batir era el Anderlecht belga. El club belga había ganado dos Recopas, perdido otra, y dos Supercopas de Europa durante la década de los 70. En esa temporada, antes del partido de vuelta de la eliminatoria ante el Oporto, <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=ukn4ykblUF0" title="Imágenes de la carrera como jugador de Paul Van Himst.">Van Himst</a> relevó a Tomislav Ivic en el banquillo. Se plantó en la final que se disputaba a doble partido. En la ida, el Anderlecht venció por la mínima gracias a un solitario gol del danés Brylle. <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=Bqy6MlNA7Ho" title="V�deo enel que se puede ver el ambiente que hab�a en el Estadio de la Luz antes del inicio de la final.">El Estadio de la Luz registró un gran lleno para la vuelta</a>. El Benfica acariciaba el título a pesar del resultado en contra que traía de Bélgica. Sheu, en el 36’, adelantó a las <i>águilas</i> e igualaba la final, pero el español Lozano, dos mimutos después del tanto portugués, puso el 1-1 con el que iba a finalizar el partido. La Uefa era para el Anderlecht y Bela Guttmann se reía desde su tumba en Viena, en la que descansaba desde hacía dos años. </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">Un año después de que <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=dclELQzUwFM" title="Gol de Madjer en la final de la Copa de Europa de 1987.">el Oporto levantase su primera Copa de Europa</a> en la final que le enfrentó al Bayern de Munich, el Benfica tenía la posibilidad de romper la maldición de Guttmann en la quinta final continental que iba a disputar tras la marcha del húngaro. De nuevo era finalista de la Copa de Europa. <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=QUAMxqejtjc" title="Resumen de la final de la Copa de Europa de 1988 entre el PSV Eindhoven y el Benfica.">Stuttgart acogió la final</a>. En ella el Benfica iba a tener que enfrentarse con el PSV Eindhoven de Guus Hiddink. El PSV no enamoró a Europa. Europa estaba del lado del Benfica. Ganó tan sólo tres de los nueve partidos que disputó en la competición. A penas hizo goles. Superó los cuartos de final [Girondins] y la semifinal<span>  </span>[Real Madrid] gracias al valor doble de los goles conseguidos fuera de casa y, además, se granjeó la antipatía europea debido a la entrada que Koeman realizó a un jugador francés al que lesionó de gravedad. El PSV contaba con un gran portero bajo palos: Van Breukelen. Además en defensa contaba con el ya citado Koeman y con el belga Gerets, El fútbol en la medular lo creaba el danés Lerby y en las bandas contaba con Vanenburg y Gillhaus. En ataque, el delantero centro era Wim Kieft, El Benfica había eliminado a Partizan, AGF, Anderlecht y Steaua de Bucarest para llegar a la final. El encuentro concluyó 0-0. Se disputó la prórroga y el marcador no se movió. En los penaltis, el PSV acertó con todos mientras que Veloso falló el sexto por parte del Benfica. La maldición estaba más viva que nunca.</span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"></span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';">La última final que hasta la fecha ha disputado el Benfica fue dos años después de la derrota en Stuttgart. En 1990. <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=7ANI55LjUTY" title="Resumen de la final de la Copa de Europa de 1990 entre AC Milan y Benfica.">El escenario iba a ser el Pratter vienés</a>. Como el Benfica iba a visitar Viena, donde está la tumba de Bela Guttmann, al club se le ocurrió poner punto y final a la maldición. Una delegación lisboeta encabezada por Eusebio hizo una ofrenda foral en la tumba del húngaro y rezó antes de la disputa de la final en la que las <i>águilas</i> iban a volver a verse las caras con el AC Milan. El Milan de Sacchi atemorizaba Europa. Estaba revolucionando el fútbol y ya había ganado una Copa de Europa 12 meses antes en el Camp Nou. El Milan sufrió para llegar a la final. Sobre todo ante el Real Madrid en octavos y ante el Bayern de Munich en semifinales. Derrotó a los alemanes en la prórroga. El camino del Benfica también fue duro y, al igual que el Milan, sufrió en semifinales. El Olympique de Marsella era uno de los conjuntos favoritos para hacerse con el triunfo final. Era el aspirante al trono del Milan, incluso se decía que el único que podía batir al cuadro <i>rossonero</i>. <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=_9GZPL9p-lQ" title="Resumen del Benfica vs. Olympique de Marsella de 1990.">El Olympique cayó en las semifinales ante el Benfica</a> en un polémico encuentro de vuelta que se resolvió gracias a un tanto de Vata. Tampoco se vio una gran final, pero sí se vio a un Benfica gris, sin ideas para abordar al Milan. Rijkaard, en el 68’, marcó el 1-0 definitivo. Esta fue la última vez que el Benfica se asomó a una final continental que perdió como las cinco anteriores que había<span>  </span>disputado tras la marcha de Bela Guttmann. De momento, la maldición de Guttmann sigue haciendo efecto a las <i>águilas</i>. </span><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><span style="font-size:11pt;color:red;font-family:'Baskerville SSi';"><b><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';">Datos del artículo</span></b><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';">:</span><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';"> <br />
</span><b><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';">Autor</span></b><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';">: Carlos A.S.<br />
</span><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';"><strong>Fecha de publicación</strong>: 06 de marzo de 2008.</span><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';"><br />
</span><b><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';">Fuentes</span></b><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';">: As, Uefa, Wikipedia, Fútbol Factory, Jewish Sports y El Iceberg de Madrid.<br />
</span><b><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';">Fotografía</span></b><span style="font-size:9pt;color:red;font-family:'Arial Narrow';">: Jewish Sports.</span></span></span></p>
<p></span></p>
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